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Diariamente, deparamo-nos com educadores angustiados diante de
certos conflitos. Os mais comprometidos não esmorecem e buscam alternativas
para melhorarem a qualidade de suas relações. Tarefa pouco fácil, pois não há
receitas prontas. Com as constantes mudanças que ocorrem na sociedade,
mudam-se também os comportamentos, exigindo assim, a quebra de alguns
paradigmas e a busca de novas posturas.
Nos Parâmetros Curriculares Nacionais, publicado em 1997, a ética além de
ser considerada um dos temas mais trabalhados pelo pensamento filosófico
contemporâneo, é também um tema presente no cotidiano de cada um, fazendo parte
do vocabulário conhecido por quase todos. Leia-se:
“A reflexão ética traz á luz a discussão sobre a liberdade de escolha.
A ética interroga sobre a legitimidade de práticas e valores
consagrados pela tradição e pelo costume. Abrange tanto a crítica
das relações entre os grupos, dos grupos nas instituições e perante
elas, quanto a dimensão das ações pessoais” (p. 29-30)
Portanto, a prática da ética docente e da violência nas escolas, dar-se
através de busca de poderes, onde professor e aluno medem forças, buscando
mostrar quem de fato é a autoridade na sala de aula.
Assim, se a violência se faz presente no ambiente escolar, criando conflitos
e obstáculos no processo pedagógico, faz-se necessário um repensar na violência,
procurando a resolução de tais anormalidades através de princípios éticos.
A violência é hoje uma das principais preocupações da sociedade. Ela
atinge a vida e a integridade física das pessoas . É um produto de modelos de
desenvolvimento que tem suas raízes na história .
A definição de violência se faz necessária para uma maior compreensão
da violência escolar. É uma transgressão da ordem e das regras da vida em
sociedade. É o atentado direto, físico contra a pessoa cuja vida, saúde e
integridade física ou liberdade individual correm perigo a partir da ação de outros.
Neste sentido Aida Monteiro se expressa "entendemos a violência, enquanto
ausência e desrespeito aos direitos do outro”. No estudo realizado pela autora em
uma escola, buscou-se perceber a concepção de violência dada pelo corpo
docente e discente da instituição.
Para o corpo discente "violência representa
agressão física, simbolizada pelo
estupro, brigas em família e também a falta de
respeito entre as pessoas". Enquanto que para
o corpo docente “a violência, enquanto
descumprimento das leis e da falta de
condições materiais da população, associando
a violência à miséria, à exclusão social e ao
desrespeito ao cidadão" .
A VIOLÊNCIA ESCOLAR
Violência pode ser também “uma reação consequente
a um sentimento de ameaça ou de falência da
capacidade psíquica em suportar o conjunto de
pressões internas e externas a que está submetida”
LEVISKY (1995) apud DIAS;ZENAIDE(2003)
O crime é uma tipificação social e portanto definido
socialmente é uma rotulação atribuída a alguém que
fez o que reprovamos. "Não reprovamos o ato
porque é criminoso. É criminoso porque o
reprovamos“ (Émile Durkheim).
É IMPORTANTE REFLETIRMOS A DIFERENÇA ENTRE
AGRESSIVIDADE, CRIME E VIOLÊNCIA.
É neste contexto que destacamos os tipos de violência praticados
dentro da escola:
 Violência contra o patrimônio - é a violência praticada contra a parte física da escola. " É
contra a própria construção que se voltam os pré-adolescentes e os adolescentes , obrigados
que são a passar neste local oito ou nove horas por dia." COLOMBIER et al.(1989)
 Violência doméstica - é a violência praticada por familiares ou pessoas ligadas diretamente
ao convívio diário do adolescente.
 Violência simbólica - É a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da
capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. " A violência simbólica é a
mais difícil de ser percebida ... porque é exercida pela sociedade quando esta não é capaz de
encaminhar seus jovens ao mercado de trabalho, quando não lhes oferece oportunidades para o
desenvolvimento da criatividade e de atividades de lazer; quando as escolas impõem conteúdos
destituídos de interesse e de significado para a vida dos alunos; ou quando os professores se
recusam a proporcionar explicações suficientes , abandonando os estudantes à sua própria sorte
, desvalorizando-os com palavras e atitudes de desmerecimento". (ABRAMOVAY ; RUA , 2002,
p.335) a violência simbólica também pode ser contra o professor quando este é agredido em seu
trabalho pela indiferença e desinteresse do aluno. ABRAMOVAY ; RUA ( 2002)
 Violência física - "Brigar , bater, matar, suicidar, estuprar, roubar, assaltar, tiroteio, espancar,
pancadaria, neguinho sangrando, Ter guerra com alguém, andar armado e, também participar
das atividades das gangues " ABRAMOVAY et al. (1999)
AÇÃO CRÍTICA E REFLEXIVA: A ética docente
Façamos uma reflexão sobre a ação do professor educador, tendo como
base uma visão construtivista pautada nos valores éticos. Para tanto, é importante
demonstrar que cada profissional envolvido no processo ensino-aprendizagem tem
um papel fundamental na construção e no desenvolvimento do educando, e que às
tendências e concepções da educação desenvolvida no cotidiano escolar devem
visar à construção do saber. Portanto, é extremamente urgente a necessidade de
uma visão construtivista e ética na prática educacional.
