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  • 1. SAÚDE INDIVIDUAL E COMUNITÁRIA O QUE É A PROMOÇÃO DE SAÚDE? Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009 ESCOLA CIDADE DE CASTELO BRANCO CIÊNCIAS NATURAIS 9º ANO
  • 2. Promoção de saúde Carta de OTAVA (1986) “ Processo que visa aumentar a capacidade dos indivíduos e das comunidades para controlarem a sua saúde, no sentido de a melhorar” Carta de Banguecoque (2005) Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009
  • 3. Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009 AVALIAÇÃO SAÚDE INDIVIDUAL SAÚDE DA POPULAÇÃO UTILIZAÇÃO DE INDICADORES OBTENÇÃO DE INFORMAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DE PROBLEMAS IMPLEMENTAÇÃO DE MEDIDAS DE ACÇÃO PROMOTORAS DE SAÚDE
  • 4. Estado de saúde de uma população Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009
  • 5. Implementação de programas de saúde pública 1 - Vigilância médica periódica ACÇÃO: Consultas de acompanhamento regular por um médico de família. RESULTADO: Prevenção do aparecimento de doenças; Tratamento de doenças; Identificação de doenças contagiosas; Identificação de comportamentos de risco ( Violência; abuso de substâncias tóxicas; Distúrbios alimentares) Planeamento familiar; Aconselhamento nutricional; Vigilância na gravidez.
  • 6. Implementação de programas de saúde pública 2 - Rastreio ACÇÃO: Realização de diagnósticos (gratuitos e voluntários). RESULTADO: Identificação de problemas de saúde: Promoção de hábitos de higiene e alimentação equilibrada; Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009
  • 7. Implementação de programas de saúde pública 2 - Rastreio Têm como objectivo diagnosticar doenças numa fase precoce da sua evolução.. osteoporose diabetes Cancro da mama hipertensão audição cáries
  • 8. Implementação de programas de saúde pública Vacinação ACÇÃO: Aplicação sistemática e gratuita de vacinas RESULTADO: Erradicação de algumas doenças infecto-contagiosas; Criação em cada indivíduo, de imunidade em relação a doenças potencialmente perigosas. Responsável pela diminuição da TMI e aumento da esperança de vida. Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009
  • 9. Implementação de programas de saúde pública Vacinação Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009 http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/doencas/doencas+infecciosas/tuberculose.htm http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/vacinacao/vacinas.htm
  • 10. Implementação de programas de saúde pública Vacinação As vacinas do nosso PNV permitem combater: Difteria Doença invasiva por Haemophilus influenze b Meningite C Hepatite B Papeira Poliomielite Rubéola Sarampo Tétano Tosse convulsa Tuberculose Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009
  • 11. Implementação de programas de saúde pública Vacinação Vacina contra o cancro do colo do útero: Já faz parte do PNV. Actua contra quatro tipos de papilomavírus humano. Ideal ser administrada a raparigas, entre os 10 e os 15 anos, que ainda não tenham iniciado a vida sexual. Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009
  • 12. Reflexão sobre temáticas diversificadas… Implementação de programas de educação para a saúde e sexualidade – Programa Nacional de Saúde Escolar Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009
  • 13. Reflexão sobre temáticas diversificadas… Implementação de programas de educação para a saúde e sexualidade – Programa Nacional de Saúde Escolar Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009 Fazer regularmente exercício físico adequado a cada pessoa Previne o aparecimento de doenças e pode facilitar o convívio A limpeza diária do corpo previne doenças
  • 14. Reflexão sobre temáticas diversificadas… Implementação de programas de educação para a saúde e sexualidade – Programa Nacional de Saúde Escolar Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009 Um repouso de qualidade, dormindo o número de horas adequado à idade e às necessidades de cada um, num espaço limpo, arejado e silencioso A escolha de dietas equilibradas
  • 15. Reflexão sobre temáticas diversificadas… Implementação de programas de educação para a saúde e sexualidade – Programa Nacional de Saúde Escolar Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009 A importância de viver plenamente e de modo responsável a sexualidade. O reconhecimento de comportamentos sexuais de risco Os riscos associados ao stress, ansiedade e depressão
  • 16. Reflexão sobre temáticas diversificadas… Implementação de programas de educação para a saúde e sexualidade – Programa Nacional de Saúde Escolar Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009 As consequências nefastas do consumo de substâncias nocivas.
