O documento discute teorias pedagógicas críticas e não-críticas. Teorias não-críticas veem a educação como instrumento de igualdade social, enquanto teorias críticas a veem como instrumento de discriminação social. Aborda teorias como pedagogia tradicional, escola nova, tecnicista, e crítico-reprodutivistas. Defende uma teoria crítica da educação que use a escola para combater a marginalização ao invés de reproduzi-la.