Relato de uma experiência de trabalho em equipe na EEAA

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Debate realizado em reunião da Coordenação Intermediária da Regional de Taguatinga (SEDF) sobre o trabalho em equipe na EEAA.

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Relato de uma experiência de trabalho em equipe na EEAA

  1. 1. P S I C Ó L O G A M A . A N A Í H A E S E R P E D A G O G A E S P . V Â N I A V A R E L A GDF – SEDF – CRET – EEAA 17 e 24 de abril de 2015
  2. 2. OBJETIVOS DA APRESENTAÇÃO 1. Contextualizar sobre a EEAA 2. Abordar as características do trabalho em equipes multiprofissionais 3. Apresentar as funções dos profissionais da EEAA e o perfil de trabalho de cada membro da Equipe
  3. 3. CONTEXTUALIZANDO - As EEAAs tiveram origem em 1968, no serviço de suporte técnico-pedagógico da SEDF - Passaram por várias transformações, acompanhando o desenvolvimento científico e pedagógico, especialmente no que diz respeito à questões como fracasso escolar, queixa escolar, necessidades educacionais especiais Momentos significativos de reformulação:  Publicação da Portaria Nº. 254, de 12 de dezembro de 2008, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal Nº. 248, de 15 de dezembro de 2008  Orientação Pedagógica das Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem, publicada em 2010 (SEDF, 2010)
  4. 4. REGULAMENTAÇÃO DA EEAA E DO TRABALHO DOS MEMBROS DA EQUIPE Atualmente, o trabalho da EEAA é definido pela:  Portaria nº 30/2013  OP das EEAA (SEDF, 2010)  Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal (PORTARIA Nº 15 DE 11 DE FEVEREIRO DE 2015) Importante observar: Recomendações de Práticas não Medicalizantes para Profissionais e Serviços de Educação e Saúde Especificamente o trabalho do psicólogo:  Código de Ética Profissional do Psicólogo  CBO – Atribuições Profissionais do Psicólogo no Brasil  Referências Técnicas para a Atuação do Psicólogo na Escola  Legislação, normas e resoluções do CFP
  5. 5. EQUIPE DE APOIO Segundo o atual Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal: Forma de atuação da Equipe de Apoio:  Integrada  Fundamentada teórico-metodológicamente na Pedagogia Histórico-Crítica e na Psicologia Histórico-Cultural Equipe de Apoio OE EEAA Sala de Recursos
  6. 6. DOCUMENTOS QUE FUNDAMENTAM A CRIAÇÃO E A ATUAÇÃO DA EEAA Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU, 1948), Declaração Universal dos Direitos da Criança (ONU, 1959), Declaração Mundial de Educação para Todos – Jomtiem/ Tailândia (UNESCO, 1990), Declaração de Salamanca, produzida nessa ocasião (UNESCO, 1994), Constituição Federal do Brasil (Brasil, 1989), Estatuto da Criança e do Adolescente (Brasil, 1994), Lei de Diretrizes de Bases da Educação Nacional (LDB), Lei 9394/1996 (Brasil, 1996) (apud SEDF, 2010)
  7. 7. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA DA EEAA Sócio-interacionista, por parte da Psicologia  compreende o desenvolvimento numa perspectiva epigenética e bioecológica, por parte da Psicologia,  na Psicologia Histórico Cultural (Vygotsky, 1984, 1989), Progressista e pós-moderna, por parte da Pedagogia  na Pedagogia Libertadora (Freire, 1997, 1991),  na Pedagogia Histórico-Crítica (Saviani, 2005),  na Pósmodernidade de contestação (Boaventura Santos, 2003)  na Pedagogia das Competências (Perrenoud, 2000, 1999). (apud SEDF, 2010)
  8. 8. OBJETIVOS GERAIS DA EEAA Contribuir para superação das dificuldades presentes no processo de ensino e escolarização, por meio de uma atuação institucional (SEDF, 2015). Promover (SEDF, 2010):  a melhoria da qualidade do processo de ensino-aprendizagem  uma cultura de sucesso escolar Por meio de (SEDF, 2010):  Intervenções institucionais  Intervenções avaliativas  Ações preventivas (formações, projetos)
  9. 9. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA EEAA 1. Promover a ressignificação das concepções de ensino-aprendizagem, criando uma cultura de sucesso escolar; 2. Assessorar a equipe gestora e a comunidade escolar na reflexão acerca do contexto educacional, facilitando a tomada de decisões, a construção e a implementação de estratégias administrativo-pedagógicas; 3. Contribuir para a formação continuada do corpo docente, com reflexões sobre aspectos pedagógicos e intersubjetivos; 4. Sensibilizar as famílias para maior participação no processo educacional dos alunos; 5. Realizar procedimentos de avaliação e intervenção às queixas escolares, visando conhecer e investigar os múltiplos fatores envolvidos no contexto escolar; 6. Articular ações com a OE e a sala de recursos, no caso de alunos NEEs. (SEDF, 2010)
