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Nomes: 
DaniellePompermaier 
Lucas Cazati 
Murillo Serratine
 PNSA: Programa nacional de sanidade 
avícola; 
 Vigilância epidemiológica e sanitária das 
principais doenças aviárias destacando-se as 
doenças de notificação a OIE, em todas as 
unidades da Federação. 
 Importância da produção avícola brasileira no 
contexto nacional e internacional; 
 Necessidade de normatização das ações de 
acompanhamento sanitário, relacionadas ao 
setor avícola;
 Programas sanitários para controle de 
doença de Newcastle, Salmoneloses, 
Micoplasmoses e influenza aviária 
notificável; 
 Atenção a toda comunicação de suspeitas 
de doenças em aves, com a apresentação 
de uma ou mais sintomatologias 
 depressão severa; 
 inapetência; 
 edema facial com crista e barbela inchada; 
 dificuldade respiratória com descarga nasal; 
 queda severa na postura de ovos; 
 mortalidade elevada; 
 diminuição do consumo de água e ração;
 Atenção às notificações de suspeita de 
influenza aviária, doença de Newcastle e 
demais doenças de controle oficial; 
 Assistência aos focos das doenças de 
controle oficial; 
 Padronização das medidas de 
biosseguridade e de desinfecção; 
 Realização de sacrifício sanitário em caso 
de ocorrência de doenças de controle 
oficial; 
 Fiscalização das ações de vazio sanitário;
 Controle e fiscalização de trânsito de animais 
susceptíveis; 
 Realização de inquérito epidemiológico local; 
 Vigilância sanitária realizada pelo VIGIAGRO, no ponto de 
ingresso (portos, aeroportos e postos de fronteiras) de 
material genético; 
 Fiscalização e registro de estabelecimentos avícolas; 
 Monitoramento sanitário nos plantéis de reprodução para 
certificação dos núcleos e granjas avícolas como livres de 
salmonelas (S. Gallinarim, S. Pullorum, S Enteritidis e S. 
Typhimurium) e micoplasmas (M. gallisepticum, M 
synoviae es M. melleagridis), em todas as unidades da 
Federação. 
 Vigilância em aves migratórias; 
 Outras medidas sanitárias para controle da situação 
sanitária avícola nacional.
 Doença sistêmica que pode ser altamente letal para aves 
domésticas, 
 Vírus pertencentes à família Orthomyxoviridae, do gênero 
Influenzavirus; 
 Transmitido a outros animais e aos humanos por contato 
direto, 
 Devido a contínuas mudanças genéticas do agente e sua 
capacidade de adaptação a novos animais e ao ser humano, 
a IA representa um risco desconhecido e sem predição à 
saúde pública; 
 Sofrem mutações e geram cepas de alta patogenicidade, que 
são capazes de promover mortalidade em cerca de 90% das 
aves afetadas; 
 Os subtipos H5 e H7 têm sido associados a surtos da 
doença em aves domésticas e considerados de maior risco a 
infectar a população humana.
 Aconselha-se que viajantes com destino a áreas afetadas 
pela doença evitem visita a estabelecimentos avícolas em 
seu retorno ao Brasil, por pelo menos 15 dias; 
 O vírus é transmitido no contato direto entre aves infectadas 
e susceptíveis ou através de contato indireto, via aerossóis e 
exposição à fômites contaminados; 
 O período de incubação pode variar : poucas horas para as 
aves inoculadas por via intravenosa, 3 dias em infecções de 
aves criadas individualmente a 14 dias em aves de galpão; 
 Sinais clínicos da IA nas aves são extremamente variáveis: 
 Aves domésticas:tosse, coriza,sinusite, conjuntivite e excessivo 
lacrimejamento,diarréia,edema de barbela; 
 Poedeiras :queda na postura e depressão; 
 Perus :severa, quando associada a infecções secundárias; 
 Avestruzes :depressão, queda de penas, respiração com bico aberto, além de 
paralisia das asas e tremores de cabeça e pescoço;
 Enfermidade viral, aguda, altamente contagiosa, que acomete aves 
silvestres e comerciais, com sinais respiratórios, freqüentemente 
seguidos por manifestações nervosas, diarréia e edema da cabeça; 
 O agente viral pertence à Família Paramyxoviridae, Gênero 
Avulavirus. 
