SlideShare uma empresa Scribd logo
História A
Preparação para o
Exame Nacional de 2017
Parte 3
Módulo 6
https://divulgacaohistoria.wordpress.com/
História A - Módulo 6
A civilização industrial – economia e sociedade;
nacionalismos e choques imperialistas
Unidade 4
Portugal, uma sociedade capitalista dependente
http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
Módulo 6, História A 3
A Regeneração entre o livre-cambismo e o protecionismo (1851-
1880)
Um golpe de estado, em 1851,
liderada pelo Duque de Saldanha,
depôs Costa Cabral e iniciou uma
nova etapa do liberalismo
português conhecida por
Regeneração;
Módulo 6, História A 4
Os principais objetivos deste movimento eram conciliar as diversas
fações do Liberalismo e harmonizar os interesses da alta burguesia
com os da pequena e média burguesia bem como dos camponeses;
Revisão da Carta Constitucional;
Ato Adicional (1852) alarga o sufrágio, determina eleições diretas
para o Parlamento;
Consagra-se o rotativismo partidário (alternância de partidos no
poder);
A nível económico desenvolveram uma política livre-cambista,
desenvolvem reformas para modernizar o país;
Livre-cambismo é um modelo de mercado no qual o
comércio entre países não é afetado por restrições (taxas
aduaneiras) do estado. Livre-cambismo é contrário
ao protecionismo, que é a política económica que pretende
restringir o comércio entre países.
Módulo 6, História A 6
O desenvolvimento de infraestruturas:
A Regeneração desenvolveu os
transportes e os meios de
comunicação (infraestruturas
essenciais);
O seu principal dinamizador foi o
ministro das Obras Públicas,
Comércio e Indústria (1852-1856),
António Fontes Pereira de Melo
(1819-1887),
A esta política de desenvolvimento
das atividades económicas chama-
se fontismo;
Módulo 6, História A 7
Revolução dos transportes:
Construção de estradas (macadamizadas);
Desenvolvimento dos transportes ferroviários;
Construção de pontes;
Construção e remodelação de portos;
Instalação do telégrafo (1857);
Estabelecimento do telefone (1882) em Lisboa e Porto;
Reforma dos correios (1853, primeiros selos adesivos);
Módulo 6, História A 8
Vantagens do desenvolvimentos dessas políticas económicas:
Criação de um mercado nacional, os produtos chegam a áreas
até então isoladas;
Incremento da produção agrícola e industrial;
Desenvolvimento das relações internacionais, sobretudo com a
Europa mais evoluída;
Módulo 6, História A 9
No entanto estes melhoramentos exigiram um grande esforço
financeiro;
Os governos regeneradores recorreram a empréstimos obtidos na
banca internacional, muitas vezes a juros elevados;
Uma consequência foi o endividamento do estado;
Para resolver esta situação os governos socorreram-se de sucessivos
aumentos de impostos, o que piorou a situação económica do país;
Módulo 6, História A 11
Por outro lado o desenvolvimento das comunicações criou
condições de concorrência económica para a qual, a maior parte
dos portugueses não estava preparado;
Portugal vai caindo nas mãos dos credores estrangeiros;
Apesar dos problemas a economia portuguesa entre 1850-1875
vive um período de expansão.
Módulo 6, História A 12
A dinamização da atividade produtiva
A Regeneração procurou aumentar e diversificar as atividades
produtivas no país;
Defendeu políticas de liberalização do comércio, contrárias ao
protecionismo;
O livre-cambismo está expresso na pauta alfandegária (impostos
que os produtos pagam na alfandega) de 1852, publicada por
Fontes Pereira de Melo;
Módulo 6, História A 13
As taxas alfandegárias foram reduzidas com a argumentação:
A diminuição das taxas contribuía para a redução do contrabando;
A redução de preços das matérias-primas ajudava a indústria
nacional;
Permitia a baixa de preço dos produtos importados, beneficiando o
consumidor;
Até 1880, Portugal, vai adotar uma política livre-cambista, embora
por vezes se tenham tomado medidas protecionistas;
Módulo 6, História A 14
Nesta fase da vida económica, Portugal participou e até promoveu
exposições internacionais;
Estas exposições são o símbolo do progresso e desenvolvimento
industrial;
Módulo 6, História A 15
A exploração capitalista dos campos
Em 1863, foi decretada a abolição definitiva dos morgadios e foram
promulgadas leis no sentido de terminar com todas as obrigações de
carácter feudal;
São abolidos os baldios e pastos comuns o que vai contribuir para o
aumento das terras cultivadas;
Arroteadas terras;
Introduzidas novas máquinas agrícolas;
Aplicadas técnicas de cultivo que permitem uma agricultura mais
intensiva com a diminuição do pousio;
Divulgação da utilização dos adubos químicos;
Módulo 6, História A 17
Apesar de todos esses progressos, a inovação tecnológico foi
travada pela falta de dinheiro para investir e propriedades
agrícolas reduzidas, em especial no Norte e Centro do país;
As inovações foram sobretudo realizadas no Sul (Alentejo (trigo) e
Ribatejo (arroz));
A produção portuguesa foi orientada para a exportação:
Vinhos (Dão, Bairrada, Douro, Estremadura, Ribatejo);
Laranjas e frutos secos;
Cortiça, casulos de seda, gado vivo;
Esta especialização na exportação da agricultura portuguesa criou
graves problemas na nossa economia;
Módulo 6, História A 19
A industrialização: o difícil crescimento
O arranque industrial português começou com muito atraso
em relação aos países mais desenvolvidos;
Inicia-se a partir de 1870:
Difusão da energia do vapor;
Diversificação das atividades (têxtil, vidro, tabaco, cortiça,
conservas de peixe, metalurgia, cerâmica, etc.;
Aperfeiçoamento tecnológico;
Módulo 6, História A 20
Aumento do número de sociedades anónimas (lei de 22 de junho
de 1867);
Aumento da população operária;
Maiores investimentos na indústria;
Introdução da energia elétrica na indústria no século XX;
Sociedade anónima (S.A.) é uma forma jurídica de constituição
de empresas na qual o capital social não se encontra atribuído a um
nome específico, mas está dividido em ações que podem ser
transacionadas livremente.
Módulo 6, História A 21
Apesar de todos estes investimentos a indústria portuguesa tem
muitas dificuldades em competir internacionalmente, e demonstra
muitas dificuldades de crescimento, demonstrado pelo lento
aumento da população ativa no setor secundários:
1890= 18,4%
1900=19,4%
1911=21,1%
Módulo 6, História A 22
A Portugal faltam matérias-primas no território nacional (carvão,
algodão);
O arranque industrial português começou com cerca de 100 anos
de atraso em relação à Inglaterra;
Falta de operários especializados;
Orientação dos investimentos para a especulação e para as
atividades imobiliárias em detrimento das atividades industriais;
Dependência do capital estrangeiro;
Mercado interno muito pequeno;
Sistema económico baseado nas atividades comerciais e agrícolas;
O nosso mercado era abastecido por produtos estrangeiros , cujos
preços eram muito competitivos;
Módulo 6, História A 24
A necessidade de capitais e os mecanismos de dependência
A política dos sucessivos governos da Regeneração levaram à
abertura da economia portuguesa ao capital estrangeiro;
As obras públicas (estradas, comboio) foram realizadas com recurso
a capitais estrangeiros (Inglaterra, França, Brasil, Espanha);
Os investimentos estrangeiros tornaram possível o desenvolvimento
das companhias de telégrafos, telefones, águas, gás, transportes
urbanos, seguros, atividades bancárias e comerciais;
A própria indústria foi, em muitos casos, desenvolvida com recurso
a capitais estrangeiros;
Módulo 6, História A 25
Os governos da Regeneração caíram na dependência dos capitais
estrangeiros;
O défice das finanças públicas não parou de crescer ( o estado tinha
mais despesas do que receitas);
Os sucessivos aumentos de impostos não conseguiram criar uma
situação de equilíbrio;
A solução foi recorrer a mais empréstimos estrangeiros;
Entrou-se num círculo vicioso: as despesas e os juros da dívida
pública eram pagos com recurso a empréstimos estrangeiros, isto
leva a que o défice vá ficando progressivamente fora de controlo;
Módulo 6, História A 26
Entre a depressão e a expansão (1880-1914)
A crise financeira de 1880-1890
A política dos governos da Regeneração de livre-cambismo
favoreceu as exportações agrícolas, a partir da década de 70 os
nossos produtos vítimas de doenças e da concorrência perderam
mercados;
As importações de produtos industrias aumentaram;
Em consequência a balança comercial é negativa, em 1889-90, o
valor das importações é quase o dobro das exportações;
Módulo 6, História A 27
Os juros e a dívida pública continuam a aumentar, fruto dos
sucessivos empréstimos contraídos;
Entre 1851-1890, a dívida pública aumentou quase 8 vezes;
Grande parte do desenvolvimento português foi realizado com
investimentos estrangeiros, logo uma parte substancial dos lucros
revertia para fora do país;
Um dos grandes credores de Portugal, o banco inglês, Baring &
Brothers, abriu falência, depois de terem acordado um grande
empréstimo ao governo português;
As remessas de emigrantes no Brasil diminuíram;
Módulo 6, História A 28
Não havia dinheiro para pagar as dívidas;
Entre 1890 e 1892, Portugal viveu uma situação financeira muito
grave;
Em janeiro de 1892, o governo português declarou a bancarrota;
A crise levou ao repensar do modelo económico da Regeneração;
Módulo 6, História A 30
O surto industrial de final do século
Devido ao fracasso do livre-cambismo o governo publicou uma
nova pauta aduaneira em 1892, era o retorno do protecionismo;
Garantiam-se à agricultura e indústria condições vantajosas para
colocar os seus produtos nos mercados nacional e colonial;
Entre 1892 e 1914, o comércio colonial foi um fator importante
para o desenvolvimento económico português;
Módulo 6, História A 31
Dá-se a concentração empresarial e surgem grandes empresas que
estão mais bem preparadas para suportar as crises económicas:
CUF (produção de adubos);
Companhia Aliança (têxteis), Companhia dos Tabacos, Companhia
dos Fósforos, Companhia de Cimentos Tejo, etc.;
Surgem também grandes companhias nos transportes Caminhos de
Ferro e Carris), serviços públicos (água, eletricidade, gás, telefones),
Seguros (Fidelidade, Bonança), na exploração colonial, etc.;
Também surgem novos bancos;
Módulo 6, História A 32
Desenvolvimento tecnológico com a difusão da eletricidade,
indústria química, metalurgia, etc.;
Surgem polos urbanos e de industrialização em Lisboa, Porto, Braga,
Setúbal, Barreiro, Guimarães;
No entanto apesar deste crescimento a população urbana em
Portugal era reduzida se comparada com países europeus
desenvolvidos;
Módulo 6, História A 33
As transformações do regime político na viragem do século
Os problemas da sociedade portuguesa e a contestação da
monarquia
Apesar de Portugal continuar um país essencialmente rural, as
cidades cresceram e nelas desenvolveram-se a classe média e o
proletariado;
Os progresso ocorridos no ensino permitiram o desenvolvimento da
imprensa;
Estes fatores contribuíram para que nas últimas décadas da
monarquia se tivesse criado a opinião pública, fator que os
governos tiveram de passar a considerar;
Módulo 6, História A 34
Nas últimas décadas do século XIX, o país tomava consciência dos
seus problemas agravados com a crise económica;
O descontentamento com a monarquia cresce:
O rotativismo partidário entre o Partido Progressista e o Partido
Regenerador provocava desânimo pois não conseguiam resolver a
crise económica. O rei era culpado pela opinião pública por não
conseguir que os partidos resolvessem a situação;
A crise económica de 1880-1890 e a bancarrota de 1892 deixaram
marcas na sociedade portuguesa apesar das políticas protecionistas
e de desenvolvimento industrial;
Os problemas estruturais não foram resolvidos (falta de
investimento em atividades produtivas, atraso da agricultura,
emigração);
Sucedem-se vários escândalos financeiros;
Módulo 6, História A 36
O Ultimato inglês opondo-se ao mapa cor de rosa, ameaçando
recorrer à força contra Portugal foi aceite pelo governo português, o
que gerou muita contestação entre a população. A monarquia foi
acusada de não defender os interesses nacionais;
