Modelo Ágil de Capacitação:  Um estudo de caso em uma empresa desenvolvedora de software de médio porte na cidade de Recife Diego Lages dos Santos
Agenda Apresentação e Motivações; Conceitos Básicos; Proposta de modelo ágil de capacitação; Arquitetura proposta ; Vantagens x Desvantagens; Estudo de caso; Caracterização do objeto de estudo; Modelo de treinamento atual; Metodologia e aplicação do estudo de caso; Análise dos resultados; Conclusão e trabalhos futuros
Apresentação e Motivações Apresentação: Contexto atual: Globalização; Revolução intelectual; “ No século 21 a verdadeira vantagem competitiva está no desenvolvimento do capital humano / intelectual”  (fonte desconhecida) “ ...O ano de 2007 registrou um aumento de 13,8% no investimento percapta em treinamento no Brasil.”  (ABTD). ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO. Pesquisa: O retrato do treinamento no Brasil. 2007/2008. Disponível em: <http//www.abtd.com.br>. Acesso em: 20 nov. 2008
Apresentação e Motivações Motivações pessoais: Necessidade de ajudar o desenvolvimento das pessoas; Criar programas de capacitação que façam a diferença; Atribuir caráter pró-ativo a cultura de T&D.
Conceitos Básicos
Conceitos Básicos Treinamento x Desenvolvimento Treinamento = ação hoje; Desenvolvimento = ampliar competências para uso futuro; Visão sistêmica do treinamento.
Conceitos Básicos Subsistemas de Treinamento LTN (Levantamento das Necessidades de Treinamento); Planejamento; Implementação do programa; Avaliação;
Conceitos Básicos Educação Corporativa Modelo de ensino tradicional X novo modelo de ensino; Learning Organization Aprender a aprender; Educador como alguém que ensina e aprende; Tolerância a erros; Construção de um ambiente positivo de aprendizagem;
Conceitos Básicos Balanced Scorecard Pessoal Objetivo: Alinha trabalho e vida pessoal. Financeira INTERNA EXTERNA CONHECIMENTO e  APRENDIZADO BCSP Componentes BSCP Perspectivas BSCP
Conceitos Básicos Mentoring (mentor). “ ...pessoa que guia, ensina ou aconselha outra; guia, mestre, conselheiro.” (AURÉLIO, 1986) Pág. 1120. Processo informal x Processo formal. MITOS: Você precisa de um único mentor; A orientação é um processo de via única; Um mentor precisa ser mais velho que o orientando; Os relacionamentos com um mentor acontecem por acaso; Os melhores mentores são pessoas com elevada reputação.
Conceitos Básicos Coaching (técnico). “ ... Coaching não significa comprometer-se apenas com os resultados, mas com a pessoa como um todo, com sua realização e o seu desenvolvimento.” (ARAÚJO, 1999) Pág. 26 Motivos para Coaching: Autodesenvolvimento; Treinamento refinado de liderança; Cria estrutura de cooperação; Etapas: Construção de uma parceria forte; Montagem da visão de futuro; Inventário das competências atuais; Elaboração de um plano de ação.
Modelo Proposto
Proposta de Modelo Ágil de Capacitação Princípios É preciso Combater:  Barreiras culturais; Baixa qualidade; Alto custo; Burocracia. Possível solução: Direcionar a responsabilidade para os funcionários ( Empowerment) . A responsabilidade na capacitação não deve ser apenas do RH mas de todos. Empowerment, ou delegação de autoridade, é uma abordagem a projetos de trabalho que se baseia na delegação de poderes de decisão, autonomia e participação dos funcionários na administração das empresas. ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Empowerment)
Proposta de Modelo Ágil de Capacitação Arquitetura Pilares norteadores Ciclos Fases Atores Documentos
Proposta de Modelo Ágil de Capacitação Figura 2:  Componentes da arquitetura proposta
Proposta de Modelo Ágil de Capacitação Figura 3  Listagem das responsabilidades e participação dos atores no modelo
Proposta de Modelo Ágil de Capacitação Figura 4:  Listagem dos documentos sugeridos pelo modelo.
