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ANATOMIA E FISIOLOGIA DA MAMA



    Chirlei A Ferreira
HUMANOS:
  •Múltiplas funções:
   nutrição da prole,                              Músculo Peitoral Maior
 caracterização sexual
      sendo parte
 importante do corpo                               Músculo Peitoral Menor
       feminino.
                                                           Fáscia


                                                               Seio Lactífero
         LOCALIZAÇÃO:
    • Se estende da segunda á
          sétima costela,                                                 MAMILO
   •Linha hemiclavicular com
dimensão da margem lateral do
 esterno a linha médio-axilar,
  •Esta sobre o peitoral maior,                                     Ductos galactóforos
  serrátil anterior e músculos
reto-abdominais, lateralmente
       com o grande dorsal                                   Corpo da Mama




                                  Chirlei A Ferreira
Parênquima    Constituído por                Ducto                    Lobo subdivide
             Epitelial    20 ou mais                   Excretor                        em
           Ectodérmico      LOBOS                                                  LÓBULO




GLÂNDULA                                              MAMILO                       ÁCINOS
MAMÁRIA



                                                       INTRALOBULAR
                                                        Rico em células,
             Suporte                                  fibroblastos, células
            conjuntivo                                    plasmáticas e
           Mesodérmico      ESTROMA                         linfócitos


                                                             INTERLOBULAR
                                                      Fibras e colágenos constituindo
                                                      a armação da mama envolvendo
                                                       prolongamentos até a derme –
                                                          ligamentos de COOPER



                                 Chirlei A Ferreira
LINFÁTICOS
       AXILIARES                               LINFÁTICOS MAMÁRIA
 •Linfonodos mamários                                INTERNA
         externos
•Linfonodos escapulares
  •Linfonodos centrais
       •Linfonodos
      interpeitorais
                                                  ROTAS LINFÁTICAS
  •Linfonodos venosos
                                                •Rota linfática da massa ao
         axilares
                                                           fígado
       •Linfonodos
                                                 •Rota linfática da parede
     subclaviculares
                                                          torácica




                          Chirlei A Ferreira
1999                        2005




       Chirlei A Ferreira
   É o segundo tipo de câncer mais freqüente no mundo e o mais comum na
    população feminina. Estima-se que 1.200.000 novos casos anualmente,, o
    que corresponde a 22% de todos os casos de câncer.
   No Brasil , dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimam que cerca de 49.400 novos
    casos tenham sido diagnosticados em 2008 (os dados não foram consolidados ainda!)
   No ano de 2003, as estimativas apontaram para 41.610 casos, o que significa um aumento de
    15% na estimativa de incidência nos últimos 5 anos.
   A taxa de incidência no Brasil é de 51 casos a cada 100.000 mulheres/ano
    sendo no Sudeste 68/100.000mulheres/ano.
   Este aumento do número de casos tem sido observado em todas as faixas etárias, sendo que
    quando a curva de incidência é analisada por faixa etária o aumento é mais expressivo na faixa
    de 50 a 54 anos, coincidindo com a faixa etária média da menopausa.
   Nos EUA a incidência é 2,5 vezes maior que no Brasil (127/100.000 mulheres/ano) e, entre 2000
    e 2004, a idade média ao diagnóstico foi de 61 anos, sendo que 65% dos casos ocorrem após os
    55 anos de idade.
   Na Europa, 370.000 mulheres foram acometidas pelo câncer de mama em 2004,
    correspondendo a cerca de 27,4 % de todos os casos de câncer na população feminina.
    Representou também a causa mais comum de morte por câncer com 179.200 óbitos, ou seja,
    13,25% do total.
        Epidemiologia do Câncer de Mama Renato Torresan in Diagnóstico por imagem da Mama – Uma abordagem
                                                                                Integrada Dr. Hélio Camargo Jr.




