SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 17
BIOSSEGURANÇA E RESÍDUOS
DE SERVIÇOS DE SAÚDE.
PALESTRANTES: ENF. EZEQUIEL KLEBER CARPES MENEZES
ENF. FRANCIELLY MAIRA BORDON
BIOSSEGURANÇA
É o conjunto de ações voltadas
para a prevenção, minimização
ou eliminação de riscos
inerentes às atividades
ocupacionais, visando à saúde
do homem.
RISCOS OCUPACIONAIS
Risco de acidente:
acidentes no
ambiente de trabalho.
Risco ergonômico: elementos
físicos e organizacionais que
interferem no conforto da
atividade laboral e nas
características psicofisiológicas
do trabalhador.
Risco químico:
substâncias, compostos ou
produtos que podem
penetrar no organismo por
respiração, absorção ou
ingestão.
Risco biológico:
transmissão de
bactérias, fungos,
bacilos, parasitas,
protozoários, vírus.
Risco físico: formas de energia
como ruídos, temperatura,
vibrações, pressões anormais e
radiações.
PRECAUÇÕES PADRÃO
 As precauções padrão devem ser adotadas no cuidado a todo e qualquer paciente para
reduzir o risco de transmissão de micro-organismos para prevenir infecções cruzadas.
Elas são indicadas na presença de sangue, fluidos corporais, secreções e excreções e
em mucosas e pele não íntegras.
Higienização das mãos. Uso de equipamento de
proteção individual (EPI).
Cuidado no descarte de objetos
perfuro cortantes.
Cuidados com artigos como
roupas, equipamentos e
superfícies.
As medidas que compreendem
as precauções padrão são:
HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
EPI’S
 Óculos - proteção biológica e mecânica, devem ser lavados e desinfetados.
 Gorro – deve cobrir todo o cabelo e orelhas, protegendo principalmente dos
aerossóis.
 Luvas – devem ser obrigatoriamente utilizadas sempre que manipular saliva,
sangue, mucosa ou pele de todos os pacientes.
 Jaleco – evita o contato da pele e roupas pessoais com os microrganismos
do campo de trabalho. Uso restrito ao local de trabalho.
 Máscara – proteção das vias aéreas superiores, a mascar deve permitir a
respiração adequada.
ADORNOS
ADORNOS
RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
• Cerca de 40% das cidades do Brasil não destinam
corretamente o lixo hospitalar.
• De acordo com as regras sanitárias, o lixo
hospitalar deve passar por uma rigorosa coleta
seletiva, dividindo o lixo em classes.
• A coleta seletiva do lixo hospitalar deve ser feita
pelo próprio hospital, considerando alto grau de
risco diante a sua exposição. Devida à extrema
importância que a coleta seletiva exerce sobre o
lixo hospitalar, o governo criou o Sistema
Nacional de Informações sobre Gestão dos
Resíduos Sólidos.
GRUPO “A”: INFECTANTES
 Resíduos que apresentam risco à saúde pública
e ao meio ambiente devido à presença de
agentes biológicos (bactérias, fungos, vírus,
parasitas, outros organismos e toxinas)
 Ex.: Kits endovenosas e dializadores, bolsas
transfusionais de sangue ou
hemocomponentes, meios de cultura, vacina
vencida ou inutilizada, filtros de ar e gases,
tecidos, membranas, excreções, secreções,
líquidos orgânicos, ou outro que tenha tido
contato, materiais descartáveis que tenham
entrado em contato com paciente.
GRUPO “D” COMUNS
 São todos os resíduos que não oferecem qualquer tipo de perigo à
saúde ou ao meio ambiente, equivalem-se ao lixo doméstico ou os
Resíduo Sólido Urbanos.
 Ex.: Papeis, Restos de Alimentos e etc.
GRUPO “E” PERFUROCORTANTES
 Materiais perfurocortantes ou escarificantestais.
 Ex.: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro,
brocas, pontas diamantadas, lamina de bisturi... Etc.
 O HMSAD disponibiliza nos postos de enfermagem de cada Clínica e Pronto
Socorro, lixeiras com tampa para descarte de seringas sem agulhas e frascos
ampola.
Obrigada!