  • 17. Criação de ambientes e infra-estruturas estimulantes A qualidade de vida é influenciada pela qualidade do ambiente circundante. Gestão das autarquias é muito importante. Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009
  • 18. Prof. Teresa Condeixa Monteiro – 2008/2009 fim

Notas do Editor

  1. Carta de Otava - 1986 Carta de Banguecoque – Nova carta, foi adoptada na 6ª Conferência Mundial sobre promoção de Saúde em 2005, com o patrocínio da OMS.
  2. Profilaxia – Prevenção do aparecimento de doenças. Visitas a escolas e locais de trabalho para verificar condições de estudo e trabalho. Estudos, normalmente temporários e gratuitos, de carácter voluntário. Têm como objectivo a prevenção. Em Portugal, os rastreios mais frequentes são à próstata nos homens e à mama nas mulheres.
  3. Identificação de problemas de saúde: Saúde oral Visão Audição Cancro mama e próstata Hipertensão arterial Colesterol Osteoporose O SNS recomenda que todos os homens com mais de 50 anos façam um exame periódico à próstata e todas as mulheres com mais de 40 anos façam um exame à mama, como forma de prevenção contra o cancro.
  4. Processo que consiste na introdução, no organismo, de substâncias com o objectivo de desencadear imunidade a um certo tipo de agente patogénico. As vacinas, são substâncias preparadas a partir de microorganismos patogénicos com o objectivo de proteger o organismo contra determinadas doenças. Responsável pela diminuição da TMI e aumento da esperança de vida. Tratamento médico mais eficaz.Em Portugal, administram-se vacinas desde o início do séc. XIX, nomeadamente a anti-variólica, mas foi apenas a partir de 1965, com a criação do Programa Nacional de vacinação (PNV), que os seus benefícios foram mais significativos. Grande vitória da vacinação, a nível mundial, foi a erradicação da varíola. Esta doença durante muitos séculos matou milhões de pessoas, foi considerada eliminada em 1978 e erradicada em 1980; o último caso ocorreu na Etiópia em 1977. Apesar de, por vezes, a imunidade não ser total, quem está vacinado tem maior resistência aos agentes patogénicos para que foi vacinado. A vacinação para além da protecção pessoal, traz também benefícios para a comunidade (interrompe transmissão de doenças).
  5. No conjunto das doenças infecciosas, a tuberculose continua a ser a primeira causa de morte a nível mundial. Na década de 60, chegou a pensar-se que a tuberculose seria erradicada no ano 2000. Porém hoje assiste-se a um aumento do número de casos de tuberculose. De acordo com OMS a China, Índia, Bangladesh, Paquistão, Indonésia e Filipinas são os seis países responsáveis por 50% do número total de casos de tuberculose. Nestes países o aumento de casos de doença deve-se essencialmente a: Bacilos resistentes às drogas conhecidas; aumento do número de casos com Sida; baixo nível económico das populações. Para além PNV… existe a vacina da gripe (recomendada a grupos de risco: idosos e crianças); vacinas para grupos profissionais mais expostos; vacinas para pessoas que viajam para outros países.
  6. Embora as vacinas sejam administradas sobretudo em crianças e adolescentes, os adultos devem ter actualizadas as suas vacinações contra a hepatite B (principalmente se tiverem comportamentos de risco, como vários parceiros sexuais e toxicodependência) e contra a difteria e o tétano (reforços de 10 em 10 anos). A Rubéola pode causar graves problemas no desenvolvimento do feto, pelo que é aconselhada a vigilância médica da grávida caso esta não esteja imunizada. A papeira , vulgarmente designada por trasorelho, origina, em certas situações, nos indivíduos do sexo masculino, durante a puberdade, problemas de infertildade.
  7. Embora as vacinas sejam administradas sobretudo em crianças e adolescentes, os adultos devem ter actualizadas as suas vacinações contra a hepatite B (principalmente se tiverem comportamentos de risco, como vários parceiros sexuais e toxicodependência) e contra a difteria e o tétano (reforços de 10 em 10 anos).