Proposta de Modelo Ágil de Capacitação Figura 5 : Tabela com o relacionamento do componente fase com os componentes: atores e documentos
Proposta de Modelo Ágil de Capacitação Análise / Aderência: Principais problemas enfrentados pelos profissionais T&D (ABTD): (48%) Calcular ROI em T&D; (37%) Mensurar impactos do T&D na organização; (12%) Implementar BSC; (11%) Mudança cultural; (08%) Orçamento limitado. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO. Pesquisa: O retrato do treinamento no Brasil. 2007/2008. Disponível em: <http//www.abtd.com.br>. Acesso em: 20 nov. 2008
Proposta de Modelo Ágil de Capacitação Vantagens: Forte envolvimento dos funcionários (foco nas pessoas); Diminuição das barreiras culturais; Rapidez na implementação; Alinhamento com os objetivos estratégicos da empresa; Rápido inventário das competências da equipe; Baixo orçamento; Foco na melhoria contínua.
Proposta de Modelo Ágil de Capacitação Desvantagens: Modelo experimental; Limitado quanto ao tamanho do grupo; Fortemente dependente do sucesso do primeiro ciclo; Dependente da experiência e motivação da equipe.
Estudo de caso
Estudo de caso Caracterização do objeto de estudo: Critérios de escolha; Porte da empresa de TI (Tecnologia da Informação),  segundo critérios do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES ; Autonomia da pesquisa; A empresa selecionada ( EMPREZA Z) . BNDES - http://www.bndespar.gov.br/clientes/porte/porte.asp. Último acesso Novembro/2008
Estudo de caso Caracterização do objeto de estudo: Estrutura da empresa selecionada; Fábrica de Software (+- 30 funcionários) Customização: 4 células: analista de sistemas líder + 1 analista de sistemas + 2 desenvolvedores; BackLog: 1 célula: 1 coordenador + 2 analistas de sistemas + 5 desenvolvedores; Tecnologia: Banco de dados; Gerência de configuração; Suporte ao desenvolvimento.
Estudo de caso Caracterização do objeto de estudo: Modelo de treinamento existente. Figura 6:  Processo de treinamento atual da fábrica de software,  EMPRESA Z .
Estudo de caso Metodologia para implantação do modelo: Acompanhamento; Escopo da implantação; 1 ciclo de capacitação (3 meses); 6 fases;
Estudo de caso Implantação do modelo: FASE 01:  Início do ciclo de capacitação. (+- 2,5 horas) Reunião inicial; Explicação do modelo; Alinhamento dos pilares (plano x empresa); Divisão das tarefas. Reunião de acompanhamento: Nenhum dado relevante devido ao pouco tempo.
Estudo de caso Implantação do modelo: FASE 02:  Levantamento das necessidades de capacitação (+- 9,5 horas). BrainStorm + Levantamento;
Estudo de caso Implantação do modelo: FASE 02:  Levantamento das necessidades de capacitação (+- 9,5 horas). Priorização;
Estudo de caso Implantação do modelo: FASE 02:  Levantamento das necessidades de capacitação (+- 9,5 horas). Matriz de conhecimento;
Estudo de caso Implantação do modelo: FASE 02:  Levantamento das necessidades de capacitação (+- 9,5 horas). Reunião de acompanhamento: Guia implementação; Aceitação; Nova priorização.
Estudo de caso Implantação do modelo: FASE 03:  Planejamento dos ciclos de capacitação. (+- 6,0 horas). Escopo dos ciclos;
Estudo de caso Implantação do modelo: FASE 03:  Planejamento dos ciclos de capacitação. (+- 6,0 horas). Apresentação do modelo; Definição do treinamento piloto. Reunião de acompanhamento: Reação da diretoria; Inventário da célula; Ansiedade.