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Biossegurança e resíduos de serviços de saúde (1).pptx

CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptxCURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
DayanneNoronha4
 
Aula o processo infeccioso - cl ii
Aula   o processo infeccioso - cl iiAula   o processo infeccioso - cl ii
Aula o processo infeccioso - cl ii
Keila Rafaela
 
Resíduos do serviço de saúde
Resíduos do serviço de saúdeResíduos do serviço de saúde
Resíduos do serviço de saúde
Jamile Silveira
 
Doenças infecciosas e parasitarias relacionadas ao trabalho
Doenças infecciosas e parasitarias relacionadas ao trabalhoDoenças infecciosas e parasitarias relacionadas ao trabalho
Doenças infecciosas e parasitarias relacionadas ao trabalho
joselene beatriz
 
Biossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúdeBiossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúde
Wheverton Teixeira
 

Semelhante a Biossegurança e resíduos de serviços de saúde (1).pptx (20)

biossegurança.pdf
biossegurança.pdfbiossegurança.pdf
biossegurança.pdf
 
Manual biosseguranca
Manual biossegurancaManual biosseguranca
Manual biosseguranca
 
Aulsa sobre Vigilancias em saude Na dinamica do Sistema Unico de Saude SUS
Aulsa sobre Vigilancias em saude Na dinamica do Sistema Unico de Saude SUSAulsa sobre Vigilancias em saude Na dinamica do Sistema Unico de Saude SUS
Aulsa sobre Vigilancias em saude Na dinamica do Sistema Unico de Saude SUS
 
Vigilância Sanitária
Vigilância SanitáriaVigilância Sanitária
Vigilância Sanitária
 
Biossegurança - slides treinamento.ppt
Biossegurança - slides treinamento.pptBiossegurança - slides treinamento.ppt
Biossegurança - slides treinamento.ppt
 
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptxCURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
 
Aula 4 biossegurança ii
Aula 4   biossegurança iiAula 4   biossegurança ii
Aula 4 biossegurança ii
 
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptxCURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
CURSO_COLETA-CRF-Biossegurança.pptx
 
Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018
Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018
Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2018
 
BIOSSEGURANÇA AULA 01 (2).pptx
BIOSSEGURANÇA AULA 01 (2).pptxBIOSSEGURANÇA AULA 01 (2).pptx
BIOSSEGURANÇA AULA 01 (2).pptx
 
Aula o processo infeccioso - cl ii
Aula   o processo infeccioso - cl iiAula   o processo infeccioso - cl ii
Aula o processo infeccioso - cl ii
 
Norma regulamentadora 32
Norma regulamentadora 32Norma regulamentadora 32
Norma regulamentadora 32
 
Gerenciamento de resíduos biológicos
Gerenciamento de resíduos biológicosGerenciamento de resíduos biológicos
Gerenciamento de resíduos biológicos
 
Resíduos do serviço de saúde
Resíduos do serviço de saúdeResíduos do serviço de saúde
Resíduos do serviço de saúde
 
Angleza
AnglezaAngleza
Angleza
 
Biossegurança 1
Biossegurança 1Biossegurança 1
Biossegurança 1
 
Segurança do Trabalho nas Diferentes Áreas da Engenharia
Segurança do Trabalho nas Diferentes Áreas da EngenhariaSegurança do Trabalho nas Diferentes Áreas da Engenharia
Segurança do Trabalho nas Diferentes Áreas da Engenharia
 
Higiene alimentar
Higiene alimentarHigiene alimentar
Higiene alimentar
 
Doenças infecciosas e parasitarias relacionadas ao trabalho
Doenças infecciosas e parasitarias relacionadas ao trabalhoDoenças infecciosas e parasitarias relacionadas ao trabalho
Doenças infecciosas e parasitarias relacionadas ao trabalho
 
Biossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúdeBiossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúde
 