Curiosidade – Nesta altura foi composto “A Portuguesa”, o atual
Hino Nacional. O atual verso “Contra os canhões marchar” na
versão inicial era “Contra os Bretões marchar”;
Módulo 6, História A 37
O Partido Republicano,
fundado em 1876, conquistou
grande parte deste
descontentamento, sobretudo
no seio da classe média;
As suas críticas ao sistema iam
granjeando apoios;
Obteve 6% dos votos nas
eleições de 1879 e 33% em
1884;
Módulo 6, História A 38
Em 31 de janeiro de 1891, dá-se no Porto uma tentativa de
derrube da monarquia e implantação da República realizada por
militares;
A tentativa gorou-se mas era um sinal do descontentamento
popular que grassava entre a população;
A agitação social, greves, protestos estudantis e contestação
generalizada aos governos monárquicos vai aumentando;
Criaram-se associações secretas com o intuito de derrubar a
monarquia. A mais importante foi a Carbonária;
Módulo 6, História A 39
Em 1907, o rei D. Carlos dissolveu o parlamento e o primeiro-
ministro, João Franco governa com plenos poderes, este período foi
denominado a ditadura de João Franco, esta situação contribuiu
para o reforço do descontentamento;
O rei D. Carlos e o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe foram
assassinados (Regicídio) em Lisboa em 1908, por membros da
Carbonária;
Módulo 6, História A 40
A Primeira República
No dia 5 de Outubro é implantada a República em Portugal;
http://www.youtube.com/watch?v=3jVhrnPCV3U
Módulo 6, História A 41
Constitui-se um Governo Provisório presidido por Teófilo Braga;
Em 1911 são realizadas eleições para uma Assembleia Nacional
Constituinte;
Em 21 de agosto de 1911 é promulgada a Constituição da
República Portuguesa;
Em 24 de agosto, Manuel de Arriaga é eleito o primeiro Presidente
da República Portuguesa;
Módulo 6, História A 42
A Constituição de 1911 estabelece que:
Existe uma superioridade do poder legislativo. A Câmara dos
Deputados e o Senado controla o governo, pode destituir o
Presidente da República;
Esta característica é uma das razões da instabilidade governativa
em que vivei a Primeira República;
O Presidente da República é uma figura simbólica, é eleito pelo
parlamento e não pode vetar as leis;
Estabelece-se o sufrágio direto e universal para os maiores de 21
anos alfabetizados ou que fossem chefes de família;
Módulo 6, História A 43
Os governos da República tiveram como principais linhas de
atuação:
A laicização do Estado, a separação do Estado e da Igreja (Lei da
Separação do Estado e da Igreja);
As medidas anticlericais foram mal aceites pelo povo
profundamente católico e originou que a República perdesse uma
grande parte do apoio;
Abolição definitiva da sociedade de ordens com a aniquilação
definitiva dos privilégios do clero e da nobreza;
Lei do divórcio;
Defesa da justiça social, é promulgada a lei que reconhece o direito
à greve, é instituído o descanso obrigatório para os trabalhadores ao
domingo;
Em 1916, é criado o ministério do Trabalho e da Previdência Social;
O Registo Civil passa a obrigatório;
Módulo 6, História A 45
Desenvolveu-se o ensino público. A taxa de analfabetismo (76%)
era uma das maiores da Europa;
O ensino primário foi tornado obrigatório e gratuito;
Foram criadas novas escolas e programas de formação de
professores;
Foram criadas as universidades do Porto e Lisboa;
Módulo 6, História A 46
A Primeira República não conseguiu resolver os problemas
estruturais da sociedade portuguesa;
Foi uma época extremamente conturbada devido a fatores internos
e externos (1ª Guerra Mundial 1914-1918);
Módulo 6, História A 47
Os governos da República nunca conseguiram uma estabilidade
governativa, entre 1910 e 1926 existiram 39 governos;
O Partido Republicano, devido a diferenças ideológicas, dividiu-se
em três partidos: Partido Democrático (Afonso Costa), Partido
Evolucionista (António José da Almeida) e União Republicana (Brito
Camacho);
Surgem outros partidos políticos: socialista, independentista,
monárquico, esquerdista, etc.;
Módulo 6, História A 48
A oposição ao regime vai crescendo liderada pelos setores mais
conservadores da sociedade:
Igreja, devido ao anticlericalismo do regime;
Os adeptos do retorno à monarquia;
A alta burguesia descontente com a legislação de caráter social;
Surge o Integralismo Lusitano, que agrupa os opositores
monárquicos e religiosos;
Este movimento apoiou várias tentativas de derrube da República
(Monarquia do Norte (1919), Ditadura de Sidónio Pais (1917-1918);
As lutas internas entre os partidos republicanos e a oposição
dividiram o país e, por vezes, assumiram o carácter de guerra civil;
Módulo 6, História A 50
A situação económica e social do país era marcada por uma
industrialização atrasada e Portugal permanecia essencialmente
rural, setor que se opunha às tentativas de modernização da
República;
A produção continuava deficitária o que provocava a alta dos preços
e a balança de pagamento do estado era negativa;
Apesar de toda a legislação promulgada os operários e o
campesinato viam-se numa miséria extrema e sujeitos aos abusos
do patronato;
Esta situação provocou um descontentamento em muitos setores
da população;
No dia 28 de maio de 1926 dá-se um golpe militar que irá
estabelecer uma nova ditadura em Portugal.
Módulo 6, História A 52
Esquema in “Preparação para o
Exame Nacional, História A 11, Porto
Editora
Esta apresentação foi construída tendo por base a seguinte
bibliografia:
COUTO, Célia Pinto, ROSAS, Maria Antónia Monterroso, O tempo
da História 11, Porto Editora, 2011
Preparação para o Exame Nacional, História A, 11, Porto Editora,
2013
SANCHES, Mário, História A, Edições ASA, 2006
Módulo 6, História A 53
História A - Módulo 6
A civilização industrial – economia e sociedade;
nacionalismos e choques imperialistas
Unidade 5
Os caminhos da cultura
http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
Módulo 6, História A 55
A confiança no progresso científico
Na segunda metade do século XIX, os avanços na ciência, na
Revolução Industrial e os seus efeitos na vida quotidiana dos
cidadãos levou ao desenvolvimento da crença na ciência;
Surge o Cientismo, a crença que a ciência resolveria todos os
problemas da Humanidade;
O Universo funcionava segundo regras (leis) e aos cientistas
competia descobrir essas leis. Não havia limite para o conhecimento
humano;
Os fenómenos inexplicáveis, só o eram devido à ignorância;
Módulo 6, História A 56
August Comte (1798-1857) criou o Positivismo;
Segundo esta teoria o saber e a Humanidade tinham passado por
três estados:
O teológico – os fenómenos são explicados pela intervenção de
forças sobrenaturais;
O metafísico – os fenómenos são explicados pela intervenção de
entidades abstratas, não observáveis;
O positivo (ou cientifico) – o estudo da natureza, através da
observação e da experimentação, permite conhecer as leis naturais
que determinam os fenómenos;
Módulo 6, História A 57
Este pensamento filosófico
foi conhecido através do
livro “Curso de Filosofia
Positiva”;
Estas ideias influenciaram
todo o pensamento do
século XIX e vão levar ao
investimento do Estado na
investigação científica;
Surgem universidades,
institutos e laboratórios
financiados por fundos
públicos,
Módulo 6, História A 58
O avanço das ciências exatas e a emergência das ciências sociais
No século XIX o conhecimento da natureza
foi alargado em todas as áreas das ciências:
Na Biologia, Charles Darwin (1809-1882),
publicou a “Origem das Espécies” que
defendia a tese da evolução das espécies;
Johan Mendel (1822-1884) realizou
estudos sobre a hereditariedade;
Na Medicina, Louis Pasteur (1822-1895) e
Robert Koch (1843-1910) fizeram
importantes descobertas;
Módulo 6, História A 59
Na Química, Dimitri Mendeleïev (1834-1907) elaborou a tabela
periódica dos elementos;
No campo da Física, o casal Pierre (1859-1906) e Marie Curie
(1867-1934) realizaram estudos sobre a radioatividade;
James Joule (1818-1889) e James Clarck Maxwell (1831-1879)
realizaram descobertas fundamentais na teoria do
eletromagnetismo;
Módulo 6, História A 60
Este desenvolvimento científico e tecnológico levou a uma reflexão
mais profunda sobre o funcionamento das sociedades , o que levou
as ciências sociais, procurassem imitar as ciências exatas, e
tentassem encontrar leis que explicassem o funcionamento do
Homem em sociedade;
Em 1838, Comte, criou o termo Sociologia que parte da verificação
que os indivíduos isolados comportam-se de modo diferente dos
grupos;
Comte chamou a esta nova disciplina a “física social”;
Émile Durkheim (1858-1917) sistematizou as leis desta nova
disciplina;
Módulo 6, História A 61
O espírito positivista estendeu-se a todas as áreas do
conhecimento:
Karl Marx desenvolveu e teoria do socialismo científico;
A História criou regras para selecionar as fontes e assim
“reconstruir” o passado de forma científica (exata), destacou-se o
trabalho de Fustel de Coulanges (1830-1889);
Desenvolveram-se os estudos sobre Economia;
Sigmund Freud (1856-1939) desenvolveu a Psicologia;
Módulo 6, História A 62
A progressiva generalização do ensino público
Este clima de favorável ao desenvolvimento científico
contribuiu para o reforço da importância dada ao ensino,
como, já os iluministas no século XVIII, tinham defendido;
A educação é vista como um instrumento fundamental
para o progresso e a felicidade;
O desenvolvimento do setor terciários (serviços) e os
progressos da democracia liberal exigem a propagação do
ensino e da cultura;
Módulo 6, História A 63
Fatores que contribuíram para o desenvolvimento do ensino:
A progressiva extensão do voto a todos os cidadãos exigia que a
população fosse informada e instruída;
O positivismo, ao valorizar o conhecimento científico;
A laicização do Estado que torna necessária a existência de um
grupo numeroso de funcionários instruídos;
As classes médias que veem no ensino uma forma de promoção
social;
Módulo 6, História A 64
Módulo 6, História A 65
No século XIX iniciaram-se campanhas de alfabetização e o ensino
público é progressivamente alargado a todas as classes sociais;
O ensino primário torna-se progressivamente gratuito e sustentado
pelo estado;
Surge a escola pública, obrigatória e laica;
O ensino secundário e superior também se desenvolvem devido à
necessidade, cada vez maior, de quadros instruídos;
Modificam-se os currículos e as pedagogias , organiza-se um ensino
com base científica que se contrapõe ao ensino de base humanista
herdado do Renascimento;
Módulo 6, História A 66
Os países que estão na vanguarda da modernização do ensino,
sobretudo do superior, são os Estados Unidos e a Alemanha;
Desenvolve-se o conceito de que o professor universitário é um
orientador do trabalho dos alunos e juntos formam uma equipa de
investigação;
Surge o MIT (Massachusetts Institute of Techonology);
O investimento no ensino vai levar à liderança destes dois países no
capítulo da investigação científica;
Módulo 6, História A 67
O interesse pela realidade social na literatura e nas artes – as
novas correntes estéticas na viragem do século
Módulo 6, História A 68
A fuga para o passado, nomeadamente para a Idade Média, parecia,
agora desadequada ao espírito positivista;
Surge uma corrente que pretende mostrar o Mundo com Realismo;
Módulo 6, História A 69
O Realismo começou por ser, na pintura, a representação de
paisagens de forma desapaixonada e neutra;
Depois evoluiu no sentido de representar temas do quotidiano de
forma simples e realista;
Módulo 6, História A 70
Gustave Courbet afirmou: “Eu não posso pintar um anjo porque
nunca vi nenhum. Mostrem-me um anjo e eu pintá-lo-ei”;
O Realismo abandona as temáticas religiosas, fantasistas de
inspiração histórica, mitológica ou literária;
Procuram libertar a arte do subjetivismo e sentimentalismo;
Módulo 6, História A 71
Triunfa o desejo de representar
com objetividade;
As personagens já não são
heróis mas pessoas banais;
Módulo 6, História A 72
Alguns artistas usam a arte como
instrumento de denúncia política e
social;
A Arte tem uma utilidade;
Daumier, A lavadeira, 1863
Módulo 6, História A 73
Alguns destas pinturas escandalizaram a sociedade pelos temas
