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SAÚDE COLETIVA
Professora: enfª Ana Maria
Especialista em saúde coletiva
Saúde coletiva
• SAÚDE
É um completo estado de bem estar físico mental e social,
e não meramente a ausência de doença.
SAÚDE COLETIVA.
Coletivo: “Que abrange ou compreende muitas coisas ou
pessoas.
Saúde coletiva
• SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)
• O Sistema Único de Saúde - SUS- foi criado pela Lei
Orgânica da Saúde n.º 8.080/90
• Pode ser entendido, em primeiro lugar, como uma
“Política de Estado”, materialização de uma decisão
adotada pelo Congresso Nacional, em 1988, na chamada
Constituição cidadã, de considerar a Saúde como um
“Direito de Cidadania e um dever do Estado.
Saúde coletiva
• diretrizes previstas .
• Universalidade . atender a todos, sem distinções ou
restrições, oferecendo a todo atenção necessária.
• Integralidade. oferecer a atenção necessária á saúde da
população , promovendo ações contínuas de prevenção e
tratamento aos indivíduos e a comunidade, em quaisquer
níveis complexidade;
Saúde coletiva
• Equidade : disponibilizar os recursos e serviços com
justiça, de acordo com as necessidades de cada um,
canalizando maior atenção aos que mais necessitam.
• Participação Social: é um direito e dever da sociedade
participar das gestões públicas em particular; é dever do
Poder Público garantir as condições para essa
participação, assegurando a gestão comunitária do SUS;
Saúde coletiva
• Descentralização : é o processo de transferência de
responsabilidade de gestão para os municípios,
atendendo as determinações constitucionais e legais que
embasam o SUS, definidor de atribuições comuns e
competências especificas á União, aso estados, ao
Distrito Federal e aos municípios.
Saúde coletiva
• Hierarquização : entendia como um conjunto articulado e
continuo das ações e serviços preventivos e curativos,
individuais , exigidos para cada caso em todos os níveis
de complexidade do sistema referência e contra-
referência.
Saúde coletiva
• LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990:
• Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e
recuperação da saúde, a organização e o funcionamento
dos serviços correspondentes e dá outras providências.
• LEI Nº 8.142, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1990.Dispõe
sobre a participação da comunidade na gestão do
Sistema Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências
intergovernamentais de recursos financeiros na área da
saúde e dá outras
HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA
• Fase Inicial
• Fase Patológica pré-clínica
• Fase Clínica
• Fase de incapacidade residual
FATORES DETERMINANTES DA
DOENÇA
• Endógenos :Fatores determinantes que, no quadro geral
da ecologia da doença, são inerentes ao organismo e
estabelecem a receptividade do indivíduo.
• Herança genética.
• Anatomia e fisiologia
• Organismo humano.
• Estilo devida.
• Exógenos:Fatores determinantes que dizem respeito ao
ambiente.
• Ambiente biológico:
• Determinantes biológicos.
• Ambiente físico: determinantes físico-químicos.
• Ambiente social: determinantes sócio-culturais.
Aqui tem saúde ?
CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES DE
DOENÇAS
• Biológicos – bactérias e vírus
• Genéticos – translocação de cromossomos (síndrome de
Down) Químicos – nutrientes, drogas, gases, fumo, álcool
Físicos – radiação, atrito e impacto de veículos a motor
• Psíquicos ou psicossociais – estresse do desemprego,
trabalho
PREVENÇÃO. O que é?
• Prevenir é prever antes que algo aconteça e cuidar para
que não aconteça.
• Prevenção é a ação antecipada tendo como objetivo de
interceptar ou anular a evolução de uma doença.
• Prevenção não apenas para evitar o aparecimento de
doença mais também para interromper o processo da
doença que já se instalou no organismo.
Exames preventivos
NÍVEIS DE PREVENÇÃO
• Prevenção Primária: são ações dirigidas para
manutenção da saúde.
• Prevenção Secundária: ações que visam a prevenção
para regredir a doença.
• Prevenção Terciária: ações se dirigem à fase final do
processo, visa reabilitar o paciente.
PREVENÇÃO PRIMÁRIA
• 1. Promoção da Saúde - ações destinadas para
manter o bem-estar, sem visar nenhuma doença
Educação sanitária;
• Alimentação e nutrição adequadas; Habitação adequada;
• Emprego e salários adequados;
• Condições para a satisfação das necessidades básicas
para o indivíduo
Proteção específicas
• inclui medidas para impedir o aparecimento de uma
determinada doença Imunização.
