O documento aborda teorias crítico-reprodutivas da educação, destacando a marginalidade como um desvio que a escola busca corrigir, além de discutir a escola como instrumento de reprodução de desigualdades sociais. Salienta a visão de Bourdieu e Passeron sobre a violência simbólica no sistema educacional, e a perspectiva de Althusser sobre a escola como aparelho ideológico do estado. Também explora a teoria dualista da escola, refletindo sobre suas funções na divisão de classes na sociedade capitalista.