tratados (banais), pelo tratamento menos cuidado da composição;
Courbet, Proudhon
Módulo 6, História A 74
Édouard Manet , Pequeno almoço na relva
Módulo 6, História A 75
Principais artistas ligados ao Realismo:
James Whistler (1834-1903);
Gustave Courbet (1819-1877);
Honoré Daumier (1808-1879);
Jean François Millet (1814-1875);
Camile Corot (1796-1875);
Édouard Manet (1832 -1883).
Módulo 6, História A 76
Na literatura centram-se na crítica da sociedade e na denúncia das
injustiças sociais;
Destacam-se Émile Zola (1840-1902) e Gustave Flaubert (1821-
1880);
Módulo 6, História A 77
Claude Monet, Impressão, Sol Nascente,
1872, óleo sobre tela, 47x64 cm
Impressionismo
Módulo 6, História A 78
Um novo olhar sobre a realidade: Claude Monet, A catedral de
Ruão, 1894
Claude Monet, A catedral de Ruão, 1894
Na Aurora;
Sol Matinal, Harmonia Azul;
De Manhã, Harmonia Branca;
Em pleno Sol, Harmonia Azul;
Tempo Cinzento, Harmonia Cinzenta;
A fachada vista de frente, Harmonia Castanha;
Módulo 6, História A 79
O real em mudança;
A realidade estava em
constante mutação;
A pintura devia ser capaz de
traduzir esta ideia de mudança;
É um método científico de
análise da realidade através da
observação e da utilização das
técnicas adequadas para a
reproduzir;
Renoir, o baloiço
Módulo 6, História A 80
Os impressionistas pretendiam
uma pintura espontânea e
realizada perante o motivo (no
local, fora do atelier);
Pretendiam captar uma
realidade em mutação ou seja
os efeitos da luz sobre os
objetos, a natureza e as
pessoas;
O tema não era importante;
Pintaram a vida quotidiana e
alegre de Paris;
Tecnicamente caracteriza-se
por:
Executar-se no momento,
perante o motivo, não há
estudos nem esboços;
Feita exclusivamente com a
cor pura, aplicada
diretamente dos tubos de
tinta;
81Módulo 6, História A
Módulo 6, História A 82
A tinta é aplicada em pinceladas
curtas, rápidas, fragmentadas;
Muitas vezes em forma de vírgula;
Justapostas de acordo com a lei das
complementares, de modo a obter
a fusão dos tons nos olhos do
observador, em vez de se
misturarem na paleta;
Monet, A lagoa
Renoir, Paisagem
83Módulo 6, História A
Esta técnica produziu quadros com um aspeto de inacabados e
rugosos (tinta não alisada);
As cores eram aplicadas com base nos estudos científicos da cor;
Tentavam reproduzir o carácter prismático da luz natural servindo-se
das cores do arco-íris;
84Módulo 6, História A
Módulo 6, História A 85
Esta técnica veio permitir a captação dos efeitos coloridos da luz do
Sol e da sua atmosfera e teve como resultado a:
Dissolução da forma, da superfície e dos volumes;
Os seus quadros tem um aspeto fluído, dinâmico;
Libertando-se das velhas noções de claro-escuro;
C. Monet,
Nenúfares
A pintura desmaterializava-se e tornava-se cada vez mais uma
atmosfera de transparências;
As imagens deixam de ser delimitadas pela linha de contorno;
86Módulo 6, História A
A. Renoir, Baile no Moinho de La Gallette
87Módulo 6, História A
Mary Cassat, Rapariga a coser; Verão
88Módulo 6, História A
Módulo 6, História A 89
O impressionismo foi constituído por um grupo de jovens
pintores:
Claude Monet,
Camille Pissarro,
Edgar Degas;
Paul Cézanne,
August Renoir,
Frédéric Basile,
Alfred Sisley,
Berthe Morisot,
Mary Cassat, etc.;
Módulo 6, História A 90
Gauguin, Autorretrato Simbolismo
Módulo 6, História A 91
Gauguin, O que somos? De onde vimos? Para onde vamos? (1897)
Módulo 6, História A 92
O Simbolismo opõe-se à arte representativa e objetiva
(Naturalismo, Realismo e Impressionismo);
Valoriza o mundo subjetivo e a interioridade;
Influenciados pelos Românticos e pelos pré-Rafaelistas;
Baseiam-se em estados emocionais (angústias, sonhos,
fantasias), separam a arte da representação fiel da Natureza;
As formas cores e linhas possuem significados próprios;
Não reproduzem a realidade natural mas a realidade espiritual;
Módulo 6, História A 93
Os simbolista procuram uma realidade introspetiva, para além do
visível;
Pretendem representar, não a realidade, mas a representação
simbólica das ideias;
A arte deve libertar-se da submissão aos princípios da lógica e
mergulhar nos mistérios da alma e do pensamento;
Demonstram um grande desejo de fuga, de procura do primitivo;
Gauguin, autorretrato
com auréola
Módulo 6, História A 95
Paul Gauguin (1848-1903) admira as artes e as civilizações
primitivas, em oposição à industrialização europeia;
Procura a pureza original na vida e na arte;
Foi o pintor da evasão, da recusa da vida moderna, do exotismo;
Vai viver para uma aldeia na Bretanha, Pont-Aven;
Mais tarde para as ilhas da Polinésia Francesa (Tahiti), onde viveu a
fase final da sua vida;
Gauguin, O Cristo
Amarelo, 1889
Módulo 6, História A 97
Outros pintores Simbolistas:
Puvis de Chavannes (1824-1898);
Gustave Moreau (1826-1898);
Odilon Redon (1840-1916);
Gustave Moreau,
A Esfinge; As
Sereias
Módulo 6, História A 98
Puvis de Chavannes, A esperança; O sonho; Raparigas à beira-
mar;
Módulo 6, História A 99
Odilon Redon, Pandora, Retrato de
Mademoiselle Violette Heyman
Módulo 6, História A 100
O simbolismo literário caracterizou-se pela valorização do
subjetivo e do sobrenatural;
Foi uma literatura hermética e para iniciados;
Baudelaire (1821-1867) e Edgar Allan Poe (1809-1849)
foram os principais representantes desta corrente literária;
Módulo 6, História A 101
Arte Nova – movimento cultural e artístico
que atingiu todas as artes (pintura, escultura,
arquitetura e design);
Procurou a rutura com a tradição (formal,
estética e técnica);
Procurou adaptar-se aos novos gostos que as
sociedades ocidentais haviam desenvolvido;
Privilegiavam a sensibilidade, a fantasia, a
imaginação, o refinamento estético, o gosto
pelo decorativo, pelo pitoresco;
J. Rippi-Ronai, Vaso
cerâmico, Hungria
Módulo 6, História A 102
Gaudí, La Pedrera
Módulo 6, História A 103
A Arte nova foi uma reação ao facto da industrialização ter inundado
a sociedade com objetos de mau gosto estético;
Foi um movimento complexo e com muitas variações regionais;
Modernismo Catalão (Catalunha, Espanha);
Jugendstile (Alemanha);
Art Noveau (França e Bélgica);
Sezession (Secessão Vienense) (Áustria);
Liberty e Floreale (Itália);
Modern Style (Inglaterra);
Escola de Chicago (Estados Unidos);
Escola de Glasgow (Escócia);
Módulo 6, História A 104
Estes movimentos apresentam alguns princípios unificadores:
Inovação formal, procura de originalidade e criatividade;
Rejeição dos princípios académicos, históricos e revivalistas da
época;
Formas inspiradas na natureza (fauna e flora) e no Homem;
Movimentos sinuosos, formas estilizadas, sintetizadas ou
geometrizadas;
Adesão ao progresso, recursos aos novos materiais e técnicas;
Adoção de uma nova estética expressa através da linha sinuosa,
elástica, flexível, estilizada ou geometrizada,
Procura do movimento, do ritmo, da expressão;
Apelo à sensibilidade estética e à fantasia do observador;
Módulo 6, História A 106
Desenvolveram o conceito de unidade das artes – Conceito que
tende a apagar todas as diferenças tradicionais entre as várias
modalidades artísticas (artes maiores, artes menores) considerando
que todas elas são merecedoras de igual qualidade plástica e devem,
por isso, nortear-se pelos mesmos princípios formais e estéticos;
Módulo 6, História A 107
Hoffmann, serviço de café
Palácio Stoclet
A sua popularidade transformou-a numa moda que se aplicou a
todas as modalidades artísticas (arquitetura, pintura, escultura,
artes aplicadas, artes gráficas, dança, etc.);
Módulo 6, História A 108
H. Van de Velde, Salão de cabeleireiro; projeto para um museu;
secretária
Módulo 6, História A 109
António Gaudí (1852-1926)
destacou-se na arquitetura;
Módulo 6, História A 110
A Arte Nova foi aplicada ao design e surgem peças de
superfícies ondulantes;
Procuram a graciosidade e elegância;
As formas são inspiradas no corpo feminino e na
Natureza;
Majorelle, candeeiro
Lalique, pregador
Módulo 6, História A 112
Tiffany, objetos em vidro
P. Behrens, candeeiro
Módulo 6, História A 113
Cartaz e capa de revista
Módulo 6, História A 114
O enorme sucesso artístico e comercial identificam a época e a sua
excessiva divulgação trouxe o rápido declínio;
Os objetos foram copiados cada vez em maior número e vão
perdendo qualidade estética;
A Arte Nova desaparece com a I Guerra Mundial;
Marcou a época história (final do século XIX e início do século XX)
conhecida como Belle Époque;
Módulo 6, História A 115
Portugal: o dinamismo cultural do último terço do século
A ligação ferroviária construída pelos
governos da Regeneração permitiu
uma maior circulação de ideias entre
Portugal e o resto da Europa;
A Geração do 70 foi responsável por
agitar a cultura portuguesa, foi
constituída por um grupo de
estudantes de Coimbra (Antero
Quental, Teófilo Braga, Eça de
Queirós, etc.);
Módulo 6, História A 116
Em 1865 surgiu a Questão Coimbrã ou Bom Senso e Bom Gosto,
título de uma carta dirigida por Antero a António Feliciano de
Castilho;
Esta carta é contra a “escola literária de Coimbra” e o
conservadorismo dos intelectuais portugueses;
Em Lisboa, alguns anos mais tarde, constituem um cenáculo literário
ao qual aderem, entre outros, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins e
Guerra Junqueiro;
Módulo 6, História A 118
Constituem uma elite jovem que adere à fé no progresso e
ciência e vê na literatura como um meio de transformação da
sociedade;
Organizam, em 1871, as Conferências Democráticas, no Casino
Lisbonense;
Estas conferências abrangem uma temática variada: política,
sociedade, ensino, literatura e religião;
O ciclo das conferências não chegou ao fim;
O Governo proibiu-as com o pretexto que eram contra as leis
do reino;
Módulo 6, História A 119
O grupo persistiu na sua intervenção política, social e literária;
Na década seguinte sentiram-se derrotados pelo imobilismo
nacional;
Autodenominam-se “Os vencidos da vida”, desalentados com a
falta de mudança do país;
A Geração de 70 teve um papel importante na introdução do
Modernismo em Portugal e agitou a cultura portuguesa;
Módulo 6, História A 120
O primado da pintura naturalista
O Naturalismo, na pintura, foi sentimental e romântico, e irá
sobreviver até meados do século XX;
Silva Porto,
Cancela
Vermelha
Os introdutores do naturalismo em Portugal foram:
António da Silva Porto (1850-1894);
João Marques de Oliveira (1853-1927);
Estiveram em França como estudante e Bolseiro da Academia
Portuense;
Contactaram os pintores realistas e impressionistas (pintura ao ar
livre);
Professores da Academia de Lisboa e Porto;
Fizeram parte do Grupo do Leão (Café Leão de Ouro);
Módulo 6, História A 122
O Naturalismo tem como temas fundamentais a Natureza e a vida
do quotidiano;
Silva Porto, Barco de Avintes;
Guardando o Rebanho;
Módulo 6, História A 123
Este tipo de pintura já tinha deixado de chocar o público e foi muito
bem aceite em Portugal;
Transformou-se em “arte oficial”;
Formaram o “Grupo do Leão”, pois reuniam-se na “Cervejaria
Leão”;
Módulo 6, História A 124
Deste grupo destacam-se dois artistas:
Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929);
José Malhoa ((1855-1933);
Malhoa, Promessas; O fado
Módulo 6, História A 125
Columbano, Concerto de Amadores; Retrato de Antero de Quental;
Módulo 6, História A 126
O Naturalismo foi um ciclo longo que se prolongou pelas primeiras
décadas do século XX;
Surgem vários pintores ligados a esta corrente artística:
António Ramalho (1858-1916);
Aurélia de Sousa (1865-1922);
O rei D. Carlos;
Aurélia de Sousa,
Autorretrato
Módulo 6, História A 128
O artista mais inovador foi António Carneiro (1872-1930), rejeitou a
estética naturalista e enveredou pelo Simbolismo;
António
Carneiro, A
Vida
Módulo 6, História A 129
Esquema in “Preparação para o Exame Nacional, História A 11, Porto Editora
Esta apresentação foi construída tendo por base a seguinte
bibliografia:
COUTO, Célia Pinto, ROSAS, Maria Antónia Monterroso, O tempo
da História 11, Porto Editora, 2011
Preparação para o Exame Nacional, História A, 11, Porto Editora,
2013
SANCHES, Mário, História A, Edições ASA, 2006
Módulo 6, História A 130