 Dependendo da virulência da cepa viral diferentes graus de 
severidade desde uma infecção subclínica(sintomas 
inaparentes ou discretos) até uma doença fatal (repentina,com alta 
mortalidade das aves). 
 A infecção pode ocorrer através da inalação ou ingestão, sendo que 
o vírus está presente no ar exalado pelas aves, nas fezes e em toda 
parte da carcaça da ave durante a infecção aguda e na morte. 
 A contaminação de outras aves pode se dar por meio de aerossóis e 
pela ingestão de água ou comida contaminada. 
 O diagnóstico do vírus pode ser realizado pela inoculação de 
macerados de órgãos de aves suspeitas em ovos embrionados ou 
por testes moleculares, como RT-PCR.
 A Instrução Normativa nº 32, de 13 de maio de 2002, da Secretaria 
de Defesa Agropecuária, estabelece as Normas Técnicas de 
Vigilância, Controle e Erradicação da doença de Newcastle e da 
influenza aviária e inclui: 
 notificação obrigatória, ao serviço veterinário oficial, da ocorrência de sintomatologia 
sugestiva para a doença de Newcastle e influenza aviária, em qualquer espécie de ave; 
 realização de investigação imediata no estabelecimento, conduzida por médico veterinário 
oficial, após recebimento de notificação ou denúncia; 
 colheita de material procedente de atendimentos à suspeitas e seu envio ao laboratório 
oficial; 
 imposição de restrição à movimentação de aves e seus produtos, quando da suspeita de 
doença de Newcastle ou influenza aviária; 
 estabelecimento, por ato oficial, de Zona de Proteção (mínimo de 3km) e Zona de Vigilância 
(mínimo de 10km) em torno do estabelecimento infectado; 
 controle da movimentação de pessoas nas áreas de risco; 
 sacrifício de todas aves do estabelecimento infectado; 
 realização de limpeza e desinfecção das instalações, veículos e qualquer equipamento 
contaminado; 
 descarte adequado das carcaças, cama de aviário, restos de rações e qualquer outro tipo 
de resíduo. 
 A Instrução Normativa SDA nº 17, de 7 de Abril de 2006, aprova, no âmbito do Programa 
Nacional de Sanidade Avícola, o Plano Nacional de Prevenção da influenza aviária e de 
Controle e Prevenção da Doença de Newcastle em todo o território nacional, na forma do 
documento a ela anexo, onde são definidas as competências dos órgãos públicos e 
privados envolvidos no Plano.
 Notificação da suspeita; 
 Atendimento à notificação; 
 Visita à propriedade; 
 Colheita de material; 
 Fluxo de encaminhamento de amostras e resultados laboratoriais; 
 Investigação epidemiológica; 
 Sacrifício preventivo das aves suspeitas; 
 Da confirmação ou não das suspeitas;
 Estabelecimento no qual foi constatada a presença de uma 
ou mais aves afetadas pela doença: sacrifício imediato no 
local de todas as aves (e suínos, no caso de IA) existentes no 
estabelecimento infectado; 
 destruição de todas as aves que tenham morrido no foco, ou 
que tenham sido sacrificadas, assim como da carne de todas 
as aves provenientes da granja, os ovos e os subprodutos 
produzidos durante o período provável de incubação da 
doença; 
 limpeza e desinfecção das áreas de alojamento e acesso das 
aves na propriedade, com a utilização de desinfetantes 
indicados pelo DSA,; 
 proibição de saída da granja de qualquer tipo de 
equipamento, rações, cama de aviário ou outro tipo de 
material utilizado na produção avícola; 
 proibição do egresso e ingresso de qualquer tipo de animal 
existente na propriedade,inclusive cães, gatos, eqüinos, 
bovinos, ovinos, caprinos, suínos;
Esquema da construção da vala e sua cobertura
COLHEITA DE SANGUE: Colocar as aves em decúbito lateral, para 
que a colheita seja feita na veia ulnar (veia da asa). Colher 4 ml de 
snague por ave. Puxar o êmbolo da seringa até a marca de 5ml e 
manter a seringa contendo a amostra de sangue em posição inclinada 
(+ ou – 15o) a fim de facilitar a coagulação e obtenção de soro, a partir 
da amostra. O soro já separado deverá ser transferido para o frasco de 
plástico com tampa, e conservado sobre congelamento.
