SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 49
Baixar para ler offline
INTERNATO DE
TOCOGINECOLOGIA
CASOS CLÍNICOS - GINECOLOGIA
Chirlei A Ferreira
 Se discute três teoria sobre a possível
etiologia dos cânceres de ovário:
• TEORIA DA “OVULAÇÃO INCESSANTE”
 Propõe que em cada ovulação o epitélio ovariano sofra
traumas e que na sua renovação celular frequente pode
ocorrer mutações e alterações carcinogênicas pela
reparação do DNA,
• TEORIA DO “EXCESSO DE
GONADOTROFINAS”
 Acredita que o aumento da estimulação epitelial levando a
proliferação e diferenciação com risco de quem em um
momento exista a transformação maligna por associação
dos carcinogênios.
• TEORIA DA “MIGRAÇÃO DE CARCINOGÊNIOS
EXTERNOS’
 Pela ascenção desde a área genital até a cavidade
abdominal, tendo como exemplo, o uso do talco.
Chirlei A Ferreira
 Fator genético familiar: autossômica
dominante,
 Aproximadamente entre 5-10% das
neoplasias de ovário podem ser
atribuidas a uma origem familiar e se
descrevem pelos padrões hereditários.
 Síndrome do Câncer Ovariano Familiar
específico de Sítio
 Câncer de mama-ovario: no qual as
mulheres têm carcinomas de mama e
ovário com maior frequencia combinados,
está associado a presença dos genes
BRCA-1 e BRCA-2;
 Câncer de ovário- colon LYNCH II: tipo
familiar de câncer tanto em homens quanto
em mulheres têm o risco de sofrer de
câncer de cólon, ovário e gástrico.
Chirlei A Ferreira
 17 – B estradiol
 2 – Hidroxiestradiol
 4 – Hidroxiestradiol
 16 a - hidroxiesterona
Chirlei A Ferreira
APOPTOSE
PROLIFERAÇÃ
O CELULAR
 FATORES REPRODUTIVOS
• Nuliparidade
 FATORES FARMACOLÓGICOS
• Medicamentos utilizados para
aumentar a fertilidade como o
citrato de clomifeno,
 FATORES AMBIENTAIS
• Há trabalhos sugerindo a
exposição de talco e asbesto com
a neoplasia ovariana.
 OUTROS
• obesidade
Chirlei A Ferreira
Chirlei A Ferreira
Cistos
foliculares:múltiplos,
uniloculados, contendo
líquido seroso, sub-
capsulares, em geral 0,5-
1,0cm.
Extremamente
comuns,
correspondendo a
folículos atresicos
cistificados.
Chirlei A Ferreira
Cisto de corpo lúteo:
centro hemático com
orlas amareladas, em
geral únicos
b)Cistos teca-luteínicos:
grandes cistos com
conteúdo hemático e
grossas orlas
amareladas.
Causas: gravidez, no
curso de mola
hidatiforme e
coriocarcinomas, uso
de clomifene
(estimulantes da
ovulação)
Conduta:
cessada a causa
determinante os cistos
involuem.
Não tocar no ovário!
Chirlei A Ferreira
Ovários policísticos:
Síndrome de
Stein-Leventhal
Clínica:
 oligomenorreia,
 infertilidade,
 hirsutismo, obesidade
Morfologia:
 ovários aumentados,
 fibrose do estroma
cortical,
 cistos sub-corticais (do tipo
foliculares),
 ausência de corpos lúteos.
Chirlei A Ferreira
Chirlei A Ferreira
 NEOPLASIA
DERIVADAS DO
EPITÉLIO CELÔMICO
• Epitélio celômico (60%
adenomas, benignos)
• Tumores serosos – mais
frequentes
• Tumores mucinosos –
segundo mais frequente
• Tumores endometrióticos
– raro
• Tumores de células
claras – alta gravidade
• Tumores de Brenner
• .
Chirlei A Ferreira
SÃO DENOMINADOS
TUMORES EPITELIAIS
(ADENOCARCINOMAS)
BENIGNOS MALIGNOS
Unilateral em quase 90% dos casos Bilateral em quase 50% dos casos
Cápsula intacta Cápsula rota
Geralmente móvel Aderente, fixo
Superfície lisa Superficie irregular, nodular
Geralmente sem ascite, quando presente é
cristalina
Frequentemente com ascite hemorrágica
Peritôneo livre Peritôneo com implantes
Geralmente císticos de parede lisas Sólido, com áreas císticas, necrose e
excrescências
Quando sólido tem consistência firme Áreas de amolecimento
Superfície uniforme Superfície irregular
Chirlei A Ferreira
 Representam 35-50% de todos os
tumores epiteliais malignos do ovário,
 40-60% dos casos são bilaterais,
 85% apresentam disseminação extra-
ovariana no momento de seu diagnóstico,
 50% excedem 15 cm de diâmetro,
 A maioria têm pouca diferenciação com
padrões de crescimento sólidos e
trabeculares,
 Os corpúsculos PSAMMNONA são
característicos desse tumores
Chirlei A Ferreira
Microscopia:
- revestimento epitelial seroso
- papilas
- calcificações (“psamoma-Bodies”)
Benignidade x malignidade é
avaliada pela análise das papilas
Chirlei A Ferreira
 Representam 10-20% dos tumores
epiteliais do ovário,
 São bilaterais em pelo menos 10%
dos casos,
 Apresentam dimensões de 16-17 cm,
embora podem alcançar imensas
dimensões
Chirlei A Ferreira
 O pseudomixoma do peritôneo é
consequência da ruptura expontânea
ou cirúrgica de um cisto mucoso do
ovario,
 CONSEQUENCIAS:
• Implantes peritoneais múltiplos,
mesmo sendo benignos,
• Granuloma de corpo estranho ao
muco,
• Fibrose e obstrução intestinal
progressiva sem tratamento prévio.
Chirlei A Ferreira
 Exibem padrão adenomatóide
que lembra o carcinoma
endometrial,
 30-50% são bilateriais,
 Menos de 10% se originam de
um foco de endometriose.
Chirlei A Ferreira
 Representam 5% dos
cânceres ovarianos
epiteliais,
 São muito agressivos,
 Cursam com hiperpirexia,
hipercalcemia,
 Certas ocasiões dão
dificeis de serem
diferenciados com os
carcinomas mucinosos.
Chirlei A Ferreira
 Composto por células que
se assemelham a
carcinomas de células
transicionais de baixo
grau da bexiga.
Chirlei A Ferreira
Chirlei A Ferreira
DISGERMINOMA
 Tumor germinal maligno,
células seminais,
 Teratoma maturo (sólido ou
cístico)
 Estroma especializado
(cordões sexuais)
 Tumores da granulosa –
50% de todos os tumores
pós-menopausicos,
 Tumores fibrotectais,
 Tumores de células de
Sertoly ou de Leydig
Chirlei A Ferreira
DIFERENCIAÇÃO: lesões
benignas não proliferativas
INVASÃO: do estroma em
células malignas
PROLIFERAÇÃO: invasão
de tumores “boderline” de
baixo potencial maligno
 CISTOS DERMÓIDES
• MACROSCOPICAMENTE
 Lisos, branco-acinzentados,
formam lojas com conteúdo de
material sebáceo, adiposo,
pêlos, pele,dentes.
 Geralmente têm sua maior
parte cística e uma pequena
área sólida localizada.
• MICROSCOPICAMENTE
 Pele, adiposo, glândulas
sebáceas, tireóide, células do
sistema respiratório, digestivo,
cartilagem, osso e dentes.
Chirlei A Ferreira
-  Geralmente de
