SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 27
SISTEMA DIGESTIVO
                     DOENÇAS E DESEQUILÍBRIOS




BIOLOGIA HUMANA 10                      Prof.ª Gabriela Salgado
ÚLCERA PÉPTICA                                 O que é?

Uma úlcera péptica é uma “ferida” na mucosa que reveste o
estômago ou o duodeno. Consoante a sua localização recebe o
nome de úlcera gástrica ou úlcera duodenal.
ÚLCERA PÉPTICA                                 O que é?




Uma úlcera desenvolve-se quando se alteram os mecanismos de
defesa que protegem o estômago ou o duodeno do suco gástrico
(por exemplo, quando se altera a produção da quantidade de
muco).
ÚLCERA PÉPTICA                      Quais as causas?




Embora o excesso de ácido seja um dos factores causadores do
aparecimento de úlceras, a maioria das lesões ulcerosas deve-se a
uma infecção por uma bactéria chamada Helicobacter Pilory.
ÚLCERA PÉPTICA                        Quais as causas?




Um terceiro factor importante para a formação de úlceras no
estômago e duodeno (principalmente nos idosos) é a utilização
crónica ou em doses elevadas de anti-inflamatórios como a aspirina
e outros medicamentos usados no tratamento das dores e das
doenças reumáticas.
ÚLCERA PÉPTICA              Que sintomas?


          Os sintomas da úlcera péptica são dor ou
          desconforto na parte superior do abdómen
          (na zona onde se situa o estômago), que
          surge uma a três horas depois das refeições e
          durante a noite, e geralmente alivia com a
          ingestão de alimentos ou o uso de
          medicamentos anti ácidos.

          Nem sempre a dor é tão característica,
          podendo variar a sua localização ou a relação
          com o horário das refeições e acompanhar-se
          de outros sintomas como náuseas, vómitos,
          enfartamento, estômago inchado e arrotos.
ÚLCERA PÉPTICA                      Como diagnosticar?




Actualmente o diagnóstico de úlcera péptica é feito pela
demonstração da existência de úlcera através de uma endoscopia.

A endoscopia é um exame em que um tubo flexível é introduzido até
ao estômago, possibilitando não só a observação da mucosa do
esófago, estômago e duodeno , como a realização de biopsias nas
úlceras identificadas .
ÚLCERA PÉPTICA                    Qual o tratamento?




 Os medicamentos utilizados destinam-se a diminuir a produção de
 ácido pelo estômago, proteger a mucosa e tratar a infecção por
 Helicobacter Pilory.
ÚLCERA PÉPTICA                            Como prevenir?




Para evitar o aparecimento de úlceras não devemos fumar, moderar a
ingestão de álcool e café, não abusar do consumo de anti-
inflamatórios (ingerindo-os sempre com alimentos no estômago) e
adoptar práticas como o exercício físico e técnicas de relaxamento
que melhorem a sua aptidão para lidar com o stress.
HEMORRÓIDAS                                     O que é?




As hemorróidas são vasos sanguíneos dilatados e salientes no canal
anal, em redor do ânus (hemorróidas externas) ou dentro do ânus e na
porção mais baixa do recto (hemorróidas internas).
HEMORRÓIDAS                                     O que é?




Os tecidos da parede do recto e do canal anal sofrem um estiramento
importante que interfere com a sua função de suporte, favorece a
dilatação dos vasos sanguíneos cujas paredes se tornam mais finas e
altera a sua posição fisiológica.
HEMORRÓIDAS                              Quais as causas?




Entre as várias causas conhecidas para as hemorróidas incluem-se: a
obstipação, associada ao esforço durante a defecação; a permanência
em pé ou sentado durante períodos de tempo prolongados; a
obesidade; a gestação e o parto; predisposição hereditária.
HEMORRÓIDAS                                  Que sintomas?




As hemorróidas externas são visíveis e perceptíveis como regiões
duras e/ou escuras salientes em redor do ânus. A pele que as cobre é
muito sensível, pelo que normalmente são dolorosas. As lesões da
pele que cobre as hemorróidas podem também resultar em
hemorragia, com a presença consequente de sangue, de coloração
vermelho vivo, normalmente a cobrir as fezes e/ou no papel higiénico.
HEMORRÓIDAS                    Como diagnosticar?




