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                         O papel dos estoques nas empresas

1. Introdução

             O estudo do papel dos estoques nas empresas é tão antigo quanto o estudo
da própria administração. Como elemento regulador, quer do fluxo de produção, no caso
do processo manufatureiro, quer do fluxo de vendas, no processo comercial, os
estoques sempre foram alvo da atenção dos gerentes.
           Visto como um recurso produtivo que no final da cadeia de suprimentos criará
valor para o consumidor final, os estoques assumem papel ainda mais importante. Hoje
todas as empresas procuram, de uma forma ou de outra, a obtenção de uma vantagem
competitiva em relação a seus concorrentes, e a oportunidade de atendê-los
prontamente, no momento e na quantidade desejada, é grandemente facilitada com a
administração eficaz dos estoques.
          A gestão do fluxo de materiais, serviços e informações, desde o fornecedor
inicial até o consumidor final, constitui a essência da logística.

        V(t)




                  E                                              v(t)




                            Figura 1 - Analogia dos estoques

2. Questões básicas sobre Estoques

2.1. Por que se precisa ter Estoques?

Razões das Necessidades

2.1.1 Melhorar o atendimento ao cliente

2.1.2 Reduzir custos como:
– Custos de realizar pedidos
– Custos de faltas de estoques
– Custos de Aquisição
– Prevenção contra especulações

2.1.3 Contribuir para a eficiente e eficaz operação do sistema de produção.
Gestão de Recursos Patrimoniais e Logísticos                                      pág. 2
2.1.4 Para Produtos Acabados
- Fundamental no posicionamento estratégico para quem produz para estoques
- Para mitigar problemas de capacidade
- Produtos podem ser expostos para os clientes

2.1.5. Para Materiais em Processos
- Têm que ser analisados com cuidado nos casos de produção orientada por processos
- Pode reduzir custos de produção e de movimentação de materiais

2.1.6. Para Matérias-primas
- Fornecedores podem produzir e despachar material sem lotes;

2.2 Razões para não se querer ter estoques

2.2.1 Aumento de algumas categorias de custos
– Custos de estocagem
– Custos de coordenação da produção
– Custo do dinheiro

2.3 Decisões sobre Estoques

Quanto pedir de cada material quando as requisições são ou para fornecedores ou para
departamentos da própria organização?

Quando colocar as requisições?

Resumo:




                           Figura 2 – Maior estoque – independência




                            Figura 3 – Menor estoque – dependência



3. Tipos de Estoques

       Os estoques funcionam como reguladores do fluxo de negócios. Como a
velocidade como que as mercadorias são recebidas – unidades recebidas por unidade de
tempo ou entradas – é usualmente diferente da velocidade com que são utilizadas –
unidades consumidas por unidade de tempo ou saídas – há a necessidade de um
                            Prof. Robson do Nascimento – http://www.robsonn.net
Gestão de Recursos Patrimoniais e Logísticos                                           pág. 3
estoque, funcionando como um amortecedor (buffer). A analogia da caixa d’água é muito
adequada.

       Quando a velocidade de entrada dos itens é maior que a saída, ou quando o
número de unidades recebidas é maior do que o número de unidades expedidas, o nível
de estoque aumenta. Se, ao contrário, mais itens saem, são demandados ou consumidos
do que entram, o estoque diminui. E se a quantidade que é recebida é igual à que é
despachada, o estoque mantém-se constante. Se considerarmos V (t) como sendo a
velocidade de entrada (unidades recebidas/unidade de tempo), v(t) como a velocidade de
saída (unidades expedidas/unidade de tempo) e E como sendo o estoque, teremos as
seguintes relações lógicas:

V(t) x t > v(t) x t ⇒ E aumenta

V(t) x t < v(t) x t ⇒ E diminui

V(t) x t = v(t) x t ⇒ E mantém-se inalterado

Conseguir a igualdade V(t) x t = v(t) x t ⇒ E é o grande desafio e objetivo da filosofia Just
in Time aplicada à gestão dos estoques, em que os estoques podem ser nulos.
A gestão do fluxo de chegada, V(t) x t é função de compras. Já a gestão do fluxo de
saída v(t) x t é função de vendas e de distribuição. A harmonização dos dois fluxos dentro
da fábrica é função do Planejamento e Controle da Produção (PCP).

