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A ATENÇÃO BÁSICA COMO 
ORGANIZADORA DO CUIDADO 
EM SAÚDE MENTAL – 
INSTRUMENTOS NORTEADORES 
PARA A PRÁTICA PSICOSSOCIAL 
Marcelo Pedra Martins Machado 
São Paulo 
Novembro de 2014
Concepção de Ser Humano 
1. Como Indivíduo 
Um, uno, indiviso em si mesmo, separado. Alguém que não nada a ver 
com os outros. O outro está num pólo oposto, um simples apêndice. O 
indivíduo é concebido como responsável pelo sucesso/fracasso. 
2. Como parte de um Todo 
Uma peça de uma máquina, o Todo. Concepção totalitária e coletivista 
do mundo. Uma peça, uma coisa. 
3. Como Relação 
Alguém que é um, mas que não pode ser completo sem os outros. 
Pessoa é relação.Nós somos o resultado de milhões de pessoas.
A Subjetividade em Bergson 
 Bergson concebeu a subjetividade como intervalo 
de tempo entre um pedido (percepção) e a resposta 
(ação) a este pedido. 
 Toda escolha, toda hesitação, supõe tempo. 
Portanto, há um intervalo de tempo situado entre a 
demanda e a resposta. Esse intervalo será 
apresentado como subjetividade (Maciel, 2003). 
 A partir desta perspectiva de subjetividade 
discutiremos agora quais seriam as possíveis 
implicações desta concepção sobre os conceitos de 
integralidade, acolhimento e vínculo.
Subjetividade - Michel Foucault 
Na concepção de FOUCAULT, a subjetividade é uma 
expressão de nossas relações com as coisas, através 
da história, então o modo mais imediato que esta relação 
se expressa é o corpo, entendido não apenas como 
corpo orgânico, mas também pelo corpo construído 
pelas relações com as coisas que se encontra 
durante sua existência. 
Esta relação com o tempo nos remete ao que Foucault 
denominou de “Estética da Existência” .
Processos de Subjetivação - Deleuze 
Os processos de produção de subjetividade obedecem a 
formas de produção social que lhe são coextensivas, assistimos 
à passagem de um modo de produção de subjetividade 
disciplinar para outro, do controle. 
Na sociedade disciplinar, a produção de subjetividade estava 
submetida à lógica funcional de suas instituições fechadas, 
a moldes institucionais rígidos, fixos, com suas regras de tempo, 
espaço e comportamentos estritamente delimitados. As 
instituições fornecem ainda um lugar (a sala de aula, a oficina, o 
lar etc.) onde se opera a produção de subjetividade: “No decurso 
de uma vida, um indivíduo entra nessas diversas instituições (da 
escola à caserna e à fábrica) e delas saem de maneira linear, 
por elas formado. Cada instituição tem suas regras e lógicas de 
subjetivação (...)”.
Processos de Subjetivação - Deleuze 
Os processos de subjetivação e a produção de 
subjetividade perguntam, anteriormente, pelas 
condições de produção desse sujeito. 
Ou seja, estamos nos situando nos dispositivos e 
agenciamentos (Deleuze,2000) que possibilitaram o 
surgimento de determinados modos de subjetivação 
Foucault, Deleuze e Guattari perguntam pelos 
agenciamentos ou vetores de subjetivação, bem 
como que tipo de subjetividades estão sendo 
produzidas em função de tais agenciamentos
Assim os processos de subjetivação 
são sempre coletivos. 
 “... Os processos de subjetivação não tem nada a 
ver com a vida privada, mas designam a operação 
pela qual os indivíduos se constituem como 
sujeitos, à margem dos saberes constituídos e dos 
poderes estabelecidos que passam dar lugar a 
novos saberes e novos poderes.”
A Alteridade – Como podemos conceber 
o outro ou a relação com o outro? 
