Curriculo_Heber_Sônia

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Curriculo_Heber_Sônia

  1. 1. O Currículo do Ensino Médio Etapa I - Caderno 3 Heber Odahyr de Oliveira Mello
  2. 2. O Currículo do Ensino Médio, seus sujeitos e o Desafio da Formação Humana Integral
  3. 3. Como queremos nossa Educação !?!?!?!
  4. 4. Teremos que buscar novos horizontes!?!?!?!
  5. 5. SENSIBILIZAÇÃO • Vídeo: – “Sete vidas eu tivesse...” – (A experiência inovadora do ensino vocacional na rede pública de São Paulo nos anos 60, interrompida de modo brutal pelo regime militar em 1969. Documentário realizado pelos alunos da turma de 1963 do Ginásio Estadual Vocacional Osvaldo Aranha (GEVOA). Direção, roteiro e montagem: José Maurício de Oliveira. Versão integral, 25 minutos.)
  6. 6. CONSTRUÇÃO DE CURRÍCULO
  7. 7. Vídeo: “Macro-Mundos”
  8. 8.  Em sentido amplo o currículo escolar abrange todas as experiências escolares (Samuel Rocha Barros);  É a totalidade das experiências de aprendizagem planejadas e patrocinadas pela escola (Jameson-Hicks);  São todas as experiências dos estudantes, que são aceitas pela escola como responsabilidade própria (Ragan);  São todas as atividades através das quais o estudante aprende (Hounston). O QUE É CURRÍCULO ESCOLAR?
  9. 9. O QUE É CURRÍCULO ESCOLAR?  Em sentido restrito currículo escolar é o conjunto de matérias a serem ministradas em determinado curso ou grau de ensino. Neste sentido, o currículo abrange dois outros conceitos importantes: Plano de Estudos Programa de Ensino
  10. 10. Plano de estudos  Plano de estudos é a lista de matérias que devem ser ensinadas em cada grau ou ano escolar, com indicação do tempo de cada uma, expressa geralmente em horas e semanas.
  11. 11. Programa de ensino  É a "relação dos conteúdos correspondentes a cada matéria do plano de estudos, em geral, e em cada ano ou grau, com indicação dos objetivos, dos rendimentos desejados e das atividades sugeridas ao professor para melhor desenvolvimento do programa e outras instruções metodológicas" (OEA-UNESCO).
  12. 12. O QUE É CURRÍCULO ESCOLAR? “[...] o currículo como o projeto que preside as atividades educativas escolares, define suas intenções e proporciona guias de ações adequadas e úteis para os professores, que são diretamente responsáveis por sua execução. Para isso, o currículo proporciona informações concretas sobre o que ensinar, quando ensinar, como ensinar e que, como e quando avaliar”. (Psicologia e currículo, São Paulo, Ática, 1996, p. 43-5).
  13. 13. O QUE É PPP? No sentido etimológico, o termo projeto vem do latim projectu, particípio passado do verbo projicere, que significa lançar para diante. Plano, intento, desígnio. Empresa, empreendimento. Redação provisória de lei. Plano geral de edificação (Ferreira, 1975, p.144). Nessa perspectiva, o Projeto Político-Pedagógico vai além de um simples agrupamento de planos de ensino e de atividades diversas. O projeto não é algo que é construído e em seguida arquivado ou encaminhado às autoridades educacionais como prova do cumprimento de tarefas burocráticas. Ele é construído e vivenciado em todos os momentos, por todos os envolvidos com o processo educativo da escola.
  14. 14. O QUE É PDDE - ÁGUA? Objetivo: Destinar recursos financeiros de custeio e de capital às escolas do campo e quilombolas, garantindo as adequações necessárias ao abastecimento de água em condições apropriadas para consumo e o esgotamento sanitário nas unidades escolares que tenham declarado no Censo a inexistência de abastecimento de água ou de esgotamento sanitário e ainda não tenham sido beneficiadas com essa assistência pecuniária. - Vídeo: “Truques com a água”
  15. 15. O QUE É PDDE - ÁGUA? Ação: Os recursos financeiros devem ser empregados na aquisição de equipamentos, instalações hidráulicas e contratação de mão de obra, necessários à construção de poços, cisternas, fossa séptica e outras formas que assegurem provimento contínuo de água adequada ao consumo humano e esgotamento sanitário. Os recursos são liberados às escolas, conforme os critérios estabelecidos em Resolução a partir do número de matrículas, sendo que de 4 a 50 matrículas; de 51 a 150 matrículas e com mais de 150 matrículas.