O diagnóstico de hemorróidas externas pode ser realizado pela
simples observação. O diagnóstico de hemorróidas internas, pode
implicar um toque rectal, uma anuscopia, uma rectoscopia, uma
sigmoidoscopia ou mesmo uma colonoscopia.
HEMORRÓIDAS                     Qual o tratamento?




O tratamento inclui, principalmente, alterações da dieta, com o
aumento da proporção de alimentos fibrosos (frutas, legumes e
cereais integrais) e de líquidos não alcoólicos. Os sintomas de
irritação e prurido podem também ser aliviados com banhos de
assento e medicamentos de aplicação local. O médico poderá optar
por remover a hemorróida.
HEMORRÓIDAS                               Como prevenir?




Entre as medidas mais importantes inclui-se evitar o esforço durante a
defecação. Neste caso será particularmente útil aumentar a inclusão
de alimentos fibrosos na dieta e de líquidos não alcoólicos. Desta
forma, será possível amolecer as fezes, aumentar o seu volume,
moldá-las e facilitar a defecação.
APENDICITE AGUDA                                 O que é?




É a inflamação do apêndice. O apêndice é uma estrutura vermiforme
(em forma de verme) que sai da primeira porção do intestino grosso.
Tem comprimento variável, em torno de 10 centímetros, e localiza-se na
parte inferior do abdômen.
APENDICITE AGUDA                        Quais as causas?




 A apendicite é causada, habitualmente, por um pequeno bloco de
 fezes endurecidas (fecalito) que obstrui o apêndice.
APENDICITE AGUDA                             Que sintomas?




Menos de metade das pessoas com apendicite aguda tem todos os
sintomas mais característicos: náuseas, vómitos e dor muito intensa
na parte inferior direita do abdómen. Se o apêndice se perfurar, a dor
e a febre podem aumentar. Se a infecção se agravar, pode produzir-se
um choque.
APENDICITE AGUDA                     Como diagnosticar?




Uma análise ao sangue mostra um aumento moderado na contagem
de glóbulos brancos, em resposta à infecção. O diagnóstico baseia-se
nos dados do exame físico.
APENDICITE AGUDA                   Qual o tratamento?




Para evitar a perfuração do apêndice, a formação de abcessos ou a
inflamação do revestimento da cavidade abdominal (peritonite), o
médico faz uma intervenção cirúrgica de urgência.
CANCRO COLO-RECTAL
                                            O que é?




 É a proliferação anormal de células, na zona do cólon ou do
 recto.
CANCRO COLO-RECTAL
                                        Quais as causas?




 Ninguém sabe, exactamente, quais as suas causas. A investigação,
 demonstrou que pessoas com determinados factores de risco, têm
 maior probabilidade de desenvolver cancro colo-rectal do que outras.
 Um factor de risco, é algo que está ligado a uma possibilidade
 aumentada de desenvolver a doença.
CANCRO COLO-RECTAL
                           Quais os factores de risco?
HISTÓRICO FAMILIAR

IDADE

DOENÇAS INFLAMATÓRIAS E PÓLIPOS NO INTESTINO

OBESIDADE, DIETA E ESTILO DE VIDA dieta baixa em fibras e
alta em gorduras aliadas a uma vida sedentária.
CANCRO COLO-RECTAL
                                      Que sintomas?

Os sintomas mais comuns são:

Alteração dos hábitos intestinais;
Diarreia, obstipação ou sensação de que o intestino não esvazia
completamente;
Sangue (vermelho vivo ou muito escuro) nas fezes;
Desconforto abdominal generalizado (dores de gases, inchaço,
enfartamento e/ou cãibras);
Perda de peso inexplicada;
Cansaço constante;
CANCRO COLO-RECTAL
                                 Qual o tratamento?




O tratamento do cancro colo-rectal pode envolver cirurgia,
radioterapia ou quimioterapia. Algumas pessoas fazem uma
combinação de tratamentos.
CANCRO COLO-RECTAL
                                         Como prevenir?




