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TCC: Discussão e Conclusões - Profa. Rilva Muñoz

1 de 33
TCC:
        Seções
Discussão e Conclusões

Profa. Rilva Lopes de Sousa-Muñoz
         rilva@ccm.ufpb.br
DISCUSSÃO
  •“A Discussão dá vida ao
   trabalho” (Mário Rigatto)
•Seção mais difícil de escrever
  •Articula os elementos que
 compõem o trabalho científico,
 contrastando-os, somando-os,
    criando confrontação e
         corroboração.
DISCUSSÃO
 • A Discussão é do autor: É a
  unica parte do trabalho que
   “pertence” realmente ao
              autor
•O autor cita ou não cita, ilustra
  ou não ilustra, concorda ou
  discorda, debate dúvidas e
           certezas…
DISCUSSÃO
 • A Discussão não é apenas a
  discussão dos resultados, mas
   do trabalho como um todo
  •Discussão da Hipótese, dos
     Métodos, dos Resultados
•Transcende o trabalho, discute
        as extrapolações.
DISCUSSÃO
• Discussão dos Resultados
 •É a parte nobre da Discussão
  •O pesquisador interpreta os
   dados colhidos na pesquisa
 •O autor deve desempenhar,
  ao redigir a Discussão, tanto o
      papel de defensor, de
      acusador e de árbritro
DISCUSSÃO
• A Discussão de um trabalho
 científico deve conter todo o
debate, toda a argumentação,
que se estabelece na defesa e
    arguição de uma tese
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TCC: Discussão e Conclusões - Profa. Rilva Muñoz