Mais de ssuser51d27c1

Trabalhando em Grupos na AB.pptx
Trabalhando em Grupos na AB.pptxTrabalhando em Grupos na AB.pptx
Trabalhando em Grupos na AB.pptx
ssuser51d27c1
 
slaid educação permanente.pptx
slaid educação permanente.pptxslaid educação permanente.pptx
slaid educação permanente.pptx
ssuser51d27c1
 
VIGIALNICIA EM SAUDE - HISTORIA.pptx
VIGIALNICIA EM SAUDE - HISTORIA.pptxVIGIALNICIA EM SAUDE - HISTORIA.pptx
VIGIALNICIA EM SAUDE - HISTORIA.pptx
ssuser51d27c1
 
atribuição da enfermagem.pptx
atribuição da enfermagem.pptxatribuição da enfermagem.pptx
atribuição da enfermagem.pptx
ssuser51d27c1
 

Mais de ssuser51d27c1 (20)

Trabalhando em Grupos na AB.pptx
Trabalhando em Grupos na AB.pptxTrabalhando em Grupos na AB.pptx
Trabalhando em Grupos na AB.pptx
 
SISTEMA CIRCULATÓRIO II novo.pptx
SISTEMA CIRCULATÓRIO II novo.pptxSISTEMA CIRCULATÓRIO II novo.pptx
SISTEMA CIRCULATÓRIO II novo.pptx
 
ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE.pptx
ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE.pptxATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE.pptx
ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE.pptx
 
AS TEORIAS PEDAGÓGICAS.ppt
AS TEORIAS PEDAGÓGICAS.pptAS TEORIAS PEDAGÓGICAS.ppt
AS TEORIAS PEDAGÓGICAS.ppt
 
educaçao em saude aula 01.pptx
educaçao em saude aula 01.pptxeducaçao em saude aula 01.pptx
educaçao em saude aula 01.pptx
 
slaid educação permanente.pptx
slaid educação permanente.pptxslaid educação permanente.pptx
slaid educação permanente.pptx
 
DOENÇA CORONARIANA.pptx
DOENÇA CORONARIANA.pptxDOENÇA CORONARIANA.pptx
DOENÇA CORONARIANA.pptx
 
AULA DIA 27.04.2021.pptx
AULA DIA 27.04.2021.pptxAULA DIA 27.04.2021.pptx
AULA DIA 27.04.2021.pptx
 
VIGIALNICIA EM SAUDE - HISTORIA.pptx
VIGIALNICIA EM SAUDE - HISTORIA.pptxVIGIALNICIA EM SAUDE - HISTORIA.pptx
VIGIALNICIA EM SAUDE - HISTORIA.pptx
 
atribuição da enfermagem.pptx
atribuição da enfermagem.pptxatribuição da enfermagem.pptx
atribuição da enfermagem.pptx
 
08 abdome.pptx
08 abdome.pptx08 abdome.pptx
08 abdome.pptx
 
DANT DCNT.pptx
DANT DCNT.pptxDANT DCNT.pptx
DANT DCNT.pptx
 
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdf
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdfAula_4_-modelos_de_atenção.pdf
Aula_4_-modelos_de_atenção.pdf
 
aula 02 politicas publicas.pptx
aula 02 politicas publicas.pptxaula 02 politicas publicas.pptx
aula 02 politicas publicas.pptx
 
impactos ambientais.pptx
 impactos ambientais.pptx impactos ambientais.pptx
impactos ambientais.pptx
 
DEGRADAÇÃO DO SOLO.pptx
DEGRADAÇÃO DO SOLO.pptxDEGRADAÇÃO DO SOLO.pptx
DEGRADAÇÃO DO SOLO.pptx
 
DHAA.pptx
DHAA.pptxDHAA.pptx
DHAA.pptx
 
TERRITORIALIZAÇÃO.pptx
TERRITORIALIZAÇÃO.pptxTERRITORIALIZAÇÃO.pptx
TERRITORIALIZAÇÃO.pptx
 
indicadores de saude.pptx
indicadores de saude.pptxindicadores de saude.pptx
indicadores de saude.pptx
 