• uma determinada doença Imunização;
• Exame pré-natal; Quimioprofilaxia; Fluorretação da água;
• Eliminação de exposição a agentes carcinogênicos;
Saúde Ocupacional.
PREVENÇÃO SECUNDÁRIA
• Inquéritos para descoberta de casos na comunidade;
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de casos;
• Isolamento para evitar a propagação de doenças;
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PREVENÇÃO TERCIÁRIA
• Reabilitação: impedir a incapacidade total.
• Fisioterapia;
• Terapia ocupacional;
• Emprego para reabilitado;
• Melhores condições de trabalho para o deficiente;
• Educação para o público para aceitação dos deficientes;
• Próteses e órteses.
MODELOS DE ATENÇÃO EM SAÚDE
• É uma maneira de organizar os meios de trabalho
utilizados nas práticas ou processos de trabalho em
saúde (PAIM, 2003).
• Modelo Médico Assistencial Privatista: é voltado para a
demanda espontânea, predominantemente curativo.
• Modelo Sanitarista: concentra atenção no controle de
certos agravos ou em determinados grupos de risco de
adoecer e morrer, através de campanhas e de programas
especiais de saúde pública.
• Modelo de Vigilância da Saúde: os serviços são voltados
para as necessidades de saúde identificadas na
comunidade, mediante estudos epidemiológico
Epidemiologia
• Conceito. Epidemiologia é o estudo da frequência, da
distribuição e dos determinantes dos eventos
relacionados à saúde em específicas populações e a
aplicação desses estudos no controle dos
• problemas de saúde."
• A epidemiologia é uma disciplina básica da saúde pública
voltada para a compreensão do processo saúde-doença
na coletividade. Como disciplina da saúde pública,
preocupa-se com o desenvolvimento de estratégias para
as ações voltadas para a proteção e promoção da saúde
da comunidade.
Objetivos da Epidemiologia
• 1. Identificar o agente causal ou fatores relacionados à
causa dos agravos à saúde.
• 2. Entender a causa dos agravos à saúde.
• 3. Definir os modos de transmissão.
• 4. Definir e determinar os fatores contribuintes aos
agravos à saúde.
• 5. Identificar e explicar os padrões de distribuição
geográfica das doenças.
• 6. Estabelecer os métodos e estratégias de controle dos
agravos à saúde.
• 7. Estabelecer medidas preventivas
Vigilância Epidemiológica
• Conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a
detecção ou a prevenção de qualquer mudança nos
fatores determinantes e condicionantes de saúde
individual ou coletiva, com afinalidade de recomendar e
adotar medidas de prevenção e controle.
Notificação de doenças:
• Notificação Ativa: procedimento que tem por objetivo detectar casos
que não foram captados pelo sistema de Notificação. É realizada
através de visitas periódicas a serviços de saúde como hospitais e
laboratórios, instituições de ensino, ambulatórios, busca em
prontuários, CCIH e outros locais que possam ser fontes de
notificação. Doenças de notificação compulsória: PORTARIA NO -
204, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2016
• Notificação Negativa: denominação da notificação realizada
periodicamente, mesmo na ausência de casos. O serviço de saúde
informa por intermédio de um boletim, telegrama ou até por telefone,
que não ocorreram casos de uma determinada doença. Esse sistema
é útil:
• sendo a doença objeto de erradicação, de eliminação ou controle;
• quando a incidência da doença é baixa, e pode haver um período
mais ou menos longo sem que ocorram casos; dessa forma, os
serviços de saúde obrigando-se informar que não houve casos, estão
sempre vigilantes
• Surto :É um aumento inesperado do número de
infectados por determinada doença em uma região
específica. Um exemplo são os casos de dengue: quando
muitos casos ocorrem no mesmo bairro de uma cidade,
por exemplo, as autoridades tratam esse crescimento
como um surto.
• Epidemia
• Ocorre quando o número de surtos cresce, abrangendo
várias regiões de determinada cidade, por exemplo. Se
isso acontecer, considera-se que há uma epidemia no
município — mas um surto em escala estadual.
• Endemia: o nome dado a um fator que interfere
negativamente na saúde de uma população, como uma
doença que pode ser ou não contagiosa ou até mesmo
violências que já se tornaram comuns em determinadas
regiões.