                                                         Chirlei A Ferreira
Chirlei A Ferreira
Chirlei A Ferreira
 O rastreamento é a avaliação de indivíduos
  assintomáticas em um esforço para detectar uma
  condição séria em seu estádio precoce no qual a
  intervenção é benéfica.
 O rastreamento da mama foi introduzida no Reino Unido
  em 1988 seguindo as recomendações do FORREST REPORT
  baseado em uma revisão disponível naquele tempo.
 A qualidade garantia que o processo teria efeitos benéficos
  na evolução de futura no acompanhamento da mama.
  Mulheres foram convidadas a realizar mamografia a cada 3
  anos entre as idade de 50 e 70 anos. Os filmes eram vistos
  por dois radiologistas e caso houvesse anormalidade a
  paciente era solicitada a realizar nova avaliação por imagem
  e/ou biópsia se necessário.

                              Chirlei A Ferreira
 Com base nos dados do aumento da incidência do câncer de
  mama se transformando em uma das principais causas de morte
  no país foi elaborado em 2004 um documento de consenso para a
  detecção precoce do câncer de mama no Brasil.
 As decisões foram tomadas de acordo com as evidências científicas
  obtidas de programas adotados pelos países que desenvolvem políticas
  públicas, adaptadas à realidade da infra-estrutura brasileira.
 A diretriz preconiza a realização do exame clínico das mamas
  anualmente a partir dos 40 anos e rastreamento mamográfico bienal
  dos 50 aos 69 anos. Nas mulheres de alto risco, preconiza-se exame
  clínico e mamografia anuais a partir dos 35 anos.




                                  Chirlei A Ferreira
 Temos constatado que o grande desafio atual decorre da falta de acesso aos
    poucos Centros especializados, que por sua vez nem sempre estão
    capacitados para diagnóstico e tratamento rápido.
 Além de escassos e mal distribuídos, os Centros de Referência atuam com
    recursos humanos e infra-estrutura subutilizados.
   A falta de um programa nacional regionalizado e hierarquizado para
    detecção precoce dificulta o gerenciamento das ações e a capacitação
    médica, sendo freqüente a migração de pacientes provenientes de áreas com
    atendimento deficiente (outros estados e interior), sobrecarregando e
    onerando os mais centros ágeis e de fácil acesso, como ocorre na capital de
    São Paulo.
   A maior concentração de recursos materiais e humanos no município e a
    grande população de migrantes que lá residem, contribuem para que a
    metrópole tenha maior número de óbitos decorrentes de câncer de mama.


                                         Chirlei A Ferreira
   Sexo feminino
   Idade
   Menarca precoce
   Menopausa tardia
   Nuliparidade
   Primeira gravidez com idade acima de 25 anos
   Reposição hormonal na pós-menopausa por mais de 5 anos e em mulheres acima de
    60 anos
   Hiperplasia epitelial atípica
   Antecedentes pessoais de câncer de endométrio, ovário e carcinoma “in situ” na mama
   Irradiação ionizante
   Ingestão de álcool
   Antecedentes familiares de câncer de mama
   Dieta rica em gordura animal
   Obesidade
   Exposição a organoclorados


                                            Chirlei A Ferreira
 A maioria dos cânceres ocorrem sem qualquer
  predisposição genética.
   Aproximadamente 5% dos cânceres aparecem ocorrer devido a
    uma anormalidade autossômica dominante com penetração
    incompleta.
   Dois genes dos quais predispõe ao câncer foram identificados em
    meados de 1990 e ambos são genes grandes com funções
    relacionadas ao reparo do DNA e várias mutações resultando em
    malignidade.
      BRCA-1                                                                             Heredograma da
             Localiza no cromossoma 17, confere o risco do câncer de mama de             família com
              aproximadamente 75% e ao aumento do risco de câncer de ovário, próstata e   BRCA-1, todos
              cólon. O câncer inicia tipicamente em idade precoce.                        têm a chance
                                                                                          inerente de 50%
        BRCA-2                                                                           de mutação.
             Localiza no cromossoma 13 resulta no risco de desenvolvimento do
              câncer de mama em 60%, com a doença iniciando em fase precoce.