evolução benigna,
 Quando observamos
presença de tecidos
tireoidiano chamamos
de “struma-ovari”,
 A malignização ocorre
formando coarcinomas
epidermóide ou
melanomas a partir de
um tumor de pele.
Chirlei A Ferreira
.  São divididos pela
diferenciação dos tecidos
presentes em I, II e III.
• São raros, contendo elementos
embrionários em sua
composição.
 MACROSCOPICAMENTE:
• Volumosos, lisos, sólidos com
cavidades (poucas), pêlos,
cartilagem, osso,calcificação,
necrose, hemorragias.
Chirlei A Ferreira
a) Fibroma
b) Tecoma
c) Outros
Chirlei A Ferreira
 São tumores comuns, correspondendo
a 4% de todos os tumores ovarianos,
 COMPORTAMENTO
• Não são produtores de hormônios,
• Na maioria são unilaterais (90%),
• Síndrome de Meigs: fibroma = ascite +
derrame pleural a direita (hidrotórax)
 MACROSCOPICAMENTE:
• Redondos, ovóide, brancos,l isos, duros,
fasciculados ao corte, com cápsula
Chirlei A Ferreira
 Tumores “fibroides”, produtores de
estrogênio,
 MACROSCOPIA
• Redondos, ovóide, encapsulados, duros,
com tendência a cor amarelada,
 MICROSCOPIA
• Células fusiformes, semelhantes a
fibroblastos com gotas lipídicas.
Chirlei A Ferreira
 São metástases ovarianas
bilaterais , de grandes
dimensões mais ou menos
simétricos,
 Composto pro células em
“sinete” ou “anel de grau”
Chirlei A Ferreira
Chirlei A Ferreira
 Sensãção de plenitude
abdominal,
 Timpanismo
 Massa dolorosa
 Saciedade precoce
 Pressão pélvica
 Elevação do CA-125
plasmático em pacientes
com tumores epiteliais e do
β-HCG ou α-feto-proteína
em tumores de células
germinativas.
Chirlei A Ferreira
 Os sintomas indicam enfermidade
avançada:
• Distensão abdominal,
• Aumento de peso pela ascite,
• Anormalidade menstrual,
• Compressão intestinal,
• Náuseas, vômitos,
• Sinais de obstrução intestinal.
 Sinais menos comuns:
• Linfadenopatia supraclavicular,
• Dispnéia: por derrame,
• Toque bi-manual e reto-vaginal revelam
anexos de consistência variável
associado a massa.
Chirlei A Ferreira
 Não há anormalidade que
precedem o diagnóstico:
• Seu principal valor reside na
determinação das
repercussões sistêmicas e
infecciosas pélvicas e
renais,
• Anemia intensa secundária
a metástases
gastrointestinais
 MARCADOR CA-125
• É um determinante
antigênico que corresponde
a um anti-corpo monoclonal
de Imunoglobulina 1 murina
gerado contra a linhagem
celular do carcinoma
epitelial do ovário,
• Sua taxa de normalidade
varia até 35 UI/ml, têm uma
alta sensibilidade que
alcança até 82% das
pacientes com carcinoma
epitelial de ovário.
Chirlei A Ferreira
Chirlei A Ferreira
 PROPÓSITOS DA
LAPAROTOMIA
• Diagnóstico e
estadiamento,
• Eliminar a porção
máxima do tumor,
• Aliviar obstrução
intestinal, caso tenha
ocorrido pela presença
da tumoração
Chirlei A Ferreira
 Laparotomia Exploradora
Inicial para Estadiamento e
citorredução primária,
 Cirurgia reclassificatória,
 Cirurgia de intervalo,
 ‘Second-look”
 Citorredução secundária
 Citorredução paliativa
Chirlei A Ferreira
 Se define como aquela na qual se remove a
maioria do tumor e , sendo possível, as
metástases será instaurada pela terapia
complementar (quimioterapia):
• Compreende:
• Incisão vertical infra e supra-umbilical
• Lavado peritoneal para citologia
• Inspecção e palpação das superfícies
peritoneais e mesentéricas:
 Se deve inspeccionar a cúpula
diafragmática com a lente do
laparoscopio
 Histerectomia associado a
ooforectomia e esvaziamento linfonodal
e mesenterio.
Chirlei A Ferreira
 NA VISUALIZAÇÃO DE QUALQUER
ADERÊNCIA:
• Omentectomia infracólica,
• Biópsias peritoneais (bexiga, fundo de saco,
peritonêo pélvico, goteiras parietocólicas,
hemidiafragma)
 PRESENÇA DE LINFONODOS
COMPROMETIDOS
• Em casos precoces se realiza a linfadenectomai
pelvica ipsilateral e biópsia para-aortica.
 APENDICECTOMIA
• Nos casos precoces como parte da cirurgia
estadiadora é realizado.
• Nos casos avançados como parte da
citorredução é obrigatório a retirada do apêndice
e em casos de tumores mucinoso em qualquer
estado.
Chirlei A Ferreira
 Enfermidade
confinada a um único
ovário (Estadio Ia)
 Histologia bem
diferenciada (Grau I)
 Capsula intacta
 Sem aderências do
tumor a região extra-
cística,
 Sem ascite,
 Citologias negativas
Chirlei A Ferreira
Exame pélvicos
Determinação de CA -
125
 Disseminação extra-
ovariana,
 Grau histológica III,
 Capsula rota,
 Aderências densas,
 Tumoração extra-cística,
 Histologia adversa (células
claras, Brenner ou tumor
indiferenciado)
Chirlei A Ferreira
 ESTAGIO I
• Crescimento limitado aos
ovários
 ESTAGIO II
• O crescimento afeto um
ou ambos os ovários com
extensão para a região
pélvica.
 ESTÁGIO III
• O tumor afeta um ou
ambos os ovários com
implantes peritoneais fora
da cavidade pélvica e/ou
gânglios retroperitoneais,
• Há metástase hepática
superficiais,
• Tumor limitado a pelve
verdadeira mas com
extensão maligna ao
intestino delgado e
epiplons comprovados
histologicamente.
Chirlei A Ferreira
 ESTAGIO IV
• Crescimento afeta um
ou ambos os ovários
com metástase a
distância,
• Há derrame pleural
com resultados
positivos citológicos,
• Metástase do
parênquima hepático
Chirlei A Ferreira
Chirlei A Ferreira
 Lesão limitada a um
ovário,
 Capsula
microscopicamente
íntegra, sem
excrescências tumorais
 Ausência de derrames
 Ausência de ascite
 Lavados pélvicos e
abdominais negativos
Chirlei A Ferreira
SOBREVIDA EM
RELAÇÃO A 5 ANOS DE
APROXIMADAMENTE
90%
 Quimioterapia coadjuvante
• Melfalán
 Radioterapia
• Abdomen completo; 2250
cGy em 22 sessões
• Reforço pélvico de 2250 cGy
em 10 sessoes
Chirlei A Ferreira
 Etapa IV ou resíduo microscópio
em Etapa III
 4 semanas pós a quimioterapia
 Se ocorrer ascite
• Acrescentar mais 7 a 10 dias de
quimioterapia
Chirlei A Ferreira
QUIMIOTERAPIA
 Ciclofosfamida 500mg -1 g/m²
IV
 Cisplatina 75-100 mg/m² IV
• 21-28 dias
• 6-8 ciclos
• antiéméticos
Chirlei A Ferreira
 Carboplatina; 300-360
mg/m²
 Mulheres apresentam
efeitos colaterais intensos,
principalmente, paciente em
idade avançada
• 6-8 ciclos
Chirlei A Ferreira
Chirlei A Ferreira
Muito obrigada!
Chirlei/2009