  8. A implementação de programas neste âmbito pode envolver profissionais de saúde e educadores. A intenção é ajudar as pessoas a compreender e valorizar comportamentos promotores de saúde, recorrendo à reflexão sobre temáticas como: Importância de de fazer regularmente exercício físico adequado a cada pessoa (previne o aparecimento de doenças e pode facilitar o convívio); A limpeza diária do corpo (previne doenças) Um repouso de qualidade, dormindo o número de horas adequado à idade e às necessidades de cada um, num espaço limpo, arejado e silencioso; A escolha de dietas equilibradas; A importância de viver plenamente e de modo responsável a sexualidade; Os riscos associados ao stress, ansiedade e depressão; O reconhecimento de comportamentos sexuais de risco; As consequências nefastas do consumo de substâncias nocivas.
  9. A implementação de programas neste âmbito pode envolver profissionais de saúde e educadores. A intenção é ajudar as pessoas a compreender e valorizar comportamentos promotores de saúde, recorrendo à reflexão sobre temáticas como: Importância de de fazer regularmente exercício físico adequado a cada pessoa (previne o aparecimento de doenças e pode facilitar o convívio); A limpeza diária do corpo (previne doenças) Um repouso de qualidade, dormindo o número de horas adequado à idade e às necessidades de cada um, num espaço limpo, arejado e silencioso; A escolha de dietas equilibradas; A importância de viver plenamente e de modo responsável a sexualidade; Os riscos associados ao stress, ansiedade e depressão; O reconhecimento de comportamentos sexuais de risco; As consequências nefastas do consumo de substâncias nocivas.
  10. A implementação de programas neste âmbito pode envolver profissionais de saúde e educadores. A intenção é ajudar as pessoas a compreender e valorizar comportamentos promotores de saúde, recorrendo à reflexão sobre temáticas como: Importância de de fazer regularmente exercício físico adequado a cada pessoa (previne o aparecimento de doenças e pode facilitar o convívio); A limpeza diária do corpo (previne doenças) Um repouso de qualidade, dormindo o número de horas adequado à idade e às necessidades de cada um, num espaço limpo, arejado e silencioso; A escolha de dietas equilibradas; A importância de viver plenamente e de modo responsável a sexualidade; Os riscos associados ao stress, ansiedade e depressão; O reconhecimento de comportamentos sexuais de risco; As consequências nefastas do consumo de substâncias nocivas.
  11. A implementação de programas neste âmbito pode envolver profissionais de saúde e educadores. A intenção é ajudar as pessoas a compreender e valorizar comportamentos promotores de saúde, recorrendo à reflexão sobre temáticas como: Importância de de fazer regularmente exercício físico adequado a cada pessoa (previne o aparecimento de doenças e pode facilitar o convívio); A limpeza diária do corpo (previne doenças) Um repouso de qualidade, dormindo o número de horas adequado à idade e às necessidades de cada um, num espaço limpo, arejado e silencioso; A escolha de dietas equilibradas; A importância de viver plenamente e de modo responsável a sexualidade; Os riscos associados ao stress, ansiedade e depressão; O reconhecimento de comportamentos sexuais de risco; As consequências nefastas do consumo de substâncias nocivas.
  12. A implementação de programas neste âmbito pode envolver profissionais de saúde e educadores. A intenção é ajudar as pessoas a compreender e valorizar comportamentos promotores de saúde, recorrendo à reflexão sobre temáticas como: Importância de de fazer regularmente exercício físico adequado a cada pessoa (previne o aparecimento de doenças e pode facilitar o convívio); A limpeza diária do corpo (previne doenças) Um repouso de qualidade, dormindo o número de horas adequado à idade e às necessidades de cada um, num espaço limpo, arejado e silencioso; A escolha de dietas equilibradas; A importância de viver plenamente e de modo responsável a sexualidade; Os riscos associados ao stress, ansiedade e depressão; O reconhecimento de comportamentos sexuais de risco; As consequências nefastas do consumo de substâncias nocivas.
  13. A organização de espaços urbanos deve prever a existência de zonas verdes e de outros espaços de lazer. O planeamento atempado das vias de comunicação e das redes de transporte diminui a poluição e os problemas de saúde associados, o tempo perdido no trânsito e evita situações de stresse. Organização do território nacional de forma a valorizar os seus recursos naturais e humanos., com o estudo do impacte ambiental. São contributos para a saúde: Saneamento básico Levantamento de lixos Exploração pecuária devidamente situadas e fiscalizadas Distribuição de água potável Ordenamento das cidades Construção de locais de convívio e lazer Vias de acesso que evitem o congestionamento Abolição dos bairros de lata