MANEJO DA ORDENHA E
QUALIDADE DO LEITE
IMPORTÂNCIA DA SAÚDE DAS VACAS E DOS
ORDENHADORES
IMPORTÂNCIA DA SAÚDE DAS VACAS E DOS
ORDENHADORES
Boas condições de saúde
- Olhos fundos
- Pelos arrepiados
- Diminuição da ingestão de
alimentos
- Queda na produção de leite
- Alteração na urina ou na
fezes
PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO DA
ORDENHA
PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO DA
ORDENHA
ROTINAS ORDENHADOR INSTALAÇÕES
FORMAÇÃO DA LINHA DE ORDENHA
FORMAÇÃO DA LINHA DE ORDENHA
Definida com base no
diagnóstico de mastite
1. Vacas primíparas (de primeira cria),
sem mastite.
2. Vacas pluríparas que nunca tiveram
mastite.
3. Vacas que já tiveram mastite, mas que
foram curadas.
4. Vacas com mastite subclínica.
5. Vacas com mastite clínica.
TIPOS DE ORDENHA
TIPOS DE ORDENHA
MANUAL MECÂNICA
TIPOS DE ORDENHA MECANIZADA
TIPOS DE ORDENHA MECANIZADA
- Ordenha com balde-ao-pé
- Ordenha tipo espinha-de-peixe
- Ordenha tipo tandem
- Ordenha tipo lado-a-lado
ORDENHA COM BALDE-AO-PÉ
ORDENHA COM BALDE-AO-PÉ
- Mais simples;
- Mais barato ;
- Rebanho menores.
ORDENHA ESPINHA-DE-PEIXE
ORDENHA ESPINHA-DE-PEIXE
- Posicionados diagonalmente;
- Facilita a visualização do úbere e dos
tetos;
- Vacas ocupam menor espaço na
lateral do fosso.
ORDENHA TANDEM
ORDENHA TANDEM
Único modelo que
possibilita o bezerro ao pé.
ORDENHA LADO-A-LADO
ORDENHA LADO-A-LADO
Há ainda outros tipos de ordenhas mecanizadas, como as
ordenhas em carrossel e robotizada;
São sistemas mais sofisticados e mais caros.
CONDUÇÃO DAS VACAS ATÉ O LOCAL DE
ORDENHA
CONDUÇÃO DAS VACAS ATÉ O LOCAL DE
ORDENHA
Primeiro contato com a vaca e limpeza dos
tetos
TIPOS DE MASTITE
Conforme o tipo de microrganismo causador da mastite, ela pode
ser classificada em: contagiosa e ambiental.
➢ Mastite contagiosa: causada por microrganismos que estão
presentes no úbere e são transmitidos pelas mãos do
ordenhador e equipamentos de ordenha.
➢ Mastite ambiental: causada por microrganismos presentes no
ambiente.
TIPOS DE MASTITE
Quanto ao diagnóstico, a mastite pode ser classificada como
CLÍNICA E SUBCLÍNICA.
➢ Mastite clínica: mais fácil de ser percebida, geralmente causa
diminuição na ingestão de alimentos, a vaca fica com o úbere
inflamado, leite com grumos, pus ou sangue.
➢ Mastite subclínica: mais difícil de ser percebida, pois a vaca não
apresenta sintomas claros do problema, a não ser, pequena
queda na produção de leite.
O TESTE DA CANECA DE FUNDO PRETO
Diagnóstico da mastite clínica em todas as vacas e em todas
as ordenhas.
Além do teste da caneca, pode ser feita a palpação do úbere
nos casos de suspeita de mastite; úbere mais rígido que o normal,
quente e avermelhado é sinal de mastite.
TESTES PARA DIAGNÓSTICO DE MASTITE
SUBCLÍNICA
- Teste Califórnia Mastite Teste (CMT)
- Contagem de células somáticas (CCS).
- Deve-se realizar o teste de CMT ou CCS pelo menos duas vezes
por mês.
- Usar os resultados para planejar a linha de ordenha.
O CMT é o teste mais comum e de fácil realização, sendo necessário utilizar uma
raquete própria e a solução CMT para fazê-lo.
CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS - CCS
➢ Células de defesa do
organismo (leucócitos);
➢ Provenientes da descamação
do epitélio da glândula
mamaria;
➢ Reflete a saúde da glândula
mamaria;
➢ Parâmetro da qualidade do
leite e utilizada como
ferramenta de controle e
prevenção de mastite;
➢ Baixa;
➢ Mastite – aumento da CCS
reduzir a qualidade.
