SlideShare uma empresa Scribd logo
MINISTÉRIO PÚBLICO
PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA
CAMPO MOURÃO
Caracteriza-se por um conjunto de ações promoção
e proteção da saúde, prevenção de agravos,
diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção
da saúde, desenvolvida no individual e nos
coletivos, por meio de práticas gerenciais e
sanitárias democráticas e participativas.
No SUS, se constitui-se como um nível hierárquico
da atenção, que deve estar organizado em todos os
municípios do país.
Atenção Básica
Caracterizado pela:
 Atenção à doença
 Fragmentação (da clínica, do conhecimento,
das ações de saúde, etc)
 Descontinuidade da atenção
 Valorização da super-especialização
No Modelo Flexineriano - Biomédico
Possibilita a organização do Sistema
Municipal de Saúde para contemplar os
pontos essenciais de qualidade na
Atenção Básica mantendo o foco da
atenção nas famílias da comunidade
ABS organizada pela estratégia SAÚDE
DA FAMÍLIA
É uma estratégia de organização da ABS
Procura o fortalecimento da atenção por meio da
ampliação do acesso, a qualificação e
reorientação das práticas de saúde no modelo de
Promoção da Saúde
 Humanização, Acolhimento e Vínculo
 Integralidade
 Prevenção, promoção, tratamento, recuperação e
manutenção da saúde
 Território e comunidade adstrita
 Foco na Família
Cuidado ao longo do tempo
O que é Saúde da Família?
Princípios da estratégia Saúde da Família
 Territorialização
 Adstrição da clientela
 Família como foco de assistência
 Trabalho em equipe interdisciplinar
 Vínculos de co-responsabilidade entre
profissionais e famílias assistidas
 Integralidade, resolubilidade e
intersetorialidade das ações - Efetividade
 Estímulo à participação social
Bases normativas da estratégia de Saúde
da Família
A Saúde da Família constitui uma estratégia para a
organização e fortalecimento da Atenção Básica no
Brasil, objetivando:
 A Reorganização do Modelo de Atenção à Saúde
 A Reorientação das Práticas Profissionais
Unidades de Saúde da Família devem ser:
 A “porta de entrada” para um sistema hierarquizado
e regionalizado
Unidades de Saúde da Família devem ser responsáveis:
 Atender e resolver 80% das demandas de saúde da
população
 A equipe de Saúde da Família é responsável pela saúde
da população adstrita à sua unidade de saúde, de forma
permanente, resolutiva e humana
 Os profissionais de saúde devem estabelecer vínculos
de confiança e responsabilidade com os indivíduos,
famílias e comunidades por eles acompanhadas
 As ações de saúde devem ser orientadas para o cuidado
integral dos indivíduos inseridos em suas respectivas
famílias e comunidades
 O estímulo à participação da população é considerado
de grande importância na discussão dos problemas de
saúde da comunidade e na vigilância da qualidade dos
serviços de saúde
 A intersetorialidade à condição essencial à promoção
da saúde e da qualidade de vida da população
Bases normativas da estratégia de
Saúde da Família
PORTARIA 648/2008
É condição essencial que todos os
profissionais das equipes trabalhem 8
horas por dia - 40 horas semanais
Áreas Estratégicas – ABS
 Controle da tuberculose
 Eliminação da hanseníase
 Controle da hipertensão arterial
 Controle da diabetes mellitus
 Saúde da criança
 Saúde da mulher
 Saúde bucal
Bases da atuação das equipes de Saúde
da Família
I- Planejamento das Ações:
“...desenvolver habilidade de conhecer o território
estando atento também para descobrir os aspectos
positivos e o potencial da comunidade para resolver
os problemas de saúde.”
 Conhecer os fatores determinantes do processo
saúde-doença;
 Estabelecer prioridades e traçar estratégias de
enfrentamento para os problemas detectados;
 Conhecer o perfil epidemiológico da população;
 Garantir estoque de insumos necessários para o
funcionamento do trabalho.
Bases da atuação das equipes de Saúde
da Família
II- Saúde, Promoção e Vigilância à Saúde:
“...é fundamental entender a saúde como produção
social...e como um processo de responsabilidade
compartilhada das ações, incluindo a articulação entre
diferentes e a população.”
 Conhecer os fatores que determinam a qualidade de
vida da comunidade de seu território;
 Articular-se com outros setores e instituições locais e
movimentos sociais organizados,buscando integrar
ações que contribuam para melhorar a qualidade de
vida da comunidade;
 Estimular a participação da comunidade no
planejamento, execução e avaliação das ações de
saúde
Bases da atuação das equipes de Saúde
da Família
III- Trabalho Interdisciplinar em Equipe:
“...buscar a possibilidade de a prática de um profissional
se reconstruir na prática de outro, transformando
ambas...”
 Conhecer e analisar o trabalho de toda a equipe,
verificando as atribuições específicas de cada
profissional e identificando as ações comuns a todos
os componentes da equipe;
 Compartilhar conhecimentos e informações para o
bom desempenho do trabalho em equipe;
 Participar da formação e do treinamento do pessoal
auxiliar, voluntários e estagiários de cursos ou de
outros serviços preparando-os para identificar e atuar
nos principais problemas de saúde da população.
Bases da atuação das equipes de Saúde
da Família
IV- Abordagem Integral da Família:
“...ver as pessoas em seus contextos socioeconômico e
cultural, com ética, compromisso, respeito...conceber
o ser humano como sujeito social capaz de traçar
seus próprios projetos...”
 Compreender a família de forma integral e sistêmica,
como espaço de desenvolvimento individual e de
grupo, dinâmico e passível de crises;
 Identificar a relação da família com a comunidade;
 Identificar os processos de violência familiar, se