  10. 10. PERSPECTIVA INSTITUCIONAL E PREVENTIVA O serviço realizado numa perspectiva institucional e preventiva: - Promove ações que viabilizem a reflexão e a conscientização de funções, papeis e responsabilidade dos atores da escola - Favorece a apropriação dos conhecimentos, o desenvolvimento de recursos e habilidades que viabilizem a oxigenação e a renovação das práticas educativas (Araújo 2003; Marinho –Araújo e Almeida, 2005, apud SEDF, 2010)
  11. 11. CARACTERÍSTICAS DA ATUAÇÃO INSTITUCIONAL  Desloca o foco da problematização, avaliação e intervenção junto ao aluno para uma visão mais sistêmica, contextualizada nos aspectos institucionais e relacionais do espaço educativo  Se compromete com a observação e escuta sensíveis aos atores e processos do espaço escolar, promovendo reflexão e intervenção nos espaços de discussão da IE, auxiliando na transformação da Escola como espaço de valorização do ser humano  Ação preventiva e intencionalmente planejada com vistas a incentivar estratégias diversificadas  Ação promotora de desenvolvimento da comunidade escolar, mobilizando competências individuais e coletivas que possibilitem a ressignificação dos processos de ensino-aprendizagem  Favorecimento de processos intersubjetivos e do desenvolvimento adulto (SEDF, 2010)
  12. 12. DIMENSÕES DE ATUAÇÃO DA EEAA Mapeamento Institucional Assessoria ao Trabalho Pedagógico Acompanhamento do Processo de Ensino- Aprendizagem CONTEXTO ESCOLAR 1ª Dimensão Conhecimento do contexto escolar 3ª Dimensão Assessoria ao processo de gestão escolar 2ª Dimensão Escuta institucional 4ª Dimensão Assessoria ao processo de ensino- aprendizagem 5ª Dimensão Avaliação e adequação institucional 6ª Dimensão Formação contínua PAIQUE Elemento constituinte (SEDF, 2010)
  13. 13. PAIQUE • É a sigla para PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO À QUEIXA ESCOLAR • Foi desenvolvido em 2001 por Mariza Brito Neves* • Desmembrou o atendimento à queixa escolar em etapas/ níveis, que são percorridos conforme a necessidade, sem obrigatoriedade do cumprimento de todos os níveis • Propôs que o atendimento à queixa escolar deveria ser iniciado em sua origem, junto àquele que expôs a queixa: o professor/ a escola • Partiu da compreensão da queixa-escolar como um indicativo da existência de alguma desarmonia no âmbito das relações no processo de ensino-aprendizagem
  14. 14. PAIQUE - PROCESSO Queixa- escolar Escola Família Aluno(a) Queixa-escolar é detectada e apresentada pelo docente Intervenção junto ao professor e à escola Intervenção junto ao professor, à escola e à família. Intervenção junto ao professor, à escola, à família e ao aluno. okQueixa permanece Queixa permanece
  15. 15. A EEAA COMO EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Uma Equipe Multiprofissional é aquela composta por pessoas de diferentes profissões ou disciplinas, como estratégia para superar a progressiva especialização do saber e para aumentar a produtividade A atuação em equipe “permite que as intervenções desencadeadas nas instituições educacionais sejam mais eficazes, uma vez que estão conjugadas duas áreas de saber, que contribuem com conhecimentos complementares sobre os processos de aprendizagem e de desenvolvimento humano.” (SEDF, 2010, p. 79)  Conjugação de:  Áreas de saber  - Pontos de vista  - Competências
  16. 16. UMA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Abertura a novas ideias Complementaridade Uma meta clara em comum Papéis claros Compromisso mútuo com a meta Reconhecimento dos esforços de cada membro Auto-avaliação periódica e retro-alimentativa Decisões por consenso Suporte de equipe gestora Articulação de ações e saberes Interdependência Correlação e conexão entre intervenções
  17. 17. VANTAGENS DO TRABALHO EM EQUIPE Maior produtividade (nova expertise – eficácia e performance) Melhor rendimento Possibilidade de melhorar a inclusão escolar Maior satisfação no trabalho Atuação institucional plena se torna possível “para Titton (2003), permite superar a luta contra si mesmo, contra suas próprias ambivalências, contra os outros e suas diferenças, contra o sistema e suas imposições.” (Boy, 2011)