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Câncer de Ovário
Câncer de OvárioCâncer de Ovário
Câncer de OvárioOncoguia
 
Câncer de Bexiga
Câncer de BexigaCâncer de Bexiga
Câncer de BexigaOncoguia
 
DiagnóStico E Tratamento Das DoençAs Do Colo Uterino
DiagnóStico E Tratamento  Das DoençAs Do Colo UterinoDiagnóStico E Tratamento  Das DoençAs Do Colo Uterino
DiagnóStico E Tratamento Das DoençAs Do Colo Uterinochirlei ferreira
 
Câncer gástrico
Câncer gástrico Câncer gástrico
Câncer gástrico gabrielrb87
 
Câncer de Testículo
Câncer de TestículoCâncer de Testículo
Câncer de TestículoOncoguia
 
Cancer de Estômago
Cancer de EstômagoCancer de Estômago
Cancer de EstômagoOncoguia
 
Falando sobre câncer de colo de útero
Falando sobre câncer de colo de úteroFalando sobre câncer de colo de útero
Falando sobre câncer de colo de úteroLetícia Spina Tapia
 
Hiperplasia Prostática Benigna
Hiperplasia Prostática BenignaHiperplasia Prostática Benigna
Hiperplasia Prostática BenignaOncoguia
 
Aula de Citologia Oncótica sobre Citologia Inflamatória
Aula de Citologia Oncótica sobre Citologia InflamatóriaAula de Citologia Oncótica sobre Citologia Inflamatória
Aula de Citologia Oncótica sobre Citologia InflamatóriaJaqueline Almeida
 

Mais procurados (20)

Cisto ovariano funcional
Cisto ovariano funcionalCisto ovariano funcional
Cisto ovariano funcional
 
Câncer de Ovário
Câncer de OvárioCâncer de Ovário
Câncer de Ovário
 
Câncer de Pâncreas
Câncer de PâncreasCâncer de Pâncreas
Câncer de Pâncreas
 
Tumores anexiais
Tumores anexiaisTumores anexiais
Tumores anexiais
 
Tumor do colon
Tumor do colonTumor do colon
Tumor do colon
 
Câncer de Bexiga
Câncer de BexigaCâncer de Bexiga
Câncer de Bexiga
 
DiagnóStico E Tratamento Das DoençAs Do Colo Uterino
DiagnóStico E Tratamento  Das DoençAs Do Colo UterinoDiagnóStico E Tratamento  Das DoençAs Do Colo Uterino
DiagnóStico E Tratamento Das DoençAs Do Colo Uterino
 
Oncologia básica
Oncologia básicaOncologia básica
Oncologia básica
 
Câncer gástrico
Câncer gástrico Câncer gástrico
Câncer gástrico
 
Câncer de Testículo
Câncer de TestículoCâncer de Testículo
Câncer de Testículo
 
Cancer de Estômago
Cancer de EstômagoCancer de Estômago
Cancer de Estômago
 
Aula Litíase Renal
Aula Litíase Renal Aula Litíase Renal
Aula Litíase Renal
 
Lesões mamárias benignas - aspecto histopatológico
Lesões mamárias benignas - aspecto histopatológicoLesões mamárias benignas - aspecto histopatológico
Lesões mamárias benignas - aspecto histopatológico
 
Espessamento endometrial à ultrassonografia e achados histeroscópicos
Espessamento endometrial à ultrassonografia e achados histeroscópicosEspessamento endometrial à ultrassonografia e achados histeroscópicos
Espessamento endometrial à ultrassonografia e achados histeroscópicos
 
Falando sobre câncer de colo de útero
Falando sobre câncer de colo de úteroFalando sobre câncer de colo de útero
Falando sobre câncer de colo de útero
 
Histerectomia
HisterectomiaHisterectomia
Histerectomia
 
Neoplasia 1
Neoplasia 1Neoplasia 1
Neoplasia 1
 
Hiperplasia Prostática Benigna
Hiperplasia Prostática BenignaHiperplasia Prostática Benigna
Hiperplasia Prostática Benigna
 
Tumor de Ovário
Tumor de Ovário Tumor de Ovário
Tumor de Ovário
 
Aula de Citologia Oncótica sobre Citologia Inflamatória
Aula de Citologia Oncótica sobre Citologia InflamatóriaAula de Citologia Oncótica sobre Citologia Inflamatória
Aula de Citologia Oncótica sobre Citologia Inflamatória
 

