SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 10
Baixar para ler offline
UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO – RIO DE JANEIRO

INTELIGÊNCIA EDUCACIONAL E SISTEMA DE ENSINO / IESDE-PR

 PROGRAMA DE ESPECIALIZAÇÃO DOCENTE / CURITIBA - PR

        PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA




    A PRODUÇÃO DE VÍDEO NA ESCOLA: INSTRUMENTO
   DE INCLUSÃO E APRIMORAMENTO DO SENSO CRÍTICO




                     Gladis Xavier Maia

                   Turma 030432200001




            Tutora: Maria das Graças de Campos

               Triunfo, RS, dezembro de 2004.
2




                                                           SUMÁRIO


Tema................................................................................................................................ 03


Problema .........................................................................................................................04


Objetivo Geral..................................................................................................................05


Objetivos Específicos......................................................................................................06


Justificativa.................................................................................................................. ...07


Bibliografia.......................................................................................................................09
3




                                     1. TEMA



      A produção de vídeo na escola, como instrumento de sensibilização e motivação

para o sucesso da inclusão na escola pública regular de Ensino Fundamental e Ensino

Médio e aprimoramento do senso crítico dos alunos, especialmente em relação às TVs

comerciais, através da inter-relação da Educação/Comunicação, constituindo um cam-

po de intervenção social: a Educomunicação, um paradigma       em   construção,   na

América Latina.
4




                                   2. PROBLEMA


      As mudanças pelas quais a sociedade contemporânea vem passando com os

avanços da tecnologia – especialmente em pleno contexto da implantação da Inclusão na

escola brasileira - preocupa a quantos se interessam pela eficiência do ensino, na medi-

da que ocasionam modificações vultosas nos campos da Educação e da Comunicação. A

primeira tornando-se obsoleta em seus métodos e enfoque e despreparada na qualifica-

ção de seus agentes e a segunda mostrando-se, por vezes, perniciosa, principalmente

por estar sujeita a regras do mercado que não se coadunam com os valores da educa-

ção e da ética sustentados pelos educadores.

      Parece natural, que essas mudanças aproximem as duas áreas de atuação -

Educação e Comunicação - pelas necessidades convergentes que suscitam e, isto já

está acontecendo, através do trabalho de vários estudiosos de ambas as áreas – em

nível autodidata, com ou sem apoio público, na efetivação de suas pesquisas e projetos

envolvendo os meios de comunicação de massa - especialmente junto ao NCE/ECA/USP

Núcleo de Comunicação e Educação, da Escola de Comunicação e Artes da Universidade

de São Paulo, coordenado pelo professor Dr. Ismar de Oliveira Soares, que vem traba-

lhando, através de pesquisas que visam reunir tudo que vem sendo desenvolvido nesta

área, em toda a América Latina, passando a constituir um novo campo de estudo, ou pa-

radigma nascente : a Educomunicação, a serviço do ensino.
5




                                3. OBJETIVO GERAL


      Implementar procedimentos voltados à apropriação dos meios e das linguagens de

comunicação, abrangendo os professores da Rede Municipal de Ensino de Triunfo          que

estão cursando as duas turmas de pós-graduação de Educação Inclusiva do IESDE, com

a finalidade de capacitá-los como educomunicadores – profissionais aptos a elaborarem

as   ações comunicativas de inter-relação da Educação/Comunicação no espaço educa-

tivo, seja através da coordenação e gestão do processo ou assessorando os outros Edu-

cadores no adequado uso dos recursos de comunicação ou ainda, promovendo ele mes-

mo o uso, cada vez mais intenso, da tecnologia de produção de vídeo como um recurso

tecnológico que facilita a produção cultural, o resgate da cidadania e a inclusão da diver-

sidade, na medida que remete o sujeito singular para o espaço coletivo e plural da cultura

e da comunicação.
6
                           4.OBJETIVOS ESPECÍFICOS


       Utilizar a produção de vídeo no espaço educativo e na comunidade circunscrita à

Escola como:


4.1. recurso tecnológico a serviço da formação de valores solidários e democráticos para

a transformação do ambiente em que vivem;


4.2. recurso apropriado ao desenvolvimento do currículo, seja através de conteúdos pro-

gramáticos das mais variadas disciplinas ou através de projetos que visem promover

campanhas sociais e humanitárias, em prol da ética e da mudança de comportamento em

relação aos preconceitos de qualquer natureza;


4,3. objeto de estudo e de poder que precisa ser conhecido, para que seus mecanismos

sejam dominados, enquanto linguagem e estudo das tecnologias, favorecendo o espírito

crítico do aluno, especialmente em relação ás TVs comerciais;


4.4. instrumento de aprendizagem da modalidade de trabalho em equipe, onde deve im-

perar o respeito às diferenças, para um bom relacionamento entre as partes;


4.5. instrumento de motivação para provocar o desejo no aluno de freqüentar a escola,

evitando a evasão;


4.6. instrumento que contempla com maior facilidade os diferentes gostos, habilidades e

capacidades dos sujeitos , no processo de ensino-aprendizagem, já que possibilita um

trabalho bastante diversificado,envolvendo pré-produção, produção e pós-produção, e

várias linguagens e conseqüentes formas de apreender as mensagens produzidas a se-

rem comunicadas e re-trabalhadas posteriormente.
7
                                  5. JUSTIFICATIVA