As práticas implicam em diferentes dimensões 
éticas: 
 Empatia 
 Alteridade
O comum entre as equipes e serviços 
TERRITÓRIO PROCESSO 
LONGITUDINALIDADE 
INTEGRALIDADE
Singularidades do Trabalho 
Territorializado 
 Alto grau de exposição à dinâmica social e às condições e 
modos de vida das pessoas nos territórios 
 Contato permanente com os usuários, famílias e grupos 
sociais 
 Possibilidade de intervir nos modos de produção de vida 
 Atenção complexa: demandas e necessidades diversas x 
articulação de variadas tecnologias de atenção individual e 
coletivo (resolutividade) 
 Base da atenção integral em rede (único componente 
sempre necessário)
Trabalho, o Trabalhador Publico 
e sua Efetividade 
 Valorização das diversas dimensões do 
trabalho e do trabalhador 
 Trabalha-se para outros (produção de 
valor de uso, mirando necessidades 
sociais); 
 Trabalha-se para si mesmo;
A prática e o trabalho em saúde 
Componentes da prática/atenção/cuidado: 
 O cuidado de si mesmo; 
 A capacidade de autocuidado dos 
coletivos (família, movimentos, 
organizações, regras, normas e leis de 
proteção à vida);
Ampliação do objeto (complexo) 
da clínica e da saúde coletiva 
 O objeto de trabalho em saúde indica a 
responsabilidade sanitária, o encargo; 
 Além da doença incorporar o conceito de 
problema de saúde (risco) e vulnerabilidade, 
sempre encarnados em sujeitos, indivíduo, 
família e coletivos;
O que há de SM na AB? 
 A Política Nacional de Atenção Básica tem na Saúde da Família sua 
estratégia prioritária para expansão e consolidação da atenção 
básica. 
 Cobertura Nacional da ESF: 52% 
 Lógica (Ética) de Redução de Danos como diretriz na PNAB (2011) 
 Equipes para populações específicas, em especial as Equipes de 
Consultório na Rua (123 eCR) 
 Presença de psicólogos em 85% das equipes NASF no Brasil, além 
das demais categorias ligadas a SM. 
 3430 NASF no Brasil (Nasf 1: 2130 / Nasf 2: 665 / Nasf 3 : 635 - 
1958 municípios)
Frequência dos profissionais no NASF I, II & III (2014) 
Profissional 
Percentual de NASF I 
e II com o 
Profissional na Equipe 
PSICOLOGO 85,7 
FISIOTERAPEUTA GERAL /LUDOMOTRICISTA CINESIOLOGO LUDOMOTRICISTA 85,3 
NUTRICIONISTA NUTRICIONISTA SAUDE PUBLICA 82,1 
ASSISTENTE SOCIAL 68,3 
AVALIADOR FISICO ORIENTADOR FISIOCORPORAL / PREPARADOR FISICO / TECNICO DE DESPORTO 
INDIVIDUAL E COLETIVO EXCETO FUTEBOL / PROFESSOR DE EDUCACAO FISICA NO ENSINO SUPERIOR / 
PROFESSOR DE EDUCACAO FISICA NO ENSINO MEDIO / PREPARADOR DE ATLETA /TREINADOR PROFISSIONAL 
DE FUTEBOL 
61,1 
FONOAUDIOLOGO 47,7 
FARMACEUTICO BOTICARIO FARMACEUTICO COSMETOLOGO FARMACEU 41,9 
MEDICO PEDIATRA 23,1 
TERAPEUTA OCUPACIONAL 22,6 
MEDICO GINECOLOGISTA E OBSTETRA 20,5 
MEDICO PSIQUIATRA 7,7 
PSICOLOGO DO TRANSITO PSICOLOGO SOCIAL 1,6 
MEDICO HOMEOPATA 1 
MEDICO CLINICO 0,4 
MEDICO ACUPUNTURISTA 0,3 
MEDICO VETERINARIO MEDICO VETERINARIO DE SAUDE PUBLICA ME 0,2 
MEDICO GERIATRA 0,1
O que há de SM na AB? 
 Os sofrimentos psíquicos mais frequentes na AB são: 
depressão, ansiedade, somatizações e abuso ou 
dependência de álcool. No caso das psicoses, a 
Atenção Básica colabora com os serviços 
especializados para o reconhecimento precoce e 
acompanhamento dos casos. 
 A formação generalista dos médicos e enfermeiros da 
AB facilita a integração entre o discurso da SM e o da 
AB na produção do cuidado integral. 
 A ESF opera um modo ativo de intervenção em saúde, 
não esperando a demanda chegar para intervir, mas 
agindo sobre ela preventivamente, o que representa um 
instrumento de reorganização da demanda
Informações Preliminares 
PREVALÊNCIA : 
- HAS: 23% na população geral. 
- DM: 6,4%, na população geral. 
- Transtorno Mental Comum/Leve: 22,7 - 38% na população 
geral. 
- Transtorno Mental Severo: 9-12% na população geral. 
Dados MS / OMS (2011)
NASF 
• Dispositivo privilegiado para discussão da 
Saúde Mental na AB; 
• Equipes compostas por profissionais de diferentes 
áreas de conhecimento, que devem atuar de 
maneira integrada e apoiando os profissionais 
das ESF, compartilhando as práticas e saberes 
em saúde nos territórios, atuando diretamente no 
apoio matricial às equipes da(s) unidade(s) na(s) 
qual(is) o NASF está vinculado.