houver, e abordá-los de forma integral, organizada,
com a participação das diferentes disciplinas e
setores e de acordo com os preceitos legais e éticos
existentes.
O foco na família
 Fornece base para conhecer os usuários
dentro de seu ambiente e dos problemas de
saúde dos demais membros da família, podendo
esclarecer e os mecanismos de etiologia e
potencializar as respostas terapêuticas aos
problemas de saúde
Possibilita a ampliação dos diagnósticos de
saúde na comunidade e qualifica o
Planejamento Local, que buscará fornecer
mecanismos para o estabelecimento do
equilíbrio da saúde dos indivíduos, famílias e
comunidade
O foco na família
 Utiliza métodos da clínica, da epidemiologia,
das ciências sociais e da pesquisa e avaliação
dos serviços de saúde para: definir e
caracterizar a comunidade, identificar os
problemas de saúde da comunidade, modificar
programas para abordar estes problemas e
monitorar a efetividade das ações de saúde
Os profissionais da Saúde da Família
 São especialistas nos problemas mais comuns
e freqüentes na comunidade
 Praticam a Saúde Baseada em Evidências,
utilizando-se dos conhecimentos mais
atualizados das ciências
 Suas ações são geralmente e baixa densidade
tecnológica, porém são de alta complexidade da
prática em saúde, pois para além da assistência,
buscam atuar sobre os determinantes das
doenças, através das ações de prevenção e
promoção da saúde
Perspectivas de Impacto Sócio - Político
 Resolver 85% dos problemas de saúde da
comunidade
 Realizar vigilância à saúde
 Racionalizar acesso aos serviços de média e
alta complexidade/ continuidade da assistência
 Ampliar ações de promoção à saúde, incluindo
ações intersetoriais
 Identificar e fortalecer redes de proteção
social, governamentais e/ou não
1. Atenção centrada na
doença
2. Atua sobre a demanda
espontânea
3. Ênfase na medicina
curativa
4. Trata o indivíduo como
objeto da ação
A transformação do modelo
de para
1. Atenção centrada na saúde
2. Responde à demanda de
forma continuada e racional.
3. Ênfase na integralidade da
assistência
4. O indivíduo é sujeito,
integrado a família, ao
domicílio, à comunidade.
5. Baixa capacidade de
resolver problemas
6. Saber e poder centrado
no dentista
7. Desvinculado da
comunidade
8. Relação custo/benefício
desvantajosa
5. Otimização da capacidade
de resolver problemas
6. Saber e poder centrados
na equipe e comunidade
7. Vinculado à comunidade
8. Relação custo benefício
otimizada
A transformação do modelo
de para
• Não realiza consultas médicas domiciliares
indiscriminadas
• Não é a solução para todos os problemas de saúde da
comunidade. Sempre haverão pacientes com
necessidades de atenção em diferentes níveis de
complexidade do sistema
• Não realiza todas as atividades a nível domiciliar, há
processos e procedimentos que exigem o Equipamento de
Saúde
• Não é um sistema de resgate domiciliar para situações de
urgência e emergência
• Não impõe o tratamento para a negação de atendimento
por parte de alguns indivíduos. Busca alternativas para
superação do problemas entre todos os recursos da
comunidade
Esclarecendo Confusões Comuns - a SF:
1. Na Gestão :
 Falta de priorização no financiamento para
ABS
 Distorção do conceito de Integralidade -
aplicado à formulação de políticas de “ação
programática” e “campanhista”
 Pouco compromisso dos serviços/gestores
com a Resolubilidade – priorização das ações
curativas/emergenciais
Saúde da Família: Limites e Possibilidades
Desafios do SUS
 Fragmentação da Atenção à Saúde onde
persiste o equívoco de que “ABS faz apenas
promoção e prevenção”
 Rede constituída que necessita de
adequações estruturais
 Instrumentos gerenciais de Avaliação e
Monitoramento inadequados à nova prática
Saúde da Família: Limites e Possibilidades
QUESTÕES INFORMADAS AO MINISTÉRIO
PÚBLICO
 Médicos Ausentes.
 Médicos fazem apenas as consultas.
 Médicos não participam da reunião com a
equipe.
 Médicos não fazem acompanhamento dos
pacientes acamados.
 Médicos se sujeitam a trocar receitas, sem
acompanhar o paciente.
 Médicos solicitam exames e consultas
especializadas por solicitação do Usuário.
QUESTÕES INFORMADAS AO MINISTÉRIO
PÚBLICO
 Exagero de pedidos de exames
complementares.
 Médico triador _ Médico “AO…AO”.
 Encaminhamentos sem Justificativa médica e
história clínica.
 Enfermeiros só fazem relatórios, sem tempo
para atendimento, acompanhamento de
acamados, não realiza discussão de casos com
a equipe.
 Enfermeiros não priorizam os
encaminhamentos.
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
COMPETÊNCIA
 Fornecer os insumos necessários as equipes
do PSF.
 Disponibilizar estrutura física e equipamentos
adequados.
 Implementar os programas de Educação
continuada, treinamento em serviço,
Supervisão e Assessoramento.
 Compilar os dados de produção para o MS e
imformar as equipes as análises realizadas.
 Garantir o cumprimento do horário de trabalho.
SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE
COMPETÊNCIA
 Avaliar mensalmente os dados informados.
 Acompanhamento das metas pactuadas.
 Avaliar a qualidade da assistência prestada,
através dos indicadores preconizados pelo
Ministério da Saúde.
 Realizar discussão com as equipes municipais
sobre a metas/dados apresentados e
analisados.
 Informar aos órgãos de fiscalização/controle
dos resultados obtidos.
PROPOSTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO
• A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE JUNTO
COM AS EQUIPES DO PSF, DEVERÁ PROPOR
AS MUDANÇAS NECESSÁRIAS E O
CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO.
• REALIZAÇÃO DE TAC – TERMO DE AJUSTE DE
CONDUTA, COM OS GESTORES ESTADUAL E
MUNICIPAL DE SAÚDE.

