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Orientadora de estudo
Olívia Fernanda de Oliveira
E-mail: oliviafernanda@hotmail.com
Leitura deleite
Pauta 21/09/2013

1- Leitura deleite;
2- Informes: Avaliação, atestados médicos, licença
maternidade, licença premia.
3- Apresentação dos objetivos da unidade 5 e do texto 1: “Os
diferentes textos a serviço da perspectiva do alfabetizar
letrando”.
4-Vídeo sobre gêneros.
5- Atividade individual sobre o texto 1.
6- Atividade em grupo: leitura dirigida do texto 2 – Relatando
experiências: a diversidade em sala de aula.
7- Socialização da atividade pelos grupos.
8- Orientação sobre o portifólio.
9- Tarefa: Desenvolver a seqüência didática ou projeto – gênero
textual.
Ler direitos de aprendizagem de geografia e Ciências.
Informes
•Avaliação SIMEC – todo dia 15 –
implicará na avaliação.
•Licença médica – lei trabalhista.
•Licença gestante – aplicabilidade?
•Licença premia – aplicabilidade.
•Reposição – falar com o formador.
Objetivos da unidade 5
•Entender a concepção de alfabetização na
perspectiva do letramento;
•Analisar e planejar projetos didáticos para
turmas de alfabetização, integrando diferentes
componentes curriculares, e atividades voltadas
para o desenvolvimento da oralidade, escrita e
leitura;
•Conhecer os recursos didáticos distribuídos pelo
Ministério da Educação e planejar situações
didáticas em que tais materiais sejam usados.
Os diferentes textos a serviço da
perspectiva do alfabetizar letrando
Vamos iniciar nosso estudo a partir do Texto 1: Os diferentes textos
a serviço da perspectiva do alfabetizar letrando (Ivone Pedrosa de
Souza e Telma Ferraz Leal).
Essas autoras defendem que o trabalho com diferentes textos na
sala de aula, possibilita a integração entre os componentes
curriculares, retomando a problematização em torno das práticas
que giravam em torno da repetição e memorização de letras,
sílabas, palavras ou frases soltas, que quase sempre estavam
acompanhadas de atividades avaliativas centradas no erro e na
punição.
•Para muitos professores, contudo, o principal desafio
é fazer com que alunos que ainda não leem e não
escrevem convencionalmente, possam participar de
atividades de leitura e produção textual.
•Considerando essa necessidade, Leal e Albuquerque
(2005), reafirmam a importância de planejar situações
diversificadas de leitura e de escrita, que, de acordo
com as autoras, estão agrupadas em quatro tipos
principais:
(LEAL E ALBUQUERQUE, PNAIC, 2012,
Unidade 5, ano 1, p. 8-9)
Essas situações não esgotam, todavia, as
possibilidades de leitura e produção textual e
tampouco devem ser trabalhadas de forma
desarticulada com as atividades de reflexão
sobre o sistema de escrita e as relações entre
sons e letras e letras e sons, pois muitas vezes
os professores questionam porque, apesar
de usarem textos diversos em sala de aula,
não conseguem alfabetizar as crianças.
Assim, não basta levar textos para a sala de aula e deixar
de lado o trabalho de reflexão sobre a língua. Por outro
lado, o texto não pode ser apenas pretexto para o ensino
do sistema de escrita, sem a necessária relação com seus
aspectos discursivos.
Leitura e produção de textos integram o trabalho com a
língua e são dimensões imprescindíveis em qualquer
etapa do processo de alfabetização, inclusive no 1º ano do
Ensino Fundamental, quando é possível vivenciar com as
crianças diversas situações que levem ao desenvolvimento
de conhecimentos fundamentais, como veremos nos
quadros a seguir.