                                                         Chirlei A Ferreira
 A avaliação tríplice combinando o exame clínico, radiológico
  e patológico da lesão mamária deveria ser usada em todas as
  pacientes com suspeita de lesões e pode ser relevante
  naquelas com outros sintomas.
 A avaliação da imagem consiste na mamografia (pacientes com
  idade de 35 anos ou mais) e ultrassonografia sempre recomendada
  para todas as anormalidades palpáveis e radiológicas (em qualquer
  idade).
 A avaliação histológica comumente envolve a punção com agulha
  fina (PAAF) e a core-biopsy, essa combinação de técnicas
  aumentam a segurança na determinação das causas das
  anormalidades clínicas e imaginológicas detectadas.




                                   Chirlei A Ferreira
 Auto-exame
 Exame clínico
 Mamografia
 Ultrassonografia
 Ressonância magnética
 Avaliação patológica
   Punção por agulha fina
   Biópsia percutânea com agulha grossa (core-
    biopsy)


                             Chirlei A Ferreira
As mamas são inspecionados com a
paciente sentada e com os braços
elevados para a analise de retrações no          As axilas são examinadas com a paciente
músculo peitoral. As mamas são                   sentada e seus braços amparados. A fossa
palpadas de uma forma sistemática                supra-clavicular é melhor examinada por
usando as pontas dos dedos com a                 trás.
paciente em decúbito e os braços sob a
cabeça.




                                          Chirlei A Ferreira
•A mamografia requer compressão da
mama entre duas placas, realizada em
duas posições: oblíqua e crânio-caudal de
cada mama.
•A dose de radiação é menor que 1,5 mGy.
•A mamografia permite a detecção de
massas, áreas de distorção de parênquima
e microcalcificações.
•Todas as pacientes com câncer de mama
indiferente da idade devem submeter a
mamografia previamente a cirurgia cujo
objetivo é avaliar a extensão da doença.
•A tecnologia digital oferece oportunidade
de manipulações de imagens, manter em
arquivo e transmiti-las.




   Chirlei A Ferreira
CATEGORIA          AVALIAÇÃO                         CONDUTA
    0       INCOMPLETA                     Outras incidências de mamografia
                                           ou ultra-sonografia são necessárias
    1       NEGATIVO – NADA                Rastreamento normal
            ENCONTRADO
    2       ACHADOS BENIGNOS               Rastreamento normal

    3       PROVAVELMENTE BENIGNOS         Seguimento 06 meses (às vezes
                                           indica-se biopsia)
    4       ANOMALIAS SUSPEITAS            Biópsia deve ser avaliada
            A – MENOR SUSPEITA
            B – MÉDIA SUSPEITA
            C – MAIOR SUSPEITA
    5       ALTA SUSPEITA DE               Necessita esclarecimento definitivo
            MALIGNIDADE
    6       JÁ EXISTE DIAGNÓSTICO DE
            CÂNCER




                               Chirlei A Ferreira
•Na ultrassonografia, as ondas de alta
freqüência passam através da mama e
as reflexões são detectadas e
convertidas em imagem.
•A ultrassonografia da mama é
dependente da experiência do operador
e da qualidade do equipamento, mas é
seguro, indolor, e adequado a qualquer
idade.
•É recomendado em todas as pacientes
com massas palpáveis ou
anormalidades mamográficas.
•Em caso de cânceres é útil para guia a
core-biopsy e avaliar o tamanho,                       Imagem ultrassonográfica de
multifocalidade, e presença de                         câncer de mama: lesão
                                                       hipoecogênica, irregular,
linfonodos metastáticos.
                                                       com sombra posterior.




                                          Chirlei A Ferreira
   POTENCIAIS INDICAÇÕES PARA RESSONÂNCIA EM MAMAS
      Rastreamento em jovens de alto risco,
      Investigação de áreas suspeitas em mama submetida previamente a cirurgias,
      Determinação do tamanho de lesão maligna conhecida,
      Investigação de lesão mamária primária oculta com metástase axilar,
      Avaliação da eficácia de terapia co-adjuvante,
      Imagens em mamas com presença de implantes.