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a SlidesdoPSF.ppt

Aula 14 - SAUDE COLETIVA - Programa Saúde da Família.pdf
Aula 14 - SAUDE COLETIVA -  Programa Saúde da Família.pdfAula 14 - SAUDE COLETIVA -  Programa Saúde da Família.pdf
Aula 14 - SAUDE COLETIVA - Programa Saúde da Família.pdf
Giza Carla Nitz
 
Atenção básica no município de Osório
Atenção básica no município de OsórioAtenção básica no município de Osório
Atenção básica no município de Osório
Educ&Saude
 
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdf
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdfAula_4_-modelos_de_atenção.pdf
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdf
ssuser51d27c1
 
Fisioterapia na Atenção Básica.pptx
Fisioterapia na Atenção Básica.pptxFisioterapia na Atenção Básica.pptx
Fisioterapia na Atenção Básica.pptx
KarolineRossi1
 
O cuidado em saúde mental
O cuidado em saúde mentalO cuidado em saúde mental
O cuidado em saúde mental
Iasmin Castro
 
Breve história da mfc, diagnóstico comunitário e planejamento do diagnóstico ...
Breve história da mfc, diagnóstico comunitário e planejamento do diagnóstico ...Breve história da mfc, diagnóstico comunitário e planejamento do diagnóstico ...
Breve história da mfc, diagnóstico comunitário e planejamento do diagnóstico ...
Ricardo Alexandre
 
A04v57n1
A04v57n1A04v57n1
A04v57n1
Elizete Caetano
 
aula 2 saude coletiva II_1691079403 (1).pptx
aula 2 saude coletiva II_1691079403 (1).pptxaula 2 saude coletiva II_1691079403 (1).pptx
aula 2 saude coletiva II_1691079403 (1).pptx
Francielttonsantos
 
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
Luis Dantas
 
AULA 2 SAÚDE PÚBLICA saude coletiva.pptx
AULA 2 SAÚDE PÚBLICA saude coletiva.pptxAULA 2 SAÚDE PÚBLICA saude coletiva.pptx
AULA 2 SAÚDE PÚBLICA saude coletiva.pptx
EnfaVivianeCampos
 
Sp4 hupe-psf
Sp4 hupe-psfSp4 hupe-psf
Sp4 hupe-psf
Ismael Costa
 
SAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptxSAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptx
ItauanaAlmeida1
 
SAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptxSAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptx
ItauanaAlmeida1
 
Aula 2 - Tópicos em saúde_PSF.pdf
Aula 2 - Tópicos em saúde_PSF.pdfAula 2 - Tópicos em saúde_PSF.pdf
Aula 2 - Tópicos em saúde_PSF.pdf
RodrigoMariano36
 
Conteúdo_teórico_MODULO_3_Bioética_e_Atribuições
Conteúdo_teórico_MODULO_3_Bioética_e_AtribuiçõesConteúdo_teórico_MODULO_3_Bioética_e_Atribuições
Conteúdo_teórico_MODULO_3_Bioética_e_Atribuições
aagapesantamarcelina
 
Apresentação do trabalho26
Apresentação do trabalho26Apresentação do trabalho26
Apresentação do trabalho26
Geovana26
 