  16. 16. Ideias importantes sobre Currículo
  17. 17. O currículo é um projeto. Não se trata de algo pronto e acabado, mas de algo a ser construído permanentemente no dia-a-dia da escola, com a participação ativa de todos os interessados na atividade educacional, particularmente daqueles que atuam diretamente no estabelecimento escolar, como educadores e educandos, mas também dos membros da comunidade em que se situa a escola. 1
  18. 18. O currículo situa-se entre as intenções, princípios e orientações gerais e a prática pedagógica. Mais do que apenas evitar a distância e o hiato entre esses dois polos do processo educacional - as intenções e as práticas - o currículo deve estabelecer uma vinculação coerente entre eles, deve constituir um eficaz instrumento que favoreça a realização das intenções, princípios e orientações numa ação prática efetiva com vistas ao desenvolvimento dos educandos. 2
  19. 19. O currículo é abrangente, não compreende apenas as matérias ou os conteúdos do conhecimento, mas também sua organização e sequência adequadas, bem como os métodos que permitem um melhor desenvolvimento dos mesmos e o próprio processo de avaliação, incluindo questões como o que, como e quando avaliar. 3
  20. 20. O currículo é um guia, um instrumento útil para orientar a prática pedagógica, uma ajuda para o professor. Por isso mesmo, na medida em que atrapalhar o processo de ensino-aprendizagem, deverá ser imediatamente modificado. O professor precisa estar atento, por exemplo, à extensão do conteúdo - se excessivamente extenso deve ser reduzido para facilitar a efetiva aprendizagem do mesmo; ao método com que o mesmo é ensinado - um método pode ser eficaz em alguns casos e ineficaz em outros; à eficácia do processo de avaliação no sentido de não prejudicar mas favorecer o desenvolvimento contínuo dos estudantes; e assim por diante. 4
  21. 21. Para que cumpra tais funções, o currículo deve levar em conta as reais condições nas quais vai se concretizar: as condições do professor, as condições dos alunos, as condições do ambiente escolar, as condições da comunidade, as características dos materiais didáticos disponíveis, etc. 5
  22. 22. O currículo não substitui o professor, mas é um instrumento a seu serviço. Cabe ao professor orientar e dirigir o processo de ensino-aprendizagem, inclusive modificando o próprio currículo de acordo com as aptidões, os interesses e as características culturais dos educandos. 6
  23. 23. O currículo não possui neutralidade. Todo o fazer pedagógico, do planejamento à avaliação, é um fazer político e é um processo eminentemente coletivo. Quando se faz o PPP (Projeto Político Pedagógico), deve-se atentar para o diagnóstico que pode se tornar um profundo processo coletivo de avaliação de como a escola tem-se organizado, das dificuldades que tem encontrado, das possibilidades de superação dessas dificuldades e do avanço em direção a uma melhor qualidade da educação. 7
  24. 24. O planejamento curricular ultrapassa o caráter instrumental e meramente técnico. Dessa forma, ele adquire a condição de conferir materialidade às ações politicamente definidas pelos sujeitos da escola, os quais são representados pelos estudantes, professores, coordenadores pedagógicos, gestores. O planejamento deve partir da realidade concreta e estar voltado para atingir as finalidades da educação básica definidas pelo coletivo da escola. 8
  25. 25. Interdisciplinaridade
  26. 26. Perspectivas do Currículo • No início do século XX, o planejamento curricular estava pautado na transferência de técnicas de organização do trabalho fabril para a escola. • Em seu livro The Curriculum, F. Bobbit defendia os princípios para o trabalho em geral. • Segundo Ralph Tyler (1976), o currículo deveria ser orientado a partir de quatro questões básicas, a saber:
  27. 27. 1- Que objetivos educacionais a escola deve procurar atingir? 2- Que experiências educacionais podem ser oferecidas que tenham probabilidade de alcançar esses propósitos? 3- Como organizar eficientemente essas experiências educacionais? 4- Como podemos ter a certeza de que esses objetivos estão sendo buscados?
