O documento aborda a necessidade de um modelo intersetorial e integrado na saúde pública, destacando os desafios da estrutura atual que fragmenta o cuidado. Propõe a corresponsabilidade e a cogestão entre diferentes setores, enfatizando a importância da articulação de saberes e experiências para melhorar a qualidade de vida. Além disso, discute a vigilância em saúde como um processo que deve contemplar fatores sociais, econômicos e culturais para atender às necessidades da população de forma equitativa.