Tendo em vista que a problemática da violência
na escola questiona as ações do docente,
como também faz emergir uma relação
paradoxal entre o “velho e o novo”, o que deve
permanecer, e o que deve ser diferente no
processo pedagógico.
Assim, consideramos que estas abordagens levantam questões Éticas.
Entendemos como ética uma forma de “pensamento crítico que quer olhar com
clareza, com abrangência, com profundidade os problemas que se colocam aos
homens em sua vida”. É dentro deste aspecto ético que pretendemos encaminhar a
ação do educador frente à problemática da violência, já que na a ética faz pensar as
ações humanas, e claro, também, as ações dentro do Sistema Educacional, e
consequente seus fundamentos. Assim entendemos que:
“a educação supõe a força e a ação de uns sobre os
outros, portanto supõe autoridade e direção. Elas podem ser
impostas ou não. O que diferencia uma coisa da outra são as
atitudes, os valores, a ética”.
Nesse sentido, faz-se necessário a
participação não só dos professores
educadores, mais também a participação
dos alunos, especialistas, pais e demais
pessoas envolvidas no processo educativo,
seria o ponto de convergência das ações
direcionadas para a produção do
conhecimento, tendo como referencial a
prática da ética nas escolas partindo da
realidade histórica de todos os sujeitos
envolvidos neste processo ético educativo.
RELAÇÃO PROFESSOR - ALUNO
A relação do professor com seus alunos é de fundamental importância para
a Educação, pois a partir da forma de agir do mestre é quando podemos identificar a
prática de uma docência ética no processo de ensino aprendizagem e o aprendiz se
sentirá mais receptivo e acolhido no espaço escolar. A reciprocidade, simpatia e
respeito entre professor e aluno proporcionam um trabalho construtivo e
respeitoso, em que o educando é tratado como pessoa e não como número, ou
seja, mais um.
Neste sentido, para
nós pensar em educação é
pensar num processo de
aprendizagem que envolve
professor-aluno como
parceiros de uma caminhada
que leva em conta a
formação pessoal e
profissional, apatir de
conceitos éticos.

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VIOLÊNCIA E ÉTICA DOCENTE NO ESPAÇO ESCOLAR

  • 1.
  • 2.
  • 3. Diariamente, deparamo-nos com educadores angustiados diante de certos conflitos. Os mais comprometidos não esmorecem e buscam alternativas para melhorarem a qualidade de suas relações. Tarefa pouco fácil, pois não há receitas prontas. Com as constantes mudanças que ocorrem na sociedade, mudam-se também os comportamentos, exigindo assim, a quebra de alguns paradigmas e a busca de novas posturas.
  • 4. Nos Parâmetros Curriculares Nacionais, publicado em 1997, a ética além de ser considerada um dos temas mais trabalhados pelo pensamento filosófico contemporâneo, é também um tema presente no cotidiano de cada um, fazendo parte do vocabulário conhecido por quase todos. Leia-se: “A reflexão ética traz á luz a discussão sobre a liberdade de escolha. A ética interroga sobre a legitimidade de práticas e valores consagrados pela tradição e pelo costume. Abrange tanto a crítica das relações entre os grupos, dos grupos nas instituições e perante elas, quanto a dimensão das ações pessoais” (p. 29-30) Portanto, a prática da ética docente e da violência nas escolas, dar-se através de busca de poderes, onde professor e aluno medem forças, buscando mostrar quem de fato é a autoridade na sala de aula. Assim, se a violência se faz presente no ambiente escolar, criando conflitos e obstáculos no processo pedagógico, faz-se necessário um repensar na violência, procurando a resolução de tais anormalidades através de princípios éticos.