Apoio Matricial 
Dimensão pedagógica na 
gestão do trabalho; 
Se dá sobretudo em ato, nos 
“encontros”; 
Pede porosidade, capacidade de 
afetar e ser afetado; 
Prática técnica e relacional; 
Pode ampliar a potência de pensar, de 
inventar, de (inter)agir, de cuidar.
Algumas Práticas Específicas 
do Matriciamento 
 Discussão de casos clínicos; 
 Atendimento conjunto; 
 Capacitação sobre temas relevantes para as equipes 
(demanda explícita ou percebida/pactuada); 
 Construção de protocolos com as equipes; 
 Suporte na implantação/incorporação de novas 
práticas (ex: grupos terapêuticos e 
educativos, técnicas de escuta); 
 Suporte na construção de projetos terapêuticos 
singulares; 
 Suporte no manejo de questões do território.
Efeitos do NASF 
• Integração da Rede de Atenção à Saúde e seus 
serviços (ex.: CAPS, CEREST, Ambulatórios 
Especializados, etc.), além de outras redes como SUAS, 
redes sociais e comunitárias. 
• Revisão da prática do encaminhamento / 
responsabilização compartilhada. 
• Contribui para a integralidade do cuidado principalmente 
por intermédio da ampliação da clínica. 
• Aumento da resolutividade / capacidade de cuidado 
das equipes de saúde diante de necessidades individuais e 
coletivas, clínicas e sanitárias; 
• Alteração do lugar e da dinâmica das especialidades.
Acolhimento 
“Compromisso ético, estético e político”. 
 Ética no que se refere ao compromisso com o 
reconhecimento do outro, na atitude de acolhê-lo em 
suas diferenças, dor , alegrias, modos de viver, 
sentir e estar na vida. 
 Estética porque traz para as relações e encontros do 
dia a dia a invenção de estratégias que contribuem 
para a dignificação da vida e do viver e, assim, com 
a construção de nossa própria humanidade. 
 Política porque implica o compromisso coletivo de 
envolver-se neste “estar com”, potencializando 
protagonismos e vida nos diferentes encontros.
Qual o sentido destas reflexões para as 
práticas de produção de saúde? 
 Os processos de produção de saúde dizem 
respeito, necessariamente, a um trabalho 
coletivo e cooperativo, entre sujeitos, e se 
fazem numa rede de relações que exigem 
interação e diálogo permanentes. 
 Cuidar dessa rede de relações, 
responsabilizando-se pela produção de 
relações. 
 Afirmando, assim, a indissociabilidade entre a 
produção de saúde e a produção de 
subjetividades.
O Apoio como recurso para ampliar 
a clínica e saúde coletiva 
 Co-construir capacidade de análise/ compreensão sobre 
si mesmo (saúde e doença) e sobre relações com o 
mundo da vida. 
 Ampliar capacidade de intervenção sobre si 
mesmo e sobre organizações e contexto.
A organização produz, induz o quê? 
 Estrutura serviços de saúde organizados 
segundo lógica das profissões e 
especialidade; 
 Fragmentação da gestão e da atenção à saúde;
Autonomia como Horizonte 
 AUTONOMIA: capacidade da pessoa e coletividade 
lidar com suas dependências; 
 coeficientes e graus, nunca como conceito absoluto(E. 
Morin); 
 capacidade de compreender e de agir sobre si mesmo 
e sobe o contexto. 
 Tradução: autocuidado + poder + capacidade reflexiva 
+ capacidade estabelecer contratos com outros.
As Formações em Saúde 
A formação em 
saúde no Brasil não 
prepara os 
profissionais para o 
trabalho no SUS, de 
forma colaborativa 
(interdisciplinar) e 
territorializada. 
Foco em uma 
formação de caráter 
individualizado 
(clínico) e 
desconectado da 
lógica territorial e em 
rede.
Pontos para Discussão 
 O território é o locus e conceito fundamental para o 
trabalho na AB e SM; 
 A Clinica Protocolar instituída na Atenção Básica e 
a Clínica Artesanal que acontece na Saúde Mental; 
 50% das eSF realizam de modo insatisfatório o 
cuidado a hipertensão de diabetes (PMAQ-AB 
2012); 
 Tradição da AB em se dedicar aos Programas 
(hipertensão, diabetes, saúde da mulher, criança e 
bucal ...).