O rastreio do cancro, antes de haver sintomas, pode ajudar o médico a
encontrar e tratar, precocemente, pólipos, ou mesmo algum tumor.
Detectar e remover quaisquer pólipos existentes pode prevenir o
cancro colo-rectal. Adicionalmente, se a doença for detectada em
estadio precoce, é mais provável que o tratamento seja eficaz.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados (20)

Apresentação doença de crohn
Apresentação doença de crohnApresentação doença de crohn
Apresentação doença de crohn
 
Gastrite
GastriteGastrite
Gastrite
 
Abdome Agudo
Abdome AgudoAbdome Agudo
Abdome Agudo
 
Sindrome do abdome agudo
Sindrome do abdome agudoSindrome do abdome agudo
Sindrome do abdome agudo
 
Tipos de dietas
Tipos de dietasTipos de dietas
Tipos de dietas
 
Avaliação Clínica do Abdome Agudo
Avaliação Clínica do Abdome AgudoAvaliação Clínica do Abdome Agudo
Avaliação Clínica do Abdome Agudo
 
Slide anorexia e bulimia corrigido
Slide anorexia e bulimia corrigidoSlide anorexia e bulimia corrigido
Slide anorexia e bulimia corrigido
 
PANCREATITE AGUDA
PANCREATITE AGUDAPANCREATITE AGUDA
PANCREATITE AGUDA
 
Úlceras pepticas e apendicite e o processo de enfermagem
Úlceras pepticas e apendicite e o processo de enfermagemÚlceras pepticas e apendicite e o processo de enfermagem
Úlceras pepticas e apendicite e o processo de enfermagem
 
Nutricão
NutricãoNutricão
Nutricão
 
Gastrite e ulcera
Gastrite e ulceraGastrite e ulcera
Gastrite e ulcera
 
Abdome agudo
Abdome agudoAbdome agudo
Abdome agudo
 
Apresentação TNE
Apresentação TNEApresentação TNE
Apresentação TNE
 
Anatomia - Sistema Digestório
Anatomia - Sistema Digestório Anatomia - Sistema Digestório
Anatomia - Sistema Digestório
 
Ostomias
OstomiasOstomias
Ostomias
 
Fisiologia do sistema digestivo
Fisiologia do sistema digestivoFisiologia do sistema digestivo
Fisiologia do sistema digestivo
 
Úlcera Gástrica
Úlcera GástricaÚlcera Gástrica
Úlcera Gástrica
 
Aula Litíase Renal
Aula Litíase Renal Aula Litíase Renal
Aula Litíase Renal
 
Transtornos alimentares
Transtornos alimentaresTranstornos alimentares
Transtornos alimentares
 
Retocolite Ulcerativa
Retocolite UlcerativaRetocolite Ulcerativa
Retocolite Ulcerativa
 

Destaque

Sistema Digestivo
Sistema DigestivoSistema Digestivo
Sistema Digestivoluisnisa
 
01 Sist Digestivo Tc 0809
01 Sist Digestivo Tc 080901 Sist Digestivo Tc 0809
01 Sist Digestivo Tc 0809Teresa Monteiro
 
Sistema Digestivo - 9ºAno
Sistema Digestivo - 9ºAnoSistema Digestivo - 9ºAno
Sistema Digestivo - 9ºAnomariapinto
 
Sistema Digestório
Sistema DigestórioSistema Digestório
Sistema DigestórioAleSclearuc
 
Sistema digestivo
Sistema digestivoSistema digestivo
Sistema digestivoCatir
 
Sistema digestorio slides
Sistema digestorio slidesSistema digestorio slides
Sistema digestorio slidesFabiano Reis
 
ÚLcera Péptica
ÚLcera PépticaÚLcera Péptica
ÚLcera Pépticagutsaac
 
Atividades sobre alimetação 1
Atividades sobre alimetação 1Atividades sobre alimetação 1
Atividades sobre alimetação 1andearam
 
03_CN9_saúde individual_comunitária_promoção_saúde_tc_2011_2012
03_CN9_saúde individual_comunitária_promoção_saúde_tc_2011_201203_CN9_saúde individual_comunitária_promoção_saúde_tc_2011_2012
03_CN9_saúde individual_comunitária_promoção_saúde_tc_2011_2012Teresa Monteiro
 