Estudo de caso Implantação do modelo: FASE 04:  Execução do ciclo de capacitação. (+- 23,0 horas) Preparação do material; Participantes; Metodologia; Execução do treinamento (3 turmas de 10 funcionários); Ações pós-treinamento; Reunião de acompanhamento: Não houve;
Estudo de caso Implantação do modelo: FASE 05:  Avaliação do ciclo de capacitação. (+- 3,0 horas). Antecipação da resolução; Aumento de 300% (4 -> 12) na distribuição efetiva do conhecimento. Reunião de acompanhamento: Avaliação precipitada; Satisfação; Templates / indicadores.
Estudo de caso Implantação do modelo: FASE 06:  Reportar resultados. (+- 2,5 horas). Apresentação dos resultados; Documentação das lições aprendidas. Reunião de acompanhamento: Resultado geral; Documentos produzidos.
Estudo de caso Análise dos Resultados: Aceitação do modelo; Falta dos templates sugeridos pelo modelo; Inexistência de um guia de implantação; Agilidade x Qualidade; Melhorias contínuas; Uso das abordagens sugeridas: BSCP, MENTORING, COACHING. FASES DURAÇÃO PREVISTA DURAÇÃO OBSERVADA DIFERENÇA Pré-Requisitos 0,5 0,5 0 Início do ciclo de capacitação 5,5 2,66 -2,84 Levantamento das necessidades de capacitação 8 9,5 1,5 Planejamento do ciclo de capacitação 2,5 6 3,5 Execução do ciclo de capacitação 27 23 -4 Avaliação do ciclo de capacitação 4 3 -1 Reportar Resultados 4 2,5 -1,5 Total dos tempos: 51,5 47,16 -4,34
Conclusão
Conclusão Conclusão: Investimentos em T&D são uma tendência (ferramenta); Barreiras culturais; Alinhamento entre os objetivos estratégicos da empresa e os objetivos individuais e coletivos; Agilidade do modelo; Necessidades de melhoria;
Conclusão Trabalhos futuros: Elaboração dos templates previstos no modelo; Criação de um guia de implementação; Replicar o estudo de caso em outros segmentos e/ou portes de empresas.
Considerações da Banca.

T&D Ágil

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    Modelo Ágil deCapacitação: Um estudo de caso em uma empresa desenvolvedora de software de médio porte na cidade de Recife Diego Lages dos Santos
  • 2.
    Agenda Apresentação eMotivações; Conceitos Básicos; Proposta de modelo ágil de capacitação; Arquitetura proposta ; Vantagens x Desvantagens; Estudo de caso; Caracterização do objeto de estudo; Modelo de treinamento atual; Metodologia e aplicação do estudo de caso; Análise dos resultados; Conclusão e trabalhos futuros
  • 3.
    Apresentação e MotivaçõesApresentação: Contexto atual: Globalização; Revolução intelectual; “ No século 21 a verdadeira vantagem competitiva está no desenvolvimento do capital humano / intelectual” (fonte desconhecida) “ ...O ano de 2007 registrou um aumento de 13,8% no investimento percapta em treinamento no Brasil.” (ABTD). ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO. Pesquisa: O retrato do treinamento no Brasil. 2007/2008. Disponível em: <http//www.abtd.com.br>. Acesso em: 20 nov. 2008
  • 4.
    Apresentação e MotivaçõesMotivações pessoais: Necessidade de ajudar o desenvolvimento das pessoas; Criar programas de capacitação que façam a diferença; Atribuir caráter pró-ativo a cultura de T&D.
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    Conceitos Básicos Treinamentox Desenvolvimento Treinamento = ação hoje; Desenvolvimento = ampliar competências para uso futuro; Visão sistêmica do treinamento.
  • 7.
    Conceitos Básicos Subsistemasde Treinamento LTN (Levantamento das Necessidades de Treinamento); Planejamento; Implementação do programa; Avaliação;
  • 8.
    Conceitos Básicos EducaçãoCorporativa Modelo de ensino tradicional X novo modelo de ensino; Learning Organization Aprender a aprender; Educador como alguém que ensina e aprende; Tolerância a erros; Construção de um ambiente positivo de aprendizagem;
  • 9.
    Conceitos Básicos BalancedScorecard Pessoal Objetivo: Alinha trabalho e vida pessoal. Financeira INTERNA EXTERNA CONHECIMENTO e APRENDIZADO BCSP Componentes BSCP Perspectivas BSCP
  • 10.