Programa de Melhoria do Acesso e 
Qualidade
AMAQ
A equipe de atenção básica identifica e acompanha os 
usuários de álcool e outras drogas na perspectiva da 
redução de danos. 
n % 
0 1130 7,6 
1 686 4,6 
2 1192 8,0 
3 1469 9,9 
4 1475 9,9 
5 2649 17,8 
6 1856 12,5 
7 1955 13,1 
8 1400 9,4 
9 569 3,8 
10 522 3,5 
Total 14903 100,0 
0 – 5 : 57,8 % 
6 – 10 : 42,2%
A equipe de atenção básica identifica e acompanha as 
pessoas com sofrimento psíquico de seu território. 
n % 
0 354 2,4 
1 180 1,2 
2 428 2,9 
3 720 4,8 
4 846 5,7 
5 1811 12,2 
6 1667 11,2 
7 2544 17,1 
8 2851 19,1 
9 1780 11,9 
10 1722 11,6 
Total 14903 100,0 
0 – 5 : 29,2 % 
6 – 10 : 70,8%
INSTRUMENTO DE 
AVALIAÇÃO EXTERNA 
PMAQ 
MÓDULO II
Qual a freqüência que a equipe recebe o apoio matricial? 
Abs. % 
Semanal 
4657 31,68 
Quinzenal 
946 6,44 
Mensal 
1950 13,27 
Trimestral 
112 0,76 
Semestral 
44 0,30 
Sem periodicidade definida 
6990 47,55 
Total 14699 100,00
O protocolo de acolhimento à demanda espontânea 
considera: Problemas relacionados à saúde mental 
Abs. % 
Sim 110 1,72 
Não 6267 98,28 
Total 6377 100,00
A equipe teve preparação para o atendimento dos 
usuários com transtorno mental? 
Abs. % 
Sim 5428 32,8 
Não 11143 67,2 
Total 16571 100,0
A equipe de atenção básica possui registro do número 
dos casos mais graves de usuários com transtorno 
mental? 
Abs. % 
Sim 6740 40,7 
Não 9836 59,3 
Total 16576 100,0
A equipe de atenção básica possui registro dos usuários 
com necessidade decorrente do uso de crack, álcool e 
outras drogas? 
Abs. % 
Sim 3947 23,8 
Não 12668 76,2 
Total 16615 100,0
Integralidade (Mattos, 2001) 
A 
Integralidade 
do olhar do 
profissional 
de saúde. 
Evitar a 
fragmentação 
dos sujeitos 
A Integralidade 
dos serviços no 
território. 
A forma como os 
serviços de 
saúde são 
organizados. 
Clínica e 
epidemiologia 
deveriam andar 
de mãos dadas 
A Integralidade 
das Políticas 
Públicas. 
Respostas 
governamentais 
a determinados 
problemas de 
saúde ou ás 
necessidades de 
grupos 
específicos
O Deslocamento Necessário 
 Ao falar em SM na AB não se trata de 
acrescentar mais uma linha de cuidado ou 
“tarefa” a AB, mas sim incorporar na clínica da 
AB um olhar a questão da formação dos 
processos subjetivos que constituem os 
sujeitos, assumir a transversalidade na AB; 
 Necessidade de transpor para a clínica na AB 
um deslocamento do cuidado ao transtorno 
mental (diagnóstico) para o cuidado ao 
sofrimento psíquico;
O Deslocamento Necessário 
 Mais do que representar uma maior clareza dos diagnósticos é 
propor uma clínica guiada por intensidades. 
 Abertura para reconhecer e valorizar os pequenos movimentos 
no processo de cuidado (Pequenas Vertigens - Rolnik); 
 Fazer do cuidado espaço de produção de vida, em suas mais 
variadas formas. 
Produção 
do 
Cuidado 
Produção 
Produção 
de Vidas 
de 
Relações
 Se afirmamos em coro com Passos e 
Benevides (2004) que “o sentido da clínica 
não se reduz a um movimento de inclinação 
sobre o leito do doente [...], de um acolhimento 
de quem demanda tratamento [...], mas que se 
configura positivamente enquanto ato [...] 
como a produção de um desvio (clinamen)”, 
torna-se necessário, ao pensar a clínica e o 
cuidado em saúde hoje, compreender esse 
desvio como uma resistência ao biopoder. 