Considerando-se que:


   # os recursos tecnológicos clássicos como o rádio e a televisão tiveram dificuldades

de ser absorvidos pelo campo da educação, especialmente por seu caráter lúdico e

mercantil, que ocasionou a resistência dos educadores em dialogar com a tecnologia,

bem como sua necessidade de reverter-se este quadro para que a escola esteja mais

situada para a vanguarda do que para a obsolescência;


# o vídeo, ao contrário das aulas expositivas é um método que aproxima, ao possibilitar a

releitura do cotidiano, com suas linguagens múltiplas superpostas e interligadas auxilian-

do na informação, sem fragmentá-la, tornando a sua mensagem essencialmente senso-

rial e visual, residindo aí a sua maior força, atuando através da música, do desenho,

da fotografia, da palavra falada e escrita, do gestual, do teatro, da dança, etc., enrique-

cendo a aprendizagem e a comunicação, facilitando a exposição de um tema;


# na cabeça do aluno vídeo não é aula, umbilicalmente ligado à TV , relacionado ao

lazer, colabora para que o aluno aprenda brincando, por assim dizer, motivo pelo qual

precisa ser aproveitada essa expectativa positiva para atraí-lo para os assuntos que

interessam ao planejamento pedagógico;


# é muito difícil resistir aos apelos da linguagem da propaganda em qualquer meio de

comunicação, com suas estratégias usadas para criar o apelo ao consumo, embrulhadas

em pura sedução e convencimento, especialmente na TV, onde conta com o reforço

considerável da força da imagem em movimento, e que esta linguagem, por isso mesmo,

deve ser um objeto de estudo nas escolas;
8
# a aprendizagem da “leitura” das peças publicitárias veiculadas na TV é tão importante

na formação de um telespectador crítico, quanto o estudo e análise dos noticiários e das

telenovelas, onde depois de estabelecidas as diferenças entre ficção e realidade, podem

ser discutidos os modelos de comportamentos apresentados ali, até porque uma parce-

la considerável da população os copia e copiados podem virar hábitos que forjam es-

paços alienígenos na cultura local, com sua peculiar criação de modas;


# os alunos que apresentam NEE, Necessidades          Educativas Especiais,    não são

somente aqueles portadores de deficiência física ou mental, mas todos aqueles que

apresentam alguma dificuldade de aprendizagem e que precisam ser motivados mais

intensamente e o vídeo é muito bom nisto;


# a escola inclusiva necessita caminhar rumo à escola para todos, onde seja celebrada a

diferença e atendidas as NEE, através de uma pedagogia centrada no aluno, dando

oportunidades curriculares que se adaptem a sujeitos com diferentes interesses e capaci-

dades e que o vídeo tem mais facilidade para abranger um leque maior de interesses;



# a escola inclusiva tem a responsabilidade de assegurar que o aluno deficiente seja um

membro integrante e valorizado na sala de aula ou no grupo e que a produção de vídeo

pode inseri-lo até mesmo como assunto, tema, matéria de estudo - no caso o próprio

deficiente pode ser entrevistado - ou seus familiares, na sua impossibilidade - outras

pessoas acometidas da mesma ou de outras deficiências que são exemplos de supera-

ção ao conseguirem se inserir satisfatoriamente na sociedade, suas famílias, a defi-

ciência em si, os especialistas que tratam dela e outros quaisquer elementos a ela liga-

dos, justifica-se este projeto.
9


                                  6. BIBLIOGRAFIA

BABIN, P. ; KOULOUMDJIAN.M.F. Os novos modos de compreender : a geração do

audiovisual e do computador. Trad. Maria Cecília Oliveira Marques. São Paulo: Edições

Paulinas, 1989.

BEZERRA, W. Manual do telespectador insatisfeito. São Paulo: Summus Editorial,

1999.

BOSI, E. Cultura de massa e cultura popular: leituras de operárias. 4. ed. Rio de

Janeiro: Vozes, 1977.

CARVALHO, R.E. Removendo barreiras para a aprendizagem: educação inclusiva. 3.

ed. Porto Alegre: Editora Mediação, 2003.

___________Educação inclusiva:com os pingos nos “is”. Porto Alegre: Editora

Mediação, 2004.

FELTRIN, A.E. Inclusão social na escola: quando a pedagogia se encontra com a

diferença. São Paulo: Paulinas, 2004.

FERRES, J. Vídeo e Educação. 2. ed. Porto Alegre. Artes Médicas, 1996.

________. Televisão e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

FREIRE.P.; FREI BETO. Essa escola chamada vida: depoimentos ao repórter Ricardo

Kotscho. 11. ed. 3. impressão. São Paulo: Editora Ática, 2001.

_________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 28. ed.

Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2003.

STAINBACK, S.; STAIMBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre:

Artmed, 1999.

MACHADO, A. A arte do vídeo. São Paulo: Brasiliense, 1988.

MANTOAN, M.T.E. e colaboradores. A integração de pessoas com deficiência:

contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon Edições Científicas
10
Ltda, 1997.

_________. Inclusão escolar : o que é? por quê? como fazer? São Paulo: Editora

Moderna, 2003.

MITTLER, P. Educação inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2003.

