O documento discute as teorias não críticas da Sociologia da Educação e como elas concebem a escola. Essas teorias veem a escola como uma agência que transmite conhecimentos de forma lógica e uniforme para manter os valores da classe dominante. Elas não reconhecem conflitos na escola ou na sociedade. A organização escolar do século XIX refletia os interesses do sistema capitalista emergente.