 Clinicar aqui é uma biopolítica, isto é, uma 
política da vida que resiste ao assujeitamento 
imposto pelo biopoder,
 O acesso a este plano da clínica se faz através 
de um “ethos” que Foucault (1987) designa de 
“experiência limite” uma atitude crítica em 
relação a nós mesmos, ou seja, àquilo que nos 
constituiu a partir do que pensamos, dizemos e 
fazemos. 
 Além disso, a crise é a ruptura das cadeias do 
hábito que força um processo de 
diferenciação de si e conseqüentemente de 
criação de novos territórios existenciais. 
Com isso, atiça-se novos processos de 
produção de subjetividade.
OBRIGADO !!! 
Contatos: 
e-mail: 
marcelo.pedra@saude.gov.br 
www.saude.gov.br/dab 
CGGAB/ DAB/ MS 
tel: (61) 3315 - 5900

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Seminário Saúde Mental na Atenção Básica: "Vínculos e Diálogos Necessários" - 04 e 05 de novembro de 2014

  • 1. A ATENÇÃO BÁSICA COMO ORGANIZADORA DO CUIDADO EM SAÚDE MENTAL – INSTRUMENTOS NORTEADORES PARA A PRÁTICA PSICOSSOCIAL Marcelo Pedra Martins Machado São Paulo Novembro de 2014
  • 2. Concepção de Ser Humano 1. Como Indivíduo Um, uno, indiviso em si mesmo, separado. Alguém que não nada a ver com os outros. O outro está num pólo oposto, um simples apêndice. O indivíduo é concebido como responsável pelo sucesso/fracasso. 2. Como parte de um Todo Uma peça de uma máquina, o Todo. Concepção totalitária e coletivista do mundo. Uma peça, uma coisa. 3. Como Relação Alguém que é um, mas que não pode ser completo sem os outros. Pessoa é relação.Nós somos o resultado de milhões de pessoas.
  • 3. A Subjetividade em Bergson  Bergson concebeu a subjetividade como intervalo de tempo entre um pedido (percepção) e a resposta (ação) a este pedido.  Toda escolha, toda hesitação, supõe tempo. Portanto, há um intervalo de tempo situado entre a demanda e a resposta. Esse intervalo será apresentado como subjetividade (Maciel, 2003).  A partir desta perspectiva de subjetividade discutiremos agora quais seriam as possíveis implicações desta concepção sobre os conceitos de integralidade, acolhimento e vínculo.
  • 4. Subjetividade - Michel Foucault Na concepção de FOUCAULT, a subjetividade é uma expressão de nossas relações com as coisas, através da história, então o modo mais imediato que esta relação se expressa é o corpo, entendido não apenas como corpo orgânico, mas também pelo corpo construído pelas relações com as coisas que se encontra durante sua existência. Esta relação com o tempo nos remete ao que Foucault denominou de “Estética da Existência” .
  • 5. Processos de Subjetivação - Deleuze Os processos de produção de subjetividade obedecem a formas de produção social que lhe são coextensivas, assistimos à passagem de um modo de produção de subjetividade disciplinar para outro, do controle. Na sociedade disciplinar, a produção de subjetividade estava submetida à lógica funcional de suas instituições fechadas, a moldes institucionais rígidos, fixos, com suas regras de tempo, espaço e comportamentos estritamente delimitados. As instituições fornecem ainda um lugar (a sala de aula, a oficina, o lar etc.) onde se opera a produção de subjetividade: “No decurso de uma vida, um indivíduo entra nessas diversas instituições (da escola à caserna e à fábrica) e delas saem de maneira linear, por elas formado. Cada instituição tem suas regras e lógicas de subjetivação (...)”.
  • 6. Processos de Subjetivação - Deleuze Os processos de subjetivação e a produção de subjetividade perguntam, anteriormente, pelas condições de produção desse sujeito. Ou seja, estamos nos situando nos dispositivos e agenciamentos (Deleuze,2000) que possibilitaram o surgimento de determinados modos de subjetivação Foucault, Deleuze e Guattari perguntam pelos agenciamentos ou vetores de subjetivação, bem como que tipo de subjetividades estão sendo produzidas em função de tais agenciamentos
  • 7. Assim os processos de subjetivação são sempre coletivos.  “... Os processos de subjetivação não tem nada a ver com a vida privada, mas designam a operação pela qual os indivíduos se constituem como sujeitos, à margem dos saberes constituídos e dos poderes estabelecidos que passam dar lugar a novos saberes e novos poderes.”