APLICAÇÃO DO PRÉ-DIPPING
- Procedimento de desinfecção dos tetos antes da ordenha
prevenção da mastite ambiental.
- Solução desinfetante:
solução de iodo (0,25%),
solução de clorexidine (de 0,25 a 0,5%)
cloro (0,2%).
AÇÕES LOGO APÓS A ORDENHA
- Aplicação do pós-dipping
proteção dos tetos contra microrganismos causadores da
mastite.
solução de iodo (0,5%)
clorexidine (de 0,5 a 1,0%)
cloro (de 0,3 a 0,5%)
AÇÕES LOGO APÓS A ORDENHA
- Fornecimento de alimento para as vacas
Ao oferecer o alimento diminuímos a probabilidade de que a
vaca se deite. É fundamental que ela permaneça em pé por, pelo
menos, 30 minutos
LIMPEZA E DESINFECÇÃO DA SALA DE ORDENHA E DOS
EQUIPAMENTOS
➢ AGRADÁVEL – preservação das propriedades de
cor, sabor, odor e viscosidade;
➢ LIMPO – livre de sujeiras, microrganismos e
resíduos de substancias químicas;
➢ FRESCO – composição correta e conservação
adequada;
➢ SEGURO – não causa problemas à saúde do
consumidor.
COMPOSIÇÃO QUÍMICA
CARACTERISTICAS
FISICO-QUÍMICAS
HIGIENE
RESÍDUOS QUÍMICOS
CARRAPATICIDAS
ANTIBIÓTICOS
DIFICULTA A FABRICAÇÃO
DE DETERMINADOS
PRODUTOS: QUEIJO E
IORGUTE
RESIDUOS INIBEM O
CRESCIMENTO DE
CULTURAS LÁCTEAS E
PROCESSOS
FERMENTATIVOS
TRATAMENTO TÉRMICO INDUSTRIAL
– POUCA/NENHUMA INFLUENCIA NA
CONCENTRAÇÃO DE RESÍDUOS
C O N TATO :
curso-de-boas-praticas-leiteiras.webnode.com
palestrasbovinocultura@gmail.com

Manejo da ordenha e qualidade do leite

  • 1.
    MANEJO DA ORDENHAE QUALIDADE DO LEITE
  • 2.
    IMPORTÂNCIA DA SAÚDEDAS VACAS E DOS ORDENHADORES IMPORTÂNCIA DA SAÚDE DAS VACAS E DOS ORDENHADORES Boas condições de saúde - Olhos fundos - Pelos arrepiados - Diminuição da ingestão de alimentos - Queda na produção de leite - Alteração na urina ou na fezes
  • 3.
    PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTODA ORDENHA PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO DA ORDENHA ROTINAS ORDENHADOR INSTALAÇÕES
  • 4.
    FORMAÇÃO DA LINHADE ORDENHA FORMAÇÃO DA LINHA DE ORDENHA Definida com base no diagnóstico de mastite 1. Vacas primíparas (de primeira cria), sem mastite. 2. Vacas pluríparas que nunca tiveram mastite. 3. Vacas que já tiveram mastite, mas que foram curadas. 4. Vacas com mastite subclínica. 5. Vacas com mastite clínica.
  • 5.
    TIPOS DE ORDENHA TIPOSDE ORDENHA MANUAL MECÂNICA
  • 6.
    TIPOS DE ORDENHAMECANIZADA TIPOS DE ORDENHA MECANIZADA - Ordenha com balde-ao-pé - Ordenha tipo espinha-de-peixe - Ordenha tipo tandem - Ordenha tipo lado-a-lado
  • 7.
    ORDENHA COM BALDE-AO-PÉ ORDENHACOM BALDE-AO-PÉ - Mais simples; - Mais barato ; - Rebanho menores.
  • 8.
    ORDENHA ESPINHA-DE-PEIXE ORDENHA ESPINHA-DE-PEIXE -Posicionados diagonalmente; - Facilita a visualização do úbere e dos tetos; - Vacas ocupam menor espaço na lateral do fosso.
  • 9.
    ORDENHA TANDEM ORDENHA TANDEM Únicomodelo que possibilita o bezerro ao pé.
  • 10.
  • 11.
    Há ainda outrostipos de ordenhas mecanizadas, como as ordenhas em carrossel e robotizada; São sistemas mais sofisticados e mais caros.
  • 12.
    CONDUÇÃO DAS VACASATÉ O LOCAL DE ORDENHA
  • 13.