 SWAB:
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Programa Nacional de Seguridade Aviaria - PNSA

  • 1. Nomes: DaniellePompermaier Lucas Cazati Murillo Serratine
  • 2.  PNSA: Programa nacional de sanidade avícola;  Vigilância epidemiológica e sanitária das principais doenças aviárias destacando-se as doenças de notificação a OIE, em todas as unidades da Federação.  Importância da produção avícola brasileira no contexto nacional e internacional;  Necessidade de normatização das ações de acompanhamento sanitário, relacionadas ao setor avícola;
  • 3.  Programas sanitários para controle de doença de Newcastle, Salmoneloses, Micoplasmoses e influenza aviária notificável;  Atenção a toda comunicação de suspeitas de doenças em aves, com a apresentação de uma ou mais sintomatologias  depressão severa;  inapetência;  edema facial com crista e barbela inchada;  dificuldade respiratória com descarga nasal;  queda severa na postura de ovos;  mortalidade elevada;  diminuição do consumo de água e ração;
  • 4.  Atenção às notificações de suspeita de influenza aviária, doença de Newcastle e demais doenças de controle oficial;  Assistência aos focos das doenças de controle oficial;  Padronização das medidas de biosseguridade e de desinfecção;  Realização de sacrifício sanitário em caso de ocorrência de doenças de controle oficial;  Fiscalização das ações de vazio sanitário;
  • 5.  Controle e fiscalização de trânsito de animais susceptíveis;  Realização de inquérito epidemiológico local;  Vigilância sanitária realizada pelo VIGIAGRO, no ponto de ingresso (portos, aeroportos e postos de fronteiras) de material genético;  Fiscalização e registro de estabelecimentos avícolas;  Monitoramento sanitário nos plantéis de reprodução para certificação dos núcleos e granjas avícolas como livres de salmonelas (S. Gallinarim, S. Pullorum, S Enteritidis e S. Typhimurium) e micoplasmas (M. gallisepticum, M synoviae es M. melleagridis), em todas as unidades da Federação.  Vigilância em aves migratórias;  Outras medidas sanitárias para controle da situação sanitária avícola nacional.
  • 6.  Doença sistêmica que pode ser altamente letal para aves domésticas,  Vírus pertencentes à família Orthomyxoviridae, do gênero Influenzavirus;  Transmitido a outros animais e aos humanos por contato direto,  Devido a contínuas mudanças genéticas do agente e sua capacidade de adaptação a novos animais e ao ser humano, a IA representa um risco desconhecido e sem predição à saúde pública;  Sofrem mutações e geram cepas de alta patogenicidade, que são capazes de promover mortalidade em cerca de 90% das aves afetadas;  Os subtipos H5 e H7 têm sido associados a surtos da doença em aves domésticas e considerados de maior risco a infectar a população humana.
  • 7.  Aconselha-se que viajantes com destino a áreas afetadas pela doença evitem visita a estabelecimentos avícolas em seu retorno ao Brasil, por pelo menos 15 dias;  O vírus é transmitido no contato direto entre aves infectadas e susceptíveis ou através de contato indireto, via aerossóis e exposição à fômites contaminados;  O período de incubação pode variar : poucas horas para as aves inoculadas por via intravenosa, 3 dias em infecções de aves criadas individualmente a 14 dias em aves de galpão;  Sinais clínicos da IA nas aves são extremamente variáveis:  Aves domésticas:tosse, coriza,sinusite, conjuntivite e excessivo lacrimejamento,diarréia,edema de barbela;  Poedeiras :queda na postura e depressão;  Perus :severa, quando associada a infecções secundárias;  Avestruzes :depressão, queda de penas, respiração com bico aberto, além de paralisia das asas e tremores de cabeça e pescoço;
  • 8.  Enfermidade viral, aguda, altamente contagiosa, que acomete aves silvestres e comerciais, com sinais respiratórios, freqüentemente seguidos por manifestações nervosas, diarréia e edema da cabeça;  O agente viral pertence à Família Paramyxoviridae, Gênero Avulavirus.  Dependendo da virulência da cepa viral diferentes graus de severidade desde uma infecção subclínica(sintomas inaparentes ou discretos) até uma doença fatal (repentina,com alta mortalidade das aves).  A infecção pode ocorrer através da inalação ou ingestão, sendo que o vírus está presente no ar exalado pelas aves, nas fezes e em toda parte da carcaça da ave durante a infecção aguda e na morte.  A contaminação de outras aves pode se dar por meio de aerossóis e pela ingestão de água ou comida contaminada.  O diagnóstico do vírus pode ser realizado pela inoculação de macerados de órgãos de aves suspeitas em ovos embrionados ou por testes moleculares, como RT-PCR.