Slides turma3
Slides turma3Slides turma3
Slides turma3
Marcos Nery
 
Humaniza sus prof. Carlos
Humaniza sus   prof. CarlosHumaniza sus   prof. Carlos
Humaniza sus prof. Carlos
Aprova Saúde
 
aula 6 - ESF.pptx
aula 6 -  ESF.pptxaula 6 -  ESF.pptx
aula 6 - ESF.pptx
JessicaAvelar3
 
Seminário da matéria de Organização dos estudos acadêmicos- Agente comunitári...
Seminário da matéria de Organização dos estudos acadêmicos- Agente comunitári...Seminário da matéria de Organização dos estudos acadêmicos- Agente comunitári...
Seminário da matéria de Organização dos estudos acadêmicos- Agente comunitári...
Universidade Federal de Uberlândia
 

Semelhante a SlidesdoPSF.ppt (20)

Aula 14 - SAUDE COLETIVA - Programa Saúde da Família.pdf
Aula 14 - SAUDE COLETIVA -  Programa Saúde da Família.pdfAula 14 - SAUDE COLETIVA -  Programa Saúde da Família.pdf
Aula 14 - SAUDE COLETIVA - Programa Saúde da Família.pdf
 
Atenção básica no município de Osório
Atenção básica no município de OsórioAtenção básica no município de Osório
Atenção básica no município de Osório
 
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdf
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdfAula_4_-modelos_de_atenção.pdf
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdf
 
Fisioterapia na Atenção Básica.pptx
Fisioterapia na Atenção Básica.pptxFisioterapia na Atenção Básica.pptx
Fisioterapia na Atenção Básica.pptx
 
O cuidado em saúde mental
O cuidado em saúde mentalO cuidado em saúde mental
O cuidado em saúde mental
 
Breve história da mfc, diagnóstico comunitário e planejamento do diagnóstico ...
Breve história da mfc, diagnóstico comunitário e planejamento do diagnóstico ...Breve história da mfc, diagnóstico comunitário e planejamento do diagnóstico ...
Breve história da mfc, diagnóstico comunitário e planejamento do diagnóstico ...
 
A04v57n1
A04v57n1A04v57n1
A04v57n1
 
aula 2 saude coletiva II_1691079403 (1).pptx
aula 2 saude coletiva II_1691079403 (1).pptxaula 2 saude coletiva II_1691079403 (1).pptx
aula 2 saude coletiva II_1691079403 (1).pptx
 
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
 
AULA 2 SAÚDE PÚBLICA saude coletiva.pptx
AULA 2 SAÚDE PÚBLICA saude coletiva.pptxAULA 2 SAÚDE PÚBLICA saude coletiva.pptx
AULA 2 SAÚDE PÚBLICA saude coletiva.pptx
 
Sp4 hupe-psf
Sp4 hupe-psfSp4 hupe-psf
Sp4 hupe-psf
 
SAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptxSAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptx
 
SAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptxSAÚDE COLETIVA.pptx
SAÚDE COLETIVA.pptx
 
Aula 2 - Tópicos em saúde_PSF.pdf
Aula 2 - Tópicos em saúde_PSF.pdfAula 2 - Tópicos em saúde_PSF.pdf
Aula 2 - Tópicos em saúde_PSF.pdf
 
Conteúdo_teórico_MODULO_3_Bioética_e_Atribuições
Conteúdo_teórico_MODULO_3_Bioética_e_AtribuiçõesConteúdo_teórico_MODULO_3_Bioética_e_Atribuições
Conteúdo_teórico_MODULO_3_Bioética_e_Atribuições
 
Apresentação do trabalho26
Apresentação do trabalho26Apresentação do trabalho26
Apresentação do trabalho26
 
Slides turma3
Slides turma3Slides turma3
Slides turma3
 
Humaniza sus prof. Carlos
Humaniza sus   prof. CarlosHumaniza sus   prof. Carlos
Humaniza sus prof. Carlos
 
aula 6 - ESF.pptx
aula 6 -  ESF.pptxaula 6 -  ESF.pptx
aula 6 - ESF.pptx
 
Seminário da matéria de Organização dos estudos acadêmicos- Agente comunitári...
Seminário da matéria de Organização dos estudos acadêmicos- Agente comunitári...Seminário da matéria de Organização dos estudos acadêmicos- Agente comunitári...
Seminário da matéria de Organização dos estudos acadêmicos- Agente comunitári...
 