MORAN, J.M. Leituras dos meios de comunicação. São Paulo: Edições Pancast,

1993.

_______. Como ver Televisão. São Paulo:Edições Paulinas, 1991.

_______. Mudanças na comunicação pessoal. 2. ed. São Paulo: Edições Paulinas,

2000.

_______.; MASETTO, M. e BEHRENS, M. Novas tecnologias e mediação Pedagógica.

7. ed. Campinas: Papirus, 2003.


MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma reformar o pensamento. Trad. Eloá

Jacobina. 8.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.


_______. Cultura de massas no século XX: o espírito do tempo – 1 neurose. 4. ed. Rio

de Janeiro: 1977.

_______. Cultura de massas no século XX: o espírito do tempo – 2 necrose. 4. ed. Rio

de Janeiro: 1977.

Penteado, H.D. televisão e escola: conflito ou comparação? São Paulo: Cortez Editora,
1991.

STAINBACK, S.; STAIMBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre:

Artmed, 1999.

WERNECK,C. Ninguém mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva. Rio de janeiro:

WVA, 1997.

_________ . Sociedade inclusiva: quem cabe no seu todos? Rio de janeiro: WVA, 1999.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Ficha de est. de observação feita pelo aluno
Ficha de  est. de observação feita pelo  alunoFicha de  est. de observação feita pelo  aluno
Ficha de est. de observação feita pelo alunofamiliaestagio
 
Palestra sobre educação inclusiva
Palestra sobre educação inclusivaPalestra sobre educação inclusiva
Palestra sobre educação inclusivaBárbara Delpretto
 
Encontro pedagógico
Encontro pedagógicoEncontro pedagógico
Encontro pedagógicoMagda Marques
 
Formação continuada de professores
Formação continuada de professoresFormação continuada de professores
Formação continuada de professoresditadoida
 
Adaptações curriculares
Adaptações curricularesAdaptações curriculares
Adaptações curricularesElisete Nunes
 
Caderno educacao especial miolo
Caderno educacao especial   mioloCaderno educacao especial   miolo
Caderno educacao especial mioloIsa ...
 
Formação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalFormação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalRosana Santos
 
Gestão escolar número 9
Gestão escolar número 9Gestão escolar número 9
Gestão escolar número 9CÉSAR TAVARES
 
Julio Groppa Aquino - indisciplina na escola
Julio Groppa Aquino - indisciplina na escolaJulio Groppa Aquino - indisciplina na escola
Julio Groppa Aquino - indisciplina na escolaDocência "in loco"
 
Passo a passo da adaptação
Passo a passo da adaptaçãoPasso a passo da adaptação
Passo a passo da adaptaçãoJoubert Morais
 
Projeto de pesquisa. mestrado. corrigido prof edna
Projeto de pesquisa. mestrado. corrigido prof ednaProjeto de pesquisa. mestrado. corrigido prof edna
Projeto de pesquisa. mestrado. corrigido prof ednaHideane Santana
 
Slides 1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
Slides 1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTOSlides 1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
Slides 1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTOEdna Monteiro
 
Adaptação curricular - EE PROFESSORA JADYR G. CASTRO
Adaptação curricular - EE PROFESSORA JADYR G. CASTROAdaptação curricular - EE PROFESSORA JADYR G. CASTRO
Adaptação curricular - EE PROFESSORA JADYR G. CASTROeejadyr
 

Mais procurados (20)

Coordenação pedagógica
Coordenação pedagógicaCoordenação pedagógica
Coordenação pedagógica
 
Gestão da sala de aula
Gestão da sala de aulaGestão da sala de aula
Gestão da sala de aula
 
Ficha de est. de observação feita pelo aluno
Ficha de  est. de observação feita pelo  alunoFicha de  est. de observação feita pelo  aluno
Ficha de est. de observação feita pelo aluno
 
Palestra sobre educação inclusiva
Palestra sobre educação inclusivaPalestra sobre educação inclusiva
Palestra sobre educação inclusiva
 
Inclusão
InclusãoInclusão
Inclusão
 
Encontro pedagógico
Encontro pedagógicoEncontro pedagógico
Encontro pedagógico
 
Formação continuada de professores
Formação continuada de professoresFormação continuada de professores
Formação continuada de professores
 
Adaptações curriculares
Adaptações curricularesAdaptações curriculares
Adaptações curriculares
 
AEE
AEEAEE
AEE
 
pei-i.pdf
pei-i.pdfpei-i.pdf
pei-i.pdf
 
Caderno educacao especial miolo
Caderno educacao especial   mioloCaderno educacao especial   miolo
Caderno educacao especial miolo
 
Formação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalFormação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores Educacional
 
Gestão escolar número 9
Gestão escolar número 9Gestão escolar número 9
Gestão escolar número 9
 
Julio Groppa Aquino - indisciplina na escola
Julio Groppa Aquino - indisciplina na escolaJulio Groppa Aquino - indisciplina na escola
Julio Groppa Aquino - indisciplina na escola
 
Passo a passo da adaptação
Passo a passo da adaptaçãoPasso a passo da adaptação
Passo a passo da adaptação
 
Projeto de pesquisa. mestrado. corrigido prof edna
Projeto de pesquisa. mestrado. corrigido prof ednaProjeto de pesquisa. mestrado. corrigido prof edna
Projeto de pesquisa. mestrado. corrigido prof edna
 