    CONDUÇÃO DAS VACASATÉ O LOCAL DE ORDENHA
  • 14.
    Primeiro contato coma vaca e limpeza dos tetos
  • 15.
    TIPOS DE MASTITE Conformeo tipo de microrganismo causador da mastite, ela pode ser classificada em: contagiosa e ambiental. ➢ Mastite contagiosa: causada por microrganismos que estão presentes no úbere e são transmitidos pelas mãos do ordenhador e equipamentos de ordenha. ➢ Mastite ambiental: causada por microrganismos presentes no ambiente.
  • 16.
    TIPOS DE MASTITE Quantoao diagnóstico, a mastite pode ser classificada como CLÍNICA E SUBCLÍNICA. ➢ Mastite clínica: mais fácil de ser percebida, geralmente causa diminuição na ingestão de alimentos, a vaca fica com o úbere inflamado, leite com grumos, pus ou sangue. ➢ Mastite subclínica: mais difícil de ser percebida, pois a vaca não apresenta sintomas claros do problema, a não ser, pequena queda na produção de leite.
  • 17.
    O TESTE DACANECA DE FUNDO PRETO Diagnóstico da mastite clínica em todas as vacas e em todas as ordenhas. Além do teste da caneca, pode ser feita a palpação do úbere nos casos de suspeita de mastite; úbere mais rígido que o normal, quente e avermelhado é sinal de mastite.
  • 18.
    TESTES PARA DIAGNÓSTICODE MASTITE SUBCLÍNICA - Teste Califórnia Mastite Teste (CMT) - Contagem de células somáticas (CCS). - Deve-se realizar o teste de CMT ou CCS pelo menos duas vezes por mês. - Usar os resultados para planejar a linha de ordenha. O CMT é o teste mais comum e de fácil realização, sendo necessário utilizar uma raquete própria e a solução CMT para fazê-lo.
  • 19.
    CONTAGEM DE CÉLULASSOMÁTICAS - CCS ➢ Células de defesa do organismo (leucócitos); ➢ Provenientes da descamação do epitélio da glândula mamaria; ➢ Reflete a saúde da glândula mamaria; ➢ Parâmetro da qualidade do leite e utilizada como ferramenta de controle e prevenção de mastite; ➢ Baixa; ➢ Mastite – aumento da CCS reduzir a qualidade.
  • 20.
    APLICAÇÃO DO PRÉ-DIPPING -Procedimento de desinfecção dos tetos antes da ordenha prevenção da mastite ambiental. - Solução desinfetante: solução de iodo (0,25%), solução de clorexidine (de 0,25 a 0,5%) cloro (0,2%).
  • 21.
    AÇÕES LOGO APÓSA ORDENHA - Aplicação do pós-dipping proteção dos tetos contra microrganismos causadores da mastite. solução de iodo (0,5%) clorexidine (de 0,5 a 1,0%) cloro (de 0,3 a 0,5%)
  • 22.
    AÇÕES LOGO APÓSA ORDENHA - Fornecimento de alimento para as vacas Ao oferecer o alimento diminuímos a probabilidade de que a vaca se deite. É fundamental que ela permaneça em pé por, pelo menos, 30 minutos
  • 23.
    LIMPEZA E DESINFECÇÃODA SALA DE ORDENHA E DOS EQUIPAMENTOS
  • 24.
    ➢ AGRADÁVEL –preservação das propriedades de cor, sabor, odor e viscosidade; ➢ LIMPO – livre de sujeiras, microrganismos e resíduos de substancias químicas; ➢ FRESCO – composição correta e conservação adequada; ➢ SEGURO – não causa problemas à saúde do consumidor. COMPOSIÇÃO QUÍMICA CARACTERISTICAS FISICO-QUÍMICAS HIGIENE
  • 25.
    RESÍDUOS QUÍMICOS CARRAPATICIDAS ANTIBIÓTICOS DIFICULTA AFABRICAÇÃO DE DETERMINADOS PRODUTOS: QUEIJO E IORGUTE RESIDUOS INIBEM O CRESCIMENTO DE CULTURAS LÁCTEAS E PROCESSOS FERMENTATIVOS TRATAMENTO TÉRMICO INDUSTRIAL – POUCA/NENHUMA INFLUENCIA NA CONCENTRAÇÃO DE RESÍDUOS
  • 26.
    C O NTATO : curso-de-boas-praticas-leiteiras.webnode.com palestrasbovinocultura@gmail.com