Apresentação Violência Letal Contra a Criança e o Adolescente
Apresentação Violência Letal Contra a Criança e o AdolescenteApresentação Violência Letal Contra a Criança e o Adolescente
Apresentação Violência Letal Contra a Criança e o AdolescenteOsair Manassan
 
Resumo digestão dos alimentos
Resumo digestão dos alimentosResumo digestão dos alimentos
Resumo digestão dos alimentosCláudia Moura
 

Destaque (20)

Como tratar as hemorroidas
Como tratar as hemorroidasComo tratar as hemorroidas
Como tratar as hemorroidas
 
Sistema Digestivo
Sistema DigestivoSistema Digestivo
Sistema Digestivo
 
01 Sist Digestivo Tc 0809
01 Sist Digestivo Tc 080901 Sist Digestivo Tc 0809
01 Sist Digestivo Tc 0809
 
Sistema Digestivo
Sistema DigestivoSistema Digestivo
Sistema Digestivo
 
Doença Ulcerosa Péptica
Doença Ulcerosa PépticaDoença Ulcerosa Péptica
Doença Ulcerosa Péptica
 
Sistema digestivo
Sistema digestivoSistema digestivo
Sistema digestivo
 
Sistema Digestivo - 9ºAno
Sistema Digestivo - 9ºAnoSistema Digestivo - 9ºAno
Sistema Digestivo - 9ºAno
 
Sistema digestivo
Sistema digestivoSistema digestivo
Sistema digestivo
 
Sistema Digestório
Sistema DigestórioSistema Digestório
Sistema Digestório
 
Sistema digestivo
Sistema digestivoSistema digestivo
Sistema digestivo
 
Sistema digestorio slides
Sistema digestorio slidesSistema digestorio slides
Sistema digestorio slides
 
ÚLcera Péptica
ÚLcera PépticaÚLcera Péptica
ÚLcera Péptica
 
úLcera péptica
úLcera pépticaúLcera péptica
úLcera péptica
 
Atividades sobre alimetação 1
Atividades sobre alimetação 1Atividades sobre alimetação 1
Atividades sobre alimetação 1
 
03_CN9_saúde individual_comunitária_promoção_saúde_tc_2011_2012
03_CN9_saúde individual_comunitária_promoção_saúde_tc_2011_201203_CN9_saúde individual_comunitária_promoção_saúde_tc_2011_2012
03_CN9_saúde individual_comunitária_promoção_saúde_tc_2011_2012
 
Ft sistema digestivo
Ft sistema digestivoFt sistema digestivo
Ft sistema digestivo
 
Ficha de experimental0001
Ficha de experimental0001Ficha de experimental0001
Ficha de experimental0001
 
Ulcera peptica
Ulcera pepticaUlcera peptica
Ulcera peptica
 
Apresentação Violência Letal Contra a Criança e o Adolescente
Apresentação Violência Letal Contra a Criança e o AdolescenteApresentação Violência Letal Contra a Criança e o Adolescente
Apresentação Violência Letal Contra a Criança e o Adolescente
 
Resumo digestão dos alimentos
Resumo digestão dos alimentosResumo digestão dos alimentos
Resumo digestão dos alimentos
 

Semelhante a Deseq Digestivo

Assistência em Clínica Cirúrgica aula 01.pptx
Assistência em Clínica Cirúrgica aula 01.pptxAssistência em Clínica Cirúrgica aula 01.pptx
Assistência em Clínica Cirúrgica aula 01.pptxpososospos
 
Clínica médica - Constipação intestinal, diarréia, diverticulose e doença de ...
Clínica médica - Constipação intestinal, diarréia, diverticulose e doença de ...Clínica médica - Constipação intestinal, diarréia, diverticulose e doença de ...
Clínica médica - Constipação intestinal, diarréia, diverticulose e doença de ...Marcela Lago
 
AULA 06 - SISTEMA GASTROINESTINAL - Enfermagem médica.pptx
AULA 06 - SISTEMA GASTROINESTINAL - Enfermagem médica.pptxAULA 06 - SISTEMA GASTROINESTINAL - Enfermagem médica.pptx
AULA 06 - SISTEMA GASTROINESTINAL - Enfermagem médica.pptxJoaoLucasSilva9
 
resumo Semiologia Cirurgica I medicina.pdf
resumo Semiologia Cirurgica I medicina.pdfresumo Semiologia Cirurgica I medicina.pdf
resumo Semiologia Cirurgica I medicina.pdfLucianaGuimares30
 