Mais de RAFAEL COSTA

Trabalho coletivo_20240419_193522_0000.pptx
Trabalho coletivo_20240419_193522_0000.pptxTrabalho coletivo_20240419_193522_0000.pptx
Trabalho coletivo_20240419_193522_0000.pptx
RAFAEL COSTA
 
ATITUDE SUTENTAVEL DE ADOLESCENBTES .pptx
ATITUDE SUTENTAVEL DE ADOLESCENBTES .pptxATITUDE SUTENTAVEL DE ADOLESCENBTES .pptx
ATITUDE SUTENTAVEL DE ADOLESCENBTES .pptx
RAFAEL COSTA
 
EDUCAÇÃO SEXUAL ALUNOS SENAC REALIZARAM O TRABALHO
EDUCAÇÃO SEXUAL ALUNOS SENAC REALIZARAM O TRABALHOEDUCAÇÃO SEXUAL ALUNOS SENAC REALIZARAM O TRABALHO
EDUCAÇÃO SEXUAL ALUNOS SENAC REALIZARAM O TRABALHO
RAFAEL COSTA
 
DEPARTAMENTALIZAÇÃO BIG LAR KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
DEPARTAMENTALIZAÇÃO BIG LAR KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKDEPARTAMENTALIZAÇÃO BIG LAR KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
DEPARTAMENTALIZAÇÃO BIG LAR KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
RAFAEL COSTA
 
DIREITO DOCONSUMIDORPARA JOVENS AORENDIZES
DIREITO DOCONSUMIDORPARA JOVENS AORENDIZESDIREITO DOCONSUMIDORPARA JOVENS AORENDIZES
DIREITO DOCONSUMIDORPARA JOVENS AORENDIZES
RAFAEL COSTA
 
Apresentação de Negócios Plano de Negócios Geométrico Corporativo Preto Laran...
Apresentação de Negócios Plano de Negócios Geométrico Corporativo Preto Laran...Apresentação de Negócios Plano de Negócios Geométrico Corporativo Preto Laran...
Apresentação de Negócios Plano de Negócios Geométrico Corporativo Preto Laran...
RAFAEL COSTA
 
ESTRATÉGIA DE SAUDE INVEST - RAFAEL COSTA.pptx
ESTRATÉGIA DE SAUDE INVEST - RAFAEL COSTA.pptxESTRATÉGIA DE SAUDE INVEST - RAFAEL COSTA.pptx
ESTRATÉGIA DE SAUDE INVEST - RAFAEL COSTA.pptx
RAFAEL COSTA
 
Apresentação IFMT.pptx
Apresentação IFMT.pptxApresentação IFMT.pptx
Apresentação IFMT.pptx
RAFAEL COSTA
 
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO AULA 1.pptx
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO AULA 1.pptxASSISTENTE ADMINISTRATIVO AULA 1.pptx
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO AULA 1.pptx
RAFAEL COSTA
 
AulaDeTga.ppt
AulaDeTga.pptAulaDeTga.ppt
AulaDeTga.ppt
RAFAEL COSTA
 
Luana.pptx
Luana.pptxLuana.pptx
Luana.pptx
RAFAEL COSTA
 
CURRICULO JOAS.pdf
CURRICULO JOAS.pdfCURRICULO JOAS.pdf
CURRICULO JOAS.pdf
RAFAEL COSTA
 
resultado-preliminar.pdf
resultado-preliminar.pdfresultado-preliminar.pdf
resultado-preliminar.pdf
RAFAEL COSTA
 
enaparcial.pdf
enaparcial.pdfenaparcial.pdf
enaparcial.pdf
RAFAEL COSTA
 
Apresentação PPT Padrão.ppt
Apresentação PPT Padrão.pptApresentação PPT Padrão.ppt
Apresentação PPT Padrão.ppt
RAFAEL COSTA
 
Abertura de Curso - SENAC.pptx
Abertura de Curso - SENAC.pptxAbertura de Curso - SENAC.pptx
Abertura de Curso - SENAC.pptx
RAFAEL COSTA
 
Espaço físico-1.pptx
Espaço físico-1.pptxEspaço físico-1.pptx
Espaço físico-1.pptx
RAFAEL COSTA
 
APRESENTAÇÃO S DE SALADA - FINAL.pptx
APRESENTAÇÃO S DE SALADA - FINAL.pptxAPRESENTAÇÃO S DE SALADA - FINAL.pptx
APRESENTAÇÃO S DE SALADA - FINAL.pptx
RAFAEL COSTA
 
Convivência Familiar8.pptx
Convivência Familiar8.pptxConvivência Familiar8.pptx
Convivência Familiar8.pptx
RAFAEL COSTA
 
Ayron.pptx
Ayron.pptxAyron.pptx
Ayron.pptx
RAFAEL COSTA
 

Mais de RAFAEL COSTA (20)

Trabalho coletivo_20240419_193522_0000.pptx
Trabalho coletivo_20240419_193522_0000.pptxTrabalho coletivo_20240419_193522_0000.pptx
Trabalho coletivo_20240419_193522_0000.pptx
 
ATITUDE SUTENTAVEL DE ADOLESCENBTES .pptx
ATITUDE SUTENTAVEL DE ADOLESCENBTES .pptxATITUDE SUTENTAVEL DE ADOLESCENBTES .pptx
ATITUDE SUTENTAVEL DE ADOLESCENBTES .pptx
 
