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O BANQUETE (Platão) Ronaldo Antônio P. da Silva Chirlei Aparecida Ferreira Centro Universitário Claretiano – Polo Belo Horizonte DISCUSSÃO INTRODUÇÃO                    FEDRO: considerava que o amor era o  grande  deus do cosmo , o deus                    mais antigo. Hesíodo afirma que primeiro nasceu o caos, depois a terra,                   e o Amor. Portanto, o amor é entre os deuses  antigo, o mais honrado e                    o mais poderoso para  a aquisição da virtude e da felicidade.                   PAUSÂNIAS:  Descreve o amor como duplo, através da dualidade da deusa                Afrodite. Urânia, a mais velha, filha de Urânio e não possuia mãe,                 denominada “celestial”, Pandêmia filha de Zeus e de Dione, “a popular”.                  Descreve que ´”popular” representa o amor dos homens vulgares, amando                   mais o corpo que a   alma sem se preocupar se há decência ou não.              ERIXÍMACO: médico, acrescenta a Pausânias que o amor não  se encontra               somente nos homens, mas em outras partes e objetos. Fala do amor baseando              se na medicina e relata que é preciso ser  capaz de fazer com que os elementos            mais hostis (os opostos) se  amem mutuamente .. Baseado em Asclépio relata              que par o amor é necessário a  harmonia.                  ARISTÓFANES:  descreve sobre a natureza humana antiga,  considerando                  três gêneros da humanidade: masculino, feminino andrógino, que ao                 se revoltaram quanto aos deuses tiveram por  Zeus decepados e se tornaram                  um único ser  e não dois como eram necessitando de sua outra parte, que                  quando destruída, a outra metade se desesperava e procurava por outra até                  a sua extinção.                      AGATHON: discorda de Fedro em relação a ser o amor uma  das deusas                     mais antigas, mas a considera mais jovem e aquele que tira os sentimentos                    de estranheza  e enche de familiaridade excluindo a rudeza, pródigo do                      bem-querer; propício e bom contemplado pelos sábios e admirados pelos                      deuses,  invejado pelos desafortunados e conquistado pelos fortunados                     guia belíssimo e excelente que todo bem deve ser.                    SÓCRATES: inicia sua fala a partir de uma  personagem DIOTIMA que                 havia lhe ensinado sobre o amor: diz que Recurso, filho de Prudência pene trou na jardim de Zeus e adormeceu, lá surgiu Pobreza que se deitou ao seu                  lado e concebe o AMOR. Esse é sempre  pobre, seco, descalço e sem lar,                  deitando ao desabrigo, às portas e nos caminhos porque herdou a natureza                 da mãe. Mas do pai herdou ser insidioso com o belo, bom , corajoso, deci-                 do, enérgico caçador, terrível, ávido de sabedoria e cheio de recursos.                 Descreve o amor  como a contemplação do  belo e o desejo de todos.                   ALCEBÍABES: apaixonado por Sócrates, compara-o aos selênios, em suas                  palavras embriagadas esforça-se para conquistar seu mestre de uma forma                 caricaturizada de iniciação de  amorosa descrita por Diotima.  Platão, o mais célebre discípulo de Sócrates, nos relata um episódio ocorrido em Atenas, em casa de Agáthon. Era um costume comum da época, os filósofos se reunirem para comerem, beberem e após discutirem sobre diversos temas. Sócrates nada deixou escrito, portanto, temos a descrição de seu discípulo, cujo tema desse episódio: O AMOR METODOLOGIA Através da pesquisa bibliográfica das obras de Platão identifica e utiliza discursos dos diversos convidados presentes naquele banquete, e suas expressões sobre o AMOR, observando a diversidade de cada um pelo seus conceitos e explanações. CONCLUSÃO O amor continua sendo uma incógnita que sempre procuraremos entender. BILBIOGRAFIA DORIAN, L. Compreender Sócrates, tradução de Lúcia M.Endlich Orth. Petrópolis, RJ, Ed. Vozes, 2006 ROQUE, C. Compreender Platão, tradução de Jaime A .Classen. Petrópolis, RJ, Ed. Vozes, 2005 SOUZA, J.C.Dialógos de Platão, - O Banquete – inOs Pensadores, vol.II, Ed.Abril, São Paulo, S.P., Nov.1972