• Pandemia :Já uma pandemia é decretada quando o surto
ou a epidemia passa a ser encontrado em mais de um
continente e com transmissão comunitária, não sendo
mais possível o rastreamento das pessoas infectadas. O
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  • 1. SAÚDE COLETIVA Professora: enfª Ana Maria Especialista em saúde coletiva
  • 2. Saúde coletiva • SAÚDE É um completo estado de bem estar físico mental e social, e não meramente a ausência de doença. SAÚDE COLETIVA. Coletivo: “Que abrange ou compreende muitas coisas ou pessoas.
  • 3. Saúde coletiva • SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) • O Sistema Único de Saúde - SUS- foi criado pela Lei Orgânica da Saúde n.º 8.080/90 • Pode ser entendido, em primeiro lugar, como uma “Política de Estado”, materialização de uma decisão adotada pelo Congresso Nacional, em 1988, na chamada Constituição cidadã, de considerar a Saúde como um “Direito de Cidadania e um dever do Estado.
  • 4. Saúde coletiva • diretrizes previstas . • Universalidade . atender a todos, sem distinções ou restrições, oferecendo a todo atenção necessária. • Integralidade. oferecer a atenção necessária á saúde da população , promovendo ações contínuas de prevenção e tratamento aos indivíduos e a comunidade, em quaisquer níveis complexidade;
  • 5. Saúde coletiva • Equidade : disponibilizar os recursos e serviços com justiça, de acordo com as necessidades de cada um, canalizando maior atenção aos que mais necessitam. • Participação Social: é um direito e dever da sociedade participar das gestões públicas em particular; é dever do Poder Público garantir as condições para essa participação, assegurando a gestão comunitária do SUS;
  • 6. Saúde coletiva • Descentralização : é o processo de transferência de responsabilidade de gestão para os municípios, atendendo as determinações constitucionais e legais que embasam o SUS, definidor de atribuições comuns e competências especificas á União, aso estados, ao Distrito Federal e aos municípios.
  • 7. Saúde coletiva • Hierarquização : entendia como um conjunto articulado e continuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais , exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema referência e contra- referência.
  • 8. Saúde coletiva • LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990: • Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.
  • 9. • LEI Nº 8.142, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1990.Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras
  • 10. HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA • Fase Inicial • Fase Patológica pré-clínica • Fase Clínica • Fase de incapacidade residual
  • 11. FATORES DETERMINANTES DA DOENÇA • Endógenos :Fatores determinantes que, no quadro geral da ecologia da doença, são inerentes ao organismo e estabelecem a receptividade do indivíduo.
  • 12. • Herança genética. • Anatomia e fisiologia • Organismo humano. • Estilo devida.
  • 13. • Exógenos:Fatores determinantes que dizem respeito ao ambiente. • Ambiente biológico: • Determinantes biológicos. • Ambiente físico: determinantes físico-químicos. • Ambiente social: determinantes sócio-culturais.
  • 15. CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES DE DOENÇAS • Biológicos – bactérias e vírus • Genéticos – translocação de cromossomos (síndrome de Down) Químicos – nutrientes, drogas, gases, fumo, álcool Físicos – radiação, atrito e impacto de veículos a motor • Psíquicos ou psicossociais – estresse do desemprego, trabalho
  • 16. PREVENÇÃO. O que é? • Prevenir é prever antes que algo aconteça e cuidar para que não aconteça. • Prevenção é a ação antecipada tendo como objetivo de interceptar ou anular a evolução de uma doença. • Prevenção não apenas para evitar o aparecimento de doença mais também para interromper o processo da doença que já se instalou no organismo.
  • 18. NÍVEIS DE PREVENÇÃO • Prevenção Primária: são ações dirigidas para manutenção da saúde. • Prevenção Secundária: ações que visam a prevenção para regredir a doença. • Prevenção Terciária: ações se dirigem à fase final do processo, visa reabilitar o paciente.
  • 19. PREVENÇÃO PRIMÁRIA • 1. Promoção da Saúde - ações destinadas para manter o bem-estar, sem visar nenhuma doença Educação sanitária; • Alimentação e nutrição adequadas; Habitação adequada; • Emprego e salários adequados; • Condições para a satisfação das necessidades básicas para o indivíduo
  • 20. Proteção específicas • inclui medidas para impedir o aparecimento de uma determinada doença Imunização. • uma determinada doença Imunização; • Exame pré-natal; Quimioprofilaxia; Fluorretação da água; • Eliminação de exposição a agentes carcinogênicos; Saúde Ocupacional.
