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CURSO DE EXTENÇÃO:
EDUCAÇÃO, DIVERSIDADE E
RELAÇÕES INTERCULTURAIS.
       PROJETO:
  IGUAIS E DIFERENTES.
EMEI BEM-ME-QUER
PROFESSORA: ANA LÚCIA DO AMARAL FRANCESCHI
JUSTIFICATIVA:
   O presente projeto tem como finalidade
promover a reflexão sobre a igualdade racial e
o preconceito. Desde cedo as crianças
precisam pensar sobre estes assuntos que
permeiam o nosso dia-a-dia, para que possam
internalizar atitudes de respeito a todos os
seus semelhantes, independente de cor, raça
e credo.
OBJETIVOS

• Desenvolver o pensamento reflexivo;
• Conhecer e valorizar as diferentes etnias que
  existem no mundo e que formam a nossa população;
• Reconhecer a influência dos negros na formação
  brasileira;
• Desenvolver o respeito pelos seus semelhantes;
• Ressaltar a importância dos valores humanos com
  atitudes positivas;
“É PRECISO CONHECER PARA RESPEITAR”
TUDO COMEÇA AQUI...
• Roda de conversas na barraca de TNT, montada
   na sala de aula:
• A fantasia toma conta e tudo é possível...
• A história da “Uma Joaninha diferente” é
   apreciada e explorada com mais interesse, pois a
   fantasia é inerente a criança...
• Fala da aluna Manuela:
- “A Joaninha só não tinha bolinhas, mas é uma
   Joaninha...”
• Fala da aluna Sofia:
- “Ela era diferente, não tinha bolinhas.”
Capítulo: “Cada um é diferente e especial”,
    do livro: “Gosto de ser como sou”
“Se você colocar tinta no dedo e pressioná-lo
   no papel, fará determinada marca. Ninguém
   mais no mundo inteiro pode ter a mesma
   impressão digital. Você é único. Você não
   precisa fazer algo de especial para ser
   especial- você já é.” (ADAMS E BUTCH, 2002)
• Fala da aluna Eduarda:
- “Eu sou especial pra minha mãe!”
• Fala do aluno Vinicius: - “Eu também.”
- “Todo mundo é!”, disse a aluna Manuela
“Eu sou assim”
Atividade realizada pelos pais.
Bonecos de pano da nossa sala: Júlia, Guilherme e a
Menina de Angola e a Menina bonita do laço de fita.
              Fala da aluna Larissa:
“Tem que cuidar deles...” e “respeitar todo mundo.”
A cultura Africana na sala
 “As tranças de Bintou”, a história foi
apresentada em vídeo e registrada pela
           turma do Jardim.
Já no Maternal II após o vídeo foi realizada
          uma roda de conversa
• Fala da aluna Eduarda:
-“Minha mãe faz estas coisinhas no meu cabelo”
• Fala da professora Ana:
- “Estas “coisinhas” como vocês chamam, lá na
  África eles chamam de “birotes”, como conta
  a história, são enfeites para os cabelos das
  meninas mais novas”.
Celebrando a igualdade pelas
         diferenças
Em todas as brincadeiras as crianças estavam
            interagindo melhor.
Através de brincadeiras, histórias e músicas, as crianças
   do berçário começam a aprender que ser amigo é
     brincar junto, sem morder, sem bater. É uma
                   construção diária.
A história “A colcha de retalhos” foi um mini-projeto
  muito significativo, pois em cada lembrança, cada
  retalho costurado, a turma estava simbolicamente
   unida pelas suas recordações e suas diferenças.
Os registros mostraram, através dos agradecimentos,
como foi importante para cada família ter participado
                    deste trabalho.
Confeccionamos um cartaz mostrando a diversidade
racial da nossa população e a rica contribuição cultural.
  O globo foi o nosso ponto de referência, as crianças
exploraram o continente Africano e o nosso continente
   com muito interesse, sempre atentos as falas das
  professoras sobre as diferenças culturais, querendo
                      saber mais.
Através de uma linguagem simples, de fácil
entendimento, com histórias diversificadas
    exploramos valores e sentimentos.
Aceitar o jeito do colega ou pelo menos pensar
 nas diferenças entre eles, sem rejeitar, já faz
            parte do nosso dia-a-dia.
A igualdade e a diferença entre as pessoas são
         exploradas criativamente...
Painel contemplando a diversidade da
           turma do Jardim
A cultura Indígena na sala de aula
Depois de assistirem o vídeo da apresentação da
  dança das crianças da Aldeia Guarani, eles
          também quiseram dançar...
Fala indígena e Quilombola:

“É necessário resgatar nossa
 história começando pelos
         pequenos.”
“Nem especial, nem regular, nem
      pra ‘normais’, nem pra
 ‘deficientes’...apenas educação,
    porque chegará o dia que a
   educação será uma coisa só”.
                    Autor desconhecido
Referencial Bibliográfico
•   BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
    Referencial curricular nacional para a Educação Infantil . Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v.

•   ABRAMOWICZ, Anete; [et al.]. Trabalhando a diferença na Educação Infantil: propostas de
    atividades. São Paulo: Moderna, 2006. (Cotidiano escolar: ação docente).

•   FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo:
    Paz e Terra, 1996. (Coleção Leitura);

•   SOUZA, Yvone Costa de. Crianças Negras: deixei meu coração embaixo da carteira. Porto
    Alegre: Mediação, 2002. (Cadernos Educação Infantil n.12);
LITERATURA INFANTIL
•   Uma Joaninha diferente / Regina Célia Melo – Paulinas;
•   Gosto de ser como sou / Christine Adans e Robert J. Butch – Paulus;
•   A linda garota de Angola / Ana Gizélia Vieira – Instituto Afa e Beto;
•   As tranças de Bintou / Sylviane A. Diouf – Cosac Naify;
•   A colcha de retalhos / Conceil Correa da Silva e Nye Ribeiro da Silva – Brasil;
•   O pássaro sem cor / Luiz Norberto Pascoal – Educar;
•   Abaré / Graça Lima – Paulus;
•   Menina bonita do laço de fita / Ana Maria Machado – Ática;
•   Ninguém é igual a ninguém / Regina Otero e Regina Rennó – Brasil;
•   Apelido não tem cola / Regina Otero e Regina Rennó – Brasil;
•   Diga Paz / Willian Sam – Scipione;
•   Tudo bem ser diferente / Todd Parr – Panda Books;
•   O cabelo de Lelê / Valéria Belém – Companhia editora Nacional;
•   Não tem dois iguais / Carmem Lúcia Campos – Escala Nacional;
•   Minha irmã é diferente / Betty Ren Wright – Ática;
•   O menino que via com as mãos / Alexandre Azevedo – Paulinas;
•   Bruna e a galinha de Angola / Gercilga S. De Almeida – Pallas.