EDUCAÇÃO SEXUAL ALUNOS SENAC REALIZARAM O TRABALHO
EDUCAÇÃO SEXUAL ALUNOS SENAC REALIZARAM O TRABALHOEDUCAÇÃO SEXUAL ALUNOS SENAC REALIZARAM O TRABALHO
EDUCAÇÃO SEXUAL ALUNOS SENAC REALIZARAM O TRABALHO
 
DEPARTAMENTALIZAÇÃO BIG LAR KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
DEPARTAMENTALIZAÇÃO BIG LAR KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKDEPARTAMENTALIZAÇÃO BIG LAR KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
DEPARTAMENTALIZAÇÃO BIG LAR KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
 
DIREITO DOCONSUMIDORPARA JOVENS AORENDIZES
DIREITO DOCONSUMIDORPARA JOVENS AORENDIZESDIREITO DOCONSUMIDORPARA JOVENS AORENDIZES
DIREITO DOCONSUMIDORPARA JOVENS AORENDIZES
 
Apresentação de Negócios Plano de Negócios Geométrico Corporativo Preto Laran...
Apresentação de Negócios Plano de Negócios Geométrico Corporativo Preto Laran...Apresentação de Negócios Plano de Negócios Geométrico Corporativo Preto Laran...
Apresentação de Negócios Plano de Negócios Geométrico Corporativo Preto Laran...
 
ESTRATÉGIA DE SAUDE INVEST - RAFAEL COSTA.pptx
ESTRATÉGIA DE SAUDE INVEST - RAFAEL COSTA.pptxESTRATÉGIA DE SAUDE INVEST - RAFAEL COSTA.pptx
ESTRATÉGIA DE SAUDE INVEST - RAFAEL COSTA.pptx
 
Apresentação IFMT.pptx
Apresentação IFMT.pptxApresentação IFMT.pptx
Apresentação IFMT.pptx
 
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO AULA 1.pptx
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO AULA 1.pptxASSISTENTE ADMINISTRATIVO AULA 1.pptx
ASSISTENTE ADMINISTRATIVO AULA 1.pptx
 
AulaDeTga.ppt
AulaDeTga.pptAulaDeTga.ppt
AulaDeTga.ppt
 
Luana.pptx
Luana.pptxLuana.pptx
Luana.pptx
 
CURRICULO JOAS.pdf
CURRICULO JOAS.pdfCURRICULO JOAS.pdf
CURRICULO JOAS.pdf
 
resultado-preliminar.pdf
resultado-preliminar.pdfresultado-preliminar.pdf
resultado-preliminar.pdf
 
enaparcial.pdf
enaparcial.pdfenaparcial.pdf
enaparcial.pdf
 
Apresentação PPT Padrão.ppt
Apresentação PPT Padrão.pptApresentação PPT Padrão.ppt
Apresentação PPT Padrão.ppt
 
Abertura de Curso - SENAC.pptx
Abertura de Curso - SENAC.pptxAbertura de Curso - SENAC.pptx
Abertura de Curso - SENAC.pptx
 
Espaço físico-1.pptx
Espaço físico-1.pptxEspaço físico-1.pptx
Espaço físico-1.pptx
 
APRESENTAÇÃO S DE SALADA - FINAL.pptx
APRESENTAÇÃO S DE SALADA - FINAL.pptxAPRESENTAÇÃO S DE SALADA - FINAL.pptx
APRESENTAÇÃO S DE SALADA - FINAL.pptx
 
Convivência Familiar8.pptx
Convivência Familiar8.pptxConvivência Familiar8.pptx
Convivência Familiar8.pptx
 
Ayron.pptx
Ayron.pptxAyron.pptx
Ayron.pptx
 

Último

Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
CarolineSaback2
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
edusegtrab
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
CamilaSouza544051
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
 