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

5 05 a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos
5 05  a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos5 05  a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos
5 05 a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos
Vítor Santos
 
9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional
Vítor Santos
 
Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.
home
 
6 02 a sociedade industrial e urbana
6 02 a sociedade industrial e urbana6 02 a sociedade industrial e urbana
6 02 a sociedade industrial e urbana
Vítor Santos
 
As opções totalitárias - IA
As opções totalitárias - IAAs opções totalitárias - IA
As opções totalitárias - IA
Carlos Vieira
 
A crise financeira de 1880-90
A crise financeira de 1880-90A crise financeira de 1880-90
A crise financeira de 1880-90
BarbaraSilveira9
 
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...
Susana Cardoso Simões
 
O mercantilismo historia A joana aleida 11ºj
O mercantilismo historia A joana aleida 11ºjO mercantilismo historia A joana aleida 11ºj
O mercantilismo historia A joana aleida 11ºj
slidjuu
 
11 ha m6 u1
11 ha m6 u111 ha m6 u1
11 ha m6 u1
Carla Freitas
 
O projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluministaO projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluminista
Joana Filipa Rodrigues
 
4 03 triunfo dos estados e dinamicas economicas nos seculos xvii e xviii
4 03 triunfo dos estados e dinamicas economicas nos seculos xvii e xviii4 03 triunfo dos estados e dinamicas economicas nos seculos xvii e xviii
4 03 triunfo dos estados e dinamicas economicas nos seculos xvii e xviii
Vítor Santos
 
Aula 5
Aula 5Aula 5
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
Vítor Santos
 
Regeneração
RegeneraçãoRegeneração
Regeneração
helenaimendes
 
Liberalismo em portugal
Liberalismo em portugalLiberalismo em portugal
Liberalismo em portugal
cattonia
 
Modulo 8 e 9 historia A 12ºano
Modulo 8 e 9 historia A 12ºanoModulo 8 e 9 historia A 12ºano
Modulo 8 e 9 historia A 12ºano
CludiaBelluschiCosta
 
Modulo
ModuloModulo
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoD. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
BarbaraSilveira9
 
Geografia A 11 ano - Áreas Urbanas
Geografia A 11 ano - Áreas UrbanasGeografia A 11 ano - Áreas Urbanas
Geografia A 11 ano - Áreas Urbanas
Raffaella Ergün
 
História A - módulo 3, 4 e 6
História A - módulo 3, 4 e 6História A - módulo 3, 4 e 6
História A - módulo 3, 4 e 6
Joana Filipa Rodrigues
 

Mais procurados (20)

5 05 a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos
5 05  a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos5 05  a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos
5 05 a o legado do liberalismo na primeira metade do seculo xix alunos
 
9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional9 03 portugal no novo quadro internacional
9 03 portugal no novo quadro internacional
 
Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.Portugal no primeiro pós-guerra.
Portugal no primeiro pós-guerra.
 
6 02 a sociedade industrial e urbana
6 02 a sociedade industrial e urbana6 02 a sociedade industrial e urbana
6 02 a sociedade industrial e urbana
 
As opções totalitárias - IA
As opções totalitárias - IAAs opções totalitárias - IA
As opções totalitárias - IA
 
A crise financeira de 1880-90
A crise financeira de 1880-90A crise financeira de 1880-90
A crise financeira de 1880-90
 
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...
O imobilismo político e crescimento económico português do pós II Guerra Mund...
 
O mercantilismo historia A joana aleida 11ºj
O mercantilismo historia A joana aleida 11ºjO mercantilismo historia A joana aleida 11ºj
O mercantilismo historia A joana aleida 11ºj
 
11 ha m6 u1
11 ha m6 u111 ha m6 u1
11 ha m6 u1
 
O projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluministaO projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluminista
 
4 03 triunfo dos estados e dinamicas economicas nos seculos xvii e xviii
4 03 triunfo dos estados e dinamicas economicas nos seculos xvii e xviii4 03 triunfo dos estados e dinamicas economicas nos seculos xvii e xviii
4 03 triunfo dos estados e dinamicas economicas nos seculos xvii e xviii
 
Aula 5
Aula 5Aula 5
Aula 5
 
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_1_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
 
Regeneração
RegeneraçãoRegeneração
Regeneração
 
Liberalismo em portugal
Liberalismo em portugalLiberalismo em portugal
Liberalismo em portugal
 
Modulo 8 e 9 historia A 12ºano
Modulo 8 e 9 historia A 12ºanoModulo 8 e 9 historia A 12ºano
Modulo 8 e 9 historia A 12ºano
 
Modulo
ModuloModulo
Modulo
 
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo JoaninoD. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
D. João V, o Absolutismo e o Absolutismo Joanino
 
Geografia A 11 ano - Áreas Urbanas
Geografia A 11 ano - Áreas UrbanasGeografia A 11 ano - Áreas Urbanas
Geografia A 11 ano - Áreas Urbanas
 
História A - módulo 3, 4 e 6
História A - módulo 3, 4 e 6História A - módulo 3, 4 e 6
História A - módulo 3, 4 e 6
 

Destaque

00 2 preparação_exame_nacional_2017
00 2 preparação_exame_nacional_201700 2 preparação_exame_nacional_2017
00 2 preparação_exame_nacional_2017
Vítor Santos
 
00 1 preparação_exame_nacional_2017
00 1 preparação_exame_nacional_201700 1 preparação_exame_nacional_2017
00 1 preparação_exame_nacional_2017
Vítor Santos
 
03 historia a_revisões_módulo_3
03 historia a_revisões_módulo_303 historia a_revisões_módulo_3
03 historia a_revisões_módulo_3
Vítor Santos
 
00 revisões módulos_3_4_6_história_a
00 revisões módulos_3_4_6_história_a00 revisões módulos_3_4_6_história_a
00 revisões módulos_3_4_6_história_a
Vítor Santos
 
02 história a_revisões_módulo_2
02 história a_revisões_módulo_202 história a_revisões_módulo_2
02 história a_revisões_módulo_2
Vítor Santos
 
04 história a_revisões_módulo_4
04 história a_revisões_módulo_404 história a_revisões_módulo_4
04 história a_revisões_módulo_4
Vítor Santos
 
00 01 preparação_exame_nacional_história_a_2018_módulo_1
00 01 preparação_exame_nacional_história_a_2018_módulo_100 01 preparação_exame_nacional_história_a_2018_módulo_1
00 01 preparação_exame_nacional_história_a_2018_módulo_1
Vítor Santos
 
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
Vítor Santos
 
05 a cultura do palácio 2
05 a cultura do palácio 205 a cultura do palácio 2
05 a cultura do palácio 2
Vítor Santos
 
05 a cultura do palácio 1
05 a cultura do palácio 105 a cultura do palácio 1
05 a cultura do palácio 1
Vítor Santos
 
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
Vítor Santos
 
O novo ordenamento politico e socioeconomico
O novo ordenamento politico e socioeconomicoO novo ordenamento politico e socioeconomico
O novo ordenamento politico e socioeconomico
diariohistoria
 
Giotto e Dante
Giotto e DanteGiotto e Dante
Giotto e Dante
Lina Claro
 
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividadesProposta de resolução do questionário do caderno de actividades
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades
Ana Cristina F
 
Exame módulo I - Proposta de correção
Exame módulo I - Proposta de correçãoExame módulo I - Proposta de correção
Exame módulo I - Proposta de correção
teresagoncalves
 
Exame - módulo 1 de HCA - proposta de correção
Exame - módulo 1 de HCA - proposta de correçãoExame - módulo 1 de HCA - proposta de correção
Exame - módulo 1 de HCA - proposta de correção
teresagoncalves
 
Exame mód. I de HCA
Exame mód. I de HCAExame mód. I de HCA
Exame mód. I de HCA
teresagoncalves
 
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades 2
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades 2Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades 2
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades 2
Ana Cristina F
 
Exame mod 3 2 taar - proposta de correção
Exame mod 3  2 taar - proposta de correçãoExame mod 3  2 taar - proposta de correção
Exame mod 3 2 taar - proposta de correção
teresagoncalves
 
Exame módulo I - hca - rep. - proposta de correção
Exame módulo I - hca - rep. - proposta de correçãoExame módulo I - hca - rep. - proposta de correção
Exame módulo I - hca - rep. - proposta de correção
teresagoncalves
 

Destaque (20)

00 2 preparação_exame_nacional_2017
00 2 preparação_exame_nacional_201700 2 preparação_exame_nacional_2017
00 2 preparação_exame_nacional_2017
 
00 1 preparação_exame_nacional_2017
00 1 preparação_exame_nacional_201700 1 preparação_exame_nacional_2017
00 1 preparação_exame_nacional_2017
 
03 historia a_revisões_módulo_3
03 historia a_revisões_módulo_303 historia a_revisões_módulo_3
03 historia a_revisões_módulo_3
 
00 revisões módulos_3_4_6_história_a
00 revisões módulos_3_4_6_história_a00 revisões módulos_3_4_6_história_a
00 revisões módulos_3_4_6_história_a
 
