SlideShare uma empresa Scribd logo
PACTO
2013

LÍNGUA
PORTUGUESA
CONCEPÇÕES
DE
O QUE ENSINAR
ALFABETIZAÇÃO

ALFABETIZAÇÃO:
NO CICLO DE

A escrita não é um código que precisa só
ser decodificado e memorizado;
 O aluno precisa entender que a escrita no
papel representa a fala;
 Para apropriação do Sistema de escrita
alfabética, os alunos passam por fases;

Hipótese de Escrita
PRÉ - SILÁBICA
Não consegue relacionar as letras com os sons da língua falada, esta fase pode-se dividir
em dois níveis:

O Nível I pode ser:
• Pictórico onde ocorrem na escrita as garatujas ou os rabiscos (desenhos sem figuração);
O Nível II – é onde a criança:
• Escreve diversas letras para representar palavras.;
• Ela percebe que para escrever precisa de letras;
• Sua escrita não tem relação com a sonoridade;
• A ordem das letras não tem importância;
• Para ela a escrita não pode conter menos que três ou quatro letras;
• Sua leitura é global;
• Nesta fase pode ocorrer o “Realismo Nominal”, ou seja, associa o tamanho da palavra ao
tamanho do objeto. Exemplo: A criança acredita que para escrever “ELEFENTE” ela
precisa de muitas letras, por que o elefante é grande, e para escrever “FORMIGA” ela
precisa de poucas letras, por que a formiga é pequena;
PRÉ-SILÁBICO I
• Não estabelecem vinculo entre fala e escrita;
• Supõem que a escrita é outra forma de desenhar ou representar
coisas
• Taíssa e Lucas são pictóricos, pois a escrita ocorre em forma de
rabiscos ou garatujas (desenhos sem figuração);
PRÉ-SILÁBICO II

•
Usa
várias
letras
para
representar
uma
palavra;
• Sabe que para escrever precisa de letras;
• Acha que para escrever precisa de mais de três ou quatro letras;
• Sua leitura é global;
• No caso da Maria apresenta Realismo Nominal (escreve a
quantidade de letras de acordo com o tamanho do animal, a formiga
é pequena poucas letras, o elefante é grande mais letras). Além de
usar as letras do próprio nome na escrita.
SILÁBICA
• Interpreta a letra a sua maneira, atribuído valor de silaba a cada uma;
• É nesta fase que a criança percebe que não precisa de um monte de letras para cada palavra
escrita. Mas às vezes coloca letras entre as sílabas que são chamadas de “almofadas” (no
meio da palavra) ou “sobrantes” (no final da palavra) talvez para ficar “mais bonito”.
Exemplo: UAX (uva)
• As vezes pode usar uma letra para representar cada palavra na frase, pois para a criança
nesta fase a “sílaba” é a menor unidade da escrita, na frase a menor unidade é a “palavra”.
• Esta hipótese pode se dividir em dois níveis: Silábico Sem Valor Sonoro e Silábico Com Valor
Sonoro.
• Silábico Sem Valor Sonoro a criança relaciona a escrita e a fala, para cada vez que pronuncia
uma sílaba, ela escreve uma letra, porém essa letra (grafema) não tem relação com o som
(fonema). Exemplo: XLH (cavalo);
• Silábico Com Valor Sonoro, usa uma letra para cada vez que pronuncia uma sílaba, mas desta
vez faz relação com o fonema (som). Exemplo: CVL, CVO, AAO ou AVL (cavalo).
• Na hipótese silábica com valor sonoro, pode surgir a falha na alfabetização, a criança pode ser
“vocálica” (iniciou a alfabetização a partir das vogais, exemplo: escreve AAO - cavalo) ou
“consonantal” (iniciou a alfabetização a partir das consoantes, exemplo: escreve CVL cavalo).
SILÁBICO SEM VALOR SONORO

•Usa uma letra para cada vez que pronuncia uma sílaba, porém
sem relacionar a letra com o fonema (som);
• No caso de Ana ela usa na frase uma letra para representar
uma palavra;
SILÁBICO COM VALOR SONORO
• Usa uma letra para cada vez que pronuncia uma sílaba, relacionando letra a
fonema (som);
• Gabriel é vocálico, iniciou sua alfabetização a partir das vogais;
• Júlia é consonantal, iniciou sua alfabetização a partir das consoantes.
SILÁBICA-ALFABÉTICA
Esta é a hipótese intermediária em que a
criança ora escreve silabicamente, ora
alfabeticamente, ou seja, mistura a lógica da
fase anterior com a identificação de algumas
sílabas. Exemplo: escreve SAPT – sapato.
SILÁBICO-ALFABÉTICO
• Ora escreve de forma silábica, ora de forma alfabética;
• Percebe
o som da sílaba acrescentando letras;
• Ainda em conflito
Alfabética



Toda criança nesta hipótese é sonora;



Domina a maioria das letras do alfabeto, apresentando apenas dificuldades na ortografia;



Domina, enfim, o código escrito, distinguindo letras, sílabas, palavras e frases.



O princípio de que o processo de conhecimento por parte da criança deve ser gradual, corresponde
aos mecanismos deduzidos por Piaget, segundo os quais cada salto cognitivo depende de uma
assimilação e de uma reacomodação dos esquemas internos, que necessariamente levam tempo.



A alfabetização é um processo continuo construído ao longo do desenvolvimento da criança é a ação
de ensinar, ou aprender a ler e a escrever, estando intimamente ligada aos conhecimentos da leitura
e escrita.



Ao organizar atividades que favoreçam a aquisição da leitura e da escrita, o alfabetizador deve
buscar conhecimentos teóricos nos estudos de Emília Ferreiro e Ana Teberosky em “Psicogênese da
Língua Escrita”, para que possa compreender que saber ler não é apenas conhecer o sistema
alfabético da língua escrita, mas é também saber ler de forma critica, reconhecendo diferentes tipos
de textos.



O professor envolvido no processo de aquisição da língua escrita precisa construir um ambiente
alfabetizador, isto significa possibilitar ao aluno o contato com a diversidade de textos presentes no
dia-a-dia e utilizar a escrita de maneira crítica e ativa na alfabetização.
ALFABÉTICO
• Domina a maioria das letras;
•Apresenta dificuldades ortográficas;
• Distingue letras, sílabas, palavras e frase;
• Lê de acordo com o ritmo frasal;
• Tem domínio do código escrito.
É
interagindo
com
a
escrita, contemplando seus
usos e funções, que os alunos
se apropriam da escrita
alfabética.
CRIANÇAS
LETRAMENTO
 Surge

na década de 1990
 ALFABETIZAR: corresponde à ação de ensinar
a ler e escrever;
 LETRAMENTO:

corresponde a um estado ou a
condição de quem não apenas sabe ler e
escrever, mas que cultiva e exerce as práticas
sociais que usam a escrita.
REFLEXÕES
Uma pessoa pode ser letrada se não for
alfabetizada?
 Apenas a interação com textos que circulam na
sociedade garante que os alunos se apropriem da
escrita alfabética?
 Por que muitos alunos ainda continuam chegando ao
final do 1º ano ou mesmo no final do 1º ciclo do
Ensino Fundamental sem saber ler e escrever?
 Será que se a gente desconsiderar tudo o que já foi
visto até hoje sobre Educação e desenvolver uma
nova teoria, método, abordagem resolveria o nosso
problema?