Destaque

Tumores benignos de ovario
Tumores benignos de ovarioTumores benignos de ovario
Tumores benignos de ovarioTeresa Martínez
 
Como extrair a peça cirúrgica
Como extrair a peça cirúrgicaComo extrair a peça cirúrgica
Como extrair a peça cirúrgicaUrovideo.org
 
Câncer de Ovário - Solange Sanches
Câncer de Ovário - Solange Sanches Câncer de Ovário - Solange Sanches
Câncer de Ovário - Solange Sanches Oncoguia
 
Laparoscopia em Uro-ginecologia
Laparoscopia em Uro-ginecologiaLaparoscopia em Uro-ginecologia
Laparoscopia em Uro-ginecologiaUrovideo.org
 
Fisiopatologia do Câncer de Ovários - Apresentação de artigo - New insights i...
Fisiopatologia do Câncer de Ovários - Apresentação de artigo - New insights i...Fisiopatologia do Câncer de Ovários - Apresentação de artigo - New insights i...
Fisiopatologia do Câncer de Ovários - Apresentação de artigo - New insights i...Caroline Reis Gonçalves
 
Endoscopy in gynaecology rabi
Endoscopy in gynaecology rabiEndoscopy in gynaecology rabi
Endoscopy in gynaecology rabiRabi Satpathy
 

Destaque (20)

Tumores benignos de ovario
Tumores benignos de ovarioTumores benignos de ovario
Tumores benignos de ovario
 
Cancer de ovario
Cancer de ovarioCancer de ovario
Cancer de ovario
 
Tumores Benignos De Ovario
Tumores Benignos De OvarioTumores Benignos De Ovario
Tumores Benignos De Ovario
 
Como extrair a peça cirúrgica
Como extrair a peça cirúrgicaComo extrair a peça cirúrgica
Como extrair a peça cirúrgica
 
Aula 05 Condutas No Fato TubáRio
Aula 05   Condutas No Fato TubáRioAula 05   Condutas No Fato TubáRio
Aula 05 Condutas No Fato TubáRio
 
Indicações de laparoscopia no manejo de massas anexiais
Indicações de laparoscopia no manejo de massas anexiaisIndicações de laparoscopia no manejo de massas anexiais
Indicações de laparoscopia no manejo de massas anexiais
 
Investigação de massas anexiais
Investigação de massas anexiaisInvestigação de massas anexiais
Investigação de massas anexiais
 
Cancer de ovario
Cancer de ovarioCancer de ovario
Cancer de ovario
 
Aula 02 Fatores PrognóSticos Para Resposta Ovariana
Aula 02   Fatores PrognóSticos Para Resposta OvarianaAula 02   Fatores PrognóSticos Para Resposta Ovariana
Aula 02 Fatores PrognóSticos Para Resposta Ovariana
 
Aula 09 Condutas Em Infertilidade Sem Causa Aparente
Aula 09   Condutas Em Infertilidade Sem Causa AparenteAula 09   Condutas Em Infertilidade Sem Causa Aparente
Aula 09 Condutas Em Infertilidade Sem Causa Aparente
 
Dinâmica Ovariana
Dinâmica OvarianaDinâmica Ovariana
Dinâmica Ovariana
 
Aula 08 Condutas Em Endometriose
Aula 08   Condutas Em EndometrioseAula 08   Condutas Em Endometriose
Aula 08 Condutas Em Endometriose
 
Aula 01 PropedêUtica Em Infertilidade
Aula 01   PropedêUtica Em InfertilidadeAula 01   PropedêUtica Em Infertilidade
Aula 01 PropedêUtica Em Infertilidade
 
Aula 10 InduçãO Da OvulaçãO Para Tratamento De Baixa Complexidade
Aula 10   InduçãO Da OvulaçãO Para Tratamento De Baixa ComplexidadeAula 10   InduçãO Da OvulaçãO Para Tratamento De Baixa Complexidade
Aula 10 InduçãO Da OvulaçãO Para Tratamento De Baixa Complexidade
 
Videolaparoscopia na endometriose
Videolaparoscopia na endometrioseVideolaparoscopia na endometriose
Videolaparoscopia na endometriose
 
Apresentação endometriose
Apresentação endometrioseApresentação endometriose
Apresentação endometriose
 
Câncer de Ovário - Solange Sanches
Câncer de Ovário - Solange Sanches Câncer de Ovário - Solange Sanches
Câncer de Ovário - Solange Sanches
 
Laparoscopia em Uro-ginecologia
Laparoscopia em Uro-ginecologiaLaparoscopia em Uro-ginecologia
Laparoscopia em Uro-ginecologia
 
Fisiopatologia do Câncer de Ovários - Apresentação de artigo - New insights i...
Fisiopatologia do Câncer de Ovários - Apresentação de artigo - New insights i...Fisiopatologia do Câncer de Ovários - Apresentação de artigo - New insights i...
Fisiopatologia do Câncer de Ovários - Apresentação de artigo - New insights i...
 
Endoscopy in gynaecology rabi
Endoscopy in gynaecology rabiEndoscopy in gynaecology rabi
Endoscopy in gynaecology rabi
 

Semelhante a Fatores de risco e sinais de câncer de ovário

Paciente oncológico - Assistência de Enfermagem
Paciente oncológico - Assistência de EnfermagemPaciente oncológico - Assistência de Enfermagem
Paciente oncológico - Assistência de EnfermagemBruna Guimarães
 
Pelve feminina ii 18.10.11 final
Pelve feminina ii 18.10.11 finalPelve feminina ii 18.10.11 final
Pelve feminina ii 18.10.11 finalNorberto Werle
 
Câncer de mama rastreamento e diagnostico
Câncer de mama   rastreamento e diagnosticoCâncer de mama   rastreamento e diagnostico
Câncer de mama rastreamento e diagnosticochirlei ferreira
 
Massa cervical UFRJ - 2017
Massa cervical   UFRJ - 2017Massa cervical   UFRJ - 2017
Massa cervical UFRJ - 2017Leonardo Rangel
 
Citopatologia Mamaria - Zona Cinzenta em PAAF de mama: Lesoes Proliferativas ...
Citopatologia Mamaria - Zona Cinzenta em PAAF de mama: Lesoes Proliferativas ...Citopatologia Mamaria - Zona Cinzenta em PAAF de mama: Lesoes Proliferativas ...
Citopatologia Mamaria - Zona Cinzenta em PAAF de mama: Lesoes Proliferativas ...mcechella
 
