Mapa – Territorialização
Papel do TVs
Prof. Fernando A Silva

CRS.Sudeste
Escola Municipal de Saúde Regional Sudeste
Mapa – Ferramenta de Trabalho
Função – Situar no espaço, casas, ruas, córregos, parques,
rios, estradas, áreas de risco, estradas etc.
Nos ajuda a tirar muitas informações e conclusões ao
comparar os dados de regiões.

Ajuda a planejar ações – eliminando a causa
Como Fazer?

Principalmente ter um olhar interessado.
Lembremos – o TVS trabalha em um território – sua área de atuação e
responsabilidade. Uma área tem limites definidos.
Necessidades para a compreensão do território com o apoio do mapa.
Localizar o maior número possível de informações sobre a área
Representar por pontos as informações como; casas, escolar, praças,
etc.
Definir os limites
Um mapa que só você entende não serve para nada.
Mapa: forma de organizar, apontar e transmitir informações
Deve conter:
Data:
Autor:
Localização do norte:
Escala:
Instituição a que pertence:
Nome da localidade:
Necessidade para trabalhar em Vigilância em Saúde.
Entender o Território – o que é muito importante para se trabalhar na
Vigilância em Saúde. Principalmente quando se quer integrar as práticas
em saúde e melhorar a vida das pessoas.
Assim, a capacidade do TVS pode ser a base para a realização do
processo de integração e redefinição das práticas de Vigilância em
Saúde, ao nível local.
Integralidade das ações voltadas à saúde da população
Promoção, Prevenção, Assistência,
Recuperação e Reabilitação
Redefinição das Práticas de Vigilância em Saúde
Para ser evitar a doença utiliza-se práticas em saúde.

Práticas em Saúde: ações e serviços voltados à prevenção de doenças e
recuperação da saúde.
Lembrete: Práticas em Saúde, são desenvolvidas ao longo da sociedade histórica e
são respostas sociais ao problemas e necessidades de saúde, voltadas ao controle
de determinantes, riscos e agravos.

O controle de determinantes implica ações intersetoriais de promoção da saúde e
a mobilização social em torno das melhorias das condições de vida.
O controle de riscos abarca ações de proteção específica contra fatores
ambientais e comportamentais, envolvendo ações de vigilância ambiental, sanitária
e epidemiológica.

O controle de danos corresponde às ações voltadas ao diagnóstico e ao tratamento
de doenças, bem como às ações de redução de danos e reabilitação.
Respostas Sociais
Necessidade de
Saúde

Problemas de
Saúde

Práticas de
Saúde
Ações individuais

Ações coletivas

Ações de Promoção, Prevenção, Assistência, Recuperação e Reabilitação
Modelo

Sujeito

Objeto

Meios de trabalho

Formas de
Organização

Médico Assistencial

Médico
Especialista
Enfermeiros

Doenças e Doente

Tecnologia médica –
indivíduo

Rede de serviços de
saúde

Sanitarista

Sanitaristas
Auxiliares

Modos de
transmissão
Fatores de risco

Tecnologia sanitária

Campanhas
sanitárias,
programas especiais,
sistemas de
vigilância
epidemiológica e
sanitária

Vigilância em Saúde

Equipes de Saúde

Danos, ricos,
determinantes

Tecnologia de
comunicação social,
planejamento e
programação local
situacional e
tecnologias médico
sanitarista

PPSaudáveis
Ações intersetorias
Ações de promoção,
prevenção e
recuperação
Planos sobre
problemas e grupos
populacionais
Vigilância em
Saúde
Dimensão Político
Gerencial

Reconhecimento dos
problemas de saúde e
criação de condições
sociais para intervenção
sobre os determinantes
Planejamento e
Programação das ações
Comunicação Social para
mobilização da população

Dimensão Técnico
Sanitária

Controle dos
determinantes – políticas
públicas transetoriais
Controle de riscos –
práticas de proteção,
vigilância epidemiológica,
sanitária e ambiental
Controle de danos –
práticas voltadas para
redução de danos –
vigilância epidemiológica,
sanitária e ambiental
Papel do TVS
Promoção
Educação
Sanitária
Grupos

Espaços

Mães
Jovens
Idosos

Clubes
Escolas
Associações

Prevenção
Comunicação

Radio
TV
Jornal
Panfletos
Teatros

Vig. Sanitária

Controle de
bens, serviços
e produtos.
Fiscalização,
inspeção e
educação

Vig.
Epidemiológica

Vig. Ambiental

Reconhecer
situações de
risco e
determinantes
do processo
saúde/doença

Identificar
riscos
ambientais,
controle de
vetores, água,
resíduos e
educação
Dúvidas?
Boas Festas
para todos!!!