SlidesdoPSF.ppt

  • 1. MINISTÉRIO PÚBLICO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA CAMPO MOURÃO
  • 2. Caracteriza-se por um conjunto de ações promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde, desenvolvida no individual e nos coletivos, por meio de práticas gerenciais e sanitárias democráticas e participativas. No SUS, se constitui-se como um nível hierárquico da atenção, que deve estar organizado em todos os municípios do país. Atenção Básica
  • 3. Caracterizado pela:  Atenção à doença  Fragmentação (da clínica, do conhecimento, das ações de saúde, etc)  Descontinuidade da atenção  Valorização da super-especialização No Modelo Flexineriano - Biomédico
  • 4. Possibilita a organização do Sistema Municipal de Saúde para contemplar os pontos essenciais de qualidade na Atenção Básica mantendo o foco da atenção nas famílias da comunidade ABS organizada pela estratégia SAÚDE DA FAMÍLIA
  • 5. É uma estratégia de organização da ABS Procura o fortalecimento da atenção por meio da ampliação do acesso, a qualificação e reorientação das práticas de saúde no modelo de Promoção da Saúde  Humanização, Acolhimento e Vínculo  Integralidade  Prevenção, promoção, tratamento, recuperação e manutenção da saúde  Território e comunidade adstrita  Foco na Família Cuidado ao longo do tempo O que é Saúde da Família?
  • 6. Princípios da estratégia Saúde da Família  Territorialização  Adstrição da clientela  Família como foco de assistência  Trabalho em equipe interdisciplinar  Vínculos de co-responsabilidade entre profissionais e famílias assistidas  Integralidade, resolubilidade e intersetorialidade das ações - Efetividade  Estímulo à participação social
  • 7. Bases normativas da estratégia de Saúde da Família A Saúde da Família constitui uma estratégia para a organização e fortalecimento da Atenção Básica no Brasil, objetivando:  A Reorganização do Modelo de Atenção à Saúde  A Reorientação das Práticas Profissionais Unidades de Saúde da Família devem ser:  A “porta de entrada” para um sistema hierarquizado e regionalizado Unidades de Saúde da Família devem ser responsáveis:  Atender e resolver 80% das demandas de saúde da população
  • 8.  A equipe de Saúde da Família é responsável pela saúde da população adstrita à sua unidade de saúde, de forma permanente, resolutiva e humana  Os profissionais de saúde devem estabelecer vínculos de confiança e responsabilidade com os indivíduos, famílias e comunidades por eles acompanhadas  As ações de saúde devem ser orientadas para o cuidado integral dos indivíduos inseridos em suas respectivas famílias e comunidades  O estímulo à participação da população é considerado de grande importância na discussão dos problemas de saúde da comunidade e na vigilância da qualidade dos serviços de saúde  A intersetorialidade à condição essencial à promoção da saúde e da qualidade de vida da população Bases normativas da estratégia de Saúde da Família
  • 9. PORTARIA 648/2008 É condição essencial que todos os profissionais das equipes trabalhem 8 horas por dia - 40 horas semanais
  • 10. Áreas Estratégicas – ABS  Controle da tuberculose  Eliminação da hanseníase  Controle da hipertensão arterial  Controle da diabetes mellitus  Saúde da criança  Saúde da mulher  Saúde bucal
  • 11. Bases da atuação das equipes de Saúde da Família I- Planejamento das Ações: “...desenvolver habilidade de conhecer o território estando atento também para descobrir os aspectos positivos e o potencial da comunidade para resolver os problemas de saúde.”  Conhecer os fatores determinantes do processo saúde-doença;  Estabelecer prioridades e traçar estratégias de enfrentamento para os problemas detectados;  Conhecer o perfil epidemiológico da população;  Garantir estoque de insumos necessários para o funcionamento do trabalho.
  • 12. Bases da atuação das equipes de Saúde da Família II- Saúde, Promoção e Vigilância à Saúde: “...é fundamental entender a saúde como produção social...e como um processo de responsabilidade compartilhada das ações, incluindo a articulação entre diferentes e a população.”  Conhecer os fatores que determinam a qualidade de vida da comunidade de seu território;  Articular-se com outros setores e instituições locais e movimentos sociais organizados,buscando integrar ações que contribuam para melhorar a qualidade de vida da comunidade;  Estimular a participação da comunidade no planejamento, execução e avaliação das ações de saúde
  • 13. Bases da atuação das equipes de Saúde da Família III- Trabalho Interdisciplinar em Equipe: “...buscar a possibilidade de a prática de um profissional se reconstruir na prática de outro, transformando ambas...”  Conhecer e analisar o trabalho de toda a equipe, verificando as atribuições específicas de cada profissional e identificando as ações comuns a todos os componentes da equipe;  Compartilhar conhecimentos e informações para o bom desempenho do trabalho em equipe;  Participar da formação e do treinamento do pessoal auxiliar, voluntários e estagiários de cursos ou de outros serviços preparando-os para identificar e atuar nos principais problemas de saúde da população.
  • 14. Bases da atuação das equipes de Saúde da Família IV- Abordagem Integral da Família: “...ver as pessoas em seus contextos socioeconômico e cultural, com ética, compromisso, respeito...conceber o ser humano como sujeito social capaz de traçar seus próprios projetos...”  Compreender a família de forma integral e sistêmica, como espaço de desenvolvimento individual e de grupo, dinâmico e passível de crises;  Identificar a relação da família com a comunidade;  Identificar os processos de violência familiar, se houver, e abordá-los de forma integral, organizada, com a participação das diferentes disciplinas e setores e de acordo com os preceitos legais e éticos existentes.
