CIDADES SAUDÁVEIS
Docente: Enf. Francielly Maira Bordon
Esp. Saúde pública com Ênfase em Saúde da Família
1/2021
SAÚDE NA CONSTITUIÇÃO
 A saúde na Constituição foi definida como direito
universal e resultante de condições de vida e de
trabalho, a ser garantida mediante políticas sociais e
econômicas, que visem a redução do risco de
doenças e outros agravos, ao acesso universal e
igualitário, com ações e serviços para sua
promoção, proteção e recuperação.
 Ser saudável deve implicar
na possibilidade de atuar,
de produzir sua própria
saúde, quer mediante
cuidados tradicionalmente
conhecidos, quer por ações
que influenciem o seu
meio.
PRÉ-REQUISITOS BÁSICOS PARA
CONSTITUIÇÃO DE UMA POPULAÇÃO
SAUDÁVEL
 Habitação adequada em tamanho por habitante, em
condições adequadas de conforto térmico;
 Educação;
 Alimentação imprescindível para o crescimento e
desenvolvimento das crianças e necessária para a
reposição da força de trabalho;
 Renda decorrente da inserção no mercado de
trabalho, adequada para cobrir as necessidades
básicas de alimentação, vestuário e lazer;
 Ecossistema saudável, preservado e não poluído;
 Justiça social e equidade garantindo direitos
fundamentais dos cidadãos.
A MELHOR DENOMINAÇÃO PARA O
NOVO PARADIGMA É A PRODUÇÃO
SOCIAL DA SAÚDE.
 O movimento da nova saúde
pública busca métodos
adequados à nossa realidade
política, que tornem mais
eficientes as ações sociais e
ambientais por saúde e
qualidade de vida.
 O novo paradigma tem sua prática sanitária centrada
na vigilância à saúde. Entendimento de saúde como
resultante de um conjunto de fatores políticos,
econômicos, sociais, culturais que se combinam de
forma particular, em cada sociedade e em conjuntura
específicas, redundando em sociedades mais ou
menos saudáveis.
 Promoção de saúde: propõe a capacitação de
pessoas para uma gestão mais autônoma da saúde
e dos determinantes da mesma. Refere-se a práticas
coletivas, voltadas para a definição de políticas,
preservação e proteção do ambiente físico e social,
com o apoio de informação, educação e
comunicação dirigida aos profissionais e à
população.
 Prevenção de enfermidades e acidentes: inclui ações
preventivas de caráter não médico nas prevenções
às doenças. Atenção curativa e de reabilitação: deve
buscar inovações com, por exemplo, o hospital- dia e
a assistência domiciliar, programa de saúde da
família, práticas mais baratas e mais efetivas para a
população.
 Espera-se que a partir do ano 2000, 80% da população
brasileira esteja vivendo em áreas urbanas. As cidades devem
gerar infraestrutura urbana, qualidade de vida e
governabilidade para assegurar garantia de bem-estar às sua
populações.
 Estima-se que 600 milhões de pessoas, habitantes da áreas
urbanas dos países em desenvolvimento enfrentem condições
de risco de vida e à saúde, sob condições de estresse e
expostos a variados problemas de saúde, como doenças
transmissíveis, desnutrição, doenças mentais, doenças
respiratórias agudas e crônicas.
CIDADES SAUDÁVEIS
 Conceito
 É aquela na qual as políticas públicas são favoráveis à
promoção de saúde. Instituídas a partir de um movimento
iniciado pela OMS e pela OPAS.
 Movimento por cidades saudáveis
 Fundado numa visão de saúde como qualidade de vida.
Focaliza a participação popular como forma de mobilização
de democratização. Valoriza o compromisso político com a
equidade. Busca mudança na forma de gestão
governamental.
FATORES QUE INTERFEREM NA
SITUAÇÃO DE SAÚDE DAS
POPULAÇÕES URBANAS
 Pobreza.
 Condições inadequadas de trabalho.
 Carência de alimentação, segurança, educação,
saúde.
 Uso excessivo de substâncias tóxicas.
 Poluição.
 Aglomeração e violência.