                                                  MRI de mamas com aumento
                                                  do gadolíneo mostrando uma
                                                  pequena lesão no lado direito
                                                  em mulher com câncer oculto e
                                                  presença de nódulo metastático
                                                  axilar.




                                            Chirlei A Ferreira
 A citologia com aspiração com agulha fina
  (PAAF), utiliza-se agulha com calibre de 21-23
  e seringa para obtenção de células da área que
  contêm a estrutura.
 A técnica não consegue diferenciar entre o
  tumor invasivo e o “in situ”, necessitando de
  estudo histológico para definição diagnóstica.


                                                        Citologia por PAAF com
                                                        diagnóstico de carcinoma em
                                                        mulher severamente
                                                        comprometida com células
                                                        malignas pleomórficas.




                                   Chirlei A Ferreira
   Para a realização da core-biopsy é utilizado um
    dispositivo específico que acopla agulha de calibre 14
    sob anestesia local na área a ser analisada.
   Introduz a agulha na região central e por um processo a
    vácuo é removido material para exame histológico que
    poderá distinguir entre um processo invasor ou
    localizado com maior eficiência, avaliando o tipo de
    tumor, grau, status hormonal.
   O material é fixado e a punção é feita guiada através do
    ultra-som ou por processo radiológico.




                                               Chirlei A Ferreira
MASSA PALPÁVEL



                                       Punção com Agulha Fina

               CISTO
                                                                                                 SÓLIDO



  Líquido                 Líquido           Massa
 amarelado             sanguinolento       residual                                         CITOLOGIA
ou esverdado


                                                                           Negativa                       Suspeita ou
                                                                                                            Positiva

Observação              Citologia
                                                                           Biópsia
                                                                                                          Exérese com
                                          BIÓPSIA                                                          biópsia de
                                                                                                          congelação
                                                               Negativa               Positiva



                                                                                                     TRATAMENTO
                                                      Chirlei A Ferreira
DERRAME PAPILAR



COM NÓDULO                                 SEM NÓDULO




                                 Por um                 Por vários
 Algoritmo                        ducto                  ductos
 do nódulo



                              Exérese da                Exérese
                               unidade                  do setor




                    Chirlei A Ferreira
MULHERES 50 – 69 ANOS



                     EXAME CLÍNICO                                             EXAME CLÍNICO
                     MAMÁRIO (ECM)                                        MAMÁRIO/MAMOGRAFIA(MMG)


                                                               44 %
   44 %                                         6%                                                                         6%

        ECM NORMAL               ECM ALTERADO                         ECM NORMAL                              ECM ALTERADO



                                 MAMOGRAFIA                      MAMOGRAFIA                                   MAMOGRAFIA


                                                                                3,8 %                              1,0 %        1,2 %
                         1,0 %
                                                1,2%                                     BIRADS =              BIRADS      BIRADS =
3,8 %
                     BIRADS          BIRADS                                                 1,2                  =3          0,4,5
   BIRADS = 1,2        =3             = 0,4,5

                                                                                                      2,8 %
                                                              3,8 %              3,2 %
                                                       BIRADS =         BIRADS             BIRADS
                                                          1,2             =3                = 0,4,5

                                                           Chirlei A Ferreira
MULHERES 40 – 49 ANOS




                    EXAME CLÍNICO MAMÁRIO
                             (ECM)

90 %                                                                10 %

       ECM NORMAL                                 ECM ALTERADO



                                                    MAMOGRAFIA


                     0,8 %                        0,9 %                    0,8 %

                             BIRADS = 1,2                  BIRADS = 3          BIRADS = 0,4,5




                                      Chirlei A Ferreira
MULHERES COM 35 ANOS OU
                                        MAIS COM RISCO ELEVADO
                                          DE CÂNCER DE MAMA




                                                 ECM/MMG

             86%
                                                                                                  12 %

                   ECM NORMAL
                                                                                    ECM ALTERADO


                   MAMOGRAFIA                                                       MAMOGRAFIA


7,6%                6,4%            5,6%                                    7,8%                1,8%               2,4%