Letramento e alfabetização: as
muitas facetas – Magda Soares
 1º

lugar, a necessidade de reconhecimento da
especificidade da alfabetização, entendida como
processo de aquisição e apropriação do sistema da
escrita, alfabético e ortográfico;
 2º lugar, e como decorrência, a importância de que a
alfabetização se desenvolva num contexto de
letramento - entendido este, no que se refere à etapa
inicial da aprendizagem da escrita, como a
participação em eventos variados de leitura e de
escrita, e o consequente desenvolvimento de
habilidades de uso da leitura e da escrita nas
práticas sociais que envolvem a língua escrita, e de
atitudes positivas em relação a essas práticas;




3º lugar, o reconhecimento de que tanto a alfabetização
quanto o letramento têm diferentes dimensões, ou
facetas, a natureza de cada uma delas demanda uma
metodologia diferente, de modo que a aprendizagem inicial
da língua escrita exige múltiplas metodologias, algumas
caracterizadas por ensino direto, explícito e sistemáticoparticularmente a alfabetização, em suas diferentes
facetas-outras caracterizadas por ensino incidental, indireto
e subordinado a possibilidades e motivações das crianças;
4º lugar, a necessidade de rever e reformular a formação
dos professores das séries iniciais do ensino
fundamental, de modo a torná-los capazes de enfrentar o
grave e reiterado fracasso escolar na aprendizagem inicial
da língua escrita nas escolas brasileiras.
“alfabetizar e letrar são duas
ações
distintas,
mas
não
inseparáveis, ao contrário: o
ideal
seria
alfabetizar
letrando, ou seja: ensinar a ler e
escrever
no
contexto
das
práticas sociais da leitura e da
escrita, de modo que o indivíduo
se
tornasse,
ao
mesmo
tempo, alfabetizado e letrado.”
(Soares, 1998, p. 47)
O que estamos chamando de atividades de reflexão sobre o Sistema
de Escrita Alfabética?
Como abordado por Leal e Morais (2010), para compreender as
propriedades do sistema alfabético, é necessário que o indivíduo se
aproprie de uma série de conhecimentos, tais como:

A reflexão mais aprofundada sobre os princípios do Sistema de Escrita Alfabética
é contemplada na Unidade 3.
Nessa perspectiva, defendemos que as
crianças
possam vivenciar, desde cedo, atividades que as levem
a pensar sobre as características do nosso sistema de
escrita, de forma reflexiva, lúdica, inseridas em
atividades de leitura e escrita de diferentes textos. É
importante considerar, no entanto, que a apropriação da
escrita alfabética não significa que o sujeito esteja
alfabetizado.
Essa
é
uma
aprendizagem
fundamental, mas para que os indivíduos possam ler
e produzir textos com autonomia é necessário que
eles
consolidem
as
correspondências
grafofônicas, ao mesmo tempo em que vivenciem
atividades de leitura e produção de textos.
AVALIAÇÃO NO CICLO DE
ALFABETIZAÇÃO
ANTES

AGORA
PARA
CONHECER

MEDIR
CLASSIFICAR
EXCLUIR
PARA
RETOMAR

PARA
REFLETIR

PARA
PLANEJAR

PARA
ACOLHER
AVALIAÇÃO
ANTES
O erro ou a escrita
não convencional
indicavam que os
alunos não sabiam
o conteúdo.

AGORA
O erro ou a escrita
não convencional
passam a ser vistos
como reveladores
de suas hipóteses
de escrita.
Como realizar a avaliação diagnóstica?
1.

Por que estou aplicando a avaliação?
PARA
CONHECER

PARA
RETOMAR

PARA
REFLETIR

PARA
PLANEJAR

PARA
ACOLHER

2.
Como proceder?
É uma atividade individual de escrita de uma lista de palavras de um mesmo campo
semântico, seguida da escrita de uma frase.
O professor deve observar como a criança procede em seu pensamento e ações.
Após cada escrita o professor deve pedir para que o aluno faça a leitura .
O professor deve registrar a pauta sonora.
O professor deve fazer todos os registros que achar pertinente sobre a sondagem.
Com essas observações, poderemos saber qual é nível de nossa sala .
Planejar situações onde os alunos vão ter atividades possíveis e desafiadoras.
Ana Cristina Bezerra da Silva, professora do 1º ano de uma escola da rede municipal de ensino do
Recife, relata de forma breve como faz uso da avaliação diagnóstica para identificar os
conhecimentos das crianças em relação ao Sistema de Escrita Alfabética e poder planejar as
atividades de forma a possibilitar que elas avancem em suas hipóteses de escrita:

“Nos primeiros dias de aula deste ano letivo foi estabelecido pela
coordenação da escola, juntamente com todos os professores, um
período de sondagem inicial (ou diagnóstico da turma), para que
pudéssemos descobrir o que cada aluno sabia sobre o sistema de
escrita, bem como identificar quais hipóteses da língua escrita em
que as crianças encontravam- se para que pudéssemos adequar o
planejamento das aulas de acordo com as necessidades de
aprendizagem do grupo. Essa avaliação inicial me permite
acompanhar os avanços na apropriação do Sistema de Escrita
Alfabética durante todo ano. A sondagem inicial foi realizada através
de uma atividade feita individualmente com a produção espontânea
de uma lista de palavras de um mesmo grupo
semântico que, no caso desta turma, escolhi nome de alguns
animais (SAPO, CAVALO, MACACO, CORUJA, VACA, GATO). Em
outro momento fiz aplicação de uma avaliação elaborada pela
coordenadora para aplicação nas turmas do 1 ano, em seguida
foram tabulados os acertos de cada criança de acordo com os
descritores estabelecidos pela escola. Com base nessa tabela, foi
possível fazer uma análise crítica de como deveria ser a rotina e
quais atividades seriam contempladas para que cada criança
avançasse do seu estágio inicial de escrita. Com o resultado desta
sondagem organizei as primeiras atividades para que pudesse fazer
as intervenções adequadas à diversidade de saberes da turma.
Como, no grupo de dezessete alunos, doze estavam no nível présilábico, iniciei as atividades partindo do nome das crianças, para
que as crianças entrassem em contato com a leitura e a escrita
através do que lhe pertence, que é o seu nome. Elaborei também um
quadro, para que, no final de cada bimestre, pudesse manter um
registro criterioso do processo de evolução das hipóteses de escrita
das crianças, pois é através das sondagens e da observação
cuidadosa e constante das produções dos alunos durante o
ano, que eu posso saber em que momento se encontra cada um, e
se a minha rotina está funcionando, e como posso ajustar o
planejamento do meu trabalho para que, no final do ano
letivo, todos estejam alfabetizados.”
(Ana Cristina Bezerra da Silva, professora do 1 Ano da Escola
Municipal Maurício de Nassau – Recife/PE).
Para Ferreira e Leal (2006, p. 18),
“[...] os argumentos para a adoção do regime ciclado são muitos.
Um deles repousa na ideia de que essa estrutura curricular favorece
a continuidade, a interdisciplinaridade e a participação, respeitandose os ritmos e os tempos dos alunos.