    Conceitos Básicos Mentoring(mentor). “ ...pessoa que guia, ensina ou aconselha outra; guia, mestre, conselheiro.” (AURÉLIO, 1986) Pág. 1120. Processo informal x Processo formal. MITOS: Você precisa de um único mentor; A orientação é um processo de via única; Um mentor precisa ser mais velho que o orientando; Os relacionamentos com um mentor acontecem por acaso; Os melhores mentores são pessoas com elevada reputação.
  • 11.
    Conceitos Básicos Coaching(técnico). “ ... Coaching não significa comprometer-se apenas com os resultados, mas com a pessoa como um todo, com sua realização e o seu desenvolvimento.” (ARAÚJO, 1999) Pág. 26 Motivos para Coaching: Autodesenvolvimento; Treinamento refinado de liderança; Cria estrutura de cooperação; Etapas: Construção de uma parceria forte; Montagem da visão de futuro; Inventário das competências atuais; Elaboração de um plano de ação.
  • 12.
  • 13.
    Proposta de ModeloÁgil de Capacitação Princípios É preciso Combater: Barreiras culturais; Baixa qualidade; Alto custo; Burocracia. Possível solução: Direcionar a responsabilidade para os funcionários ( Empowerment) . A responsabilidade na capacitação não deve ser apenas do RH mas de todos. Empowerment, ou delegação de autoridade, é uma abordagem a projetos de trabalho que se baseia na delegação de poderes de decisão, autonomia e participação dos funcionários na administração das empresas. ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Empowerment)
  • 14.
    Proposta de ModeloÁgil de Capacitação Arquitetura Pilares norteadores Ciclos Fases Atores Documentos
  • 15.
    Proposta de ModeloÁgil de Capacitação Figura 2: Componentes da arquitetura proposta
  • 16.
    Proposta de ModeloÁgil de Capacitação Figura 3 Listagem das responsabilidades e participação dos atores no modelo
  • 17.
    Proposta de ModeloÁgil de Capacitação Figura 4: Listagem dos documentos sugeridos pelo modelo.
  • 18.
    Proposta de ModeloÁgil de Capacitação Figura 5 : Tabela com o relacionamento do componente fase com os componentes: atores e documentos
  • 19.
    Proposta de ModeloÁgil de Capacitação Análise / Aderência: Principais problemas enfrentados pelos profissionais T&D (ABTD): (48%) Calcular ROI em T&D; (37%) Mensurar impactos do T&D na organização; (12%) Implementar BSC; (11%) Mudança cultural; (08%) Orçamento limitado. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO. Pesquisa: O retrato do treinamento no Brasil. 2007/2008. Disponível em: <http//www.abtd.com.br>. Acesso em: 20 nov. 2008
  • 20.
    Proposta de ModeloÁgil de Capacitação Vantagens: Forte envolvimento dos funcionários (foco nas pessoas); Diminuição das barreiras culturais; Rapidez na implementação; Alinhamento com os objetivos estratégicos da empresa; Rápido inventário das competências da equipe; Baixo orçamento; Foco na melhoria contínua.
  • 21.
    Proposta de ModeloÁgil de Capacitação Desvantagens: Modelo experimental; Limitado quanto ao tamanho do grupo; Fortemente dependente do sucesso do primeiro ciclo; Dependente da experiência e motivação da equipe.
  • 22.
  • 23.
    Estudo de casoCaracterização do objeto de estudo: Critérios de escolha; Porte da empresa de TI (Tecnologia da Informação), segundo critérios do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES ; Autonomia da pesquisa; A empresa selecionada ( EMPREZA Z) . BNDES - http://www.bndespar.gov.br/clientes/porte/porte.asp. Último acesso Novembro/2008
  • 24.
    Estudo de casoCaracterização do objeto de estudo: Estrutura da empresa selecionada; Fábrica de Software (+- 30 funcionários) Customização: 4 células: analista de sistemas líder + 1 analista de sistemas + 2 desenvolvedores; BackLog: 1 célula: 1 coordenador + 2 analistas de sistemas + 5 desenvolvedores; Tecnologia: Banco de dados; Gerência de configuração; Suporte ao desenvolvimento.