   BIRADS = 1,2        BIRADS = 3     BIRADS = 0,4,5           BIRADS = 1,2        BIRADS = 3            BIRADS = 0,4,5




                                                       Chirlei A Ferreira
EXAME             MAMOGRAFIA            ULTRA-SOM      PAAF      CORE-BIOPSY
                    CLÍNICO
ESPECIFICIDADE            86%                 86%                 90%         95%      85 – 98%
PARA CÂNCER
ESPECIFICIDADE            90%                 90%                 92%         95%        95%
PARA DOENÇAS
BENIGNAS
VALOR                     95%                 95%                 95%        99,8%       100%
PREDITIVO PARA
CÂNCER




   •Especificidade inclui avaliação para maligno e provavelmente maligno
   •Acurácia da mamografia varia com a idade
   •Acurácia da técnica da biópsia é melhorado com a imagem guiada




                                                     Chirlei A Ferreira
Muito obrigada!!

                     Chirlei/2010




Chirlei A Ferreira

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Anatomia e fatores de risco do câncer de mama

  • 1.
  • 2. ANATOMIA E FISIOLOGIA DA MAMA Chirlei A Ferreira
  • 3. HUMANOS: •Múltiplas funções: nutrição da prole, Músculo Peitoral Maior caracterização sexual sendo parte importante do corpo Músculo Peitoral Menor feminino. Fáscia Seio Lactífero LOCALIZAÇÃO: • Se estende da segunda á sétima costela, MAMILO •Linha hemiclavicular com dimensão da margem lateral do esterno a linha médio-axilar, •Esta sobre o peitoral maior, Ductos galactóforos serrátil anterior e músculos reto-abdominais, lateralmente com o grande dorsal Corpo da Mama Chirlei A Ferreira
  • 4. Parênquima Constituído por Ducto Lobo subdivide Epitelial 20 ou mais Excretor em Ectodérmico LOBOS LÓBULO GLÂNDULA MAMILO ÁCINOS MAMÁRIA INTRALOBULAR Rico em células, Suporte fibroblastos, células conjuntivo plasmáticas e Mesodérmico ESTROMA linfócitos INTERLOBULAR Fibras e colágenos constituindo a armação da mama envolvendo prolongamentos até a derme – ligamentos de COOPER Chirlei A Ferreira
  • 5. LINFÁTICOS AXILIARES LINFÁTICOS MAMÁRIA •Linfonodos mamários INTERNA externos •Linfonodos escapulares •Linfonodos centrais •Linfonodos interpeitorais ROTAS LINFÁTICAS •Linfonodos venosos •Rota linfática da massa ao axilares fígado •Linfonodos •Rota linfática da parede subclaviculares torácica Chirlei A Ferreira
  • 6. 1999 2005 Chirlei A Ferreira
  • 7. É o segundo tipo de câncer mais freqüente no mundo e o mais comum na população feminina. Estima-se que 1.200.000 novos casos anualmente,, o que corresponde a 22% de todos os casos de câncer.  No Brasil , dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimam que cerca de 49.400 novos casos tenham sido diagnosticados em 2008 (os dados não foram consolidados ainda!)  No ano de 2003, as estimativas apontaram para 41.610 casos, o que significa um aumento de 15% na estimativa de incidência nos últimos 5 anos.  A taxa de incidência no Brasil é de 51 casos a cada 100.000 mulheres/ano sendo no Sudeste 68/100.000mulheres/ano.  Este aumento do número de casos tem sido observado em todas as faixas etárias, sendo que quando a curva de incidência é analisada por faixa etária o aumento é mais expressivo na faixa de 50 a 54 anos, coincidindo com a faixa etária média da menopausa.  Nos EUA a incidência é 2,5 vezes maior que no Brasil (127/100.000 mulheres/ano) e, entre 2000 e 2004, a idade média ao diagnóstico foi de 61 anos, sendo que 65% dos casos ocorrem após os 55 anos de idade.  Na Europa, 370.000 mulheres foram acometidas pelo câncer de mama em 2004, correspondendo a cerca de 27,4 % de todos os casos de câncer na população feminina. Representou também a causa mais comum de morte por câncer com 179.200 óbitos, ou seja, 13,25% do total.  Epidemiologia do Câncer de Mama Renato Torresan in Diagnóstico por imagem da Mama – Uma abordagem Integrada Dr. Hélio Camargo Jr. Chirlei A Ferreira