Há ainda, nessas propostas, uma negação da lógica
excludente e competitiva (quem vai chegar primeiro?) e
a adoção de uma lógica de inclusão e solidariedade
(partilha de saberes). Outro aspecto a destacar é a
mudança da perspectiva conteudista de “quanto já se
sabe sobre” para uma perspectiva multicultural, que
respeita a diversidade de saberes, práticas e valores
construídos pelo grupo. Há, ainda, uma rejeição da
busca de homogeneização e uma valorização da
heterogeneidade e da diversidade.”
Leitura
Produção de textos escritos
Oralidade
Análise linguística:
discursividade, textualidade e normatividade
Análise linguística: Apropriação
do sistema de escrita alfabética
TAREFA
Analisar do livro didático em relação ao
quadro de “Direitos de aprendizagem”.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Curso De Libras 1 Aula
Curso De Libras 1 AulaCurso De Libras 1 Aula
Curso De Libras 1 Aula
Ana Lúcia Lemes Nunes Silva
 
Apresentação psicogênese da língua escrita
Apresentação psicogênese da língua escritaApresentação psicogênese da língua escrita
Apresentação psicogênese da língua escrita
MARILENE RANGEL
 
Alfabetização e Letramento
Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento
Alfabetização e Letramento
Adriana Pereira
 
O que ensinar sobre ortografia
O que ensinar sobre ortografiaO que ensinar sobre ortografia
O que ensinar sobre ortografia
orientacoesdidaticas
 
Emilia ferreiro e a psicogênese da língua escrita
Emilia ferreiro e a psicogênese da língua escritaEmilia ferreiro e a psicogênese da língua escrita
Emilia ferreiro e a psicogênese da língua escrita
Dennyse Azevedo
 
CONCEPÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO: O QUE ENSINAR NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO
CONCEPÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO: O QUE ENSINAR NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃOCONCEPÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO: O QUE ENSINAR NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO
CONCEPÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO: O QUE ENSINAR NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO
Julhinha Camara
 
2. Apostila da Oficina da Psicogênese em 2021.pdf
2. Apostila da Oficina da Psicogênese em 2021.pdf2. Apostila da Oficina da Psicogênese em 2021.pdf
2. Apostila da Oficina da Psicogênese em 2021.pdf
ArislaneOliveira2
 
Alfabetização e letramento
Alfabetização e letramentoAlfabetização e letramento
Alfabetização e letramento
Naysa Taboada
 
A consciência fonológica e a construção do princípio alfabético (2)
A  consciência  fonológica  e  a  construção  do  princípio  alfabético (2)A  consciência  fonológica  e  a  construção  do  princípio  alfabético (2)
A consciência fonológica e a construção do princípio alfabético (2)
Vandilma Salvador Cabral
 
Hipóteses da escrita
Hipóteses da escritaHipóteses da escrita
Hipóteses da escrita
chagasl
 
Atividades libras
Atividades librasAtividades libras
Atividades libras
Isa ...
 
Libras ilustrada 1 alfabeto manual
Libras ilustrada 1   alfabeto manualLibras ilustrada 1   alfabeto manual
Libras ilustrada 1 alfabeto manual
Dilceia Adilson Goulart
 
Hipóteses da Psicogêse da Língua Escríta
Hipóteses da Psicogêse da Língua EscrítaHipóteses da Psicogêse da Língua Escríta
Hipóteses da Psicogêse da Língua Escríta
Anne Cunha Silveira
 
Letramento
LetramentoLetramento
Oficina jogos fonológicos e a compreensão do sistema de escrita alfabética me
Oficina  jogos fonológicos e a compreensão do sistema de escrita alfabética   meOficina  jogos fonológicos e a compreensão do sistema de escrita alfabética   me
Oficina jogos fonológicos e a compreensão do sistema de escrita alfabética me
Vandilma Salvador Cabral
 
Aula de LIBRAS - Inicial
Aula de LIBRAS - InicialAula de LIBRAS - Inicial
Aula de LIBRAS - Inicial
Paulo Henrique LIBRAS
 
2ª formação leitura e escrita
2ª formação   leitura e escrita2ª formação   leitura e escrita
2ª formação leitura e escrita
PNAIC UFSCar
 
Quiz em libras família 2017
Quiz em libras família 2017Quiz em libras família 2017
Quiz em libras família 2017
Nelinha Soares
 
AlfabetizaçãO E Letramento
AlfabetizaçãO E LetramentoAlfabetizaçãO E Letramento
AlfabetizaçãO E Letramento
henriqueocarvalho
 
Desenvolvimento da oralidade
Desenvolvimento da oralidadeDesenvolvimento da oralidade
Desenvolvimento da oralidade
Denise Oliveira
 

Mais procurados (20)

Curso De Libras 1 Aula
Curso De Libras 1 AulaCurso De Libras 1 Aula
Curso De Libras 1 Aula
 
Apresentação psicogênese da língua escrita
Apresentação psicogênese da língua escritaApresentação psicogênese da língua escrita
Apresentação psicogênese da língua escrita
 
Alfabetização e Letramento
Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento
Alfabetização e Letramento
 
O que ensinar sobre ortografia
O que ensinar sobre ortografiaO que ensinar sobre ortografia
O que ensinar sobre ortografia
 
Emilia ferreiro e a psicogênese da língua escrita
Emilia ferreiro e a psicogênese da língua escritaEmilia ferreiro e a psicogênese da língua escrita
Emilia ferreiro e a psicogênese da língua escrita
 
CONCEPÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO: O QUE ENSINAR NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO
CONCEPÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO: O QUE ENSINAR NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃOCONCEPÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO: O QUE ENSINAR NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO
CONCEPÇÕES DE ALFABETIZAÇÃO: O QUE ENSINAR NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO
 
2. Apostila da Oficina da Psicogênese em 2021.pdf
2. Apostila da Oficina da Psicogênese em 2021.pdf2. Apostila da Oficina da Psicogênese em 2021.pdf
2. Apostila da Oficina da Psicogênese em 2021.pdf
 
Alfabetização e letramento
Alfabetização e letramentoAlfabetização e letramento
Alfabetização e letramento
 
A consciência fonológica e a construção do princípio alfabético (2)
A  consciência  fonológica  e  a  construção  do  princípio  alfabético (2)A  consciência  fonológica  e  a  construção  do  princípio  alfabético (2)
A consciência fonológica e a construção do princípio alfabético (2)
 
Hipóteses da escrita
Hipóteses da escritaHipóteses da escrita
Hipóteses da escrita
 
Atividades libras
Atividades librasAtividades libras
Atividades libras
 
Libras ilustrada 1 alfabeto manual
Libras ilustrada 1   alfabeto manualLibras ilustrada 1   alfabeto manual
Libras ilustrada 1 alfabeto manual
 
Hipóteses da Psicogêse da Língua Escríta
Hipóteses da Psicogêse da Língua EscrítaHipóteses da Psicogêse da Língua Escríta
Hipóteses da Psicogêse da Língua Escríta
 
Letramento
LetramentoLetramento
Letramento
 
Oficina jogos fonológicos e a compreensão do sistema de escrita alfabética me
Oficina  jogos fonológicos e a compreensão do sistema de escrita alfabética   meOficina  jogos fonológicos e a compreensão do sistema de escrita alfabética   me
Oficina jogos fonológicos e a compreensão do sistema de escrita alfabética me
 
Aula de LIBRAS - Inicial
Aula de LIBRAS - InicialAula de LIBRAS - Inicial
Aula de LIBRAS - Inicial
 
2ª formação leitura e escrita
2ª formação   leitura e escrita2ª formação   leitura e escrita
2ª formação leitura e escrita
 
Quiz em libras família 2017
Quiz em libras família 2017Quiz em libras família 2017
Quiz em libras família 2017
 