Exemplo:
A empresa BJ consome o item 46123 a uma velocidade de 450 unidades por dia. O item é
comprado de terceiros e usado na montagem do produto final da empresa. Sabendo-se
que, em uma semana útil de 5 dias, a BJ recebeu dois lotes de 2500 unidades do item,
qual foi a variação do estoque do item 46123 nessa semana?

Solução:

Recebimentos: V(t) x t         2 x 2500 unidades = 5000 unidades/semana

Consumo: v(t) x t              5 dias/semana x 450 unidades/dia = 2250 unidades/semana

Como V(t) x t > v(t) x t, o estoque aumentou em 2.750 unidades na semana (5000 – 2250)

4. Classificação dos estoques

       Os recursos materiais, os estoques, podem ser classificados em demanda
dependente ou demanda independente. Os materiais, componentes, partes e peças da
demanda independente são os itens cuja demanda decorre, em sua maioria, dos pedidos
dos clientes externos, como por exemplo, os produtos acabados, que a empresa vende
diretamente a seus clientes externos e itens de manutenção, de uso interno e requisitados
por clientes internos, como material de escritório.
       Um item é dito de demanda dependente quando a quantidade a ser utilizada
depende da demanda de um item da demanda independente. Assim, um pneu em uma
montadora é um item de demanda dependente, pois a quantidade a ser utilizada
dependerá da previsão de automóveis a serem montados (5 unidades por automóvel).
Para um comerciante de pneus, no mercado de reposição, o mesmo pneu é um item de
demanda independente.


                            Prof. Robson do Nascimento – http://www.robsonn.net
Gestão de Recursos Patrimoniais e Logísticos                                      pág. 4
      Como os estoques constituem parcela considerável dos ativos da empresa, eles
recebem um tratamento contábil minucioso.

4.1. Estoques de matérias-primas

      São todos os itens utilizados nos processos de transformação em produtos
acabados. Todos os materiais armazenados que a empresa compra para usar no
processo produtivo fazem parte do estoque de matérias-primas, independentemente de
serem materiais diretos que se incorporam ao produto final, ou indiretos, que não se
incorporam ao produto final. Assim, matéria-prima pode ser um componente de alta
tecnologia, como por exemplo, um computador de bordo para aviões, ou mesmo um
pedaço de madeira a ser utilizado na embalagem de um produto ou graxa para o mancal
de uma certa máquina ou equipamento. Aqui incluem-se também os materiais auxiliares,
ou seja, itens utilizados pela empresa mas que pouco ou nada se relacionam com o
processo produtivo, como os materiais de escritório de limpeza.

4.2. Estoques de produtos em processo
       Correspondem a todos os itens que já entraram no processo produtivo, mas que
ainda não são produtos acabados. São os materiais que começaram a sofrer alterações,
sem, contudo, estar finalizados. Muitas pessoas usam a expressão “produtos que estão
no meio da fábrica”, para designa-los.

4.3. Estoques de produtos acabados

        São todos os itens que já estão prontos para ser entregues aos consumidores
finais. São os produtos finais da empresa. Os produtos acabados são bem conhecidos por
nós em nosso dia-a-dia. Os itens de revenda enquadram-se nessa categoria.
4.4. Estoques em trânsito

       Correspondem a todos os itens que já foram despachados de uma unidade fabril
para outra, normalmente da mesma empresa e que ainda não chegaram a seu destino
final.

4.5. Estoques em consignação

      São os materiais que continuam sendo de propriedade do fornecedor até que
sejam vendidos. Em caso contrário, são devolvidos sem ônus.




Referências


MARTINS, P.G. ; Alt, P.R.C. Administração de Materiais e recursos patrimoniais. São
Paulo: Ed. Saraiva, 2005.