Ensino Especial
Ensino EspecialEnsino Especial
Ensino Especial
 
Salas de Recursos Multifuncionais
Salas de Recursos Multifuncionais Salas de Recursos Multifuncionais
Salas de Recursos Multifuncionais
 
Slides 1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
Slides 1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTOSlides 1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
Slides 1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
 
Adaptação curricular - EE PROFESSORA JADYR G. CASTRO
Adaptação curricular - EE PROFESSORA JADYR G. CASTROAdaptação curricular - EE PROFESSORA JADYR G. CASTRO
Adaptação curricular - EE PROFESSORA JADYR G. CASTRO
 

Semelhante a Projeto de pesquisa sobre Inclusão

Tcc posgraduação
Tcc posgraduaçãoTcc posgraduação
Tcc posgraduaçãoGladis Maia
 
Educomunicação no campo impactos e relevância social no terr
Educomunicação no campo impactos e relevância social no terrEducomunicação no campo impactos e relevância social no terr
Educomunicação no campo impactos e relevância social no terrUNEB
 
Santana do Livramento - Ana Gládis Fernandes Romeiro
Santana do Livramento - Ana Gládis Fernandes RomeiroSantana do Livramento - Ana Gládis Fernandes Romeiro
Santana do Livramento - Ana Gládis Fernandes RomeiroCursoTICs
 
Educação de qualidade e os novos rumos que a tecnologia proporciona
Educação de qualidade e os novos rumos que a tecnologia proporcionaEducação de qualidade e os novos rumos que a tecnologia proporciona
Educação de qualidade e os novos rumos que a tecnologia proporcionaprofapaulaa
 
Relatorio candidatura ideias_merito_rbe
Relatorio candidatura ideias_merito_rbeRelatorio candidatura ideias_merito_rbe
Relatorio candidatura ideias_merito_rbeSaoLivrosSenhor
 
Atividade: 3.1: Diretrizes da Escola frente ao uso das mídias sociais (versão 1)
Atividade: 3.1: Diretrizes da Escola frente ao uso das mídias sociais (versão 1)Atividade: 3.1: Diretrizes da Escola frente ao uso das mídias sociais (versão 1)
Atividade: 3.1: Diretrizes da Escola frente ao uso das mídias sociais (versão 1)Marcos Angelino
 
portfólio 3° semestre Poliana.docx
portfólio 3° semestre Poliana.docxportfólio 3° semestre Poliana.docx
portfólio 3° semestre Poliana.docxPolianaMartins29
 
Silmara candida projeto_pde
Silmara candida projeto_pdeSilmara candida projeto_pde
Silmara candida projeto_pdecarmezini
 
Proposta curriculargeral internet[1]
Proposta curriculargeral internet[1]Proposta curriculargeral internet[1]
Proposta curriculargeral internet[1]Edson Mamprin
 
Artigo caderno pedagógico tics novo
Artigo caderno pedagógico tics novoArtigo caderno pedagógico tics novo
Artigo caderno pedagógico tics novoGilcélia Damascena
 
Formação docente x era do virtual
Formação docente x era do virtualFormação docente x era do virtual
Formação docente x era do virtualRosemary Batista
 
São João do Polêsine - Eliane de Avila Colussi
São João do Polêsine - Eliane de Avila ColussiSão João do Polêsine - Eliane de Avila Colussi
São João do Polêsine - Eliane de Avila ColussiCursoTICs
 

Semelhante a Projeto de pesquisa sobre Inclusão (20)

Monos
MonosMonos
Monos
 
Tcc posgraduação
Tcc posgraduaçãoTcc posgraduação
Tcc posgraduação
 
Educomunicação no campo impactos e relevância social no terr
Educomunicação no campo impactos e relevância social no terrEducomunicação no campo impactos e relevância social no terr
Educomunicação no campo impactos e relevância social no terr
 
175900 Midiaeducacao
175900 Midiaeducacao175900 Midiaeducacao
175900 Midiaeducacao
 
Santana do Livramento - Ana Gládis Fernandes Romeiro
Santana do Livramento - Ana Gládis Fernandes RomeiroSantana do Livramento - Ana Gládis Fernandes Romeiro
Santana do Livramento - Ana Gládis Fernandes Romeiro
 
Mídias educacionais
Mídias educacionaisMídias educacionais
Mídias educacionais
 
O uso-das-midias-na-sala-de-aula-resistencias-e-aprendizagens
O uso-das-midias-na-sala-de-aula-resistencias-e-aprendizagensO uso-das-midias-na-sala-de-aula-resistencias-e-aprendizagens
O uso-das-midias-na-sala-de-aula-resistencias-e-aprendizagens
 
Educação de qualidade e os novos rumos que a tecnologia proporciona
Educação de qualidade e os novos rumos que a tecnologia proporcionaEducação de qualidade e os novos rumos que a tecnologia proporciona
Educação de qualidade e os novos rumos que a tecnologia proporciona
 
Relatorio candidatura ideias_merito_rbe
Relatorio candidatura ideias_merito_rbeRelatorio candidatura ideias_merito_rbe
Relatorio candidatura ideias_merito_rbe
 