Zona Cinzenta Em Paaf Mama 2007
Zona Cinzenta Em Paaf Mama 2007Zona Cinzenta Em Paaf Mama 2007
Zona Cinzenta Em Paaf Mama 2007guest0efefe
 
Patologias da Bexiga
Patologias da BexigaPatologias da Bexiga
Patologias da Bexigaalleyrand
 
Seminário câncer de mama
Seminário câncer de mamaSeminário câncer de mama
Seminário câncer de mamaThiessa Vieira
 
Tumores Benignos Hepáticos
Tumores Benignos HepáticosTumores Benignos Hepáticos
Tumores Benignos HepáticosFernanda Clara
 
ANATOMIA DO COLO UTERINO E PATOLOGIAS RELACIONADAS
ANATOMIA DO COLO UTERINO E PATOLOGIAS RELACIONADASANATOMIA DO COLO UTERINO E PATOLOGIAS RELACIONADAS
ANATOMIA DO COLO UTERINO E PATOLOGIAS RELACIONADASPatrícia Prates
 
DiagnóStico E Tratamento Da Oncologia GinecolóGica
DiagnóStico E Tratamento Da Oncologia GinecolóGicaDiagnóStico E Tratamento Da Oncologia GinecolóGica
DiagnóStico E Tratamento Da Oncologia GinecolóGicachirlei ferreira
 
Câncer de mama e incapacidade laboral
Câncer de mama e incapacidade laboralCâncer de mama e incapacidade laboral
Câncer de mama e incapacidade laboralEstúdio Site Ltda
 
Neoplasias do Sistema Reprodutor Feminino
Neoplasias do Sistema Reprodutor Feminino Neoplasias do Sistema Reprodutor Feminino
Neoplasias do Sistema Reprodutor Feminino Jorge Luiz de Souza Neto
 
Lesoes escamosas pre cancerosas 003
Lesoes escamosas pre cancerosas 003Lesoes escamosas pre cancerosas 003
Lesoes escamosas pre cancerosas 003Fernanda Amorim
 

Semelhante a Fatores de risco e sinais de câncer de ovário (20)

Paciente oncológico - Assistência de Enfermagem
Paciente oncológico - Assistência de EnfermagemPaciente oncológico - Assistência de Enfermagem
Paciente oncológico - Assistência de Enfermagem
 
Pelve feminina ii 18.10.11 final
Pelve feminina ii 18.10.11 finalPelve feminina ii 18.10.11 final
Pelve feminina ii 18.10.11 final
 
Câncer de mama rastreamento e diagnostico
Câncer de mama   rastreamento e diagnosticoCâncer de mama   rastreamento e diagnostico
Câncer de mama rastreamento e diagnostico
 
Massa cervical UFRJ - 2017
Massa cervical   UFRJ - 2017Massa cervical   UFRJ - 2017
Massa cervical UFRJ - 2017
 
Citopatologia Mamaria - Zona Cinzenta em PAAF de mama: Lesoes Proliferativas ...
Citopatologia Mamaria - Zona Cinzenta em PAAF de mama: Lesoes Proliferativas ...Citopatologia Mamaria - Zona Cinzenta em PAAF de mama: Lesoes Proliferativas ...
Citopatologia Mamaria - Zona Cinzenta em PAAF de mama: Lesoes Proliferativas ...
 
Zona Cinzenta Em Paaf Mama 2007
Zona Cinzenta Em Paaf Mama 2007Zona Cinzenta Em Paaf Mama 2007
Zona Cinzenta Em Paaf Mama 2007
 
Patologias da Bexiga
Patologias da BexigaPatologias da Bexiga
Patologias da Bexiga
 
Cancer
CancerCancer
Cancer
 
Seminário câncer de mama
Seminário câncer de mamaSeminário câncer de mama
Seminário câncer de mama
 
Cancer colo do utero
Cancer colo do uteroCancer colo do utero
Cancer colo do utero
 
Tumores Benignos Hepáticos
Tumores Benignos HepáticosTumores Benignos Hepáticos
Tumores Benignos Hepáticos
 
ANATOMIA DO COLO UTERINO E PATOLOGIAS RELACIONADAS
ANATOMIA DO COLO UTERINO E PATOLOGIAS RELACIONADASANATOMIA DO COLO UTERINO E PATOLOGIAS RELACIONADAS
ANATOMIA DO COLO UTERINO E PATOLOGIAS RELACIONADAS
 
Utero
UteroUtero
Utero
 
Cancer de Mama
Cancer de MamaCancer de Mama
Cancer de Mama
 
DiagnóStico E Tratamento Da Oncologia GinecolóGica
DiagnóStico E Tratamento Da Oncologia GinecolóGicaDiagnóStico E Tratamento Da Oncologia GinecolóGica
DiagnóStico E Tratamento Da Oncologia GinecolóGica
 
Câncer de mama e incapacidade laboral
Câncer de mama e incapacidade laboralCâncer de mama e incapacidade laboral
Câncer de mama e incapacidade laboral
 
Mulher e Cancro da Mama
Mulher e Cancro da MamaMulher e Cancro da Mama
Mulher e Cancro da Mama
 
Neoplasias do Sistema Reprodutor Feminino
Neoplasias do Sistema Reprodutor Feminino Neoplasias do Sistema Reprodutor Feminino
Neoplasias do Sistema Reprodutor Feminino
 
Outubro rosa
Outubro rosaOutubro rosa
Outubro rosa
 
Lesoes escamosas pre cancerosas 003
Lesoes escamosas pre cancerosas 003Lesoes escamosas pre cancerosas 003
Lesoes escamosas pre cancerosas 003
 

Mais de chirlei ferreira

Alterações benignas da mama
Alterações benignas da mamaAlterações benignas da mama
Alterações benignas da mamachirlei ferreira
 
Correlacao entre achados do doppler da arteria oftalmica
Correlacao entre achados do doppler da arteria oftalmicaCorrelacao entre achados do doppler da arteria oftalmica
Correlacao entre achados do doppler da arteria oftalmicachirlei ferreira
 
Sangramento uterino anormal
Sangramento uterino anormalSangramento uterino anormal
Sangramento uterino anormalchirlei ferreira
 
Gravidez na adolescência aula
Gravidez na adolescência   aulaGravidez na adolescência   aula
Gravidez na adolescência aulachirlei ferreira
 
Gravidez após técnica de reprodução assistida
Gravidez   após  técnica de   reprodução  assistidaGravidez   após  técnica de   reprodução  assistida
Gravidez após técnica de reprodução assistidachirlei ferreira
 