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Logística Aula 4

  • 1. Centro Universitário Planalto do Distrito Federal - UNIPLAN O papel dos estoques nas empresas 1. Introdução O estudo do papel dos estoques nas empresas é tão antigo quanto o estudo da própria administração. Como elemento regulador, quer do fluxo de produção, no caso do processo manufatureiro, quer do fluxo de vendas, no processo comercial, os estoques sempre foram alvo da atenção dos gerentes. Visto como um recurso produtivo que no final da cadeia de suprimentos criará valor para o consumidor final, os estoques assumem papel ainda mais importante. Hoje todas as empresas procuram, de uma forma ou de outra, a obtenção de uma vantagem competitiva em relação a seus concorrentes, e a oportunidade de atendê-los prontamente, no momento e na quantidade desejada, é grandemente facilitada com a administração eficaz dos estoques. A gestão do fluxo de materiais, serviços e informações, desde o fornecedor inicial até o consumidor final, constitui a essência da logística. V(t) E v(t) Figura 1 - Analogia dos estoques 2. Questões básicas sobre Estoques 2.1. Por que se precisa ter Estoques? Razões das Necessidades 2.1.1 Melhorar o atendimento ao cliente 2.1.2 Reduzir custos como: – Custos de realizar pedidos – Custos de faltas de estoques – Custos de Aquisição – Prevenção contra especulações 2.1.3 Contribuir para a eficiente e eficaz operação do sistema de produção.
  • 2. Gestão de Recursos Patrimoniais e Logísticos pág. 2 2.1.4 Para Produtos Acabados - Fundamental no posicionamento estratégico para quem produz para estoques - Para mitigar problemas de capacidade - Produtos podem ser expostos para os clientes 2.1.5. Para Materiais em Processos - Têm que ser analisados com cuidado nos casos de produção orientada por processos - Pode reduzir custos de produção e de movimentação de materiais 2.1.6. Para Matérias-primas - Fornecedores podem produzir e despachar material sem lotes; 2.2 Razões para não se querer ter estoques 2.2.1 Aumento de algumas categorias de custos – Custos de estocagem – Custos de coordenação da produção – Custo do dinheiro 2.3 Decisões sobre Estoques Quanto pedir de cada material quando as requisições são ou para fornecedores ou para departamentos da própria organização? Quando colocar as requisições? Resumo: Figura 2 – Maior estoque – independência Figura 3 – Menor estoque – dependência 3. Tipos de Estoques Os estoques funcionam como reguladores do fluxo de negócios. Como a velocidade como que as mercadorias são recebidas – unidades recebidas por unidade de tempo ou entradas – é usualmente diferente da velocidade com que são utilizadas – unidades consumidas por unidade de tempo ou saídas – há a necessidade de um Prof. Robson do Nascimento – http://www.robsonn.net
  • 3. Gestão de Recursos Patrimoniais e Logísticos pág. 3 estoque, funcionando como um amortecedor (buffer). A analogia da caixa d’água é muito adequada. Quando a velocidade de entrada dos itens é maior que a saída, ou quando o número de unidades recebidas é maior do que o número de unidades expedidas, o nível de estoque aumenta. Se, ao contrário, mais itens saem, são demandados ou consumidos do que entram, o estoque diminui. E se a quantidade que é recebida é igual à que é despachada, o estoque mantém-se constante. Se considerarmos V (t) como sendo a velocidade de entrada (unidades recebidas/unidade de tempo), v(t) como a velocidade de saída (unidades expedidas/unidade de tempo) e E como sendo o estoque, teremos as seguintes relações lógicas: V(t) x t > v(t) x t ⇒ E aumenta V(t) x t < v(t) x t ⇒ E diminui V(t) x t = v(t) x t ⇒ E mantém-se inalterado Conseguir a igualdade V(t) x t = v(t) x t ⇒ E é o grande desafio e objetivo da filosofia Just in Time aplicada à gestão dos estoques, em que os estoques podem ser nulos. A gestão do fluxo de