Atividade: 3.1: Diretrizes da Escola frente ao uso das mídias sociais (versão 1)
Atividade: 3.1: Diretrizes da Escola frente ao uso das mídias sociais (versão 1)Atividade: 3.1: Diretrizes da Escola frente ao uso das mídias sociais (versão 1)
Atividade: 3.1: Diretrizes da Escola frente ao uso das mídias sociais (versão 1)
 
portfólio 3° semestre Poliana.docx
portfólio 3° semestre Poliana.docxportfólio 3° semestre Poliana.docx
portfólio 3° semestre Poliana.docx
 
1ª aula de mídia
1ª aula de mídia1ª aula de mídia
1ª aula de mídia
 
Silmara candida projeto_pde
Silmara candida projeto_pdeSilmara candida projeto_pde
Silmara candida projeto_pde
 
Proposta curriculargeral internet[1]
Proposta curriculargeral internet[1]Proposta curriculargeral internet[1]
Proposta curriculargeral internet[1]
 
Autoria
AutoriaAutoria
Autoria
 
Autoria
AutoriaAutoria
Autoria
 
Artigo caderno pedagógico tics novo
Artigo caderno pedagógico tics novoArtigo caderno pedagógico tics novo
Artigo caderno pedagógico tics novo
 
Formação docente x era do virtual
Formação docente x era do virtualFormação docente x era do virtual
Formação docente x era do virtual
 
MK nas Ondas do Rádio
MK nas Ondas do RádioMK nas Ondas do Rádio
MK nas Ondas do Rádio
 
São João do Polêsine - Eliane de Avila Colussi
São João do Polêsine - Eliane de Avila ColussiSão João do Polêsine - Eliane de Avila Colussi
São João do Polêsine - Eliane de Avila Colussi
 

Mais de Gladis Maia

Matéria qorpo santo gladis
Matéria qorpo santo gladisMatéria qorpo santo gladis
Matéria qorpo santo gladisGladis Maia
 
Lileana moura franco_de_sa
Lileana moura franco_de_saLileana moura franco_de_sa
Lileana moura franco_de_saGladis Maia
 
Dissertacao douglas ceccagno
Dissertacao douglas ceccagnoDissertacao douglas ceccagno
Dissertacao douglas ceccagnoGladis Maia
 
Tese caes da_provincia
Tese caes da_provinciaTese caes da_provincia
Tese caes da_provinciaGladis Maia
 
O qorpo santo_da_escrita
O qorpo santo_da_escritaO qorpo santo_da_escrita
O qorpo santo_da_escritaGladis Maia
 
O qorpo santo da escrita
O qorpo santo da escritaO qorpo santo da escrita
O qorpo santo da escritaGladis Maia
 
Um credor da fazenda nacional
Um credor da fazenda nacionalUm credor da fazenda nacional
Um credor da fazenda nacionalGladis Maia
 
Um atrevido ou um brilhante escondido
Um atrevido ou um brilhante escondidoUm atrevido ou um brilhante escondido
Um atrevido ou um brilhante escondidoGladis Maia
 
Um assovio univ da amazônia
Um assovio   univ da amazôniaUm assovio   univ da amazônia
Um assovio univ da amazôniaGladis Maia
 
Parque farroupilha por qsanto
Parque farroupilha por qsantoParque farroupilha por qsanto
Parque farroupilha por qsantoGladis Maia
 
O marinheiro escritor
O marinheiro escritorO marinheiro escritor
O marinheiro escritorGladis Maia
 
O marido extremosos ou o pai cuidadoso
O marido extremosos ou o pai cuidadosoO marido extremosos ou o pai cuidadoso
O marido extremosos ou o pai cuidadosoGladis Maia
 
Mateus e mateusa
Mateus e mateusaMateus e mateusa
Mateus e mateusaGladis Maia
 
Eu sou a vida eu não sou a morte
Eu sou a vida  eu não sou a morteEu sou a vida  eu não sou a morte
Eu sou a vida eu não sou a morteGladis Maia
 

Mais de Gladis Maia (20)

Mateusemateusa
MateusemateusaMateusemateusa
Mateusemateusa
 
Matéria qorpo santo gladis
Matéria qorpo santo gladisMatéria qorpo santo gladis
Matéria qorpo santo gladis
 
Lileana moura franco_de_sa
Lileana moura franco_de_saLileana moura franco_de_sa
Lileana moura franco_de_sa
 
Final
FinalFinal
Final
 
Dissertacao douglas ceccagno
Dissertacao douglas ceccagnoDissertacao douglas ceccagno
Dissertacao douglas ceccagno
 
Artigo10 adv06
Artigo10   adv06Artigo10   adv06
Artigo10 adv06
 
00758
0075800758
00758
 
Tese caes da_provincia
Tese caes da_provinciaTese caes da_provincia
Tese caes da_provincia
 
O qorpo santo_da_escrita
O qorpo santo_da_escritaO qorpo santo_da_escrita
O qorpo santo_da_escrita
 
O qorpo santo da escrita
O qorpo santo da escritaO qorpo santo da escrita
O qorpo santo da escrita
 
T rvol14sum
T rvol14sumT rvol14sum
T rvol14sum
 
Um parto
Um partoUm parto
Um parto
 
Um credor da fazenda nacional
Um credor da fazenda nacionalUm credor da fazenda nacional
Um credor da fazenda nacional
 