02 história a_revisões_módulo_2
02 história a_revisões_módulo_202 história a_revisões_módulo_2
02 história a_revisões_módulo_2
 
04 história a_revisões_módulo_4
04 história a_revisões_módulo_404 história a_revisões_módulo_4
04 história a_revisões_módulo_4
 
00 01 preparação_exame_nacional_história_a_2018_módulo_1
00 01 preparação_exame_nacional_história_a_2018_módulo_100 01 preparação_exame_nacional_história_a_2018_módulo_1
00 01 preparação_exame_nacional_história_a_2018_módulo_1
 
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
7 01 parte_2_as_transformações_das_primeiras_décadas_do_século_xx
 
05 a cultura do palácio 2
05 a cultura do palácio 205 a cultura do palácio 2
05 a cultura do palácio 2
 
05 a cultura do palácio 1
05 a cultura do palácio 105 a cultura do palácio 1
05 a cultura do palácio 1
 
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
12 o após_guerra_fria_e_a_globlização
 
O novo ordenamento politico e socioeconomico
O novo ordenamento politico e socioeconomicoO novo ordenamento politico e socioeconomico
O novo ordenamento politico e socioeconomico
 
Giotto e Dante
Giotto e DanteGiotto e Dante
Giotto e Dante
 
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividadesProposta de resolução do questionário do caderno de actividades
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades
 
Exame módulo I - Proposta de correção
Exame módulo I - Proposta de correçãoExame módulo I - Proposta de correção
Exame módulo I - Proposta de correção
 
Exame - módulo 1 de HCA - proposta de correção
Exame - módulo 1 de HCA - proposta de correçãoExame - módulo 1 de HCA - proposta de correção
Exame - módulo 1 de HCA - proposta de correção
 
Exame mód. I de HCA
Exame mód. I de HCAExame mód. I de HCA
Exame mód. I de HCA
 
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades 2
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades 2Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades 2
Proposta de resolução do questionário do caderno de actividades 2
 
Exame mod 3 2 taar - proposta de correção
Exame mod 3  2 taar - proposta de correçãoExame mod 3  2 taar - proposta de correção
Exame mod 3 2 taar - proposta de correção
 
Exame módulo I - hca - rep. - proposta de correção
Exame módulo I - hca - rep. - proposta de correçãoExame módulo I - hca - rep. - proposta de correção
Exame módulo I - hca - rep. - proposta de correção
 

Semelhante a 00 3 preparação_exame_nacional_2017

H2 o caso português
H2 o caso portuguêsH2 o caso português
H2 o caso português
Vítor Santos
 
Portugal 8º
Portugal 8ºPortugal 8º
Portugal 8º
cattonia
 
Tentativas de modernização
Tentativas de modernizaçãoTentativas de modernização
Tentativas de modernização
maria40
 
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
Vítor Santos
 
Apresenta..
Apresenta..Apresenta..
Apresenta..
Francisco Barão
 
Apresenta..
Apresenta..Apresenta..
Apresenta..
Francisco Barão
 
Apresenta..
Apresenta..Apresenta..
Apresenta..
Francisco Barão
 
Apresenta..
Apresenta..Apresenta..
Apresenta..
Francisco Barão
 
Apresenta..
Apresenta..Apresenta..
Apresenta..
Francisco Barão
 
Paises de dificil industrialização
Paises de dificil industrializaçãoPaises de dificil industrialização
Paises de dificil industrialização
Dora Alexandra Batista de Sousa Rocha
 
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
Vítor Santos
 
portugal 1850.pptx
portugal 1850.pptxportugal 1850.pptx
portugal 1850.pptx
CarlosAraujo428034
 
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIXHIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
Luís Ferreira
 
O mundo industrializado do séc. xix
O mundo industrializado do séc. xixO mundo industrializado do séc. xix
O mundo industrializado do séc. xix
Elisabete Pinto
 
Resumos historia
Resumos historiaResumos historia
Resumos historia
Elisa Dias
 
História- trabalho realizado pelo uma escola
História- trabalho realizado pelo uma escolaHistória- trabalho realizado pelo uma escola
História- trabalho realizado pelo uma escola
MariaCaneira1
 
A indústria no brasil ifpe
A indústria no brasil ifpeA indústria no brasil ifpe
A indústria no brasil ifpe
Rhafanny Vasconcelos
 
industrialização e urbanização na america espanhola.pptx
industrialização e urbanização na america espanhola.pptxindustrialização e urbanização na america espanhola.pptx
industrialização e urbanização na america espanhola.pptx
karinasantiago54
 
Industrializacao Brasileira
Industrializacao BrasileiraIndustrializacao Brasileira
Industrializacao Brasileira
hsjval
 
A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRAA INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
Ninho Cristo
 

Semelhante a 00 3 preparação_exame_nacional_2017 (20)

H2 o caso português
H2 o caso portuguêsH2 o caso português
H2 o caso português
 
Portugal 8º
Portugal 8ºPortugal 8º
Portugal 8º
 
Tentativas de modernização
Tentativas de modernizaçãoTentativas de modernização
Tentativas de modernização
 
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
 
Apresenta..
Apresenta..Apresenta..
Apresenta..
 
Apresenta..
Apresenta..Apresenta..
Apresenta..
 
Apresenta..
Apresenta..Apresenta..
Apresenta..
 
Apresenta..
Apresenta..Apresenta..
Apresenta..
 
Apresenta..
Apresenta..Apresenta..
Apresenta..
 
Paises de dificil industrialização
Paises de dificil industrializaçãoPaises de dificil industrialização
Paises de dificil industrialização
 
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
8 02 portugal do autoritarismo à democracia alunos
 
portugal 1850.pptx
portugal 1850.pptxportugal 1850.pptx
portugal 1850.pptx
 
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIXHIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
 
O mundo industrializado do séc. xix
O mundo industrializado do séc. xixO mundo industrializado do séc. xix
O mundo industrializado do séc. xix
 
Resumos historia
Resumos historiaResumos historia
Resumos historia
 
História- trabalho realizado pelo uma escola
História- trabalho realizado pelo uma escolaHistória- trabalho realizado pelo uma escola
História- trabalho realizado pelo uma escola
 
A indústria no brasil ifpe
A indústria no brasil ifpeA indústria no brasil ifpe
A indústria no brasil ifpe
 
industrialização e urbanização na america espanhola.pptx
industrialização e urbanização na america espanhola.pptxindustrialização e urbanização na america espanhola.pptx
industrialização e urbanização na america espanhola.pptx
 
Industrializacao Brasileira
Industrializacao BrasileiraIndustrializacao Brasileira
Industrializacao Brasileira
 
A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRAA INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
 

Mais de Vítor Santos

5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
Vítor Santos
 
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
Vítor Santos
 
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
Vítor Santos
 
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
Vítor Santos
 
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
Vítor Santos
 
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
Vítor Santos
 
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
Vítor Santos
 
03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf
Vítor Santos
 
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
Vítor Santos
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
Vítor Santos
 
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
Vítor Santos
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf
Vítor Santos
 
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
Vítor Santos
 
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
Vítor Santos
 
01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf
Vítor Santos
 
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
Vítor Santos
 
0_história_A.pdf
0_história_A.pdf0_história_A.pdf
0_história_A.pdf
Vítor Santos
 

Mais de Vítor Santos (20)

5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
5_02_a revolução francesa_RESUMO.pdf
 
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
5_01_a revolução americana_francesa_outras.pdf
 
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
10_2_A _2_Guerra_mundial_violência.pdf
 
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
10_1_As dificuldades económicas dos anos 1930.pdf
 
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
9_ano_9_4_sociedade_cultura_num_mundo_em_mudança.pdf
 
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
9_ano_9_3_Portugal da primeira república à ditadura militar.pdf
 
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
9_ano_9_2_a_revolução_soviética.pdf
 
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
9_ano_9_1_ apogeu e declinio da influencia europeia.pdf
 
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf03_05 As novas representações da humanidade.pdf
03_05 As novas representações da humanidade.pdf
 
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
03_04 A renovação da espiritualidade e da religiosidade.pdf
 
03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf03_03 A produção cultural.pdf
03_03 A produção cultural.pdf
 
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
03_02 O alargamento do conhecimento do Mundo.pdf
 
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf03_01 a geografia cultural europeia.pdf
03_01 a geografia cultural europeia.pdf
 
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
02_03_Valores vivências e quotidiano.pdf
 
02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf02_02_o espaço português.pdf
02_02_o espaço português.pdf
 
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
02_01_A identidade civilizacional da Europa Ocidental.pdf
 
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
01_03_espaço_civliziçacional_a_beira_mudança.pdf
 
01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf01_02_o_modelo_romano.pdf
01_02_o_modelo_romano.pdf
 
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf01_01_o_modelo_ateniense.pdf
01_01_o_modelo_ateniense.pdf
 
0_história_A.pdf
0_história_A.pdf0_história_A.pdf
0_história_A.pdf
 

Último

UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
fagnerlopes11
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdfTrabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
erico paulo rocha guedes
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
erssstcontato
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
maria-oliveira
 
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
JohnnyLima16
 

Último (20)

UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
-Rudolf-Laban-e-a-teoria-do-movimento.ppt
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdfTrabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.pptESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS- 9º ANO A - 2024.ppt
 