  • 8. A Alteridade – Como podemos conceber o outro ou a relação com o outro? As práticas implicam em diferentes dimensões éticas:  Empatia  Alteridade
  • 9. O comum entre as equipes e serviços TERRITÓRIO PROCESSO LONGITUDINALIDADE INTEGRALIDADE
  • 10. Singularidades do Trabalho Territorializado  Alto grau de exposição à dinâmica social e às condições e modos de vida das pessoas nos territórios  Contato permanente com os usuários, famílias e grupos sociais  Possibilidade de intervir nos modos de produção de vida  Atenção complexa: demandas e necessidades diversas x articulação de variadas tecnologias de atenção individual e coletivo (resolutividade)  Base da atenção integral em rede (único componente sempre necessário)
  • 11. Trabalho, o Trabalhador Publico e sua Efetividade  Valorização das diversas dimensões do trabalho e do trabalhador  Trabalha-se para outros (produção de valor de uso, mirando necessidades sociais);  Trabalha-se para si mesmo;
  • 12. A prática e o trabalho em saúde Componentes da prática/atenção/cuidado:  O cuidado de si mesmo;  A capacidade de autocuidado dos coletivos (família, movimentos, organizações, regras, normas e leis de proteção à vida);
  • 13. Ampliação do objeto (complexo) da clínica e da saúde coletiva  O objeto de trabalho em saúde indica a responsabilidade sanitária, o encargo;  Além da doença incorporar o conceito de problema de saúde (risco) e vulnerabilidade, sempre encarnados em sujeitos, indivíduo, família e coletivos;
  • 14. O que há de SM na AB?  A Política Nacional de Atenção Básica tem na Saúde da Família sua estratégia prioritária para expansão e consolidação da atenção básica.  Cobertura Nacional da ESF: 52%  Lógica (Ética) de Redução de Danos como diretriz na PNAB (2011)  Equipes para populações específicas, em especial as Equipes de Consultório na Rua (123 eCR)  Presença de psicólogos em 85% das equipes NASF no Brasil, além das demais categorias ligadas a SM.  3430 NASF no Brasil (Nasf 1: 2130 / Nasf 2: 665 / Nasf 3 : 635 - 1958 municípios)
  • 15. Frequência dos profissionais no NASF I, II & III (2014) Profissional Percentual de NASF I e II com o Profissional na Equipe PSICOLOGO 85,7 FISIOTERAPEUTA GERAL /LUDOMOTRICISTA CINESIOLOGO LUDOMOTRICISTA 85,3 NUTRICIONISTA NUTRICIONISTA SAUDE PUBLICA 82,1 ASSISTENTE SOCIAL 68,3 AVALIADOR FISICO ORIENTADOR FISIOCORPORAL / PREPARADOR FISICO / TECNICO DE DESPORTO INDIVIDUAL E COLETIVO EXCETO FUTEBOL / PROFESSOR DE EDUCACAO FISICA NO ENSINO SUPERIOR / PROFESSOR DE EDUCACAO FISICA NO ENSINO MEDIO / PREPARADOR DE ATLETA /TREINADOR PROFISSIONAL DE FUTEBOL 61,1 FONOAUDIOLOGO 47,7 FARMACEUTICO BOTICARIO FARMACEUTICO COSMETOLOGO FARMACEU 41,9 MEDICO PEDIATRA 23,1 TERAPEUTA OCUPACIONAL 22,6 MEDICO GINECOLOGISTA E OBSTETRA 20,5 MEDICO PSIQUIATRA 7,7 PSICOLOGO DO TRANSITO PSICOLOGO SOCIAL 1,6 MEDICO HOMEOPATA 1 MEDICO CLINICO 0,4 MEDICO ACUPUNTURISTA 0,3 MEDICO VETERINARIO MEDICO VETERINARIO DE SAUDE PUBLICA ME 0,2 MEDICO GERIATRA 0,1
  • 16. O que há de SM na AB?  Os sofrimentos psíquicos mais frequentes na AB são: depressão, ansiedade, somatizações e abuso ou dependência de álcool. No caso das psicoses, a Atenção Básica colabora com os serviços especializados para o reconhecimento precoce e acompanhamento dos casos.  A formação generalista dos médicos e enfermeiros da AB facilita a integração entre o discurso da SM e o da AB na produção do cuidado integral.  A ESF opera um modo ativo de intervenção em saúde, não esperando a demanda chegar para intervir, mas agindo sobre ela preventivamente, o que representa um instrumento de reorganização da demanda
  • 17. Informações Preliminares PREVALÊNCIA : - HAS: 23% na população geral. - DM: 6,4%, na população geral. - Transtorno Mental Comum/Leve: 22,7 - 38% na população geral. - Transtorno Mental Severo: 9-12% na população geral. Dados MS / OMS (2011)
  • 18. NASF • Dispositivo privilegiado para discussão da Saúde Mental na AB; • Equipes compostas por profissionais de diferentes áreas de conhecimento, que devem atuar de maneira integrada e apoiando os profissionais das ESF, compartilhando as práticas e saberes em saúde nos territórios, atuando diretamente no apoio matricial às equipes da(s) unidade(s) na(s) qual(is) o NASF está vinculado.