  • 5. A violência é hoje uma das principais preocupações da sociedade. Ela atinge a vida e a integridade física das pessoas . É um produto de modelos de desenvolvimento que tem suas raízes na história . A definição de violência se faz necessária para uma maior compreensão da violência escolar. É uma transgressão da ordem e das regras da vida em sociedade. É o atentado direto, físico contra a pessoa cuja vida, saúde e integridade física ou liberdade individual correm perigo a partir da ação de outros. Neste sentido Aida Monteiro se expressa "entendemos a violência, enquanto ausência e desrespeito aos direitos do outro”. No estudo realizado pela autora em uma escola, buscou-se perceber a concepção de violência dada pelo corpo docente e discente da instituição. Para o corpo discente "violência representa agressão física, simbolizada pelo estupro, brigas em família e também a falta de respeito entre as pessoas". Enquanto que para o corpo docente “a violência, enquanto descumprimento das leis e da falta de condições materiais da população, associando a violência à miséria, à exclusão social e ao desrespeito ao cidadão" . A VIOLÊNCIA ESCOLAR
  • 6. Violência pode ser também “uma reação consequente a um sentimento de ameaça ou de falência da capacidade psíquica em suportar o conjunto de pressões internas e externas a que está submetida” LEVISKY (1995) apud DIAS;ZENAIDE(2003) O crime é uma tipificação social e portanto definido socialmente é uma rotulação atribuída a alguém que fez o que reprovamos. "Não reprovamos o ato porque é criminoso. É criminoso porque o reprovamos“ (Émile Durkheim). É IMPORTANTE REFLETIRMOS A DIFERENÇA ENTRE AGRESSIVIDADE, CRIME E VIOLÊNCIA.
  • 7. É neste contexto que destacamos os tipos de violência praticados dentro da escola:  Violência contra o patrimônio - é a violência praticada contra a parte física da escola. " É contra a própria construção que se voltam os pré-adolescentes e os adolescentes , obrigados que são a passar neste local oito ou nove horas por dia." COLOMBIER et al.(1989)  Violência doméstica - é a violência praticada por familiares ou pessoas ligadas diretamente ao convívio diário do adolescente.  Violência simbólica - É a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. " A violência simbólica é a mais difícil de ser percebida ... porque é exercida pela sociedade quando esta não é capaz de encaminhar seus jovens ao mercado de trabalho, quando não lhes oferece oportunidades para o desenvolvimento da criatividade e de atividades de lazer; quando as escolas impõem conteúdos destituídos de interesse e de significado para a vida dos alunos; ou quando os professores se recusam a proporcionar explicações suficientes , abandonando os estudantes à sua própria sorte , desvalorizando-os com palavras e atitudes de desmerecimento". (ABRAMOVAY ; RUA , 2002, p.335) a violência simbólica também pode ser contra o professor quando este é agredido em seu trabalho pela indiferença e desinteresse do aluno. ABRAMOVAY ; RUA ( 2002)  Violência física - "Brigar , bater, matar, suicidar, estuprar, roubar, assaltar, tiroteio, espancar, pancadaria, neguinho sangrando, Ter guerra com alguém, andar armado e, também participar das atividades das gangues " ABRAMOVAY et al. (1999)
  • 8. AÇÃO CRÍTICA E REFLEXIVA: A ética docente Façamos uma reflexão sobre a ação do professor educador, tendo como base uma visão construtivista pautada nos valores éticos. Para tanto, é importante demonstrar que cada profissional envolvido no processo ensino-aprendizagem tem um papel fundamental na construção e no desenvolvimento do educando, e que às tendências e concepções da educação desenvolvida no cotidiano escolar devem visar à construção do saber. Portanto, é extremamente urgente a necessidade de uma visão construtivista e ética na prática educacional. Tendo em vista que a problemática da violência na escola questiona as ações do docente, como também faz emergir uma relação paradoxal entre o “velho e o novo”, o que deve permanecer, e o que deve ser diferente no processo pedagógico.
  • 9. Assim, consideramos que estas abordagens levantam questões Éticas. Entendemos como ética uma forma de “pensamento crítico que quer olhar com clareza, com abrangência, com profundidade os problemas que se colocam aos homens em sua vida”. É dentro deste aspecto ético que pretendemos encaminhar a ação do educador frente à problemática da violência, já que na a ética faz pensar as ações humanas, e claro, também, as ações dentro do Sistema Educacional, e consequente seus fundamentos. Assim entendemos que: “a educação supõe a força e a ação de uns sobre os outros, portanto supõe autoridade e direção. Elas podem ser impostas ou não. O que diferencia uma coisa da outra são as atitudes, os valores, a ética”. Nesse sentido, faz-se necessário a participação não só dos professores educadores, mais também a participação dos alunos, especialistas, pais e demais pessoas envolvidas no processo educativo, seria o ponto de convergência das ações direcionadas para a produção do conhecimento, tendo como referencial a prática da ética nas escolas partindo da realidade histórica de todos os sujeitos envolvidos neste processo ético educativo.
  • 10. RELAÇÃO PROFESSOR - ALUNO A relação do professor com seus alunos é de fundamental importância para a Educação, pois a partir da forma de agir do mestre é quando podemos identificar a prática de uma docência ética no processo de ensino aprendizagem e o aprendiz se sentirá mais receptivo e acolhido no espaço escolar. A reciprocidade, simpatia e respeito entre professor e aluno proporcionam um trabalho construtivo e respeitoso, em que o educando é tratado como pessoa e não como número, ou seja, mais um. Neste sentido, para nós pensar em educação é pensar num processo de aprendizagem que envolve professor-aluno como parceiros de uma caminhada que leva em conta a formação pessoal e profissional, apatir de conceitos éticos.