IMPRIMIR - ABDOM. CLASE 01.04.2024 (2).pdf
IMPRIMIR - ABDOM. CLASE 01.04.2024 (2).pdfIMPRIMIR - ABDOM. CLASE 01.04.2024 (2).pdf
IMPRIMIR - ABDOM. CLASE 01.04.2024 (2).pdfLucianaGuimares30
 
Doenças Intestinais
Doenças IntestinaisDoenças Intestinais
Doenças IntestinaisThamyNoronha
 
Doenças Intestinais
Doenças IntestinaisDoenças Intestinais
Doenças IntestinaisThamyNoronha
 
Fisiologia Humana - Obstrução Intestinal
Fisiologia Humana - Obstrução IntestinalFisiologia Humana - Obstrução Intestinal
Fisiologia Humana - Obstrução IntestinalValdeci Alves Barboza
 
Trabalho semiologia do abdome.
Trabalho semiologia do abdome.Trabalho semiologia do abdome.
Trabalho semiologia do abdome.Mariana Andrade
 
ESTUDO DE CASO APENDICECTOMIA
ESTUDO DE CASO APENDICECTOMIAESTUDO DE CASO APENDICECTOMIA
ESTUDO DE CASO APENDICECTOMIAIvanilson Gomes
 
apresentação s.Gastro.pdf
apresentação s.Gastro.pdfapresentação s.Gastro.pdf
apresentação s.Gastro.pdftaliso
 
Material Reumo 2019 Med Ulcera Péptica
Material Reumo 2019 Med Ulcera PépticaMaterial Reumo 2019 Med Ulcera Péptica
Material Reumo 2019 Med Ulcera PépticaMariane Santos
 

Semelhante a Deseq Digestivo (20)

Assistência em Clínica Cirúrgica aula 01.pptx
Assistência em Clínica Cirúrgica aula 01.pptxAssistência em Clínica Cirúrgica aula 01.pptx
Assistência em Clínica Cirúrgica aula 01.pptx
 
Afecções Do Sistema gastro.pdf
Afecções Do Sistema gastro.pdfAfecções Do Sistema gastro.pdf
Afecções Do Sistema gastro.pdf
 
Clínica médica - Constipação intestinal, diarréia, diverticulose e doença de ...
Clínica médica - Constipação intestinal, diarréia, diverticulose e doença de ...Clínica médica - Constipação intestinal, diarréia, diverticulose e doença de ...
Clínica médica - Constipação intestinal, diarréia, diverticulose e doença de ...
 
AULA 06 - SISTEMA GASTROINESTINAL - Enfermagem médica.pptx
AULA 06 - SISTEMA GASTROINESTINAL - Enfermagem médica.pptxAULA 06 - SISTEMA GASTROINESTINAL - Enfermagem médica.pptx
AULA 06 - SISTEMA GASTROINESTINAL - Enfermagem médica.pptx
 
resumo Semiologia Cirurgica I medicina.pdf
resumo Semiologia Cirurgica I medicina.pdfresumo Semiologia Cirurgica I medicina.pdf
resumo Semiologia Cirurgica I medicina.pdf
 
Doenças do trato intestinal
Doenças do trato intestinalDoenças do trato intestinal
Doenças do trato intestinal
 
IMPRIMIR - ABDOM. CLASE 01.04.2024 (2).pdf
IMPRIMIR - ABDOM. CLASE 01.04.2024 (2).pdfIMPRIMIR - ABDOM. CLASE 01.04.2024 (2).pdf
IMPRIMIR - ABDOM. CLASE 01.04.2024 (2).pdf
 
Doenças Intestinais
Doenças IntestinaisDoenças Intestinais
Doenças Intestinais
 
Doenças Intestinais
Doenças IntestinaisDoenças Intestinais
Doenças Intestinais
 
Gastrite
GastriteGastrite
Gastrite
 
Fisiologia Humana - Obstrução Intestinal
Fisiologia Humana - Obstrução IntestinalFisiologia Humana - Obstrução Intestinal
Fisiologia Humana - Obstrução Intestinal
 
Trabalho semiologia do abdome.
Trabalho semiologia do abdome.Trabalho semiologia do abdome.
Trabalho semiologia do abdome.
 