Um atrevido ou um brilhante escondido
Um atrevido ou um brilhante escondidoUm atrevido ou um brilhante escondido
Um atrevido ou um brilhante escondido
 
Um assovio univ da amazônia
Um assovio   univ da amazôniaUm assovio   univ da amazônia
Um assovio univ da amazônia
 
Parque farroupilha por qsanto
Parque farroupilha por qsantoParque farroupilha por qsanto
Parque farroupilha por qsanto
 
O marinheiro escritor
O marinheiro escritorO marinheiro escritor
O marinheiro escritor
 
O marido extremosos ou o pai cuidadoso
O marido extremosos ou o pai cuidadosoO marido extremosos ou o pai cuidadoso
O marido extremosos ou o pai cuidadoso
 
Mateus e mateusa
Mateus e mateusaMateus e mateusa
Mateus e mateusa
 
Eu sou a vida eu não sou a morte
Eu sou a vida  eu não sou a morteEu sou a vida  eu não sou a morte
Eu sou a vida eu não sou a morte
 

Último

425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdfCarinaSofiaDiasBoteq
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdfaulasgege
 
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autoresModelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autoresAna Isabel Correia
 
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdfHistória concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdfGisellySobral
 
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdfTema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdfAnaAugustaLagesZuqui
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfKelly Mendes
 
Religiosidade de Assaré - Prof. Francisco Leite
Religiosidade de Assaré - Prof. Francisco LeiteReligiosidade de Assaré - Prof. Francisco Leite
Religiosidade de Assaré - Prof. Francisco Leiteprofesfrancleite
 
Missa catequese para o dia da mãe 2025.pdf
Missa catequese para o dia da mãe 2025.pdfMissa catequese para o dia da mãe 2025.pdf
Missa catequese para o dia da mãe 2025.pdfFbioFerreira207918
 
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdfUFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdfManuais Formação
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSPedroMatos469278
 
Histogramas.pptx...............................
Histogramas.pptx...............................Histogramas.pptx...............................
Histogramas.pptx...............................mariagrave
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...azulassessoria9
 
Quando a escola é de vidro, de Ruth Rocha
Quando a escola é de vidro, de Ruth RochaQuando a escola é de vidro, de Ruth Rocha
Quando a escola é de vidro, de Ruth RochaREGIANELAURALOUREIRO1
 
MESTRES DA CULTURA DE ASSARÉ Prof. Francisco Leite.pdf
MESTRES DA CULTURA DE ASSARÉ Prof. Francisco Leite.pdfMESTRES DA CULTURA DE ASSARÉ Prof. Francisco Leite.pdf
MESTRES DA CULTURA DE ASSARÉ Prof. Francisco Leite.pdfprofesfrancleite
 
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEEdital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEblogdoelvis
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...Eró Cunha
 
Currículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São Paulo
Currículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São PauloCurrículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São Paulo
Currículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São Pauloririg29454
 
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)Centro Jacques Delors
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...azulassessoria9
 

Último (20)

425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
 
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autoresModelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
 
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdfHistória concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
 
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdfTema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
 
Religiosidade de Assaré - Prof. Francisco Leite
Religiosidade de Assaré - Prof. Francisco LeiteReligiosidade de Assaré - Prof. Francisco Leite
Religiosidade de Assaré - Prof. Francisco Leite
 
Missa catequese para o dia da mãe 2025.pdf
Missa catequese para o dia da mãe 2025.pdfMissa catequese para o dia da mãe 2025.pdf
Missa catequese para o dia da mãe 2025.pdf
 
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdfUFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
 
Histogramas.pptx...............................
Histogramas.pptx...............................Histogramas.pptx...............................
Histogramas.pptx...............................
 
662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
 
Quando a escola é de vidro, de Ruth Rocha
Quando a escola é de vidro, de Ruth RochaQuando a escola é de vidro, de Ruth Rocha
Quando a escola é de vidro, de Ruth Rocha
 
MESTRES DA CULTURA DE ASSARÉ Prof. Francisco Leite.pdf
MESTRES DA CULTURA DE ASSARÉ Prof. Francisco Leite.pdfMESTRES DA CULTURA DE ASSARÉ Prof. Francisco Leite.pdf
MESTRES DA CULTURA DE ASSARÉ Prof. Francisco Leite.pdf
 
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEEdital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
 
Currículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São Paulo
Currículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São PauloCurrículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São Paulo
Currículo Professor Pablo Ortellado - Universidade de São Paulo
 