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
 

00 3 preparação_exame_nacional_2017

  • 1. História A Preparação para o Exame Nacional de 2017 Parte 3 Módulo 6 https://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  • 2. História A - Módulo 6 A civilização industrial – economia e sociedade; nacionalismos e choques imperialistas Unidade 4 Portugal, uma sociedade capitalista dependente http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  • 3. Módulo 6, História A 3 A Regeneração entre o livre-cambismo e o protecionismo (1851- 1880) Um golpe de estado, em 1851, liderada pelo Duque de Saldanha, depôs Costa Cabral e iniciou uma nova etapa do liberalismo português conhecida por Regeneração;
  • 4. Módulo 6, História A 4 Os principais objetivos deste movimento eram conciliar as diversas fações do Liberalismo e harmonizar os interesses da alta burguesia com os da pequena e média burguesia bem como dos camponeses; Revisão da Carta Constitucional; Ato Adicional (1852) alarga o sufrágio, determina eleições diretas para o Parlamento; Consagra-se o rotativismo partidário (alternância de partidos no poder);
  • 5. A nível económico desenvolveram uma política livre-cambista, desenvolvem reformas para modernizar o país; Livre-cambismo é um modelo de mercado no qual o comércio entre países não é afetado por restrições (taxas aduaneiras) do estado. Livre-cambismo é contrário ao protecionismo, que é a política económica que pretende restringir o comércio entre países.
  • 6. Módulo 6, História A 6 O desenvolvimento de infraestruturas: A Regeneração desenvolveu os transportes e os meios de comunicação (infraestruturas essenciais); O seu principal dinamizador foi o ministro das Obras Públicas, Comércio e Indústria (1852-1856), António Fontes Pereira de Melo (1819-1887), A esta política de desenvolvimento das atividades económicas chama- se fontismo;
  • 7. Módulo 6, História A 7 Revolução dos transportes: Construção de estradas (macadamizadas); Desenvolvimento dos transportes ferroviários; Construção de pontes; Construção e remodelação de portos; Instalação do telégrafo (1857); Estabelecimento do telefone (1882) em Lisboa e Porto; Reforma dos correios (1853, primeiros selos adesivos);
  • 8. Módulo 6, História A 8 Vantagens do desenvolvimentos dessas políticas económicas: Criação de um mercado nacional, os produtos chegam a áreas até então isoladas; Incremento da produção agrícola e industrial; Desenvolvimento das relações internacionais, sobretudo com a Europa mais evoluída;
  • 9. Módulo 6, História A 9 No entanto estes melhoramentos exigiram um grande esforço financeiro; Os governos regeneradores recorreram a empréstimos obtidos na banca internacional, muitas vezes a juros elevados; Uma consequência foi o endividamento do estado; Para resolver esta situação os governos socorreram-se de sucessivos aumentos de impostos, o que piorou a situação económica do país;
  • 10.
  • 11. Módulo 6, História A 11 Por outro lado o desenvolvimento das comunicações criou condições de concorrência económica para a qual, a maior parte dos portugueses não estava preparado; Portugal vai caindo nas mãos dos credores estrangeiros; Apesar dos problemas a economia portuguesa entre 1850-1875 vive um período de expansão.
  • 12. Módulo 6, História A 12 A dinamização da atividade produtiva A Regeneração procurou aumentar e diversificar as atividades produtivas no país; Defendeu políticas de liberalização do comércio, contrárias ao protecionismo; O livre-cambismo está expresso na pauta alfandegária (impostos que os produtos pagam na alfandega) de 1852, publicada por Fontes Pereira de Melo;
  • 13. Módulo 6, História A 13 As taxas alfandegárias foram reduzidas com a argumentação: A diminuição das taxas contribuía para a redução do contrabando; A redução de preços das matérias-primas ajudava a indústria nacional; Permitia a baixa de preço dos produtos importados, beneficiando o consumidor; Até 1880, Portugal, vai adotar uma política livre-cambista, embora por vezes se tenham tomado medidas protecionistas;
  • 14. Módulo 6, História A 14 Nesta fase da vida económica, Portugal participou e até promoveu exposições internacionais; Estas exposições são o símbolo do progresso e desenvolvimento industrial;
  • 15. Módulo 6, História A 15 A exploração capitalista dos campos Em 1863, foi decretada a abolição definitiva dos morgadios e foram promulgadas leis no sentido de terminar com todas as obrigações de carácter feudal; São abolidos os baldios e pastos comuns o que vai contribuir para o aumento das terras cultivadas;
  • 16. Arroteadas terras; Introduzidas novas máquinas agrícolas; Aplicadas técnicas de cultivo que permitem uma agricultura mais intensiva com a diminuição do pousio; Divulgação da utilização dos adubos químicos;
  • 17. Módulo 6, História A 17 Apesar de todos esses progressos, a inovação tecnológico foi travada pela falta de dinheiro para investir e propriedades agrícolas reduzidas, em especial no Norte e Centro do país; As inovações foram sobretudo realizadas no Sul (Alentejo (trigo) e Ribatejo (arroz));
  • 18. A produção portuguesa foi orientada para a exportação: Vinhos (Dão, Bairrada, Douro, Estremadura, Ribatejo); Laranjas e frutos secos; Cortiça, casulos de seda, gado vivo; Esta especialização na exportação da agricultura portuguesa criou graves problemas na nossa economia;
  • 19. Módulo 6, História A 19 A industrialização: o difícil crescimento O arranque industrial português começou com muito atraso em relação aos países mais desenvolvidos; Inicia-se a partir de 1870: Difusão da energia do vapor; Diversificação das atividades (têxtil, vidro, tabaco, cortiça, conservas de peixe, metalurgia, cerâmica, etc.; Aperfeiçoamento tecnológico;
  • 20. Módulo 6, História A 20 Aumento do número de sociedades anónimas (lei de 22 de junho de 1867); Aumento da população operária; Maiores investimentos na indústria; Introdução da energia elétrica na indústria no século XX; Sociedade anónima (S.A.) é uma forma jurídica de constituição de empresas na qual o capital social não se encontra atribuído a um nome específico, mas está dividido em ações que podem ser transacionadas livremente.
  • 21. Módulo 6, História A 21 Apesar de todos estes investimentos a indústria portuguesa tem muitas dificuldades em competir internacionalmente, e demonstra muitas dificuldades de crescimento, demonstrado pelo lento aumento da população ativa no setor secundários: 1890= 18,4% 1900=19,4% 1911=21,1%
  • 22. Módulo 6, História A 22 A Portugal faltam matérias-primas no território nacional (carvão, algodão); O arranque industrial português começou com cerca de 100 anos de atraso em relação à Inglaterra; Falta de operários especializados;
  • 23. Orientação dos investimentos para a especulação e para as atividades imobiliárias em detrimento das atividades industriais; Dependência do capital estrangeiro; Mercado interno muito pequeno; Sistema económico baseado nas atividades comerciais e agrícolas; O nosso mercado era abastecido por produtos estrangeiros , cujos preços eram muito competitivos;
  • 24. Módulo 6, História A 24 A necessidade de capitais e os mecanismos de dependência A política dos sucessivos governos da Regeneração levaram à abertura da economia portuguesa ao capital estrangeiro; As obras públicas (estradas, comboio) foram realizadas com recurso a capitais estrangeiros (Inglaterra, França, Brasil, Espanha); Os investimentos estrangeiros tornaram possível o desenvolvimento das companhias de telégrafos, telefones, águas, gás, transportes urbanos, seguros, atividades bancárias e comerciais; A própria indústria foi, em muitos casos, desenvolvida com recurso a capitais estrangeiros;
  • 25. Módulo 6, História A 25 Os governos da Regeneração caíram na dependência dos capitais estrangeiros; O défice das finanças públicas não parou de crescer ( o estado tinha mais despesas do que receitas); Os sucessivos aumentos de impostos não conseguiram criar uma situação de equilíbrio; A solução foi recorrer a mais empréstimos estrangeiros; Entrou-se num círculo vicioso: as despesas e os juros da dívida pública eram pagos com recurso a empréstimos estrangeiros, isto leva a que o défice vá ficando progressivamente fora de controlo;
  • 26. Módulo 6, História A 26 Entre a depressão e a expansão (1880-1914) A crise financeira de 1880-1890 A política dos governos da Regeneração de livre-cambismo favoreceu as exportações agrícolas, a partir da década de 70 os nossos produtos vítimas de doenças e da concorrência perderam mercados; As importações de produtos industrias aumentaram; Em consequência a balança comercial é negativa, em 1889-90, o valor das importações é quase o dobro das exportações;
  • 27. Módulo 6, História A 27 Os juros e a dívida pública continuam a aumentar, fruto dos sucessivos empréstimos contraídos; Entre 1851-1890, a dívida pública aumentou quase 8 vezes; Grande parte do desenvolvimento português foi realizado com investimentos estrangeiros, logo uma parte substancial dos lucros revertia para fora do país; Um dos grandes credores de Portugal, o banco inglês, Baring & Brothers, abriu falência, depois de terem acordado um grande empréstimo ao governo português; As remessas de emigrantes no Brasil diminuíram;
  • 28. Módulo 6, História A 28 Não havia dinheiro para pagar as dívidas; Entre 1890 e 1892, Portugal viveu uma situação financeira muito grave; Em janeiro de 1892, o governo português declarou a bancarrota; A crise levou ao repensar do modelo económico da Regeneração;
  • 29.
  • 30. Módulo 6, História A 30 O surto industrial de final do século Devido ao fracasso do livre-cambismo o governo publicou uma nova pauta aduaneira em 1892, era o retorno do protecionismo; Garantiam-se à agricultura e indústria condições vantajosas para colocar os seus produtos nos mercados nacional e colonial; Entre 1892 e 1914, o comércio colonial foi um fator importante para o desenvolvimento económico português;
  • 31. Módulo 6, História A 31 Dá-se a concentração empresarial e surgem grandes empresas que estão mais bem preparadas para suportar as crises económicas: CUF (produção de adubos); Companhia Aliança (têxteis), Companhia dos Tabacos, Companhia dos Fósforos, Companhia de Cimentos Tejo, etc.; Surgem também grandes companhias nos transportes Caminhos de Ferro e Carris), serviços públicos (água, eletricidade, gás, telefones), Seguros (Fidelidade, Bonança), na exploração colonial, etc.; Também surgem novos bancos;
  • 32. Módulo 6, História A 32 Desenvolvimento tecnológico com a difusão da eletricidade, indústria química, metalurgia, etc.; Surgem polos urbanos e de industrialização em Lisboa, Porto, Braga, Setúbal, Barreiro, Guimarães; No entanto apesar deste crescimento a população urbana em Portugal era reduzida se comparada com países europeus desenvolvidos;
  • 33. Módulo 6, História A 33 As transformações do regime político na viragem do século Os problemas da sociedade portuguesa e a contestação da monarquia Apesar de Portugal continuar um país essencialmente rural, as cidades cresceram e nelas desenvolveram-se a classe média e o proletariado; Os progresso ocorridos no ensino permitiram o desenvolvimento da imprensa; Estes fatores contribuíram para que nas últimas décadas da monarquia se tivesse criado a opinião pública, fator que os governos tiveram de passar a considerar;
  • 34. Módulo 6, História A 34 Nas últimas décadas do século XIX, o país tomava consciência dos seus problemas agravados com a crise económica; O descontentamento com a monarquia cresce: O rotativismo partidário entre o Partido Progressista e o Partido Regenerador provocava desânimo pois não conseguiam resolver a crise económica. O rei era culpado pela opinião pública por não conseguir que os partidos resolvessem a situação;
  • 35. A crise económica de 1880-1890 e a bancarrota de 1892 deixaram marcas na sociedade portuguesa apesar das políticas protecionistas e de desenvolvimento industrial; Os problemas estruturais não foram resolvidos (falta de investimento em atividades produtivas, atraso da agricultura, emigração); Sucedem-se vários escândalos financeiros;