Leitura
Situações em que outras pessoas leem para as crianças são
importantes para que elas aprendam a:

BRASIL, PNAIC, Unidade 5, Ano 1, p. 10
 Situações de leitura autônoma em que as
crianças possam aprender a:

BRASIL, PNAIC, Unidade 5, Ano 1, p. 11
Produção de textos escritos
 Situações compartilhadas de produção de textos que
ajudem as crianças a:
 Situações em que as crianças são estimuladas a escrever
sozinhas para que possam mobilizar conhecimentos apropriados
nas situações compartilhadas, coordenando ações em que
precisam definir o que e como dizer. Nessas situações as crianças
podem aprender a:
Produção de textos orais
 Situações planejadas de ensino em que as crianças possam:
Nas salas de alfabetização, portanto, são diversas
as situações de aprendizagem que precisamos
planejar para que as crianças possam ampliar os
conhecimentos que já utilizam sobre a língua nas
experiências cotidianas de uso da linguagem.
Nosso objetivo, então, é potencializar a inserção
das crianças em práticas de leitura e de escrita que
possam contribuir para a compreensão das
diferentes formas de uso da linguagem em nossa
sociedade que se manifestam por meio dos
diferentes gêneros textuais.
Vídeo
Discussão
O que você entende por alfabetizar
letrando?
Você acha possível trabalhar a leitura e a
produção de diversos textos em turmas de
alunos não alfabéticos? Se sim, como este
trabalho poderia acontecer?
Relatando experiências: a
diversidade textual em sala de aula
Quais as áreas de conhecimentos
foram contempladas na experiência?
Quais os gêneros textuais que foram
abordados?
O que os alunos puderam aprender
com essa experiência?
Socialização dos
grupos
Orientação sobre o portifólio
As autoras Shoes e Grace (2001, p.87) defendem a
avaliação baseada em portfólios, porque esses
concentram atenção de todos (educando, professores e
familiares); encorajam um trabalho centrado na
aprendizagem e no desenvolvimento da criança
possibilitam aos alunos e professores refletirem sobre
suas próprias ações, uma vez que “... os portfólios
possuem potencial de representar o desenvolvimento
infantil nos domínios sócio – emocional e físico, bem
como nas áreas acadêmicas”.
Indicação para leitura: Manual do portfólio- Shoes e
Grace
Dois Portifólios nunca são iguais, pois cada indivíduo tem sua
maneira particular de registrar, mesmo existindo a mesma
orientação ou princípios para elaboração, no final serão
diferentes, isto ocorre devido aos aspectos diferentes do
desenvolvimento de cada professor.
O Portifólio demonstrativo será adotado como material a ser
entregue no final do curso.
Já é sabido que no interior das salas de aula são inúmeras as
atividades desenvolvidas ao longo do ano, portanto o professor
alfabetizador deverá inserir no seu Portifólio amostras
representativas do trabalho desenvolvido, nesta seleção cabe
ao professor à avaliação das atividades que devem compor o
material. As fotografias, gravações, filmagens e cópias de relatos
também podem fazer parte desta construção.
Em geral deve considerar um processo, a montagem do
Portifólio. Algumas considerações para serem incluídas na
elaboração:
A- Guardar as atividades realizadas.
B- Tirar fotografias
C- Consultar os registros de sala
D- Tarefas solicitadas
E- Realizar registros sistemáticos
F- Relatos de experiências
G- Casos de situações de aprendizagem mais pontuais podem
ser incluídos.
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Planilhas de acompanhamento: Perfil do grupo e ficha de
acompanhamento de aprendizagem;
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Produção de texto dos alunos (uma realizada no inicio do curso
e outra no final do curso);
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Pauta 28/09/2013
1- Leitura deleite;
2- Atividade em grupo: leitura dirigida do texto 2 –
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LEITURA DELEITE
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ATIVIDADE EM
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Apresentação unidade 5

  • 1. Orientadora de estudo Olívia Fernanda de Oliveira E-mail: oliviafernanda@hotmail.com
  • 3. Pauta 21/09/2013 1- Leitura deleite; 2- Informes: Avaliação, atestados médicos, licença maternidade, licença premia. 3- Apresentação dos objetivos da unidade 5 e do texto 1: “Os diferentes textos a serviço da perspectiva do alfabetizar letrando”. 4-Vídeo sobre gêneros. 5- Atividade individual sobre o texto 1. 6- Atividade em grupo: leitura dirigida do texto 2 – Relatando experiências: a diversidade em sala de aula. 7- Socialização da atividade pelos grupos. 8- Orientação sobre o portifólio. 9- Tarefa: Desenvolver a seqüência didática ou projeto – gênero textual. Ler direitos de aprendizagem de geografia e Ciências.