  • 9.  A Instrução Normativa nº 32, de 13 de maio de 2002, da Secretaria de Defesa Agropecuária, estabelece as Normas Técnicas de Vigilância, Controle e Erradicação da doença de Newcastle e da influenza aviária e inclui:  notificação obrigatória, ao serviço veterinário oficial, da ocorrência de sintomatologia sugestiva para a doença de Newcastle e influenza aviária, em qualquer espécie de ave;  realização de investigação imediata no estabelecimento, conduzida por médico veterinário oficial, após recebimento de notificação ou denúncia;  colheita de material procedente de atendimentos à suspeitas e seu envio ao laboratório oficial;  imposição de restrição à movimentação de aves e seus produtos, quando da suspeita de doença de Newcastle ou influenza aviária;  estabelecimento, por ato oficial, de Zona de Proteção (mínimo de 3km) e Zona de Vigilância (mínimo de 10km) em torno do estabelecimento infectado;  controle da movimentação de pessoas nas áreas de risco;  sacrifício de todas aves do estabelecimento infectado;  realização de limpeza e desinfecção das instalações, veículos e qualquer equipamento contaminado;  descarte adequado das carcaças, cama de aviário, restos de rações e qualquer outro tipo de resíduo.  A Instrução Normativa SDA nº 17, de 7 de Abril de 2006, aprova, no âmbito do Programa Nacional de Sanidade Avícola, o Plano Nacional de Prevenção da influenza aviária e de Controle e Prevenção da Doença de Newcastle em todo o território nacional, na forma do documento a ela anexo, onde são definidas as competências dos órgãos públicos e privados envolvidos no Plano.
  • 10.  Notificação da suspeita;  Atendimento à notificação;  Visita à propriedade;  Colheita de material;  Fluxo de encaminhamento de amostras e resultados laboratoriais;  Investigação epidemiológica;  Sacrifício preventivo das aves suspeitas;  Da confirmação ou não das suspeitas;
  • 11.  Estabelecimento no qual foi constatada a presença de uma ou mais aves afetadas pela doença: sacrifício imediato no local de todas as aves (e suínos, no caso de IA) existentes no estabelecimento infectado;  destruição de todas as aves que tenham morrido no foco, ou que tenham sido sacrificadas, assim como da carne de todas as aves provenientes da granja, os ovos e os subprodutos produzidos durante o período provável de incubação da doença;  limpeza e desinfecção das áreas de alojamento e acesso das aves na propriedade, com a utilização de desinfetantes indicados pelo DSA,;  proibição de saída da granja de qualquer tipo de equipamento, rações, cama de aviário ou outro tipo de material utilizado na produção avícola;  proibição do egresso e ingresso de qualquer tipo de animal existente na propriedade,inclusive cães, gatos, eqüinos, bovinos, ovinos, caprinos, suínos;
  • 12. Esquema da construção da vala e sua cobertura
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16. COLHEITA DE SANGUE: Colocar as aves em decúbito lateral, para que a colheita seja feita na veia ulnar (veia da asa). Colher 4 ml de snague por ave. Puxar o êmbolo da seringa até a marca de 5ml e manter a seringa contendo a amostra de sangue em posição inclinada (+ ou – 15o) a fim de facilitar a coagulação e obtenção de soro, a partir da amostra. O soro já separado deverá ser transferido para o frasco de plástico com tampa, e conservado sobre congelamento.