  • 21. PREVENÇÃO SECUNDÁRIA • Inquéritos para descoberta de casos na comunidade; • Exames periódicos, individuais, para detecção precoce de casos; • Isolamento para evitar a propagação de doenças; • Tratamento para evitar a progressão da doença.
  • 22. PREVENÇÃO TERCIÁRIA • Reabilitação: impedir a incapacidade total. • Fisioterapia; • Terapia ocupacional; • Emprego para reabilitado; • Melhores condições de trabalho para o deficiente; • Educação para o público para aceitação dos deficientes; • Próteses e órteses.
  • 23. MODELOS DE ATENÇÃO EM SAÚDE • É uma maneira de organizar os meios de trabalho utilizados nas práticas ou processos de trabalho em saúde (PAIM, 2003). • Modelo Médico Assistencial Privatista: é voltado para a demanda espontânea, predominantemente curativo. • Modelo Sanitarista: concentra atenção no controle de certos agravos ou em determinados grupos de risco de adoecer e morrer, através de campanhas e de programas especiais de saúde pública. • Modelo de Vigilância da Saúde: os serviços são voltados para as necessidades de saúde identificadas na comunidade, mediante estudos epidemiológico
  • 24. Epidemiologia • Conceito. Epidemiologia é o estudo da frequência, da distribuição e dos determinantes dos eventos relacionados à saúde em específicas populações e a aplicação desses estudos no controle dos • problemas de saúde." • A epidemiologia é uma disciplina básica da saúde pública voltada para a compreensão do processo saúde-doença na coletividade. Como disciplina da saúde pública, preocupa-se com o desenvolvimento de estratégias para as ações voltadas para a proteção e promoção da saúde da comunidade.
  • 25. Objetivos da Epidemiologia • 1. Identificar o agente causal ou fatores relacionados à causa dos agravos à saúde. • 2. Entender a causa dos agravos à saúde. • 3. Definir os modos de transmissão. • 4. Definir e determinar os fatores contribuintes aos agravos à saúde. • 5. Identificar e explicar os padrões de distribuição geográfica das doenças. • 6. Estabelecer os métodos e estratégias de controle dos agravos à saúde. • 7. Estabelecer medidas preventivas
  • 26. Vigilância Epidemiológica • Conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou a prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com afinalidade de recomendar e adotar medidas de prevenção e controle.
  • 27. Notificação de doenças: • Notificação Ativa: procedimento que tem por objetivo detectar casos que não foram captados pelo sistema de Notificação. É realizada através de visitas periódicas a serviços de saúde como hospitais e laboratórios, instituições de ensino, ambulatórios, busca em prontuários, CCIH e outros locais que possam ser fontes de notificação. Doenças de notificação compulsória: PORTARIA NO - 204, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2016 • Notificação Negativa: denominação da notificação realizada periodicamente, mesmo na ausência de casos. O serviço de saúde informa por intermédio de um boletim, telegrama ou até por telefone, que não ocorreram casos de uma determinada doença. Esse sistema é útil: • sendo a doença objeto de erradicação, de eliminação ou controle; • quando a incidência da doença é baixa, e pode haver um período mais ou menos longo sem que ocorram casos; dessa forma, os serviços de saúde obrigando-se informar que não houve casos, estão sempre vigilantes
  • 28. • Surto :É um aumento inesperado do número de infectados por determinada doença em uma região específica. Um exemplo são os casos de dengue: quando muitos casos ocorrem no mesmo bairro de uma cidade, por exemplo, as autoridades tratam esse crescimento como um surto. • Epidemia • Ocorre quando o número de surtos cresce, abrangendo várias regiões de determinada cidade, por exemplo. Se isso acontecer, considera-se que há uma epidemia no município — mas um surto em escala estadual.
  • 29. • Endemia: o nome dado a um fator que interfere negativamente na saúde de uma população, como uma doença que pode ser ou não contagiosa ou até mesmo violências que já se tornaram comuns em determinadas regiões. • Pandemia :Já uma pandemia é decretada quando o surto ou a epidemia passa a ser encontrado em mais de um continente e com transmissão comunitária, não sendo mais possível o rastreamento das pessoas infectadas. O mundo já registrou várias pandemias: