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deficiência já convivem na
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igualitária, respeitosa e
acolhedora.
DOCUMENTOS LEGAIS
NACIONAIS E INTERNACIONAIS ATUAIS
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 Declaração Mundial sobre EDUCAÇÃO PARA TODOS (UNESCO, 1990);
 Declaração de Salamanca (ESPANHA 1994);
 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (BRASIL, 1996);
 Convenção de Guatemala (inicio deste Século, 2001);
 Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada e
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Uma escola democrática, que se adapte para todos os alunos,
independente de raça, etnia, gênero, deficiências, situação
sócio econômica, entre outros. Um espaço onde os DIREITOS
de todos sejam respeitados a partir das habilidades e
competências de cada um.
A escola e seus defasios no processo de inclusão
A escola e seus defasios no processo de inclusão
Perrenoud (1993) explicita que há necessidade de reformulações na
formação inicial do professor de ensino básico. Ele aponta para uma
grande dose de idealismo nestes cursos e para o fato de que grande parte
do que se aprende não é possível ser aplicado na prática, visto que muitos
formadores desconhecem a realidade da sala de aula, das escolas e do
sistema educacional. Porém não existem receitas acabadas, mesmo porque
cada educando é único, assim como são únicas as diferentes situações de
aprendizagem.
Mazzotta (2003) atenta para a necessidade de não serem feitas
generalizações quanto às necessidades especiais de alunos com deficiência,
pois todo aluno e toda escola são especiais em sua singularidade. Por isso,
somente nas situações concretas em que se encontram os alunos nas escolas
pode-se interpretar as necessidades educacionais escolares como comuns
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Deficiências – Mário Quintana
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do seu destino.
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“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem
olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo
de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus
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“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara
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A escola e seus defasios no processo de inclusão

  • 5. CONCEITOS EXCLUSÃO As pessoas com deficiência, diferentes eram perseguidas, punidas ou até mesmo exterminadas na/pela sociedade. SEGREGAÇÃO Quando pessoas com deficiência, mantidas isoladas, atendidas por caridade ou assistencialismo. INTEGRAÇÃO Período em que o sujeito com diferenças está em um processo de adaptação, treinamento e normalização. INCLUSÃO Quando as pessoas com deficiência já convivem na sociedade de forma igualitária, respeitosa e acolhedora.
  • 6. DOCUMENTOS LEGAIS NACIONAIS E INTERNACIONAIS ATUAIS  Constituição Federal (BRASIL, 1998);  Declaração Mundial sobre EDUCAÇÃO PARA TODOS (UNESCO, 1990);  Declaração de Salamanca (ESPANHA 1994);  Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (BRASIL, 1996);  Convenção de Guatemala (inicio deste Século, 2001);  Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada e incorporada a Constituição como Decreto Legislativo nº 186 (BRASIL, 2008).
  • 7. Uma escola democrática, que se adapte para todos os alunos, independente de raça, etnia, gênero, deficiências, situação sócio econômica, entre outros. Um espaço onde os DIREITOS de todos sejam respeitados a partir das habilidades e competências de cada um.
  • 10. Perrenoud (1993) explicita que há necessidade de reformulações na formação inicial do professor de ensino básico. Ele aponta para uma grande dose de idealismo nestes cursos e para o fato de que grande parte do que se aprende não é possível ser aplicado na prática, visto que muitos formadores desconhecem a realidade da sala de aula, das escolas e do sistema educacional. Porém não existem receitas acabadas, mesmo porque cada educando é único, assim como são únicas as diferentes situações de aprendizagem. Mazzotta (2003) atenta para a necessidade de não serem feitas generalizações quanto às necessidades especiais de alunos com deficiência, pois todo aluno e toda escola são especiais em sua singularidade. Por isso, somente nas situações concretas em que se encontram os alunos nas escolas pode-se interpretar as necessidades educacionais escolares como comuns ou especiais.
  • 17. Deficiências – Mário Quintana “Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. “Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui. “Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. “Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. “Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. “Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. “Diabético” é quem não consegue ser doce. “Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois “Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus. “A amizade é um amor que nunca morre.”