CIDADES SAUDÁVEIS aula 05.pptx
CIDADES SAUDÁVEIS aula 05.pptxCIDADES SAUDÁVEIS aula 05.pptx
CIDADES SAUDÁVEIS aula 05.pptx
 

Biossegurança e resíduos de serviços de saúde (1).pptx

  • 1. BIOSSEGURANÇA E RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE. PALESTRANTES: ENF. EZEQUIEL KLEBER CARPES MENEZES ENF. FRANCIELLY MAIRA BORDON
  • 2. BIOSSEGURANÇA É o conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades ocupacionais, visando à saúde do homem.
  • 4. Risco de acidente: acidentes no ambiente de trabalho. Risco ergonômico: elementos físicos e organizacionais que interferem no conforto da atividade laboral e nas características psicofisiológicas do trabalhador. Risco químico: substâncias, compostos ou produtos que podem penetrar no organismo por respiração, absorção ou ingestão. Risco biológico: transmissão de bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus. Risco físico: formas de energia como ruídos, temperatura, vibrações, pressões anormais e radiações.
  • 5. PRECAUÇÕES PADRÃO  As precauções padrão devem ser adotadas no cuidado a todo e qualquer paciente para reduzir o risco de transmissão de micro-organismos para prevenir infecções cruzadas. Elas são indicadas na presença de sangue, fluidos corporais, secreções e excreções e em mucosas e pele não íntegras.
  • 6. Higienização das mãos. Uso de equipamento de proteção individual (EPI). Cuidado no descarte de objetos perfuro cortantes. Cuidados com artigos como roupas, equipamentos e superfícies. As medidas que compreendem as precauções padrão são:
  • 8. EPI’S  Óculos - proteção biológica e mecânica, devem ser lavados e desinfetados.  Gorro – deve cobrir todo o cabelo e orelhas, protegendo principalmente dos aerossóis.  Luvas – devem ser obrigatoriamente utilizadas sempre que manipular saliva, sangue, mucosa ou pele de todos os pacientes.  Jaleco – evita o contato da pele e roupas pessoais com os microrganismos do campo de trabalho. Uso restrito ao local de trabalho.  Máscara – proteção das vias aéreas superiores, a mascar deve permitir a respiração adequada.
  • 11. RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE • Cerca de 40% das cidades do Brasil não destinam corretamente o lixo hospitalar. • De acordo com as regras sanitárias, o lixo hospitalar deve passar por uma rigorosa coleta seletiva, dividindo o lixo em classes. • A coleta seletiva do lixo hospitalar deve ser feita pelo próprio hospital, considerando alto grau de risco diante a sua exposição. Devida à extrema importância que a coleta seletiva exerce sobre o lixo hospitalar, o governo criou o Sistema Nacional de Informações sobre Gestão dos Resíduos Sólidos.
  • 12.
  • 13. GRUPO “A”: INFECTANTES  Resíduos que apresentam risco à saúde pública e ao meio ambiente devido à presença de agentes biológicos (bactérias, fungos, vírus, parasitas, outros organismos e toxinas)  Ex.: Kits endovenosas e dializadores, bolsas transfusionais de sangue ou hemocomponentes, meios de cultura, vacina vencida ou inutilizada, filtros de ar e gases, tecidos, membranas, excreções, secreções, líquidos orgânicos, ou outro que tenha tido contato, materiais descartáveis que tenham entrado em contato com paciente.
  • 14. GRUPO “D” COMUNS  São todos os resíduos que não oferecem qualquer tipo de perigo à saúde ou ao meio ambiente, equivalem-se ao lixo doméstico ou os Resíduo Sólido Urbanos.  Ex.: Papeis, Restos de Alimentos e etc.
  • 15. GRUPO “E” PERFUROCORTANTES  Materiais perfurocortantes ou escarificantestais.  Ex.: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, pontas diamantadas, lamina de bisturi... Etc.
  • 16.  O HMSAD disponibiliza nos postos de enfermagem de cada Clínica e Pronto Socorro, lixeiras com tampa para descarte de seringas sem agulhas e frascos ampola.