AlfabetizaçãO E Letramento
AlfabetizaçãO E LetramentoAlfabetizaçãO E Letramento
AlfabetizaçãO E Letramento
 
Desenvolvimento da oralidade
Desenvolvimento da oralidadeDesenvolvimento da oralidade
Desenvolvimento da oralidade
 

Destaque

Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
augustafranca7
 
Oficina leitura e escrita
Oficina leitura e escritaOficina leitura e escrita
Oficina leitura e escrita
Luciana Sá
 
Unidade 3 - PNAIC - Sistema de Escrita Alfabética
Unidade 3 - PNAIC - Sistema de Escrita AlfabéticaUnidade 3 - PNAIC - Sistema de Escrita Alfabética
Unidade 3 - PNAIC - Sistema de Escrita Alfabética
Elaine Cruz
 
Ficha de monitoramento dos níveis da escrita
Ficha de monitoramento dos níveis da  escritaFicha de monitoramento dos níveis da  escrita
Ficha de monitoramento dos níveis da escrita
Andreá Perez Leinat
 
Psicogênese da língua escrita segundo maria emilia ferreiro
Psicogênese da língua escrita segundo maria emilia ferreiroPsicogênese da língua escrita segundo maria emilia ferreiro
Psicogênese da língua escrita segundo maria emilia ferreiro
RoseParre
 
Sondagem de hipótese de escrita
Sondagem de hipótese de escritaSondagem de hipótese de escrita
Sondagem de hipótese de escrita
Maristela Couto
 
Cad infantil2 arte_anual
Cad infantil2 arte_anualCad infantil2 arte_anual
Cad infantil2 arte_anual
Rita Monteiro
 
Slides 8 de junho 2013
Slides 8 de junho 2013Slides 8 de junho 2013
Slides 8 de junho 2013
Fabiana Esteves
 
Tabela sondagem alfabetização
Tabela sondagem alfabetizaçãoTabela sondagem alfabetização
Tabela sondagem alfabetização
alessandra4669
 
Trabalho 21 10-2015 - pauta de observação individual - educação infantil
Trabalho 21 10-2015 - pauta de observação individual - educação infantilTrabalho 21 10-2015 - pauta de observação individual - educação infantil
Trabalho 21 10-2015 - pauta de observação individual - educação infantil
Marcos Junior
 
Características da leitura e escrita
Características da leitura e escritaCaracterísticas da leitura e escrita
Características da leitura e escrita
Jucelia Costa
 
Apresentação Atividades realizadas Turma Pré I Creche Escola Ladybug
Apresentação Atividades realizadas Turma Pré I Creche Escola LadybugApresentação Atividades realizadas Turma Pré I Creche Escola Ladybug
Apresentação Atividades realizadas Turma Pré I Creche Escola Ladybug
Creche Escola Ladybug
 
A importancia da garatuja
A importancia da garatujaA importancia da garatuja
A importancia da garatuja
SimoneHelenDrumond
 
Eu em relação ao mundo arvore genealogica
Eu em relação ao mundo arvore genealogicaEu em relação ao mundo arvore genealogica
Eu em relação ao mundo arvore genealogica
Atividades Diversas Cláudia
 
Livro alfabetização- apropriaçao do sistema de escrita alfabética
Livro   alfabetização- apropriaçao do sistema de escrita alfabéticaLivro   alfabetização- apropriaçao do sistema de escrita alfabética
Livro alfabetização- apropriaçao do sistema de escrita alfabética
Rosangela Silva
 
Texto completo para Teatro de páscoa coelhinho branco - Encante todos com ...
Texto completo para Teatro de páscoa   coelhinho branco - Encante todos com ...Texto completo para Teatro de páscoa   coelhinho branco - Encante todos com ...
Texto completo para Teatro de páscoa coelhinho branco - Encante todos com ...
Atividades para Educação Infantil
 
Como trabalhar para que o aluno avance para o nível alfabético
Como trabalhar para que o aluno avance para o nível alfabéticoComo trabalhar para que o aluno avance para o nível alfabético
Como trabalhar para que o aluno avance para o nível alfabético
Edinei Messias
 
Literatura infantil auxilio no processo de alfabetização e letramento
Literatura infantil auxilio no processo de alfabetização e letramentoLiteratura infantil auxilio no processo de alfabetização e letramento
Literatura infantil auxilio no processo de alfabetização e letramento
Ana Lúcia Hennemann
 
Enfoque Comunicativo Rutas Aprendizaje ccesa
Enfoque Comunicativo Rutas Aprendizaje ccesaEnfoque Comunicativo Rutas Aprendizaje ccesa
Enfoque Comunicativo Rutas Aprendizaje ccesa
Demetrio Ccesa Rayme
 
Psicogênese da Língua Escrita
Psicogênese da Língua EscritaPsicogênese da Língua Escrita
Psicogênese da Língua Escrita
Bruna Braga
 

Destaque (20)

Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
Identificação dos níveis silábicos Emília Ferreiro
 
Oficina leitura e escrita
Oficina leitura e escritaOficina leitura e escrita
Oficina leitura e escrita
 
Unidade 3 - PNAIC - Sistema de Escrita Alfabética
Unidade 3 - PNAIC - Sistema de Escrita AlfabéticaUnidade 3 - PNAIC - Sistema de Escrita Alfabética
Unidade 3 - PNAIC - Sistema de Escrita Alfabética
 
Ficha de monitoramento dos níveis da escrita
Ficha de monitoramento dos níveis da  escritaFicha de monitoramento dos níveis da  escrita
Ficha de monitoramento dos níveis da escrita
 
Psicogênese da língua escrita segundo maria emilia ferreiro
Psicogênese da língua escrita segundo maria emilia ferreiroPsicogênese da língua escrita segundo maria emilia ferreiro
Psicogênese da língua escrita segundo maria emilia ferreiro
 
Sondagem de hipótese de escrita
Sondagem de hipótese de escritaSondagem de hipótese de escrita
Sondagem de hipótese de escrita
 
Cad infantil2 arte_anual
Cad infantil2 arte_anualCad infantil2 arte_anual
Cad infantil2 arte_anual
 
Slides 8 de junho 2013
Slides 8 de junho 2013Slides 8 de junho 2013
Slides 8 de junho 2013
 
Tabela sondagem alfabetização
Tabela sondagem alfabetizaçãoTabela sondagem alfabetização
Tabela sondagem alfabetização
 
Trabalho 21 10-2015 - pauta de observação individual - educação infantil
Trabalho 21 10-2015 - pauta de observação individual - educação infantilTrabalho 21 10-2015 - pauta de observação individual - educação infantil
Trabalho 21 10-2015 - pauta de observação individual - educação infantil
 
Características da leitura e escrita
Características da leitura e escritaCaracterísticas da leitura e escrita
Características da leitura e escrita
 
Apresentação Atividades realizadas Turma Pré I Creche Escola Ladybug
Apresentação Atividades realizadas Turma Pré I Creche Escola LadybugApresentação Atividades realizadas Turma Pré I Creche Escola Ladybug
Apresentação Atividades realizadas Turma Pré I Creche Escola Ladybug
 
A importancia da garatuja
A importancia da garatujaA importancia da garatuja
A importancia da garatuja
 
Eu em relação ao mundo arvore genealogica
Eu em relação ao mundo arvore genealogicaEu em relação ao mundo arvore genealogica
Eu em relação ao mundo arvore genealogica
 
Livro alfabetização- apropriaçao do sistema de escrita alfabética
Livro   alfabetização- apropriaçao do sistema de escrita alfabéticaLivro   alfabetização- apropriaçao do sistema de escrita alfabética
Livro alfabetização- apropriaçao do sistema de escrita alfabética
 
Texto completo para Teatro de páscoa coelhinho branco - Encante todos com ...
Texto completo para Teatro de páscoa   coelhinho branco - Encante todos com ...Texto completo para Teatro de páscoa   coelhinho branco - Encante todos com ...
Texto completo para Teatro de páscoa coelhinho branco - Encante todos com ...
 