  28. 28. Baseados no que foi proposto por Silva, M. R. (2000, 2007), podemos então concluir que, o currículo compreende a seleção de conhecimentos e de práticas sociais historicamente acumulados, considerados relevantes de um dado contexto histórico e definidos tendo por base o projeto de sociedade e de formação humana que a ela se articula. É expressa por meio de uma proposta pedagógica definida coletivamente e na qual se explicitam as intenções de formação, em como as práticas escolares as quais deseja realizar com vistas a dar materialidade a essa proposta.
  29. 29. Aplicação da Proposta do Projeto REM na Escola Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão. Paulo Freire (1987, p. 52)
  30. 30. Divulgação do Projeto
  31. 31. FORMAÇÃO EDUCATIVA CIDADÃ CONSCIENTE, SUSTENTÁVEL, ATIVA E COLETIVAO projeto Reinventando ancora-se em três princípios fundamentais, os quais circunscrevem a sua natureza: significação/identidade, empregabilidade e qualificação acadêmica. Por significação/identidade entendemos, inicialmente, a necessidade de que esse ciclo e estudos venham a ser percebidos pelos estudantes como a oferta de um conjunto de Recursos simbólicos capaz de favorecer a inserção no mundo e a compreensão dos processos sociais. A importância de adicionar um fator de qualificação para o trabalho à formação propiciada pelo ensino médio pode ser atestada, por exemplo, pela consulta aos dados referentes a crescimento salarial, conforme indica o quadro a seguir, que retrata os problemas associados á relação atual entre a formação propiciada pelo Ensino Médio e o crescimento salarial. Em se tratando das áreas de empregabilidade, observa-se, em todas as propostas de currículo, a flexibilização como um dos princípios básicos, que busca incentivar a participação ativa dos nossos estudantes, estimulando-os a serem protagonistas da ação educativa. MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS Capacitação voltada para tecnologias associadas à melhoria de qualidade de vida, à preservação, conservação e utilização da natureza e difusão de atitudes e comportamentos sustentáveis, promovendo a formação de uma cidadania mais coerente, participativa e politicamente correta. EMPREENDEDORISMO E GESTÃO Capacitação voltada para o desenvolvimento do potencial criativo, capaz de transformar conhecimentos e bens em novos produtos inovadores e para a gestão de negócios, com significação/identidade, empregabilidade e qualificação acadêmica.
  32. 32. Heber Odahyr®
  33. 33. Referência Bibliográfica • ANDRADE Jr, H.; SOUZA, M. A.; BROCHIER, J. I. Representação Social da Educação Ambiental e da Educação em Saúde em Universitários. Psicologia: Reflexão e Crítica. v. 17, n. 1, p. 43-50, 2004. • ARROYO, Miguel G. As relações sociais na escola e a formação do trabalhador. In: Trabalho, formação e currículo: para onde vai a escola? São Paulo: Xamã, 1999. • BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica/ Ministério da Educação. Secretária de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. – Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013. Ensino Médio. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&id=12992:diretrizes-para-a-educacao- basica>. Acessado em: 16 abr. 2014. • COLL, César. Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. Porto Alegre, Artmed, 1994. • DUARTE, Bárbara Regina Gonçalves Vaz. Reestruturação produtiva, formação e identidade: o Projeto Escola de Fábrica e a constituição identitária de jovens trabalhadores. 154 f. 2008. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Federal de Pelotas. Pelotas-RS, 2008. Disponível em: < http://www2.ufpel.edu.br/tede/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=524>. Acesso em: 16 abr. 2014. • FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. • FREIRE. P. Pedagogia do Oprimido. 38ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. • GRAMSCI, Antônio. Cadernos do cárcere. vol. 2. 6. ed. Tradução: Carlos Nelson Coutinho. Civilização Brasileira, 2011. • SAUVÉ, L; ORELLANA, I. A. Formação continuada de professores em Educação Ambiental: a proposta EDAMAZ. In: SANTOS, J. E; SATO, M. A. Contribuição da Educação Ambiental à Esperança de Pandora. São Carlos: RIMA, 2001. • SILVA, M. R. Perspectivas curriculares contemporâneas. Curitiba: IBPEX, 2012. • SILVA, T. T. Teorias do Currículo. Uma introdução. Porto: Porto Editora, 2000. • TYLER, Ralph W. Princípios básicos de currículo e ensino. Editora Globo - Edição/Ano: 3ª edição,
  34. 34. OBRIGADO !!! hebermello2001@yahoo.com.br

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