  • 15. O foco na família  Fornece base para conhecer os usuários dentro de seu ambiente e dos problemas de saúde dos demais membros da família, podendo esclarecer e os mecanismos de etiologia e potencializar as respostas terapêuticas aos problemas de saúde Possibilita a ampliação dos diagnósticos de saúde na comunidade e qualifica o Planejamento Local, que buscará fornecer mecanismos para o estabelecimento do equilíbrio da saúde dos indivíduos, famílias e comunidade
  • 16. O foco na família  Utiliza métodos da clínica, da epidemiologia, das ciências sociais e da pesquisa e avaliação dos serviços de saúde para: definir e caracterizar a comunidade, identificar os problemas de saúde da comunidade, modificar programas para abordar estes problemas e monitorar a efetividade das ações de saúde
  • 17. Os profissionais da Saúde da Família  São especialistas nos problemas mais comuns e freqüentes na comunidade  Praticam a Saúde Baseada em Evidências, utilizando-se dos conhecimentos mais atualizados das ciências  Suas ações são geralmente e baixa densidade tecnológica, porém são de alta complexidade da prática em saúde, pois para além da assistência, buscam atuar sobre os determinantes das doenças, através das ações de prevenção e promoção da saúde
  • 18. Perspectivas de Impacto Sócio - Político  Resolver 85% dos problemas de saúde da comunidade  Realizar vigilância à saúde  Racionalizar acesso aos serviços de média e alta complexidade/ continuidade da assistência  Ampliar ações de promoção à saúde, incluindo ações intersetoriais  Identificar e fortalecer redes de proteção social, governamentais e/ou não
  • 19. 1. Atenção centrada na doença 2. Atua sobre a demanda espontânea 3. Ênfase na medicina curativa 4. Trata o indivíduo como objeto da ação A transformação do modelo de para 1. Atenção centrada na saúde 2. Responde à demanda de forma continuada e racional. 3. Ênfase na integralidade da assistência 4. O indivíduo é sujeito, integrado a família, ao domicílio, à comunidade.
  • 20. 5. Baixa capacidade de resolver problemas 6. Saber e poder centrado no dentista 7. Desvinculado da comunidade 8. Relação custo/benefício desvantajosa 5. Otimização da capacidade de resolver problemas 6. Saber e poder centrados na equipe e comunidade 7. Vinculado à comunidade 8. Relação custo benefício otimizada A transformação do modelo de para
  • 21. • Não realiza consultas médicas domiciliares indiscriminadas • Não é a solução para todos os problemas de saúde da comunidade. Sempre haverão pacientes com necessidades de atenção em diferentes níveis de complexidade do sistema • Não realiza todas as atividades a nível domiciliar, há processos e procedimentos que exigem o Equipamento de Saúde • Não é um sistema de resgate domiciliar para situações de urgência e emergência • Não impõe o tratamento para a negação de atendimento por parte de alguns indivíduos. Busca alternativas para superação do problemas entre todos os recursos da comunidade Esclarecendo Confusões Comuns - a SF:
  • 22. 1. Na Gestão :  Falta de priorização no financiamento para ABS  Distorção do conceito de Integralidade - aplicado à formulação de políticas de “ação programática” e “campanhista”  Pouco compromisso dos serviços/gestores com a Resolubilidade – priorização das ações curativas/emergenciais Saúde da Família: Limites e Possibilidades Desafios do SUS
  • 23.  Fragmentação da Atenção à Saúde onde persiste o equívoco de que “ABS faz apenas promoção e prevenção”  Rede constituída que necessita de adequações estruturais  Instrumentos gerenciais de Avaliação e Monitoramento inadequados à nova prática Saúde da Família: Limites e Possibilidades
  • 24. QUESTÕES INFORMADAS AO MINISTÉRIO PÚBLICO  Médicos Ausentes.  Médicos fazem apenas as consultas.  Médicos não participam da reunião com a equipe.  Médicos não fazem acompanhamento dos pacientes acamados.  Médicos se sujeitam a trocar receitas, sem acompanhar o paciente.  Médicos solicitam exames e consultas especializadas por solicitação do Usuário.
  • 25. QUESTÕES INFORMADAS AO MINISTÉRIO PÚBLICO  Exagero de pedidos de exames complementares.  Médico triador _ Médico “AO…AO”.  Encaminhamentos sem Justificativa médica e história clínica.  Enfermeiros só fazem relatórios, sem tempo para atendimento, acompanhamento de acamados, não realiza discussão de casos com a equipe.  Enfermeiros não priorizam os encaminhamentos.
  • 26. SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE COMPETÊNCIA  Fornecer os insumos necessários as equipes do PSF.  Disponibilizar estrutura física e equipamentos adequados.  Implementar os programas de Educação continuada, treinamento em serviço, Supervisão e Assessoramento.  Compilar os dados de produção para o MS e imformar as equipes as análises realizadas.  Garantir o cumprimento do horário de trabalho.
  • 27. SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE COMPETÊNCIA  Avaliar mensalmente os dados informados.  Acompanhamento das metas pactuadas.  Avaliar a qualidade da assistência prestada, através dos indicadores preconizados pelo Ministério da Saúde.  Realizar discussão com as equipes municipais sobre a metas/dados apresentados e analisados.  Informar aos órgãos de fiscalização/controle dos resultados obtidos.
  • 28. PROPOSTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO • A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE JUNTO COM AS EQUIPES DO PSF, DEVERÁ PROPOR AS MUDANÇAS NECESSÁRIAS E O CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO. • REALIZAÇÃO DE TAC – TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA, COM OS GESTORES ESTADUAL E MUNICIPAL DE SAÚDE.