Como trabalhar para que o aluno avance para o nível alfabético
Como trabalhar para que o aluno avance para o nível alfabéticoComo trabalhar para que o aluno avance para o nível alfabético
Como trabalhar para que o aluno avance para o nível alfabético
 
Literatura infantil auxilio no processo de alfabetização e letramento
Literatura infantil auxilio no processo de alfabetização e letramentoLiteratura infantil auxilio no processo de alfabetização e letramento
Literatura infantil auxilio no processo de alfabetização e letramento
 
Enfoque Comunicativo Rutas Aprendizaje ccesa
Enfoque Comunicativo Rutas Aprendizaje ccesaEnfoque Comunicativo Rutas Aprendizaje ccesa
Enfoque Comunicativo Rutas Aprendizaje ccesa
 
Psicogênese da Língua Escrita
Psicogênese da Língua EscritaPsicogênese da Língua Escrita
Psicogênese da Língua Escrita
 

Semelhante a unidade 1

Processo e objetivos da alfabetizacao
Processo e objetivos da alfabetizacaoProcesso e objetivos da alfabetizacao
Processo e objetivos da alfabetizacao
Jean Carvalho
 
Resumo sea
Resumo seaResumo sea
Resumo sea
Gisele Silva
 
COMO IDENTIFICAR SINAIS DE ATRASO CRIANÇAS COM DIFICULDADE NA ESCRITA .pdf
COMO IDENTIFICAR SINAIS DE ATRASO  CRIANÇAS COM DIFICULDADE NA ESCRITA .pdfCOMO IDENTIFICAR SINAIS DE ATRASO  CRIANÇAS COM DIFICULDADE NA ESCRITA .pdf
COMO IDENTIFICAR SINAIS DE ATRASO CRIANÇAS COM DIFICULDADE NA ESCRITA .pdf
marcos oliveira
 
JOGOS PARA TRABALHAR OS NÍVEIS DE LEITURA E ESCRITA
JOGOS PARA TRABALHAR OS NÍVEIS DE LEITURA E ESCRITAJOGOS PARA TRABALHAR OS NÍVEIS DE LEITURA E ESCRITA
JOGOS PARA TRABALHAR OS NÍVEIS DE LEITURA E ESCRITA
Fabiana Lopes
 
Processo E Objetivos Da Alfabetização
Processo E Objetivos Da AlfabetizaçãoProcesso E Objetivos Da Alfabetização
Processo E Objetivos Da Alfabetização
J. C.
 
Orientação Técnica ALFABETIZAÇÃO.Letr.EE.ppt
Orientação Técnica ALFABETIZAÇÃO.Letr.EE.pptOrientação Técnica ALFABETIZAÇÃO.Letr.EE.ppt
Orientação Técnica ALFABETIZAÇÃO.Letr.EE.ppt
marcos oliveira
 
hipotesesdeescrita-120704121619-phpapp01.pdf
hipotesesdeescrita-120704121619-phpapp01.pdfhipotesesdeescrita-120704121619-phpapp01.pdf
hipotesesdeescrita-120704121619-phpapp01.pdf
Renata479659
 
Alfaletrando com estratégias Intencionais.pptx
Alfaletrando com estratégias Intencionais.pptxAlfaletrando com estratégias Intencionais.pptx
Alfaletrando com estratégias Intencionais.pptx
profrenatamoraesoli
 
Aula 3 - Letraento e Alfabetização.pdf
Aula 3 -  Letraento e Alfabetização.pdfAula 3 -  Letraento e Alfabetização.pdf
Aula 3 - Letraento e Alfabetização.pdf
RomuloHalley1
 
Cartilha
CartilhaCartilha
Unidade 3 ano 2 A compreensão do Sistema de Escrita Alfabética e a consolidaç...
Unidade 3 ano 2 A compreensão do Sistema de Escrita Alfabética e a consolidaç...Unidade 3 ano 2 A compreensão do Sistema de Escrita Alfabética e a consolidaç...
Unidade 3 ano 2 A compreensão do Sistema de Escrita Alfabética e a consolidaç...
Bete Feliciano
 
Peb i hipóteses de escrita texto
Peb i hipóteses de  escrita  textoPeb i hipóteses de  escrita  texto
Peb i hipóteses de escrita texto
marcaocampos
 
PNAIC - Ano 1 unidade 3
PNAIC - Ano 1   unidade 3PNAIC - Ano 1   unidade 3
PNAIC - Ano 1 unidade 3
ElieneDias
 
Slides unidade 3 texto 1
Slides unidade 3   texto 1Slides unidade 3   texto 1
Slides unidade 3 texto 1
Lais Renata
 
Alfabetizao métodos
Alfabetizao   métodosAlfabetizao   métodos
Alfabetizao métodos
Dennyse Azevedo
 
un-3-e-4-ano-2 (1).ppt
un-3-e-4-ano-2 (1).pptun-3-e-4-ano-2 (1).ppt
un-3-e-4-ano-2 (1).ppt
Bonfim Queiroz Lima
 
un-3-e-4-ano-2 (1).ppt
un-3-e-4-ano-2 (1).pptun-3-e-4-ano-2 (1).ppt
un-3-e-4-ano-2 (1).ppt
Bonfim Queiroz Lima
 
alfabetizacao_letramento.pdf
alfabetizacao_letramento.pdfalfabetizacao_letramento.pdf
alfabetizacao_letramento.pdf
israelf3
 
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
Pedagoga Claudia Oliveira Andrade
 
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
Pedagoga Claudia Oliveira Andrade
 

Semelhante a unidade 1 (20)

Processo e objetivos da alfabetizacao
Processo e objetivos da alfabetizacaoProcesso e objetivos da alfabetizacao
Processo e objetivos da alfabetizacao
 
Resumo sea
Resumo seaResumo sea
Resumo sea
 
COMO IDENTIFICAR SINAIS DE ATRASO CRIANÇAS COM DIFICULDADE NA ESCRITA .pdf
COMO IDENTIFICAR SINAIS DE ATRASO  CRIANÇAS COM DIFICULDADE NA ESCRITA .pdfCOMO IDENTIFICAR SINAIS DE ATRASO  CRIANÇAS COM DIFICULDADE NA ESCRITA .pdf
COMO IDENTIFICAR SINAIS DE ATRASO CRIANÇAS COM DIFICULDADE NA ESCRITA .pdf
 
JOGOS PARA TRABALHAR OS NÍVEIS DE LEITURA E ESCRITA
JOGOS PARA TRABALHAR OS NÍVEIS DE LEITURA E ESCRITAJOGOS PARA TRABALHAR OS NÍVEIS DE LEITURA E ESCRITA
JOGOS PARA TRABALHAR OS NÍVEIS DE LEITURA E ESCRITA
 