  • 4. Informes •Avaliação SIMEC – todo dia 15 – implicará na avaliação. •Licença médica – lei trabalhista. •Licença gestante – aplicabilidade? •Licença premia – aplicabilidade. •Reposição – falar com o formador.
  • 5. Objetivos da unidade 5 •Entender a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento; •Analisar e planejar projetos didáticos para turmas de alfabetização, integrando diferentes componentes curriculares, e atividades voltadas para o desenvolvimento da oralidade, escrita e leitura; •Conhecer os recursos didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação e planejar situações didáticas em que tais materiais sejam usados.
  • 6. Os diferentes textos a serviço da perspectiva do alfabetizar letrando Vamos iniciar nosso estudo a partir do Texto 1: Os diferentes textos a serviço da perspectiva do alfabetizar letrando (Ivone Pedrosa de Souza e Telma Ferraz Leal). Essas autoras defendem que o trabalho com diferentes textos na sala de aula, possibilita a integração entre os componentes curriculares, retomando a problematização em torno das práticas que giravam em torno da repetição e memorização de letras, sílabas, palavras ou frases soltas, que quase sempre estavam acompanhadas de atividades avaliativas centradas no erro e na punição.
  • 7. •Para muitos professores, contudo, o principal desafio é fazer com que alunos que ainda não leem e não escrevem convencionalmente, possam participar de atividades de leitura e produção textual. •Considerando essa necessidade, Leal e Albuquerque (2005), reafirmam a importância de planejar situações diversificadas de leitura e de escrita, que, de acordo com as autoras, estão agrupadas em quatro tipos principais:
  • 8. (LEAL E ALBUQUERQUE, PNAIC, 2012, Unidade 5, ano 1, p. 8-9)
  • 9. Essas situações não esgotam, todavia, as possibilidades de leitura e produção textual e tampouco devem ser trabalhadas de forma desarticulada com as atividades de reflexão sobre o sistema de escrita e as relações entre sons e letras e letras e sons, pois muitas vezes os professores questionam porque, apesar de usarem textos diversos em sala de aula, não conseguem alfabetizar as crianças.
  • 10. Assim, não basta levar textos para a sala de aula e deixar de lado o trabalho de reflexão sobre a língua. Por outro lado, o texto não pode ser apenas pretexto para o ensino do sistema de escrita, sem a necessária relação com seus aspectos discursivos. Leitura e produção de textos integram o trabalho com a língua e são dimensões imprescindíveis em qualquer etapa do processo de alfabetização, inclusive no 1º ano do Ensino Fundamental, quando é possível vivenciar com as crianças diversas situações que levem ao desenvolvimento de conhecimentos fundamentais, como veremos nos quadros a seguir.
  • 11. Leitura Situações em que outras pessoas leem para as crianças são importantes para que elas aprendam a: BRASIL, PNAIC, Unidade 5, Ano 1, p. 10
  • 12.  Situações de leitura autônoma em que as crianças possam aprender a: BRASIL, PNAIC, Unidade 5, Ano 1, p. 11
  • 13. Produção de textos escritos  Situações compartilhadas de produção de textos que ajudem as crianças a:
  • 14.  Situações em que as crianças são estimuladas a escrever sozinhas para que possam mobilizar conhecimentos apropriados nas situações compartilhadas, coordenando ações em que precisam definir o que e como dizer. Nessas situações as crianças podem aprender a:
  • 15. Produção de textos orais  Situações planejadas de ensino em que as crianças possam:
  • 16. Nas salas de alfabetização, portanto, são diversas as situações de aprendizagem que precisamos planejar para que as crianças possam ampliar os conhecimentos que já utilizam sobre a língua nas experiências cotidianas de uso da linguagem. Nosso objetivo, então, é potencializar a inserção das crianças em práticas de leitura e de escrita que possam contribuir para a compreensão das diferentes formas de uso da linguagem em nossa sociedade que se manifestam por meio dos diferentes gêneros textuais.