  • 25.
    Estudo de casoCaracterização do objeto de estudo: Modelo de treinamento existente. Figura 6: Processo de treinamento atual da fábrica de software, EMPRESA Z .
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    Estudo de casoMetodologia para implantação do modelo: Acompanhamento; Escopo da implantação; 1 ciclo de capacitação (3 meses); 6 fases;
  • 27.
    Estudo de casoImplantação do modelo: FASE 01: Início do ciclo de capacitação. (+- 2,5 horas) Reunião inicial; Explicação do modelo; Alinhamento dos pilares (plano x empresa); Divisão das tarefas. Reunião de acompanhamento: Nenhum dado relevante devido ao pouco tempo.
  • 28.
    Estudo de casoImplantação do modelo: FASE 02: Levantamento das necessidades de capacitação (+- 9,5 horas). BrainStorm + Levantamento;
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    Estudo de casoImplantação do modelo: FASE 02: Levantamento das necessidades de capacitação (+- 9,5 horas). Priorização;
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    Estudo de casoImplantação do modelo: FASE 02: Levantamento das necessidades de capacitação (+- 9,5 horas). Reunião de acompanhamento: Guia implementação; Aceitação; Nova priorização.
  • 32.
    Estudo de casoImplantação do modelo: FASE 03: Planejamento dos ciclos de capacitação. (+- 6,0 horas). Escopo dos ciclos;
  • 33.
    Estudo de casoImplantação do modelo: FASE 03: Planejamento dos ciclos de capacitação. (+- 6,0 horas). Apresentação do modelo; Definição do treinamento piloto. Reunião de acompanhamento: Reação da diretoria; Inventário da célula; Ansiedade.
  • 34.
    Estudo de casoImplantação do modelo: FASE 04: Execução do ciclo de capacitação. (+- 23,0 horas) Preparação do material; Participantes; Metodologia; Execução do treinamento (3 turmas de 10 funcionários); Ações pós-treinamento; Reunião de acompanhamento: Não houve;
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    Estudo de casoImplantação do modelo: FASE 05: Avaliação do ciclo de capacitação. (+- 3,0 horas). Antecipação da resolução; Aumento de 300% (4 -> 12) na distribuição efetiva do conhecimento. Reunião de acompanhamento: Avaliação precipitada; Satisfação; Templates / indicadores.
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    Estudo de casoImplantação do modelo: FASE 06: Reportar resultados. (+- 2,5 horas). Apresentação dos resultados; Documentação das lições aprendidas. Reunião de acompanhamento: Resultado geral; Documentos produzidos.
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    Estudo de casoAnálise dos Resultados: Aceitação do modelo; Falta dos templates sugeridos pelo modelo; Inexistência de um guia de implantação; Agilidade x Qualidade; Melhorias contínuas; Uso das abordagens sugeridas: BSCP, MENTORING, COACHING. FASES DURAÇÃO PREVISTA DURAÇÃO OBSERVADA DIFERENÇA Pré-Requisitos 0,5 0,5 0 Início do ciclo de capacitação 5,5 2,66 -2,84 Levantamento das necessidades de capacitação 8 9,5 1,5 Planejamento do ciclo de capacitação 2,5 6 3,5 Execução do ciclo de capacitação 27 23 -4 Avaliação do ciclo de capacitação 4 3 -1 Reportar Resultados 4 2,5 -1,5 Total dos tempos: 51,5 47,16 -4,34
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    Conclusão Conclusão: Investimentosem T&D são uma tendência (ferramenta); Barreiras culturais; Alinhamento entre os objetivos estratégicos da empresa e os objetivos individuais e coletivos; Agilidade do modelo; Necessidades de melhoria;
  • 40.
    Conclusão Trabalhos futuros:Elaboração dos templates previstos no modelo; Criação de um guia de implementação; Replicar o estudo de caso em outros segmentos e/ou portes de empresas.
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