Dor pélvica aguda em ginecologia
Dor pélvica aguda em ginecologiaDor pélvica aguda em ginecologia
Dor pélvica aguda em ginecologiachirlei ferreira
 
Desafios atuais do ensino de go
Desafios atuais do ensino de goDesafios atuais do ensino de go
Desafios atuais do ensino de gochirlei ferreira
 
Assistencia a mulher vitima de violencia sexual
Assistencia a mulher vitima de violencia sexualAssistencia a mulher vitima de violencia sexual
Assistencia a mulher vitima de violencia sexualchirlei ferreira
 
Abordagem das infecções congênitas na gravidez
Abordagem das infecções congênitas na gravidezAbordagem das infecções congênitas na gravidez
Abordagem das infecções congênitas na gravidezchirlei ferreira
 
Corrimentos E DoençA InflamatóRia PéLvica
Corrimentos E DoençA InflamatóRia PéLvicaCorrimentos E DoençA InflamatóRia PéLvica
Corrimentos E DoençA InflamatóRia PéLvicachirlei ferreira
 
DiagnóStico E Tratamento Da Infertilidade
DiagnóStico E Tratamento Da InfertilidadeDiagnóStico E Tratamento Da Infertilidade
DiagnóStico E Tratamento Da Infertilidadechirlei ferreira
 
Pré Natal E GestaçãO De Alto Risco
Pré Natal E GestaçãO De Alto RiscoPré Natal E GestaçãO De Alto Risco
Pré Natal E GestaçãO De Alto Riscochirlei ferreira
 
DoençA Hipertensiva EspecíFica Da Gravidez
DoençA Hipertensiva EspecíFica Da GravidezDoençA Hipertensiva EspecíFica Da Gravidez
DoençA Hipertensiva EspecíFica Da Gravidezchirlei ferreira
 
DiagnóStico E Tratamento Do ClimatéRio
DiagnóStico E Tratamento Do ClimatéRioDiagnóStico E Tratamento Do ClimatéRio
DiagnóStico E Tratamento Do ClimatéRiochirlei ferreira
 

Mais de chirlei ferreira (20)

Alterações benignas da mama
Alterações benignas da mamaAlterações benignas da mama
Alterações benignas da mama
 
Spinoza slides
Spinoza slidesSpinoza slides
Spinoza slides
 
O banquete
O banqueteO banquete
O banquete
 
Correlacao entre achados do doppler da arteria oftalmica
Correlacao entre achados do doppler da arteria oftalmicaCorrelacao entre achados do doppler da arteria oftalmica
Correlacao entre achados do doppler da arteria oftalmica
 
Sangramento uterino anormal
Sangramento uterino anormalSangramento uterino anormal
Sangramento uterino anormal
 
O sus e o ensino médico
O sus e o ensino médicoO sus e o ensino médico
O sus e o ensino médico
 
Gravidez na adolescência aula
Gravidez na adolescência   aulaGravidez na adolescência   aula
Gravidez na adolescência aula
 
Gravidez após técnica de reprodução assistida
Gravidez   após  técnica de   reprodução  assistidaGravidez   após  técnica de   reprodução  assistida
Gravidez após técnica de reprodução assistida
 
Dor pélvica aguda em ginecologia
Dor pélvica aguda em ginecologiaDor pélvica aguda em ginecologia
Dor pélvica aguda em ginecologia
 
Desafios atuais do ensino de go
Desafios atuais do ensino de goDesafios atuais do ensino de go
Desafios atuais do ensino de go
 
Assistencia a mulher vitima de violencia sexual
Assistencia a mulher vitima de violencia sexualAssistencia a mulher vitima de violencia sexual
Assistencia a mulher vitima de violencia sexual
 
Abordagem das infecções congênitas na gravidez
Abordagem das infecções congênitas na gravidezAbordagem das infecções congênitas na gravidez
Abordagem das infecções congênitas na gravidez
 
O Banquete
O BanqueteO Banquete
O Banquete
 
Endometriose
EndometrioseEndometriose
Endometriose
 
O Lago
O LagoO Lago
O Lago
 
Corrimentos E DoençA InflamatóRia PéLvica
Corrimentos E DoençA InflamatóRia PéLvicaCorrimentos E DoençA InflamatóRia PéLvica
Corrimentos E DoençA InflamatóRia PéLvica
 
DiagnóStico E Tratamento Da Infertilidade
DiagnóStico E Tratamento Da InfertilidadeDiagnóStico E Tratamento Da Infertilidade
DiagnóStico E Tratamento Da Infertilidade
 
Pré Natal E GestaçãO De Alto Risco
Pré Natal E GestaçãO De Alto RiscoPré Natal E GestaçãO De Alto Risco
Pré Natal E GestaçãO De Alto Risco
 
DoençA Hipertensiva EspecíFica Da Gravidez
DoençA Hipertensiva EspecíFica Da GravidezDoençA Hipertensiva EspecíFica Da Gravidez
DoençA Hipertensiva EspecíFica Da Gravidez
 
DiagnóStico E Tratamento Do ClimatéRio
DiagnóStico E Tratamento Do ClimatéRioDiagnóStico E Tratamento Do ClimatéRio
DiagnóStico E Tratamento Do ClimatéRio
 