chegada, V(t) x t é função de compras. Já a gestão do fluxo de saída v(t) x t é função de vendas e de distribuição. A harmonização dos dois fluxos dentro da fábrica é função do Planejamento e Controle da Produção (PCP). Exemplo: A empresa BJ consome o item 46123 a uma velocidade de 450 unidades por dia. O item é comprado de terceiros e usado na montagem do produto final da empresa. Sabendo-se que, em uma semana útil de 5 dias, a BJ recebeu dois lotes de 2500 unidades do item, qual foi a variação do estoque do item 46123 nessa semana? Solução: Recebimentos: V(t) x t 2 x 2500 unidades = 5000 unidades/semana Consumo: v(t) x t 5 dias/semana x 450 unidades/dia = 2250 unidades/semana Como V(t) x t > v(t) x t, o estoque aumentou em 2.750 unidades na semana (5000 – 2250) 4. Classificação dos estoques Os recursos materiais, os estoques, podem ser classificados em demanda dependente ou demanda independente. Os materiais, componentes, partes e peças da demanda independente são os itens cuja demanda decorre, em sua maioria, dos pedidos dos clientes externos, como por exemplo, os produtos acabados, que a empresa vende diretamente a seus clientes externos e itens de manutenção, de uso interno e requisitados por clientes internos, como material de escritório. Um item é dito de demanda dependente quando a quantidade a ser utilizada depende da demanda de um item da demanda independente. Assim, um pneu em uma montadora é um item de demanda dependente, pois a quantidade a ser utilizada dependerá da previsão de automóveis a serem montados (5 unidades por automóvel). Para um comerciante de pneus, no mercado de reposição, o mesmo pneu é um item de demanda independente. Prof. Robson do Nascimento – http://www.robsonn.net
  • 4. Gestão de Recursos Patrimoniais e Logísticos pág. 4 Como os estoques constituem parcela considerável dos ativos da empresa, eles recebem um tratamento contábil minucioso. 4.1. Estoques de matérias-primas São todos os itens utilizados nos processos de transformação em produtos acabados. Todos os materiais armazenados que a empresa compra para usar no processo produtivo fazem parte do estoque de matérias-primas, independentemente de serem materiais diretos que se incorporam ao produto final, ou indiretos, que não se incorporam ao produto final. Assim, matéria-prima pode ser um componente de alta tecnologia, como por exemplo, um computador de bordo para aviões, ou mesmo um pedaço de madeira a ser utilizado na embalagem de um produto ou graxa para o mancal de uma certa máquina ou equipamento. Aqui incluem-se também os materiais auxiliares, ou seja, itens utilizados pela empresa mas que pouco ou nada se relacionam com o processo produtivo, como os materiais de escritório de limpeza. 4.2. Estoques de produtos em processo Correspondem a todos os itens que já entraram no processo produtivo, mas que ainda não são produtos acabados. São os materiais que começaram a sofrer alterações, sem, contudo, estar finalizados. Muitas pessoas usam a expressão “produtos que estão no meio da fábrica”, para designa-los. 4.3. Estoques de produtos acabados São todos os itens que já estão prontos para ser entregues aos consumidores finais. São os produtos finais da empresa. Os produtos acabados são bem conhecidos por nós em nosso dia-a-dia. Os itens de revenda enquadram-se nessa categoria. 4.4. Estoques em trânsito Correspondem a todos os itens que já foram despachados de uma unidade fabril para outra, normalmente da mesma empresa e que ainda não chegaram a seu destino final. 4.5. Estoques em consignação São os materiais que continuam sendo de propriedade do fornecedor até que sejam vendidos. Em caso contrário, são devolvidos sem ônus. Referências MARTINS, P.G. ; Alt, P.R.C. Administração de Materiais e recursos patrimoniais. São Paulo: Ed. Saraiva, 2005. Prof. Robson do Nascimento – http://www.robsonn.net