Mapa - territorialização e Papel do TVS

  • 1.
    Mapa – Territorialização Papeldo TVs Prof. Fernando A Silva CRS.Sudeste Escola Municipal de Saúde Regional Sudeste
  • 2.
    Mapa – Ferramentade Trabalho Função – Situar no espaço, casas, ruas, córregos, parques, rios, estradas, áreas de risco, estradas etc. Nos ajuda a tirar muitas informações e conclusões ao comparar os dados de regiões. Ajuda a planejar ações – eliminando a causa
  • 3.
    Como Fazer? Principalmente terum olhar interessado. Lembremos – o TVS trabalha em um território – sua área de atuação e responsabilidade. Uma área tem limites definidos. Necessidades para a compreensão do território com o apoio do mapa. Localizar o maior número possível de informações sobre a área Representar por pontos as informações como; casas, escolar, praças, etc. Definir os limites
  • 4.
    Um mapa quesó você entende não serve para nada. Mapa: forma de organizar, apontar e transmitir informações Deve conter: Data: Autor: Localização do norte: Escala: Instituição a que pertence: Nome da localidade:
  • 5.
    Necessidade para trabalharem Vigilância em Saúde. Entender o Território – o que é muito importante para se trabalhar na Vigilância em Saúde. Principalmente quando se quer integrar as práticas em saúde e melhorar a vida das pessoas. Assim, a capacidade do TVS pode ser a base para a realização do processo de integração e redefinição das práticas de Vigilância em Saúde, ao nível local. Integralidade das ações voltadas à saúde da população Promoção, Prevenção, Assistência, Recuperação e Reabilitação Redefinição das Práticas de Vigilância em Saúde
  • 6.
    Para ser evitara doença utiliza-se práticas em saúde. Práticas em Saúde: ações e serviços voltados à prevenção de doenças e recuperação da saúde. Lembrete: Práticas em Saúde, são desenvolvidas ao longo da sociedade histórica e são respostas sociais ao problemas e necessidades de saúde, voltadas ao controle de determinantes, riscos e agravos. O controle de determinantes implica ações intersetoriais de promoção da saúde e a mobilização social em torno das melhorias das condições de vida. O controle de riscos abarca ações de proteção específica contra fatores ambientais e comportamentais, envolvendo ações de vigilância ambiental, sanitária e epidemiológica. O controle de danos corresponde às ações voltadas ao diagnóstico e ao tratamento de doenças, bem como às ações de redução de danos e reabilitação.
  • 7.
    Respostas Sociais Necessidade de Saúde Problemasde Saúde Práticas de Saúde Ações individuais Ações coletivas Ações de Promoção, Prevenção, Assistência, Recuperação e Reabilitação
  • 8.
    Modelo Sujeito Objeto Meios de trabalho Formasde Organização Médico Assistencial Médico Especialista Enfermeiros Doenças e Doente Tecnologia médica – indivíduo Rede de serviços de saúde Sanitarista Sanitaristas Auxiliares Modos de transmissão Fatores de risco Tecnologia sanitária Campanhas sanitárias, programas especiais, sistemas de vigilância epidemiológica e sanitária Vigilância em Saúde Equipes de Saúde Danos, ricos, determinantes Tecnologia de comunicação social, planejamento e programação local situacional e tecnologias médico sanitarista PPSaudáveis Ações intersetorias Ações de promoção, prevenção e recuperação Planos sobre problemas e grupos populacionais
  • 9.
    Vigilância em Saúde Dimensão Político Gerencial Reconhecimentodos problemas de saúde e criação de condições sociais para intervenção sobre os determinantes Planejamento e Programação das ações Comunicação Social para mobilização da população Dimensão Técnico Sanitária Controle dos determinantes – políticas públicas transetoriais Controle de riscos – práticas de proteção, vigilância epidemiológica, sanitária e ambiental Controle de danos – práticas voltadas para redução de danos – vigilância epidemiológica, sanitária e ambiental
  • 10.
    Papel do TVS Promoção Educação Sanitária Grupos Espaços Mães Jovens Idosos Clubes Escolas Associações Prevenção Comunicação Radio TV Jornal Panfletos Teatros Vig.Sanitária Controle de bens, serviços e produtos. Fiscalização, inspeção e educação Vig. Epidemiológica Vig. Ambiental Reconhecer situações de risco e determinantes do processo saúde/doença Identificar riscos ambientais, controle de vetores, água, resíduos e educação
  • 11.
  • 12.