  • 10.  O rastreamento é a avaliação de indivíduos assintomáticas em um esforço para detectar uma condição séria em seu estádio precoce no qual a intervenção é benéfica.  O rastreamento da mama foi introduzida no Reino Unido em 1988 seguindo as recomendações do FORREST REPORT baseado em uma revisão disponível naquele tempo.  A qualidade garantia que o processo teria efeitos benéficos na evolução de futura no acompanhamento da mama. Mulheres foram convidadas a realizar mamografia a cada 3 anos entre as idade de 50 e 70 anos. Os filmes eram vistos por dois radiologistas e caso houvesse anormalidade a paciente era solicitada a realizar nova avaliação por imagem e/ou biópsia se necessário. Chirlei A Ferreira
  • 11.  Com base nos dados do aumento da incidência do câncer de mama se transformando em uma das principais causas de morte no país foi elaborado em 2004 um documento de consenso para a detecção precoce do câncer de mama no Brasil.  As decisões foram tomadas de acordo com as evidências científicas obtidas de programas adotados pelos países que desenvolvem políticas públicas, adaptadas à realidade da infra-estrutura brasileira.  A diretriz preconiza a realização do exame clínico das mamas anualmente a partir dos 40 anos e rastreamento mamográfico bienal dos 50 aos 69 anos. Nas mulheres de alto risco, preconiza-se exame clínico e mamografia anuais a partir dos 35 anos. Chirlei A Ferreira
  • 12.  Temos constatado que o grande desafio atual decorre da falta de acesso aos poucos Centros especializados, que por sua vez nem sempre estão capacitados para diagnóstico e tratamento rápido.  Além de escassos e mal distribuídos, os Centros de Referência atuam com recursos humanos e infra-estrutura subutilizados.  A falta de um programa nacional regionalizado e hierarquizado para detecção precoce dificulta o gerenciamento das ações e a capacitação médica, sendo freqüente a migração de pacientes provenientes de áreas com atendimento deficiente (outros estados e interior), sobrecarregando e onerando os mais centros ágeis e de fácil acesso, como ocorre na capital de São Paulo.  A maior concentração de recursos materiais e humanos no município e a grande população de migrantes que lá residem, contribuem para que a metrópole tenha maior número de óbitos decorrentes de câncer de mama. Chirlei A Ferreira
  • 13. Sexo feminino  Idade  Menarca precoce  Menopausa tardia  Nuliparidade  Primeira gravidez com idade acima de 25 anos  Reposição hormonal na pós-menopausa por mais de 5 anos e em mulheres acima de 60 anos  Hiperplasia epitelial atípica  Antecedentes pessoais de câncer de endométrio, ovário e carcinoma “in situ” na mama  Irradiação ionizante  Ingestão de álcool  Antecedentes familiares de câncer de mama  Dieta rica em gordura animal  Obesidade  Exposição a organoclorados Chirlei A Ferreira
