O documento discute a importância do uso de mapas na vigilância em saúde, enfatizando a organização e a transmissão de informações sobre o território. Ele destaca as práticas de saúde voltadas para a promoção, prevenção, assistência e reabilitação, bem como a necessidade de abordagens intersetoriais no controle de determinantes e riscos à saúde. O papel do trabalhador de vigilância em saúde é ressaltado como essencial para a integração das ações e a melhoria das condições de vida da população.