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  • 1. O BANQUETE (Platão) Ronaldo Antônio P. da Silva Chirlei Aparecida Ferreira Centro Universitário Claretiano – Polo Belo Horizonte DISCUSSÃO INTRODUÇÃO FEDRO: considerava que o amor era o grande deus do cosmo , o deus mais antigo. Hesíodo afirma que primeiro nasceu o caos, depois a terra, e o Amor. Portanto, o amor é entre os deuses antigo, o mais honrado e o mais poderoso para a aquisição da virtude e da felicidade. PAUSÂNIAS: Descreve o amor como duplo, através da dualidade da deusa Afrodite. Urânia, a mais velha, filha de Urânio e não possuia mãe, denominada “celestial”, Pandêmia filha de Zeus e de Dione, “a popular”. Descreve que ´”popular” representa o amor dos homens vulgares, amando mais o corpo que a alma sem se preocupar se há decência ou não. ERIXÍMACO: médico, acrescenta a Pausânias que o amor não se encontra somente nos homens, mas em outras partes e objetos. Fala do amor baseando se na medicina e relata que é preciso ser capaz de fazer com que os elementos mais hostis (os opostos) se amem mutuamente .. Baseado em Asclépio relata que par o amor é necessário a harmonia. ARISTÓFANES: descreve sobre a natureza humana antiga, considerando três gêneros da humanidade: masculino, feminino andrógino, que ao se revoltaram quanto aos deuses tiveram por Zeus decepados e se tornaram um único ser e não dois como eram necessitando de sua outra parte, que quando destruída, a outra metade se desesperava e procurava por outra até a sua extinção. AGATHON: discorda de Fedro em relação a ser o amor uma das deusas mais antigas, mas a considera mais jovem e aquele que tira os sentimentos de estranheza e enche de familiaridade excluindo a rudeza, pródigo do bem-querer; propício e bom contemplado pelos sábios e admirados pelos deuses, invejado pelos desafortunados e conquistado pelos fortunados guia belíssimo e excelente que todo bem deve ser. SÓCRATES: inicia sua fala a partir de uma personagem DIOTIMA que havia lhe ensinado sobre o amor: diz que Recurso, filho de Prudência pene trou na jardim de Zeus e adormeceu, lá surgiu Pobreza que se deitou ao seu lado e concebe o AMOR. Esse é sempre pobre, seco, descalço e sem lar, deitando ao desabrigo, às portas e nos caminhos porque herdou a natureza da mãe. Mas do pai herdou ser insidioso com o belo, bom , corajoso, deci- do, enérgico caçador, terrível, ávido de sabedoria e cheio de recursos. Descreve o amor como a contemplação do belo e o desejo de todos. ALCEBÍABES: apaixonado por Sócrates, compara-o aos selênios, em suas palavras embriagadas esforça-se para conquistar seu mestre de uma forma caricaturizada de iniciação de amorosa descrita por Diotima. Platão, o mais célebre discípulo de Sócrates, nos relata um episódio ocorrido em Atenas, em casa de Agáthon. Era um costume comum da época, os filósofos se reunirem para comerem, beberem e após discutirem sobre diversos temas. Sócrates nada deixou escrito, portanto, temos a descrição de seu discípulo, cujo tema desse episódio: O AMOR METODOLOGIA Através da pesquisa bibliográfica das obras de Platão identifica e utiliza discursos dos diversos convidados presentes naquele banquete, e suas expressões sobre o AMOR, observando a diversidade de cada um pelo seus conceitos e explanações. CONCLUSÃO O amor continua sendo uma incógnita que sempre procuraremos entender. BILBIOGRAFIA DORIAN, L. Compreender Sócrates, tradução de Lúcia M.Endlich Orth. Petrópolis, RJ, Ed. Vozes, 2006 ROQUE, C. Compreender Platão, tradução de Jaime A .Classen. Petrópolis, RJ, Ed. Vozes, 2005 SOUZA, J.C.Dialógos de Platão, - O Banquete – inOs Pensadores, vol.II, Ed.Abril, São Paulo, S.P., Nov.1972