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
 

Projeto de pesquisa sobre Inclusão

  • 1. UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO – RIO DE JANEIRO INTELIGÊNCIA EDUCACIONAL E SISTEMA DE ENSINO / IESDE-PR PROGRAMA DE ESPECIALIZAÇÃO DOCENTE / CURITIBA - PR PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA A PRODUÇÃO DE VÍDEO NA ESCOLA: INSTRUMENTO DE INCLUSÃO E APRIMORAMENTO DO SENSO CRÍTICO Gladis Xavier Maia Turma 030432200001 Tutora: Maria das Graças de Campos Triunfo, RS, dezembro de 2004.
  • 2. 2 SUMÁRIO Tema................................................................................................................................ 03 Problema .........................................................................................................................04 Objetivo Geral..................................................................................................................05 Objetivos Específicos......................................................................................................06 Justificativa.................................................................................................................. ...07 Bibliografia.......................................................................................................................09
  • 3. 3 1. TEMA A produção de vídeo na escola, como instrumento de sensibilização e motivação para o sucesso da inclusão na escola pública regular de Ensino Fundamental e Ensino Médio e aprimoramento do senso crítico dos alunos, especialmente em relação às TVs comerciais, através da inter-relação da Educação/Comunicação, constituindo um cam- po de intervenção social: a Educomunicação, um paradigma em construção, na América Latina.
  • 4. 4 2. PROBLEMA As mudanças pelas quais a sociedade contemporânea vem passando com os avanços da tecnologia – especialmente em pleno contexto da implantação da Inclusão na escola brasileira - preocupa a quantos se interessam pela eficiência do ensino, na medi- da que ocasionam modificações vultosas nos campos da Educação e da Comunicação. A primeira tornando-se obsoleta em seus métodos e enfoque e despreparada na qualifica- ção de seus agentes e a segunda mostrando-se, por vezes, perniciosa, principalmente por estar sujeita a regras do mercado que não se coadunam com os valores da educa- ção e da ética sustentados pelos educadores. Parece natural, que essas mudanças aproximem as duas áreas de atuação - Educação e Comunicação - pelas necessidades convergentes que suscitam e, isto já está acontecendo, através do trabalho de vários estudiosos de ambas as áreas – em nível autodidata, com ou sem apoio público, na efetivação de suas pesquisas e projetos envolvendo os meios de comunicação de massa - especialmente junto ao NCE/ECA/USP Núcleo de Comunicação e Educação, da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, coordenado pelo professor Dr. Ismar de Oliveira Soares, que vem traba- lhando, através de pesquisas que visam reunir tudo que vem sendo desenvolvido nesta área, em toda a América Latina, passando a constituir um novo campo de estudo, ou pa- radigma nascente : a Educomunicação, a serviço do ensino.
  • 5. 5 3. OBJETIVO GERAL Implementar procedimentos voltados à apropriação dos meios e das linguagens de comunicação, abrangendo os professores da Rede Municipal de Ensino de Triunfo que estão cursando as duas turmas de pós-graduação de Educação Inclusiva do IESDE, com a finalidade de capacitá-los como educomunicadores – profissionais aptos a elaborarem as ações comunicativas de inter-relação da Educação/Comunicação no espaço educa- tivo, seja através da coordenação e gestão do processo ou assessorando os outros Edu- cadores no adequado uso dos recursos de comunicação ou ainda, promovendo ele mes- mo o uso, cada vez mais intenso, da tecnologia de produção de vídeo como um recurso tecnológico que facilita a produção cultural, o resgate da cidadania e a inclusão da diver- sidade, na medida que remete o sujeito singular para o espaço coletivo e plural da cultura e da comunicação.
  • 6. 6 4.OBJETIVOS ESPECÍFICOS Utilizar a produção de vídeo no espaço educativo e na comunidade circunscrita à Escola como: 4.1. recurso tecnológico a serviço da formação de valores solidários e democráticos para a transformação do ambiente em que vivem; 4.2. recurso apropriado ao desenvolvimento do currículo, seja através de conteúdos pro- gramáticos das mais variadas disciplinas ou através de projetos que visem promover campanhas sociais e humanitárias, em prol da ética e da mudança de comportamento em relação aos preconceitos de qualquer natureza; 4,3. objeto de estudo e de poder que precisa ser conhecido, para que seus mecanismos sejam dominados, enquanto linguagem e estudo das tecnologias, favorecendo o espírito crítico do aluno, especialmente em relação ás TVs comerciais; 4.4. instrumento de aprendizagem da modalidade de trabalho em equipe, onde deve im- perar o respeito às diferenças, para um bom relacionamento entre as partes; 4.5. instrumento de motivação para provocar o desejo no aluno de freqüentar a escola, evitando a evasão; 4.6. instrumento que contempla com maior facilidade os diferentes gostos, habilidades e capacidades dos sujeitos , no processo de ensino-aprendizagem, já que possibilita um trabalho bastante diversificado,envolvendo pré-produção, produção e pós-produção, e várias linguagens e conseqüentes formas de apreender as mensagens produzidas a se- rem comunicadas e re-trabalhadas posteriormente.