Processo E Objetivos Da Alfabetização
Processo E Objetivos Da AlfabetizaçãoProcesso E Objetivos Da Alfabetização
Processo E Objetivos Da Alfabetização
 
Orientação Técnica ALFABETIZAÇÃO.Letr.EE.ppt
Orientação Técnica ALFABETIZAÇÃO.Letr.EE.pptOrientação Técnica ALFABETIZAÇÃO.Letr.EE.ppt
Orientação Técnica ALFABETIZAÇÃO.Letr.EE.ppt
 
hipotesesdeescrita-120704121619-phpapp01.pdf
hipotesesdeescrita-120704121619-phpapp01.pdfhipotesesdeescrita-120704121619-phpapp01.pdf
hipotesesdeescrita-120704121619-phpapp01.pdf
 
Alfaletrando com estratégias Intencionais.pptx
Alfaletrando com estratégias Intencionais.pptxAlfaletrando com estratégias Intencionais.pptx
Alfaletrando com estratégias Intencionais.pptx
 
Aula 3 - Letraento e Alfabetização.pdf
Aula 3 -  Letraento e Alfabetização.pdfAula 3 -  Letraento e Alfabetização.pdf
Aula 3 - Letraento e Alfabetização.pdf
 
Cartilha
CartilhaCartilha
Cartilha
 
Unidade 3 ano 2 A compreensão do Sistema de Escrita Alfabética e a consolidaç...
Unidade 3 ano 2 A compreensão do Sistema de Escrita Alfabética e a consolidaç...Unidade 3 ano 2 A compreensão do Sistema de Escrita Alfabética e a consolidaç...
Unidade 3 ano 2 A compreensão do Sistema de Escrita Alfabética e a consolidaç...
 
Peb i hipóteses de escrita texto
Peb i hipóteses de  escrita  textoPeb i hipóteses de  escrita  texto
Peb i hipóteses de escrita texto
 
PNAIC - Ano 1 unidade 3
PNAIC - Ano 1   unidade 3PNAIC - Ano 1   unidade 3
PNAIC - Ano 1 unidade 3
 
Slides unidade 3 texto 1
Slides unidade 3   texto 1Slides unidade 3   texto 1
Slides unidade 3 texto 1
 
Alfabetizao métodos
Alfabetizao   métodosAlfabetizao   métodos
Alfabetizao métodos
 
un-3-e-4-ano-2 (1).ppt
un-3-e-4-ano-2 (1).pptun-3-e-4-ano-2 (1).ppt
un-3-e-4-ano-2 (1).ppt
 
un-3-e-4-ano-2 (1).ppt
un-3-e-4-ano-2 (1).pptun-3-e-4-ano-2 (1).ppt
un-3-e-4-ano-2 (1).ppt
 
alfabetizacao_letramento.pdf
alfabetizacao_letramento.pdfalfabetizacao_letramento.pdf
alfabetizacao_letramento.pdf
 
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
 
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
Alfabetizaoeletramento 12963975630575-phpapp01
 

Mais de Olívia Oliveira

Quadro de acompanhamento
Quadro de acompanhamentoQuadro de acompanhamento
Quadro de acompanhamento
Olívia Oliveira
 
Almanaque - unidade 6
Almanaque - unidade 6Almanaque - unidade 6
Almanaque - unidade 6
Olívia Oliveira
 
Atividades da oficina de gêneros
 Atividades da oficina de gêneros Atividades da oficina de gêneros
Atividades da oficina de gêneros
Olívia Oliveira
 
Imprimir 21 09
Imprimir 21 09Imprimir 21 09
Imprimir 21 09
Olívia Oliveira
 
Apresentação unidade 5
Apresentação unidade 5Apresentação unidade 5
Apresentação unidade 5
Olívia Oliveira
 
Apresentação 2 unidade 4
Apresentação 2 unidade 4Apresentação 2 unidade 4
Apresentação 2 unidade 4
Olívia Oliveira
 
Apresentação 1 - unidade 4
Apresentação 1 - unidade 4Apresentação 1 - unidade 4
Apresentação 1 - unidade 4
Olívia Oliveira
 
Apresentação unidade2 planejamento
Apresentação unidade2 planejamentoApresentação unidade2 planejamento
Apresentação unidade2 planejamento
Olívia Oliveira
 
O rato e o lápis 1
O rato e o lápis 1O rato e o lápis 1
O rato e o lápis 1
Olívia Oliveira
 
Livro sem pé nem cabeça
Livro sem pé nem cabeçaLivro sem pé nem cabeça
Livro sem pé nem cabeça
Olívia Oliveira
 
Pauta unidade 1
Pauta unidade 1Pauta unidade 1
Pauta unidade 1
Olívia Oliveira
 
As praticas cotidiana de alfabetização
As praticas cotidiana de alfabetizaçãoAs praticas cotidiana de alfabetização
As praticas cotidiana de alfabetização
Olívia Oliveira
 
121 branca de neve e os sete anões
121 branca de neve e os sete anões121 branca de neve e os sete anões
121 branca de neve e os sete anões
Olívia Oliveira
 

Mais de Olívia Oliveira (13)

Quadro de acompanhamento
Quadro de acompanhamentoQuadro de acompanhamento
Quadro de acompanhamento
 
Almanaque - unidade 6
Almanaque - unidade 6Almanaque - unidade 6
Almanaque - unidade 6
 
Atividades da oficina de gêneros
 Atividades da oficina de gêneros Atividades da oficina de gêneros
Atividades da oficina de gêneros
 
Imprimir 21 09
Imprimir 21 09Imprimir 21 09
Imprimir 21 09
 
Apresentação unidade 5
Apresentação unidade 5Apresentação unidade 5
Apresentação unidade 5
 
Apresentação 2 unidade 4
Apresentação 2 unidade 4Apresentação 2 unidade 4
Apresentação 2 unidade 4
 
Apresentação 1 - unidade 4
Apresentação 1 - unidade 4Apresentação 1 - unidade 4
Apresentação 1 - unidade 4
 
Apresentação unidade2 planejamento
Apresentação unidade2 planejamentoApresentação unidade2 planejamento
Apresentação unidade2 planejamento
 
O rato e o lápis 1
O rato e o lápis 1O rato e o lápis 1
O rato e o lápis 1
 
Livro sem pé nem cabeça
Livro sem pé nem cabeçaLivro sem pé nem cabeça
Livro sem pé nem cabeça
 
Pauta unidade 1
Pauta unidade 1Pauta unidade 1
Pauta unidade 1
 
As praticas cotidiana de alfabetização
As praticas cotidiana de alfabetizaçãoAs praticas cotidiana de alfabetização
As praticas cotidiana de alfabetização
 
121 branca de neve e os sete anões
121 branca de neve e os sete anões121 branca de neve e os sete anões
121 branca de neve e os sete anões
 

Último

.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
IslanderAndrade
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Érika Rufo
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
DeuzinhaAzevedo
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
DanielCastro80471
 
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 mateasocialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
ILDISONRAFAELBARBOSA
 
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdfUFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
Manuais Formação
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
NatySousa3
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
jbellas2
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
analuisasesso
 
Funções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prismaFunções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prisma
djincognito
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
JulianeMelo17
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
.Template .padrao .slides .TCC .2024 ppt
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
 
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 mateasocialização faculdade uniasselvi 2024 matea
socialização faculdade uniasselvi 2024 matea
 