  • 1. TCC: Seções Discussão e Conclusões Profa. Rilva Lopes de Sousa-Muñoz rilva@ccm.ufpb.br
  • 2. DISCUSSÃO •“A Discussão dá vida ao trabalho” (Mário Rigatto) •Seção mais difícil de escrever •Articula os elementos que compõem o trabalho científico, contrastando-os, somando-os, criando confrontação e corroboração.
  • 3. DISCUSSÃO • A Discussão é do autor: É a unica parte do trabalho que “pertence” realmente ao autor •O autor cita ou não cita, ilustra ou não ilustra, concorda ou discorda, debate dúvidas e certezas…
  • 4. DISCUSSÃO • A Discussão não é apenas a discussão dos resultados, mas do trabalho como um todo •Discussão da Hipótese, dos Métodos, dos Resultados •Transcende o trabalho, discute as extrapolações.
  • 5. DISCUSSÃO • Discussão dos Resultados •É a parte nobre da Discussão •O pesquisador interpreta os dados colhidos na pesquisa •O autor deve desempenhar, ao redigir a Discussão, tanto o papel de defensor, de acusador e de árbritro
  • 6. DISCUSSÃO • A Discussão de um trabalho científico deve conter todo o debate, toda a argumentação, que se estabelece na defesa e arguição de uma tese •O autor deve procurar ser o mais severo dos críticos
  • 7. DISCUSSÃO • A capacidade de interpretar criticamente os resultados é a melhor demonstração de que o autor conhece o assunto e os métodos que empregou
  • 8. DISCUSSÃO •Os dados devem ser interpretados e não recapitulados •A Discussão sempre remete ao problema, aos objetivos e à hipótese que foram apresentados na Introdução
  • 9. DISCUSSÃO • Havendo estudos similares na literatura, cabe na Discussão, uma comparação com os resultados neles alcançados • Esta comparação exige todo o rigor científico • Verificar se os estudos são mesmo comparáveis • Expor contradições e buscar explicações
  • 10. DISCUSSÃO • Até que ponto os resultados da pesquisa estão de acordo com resultados de outros trabalhos publicados? • Os resultados respondem à pergunta de pesquisa formulada? • Quais as inferências que podem ser levantadas a partir dos resultados?
  • 11. DISCUSSÃO •Qual é a importância dos resultados encontrados? •Pode-se lançar uma nova hipótese a partir dos resultados? •Quais são os fatos que indicam que os resultados da pesquisa corroboram determinada teoria? •Há resultados inesperados?
  • 12. DISCUSSÃO • Se há significação estatística, há também significação clínica? • É possível fazer generalizações? • Quais as limitações do estudo? • Os resultados não confirmam a hipótese? • Permitir ao crítico julgar a validade das interpretações extraídas dos dados e o valor do estudo
  • 13. DISCUSSÃO •Cogitar motivos das diferenças encontradas em relação a outros estudos •Na comparação do trabalho com outros da literatura, ressaltam-se os pontos de semelhança/diferença metodológica
  • 14. DISCUSSÃO •Apontar pontos positivos do trabalho em relação aos outros estudos semelhantes revisados •Diferenças metodológicas que poderiam melhorar a qualidade dos dados: abertura para outrostrabalhos
  • 15. DISCUSSÃO •Interpretação dos resultados não significativos •Interpretação de resultados significativos não formulados em hipótese •Interpretação de resultados mistos
  • 16. DISCUSSÃO • Fazer considerações sobre a aplicação prática dos resultados •Deixar entrever outras pesquisas necessárias a partir de interrogações não repondidas e aspectos novos antes não vislumbrados
  • 17. DISCUSSÃO • Discussão da hipótese Nem sempre necessária Discutir se a hipótese de pesquisa foi corroborada Se não, discutir as diferenças entre a hipótese enunciada na Introdução e os resultados colhidos
  • 18. DISCUSSÃO • Discussão dos Métodos Pode ser feita na seção de Métodos ou na de Discussão Discutir as razões para a escolha deste ou daquele método As virtudes e os problemas do protocolo adotado
  • 19. DISCUSSÃO • Uma Discussão bem feita dá sentido e interpretação aos dados apresentados na seção de Resultados
  • 20. CONCLUSÕES •Decorrem da Discussão: Uma discussão bem fundamentada facilita as Conclusões •Concluir com base no que se discutiu: as conclusões devem estar contidas na Discussão •Parcimônia!...
  • 21. CONCLUSÕES •Devem ser consistentes com os objetivos propostos •Não podem ir além do que os resultados encontrados permitem •Devem ser breves e claras
  • 22. CONCLUSÕES •Podem ser descritas sob a forma de um “texto corrido” ou apresentados em uma sequência de tópicos, numerados ou não •Tópicos: Mais adequados para monografias
  • 23. CONCLUSÕES •Deve ser uma resposta clara ao problema de pesquisa formulado na seção de Introdução •Contribuições do estudo •Implicações para a prática •Sugestões para pesquisas futuras
  • 24. ABDOUNI, A. A. et al. Seguimento a longo prazo de pacientes submetidos à revascularização do miocárdio com uso exclusivo de enxertos arteriais. Rev Bras Cir Cardiovasc 23 (4): 494-500, 2008.
  • 25. CONCLUSÕES Crítica • Na Discussão, apresenta-se uma extensa revisão da literatura, como se fosse uma nova Introdução do artigo, só que, naquela, não houve nenhuma parcimônia e tomou-se a maior parte da seção (10 dos 12 parágrafos). • Não se realizou um confronto com os dados primários do próprio trabalho apresentados na seção de Resultados. Ou seja, não se comentaram os dados da pesquisa e estes não foram comparados com os resultados dos demais estudos semelhantes já publicados. Portanto, os resultados da pesquisa não são realmente interpretados.
  • 26. CONCLUSÕES - Há uma informação na Discussão que não tem a correspondente apresentação na seção de Resultados: "A perda de seguimento foi de 13,8%". - O que se comenta na seção de Discussão deve ter sido anteriormente descrito na seção de Resultados.
  • 27. CONCLUSÕES -Houve falta de dados referentes ao controle de variáveis intervenientes durante o seguimento, tais como colesterolemia e glicemia, controle do tabagismo e consumo de álcool, comprometeria a validade do estudo, uma vez que está estabelecido que o desenvolvimento de aterosclerose em enxertos arteriais e venosos é mais frequente e rápido em pacientes com hiperlicolesterolemia e hipertrigliceridemia. (não foi possível realizar controle destas variáveis, pois o estudo foi retrospectivo) - Então, existiram várias fontes de vieses nessa pesquisa. Os problemas dos estudos não-concorrentes são, além de viés de informação, a inabilidade para controlar variáveis de confusão (falta de informação). -Estas limitações deveriam ter sido apontadas.
  • 28. OLIVEIRA, P. B.; FRANCO, L. J. Consumo de adoçantes e produtos dietéticos por indivíduos com diabetes melito tipo 2, atendidos pelo Sistema Único de Saúde em Ribeirão Preto, SP. Arq Bras Endocrinol Metab 54 (5): 455-462, 2010.
  • 29. Crítica Os autores consideraram que os resultados encontrados no estudo poderiam ser extrapolados para toda a população da cidade Falta de parcimônia e falso raciocínio (falácia lógica) A validade externa do estudo é limitada Os resultados do estudo não poderiam ser generalizados para toda a população da cidade: a amostragem da pesquisa foi feita por conveniência; nem todos os indivíduos desta têm chance igual e diferente de zero de participar da amostra. A seleção dos pacientes foi feita apenas em dois serviços públicos de determinada área da cidade, excluindo-se muitos pacientes que provavelmente são diferentes quanto ao seu perfil socioeconômico e educacional, em relação aqueles que foram realmente incluídos na pesquisa
  • 30. A Propósito da Discussão... Repetem-se dados numéricos Dos 120 entrevistados, 62,5% desnecessariamente na disseram não saber a diferença Discussão entre diet e light e, entre os 37,5% que disseram saber, observa-se que A Discussão é intepretativa, aproximadamente um terço não sendo necessário repetir conceituou os produtos de vários números já apresentados maneira inapropriada, mostrando a necessidade de na seção de Resultados. melhor informação sobre o uso desses produtos. Pode-se, contudo, repetir um ou outro percentual, a fim de se compararem com os resultados de outros estudos, porém isso não deve ser feito com vários dados numéricos
  • 31. OBJETIVO: Analisar o consumo de adoçantes e produtos dietéticos por indivíduos com diabetes melito tipo 2, atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Ribeirão Preto, SP. Suposta Conclusão A inclusão de informações sobre o uso adequado de adoçantes e produtos dietéticos é uma necessidade nas atividades assistenciais aos pacientes com DM, nos diversos níveis do SUS, levando em consideração as características educacionais da população assistida. O uso consciente e adequado desses produtos pode facilitar a adesão ao tratamento e consequentemente melhorar a qualidade de vida desses pacientes.
  • 32. A Propósito da Conclusão... A conclusão é um fechamento do trabalho, respondendo aos objetivos do estudo, apresentados na Introdução No artigo referido, não há conclusão. É baixa ou alta a prevalência de uso de adoçantes pela população estudada? É alto ou baixo o nível de conhecimentos sobre estes produtos pela população? Só depois de apresentadas estas conclusões, é que viriam as recomendações e implicações para a prática e para o conhecimento sobre o assunto
  • 33. “Na Ciência, o crédito vai para o homem que convence o mundo e não para o homem ao qual a idéia ocorre primeiro” (William Osler)