  • 7. 7 5. JUSTIFICATIVA Considerando-se que: # os recursos tecnológicos clássicos como o rádio e a televisão tiveram dificuldades de ser absorvidos pelo campo da educação, especialmente por seu caráter lúdico e mercantil, que ocasionou a resistência dos educadores em dialogar com a tecnologia, bem como sua necessidade de reverter-se este quadro para que a escola esteja mais situada para a vanguarda do que para a obsolescência; # o vídeo, ao contrário das aulas expositivas é um método que aproxima, ao possibilitar a releitura do cotidiano, com suas linguagens múltiplas superpostas e interligadas auxilian- do na informação, sem fragmentá-la, tornando a sua mensagem essencialmente senso- rial e visual, residindo aí a sua maior força, atuando através da música, do desenho, da fotografia, da palavra falada e escrita, do gestual, do teatro, da dança, etc., enrique- cendo a aprendizagem e a comunicação, facilitando a exposição de um tema; # na cabeça do aluno vídeo não é aula, umbilicalmente ligado à TV , relacionado ao lazer, colabora para que o aluno aprenda brincando, por assim dizer, motivo pelo qual precisa ser aproveitada essa expectativa positiva para atraí-lo para os assuntos que interessam ao planejamento pedagógico; # é muito difícil resistir aos apelos da linguagem da propaganda em qualquer meio de comunicação, com suas estratégias usadas para criar o apelo ao consumo, embrulhadas em pura sedução e convencimento, especialmente na TV, onde conta com o reforço considerável da força da imagem em movimento, e que esta linguagem, por isso mesmo, deve ser um objeto de estudo nas escolas;
  • 8. 8 # a aprendizagem da “leitura” das peças publicitárias veiculadas na TV é tão importante na formação de um telespectador crítico, quanto o estudo e análise dos noticiários e das telenovelas, onde depois de estabelecidas as diferenças entre ficção e realidade, podem ser discutidos os modelos de comportamentos apresentados ali, até porque uma parce- la considerável da população os copia e copiados podem virar hábitos que forjam es- paços alienígenos na cultura local, com sua peculiar criação de modas; # os alunos que apresentam NEE, Necessidades Educativas Especiais, não são somente aqueles portadores de deficiência física ou mental, mas todos aqueles que apresentam alguma dificuldade de aprendizagem e que precisam ser motivados mais intensamente e o vídeo é muito bom nisto; # a escola inclusiva necessita caminhar rumo à escola para todos, onde seja celebrada a diferença e atendidas as NEE, através de uma pedagogia centrada no aluno, dando oportunidades curriculares que se adaptem a sujeitos com diferentes interesses e capaci- dades e que o vídeo tem mais facilidade para abranger um leque maior de interesses; # a escola inclusiva tem a responsabilidade de assegurar que o aluno deficiente seja um membro integrante e valorizado na sala de aula ou no grupo e que a produção de vídeo pode inseri-lo até mesmo como assunto, tema, matéria de estudo - no caso o próprio deficiente pode ser entrevistado - ou seus familiares, na sua impossibilidade - outras pessoas acometidas da mesma ou de outras deficiências que são exemplos de supera- ção ao conseguirem se inserir satisfatoriamente na sociedade, suas famílias, a defi- ciência em si, os especialistas que tratam dela e outros quaisquer elementos a ela liga- dos, justifica-se este projeto.
  • 9. 9 6. BIBLIOGRAFIA BABIN, P. ; KOULOUMDJIAN.M.F. Os novos modos de compreender : a geração do audiovisual e do computador. Trad. Maria Cecília Oliveira Marques. São Paulo: Edições Paulinas, 1989. BEZERRA, W. Manual do telespectador insatisfeito. São Paulo: Summus Editorial, 1999. BOSI, E. Cultura de massa e cultura popular: leituras de operárias. 4. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1977. CARVALHO, R.E. Removendo barreiras para a aprendizagem: educação inclusiva. 3. ed. Porto Alegre: Editora Mediação, 2003. ___________Educação inclusiva:com os pingos nos “is”. Porto Alegre: Editora Mediação, 2004. FELTRIN, A.E. Inclusão social na escola: quando a pedagogia se encontra com a diferença. São Paulo: Paulinas, 2004. FERRES, J. Vídeo e Educação. 2. ed. Porto Alegre. Artes Médicas, 1996. ________. Televisão e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. FREIRE.P.; FREI BETO. Essa escola chamada vida: depoimentos ao repórter Ricardo Kotscho. 11. ed. 3. impressão. São Paulo: Editora Ática, 2001. _________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 28. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2003. STAINBACK, S.; STAIMBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999. MACHADO, A. A arte do vídeo. São Paulo: Brasiliense, 1988. MANTOAN, M.T.E. e colaboradores. A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon Edições Científicas
  • 10. 10 Ltda, 1997. _________. Inclusão escolar : o que é? por quê? como fazer? São Paulo: Editora Moderna, 2003. MITTLER, P. Educação inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2003. MORAN, J.M. Leituras dos meios de comunicação. São Paulo: Edições Pancast, 1993. _______. Como ver Televisão. São Paulo:Edições Paulinas, 1991. _______. Mudanças na comunicação pessoal. 2. ed. São Paulo: Edições Paulinas, 2000. _______.; MASETTO, M. e BEHRENS, M. Novas tecnologias e mediação Pedagógica. 7. ed. Campinas: Papirus, 2003. MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma reformar o pensamento. Trad. Eloá Jacobina. 8.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003. _______. Cultura de massas no século XX: o espírito do tempo – 1 neurose. 4. ed. Rio de Janeiro: 1977. _______. Cultura de massas no século XX: o espírito do tempo – 2 necrose. 4. ed. Rio de Janeiro: 1977. Penteado, H.D. televisão e escola: conflito ou comparação? São Paulo: Cortez Editora, 1991. STAINBACK, S.; STAIMBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999. WERNECK,C. Ninguém mais vai ser bonzinho na sociedade inclusiva. Rio de janeiro: WVA, 1997. _________ . Sociedade inclusiva: quem cabe no seu todos? Rio de janeiro: WVA, 1999.