  • 14.  A maioria dos cânceres ocorrem sem qualquer predisposição genética.  Aproximadamente 5% dos cânceres aparecem ocorrer devido a uma anormalidade autossômica dominante com penetração incompleta.  Dois genes dos quais predispõe ao câncer foram identificados em meados de 1990 e ambos são genes grandes com funções relacionadas ao reparo do DNA e várias mutações resultando em malignidade.  BRCA-1 Heredograma da  Localiza no cromossoma 17, confere o risco do câncer de mama de família com aproximadamente 75% e ao aumento do risco de câncer de ovário, próstata e BRCA-1, todos cólon. O câncer inicia tipicamente em idade precoce. têm a chance inerente de 50%  BRCA-2 de mutação.  Localiza no cromossoma 13 resulta no risco de desenvolvimento do câncer de mama em 60%, com a doença iniciando em fase precoce. Chirlei A Ferreira
  • 15.  A avaliação tríplice combinando o exame clínico, radiológico e patológico da lesão mamária deveria ser usada em todas as pacientes com suspeita de lesões e pode ser relevante naquelas com outros sintomas.  A avaliação da imagem consiste na mamografia (pacientes com idade de 35 anos ou mais) e ultrassonografia sempre recomendada para todas as anormalidades palpáveis e radiológicas (em qualquer idade).  A avaliação histológica comumente envolve a punção com agulha fina (PAAF) e a core-biopsy, essa combinação de técnicas aumentam a segurança na determinação das causas das anormalidades clínicas e imaginológicas detectadas. Chirlei A Ferreira
  • 16.  Auto-exame  Exame clínico  Mamografia  Ultrassonografia  Ressonância magnética  Avaliação patológica  Punção por agulha fina  Biópsia percutânea com agulha grossa (core- biopsy) Chirlei A Ferreira
  • 17. As mamas são inspecionados com a paciente sentada e com os braços elevados para a analise de retrações no As axilas são examinadas com a paciente músculo peitoral. As mamas são sentada e seus braços amparados. A fossa palpadas de uma forma sistemática supra-clavicular é melhor examinada por usando as pontas dos dedos com a trás. paciente em decúbito e os braços sob a cabeça. Chirlei A Ferreira
  • 18. •A mamografia requer compressão da mama entre duas placas, realizada em duas posições: oblíqua e crânio-caudal de cada mama. •A dose de radiação é menor que 1,5 mGy. •A mamografia permite a detecção de massas, áreas de distorção de parênquima e microcalcificações. •Todas as pacientes com câncer de mama indiferente da idade devem submeter a mamografia previamente a cirurgia cujo objetivo é avaliar a extensão da doença. •A tecnologia digital oferece oportunidade de manipulações de imagens, manter em arquivo e transmiti-las. Chirlei A Ferreira
  • 19. CATEGORIA AVALIAÇÃO CONDUTA 0 INCOMPLETA Outras incidências de mamografia ou ultra-sonografia são necessárias 1 NEGATIVO – NADA Rastreamento normal ENCONTRADO 2 ACHADOS BENIGNOS Rastreamento normal 3 PROVAVELMENTE BENIGNOS Seguimento 06 meses (às vezes indica-se biopsia) 4 ANOMALIAS SUSPEITAS Biópsia deve ser avaliada A – MENOR SUSPEITA B – MÉDIA SUSPEITA C – MAIOR SUSPEITA 5 ALTA SUSPEITA DE Necessita esclarecimento definitivo MALIGNIDADE 6 JÁ EXISTE DIAGNÓSTICO DE CÂNCER Chirlei A Ferreira
  • 20. •Na ultrassonografia, as ondas de alta freqüência passam através da mama e as reflexões são detectadas e convertidas em imagem. •A ultrassonografia da mama é dependente da experiência do operador e da qualidade do equipamento, mas é seguro, indolor, e adequado a qualquer idade. •É recomendado em todas as pacientes com massas palpáveis ou anormalidades mamográficas. •Em caso de cânceres é útil para guia a core-biopsy e avaliar o tamanho, Imagem ultrassonográfica de multifocalidade, e presença de câncer de mama: lesão hipoecogênica, irregular, linfonodos metastáticos. com sombra posterior. Chirlei A Ferreira