Fatores de risco e sinais de câncer de ovário

  • 3.  Se discute três teoria sobre a possível etiologia dos cânceres de ovário: • TEORIA DA “OVULAÇÃO INCESSANTE”  Propõe que em cada ovulação o epitélio ovariano sofra traumas e que na sua renovação celular frequente pode ocorrer mutações e alterações carcinogênicas pela reparação do DNA, • TEORIA DO “EXCESSO DE GONADOTROFINAS”  Acredita que o aumento da estimulação epitelial levando a proliferação e diferenciação com risco de quem em um momento exista a transformação maligna por associação dos carcinogênios. • TEORIA DA “MIGRAÇÃO DE CARCINOGÊNIOS EXTERNOS’  Pela ascenção desde a área genital até a cavidade abdominal, tendo como exemplo, o uso do talco. Chirlei A Ferreira
  • 4.  Fator genético familiar: autossômica dominante,  Aproximadamente entre 5-10% das neoplasias de ovário podem ser atribuidas a uma origem familiar e se descrevem pelos padrões hereditários.  Síndrome do Câncer Ovariano Familiar específico de Sítio  Câncer de mama-ovario: no qual as mulheres têm carcinomas de mama e ovário com maior frequencia combinados, está associado a presença dos genes BRCA-1 e BRCA-2;  Câncer de ovário- colon LYNCH II: tipo familiar de câncer tanto em homens quanto em mulheres têm o risco de sofrer de câncer de cólon, ovário e gástrico. Chirlei A Ferreira
  • 5.  17 – B estradiol  2 – Hidroxiestradiol  4 – Hidroxiestradiol  16 a - hidroxiesterona Chirlei A Ferreira APOPTOSE PROLIFERAÇÃ O CELULAR
  • 6.  FATORES REPRODUTIVOS • Nuliparidade  FATORES FARMACOLÓGICOS • Medicamentos utilizados para aumentar a fertilidade como o citrato de clomifeno,  FATORES AMBIENTAIS • Há trabalhos sugerindo a exposição de talco e asbesto com a neoplasia ovariana.  OUTROS • obesidade Chirlei A Ferreira
  • 8. Cistos foliculares:múltiplos, uniloculados, contendo líquido seroso, sub- capsulares, em geral 0,5- 1,0cm. Extremamente comuns, correspondendo a folículos atresicos cistificados. Chirlei A Ferreira
  • 9. Cisto de corpo lúteo: centro hemático com orlas amareladas, em geral únicos b)Cistos teca-luteínicos: grandes cistos com conteúdo hemático e grossas orlas amareladas. Causas: gravidez, no curso de mola hidatiforme e coriocarcinomas, uso de clomifene (estimulantes da ovulação) Conduta: cessada a causa determinante os cistos involuem. Não tocar no ovário! Chirlei A Ferreira
  • 10. Ovários policísticos: Síndrome de Stein-Leventhal Clínica:  oligomenorreia,  infertilidade,  hirsutismo, obesidade Morfologia:  ovários aumentados,  fibrose do estroma cortical,  cistos sub-corticais (do tipo foliculares),  ausência de corpos lúteos. Chirlei A Ferreira
  • 12.  NEOPLASIA DERIVADAS DO EPITÉLIO CELÔMICO • Epitélio celômico (60% adenomas, benignos) • Tumores serosos – mais frequentes • Tumores mucinosos – segundo mais frequente • Tumores endometrióticos – raro • Tumores de células claras – alta gravidade • Tumores de Brenner • . Chirlei A Ferreira SÃO DENOMINADOS TUMORES EPITELIAIS (ADENOCARCINOMAS)
  • 13. BENIGNOS MALIGNOS Unilateral em quase 90% dos casos Bilateral em quase 50% dos casos Cápsula intacta Cápsula rota Geralmente móvel Aderente, fixo Superfície lisa Superficie irregular, nodular Geralmente sem ascite, quando presente é cristalina Frequentemente com ascite hemorrágica Peritôneo livre Peritôneo com implantes Geralmente císticos de parede lisas Sólido, com áreas císticas, necrose e excrescências Quando sólido tem consistência firme Áreas de amolecimento Superfície uniforme Superfície irregular Chirlei A Ferreira
  • 14.  Representam 35-50% de todos os tumores epiteliais malignos do ovário,  40-60% dos casos são bilaterais,  85% apresentam disseminação extra- ovariana no momento de seu diagnóstico,  50% excedem 15 cm de diâmetro,  A maioria têm pouca diferenciação com padrões de crescimento sólidos e trabeculares,  Os corpúsculos PSAMMNONA são característicos desse tumores Chirlei A Ferreira
  • 15. Microscopia: - revestimento epitelial seroso - papilas - calcificações (“psamoma-Bodies”) Benignidade x malignidade é avaliada pela análise das papilas Chirlei A Ferreira
  • 16.  Representam 10-20% dos tumores epiteliais do ovário,  São bilaterais em pelo menos 10% dos casos,  Apresentam dimensões de 16-17 cm, embora podem alcançar imensas dimensões Chirlei A Ferreira
  • 17.  O pseudomixoma do peritôneo é consequência da ruptura expontânea ou cirúrgica de um cisto mucoso do ovario,  CONSEQUENCIAS: • Implantes peritoneais múltiplos, mesmo sendo benignos, • Granuloma de corpo estranho ao muco, • Fibrose e obstrução intestinal progressiva sem tratamento prévio. Chirlei A Ferreira
  • 18.  Exibem padrão adenomatóide que lembra o carcinoma endometrial,  30-50% são bilateriais,  Menos de 10% se originam de um foco de endometriose. Chirlei A Ferreira
  • 19.  Representam 5% dos cânceres ovarianos epiteliais,  São muito agressivos,  Cursam com hiperpirexia, hipercalcemia,  Certas ocasiões dão dificeis de serem diferenciados com os carcinomas mucinosos. Chirlei A Ferreira
  • 20.  Composto por células que se assemelham a carcinomas de células transicionais de baixo grau da bexiga. Chirlei A Ferreira
  • 22. DISGERMINOMA  Tumor germinal maligno, células seminais,  Teratoma maturo (sólido ou cístico)  Estroma especializado (cordões sexuais)  Tumores da granulosa – 50% de todos os tumores pós-menopausicos,  Tumores fibrotectais,  Tumores de células de Sertoly ou de Leydig Chirlei A Ferreira DIFERENCIAÇÃO: lesões benignas não proliferativas INVASÃO: do estroma em células malignas PROLIFERAÇÃO: invasão de tumores “boderline” de baixo potencial maligno
  • 23.  CISTOS DERMÓIDES • MACROSCOPICAMENTE  Lisos, branco-acinzentados, formam lojas com conteúdo de material sebáceo, adiposo, pêlos, pele,dentes.  Geralmente têm sua maior parte cística e uma pequena área sólida localizada. • MICROSCOPICAMENTE  Pele, adiposo, glândulas sebáceas, tireóide, células do sistema respiratório, digestivo, cartilagem, osso e dentes. Chirlei A Ferreira