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CIDADES SAUDÁVEIS aula 05.pptx

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    CIDADES SAUDÁVEIS Docente: Enf.Francielly Maira Bordon Esp. Saúde pública com Ênfase em Saúde da Família 1/2021
  • 2.
    SAÚDE NA CONSTITUIÇÃO A saúde na Constituição foi definida como direito universal e resultante de condições de vida e de trabalho, a ser garantida mediante políticas sociais e econômicas, que visem a redução do risco de doenças e outros agravos, ao acesso universal e igualitário, com ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.
  • 3.
     Ser saudáveldeve implicar na possibilidade de atuar, de produzir sua própria saúde, quer mediante cuidados tradicionalmente conhecidos, quer por ações que influenciem o seu meio.
  • 4.
    PRÉ-REQUISITOS BÁSICOS PARA CONSTITUIÇÃODE UMA POPULAÇÃO SAUDÁVEL  Habitação adequada em tamanho por habitante, em condições adequadas de conforto térmico;  Educação;  Alimentação imprescindível para o crescimento e desenvolvimento das crianças e necessária para a reposição da força de trabalho;
  • 5.
     Renda decorrenteda inserção no mercado de trabalho, adequada para cobrir as necessidades básicas de alimentação, vestuário e lazer;  Ecossistema saudável, preservado e não poluído;  Justiça social e equidade garantindo direitos fundamentais dos cidadãos.
  • 6.
    A MELHOR DENOMINAÇÃOPARA O NOVO PARADIGMA É A PRODUÇÃO SOCIAL DA SAÚDE.  O movimento da nova saúde pública busca métodos adequados à nossa realidade política, que tornem mais eficientes as ações sociais e ambientais por saúde e qualidade de vida.
  • 7.
     O novoparadigma tem sua prática sanitária centrada na vigilância à saúde. Entendimento de saúde como resultante de um conjunto de fatores políticos, econômicos, sociais, culturais que se combinam de forma particular, em cada sociedade e em conjuntura específicas, redundando em sociedades mais ou menos saudáveis.
  • 8.
     Promoção desaúde: propõe a capacitação de pessoas para uma gestão mais autônoma da saúde e dos determinantes da mesma. Refere-se a práticas coletivas, voltadas para a definição de políticas, preservação e proteção do ambiente físico e social, com o apoio de informação, educação e comunicação dirigida aos profissionais e à população.
  • 9.
     Prevenção deenfermidades e acidentes: inclui ações preventivas de caráter não médico nas prevenções às doenças. Atenção curativa e de reabilitação: deve buscar inovações com, por exemplo, o hospital- dia e a assistência domiciliar, programa de saúde da família, práticas mais baratas e mais efetivas para a população.
  • 10.
     Espera-se quea partir do ano 2000, 80% da população brasileira esteja vivendo em áreas urbanas. As cidades devem gerar infraestrutura urbana, qualidade de vida e governabilidade para assegurar garantia de bem-estar às sua populações.  Estima-se que 600 milhões de pessoas, habitantes da áreas urbanas dos países em desenvolvimento enfrentem condições de risco de vida e à saúde, sob condições de estresse e expostos a variados problemas de saúde, como doenças transmissíveis, desnutrição, doenças mentais, doenças respiratórias agudas e crônicas.
  • 11.
    CIDADES SAUDÁVEIS  Conceito É aquela na qual as políticas públicas são favoráveis à promoção de saúde. Instituídas a partir de um movimento iniciado pela OMS e pela OPAS.  Movimento por cidades saudáveis  Fundado numa visão de saúde como qualidade de vida. Focaliza a participação popular como forma de mobilização de democratização. Valoriza o compromisso político com a equidade. Busca mudança na forma de gestão governamental.
  • 12.
    FATORES QUE INTERFEREMNA SITUAÇÃO DE SAÚDE DAS POPULAÇÕES URBANAS  Pobreza.  Condições inadequadas de trabalho.  Carência de alimentação, segurança, educação, saúde.  Uso excessivo de substâncias tóxicas.  Poluição.  Aglomeração e violência.
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