  18. 18. DIFICULDADES QUANDO O TRABALHO NÃO É FEITO EM EQUIPE Descontextualização Sentimento de solidão Morosidade Incompletude Individualismo “Lutar contra o individualismo, dentro da escola, assim como na vida social, trata-se de nadar contra a corrente, talvez de uma luta inglória, mas necessária. Qualquer discurso de democratização do ambiente escolar que não de um trato especial a esta questão, estará fadado ao fracasso. É necessário levar isto em conta se, de fato, o desejo é o de empreender um trabalho coletivo.” (Ruiz, 2008)
  19. 19. COMO INICIAR UM TRABALHO EM EQUIPE Criar e fortalecer o sentimento de grupo/ equipe  “nosso no lugar do meu” – Makarenko  Sentimento de unidade do coletivo (co-responsabilidade)  Princípio de solidariedade Espaços de autogestão da coletividade Criar e fortalecer momentos formais e informais de troca e convivência: Preocupação em garantir tempos e espaços de trabalho coletivo Criar e fortalecer o respeito mútuo (cortesia, cordialidade, amabilidade): não tratar o outro com rispidez como um exercício constante Propiciar o engajamento e responsabilização coletiva Liderança Inquirição reflexiva focalizada (discussão, experimentação, avaliação) Observação e assessoria mútua 19(Fusari, 1993; Boy, 2011; Ruiz, 2008)
  20. 20. ATUAÇÃO DO PEDAGOGO ESCOLAR NA SEAA Analisar as situações de ensino-aprendizagem, com o objetivo de apoiar o professor e atender às queixas-escolares; Auxiliar no aprimoramento do desempenho dos professores em sala de aula (conteúdos, métodos, técnicas, formas de organização da classe); Promover a adequação do ensino às necessidades dos alunos; Escutar e orientar pais e familiares, em relação aos aspectos que interfiram direta ou indiretamente no desempenho escolar dos alunos, tais como relacionais, subjetivos e pedagógicos; Desenvolver projetos de intervenção pedagógica junto à comunidade escolar; Realizar a avaliação pedagógica do aluno encaminhado à SEAA. (SEDF, 2010)
  21. 21. A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO ESCOLAR NA EEAA Analisar as relações interpessoais nos processos de ensino-aprendizagem no ambiente escolar; Analisar as práticas pedagógicas; Criar um espaço de interlocução entre membros da comunidade escolar; Conscientizar sobre aspectos intersubjetivos relacionados ao contexto escolar; Conscientização de papeis, funções e responsabilidades dos membros da comunidade escolar; Ressignificação de concepções sobre o desenvolvimento, processo de ensino- aprendizagem; Proporcionar a valorização do ser humano no contexto escolar. O psicólogo escolar não realiza um acompanhamento psicológico clínico (SEDF, 2010)
  22. 22. ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO - CBO Psicólogo Educacional: Atua no âmbito da educação, nas instituições formais ou informais; colabora para a compreensão e para a mudança do comportamento de educadores e educandos, no processo de ensino aprendizagem, nas relações interpessoais e nos processos intrapessoais, referindo-se sempre as dimensões política, econômica, social e cultural; realiza pesquisa, diagnóstico e intervenção psicopedagógica individual ou em grupo; participa também da elaboração de planos e políticas referentes ao Sistema Educacional, visando promover a qualidade, a valorização e a democratização do ensino. Descrição de ocupação (8 atribuições específicas):  Promover a adequação de conhecimentos da Psicologia ao contexto educacional  Desenvolver trabalhos com educadores e alunos, visando a explicitação e a superação de entraves institucionais
  23. 23. ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO - CBO (cont.)  Prevenir, identificar e resolver problemas psicossociais que possam bloquear o desenvolvimento de potencialidades  Auxiliar na implementação de uma metodologia de ensino que favoreça a aprendizagem e o desenvolvimento  Realizar pesquisas para a compreensão de processo ensino-aprendizagem e conhecimento das características Psicossociais da clientela  Participar do planejamento pedagógico, currículo e políticas educacionais (aspectos que digam respeito aos processos de desenvolvimento humano, de aprendizagem e das relações interpessoais)  Desenvolver programas de orientação profissional  Diagnosticar as dificuldades dos alunos dentro do sistema educacional e encaminha, aos serviços de atendimento da comunidade  Supervisionar, orientar e executar trabalhos na área de Psicologia Educacional. (Ministério do Trabalho, 2002)