  • 18. Discussão O que você entende por alfabetizar letrando? Você acha possível trabalhar a leitura e a produção de diversos textos em turmas de alunos não alfabéticos? Se sim, como este trabalho poderia acontecer?
  • 19. Relatando experiências: a diversidade textual em sala de aula Quais as áreas de conhecimentos foram contempladas na experiência? Quais os gêneros textuais que foram abordados? O que os alunos puderam aprender com essa experiência?
  • 21. Orientação sobre o portifólio As autoras Shoes e Grace (2001, p.87) defendem a avaliação baseada em portfólios, porque esses concentram atenção de todos (educando, professores e familiares); encorajam um trabalho centrado na aprendizagem e no desenvolvimento da criança possibilitam aos alunos e professores refletirem sobre suas próprias ações, uma vez que “... os portfólios possuem potencial de representar o desenvolvimento infantil nos domínios sócio – emocional e físico, bem como nas áreas acadêmicas”. Indicação para leitura: Manual do portfólio- Shoes e Grace
  • 22. Dois Portifólios nunca são iguais, pois cada indivíduo tem sua maneira particular de registrar, mesmo existindo a mesma orientação ou princípios para elaboração, no final serão diferentes, isto ocorre devido aos aspectos diferentes do desenvolvimento de cada professor. O Portifólio demonstrativo será adotado como material a ser entregue no final do curso. Já é sabido que no interior das salas de aula são inúmeras as atividades desenvolvidas ao longo do ano, portanto o professor alfabetizador deverá inserir no seu Portifólio amostras representativas do trabalho desenvolvido, nesta seleção cabe ao professor à avaliação das atividades que devem compor o material. As fotografias, gravações, filmagens e cópias de relatos também podem fazer parte desta construção.
  • 23. Em geral deve considerar um processo, a montagem do Portifólio. Algumas considerações para serem incluídas na elaboração: A- Guardar as atividades realizadas. B- Tirar fotografias C- Consultar os registros de sala D- Tarefas solicitadas E- Realizar registros sistemáticos F- Relatos de experiências G- Casos de situações de aprendizagem mais pontuais podem ser incluídos.
  • 24. 1-Folha de identificação do cursista: Nome completo do cursista; R.G; CPF; Matricula Funcional. 2- Identificação da escola: Nome da escola; Endereço da escola; Série/ano; Lista nomes dos alunos.
  • 25. 3- Atividades: Planilhas de acompanhamento: Perfil do grupo e ficha de acompanhamento de aprendizagem; Tarefas solicitadas em cada encontro; Produção de texto dos alunos (uma realizada no inicio do curso e outra no final do curso); Relato de algumas atividades realizadas com os jogos do CEEL. Sequência de atividades desenvolvidas durante o curso: Jogos e brincadeiras (atividades planejadas e aplicadas em sala de aula com uso do paradidático); Gêneros; Sistema de Escrita Alfabética; Ortografia; Projeto didático trabalhado com a sala;
  • 26. Lista de livros lidos na Leitura deleite; Atividades na biblioteca, sala de leitura, cantinho de leitura; Quadro de rotina. As fotos ajudam ilustrar as atividades desenvolvidas, como por exemplo: biblioteca, sala de leitura, Atividades com jogos, brincadeiras no pátio, leitura de fruição, etc.(Pedir autorização dos responsáveis para o uso da imagem).
  • 27. Tarefa Leitura do Texto 3 “ Ampliando um pouco mais o trabalho: os diversos textos e suas relações com as áreas de conhecimento”.
  • 28. Pauta 28/09/2013 1- Leitura deleite; 2- Atividade em grupo: leitura dirigida do texto 2 – Relatando experiências: a diversidade em sala de aula. 3- Vídeo: “Para ser cidadão da cultura letrada”. (Série Letra Viva); 4- Oficina de gêneros; 5- Tarefa: Leitura do Texto 3 “ Ampliando um pouco mais o trabalho: os diversos textos e suas relações com as áreas de conhecimento”.
  • 31. VIDEO “Para ser cidadão da cultura letrada”. (Série Letra Viva)
  • 33. Tarefa Leitura do Texto 3 “ Ampliando um pouco mais o trabalho: os diversos textos e suas relações com as áreas de conhecimento”.