Radiologianota10 Enema opaco
Radiologianota10 Enema opacoRadiologianota10 Enema opaco
Radiologianota10 Enema opaco
 
Hemorroidas Remédios Naturais
Hemorroidas Remédios NaturaisHemorroidas Remédios Naturais
Hemorroidas Remédios Naturais
 
Doenças do TGI
Doenças do TGIDoenças do TGI
Doenças do TGI
 
Apêndice
ApêndiceApêndice
Apêndice
 
ESTUDO DE CASO APENDICECTOMIA
ESTUDO DE CASO APENDICECTOMIAESTUDO DE CASO APENDICECTOMIA
ESTUDO DE CASO APENDICECTOMIA
 
apresentação s.Gastro.pdf
apresentação s.Gastro.pdfapresentação s.Gastro.pdf
apresentação s.Gastro.pdf
 
Material Reumo 2019 Med Ulcera Péptica
Material Reumo 2019 Med Ulcera PépticaMaterial Reumo 2019 Med Ulcera Péptica
Material Reumo 2019 Med Ulcera Péptica
 
Abdome agudo
Abdome agudoAbdome agudo
Abdome agudo
 

Mais de Escola Básica e Secundária de Vizela - Infias

Mais de Escola Básica e Secundária de Vizela - Infias (20)

Rochas 1718
Rochas 1718Rochas 1718
Rochas 1718
 
Terra sistema
Terra sistemaTerra sistema
Terra sistema
 
Terra condições
Terra condições Terra condições
Terra condições
 
Sustentabilidade
SustentabilidadeSustentabilidade
Sustentabilidade
 
Vida na terra
Vida na terraVida na terra
Vida na terra
 
Fosseis
FosseisFosseis
Fosseis
 
Atividade sismica
Atividade sismicaAtividade sismica
Atividade sismica
 
Atividade vulcanica
Atividade vulcanicaAtividade vulcanica
Atividade vulcanica
 
Estrutura interna
Estrutura internaEstrutura interna
Estrutura interna
 
Deformaçoes
DeformaçoesDeformaçoes
Deformaçoes
 
Deriva continental e tectonica
Deriva continental e tectonicaDeriva continental e tectonica
Deriva continental e tectonica
 
Formações litológicas
Formações litológicasFormações litológicas
Formações litológicas
 
1.1 paisagens
1.1 paisagens1.1 paisagens
1.1 paisagens
 
Rochas sedimentares
Rochas sedimentaresRochas sedimentares
Rochas sedimentares
 
Rochas metamorficas
Rochas metamorficasRochas metamorficas
Rochas metamorficas
 
Ciclo rochas magmaticas
Ciclo rochas magmaticasCiclo rochas magmaticas
Ciclo rochas magmaticas
 
Minerais novo
 Minerais novo Minerais novo
Minerais novo
 
Sist digestivo
Sist digestivoSist digestivo
Sist digestivo
 
Alimentaçao
AlimentaçaoAlimentaçao
Alimentaçao
 
Sist respiratorio
Sist respiratorioSist respiratorio
Sist respiratorio
 

Último

Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdf
Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdfMetabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdf
Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdfMayaraStefanydaSilva1
 
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdf
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdfAULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdf
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdfClaudiaAraujo428025
 
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfivana Sobrenome
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSProf. Marcus Renato de Carvalho
 
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptx
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptxDOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptx
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptxDiegoFernandes857616
 
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfvejic16888
 
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptxAULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptxmikashopassos123
 
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdf
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdfTabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdf
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdfqualidadediagnostico
 

Último (8)

Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdf
Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdfMetabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdf
Metabolismo Celular, Respiração Celular aeróbia e anaeróbia.pdf
 
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdf
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdfAULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdf
AULA - Fígado, vias biliares e pâncreas exócrino.pdf
 
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
 
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptx
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptxDOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptx
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÕES COMPULSÓRIAS - slide.pptx
 
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
 
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptxAULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
 
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdf
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdfTabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdf
Tabela-pontos-de-corte-clinicos-BrCAST-12-abr-22.pdf
 