  • 24. -  Geralmente de evolução benigna,  Quando observamos presença de tecidos tireoidiano chamamos de “struma-ovari”,  A malignização ocorre formando coarcinomas epidermóide ou melanomas a partir de um tumor de pele. Chirlei A Ferreira
  • 25. .  São divididos pela diferenciação dos tecidos presentes em I, II e III. • São raros, contendo elementos embrionários em sua composição.  MACROSCOPICAMENTE: • Volumosos, lisos, sólidos com cavidades (poucas), pêlos, cartilagem, osso,calcificação, necrose, hemorragias. Chirlei A Ferreira
  • 26. a) Fibroma b) Tecoma c) Outros Chirlei A Ferreira
  • 27.  São tumores comuns, correspondendo a 4% de todos os tumores ovarianos,  COMPORTAMENTO • Não são produtores de hormônios, • Na maioria são unilaterais (90%), • Síndrome de Meigs: fibroma = ascite + derrame pleural a direita (hidrotórax)  MACROSCOPICAMENTE: • Redondos, ovóide, brancos,l isos, duros, fasciculados ao corte, com cápsula Chirlei A Ferreira
  • 28.  Tumores “fibroides”, produtores de estrogênio,  MACROSCOPIA • Redondos, ovóide, encapsulados, duros, com tendência a cor amarelada,  MICROSCOPIA • Células fusiformes, semelhantes a fibroblastos com gotas lipídicas. Chirlei A Ferreira
  • 29.  São metástases ovarianas bilaterais , de grandes dimensões mais ou menos simétricos,  Composto pro células em “sinete” ou “anel de grau” Chirlei A Ferreira
  • 31.  Sensãção de plenitude abdominal,  Timpanismo  Massa dolorosa  Saciedade precoce  Pressão pélvica  Elevação do CA-125 plasmático em pacientes com tumores epiteliais e do β-HCG ou α-feto-proteína em tumores de células germinativas. Chirlei A Ferreira
  • 32.  Os sintomas indicam enfermidade avançada: • Distensão abdominal, • Aumento de peso pela ascite, • Anormalidade menstrual, • Compressão intestinal, • Náuseas, vômitos, • Sinais de obstrução intestinal.  Sinais menos comuns: • Linfadenopatia supraclavicular, • Dispnéia: por derrame, • Toque bi-manual e reto-vaginal revelam anexos de consistência variável associado a massa. Chirlei A Ferreira
  • 33.  Não há anormalidade que precedem o diagnóstico: • Seu principal valor reside na determinação das repercussões sistêmicas e infecciosas pélvicas e renais, • Anemia intensa secundária a metástases gastrointestinais  MARCADOR CA-125 • É um determinante antigênico que corresponde a um anti-corpo monoclonal de Imunoglobulina 1 murina gerado contra a linhagem celular do carcinoma epitelial do ovário, • Sua taxa de normalidade varia até 35 UI/ml, têm uma alta sensibilidade que alcança até 82% das pacientes com carcinoma epitelial de ovário. Chirlei A Ferreira
  • 35.  PROPÓSITOS DA LAPAROTOMIA • Diagnóstico e estadiamento, • Eliminar a porção máxima do tumor, • Aliviar obstrução intestinal, caso tenha ocorrido pela presença da tumoração Chirlei A Ferreira
  • 36.  Laparotomia Exploradora Inicial para Estadiamento e citorredução primária,  Cirurgia reclassificatória,  Cirurgia de intervalo,  ‘Second-look”  Citorredução secundária  Citorredução paliativa Chirlei A Ferreira
  • 37.  Se define como aquela na qual se remove a maioria do tumor e , sendo possível, as metástases será instaurada pela terapia complementar (quimioterapia): • Compreende: • Incisão vertical infra e supra-umbilical • Lavado peritoneal para citologia • Inspecção e palpação das superfícies peritoneais e mesentéricas:  Se deve inspeccionar a cúpula diafragmática com a lente do laparoscopio  Histerectomia associado a ooforectomia e esvaziamento linfonodal e mesenterio. Chirlei A Ferreira
  • 38.  NA VISUALIZAÇÃO DE QUALQUER ADERÊNCIA: • Omentectomia infracólica, • Biópsias peritoneais (bexiga, fundo de saco, peritonêo pélvico, goteiras parietocólicas, hemidiafragma)  PRESENÇA DE LINFONODOS COMPROMETIDOS • Em casos precoces se realiza a linfadenectomai pelvica ipsilateral e biópsia para-aortica.  APENDICECTOMIA • Nos casos precoces como parte da cirurgia estadiadora é realizado. • Nos casos avançados como parte da citorredução é obrigatório a retirada do apêndice e em casos de tumores mucinoso em qualquer estado. Chirlei A Ferreira
  • 39.  Enfermidade confinada a um único ovário (Estadio Ia)  Histologia bem diferenciada (Grau I)  Capsula intacta  Sem aderências do tumor a região extra- cística,  Sem ascite,  Citologias negativas Chirlei A Ferreira Exame pélvicos Determinação de CA - 125
  • 40.  Disseminação extra- ovariana,  Grau histológica III,  Capsula rota,  Aderências densas,  Tumoração extra-cística,  Histologia adversa (células claras, Brenner ou tumor indiferenciado) Chirlei A Ferreira
  • 41.  ESTAGIO I • Crescimento limitado aos ovários  ESTAGIO II • O crescimento afeto um ou ambos os ovários com extensão para a região pélvica.  ESTÁGIO III • O tumor afeta um ou ambos os ovários com implantes peritoneais fora da cavidade pélvica e/ou gânglios retroperitoneais, • Há metástase hepática superficiais, • Tumor limitado a pelve verdadeira mas com extensão maligna ao intestino delgado e epiplons comprovados histologicamente. Chirlei A Ferreira
  • 42.  ESTAGIO IV • Crescimento afeta um ou ambos os ovários com metástase a distância, • Há derrame pleural com resultados positivos citológicos, • Metástase do parênquima hepático Chirlei A Ferreira
  • 44.  Lesão limitada a um ovário,  Capsula microscopicamente íntegra, sem excrescências tumorais  Ausência de derrames  Ausência de ascite  Lavados pélvicos e abdominais negativos Chirlei A Ferreira SOBREVIDA EM RELAÇÃO A 5 ANOS DE APROXIMADAMENTE 90%
  • 45.  Quimioterapia coadjuvante • Melfalán  Radioterapia • Abdomen completo; 2250 cGy em 22 sessões • Reforço pélvico de 2250 cGy em 10 sessoes Chirlei A Ferreira
  • 46.  Etapa IV ou resíduo microscópio em Etapa III  4 semanas pós a quimioterapia  Se ocorrer ascite • Acrescentar mais 7 a 10 dias de quimioterapia Chirlei A Ferreira QUIMIOTERAPIA
  • 47.  Ciclofosfamida 500mg -1 g/m² IV  Cisplatina 75-100 mg/m² IV • 21-28 dias • 6-8 ciclos • antiéméticos Chirlei A Ferreira
  • 48.  Carboplatina; 300-360 mg/m²  Mulheres apresentam efeitos colaterais intensos, principalmente, paciente em idade avançada • 6-8 ciclos Chirlei A Ferreira
  • 49. Chirlei A Ferreira Muito obrigada! Chirlei/2009