  24. 24. QUESTÕES IMPORTANTES SOBRE O TRABALHO DO PSICÓLOGO Sigilo e ética profissional Cópias Testagem versus Avaliação versus PAIQUE Trabalho clínico versus Institucional, práticas que foquem contexto educacional e não indivíduos (CFP, 2013) Avaliação prospectiva “Conhecer as direções éticas e políticas que norteiam o cotidiano escolar” (CFP, 2013, p.31) Desconstruir dualismos nos processos de ensinar e aprender
  25. 25. QUESTÕES IMPORTANTES SOBRE O TRABALHO DO PSICÓLOGO (CONT.) Entendimento das dimensões subjetivas dos processos de ensino-aprendizagem Questionar a homogeneização e normatização dos processos de ensinar e aprender, abrindo caminho para a diversidade, heterogeneidade, para o não normativo, não hegemônico Valorização do trabalho do professor e relações escolares democráticas, Enfrentar os processos de medicalização, patologização e judicialização Superação dos processos de exclusão e estigmatização social (CFP, 2013)
  26. 26. POSSIBILIDADES DE ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO ESCOLAR SEGUNDO OS REFERENCIAIS Projeto político-pedagógico Intervenção psicológica no processo de ensino-aprendizagem Formação de educadores Promoção e viabilização da educação inclusiva Acompanhamento de grupos de alunos (grupos de orientação, grupos de apoio psicopedagógico), pais, professores/ educadores (CFP, 2013)
  27. 27. No entanto, o que possibilita a(o) psicóloga (o) estar na porta de uma escola para trabalhar com os educadores não é a quantidade de respostas bem sucedidas que ele tem para resolver problemas, mas sim o que pode contribuir para manter em exercício redes de atenção à vida, redes que foquem as potencialidades dos indivíduos. Uma luta permanente para escapar do lugar de saber hierarquizante em relação aos professores e destes com os estudantes e familiares, que ao invés de proporcionar conhecimento, conduzem a um descompasso entre aquele que quer ensinar e aquele que quer aprender. Não há respostas de uma vez por todas, percurso pronto para o outro executar, a questão é o que convida a equipe a pensar o trabalho realizado no cotidiano. Entrar em interlocução com aqueles com quem vamos trabalhar é um desafio a novos arranjos, sejam eles com especialistas e professores, sejam com as crianças e familiares, que possam movimentar a escola no sentido de promover o desenvolvimento de todos os envolvidos no trabalho pedagógico. Se nos aproximamos de uma escola para dar solução aos problemas, se aceitamos tal lugar, entramos na trama que amarra o cotidiano nas questões postas. (CFP, pp.43-44)
  28. 28. NOSSA EXPERIÊNCIA Foco na missão/ objetivo Planejamento conjunto Planejamento individual Diálogo aberto e constante Relação de confiança, respaldo mútuo, cumplicidade Contextualização (informação) Decisões consensuais, mas sem engessar opiniões individuais Negociação das diferenças Respeito às individualidades Flexibilidade Construção coletiva de conhecimento Estudo
  29. 29. REFERÊNCIA Boy, L. C. G. Trabalho coletivo entre docentes em escolas da rede municipal de educação de belo horizonte: concepções, permanências e rupturas. Dissertação, Programa de Pós-graduação em Educação, Conhecimento e Inclusão Social da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, 2011. Conselho Federal de Psicologia. Referenciais Técnicos para Atuação do Psicólogo Escolar. Brasília, 2013. Fusari, J. C. A Construção da Proposta Educacional e do Trabalho Coletivo na Unidade Escolar. Série Idéias, n. 16, pp. 69-77. São Paulo: FDE, 1993. Ministério do Trabalho. Classificação Brasileira de Ocupações - CBO, instituída por portaria ministerial nº. 397, de 9 de outubro de 2002. Ruiz, M. J. F. Trabalho coletivo na escola pública: contribuições pedagógicas de Anton Semionovitch Makarenko. ORG & DEMO, Marília, v.9, n.1/2, p. 223-240, 2008. SEDF - SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL. Orientação Pedagógica das Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem. 2010 SEDF - SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL. Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. 2015, PORTARIA Nº 15 DE 11 DE FEVEREIRO DE 2015.

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