  • 36. Módulo 6, História A 36 O Ultimato inglês opondo-se ao mapa cor de rosa, ameaçando recorrer à força contra Portugal foi aceite pelo governo português, o que gerou muita contestação entre a população. A monarquia foi acusada de não defender os interesses nacionais; Curiosidade – Nesta altura foi composto “A Portuguesa”, o atual Hino Nacional. O atual verso “Contra os canhões marchar” na versão inicial era “Contra os Bretões marchar”;
  • 37. Módulo 6, História A 37 O Partido Republicano, fundado em 1876, conquistou grande parte deste descontentamento, sobretudo no seio da classe média; As suas críticas ao sistema iam granjeando apoios; Obteve 6% dos votos nas eleições de 1879 e 33% em 1884;
  • 38. Módulo 6, História A 38 Em 31 de janeiro de 1891, dá-se no Porto uma tentativa de derrube da monarquia e implantação da República realizada por militares; A tentativa gorou-se mas era um sinal do descontentamento popular que grassava entre a população; A agitação social, greves, protestos estudantis e contestação generalizada aos governos monárquicos vai aumentando; Criaram-se associações secretas com o intuito de derrubar a monarquia. A mais importante foi a Carbonária;
  • 39. Módulo 6, História A 39 Em 1907, o rei D. Carlos dissolveu o parlamento e o primeiro- ministro, João Franco governa com plenos poderes, este período foi denominado a ditadura de João Franco, esta situação contribuiu para o reforço do descontentamento; O rei D. Carlos e o príncipe herdeiro, D. Luís Filipe foram assassinados (Regicídio) em Lisboa em 1908, por membros da Carbonária;
  • 40. Módulo 6, História A 40 A Primeira República No dia 5 de Outubro é implantada a República em Portugal; http://www.youtube.com/watch?v=3jVhrnPCV3U
  • 41. Módulo 6, História A 41 Constitui-se um Governo Provisório presidido por Teófilo Braga; Em 1911 são realizadas eleições para uma Assembleia Nacional Constituinte; Em 21 de agosto de 1911 é promulgada a Constituição da República Portuguesa; Em 24 de agosto, Manuel de Arriaga é eleito o primeiro Presidente da República Portuguesa;
  • 42. Módulo 6, História A 42 A Constituição de 1911 estabelece que: Existe uma superioridade do poder legislativo. A Câmara dos Deputados e o Senado controla o governo, pode destituir o Presidente da República; Esta característica é uma das razões da instabilidade governativa em que vivei a Primeira República; O Presidente da República é uma figura simbólica, é eleito pelo parlamento e não pode vetar as leis; Estabelece-se o sufrágio direto e universal para os maiores de 21 anos alfabetizados ou que fossem chefes de família;
  • 43. Módulo 6, História A 43 Os governos da República tiveram como principais linhas de atuação: A laicização do Estado, a separação do Estado e da Igreja (Lei da Separação do Estado e da Igreja); As medidas anticlericais foram mal aceites pelo povo profundamente católico e originou que a República perdesse uma grande parte do apoio;
  • 44. Abolição definitiva da sociedade de ordens com a aniquilação definitiva dos privilégios do clero e da nobreza; Lei do divórcio; Defesa da justiça social, é promulgada a lei que reconhece o direito à greve, é instituído o descanso obrigatório para os trabalhadores ao domingo; Em 1916, é criado o ministério do Trabalho e da Previdência Social; O Registo Civil passa a obrigatório;
  • 45. Módulo 6, História A 45 Desenvolveu-se o ensino público. A taxa de analfabetismo (76%) era uma das maiores da Europa; O ensino primário foi tornado obrigatório e gratuito; Foram criadas novas escolas e programas de formação de professores; Foram criadas as universidades do Porto e Lisboa;
  • 46. Módulo 6, História A 46 A Primeira República não conseguiu resolver os problemas estruturais da sociedade portuguesa; Foi uma época extremamente conturbada devido a fatores internos e externos (1ª Guerra Mundial 1914-1918);
  • 47. Módulo 6, História A 47 Os governos da República nunca conseguiram uma estabilidade governativa, entre 1910 e 1926 existiram 39 governos; O Partido Republicano, devido a diferenças ideológicas, dividiu-se em três partidos: Partido Democrático (Afonso Costa), Partido Evolucionista (António José da Almeida) e União Republicana (Brito Camacho); Surgem outros partidos políticos: socialista, independentista, monárquico, esquerdista, etc.;
  • 48. Módulo 6, História A 48 A oposição ao regime vai crescendo liderada pelos setores mais conservadores da sociedade: Igreja, devido ao anticlericalismo do regime; Os adeptos do retorno à monarquia;
  • 49. A alta burguesia descontente com a legislação de caráter social; Surge o Integralismo Lusitano, que agrupa os opositores monárquicos e religiosos; Este movimento apoiou várias tentativas de derrube da República (Monarquia do Norte (1919), Ditadura de Sidónio Pais (1917-1918); As lutas internas entre os partidos republicanos e a oposição dividiram o país e, por vezes, assumiram o carácter de guerra civil;
  • 50. Módulo 6, História A 50 A situação económica e social do país era marcada por uma industrialização atrasada e Portugal permanecia essencialmente rural, setor que se opunha às tentativas de modernização da República; A produção continuava deficitária o que provocava a alta dos preços e a balança de pagamento do estado era negativa;
  • 51. Apesar de toda a legislação promulgada os operários e o campesinato viam-se numa miséria extrema e sujeitos aos abusos do patronato; Esta situação provocou um descontentamento em muitos setores da população; No dia 28 de maio de 1926 dá-se um golpe militar que irá estabelecer uma nova ditadura em Portugal.
  • 52. Módulo 6, História A 52 Esquema in “Preparação para o Exame Nacional, História A 11, Porto Editora
  • 53. Esta apresentação foi construída tendo por base a seguinte bibliografia: COUTO, Célia Pinto, ROSAS, Maria Antónia Monterroso, O tempo da História 11, Porto Editora, 2011 Preparação para o Exame Nacional, História A, 11, Porto Editora, 2013 SANCHES, Mário, História A, Edições ASA, 2006 Módulo 6, História A 53
  • 54. História A - Módulo 6 A civilização industrial – economia e sociedade; nacionalismos e choques imperialistas Unidade 5 Os caminhos da cultura http://divulgacaohistoria.wordpress.com/
  • 55. Módulo 6, História A 55 A confiança no progresso científico Na segunda metade do século XIX, os avanços na ciência, na Revolução Industrial e os seus efeitos na vida quotidiana dos cidadãos levou ao desenvolvimento da crença na ciência; Surge o Cientismo, a crença que a ciência resolveria todos os problemas da Humanidade; O Universo funcionava segundo regras (leis) e aos cientistas competia descobrir essas leis. Não havia limite para o conhecimento humano; Os fenómenos inexplicáveis, só o eram devido à ignorância;
  • 56. Módulo 6, História A 56 August Comte (1798-1857) criou o Positivismo; Segundo esta teoria o saber e a Humanidade tinham passado por três estados: O teológico – os fenómenos são explicados pela intervenção de forças sobrenaturais; O metafísico – os fenómenos são explicados pela intervenção de entidades abstratas, não observáveis; O positivo (ou cientifico) – o estudo da natureza, através da observação e da experimentação, permite conhecer as leis naturais que determinam os fenómenos;
  • 57. Módulo 6, História A 57 Este pensamento filosófico foi conhecido através do livro “Curso de Filosofia Positiva”; Estas ideias influenciaram todo o pensamento do século XIX e vão levar ao investimento do Estado na investigação científica; Surgem universidades, institutos e laboratórios financiados por fundos públicos,
  • 58. Módulo 6, História A 58 O avanço das ciências exatas e a emergência das ciências sociais No século XIX o conhecimento da natureza foi alargado em todas as áreas das ciências: Na Biologia, Charles Darwin (1809-1882), publicou a “Origem das Espécies” que defendia a tese da evolução das espécies; Johan Mendel (1822-1884) realizou estudos sobre a hereditariedade; Na Medicina, Louis Pasteur (1822-1895) e Robert Koch (1843-1910) fizeram importantes descobertas;
  • 59. Módulo 6, História A 59 Na Química, Dimitri Mendeleïev (1834-1907) elaborou a tabela periódica dos elementos; No campo da Física, o casal Pierre (1859-1906) e Marie Curie (1867-1934) realizaram estudos sobre a radioatividade; James Joule (1818-1889) e James Clarck Maxwell (1831-1879) realizaram descobertas fundamentais na teoria do eletromagnetismo;
  • 60. Módulo 6, História A 60 Este desenvolvimento científico e tecnológico levou a uma reflexão mais profunda sobre o funcionamento das sociedades , o que levou as ciências sociais, procurassem imitar as ciências exatas, e tentassem encontrar leis que explicassem o funcionamento do Homem em sociedade; Em 1838, Comte, criou o termo Sociologia que parte da verificação que os indivíduos isolados comportam-se de modo diferente dos grupos; Comte chamou a esta nova disciplina a “física social”; Émile Durkheim (1858-1917) sistematizou as leis desta nova disciplina;
  • 61. Módulo 6, História A 61 O espírito positivista estendeu-se a todas as áreas do conhecimento: Karl Marx desenvolveu e teoria do socialismo científico; A História criou regras para selecionar as fontes e assim “reconstruir” o passado de forma científica (exata), destacou-se o trabalho de Fustel de Coulanges (1830-1889); Desenvolveram-se os estudos sobre Economia; Sigmund Freud (1856-1939) desenvolveu a Psicologia;
  • 62. Módulo 6, História A 62 A progressiva generalização do ensino público Este clima de favorável ao desenvolvimento científico contribuiu para o reforço da importância dada ao ensino, como, já os iluministas no século XVIII, tinham defendido; A educação é vista como um instrumento fundamental para o progresso e a felicidade; O desenvolvimento do setor terciários (serviços) e os progressos da democracia liberal exigem a propagação do ensino e da cultura;
  • 63. Módulo 6, História A 63 Fatores que contribuíram para o desenvolvimento do ensino: A progressiva extensão do voto a todos os cidadãos exigia que a população fosse informada e instruída; O positivismo, ao valorizar o conhecimento científico; A laicização do Estado que torna necessária a existência de um grupo numeroso de funcionários instruídos; As classes médias que veem no ensino uma forma de promoção social;
  • 65. Módulo 6, História A 65 No século XIX iniciaram-se campanhas de alfabetização e o ensino público é progressivamente alargado a todas as classes sociais; O ensino primário torna-se progressivamente gratuito e sustentado pelo estado; Surge a escola pública, obrigatória e laica; O ensino secundário e superior também se desenvolvem devido à necessidade, cada vez maior, de quadros instruídos; Modificam-se os currículos e as pedagogias , organiza-se um ensino com base científica que se contrapõe ao ensino de base humanista herdado do Renascimento;
  • 66. Módulo 6, História A 66 Os países que estão na vanguarda da modernização do ensino, sobretudo do superior, são os Estados Unidos e a Alemanha; Desenvolve-se o conceito de que o professor universitário é um orientador do trabalho dos alunos e juntos formam uma equipa de investigação; Surge o MIT (Massachusetts Institute of Techonology); O investimento no ensino vai levar à liderança destes dois países no capítulo da investigação científica;
  • 67. Módulo 6, História A 67 O interesse pela realidade social na literatura e nas artes – as novas correntes estéticas na viragem do século
  • 68. Módulo 6, História A 68 A fuga para o passado, nomeadamente para a Idade Média, parecia, agora desadequada ao espírito positivista; Surge uma corrente que pretende mostrar o Mundo com Realismo;
  • 69. Módulo 6, História A 69 O Realismo começou por ser, na pintura, a representação de paisagens de forma desapaixonada e neutra; Depois evoluiu no sentido de representar temas do quotidiano de forma simples e realista;
  • 70. Módulo 6, História A 70 Gustave Courbet afirmou: “Eu não posso pintar um anjo porque nunca vi nenhum. Mostrem-me um anjo e eu pintá-lo-ei”; O Realismo abandona as temáticas religiosas, fantasistas de inspiração histórica, mitológica ou literária; Procuram libertar a arte do subjetivismo e sentimentalismo;
  • 71. Módulo 6, História A 71 Triunfa o desejo de representar com objetividade; As personagens já não são heróis mas pessoas banais;
  • 72. Módulo 6, História A 72 Alguns artistas usam a arte como instrumento de denúncia política e social; A Arte tem uma utilidade; Daumier, A lavadeira, 1863