Deseq Digestivo

  • 1. SISTEMA DIGESTIVO DOENÇAS E DESEQUILÍBRIOS BIOLOGIA HUMANA 10 Prof.ª Gabriela Salgado
  • 2. ÚLCERA PÉPTICA O que é? Uma úlcera péptica é uma “ferida” na mucosa que reveste o estômago ou o duodeno. Consoante a sua localização recebe o nome de úlcera gástrica ou úlcera duodenal.
  • 3. ÚLCERA PÉPTICA O que é? Uma úlcera desenvolve-se quando se alteram os mecanismos de defesa que protegem o estômago ou o duodeno do suco gástrico (por exemplo, quando se altera a produção da quantidade de muco).
  • 4. ÚLCERA PÉPTICA Quais as causas? Embora o excesso de ácido seja um dos factores causadores do aparecimento de úlceras, a maioria das lesões ulcerosas deve-se a uma infecção por uma bactéria chamada Helicobacter Pilory.
  • 5. ÚLCERA PÉPTICA Quais as causas? Um terceiro factor importante para a formação de úlceras no estômago e duodeno (principalmente nos idosos) é a utilização crónica ou em doses elevadas de anti-inflamatórios como a aspirina e outros medicamentos usados no tratamento das dores e das doenças reumáticas.
  • 6. ÚLCERA PÉPTICA Que sintomas? Os sintomas da úlcera péptica são dor ou desconforto na parte superior do abdómen (na zona onde se situa o estômago), que surge uma a três horas depois das refeições e durante a noite, e geralmente alivia com a ingestão de alimentos ou o uso de medicamentos anti ácidos. Nem sempre a dor é tão característica, podendo variar a sua localização ou a relação com o horário das refeições e acompanhar-se de outros sintomas como náuseas, vómitos, enfartamento, estômago inchado e arrotos.
  • 7. ÚLCERA PÉPTICA Como diagnosticar? Actualmente o diagnóstico de úlcera péptica é feito pela demonstração da existência de úlcera através de uma endoscopia. A endoscopia é um exame em que um tubo flexível é introduzido até ao estômago, possibilitando não só a observação da mucosa do esófago, estômago e duodeno , como a realização de biopsias nas úlceras identificadas .
  • 8. ÚLCERA PÉPTICA Qual o tratamento? Os medicamentos utilizados destinam-se a diminuir a produção de ácido pelo estômago, proteger a mucosa e tratar a infecção por Helicobacter Pilory.
  • 9. ÚLCERA PÉPTICA Como prevenir? Para evitar o aparecimento de úlceras não devemos fumar, moderar a ingestão de álcool e café, não abusar do consumo de anti- inflamatórios (ingerindo-os sempre com alimentos no estômago) e adoptar práticas como o exercício físico e técnicas de relaxamento que melhorem a sua aptidão para lidar com o stress.
  • 10. HEMORRÓIDAS O que é? As hemorróidas são vasos sanguíneos dilatados e salientes no canal anal, em redor do ânus (hemorróidas externas) ou dentro do ânus e na porção mais baixa do recto (hemorróidas internas).
  • 11. HEMORRÓIDAS O que é? Os tecidos da parede do recto e do canal anal sofrem um estiramento importante que interfere com a sua função de suporte, favorece a dilatação dos vasos sanguíneos cujas paredes se tornam mais finas e altera a sua posição fisiológica.
  • 12. HEMORRÓIDAS Quais as causas? Entre as várias causas conhecidas para as hemorróidas incluem-se: a obstipação, associada ao esforço durante a defecação; a permanência em pé ou sentado durante períodos de tempo prolongados; a obesidade; a gestação e o parto; predisposição hereditária.
  • 13. HEMORRÓIDAS Que sintomas? As hemorróidas externas são visíveis e perceptíveis como regiões duras e/ou escuras salientes em redor do ânus. A pele que as cobre é muito sensível, pelo que normalmente são dolorosas. As lesões da pele que cobre as hemorróidas podem também resultar em hemorragia, com a presença consequente de sangue, de coloração vermelho vivo, normalmente a cobrir as fezes e/ou no papel higiénico.