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdfUFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
UFCD_5420_Integração de sistemas de informação - conceitos_índice.pdf
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slidesSócrates e os sofistas - apresentação de slides
Sócrates e os sofistas - apresentação de slides
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
 
Funções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prismaFunções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prisma
 
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptxApresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
Apresentação_Primeira_Guerra_Mundial 9 ANO-1.pptx
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
 

unidade 1

  • 2. CONCEPÇÕES DE O QUE ENSINAR ALFABETIZAÇÃO ALFABETIZAÇÃO: NO CICLO DE A escrita não é um código que precisa só ser decodificado e memorizado;  O aluno precisa entender que a escrita no papel representa a fala;  Para apropriação do Sistema de escrita alfabética, os alunos passam por fases; 
  • 4. PRÉ - SILÁBICA Não consegue relacionar as letras com os sons da língua falada, esta fase pode-se dividir em dois níveis: O Nível I pode ser: • Pictórico onde ocorrem na escrita as garatujas ou os rabiscos (desenhos sem figuração); O Nível II – é onde a criança: • Escreve diversas letras para representar palavras.; • Ela percebe que para escrever precisa de letras; • Sua escrita não tem relação com a sonoridade; • A ordem das letras não tem importância; • Para ela a escrita não pode conter menos que três ou quatro letras; • Sua leitura é global; • Nesta fase pode ocorrer o “Realismo Nominal”, ou seja, associa o tamanho da palavra ao tamanho do objeto. Exemplo: A criança acredita que para escrever “ELEFENTE” ela precisa de muitas letras, por que o elefante é grande, e para escrever “FORMIGA” ela precisa de poucas letras, por que a formiga é pequena;
  • 5. PRÉ-SILÁBICO I • Não estabelecem vinculo entre fala e escrita; • Supõem que a escrita é outra forma de desenhar ou representar coisas • Taíssa e Lucas são pictóricos, pois a escrita ocorre em forma de rabiscos ou garatujas (desenhos sem figuração);
  • 6. PRÉ-SILÁBICO II • Usa várias letras para representar uma palavra; • Sabe que para escrever precisa de letras; • Acha que para escrever precisa de mais de três ou quatro letras; • Sua leitura é global; • No caso da Maria apresenta Realismo Nominal (escreve a quantidade de letras de acordo com o tamanho do animal, a formiga é pequena poucas letras, o elefante é grande mais letras). Além de usar as letras do próprio nome na escrita.
  • 7. SILÁBICA • Interpreta a letra a sua maneira, atribuído valor de silaba a cada uma; • É nesta fase que a criança percebe que não precisa de um monte de letras para cada palavra escrita. Mas às vezes coloca letras entre as sílabas que são chamadas de “almofadas” (no meio da palavra) ou “sobrantes” (no final da palavra) talvez para ficar “mais bonito”. Exemplo: UAX (uva) • As vezes pode usar uma letra para representar cada palavra na frase, pois para a criança nesta fase a “sílaba” é a menor unidade da escrita, na frase a menor unidade é a “palavra”. • Esta hipótese pode se dividir em dois níveis: Silábico Sem Valor Sonoro e Silábico Com Valor Sonoro. • Silábico Sem Valor Sonoro a criança relaciona a escrita e a fala, para cada vez que pronuncia uma sílaba, ela escreve uma letra, porém essa letra (grafema) não tem relação com o som (fonema). Exemplo: XLH (cavalo); • Silábico Com Valor Sonoro, usa uma letra para cada vez que pronuncia uma sílaba, mas desta vez faz relação com o fonema (som). Exemplo: CVL, CVO, AAO ou AVL (cavalo). • Na hipótese silábica com valor sonoro, pode surgir a falha na alfabetização, a criança pode ser “vocálica” (iniciou a alfabetização a partir das vogais, exemplo: escreve AAO - cavalo) ou “consonantal” (iniciou a alfabetização a partir das consoantes, exemplo: escreve CVL cavalo).
  • 8. SILÁBICO SEM VALOR SONORO •Usa uma letra para cada vez que pronuncia uma sílaba, porém sem relacionar a letra com o fonema (som); • No caso de Ana ela usa na frase uma letra para representar uma palavra;
  • 9. SILÁBICO COM VALOR SONORO • Usa uma letra para cada vez que pronuncia uma sílaba, relacionando letra a fonema (som); • Gabriel é vocálico, iniciou sua alfabetização a partir das vogais; • Júlia é consonantal, iniciou sua alfabetização a partir das consoantes.
  • 10. SILÁBICA-ALFABÉTICA Esta é a hipótese intermediária em que a criança ora escreve silabicamente, ora alfabeticamente, ou seja, mistura a lógica da fase anterior com a identificação de algumas sílabas. Exemplo: escreve SAPT – sapato.
  • 11. SILÁBICO-ALFABÉTICO • Ora escreve de forma silábica, ora de forma alfabética; • Percebe o som da sílaba acrescentando letras; • Ainda em conflito
  • 12. Alfabética  Toda criança nesta hipótese é sonora;  Domina a maioria das letras do alfabeto, apresentando apenas dificuldades na ortografia;  Domina, enfim, o código escrito, distinguindo letras, sílabas, palavras e frases.  O princípio de que o processo de conhecimento por parte da criança deve ser gradual, corresponde aos mecanismos deduzidos por Piaget, segundo os quais cada salto cognitivo depende de uma assimilação e de uma reacomodação dos esquemas internos, que necessariamente levam tempo.  A alfabetização é um processo continuo construído ao longo do desenvolvimento da criança é a ação de ensinar, ou aprender a ler e a escrever, estando intimamente ligada aos conhecimentos da leitura e escrita.  Ao organizar atividades que favoreçam a aquisição da leitura e da escrita, o alfabetizador deve buscar conhecimentos teóricos nos estudos de Emília Ferreiro e Ana Teberosky em “Psicogênese da Língua Escrita”, para que possa compreender que saber ler não é apenas conhecer o sistema alfabético da língua escrita, mas é também saber ler de forma critica, reconhecendo diferentes tipos de textos.  O professor envolvido no processo de aquisição da língua escrita precisa construir um ambiente alfabetizador, isto significa possibilitar ao aluno o contato com a diversidade de textos presentes no dia-a-dia e utilizar a escrita de maneira crítica e ativa na alfabetização.
  • 13. ALFABÉTICO • Domina a maioria das letras; •Apresenta dificuldades ortográficas; • Distingue letras, sílabas, palavras e frase; • Lê de acordo com o ritmo frasal; • Tem domínio do código escrito.
  • 14. É interagindo com a escrita, contemplando seus usos e funções, que os alunos se apropriam da escrita alfabética.
  • 16. LETRAMENTO  Surge na década de 1990  ALFABETIZAR: corresponde à ação de ensinar a ler e escrever;  LETRAMENTO: corresponde a um estado ou a condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas que cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita.
  • 17. REFLEXÕES Uma pessoa pode ser letrada se não for alfabetizada?  Apenas a interação com textos que circulam na sociedade garante que os alunos se apropriem da escrita alfabética?  Por que muitos alunos ainda continuam chegando ao final do 1º ano ou mesmo no final do 1º ciclo do Ensino Fundamental sem saber ler e escrever?  Será que se a gente desconsiderar tudo o que já foi visto até hoje sobre Educação e desenvolver uma nova teoria, método, abordagem resolveria o nosso problema? 