  • 21. POTENCIAIS INDICAÇÕES PARA RESSONÂNCIA EM MAMAS  Rastreamento em jovens de alto risco,  Investigação de áreas suspeitas em mama submetida previamente a cirurgias,  Determinação do tamanho de lesão maligna conhecida,  Investigação de lesão mamária primária oculta com metástase axilar,  Avaliação da eficácia de terapia co-adjuvante,  Imagens em mamas com presença de implantes. MRI de mamas com aumento do gadolíneo mostrando uma pequena lesão no lado direito em mulher com câncer oculto e presença de nódulo metastático axilar. Chirlei A Ferreira
  • 22.  A citologia com aspiração com agulha fina (PAAF), utiliza-se agulha com calibre de 21-23 e seringa para obtenção de células da área que contêm a estrutura.  A técnica não consegue diferenciar entre o tumor invasivo e o “in situ”, necessitando de estudo histológico para definição diagnóstica. Citologia por PAAF com diagnóstico de carcinoma em mulher severamente comprometida com células malignas pleomórficas. Chirlei A Ferreira
  • 23. Para a realização da core-biopsy é utilizado um dispositivo específico que acopla agulha de calibre 14 sob anestesia local na área a ser analisada.  Introduz a agulha na região central e por um processo a vácuo é removido material para exame histológico que poderá distinguir entre um processo invasor ou localizado com maior eficiência, avaliando o tipo de tumor, grau, status hormonal.  O material é fixado e a punção é feita guiada através do ultra-som ou por processo radiológico. Chirlei A Ferreira
  • 24. MASSA PALPÁVEL Punção com Agulha Fina CISTO SÓLIDO Líquido Líquido Massa amarelado sanguinolento residual CITOLOGIA ou esverdado Negativa Suspeita ou Positiva Observação Citologia Biópsia Exérese com BIÓPSIA biópsia de congelação Negativa Positiva TRATAMENTO Chirlei A Ferreira
  • 25. DERRAME PAPILAR COM NÓDULO SEM NÓDULO Por um Por vários Algoritmo ducto ductos do nódulo Exérese da Exérese unidade do setor Chirlei A Ferreira
  • 26. MULHERES 50 – 69 ANOS EXAME CLÍNICO EXAME CLÍNICO MAMÁRIO (ECM) MAMÁRIO/MAMOGRAFIA(MMG) 44 % 44 % 6% 6% ECM NORMAL ECM ALTERADO ECM NORMAL ECM ALTERADO MAMOGRAFIA MAMOGRAFIA MAMOGRAFIA 3,8 % 1,0 % 1,2 % 1,0 % 1,2% BIRADS = BIRADS BIRADS = 3,8 % BIRADS BIRADS 1,2 =3 0,4,5 BIRADS = 1,2 =3 = 0,4,5 2,8 % 3,8 % 3,2 % BIRADS = BIRADS BIRADS 1,2 =3 = 0,4,5 Chirlei A Ferreira
  • 27. MULHERES 40 – 49 ANOS EXAME CLÍNICO MAMÁRIO (ECM) 90 % 10 % ECM NORMAL ECM ALTERADO MAMOGRAFIA 0,8 % 0,9 % 0,8 % BIRADS = 1,2 BIRADS = 3 BIRADS = 0,4,5 Chirlei A Ferreira
  • 28. MULHERES COM 35 ANOS OU MAIS COM RISCO ELEVADO DE CÂNCER DE MAMA ECM/MMG 86% 12 % ECM NORMAL ECM ALTERADO MAMOGRAFIA MAMOGRAFIA 7,6% 6,4% 5,6% 7,8% 1,8% 2,4% BIRADS = 1,2 BIRADS = 3 BIRADS = 0,4,5 BIRADS = 1,2 BIRADS = 3 BIRADS = 0,4,5 Chirlei A Ferreira
  • 29. EXAME MAMOGRAFIA ULTRA-SOM PAAF CORE-BIOPSY CLÍNICO ESPECIFICIDADE 86% 86% 90% 95% 85 – 98% PARA CÂNCER ESPECIFICIDADE 90% 90% 92% 95% 95% PARA DOENÇAS BENIGNAS VALOR 95% 95% 95% 99,8% 100% PREDITIVO PARA CÂNCER •Especificidade inclui avaliação para maligno e provavelmente maligno •Acurácia da mamografia varia com a idade •Acurácia da técnica da biópsia é melhorado com a imagem guiada Chirlei A Ferreira
  • 30. Muito obrigada!! Chirlei/2010 Chirlei A Ferreira