  • 14. HEMORRÓIDAS Como diagnosticar? O diagnóstico de hemorróidas externas pode ser realizado pela simples observação. O diagnóstico de hemorróidas internas, pode implicar um toque rectal, uma anuscopia, uma rectoscopia, uma sigmoidoscopia ou mesmo uma colonoscopia.
  • 15. HEMORRÓIDAS Qual o tratamento? O tratamento inclui, principalmente, alterações da dieta, com o aumento da proporção de alimentos fibrosos (frutas, legumes e cereais integrais) e de líquidos não alcoólicos. Os sintomas de irritação e prurido podem também ser aliviados com banhos de assento e medicamentos de aplicação local. O médico poderá optar por remover a hemorróida.
  • 16. HEMORRÓIDAS Como prevenir? Entre as medidas mais importantes inclui-se evitar o esforço durante a defecação. Neste caso será particularmente útil aumentar a inclusão de alimentos fibrosos na dieta e de líquidos não alcoólicos. Desta forma, será possível amolecer as fezes, aumentar o seu volume, moldá-las e facilitar a defecação.
  • 17. APENDICITE AGUDA O que é? É a inflamação do apêndice. O apêndice é uma estrutura vermiforme (em forma de verme) que sai da primeira porção do intestino grosso. Tem comprimento variável, em torno de 10 centímetros, e localiza-se na parte inferior do abdômen.
  • 18. APENDICITE AGUDA Quais as causas? A apendicite é causada, habitualmente, por um pequeno bloco de fezes endurecidas (fecalito) que obstrui o apêndice.
  • 19. APENDICITE AGUDA Que sintomas? Menos de metade das pessoas com apendicite aguda tem todos os sintomas mais característicos: náuseas, vómitos e dor muito intensa na parte inferior direita do abdómen. Se o apêndice se perfurar, a dor e a febre podem aumentar. Se a infecção se agravar, pode produzir-se um choque.
  • 20. APENDICITE AGUDA Como diagnosticar? Uma análise ao sangue mostra um aumento moderado na contagem de glóbulos brancos, em resposta à infecção. O diagnóstico baseia-se nos dados do exame físico.
  • 21. APENDICITE AGUDA Qual o tratamento? Para evitar a perfuração do apêndice, a formação de abcessos ou a inflamação do revestimento da cavidade abdominal (peritonite), o médico faz uma intervenção cirúrgica de urgência.
  • 22. CANCRO COLO-RECTAL O que é? É a proliferação anormal de células, na zona do cólon ou do recto.
  • 23. CANCRO COLO-RECTAL Quais as causas? Ninguém sabe, exactamente, quais as suas causas. A investigação, demonstrou que pessoas com determinados factores de risco, têm maior probabilidade de desenvolver cancro colo-rectal do que outras. Um factor de risco, é algo que está ligado a uma possibilidade aumentada de desenvolver a doença.
  • 24. CANCRO COLO-RECTAL Quais os factores de risco? HISTÓRICO FAMILIAR IDADE DOENÇAS INFLAMATÓRIAS E PÓLIPOS NO INTESTINO OBESIDADE, DIETA E ESTILO DE VIDA dieta baixa em fibras e alta em gorduras aliadas a uma vida sedentária.
  • 25. CANCRO COLO-RECTAL Que sintomas? Os sintomas mais comuns são: Alteração dos hábitos intestinais; Diarreia, obstipação ou sensação de que o intestino não esvazia completamente; Sangue (vermelho vivo ou muito escuro) nas fezes; Desconforto abdominal generalizado (dores de gases, inchaço, enfartamento e/ou cãibras); Perda de peso inexplicada; Cansaço constante;
  • 26. CANCRO COLO-RECTAL Qual o tratamento? O tratamento do cancro colo-rectal pode envolver cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. Algumas pessoas fazem uma combinação de tratamentos.
  • 27. CANCRO COLO-RECTAL Como prevenir? O rastreio do cancro, antes de haver sintomas, pode ajudar o médico a encontrar e tratar, precocemente, pólipos, ou mesmo algum tumor. Detectar e remover quaisquer pólipos existentes pode prevenir o cancro colo-rectal. Adicionalmente, se a doença for detectada em estadio precoce, é mais provável que o tratamento seja eficaz.