  • 18. Letramento e alfabetização: as muitas facetas – Magda Soares  1º lugar, a necessidade de reconhecimento da especificidade da alfabetização, entendida como processo de aquisição e apropriação do sistema da escrita, alfabético e ortográfico;  2º lugar, e como decorrência, a importância de que a alfabetização se desenvolva num contexto de letramento - entendido este, no que se refere à etapa inicial da aprendizagem da escrita, como a participação em eventos variados de leitura e de escrita, e o consequente desenvolvimento de habilidades de uso da leitura e da escrita nas práticas sociais que envolvem a língua escrita, e de atitudes positivas em relação a essas práticas;
  • 19.   3º lugar, o reconhecimento de que tanto a alfabetização quanto o letramento têm diferentes dimensões, ou facetas, a natureza de cada uma delas demanda uma metodologia diferente, de modo que a aprendizagem inicial da língua escrita exige múltiplas metodologias, algumas caracterizadas por ensino direto, explícito e sistemáticoparticularmente a alfabetização, em suas diferentes facetas-outras caracterizadas por ensino incidental, indireto e subordinado a possibilidades e motivações das crianças; 4º lugar, a necessidade de rever e reformular a formação dos professores das séries iniciais do ensino fundamental, de modo a torná-los capazes de enfrentar o grave e reiterado fracasso escolar na aprendizagem inicial da língua escrita nas escolas brasileiras.
  • 20. “alfabetizar e letrar são duas ações distintas, mas não inseparáveis, ao contrário: o ideal seria alfabetizar letrando, ou seja: ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, de modo que o indivíduo se tornasse, ao mesmo tempo, alfabetizado e letrado.” (Soares, 1998, p. 47)
  • 21. O que estamos chamando de atividades de reflexão sobre o Sistema de Escrita Alfabética? Como abordado por Leal e Morais (2010), para compreender as propriedades do sistema alfabético, é necessário que o indivíduo se aproprie de uma série de conhecimentos, tais como: A reflexão mais aprofundada sobre os princípios do Sistema de Escrita Alfabética é contemplada na Unidade 3.
  • 22. Nessa perspectiva, defendemos que as crianças possam vivenciar, desde cedo, atividades que as levem a pensar sobre as características do nosso sistema de escrita, de forma reflexiva, lúdica, inseridas em atividades de leitura e escrita de diferentes textos. É importante considerar, no entanto, que a apropriação da escrita alfabética não significa que o sujeito esteja alfabetizado. Essa é uma aprendizagem fundamental, mas para que os indivíduos possam ler e produzir textos com autonomia é necessário que eles consolidem as correspondências grafofônicas, ao mesmo tempo em que vivenciem atividades de leitura e produção de textos.
  • 23.
  • 24. AVALIAÇÃO NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO ANTES AGORA PARA CONHECER MEDIR CLASSIFICAR EXCLUIR PARA RETOMAR PARA REFLETIR PARA PLANEJAR PARA ACOLHER
  • 25. AVALIAÇÃO ANTES O erro ou a escrita não convencional indicavam que os alunos não sabiam o conteúdo. AGORA O erro ou a escrita não convencional passam a ser vistos como reveladores de suas hipóteses de escrita.
  • 26. Como realizar a avaliação diagnóstica? 1. Por que estou aplicando a avaliação? PARA CONHECER PARA RETOMAR PARA REFLETIR PARA PLANEJAR PARA ACOLHER 2. Como proceder? É uma atividade individual de escrita de uma lista de palavras de um mesmo campo semântico, seguida da escrita de uma frase. O professor deve observar como a criança procede em seu pensamento e ações. Após cada escrita o professor deve pedir para que o aluno faça a leitura . O professor deve registrar a pauta sonora. O professor deve fazer todos os registros que achar pertinente sobre a sondagem. Com essas observações, poderemos saber qual é nível de nossa sala . Planejar situações onde os alunos vão ter atividades possíveis e desafiadoras.
  • 27. Ana Cristina Bezerra da Silva, professora do 1º ano de uma escola da rede municipal de ensino do Recife, relata de forma breve como faz uso da avaliação diagnóstica para identificar os conhecimentos das crianças em relação ao Sistema de Escrita Alfabética e poder planejar as atividades de forma a possibilitar que elas avancem em suas hipóteses de escrita: “Nos primeiros dias de aula deste ano letivo foi estabelecido pela coordenação da escola, juntamente com todos os professores, um período de sondagem inicial (ou diagnóstico da turma), para que pudéssemos descobrir o que cada aluno sabia sobre o sistema de escrita, bem como identificar quais hipóteses da língua escrita em que as crianças encontravam- se para que pudéssemos adequar o planejamento das aulas de acordo com as necessidades de aprendizagem do grupo. Essa avaliação inicial me permite acompanhar os avanços na apropriação do Sistema de Escrita Alfabética durante todo ano. A sondagem inicial foi realizada através de uma atividade feita individualmente com a produção espontânea de uma lista de palavras de um mesmo grupo
  • 28. semântico que, no caso desta turma, escolhi nome de alguns animais (SAPO, CAVALO, MACACO, CORUJA, VACA, GATO). Em outro momento fiz aplicação de uma avaliação elaborada pela coordenadora para aplicação nas turmas do 1 ano, em seguida foram tabulados os acertos de cada criança de acordo com os descritores estabelecidos pela escola. Com base nessa tabela, foi possível fazer uma análise crítica de como deveria ser a rotina e quais atividades seriam contempladas para que cada criança avançasse do seu estágio inicial de escrita. Com o resultado desta sondagem organizei as primeiras atividades para que pudesse fazer as intervenções adequadas à diversidade de saberes da turma. Como, no grupo de dezessete alunos, doze estavam no nível présilábico, iniciei as atividades partindo do nome das crianças, para que as crianças entrassem em contato com a leitura e a escrita através do que lhe pertence, que é o seu nome. Elaborei também um quadro, para que, no final de cada bimestre, pudesse manter um registro criterioso do processo de evolução das hipóteses de escrita
  • 29. das crianças, pois é através das sondagens e da observação cuidadosa e constante das produções dos alunos durante o ano, que eu posso saber em que momento se encontra cada um, e se a minha rotina está funcionando, e como posso ajustar o planejamento do meu trabalho para que, no final do ano letivo, todos estejam alfabetizados.” (Ana Cristina Bezerra da Silva, professora do 1 Ano da Escola Municipal Maurício de Nassau – Recife/PE).
  • 30. Para Ferreira e Leal (2006, p. 18), “[...] os argumentos para a adoção do regime ciclado são muitos. Um deles repousa na ideia de que essa estrutura curricular favorece a continuidade, a interdisciplinaridade e a participação, respeitandose os ritmos e os tempos dos alunos. Há ainda, nessas propostas, uma negação da lógica excludente e competitiva (quem vai chegar primeiro?) e a adoção de uma lógica de inclusão e solidariedade (partilha de saberes). Outro aspecto a destacar é a mudança da perspectiva conteudista de “quanto já se sabe sobre” para uma perspectiva multicultural, que respeita a diversidade de saberes, práticas e valores construídos pelo grupo. Há, ainda, uma rejeição da busca de homogeneização e uma valorização da heterogeneidade e da diversidade.”
  • 32.
  • 36. Análise linguística: Apropriação do sistema de escrita alfabética
  • 37. TAREFA Analisar do livro didático em relação ao quadro de “Direitos de aprendizagem”.