  • 19. Apoio Matricial Dimensão pedagógica na gestão do trabalho; Se dá sobretudo em ato, nos “encontros”; Pede porosidade, capacidade de afetar e ser afetado; Prática técnica e relacional; Pode ampliar a potência de pensar, de inventar, de (inter)agir, de cuidar.
  • 20. Algumas Práticas Específicas do Matriciamento  Discussão de casos clínicos;  Atendimento conjunto;  Capacitação sobre temas relevantes para as equipes (demanda explícita ou percebida/pactuada);  Construção de protocolos com as equipes;  Suporte na implantação/incorporação de novas práticas (ex: grupos terapêuticos e educativos, técnicas de escuta);  Suporte na construção de projetos terapêuticos singulares;  Suporte no manejo de questões do território.
  • 21. Efeitos do NASF • Integração da Rede de Atenção à Saúde e seus serviços (ex.: CAPS, CEREST, Ambulatórios Especializados, etc.), além de outras redes como SUAS, redes sociais e comunitárias. • Revisão da prática do encaminhamento / responsabilização compartilhada. • Contribui para a integralidade do cuidado principalmente por intermédio da ampliação da clínica. • Aumento da resolutividade / capacidade de cuidado das equipes de saúde diante de necessidades individuais e coletivas, clínicas e sanitárias; • Alteração do lugar e da dinâmica das especialidades.
  • 22. Acolhimento “Compromisso ético, estético e político”.  Ética no que se refere ao compromisso com o reconhecimento do outro, na atitude de acolhê-lo em suas diferenças, dor , alegrias, modos de viver, sentir e estar na vida.  Estética porque traz para as relações e encontros do dia a dia a invenção de estratégias que contribuem para a dignificação da vida e do viver e, assim, com a construção de nossa própria humanidade.  Política porque implica o compromisso coletivo de envolver-se neste “estar com”, potencializando protagonismos e vida nos diferentes encontros.
  • 23. Qual o sentido destas reflexões para as práticas de produção de saúde?  Os processos de produção de saúde dizem respeito, necessariamente, a um trabalho coletivo e cooperativo, entre sujeitos, e se fazem numa rede de relações que exigem interação e diálogo permanentes.  Cuidar dessa rede de relações, responsabilizando-se pela produção de relações.  Afirmando, assim, a indissociabilidade entre a produção de saúde e a produção de subjetividades.
  • 24. O Apoio como recurso para ampliar a clínica e saúde coletiva  Co-construir capacidade de análise/ compreensão sobre si mesmo (saúde e doença) e sobre relações com o mundo da vida.  Ampliar capacidade de intervenção sobre si mesmo e sobre organizações e contexto.
  • 25. A organização produz, induz o quê?  Estrutura serviços de saúde organizados segundo lógica das profissões e especialidade;  Fragmentação da gestão e da atenção à saúde;
  • 26. Autonomia como Horizonte  AUTONOMIA: capacidade da pessoa e coletividade lidar com suas dependências;  coeficientes e graus, nunca como conceito absoluto(E. Morin);  capacidade de compreender e de agir sobre si mesmo e sobe o contexto.  Tradução: autocuidado + poder + capacidade reflexiva + capacidade estabelecer contratos com outros.
  • 27. As Formações em Saúde A formação em saúde no Brasil não prepara os profissionais para o trabalho no SUS, de forma colaborativa (interdisciplinar) e territorializada. Foco em uma formação de caráter individualizado (clínico) e desconectado da lógica territorial e em rede.
  • 28. Pontos para Discussão  O território é o locus e conceito fundamental para o trabalho na AB e SM;  A Clinica Protocolar instituída na Atenção Básica e a Clínica Artesanal que acontece na Saúde Mental;  50% das eSF realizam de modo insatisfatório o cuidado a hipertensão de diabetes (PMAQ-AB 2012);  Tradição da AB em se dedicar aos Programas (hipertensão, diabetes, saúde da mulher, criança e bucal ...).