  • 73. Módulo 6, História A 73 Alguns destas pinturas escandalizaram a sociedade pelos temas tratados (banais), pelo tratamento menos cuidado da composição; Courbet, Proudhon
  • 74. Módulo 6, História A 74 Édouard Manet , Pequeno almoço na relva
  • 75. Módulo 6, História A 75 Principais artistas ligados ao Realismo: James Whistler (1834-1903); Gustave Courbet (1819-1877); Honoré Daumier (1808-1879); Jean François Millet (1814-1875); Camile Corot (1796-1875); Édouard Manet (1832 -1883).
  • 76. Módulo 6, História A 76 Na literatura centram-se na crítica da sociedade e na denúncia das injustiças sociais; Destacam-se Émile Zola (1840-1902) e Gustave Flaubert (1821- 1880);
  • 77. Módulo 6, História A 77 Claude Monet, Impressão, Sol Nascente, 1872, óleo sobre tela, 47x64 cm Impressionismo
  • 78. Módulo 6, História A 78 Um novo olhar sobre a realidade: Claude Monet, A catedral de Ruão, 1894 Claude Monet, A catedral de Ruão, 1894 Na Aurora; Sol Matinal, Harmonia Azul; De Manhã, Harmonia Branca; Em pleno Sol, Harmonia Azul; Tempo Cinzento, Harmonia Cinzenta; A fachada vista de frente, Harmonia Castanha;
  • 79. Módulo 6, História A 79 O real em mudança; A realidade estava em constante mutação; A pintura devia ser capaz de traduzir esta ideia de mudança; É um método científico de análise da realidade através da observação e da utilização das técnicas adequadas para a reproduzir; Renoir, o baloiço
  • 80. Módulo 6, História A 80 Os impressionistas pretendiam uma pintura espontânea e realizada perante o motivo (no local, fora do atelier); Pretendiam captar uma realidade em mutação ou seja os efeitos da luz sobre os objetos, a natureza e as pessoas; O tema não era importante; Pintaram a vida quotidiana e alegre de Paris;
  • 81. Tecnicamente caracteriza-se por: Executar-se no momento, perante o motivo, não há estudos nem esboços; Feita exclusivamente com a cor pura, aplicada diretamente dos tubos de tinta; 81Módulo 6, História A
  • 82. Módulo 6, História A 82 A tinta é aplicada em pinceladas curtas, rápidas, fragmentadas; Muitas vezes em forma de vírgula; Justapostas de acordo com a lei das complementares, de modo a obter a fusão dos tons nos olhos do observador, em vez de se misturarem na paleta;
  • 83. Monet, A lagoa Renoir, Paisagem 83Módulo 6, História A
  • 84. Esta técnica produziu quadros com um aspeto de inacabados e rugosos (tinta não alisada); As cores eram aplicadas com base nos estudos científicos da cor; Tentavam reproduzir o carácter prismático da luz natural servindo-se das cores do arco-íris; 84Módulo 6, História A
  • 85. Módulo 6, História A 85 Esta técnica veio permitir a captação dos efeitos coloridos da luz do Sol e da sua atmosfera e teve como resultado a: Dissolução da forma, da superfície e dos volumes; Os seus quadros tem um aspeto fluído, dinâmico; Libertando-se das velhas noções de claro-escuro;
  • 86. C. Monet, Nenúfares A pintura desmaterializava-se e tornava-se cada vez mais uma atmosfera de transparências; As imagens deixam de ser delimitadas pela linha de contorno; 86Módulo 6, História A
  • 87. A. Renoir, Baile no Moinho de La Gallette 87Módulo 6, História A
  • 88. Mary Cassat, Rapariga a coser; Verão 88Módulo 6, História A
  • 89. Módulo 6, História A 89 O impressionismo foi constituído por um grupo de jovens pintores: Claude Monet, Camille Pissarro, Edgar Degas; Paul Cézanne, August Renoir, Frédéric Basile, Alfred Sisley, Berthe Morisot, Mary Cassat, etc.;
  • 90. Módulo 6, História A 90 Gauguin, Autorretrato Simbolismo
  • 91. Módulo 6, História A 91 Gauguin, O que somos? De onde vimos? Para onde vamos? (1897)
  • 92. Módulo 6, História A 92 O Simbolismo opõe-se à arte representativa e objetiva (Naturalismo, Realismo e Impressionismo); Valoriza o mundo subjetivo e a interioridade; Influenciados pelos Românticos e pelos pré-Rafaelistas; Baseiam-se em estados emocionais (angústias, sonhos, fantasias), separam a arte da representação fiel da Natureza; As formas cores e linhas possuem significados próprios; Não reproduzem a realidade natural mas a realidade espiritual;
  • 93. Módulo 6, História A 93 Os simbolista procuram uma realidade introspetiva, para além do visível; Pretendem representar, não a realidade, mas a representação simbólica das ideias; A arte deve libertar-se da submissão aos princípios da lógica e mergulhar nos mistérios da alma e do pensamento; Demonstram um grande desejo de fuga, de procura do primitivo;
  • 95. Módulo 6, História A 95 Paul Gauguin (1848-1903) admira as artes e as civilizações primitivas, em oposição à industrialização europeia; Procura a pureza original na vida e na arte; Foi o pintor da evasão, da recusa da vida moderna, do exotismo; Vai viver para uma aldeia na Bretanha, Pont-Aven; Mais tarde para as ilhas da Polinésia Francesa (Tahiti), onde viveu a fase final da sua vida;
  • 97. Módulo 6, História A 97 Outros pintores Simbolistas: Puvis de Chavannes (1824-1898); Gustave Moreau (1826-1898); Odilon Redon (1840-1916); Gustave Moreau, A Esfinge; As Sereias
  • 98. Módulo 6, História A 98 Puvis de Chavannes, A esperança; O sonho; Raparigas à beira- mar;
  • 99. Módulo 6, História A 99 Odilon Redon, Pandora, Retrato de Mademoiselle Violette Heyman
  • 100. Módulo 6, História A 100 O simbolismo literário caracterizou-se pela valorização do subjetivo e do sobrenatural; Foi uma literatura hermética e para iniciados; Baudelaire (1821-1867) e Edgar Allan Poe (1809-1849) foram os principais representantes desta corrente literária;
  • 101. Módulo 6, História A 101 Arte Nova – movimento cultural e artístico que atingiu todas as artes (pintura, escultura, arquitetura e design); Procurou a rutura com a tradição (formal, estética e técnica); Procurou adaptar-se aos novos gostos que as sociedades ocidentais haviam desenvolvido; Privilegiavam a sensibilidade, a fantasia, a imaginação, o refinamento estético, o gosto pelo decorativo, pelo pitoresco; J. Rippi-Ronai, Vaso cerâmico, Hungria
  • 102. Módulo 6, História A 102 Gaudí, La Pedrera
  • 103. Módulo 6, História A 103 A Arte nova foi uma reação ao facto da industrialização ter inundado a sociedade com objetos de mau gosto estético; Foi um movimento complexo e com muitas variações regionais; Modernismo Catalão (Catalunha, Espanha); Jugendstile (Alemanha); Art Noveau (França e Bélgica); Sezession (Secessão Vienense) (Áustria); Liberty e Floreale (Itália); Modern Style (Inglaterra); Escola de Chicago (Estados Unidos); Escola de Glasgow (Escócia);
  • 104. Módulo 6, História A 104 Estes movimentos apresentam alguns princípios unificadores: Inovação formal, procura de originalidade e criatividade; Rejeição dos princípios académicos, históricos e revivalistas da época; Formas inspiradas na natureza (fauna e flora) e no Homem;
  • 105. Movimentos sinuosos, formas estilizadas, sintetizadas ou geometrizadas; Adesão ao progresso, recursos aos novos materiais e técnicas; Adoção de uma nova estética expressa através da linha sinuosa, elástica, flexível, estilizada ou geometrizada, Procura do movimento, do ritmo, da expressão; Apelo à sensibilidade estética e à fantasia do observador;
  • 106. Módulo 6, História A 106 Desenvolveram o conceito de unidade das artes – Conceito que tende a apagar todas as diferenças tradicionais entre as várias modalidades artísticas (artes maiores, artes menores) considerando que todas elas são merecedoras de igual qualidade plástica e devem, por isso, nortear-se pelos mesmos princípios formais e estéticos;
  • 107. Módulo 6, História A 107 Hoffmann, serviço de café Palácio Stoclet A sua popularidade transformou-a numa moda que se aplicou a todas as modalidades artísticas (arquitetura, pintura, escultura, artes aplicadas, artes gráficas, dança, etc.);
  • 108. Módulo 6, História A 108 H. Van de Velde, Salão de cabeleireiro; projeto para um museu; secretária
  • 109. Módulo 6, História A 109 António Gaudí (1852-1926) destacou-se na arquitetura;
  • 110. Módulo 6, História A 110 A Arte Nova foi aplicada ao design e surgem peças de superfícies ondulantes; Procuram a graciosidade e elegância; As formas são inspiradas no corpo feminino e na Natureza;
  • 112. Módulo 6, História A 112 Tiffany, objetos em vidro P. Behrens, candeeiro
  • 113. Módulo 6, História A 113 Cartaz e capa de revista
  • 114. Módulo 6, História A 114 O enorme sucesso artístico e comercial identificam a época e a sua excessiva divulgação trouxe o rápido declínio; Os objetos foram copiados cada vez em maior número e vão perdendo qualidade estética; A Arte Nova desaparece com a I Guerra Mundial; Marcou a época história (final do século XIX e início do século XX) conhecida como Belle Époque;
  • 115. Módulo 6, História A 115 Portugal: o dinamismo cultural do último terço do século A ligação ferroviária construída pelos governos da Regeneração permitiu uma maior circulação de ideias entre Portugal e o resto da Europa; A Geração do 70 foi responsável por agitar a cultura portuguesa, foi constituída por um grupo de estudantes de Coimbra (Antero Quental, Teófilo Braga, Eça de Queirós, etc.);
  • 116. Módulo 6, História A 116 Em 1865 surgiu a Questão Coimbrã ou Bom Senso e Bom Gosto, título de uma carta dirigida por Antero a António Feliciano de Castilho; Esta carta é contra a “escola literária de Coimbra” e o conservadorismo dos intelectuais portugueses; Em Lisboa, alguns anos mais tarde, constituem um cenáculo literário ao qual aderem, entre outros, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins e Guerra Junqueiro;
  • 117.
  • 118. Módulo 6, História A 118 Constituem uma elite jovem que adere à fé no progresso e ciência e vê na literatura como um meio de transformação da sociedade; Organizam, em 1871, as Conferências Democráticas, no Casino Lisbonense; Estas conferências abrangem uma temática variada: política, sociedade, ensino, literatura e religião; O ciclo das conferências não chegou ao fim; O Governo proibiu-as com o pretexto que eram contra as leis do reino;
  • 119. Módulo 6, História A 119 O grupo persistiu na sua intervenção política, social e literária; Na década seguinte sentiram-se derrotados pelo imobilismo nacional; Autodenominam-se “Os vencidos da vida”, desalentados com a falta de mudança do país; A Geração de 70 teve um papel importante na introdução do Modernismo em Portugal e agitou a cultura portuguesa;
  • 120. Módulo 6, História A 120 O primado da pintura naturalista O Naturalismo, na pintura, foi sentimental e romântico, e irá sobreviver até meados do século XX; Silva Porto, Cancela Vermelha
  • 121. Os introdutores do naturalismo em Portugal foram: António da Silva Porto (1850-1894); João Marques de Oliveira (1853-1927); Estiveram em França como estudante e Bolseiro da Academia Portuense; Contactaram os pintores realistas e impressionistas (pintura ao ar livre); Professores da Academia de Lisboa e Porto; Fizeram parte do Grupo do Leão (Café Leão de Ouro);
  • 122. Módulo 6, História A 122 O Naturalismo tem como temas fundamentais a Natureza e a vida do quotidiano; Silva Porto, Barco de Avintes; Guardando o Rebanho;
  • 123. Módulo 6, História A 123 Este tipo de pintura já tinha deixado de chocar o público e foi muito bem aceite em Portugal; Transformou-se em “arte oficial”; Formaram o “Grupo do Leão”, pois reuniam-se na “Cervejaria Leão”;
  • 124. Módulo 6, História A 124 Deste grupo destacam-se dois artistas: Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929); José Malhoa ((1855-1933); Malhoa, Promessas; O fado
  • 125. Módulo 6, História A 125 Columbano, Concerto de Amadores; Retrato de Antero de Quental;
  • 126. Módulo 6, História A 126 O Naturalismo foi um ciclo longo que se prolongou pelas primeiras décadas do século XX; Surgem vários pintores ligados a esta corrente artística: António Ramalho (1858-1916); Aurélia de Sousa (1865-1922); O rei D. Carlos;
  • 128. Módulo 6, História A 128 O artista mais inovador foi António Carneiro (1872-1930), rejeitou a estética naturalista e enveredou pelo Simbolismo; António Carneiro, A Vida
  • 129. Módulo 6, História A 129 Esquema in “Preparação para o Exame Nacional, História A 11, Porto Editora
  • 130. Esta apresentação foi construída tendo por base a seguinte bibliografia: COUTO, Célia Pinto, ROSAS, Maria Antónia Monterroso, O tempo da História 11, Porto Editora, 2011 Preparação para o Exame Nacional, História A, 11, Porto Editora, 2013 SANCHES, Mário, História A, Edições ASA, 2006 Módulo 6, História A 130