  • 29. Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade
  • 30. AMAQ
  • 31. A equipe de atenção básica identifica e acompanha os usuários de álcool e outras drogas na perspectiva da redução de danos. n % 0 1130 7,6 1 686 4,6 2 1192 8,0 3 1469 9,9 4 1475 9,9 5 2649 17,8 6 1856 12,5 7 1955 13,1 8 1400 9,4 9 569 3,8 10 522 3,5 Total 14903 100,0 0 – 5 : 57,8 % 6 – 10 : 42,2%
  • 32. A equipe de atenção básica identifica e acompanha as pessoas com sofrimento psíquico de seu território. n % 0 354 2,4 1 180 1,2 2 428 2,9 3 720 4,8 4 846 5,7 5 1811 12,2 6 1667 11,2 7 2544 17,1 8 2851 19,1 9 1780 11,9 10 1722 11,6 Total 14903 100,0 0 – 5 : 29,2 % 6 – 10 : 70,8%
  • 33. INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO EXTERNA PMAQ MÓDULO II
  • 34. Qual a freqüência que a equipe recebe o apoio matricial? Abs. % Semanal 4657 31,68 Quinzenal 946 6,44 Mensal 1950 13,27 Trimestral 112 0,76 Semestral 44 0,30 Sem periodicidade definida 6990 47,55 Total 14699 100,00
  • 35. O protocolo de acolhimento à demanda espontânea considera: Problemas relacionados à saúde mental Abs. % Sim 110 1,72 Não 6267 98,28 Total 6377 100,00
  • 36. A equipe teve preparação para o atendimento dos usuários com transtorno mental? Abs. % Sim 5428 32,8 Não 11143 67,2 Total 16571 100,0
  • 37. A equipe de atenção básica possui registro do número dos casos mais graves de usuários com transtorno mental? Abs. % Sim 6740 40,7 Não 9836 59,3 Total 16576 100,0
  • 38. A equipe de atenção básica possui registro dos usuários com necessidade decorrente do uso de crack, álcool e outras drogas? Abs. % Sim 3947 23,8 Não 12668 76,2 Total 16615 100,0
  • 39. Integralidade (Mattos, 2001) A Integralidade do olhar do profissional de saúde. Evitar a fragmentação dos sujeitos A Integralidade dos serviços no território. A forma como os serviços de saúde são organizados. Clínica e epidemiologia deveriam andar de mãos dadas A Integralidade das Políticas Públicas. Respostas governamentais a determinados problemas de saúde ou ás necessidades de grupos específicos
  • 40. O Deslocamento Necessário  Ao falar em SM na AB não se trata de acrescentar mais uma linha de cuidado ou “tarefa” a AB, mas sim incorporar na clínica da AB um olhar a questão da formação dos processos subjetivos que constituem os sujeitos, assumir a transversalidade na AB;  Necessidade de transpor para a clínica na AB um deslocamento do cuidado ao transtorno mental (diagnóstico) para o cuidado ao sofrimento psíquico;
  • 41. O Deslocamento Necessário  Mais do que representar uma maior clareza dos diagnósticos é propor uma clínica guiada por intensidades.  Abertura para reconhecer e valorizar os pequenos movimentos no processo de cuidado (Pequenas Vertigens - Rolnik);  Fazer do cuidado espaço de produção de vida, em suas mais variadas formas. Produção do Cuidado Produção Produção de Vidas de Relações
  • 42.  Se afirmamos em coro com Passos e Benevides (2004) que “o sentido da clínica não se reduz a um movimento de inclinação sobre o leito do doente [...], de um acolhimento de quem demanda tratamento [...], mas que se configura positivamente enquanto ato [...] como a produção de um desvio (clinamen)”, torna-se necessário, ao pensar a clínica e o cuidado em saúde hoje, compreender esse desvio como uma resistência ao biopoder.  Clinicar aqui é uma biopolítica, isto é, uma política da vida que resiste ao assujeitamento imposto pelo biopoder,
  • 43.  O acesso a este plano da clínica se faz através de um “ethos” que Foucault (1987) designa de “experiência limite” uma atitude crítica em relação a nós mesmos, ou seja, àquilo que nos constituiu a partir do que pensamos, dizemos e fazemos.  Além disso, a crise é a ruptura das cadeias do hábito que força um processo de diferenciação de si e conseqüentemente de criação de novos territórios existenciais. Com isso, atiça-se novos processos de produção de subjetividade.
  • 44. OBRIGADO !!! Contatos: e-mail: marcelo.pedra@saude.gov.br www.saude.gov.br/dab CGGAB/ DAB/ MS tel: (61) 3315 - 5900