A Hegemonia dos EUA

24.933 visualizações

Publicada em

EUA

Publicada em: Negócios, Tecnologia
0 comentários
12 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
24.933
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
330
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
12
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A Hegemonia dos EUA

  1. 1. A Hegemonia dos EUA História 12.º Ano Módulo 9
  2. 2. O Declínio da Economia Russa <ul><li>Factores que contribuíram para o declínio da economia russa: </li></ul><ul><li>O fim dos subsídios estatais às empresas levaram à mudança das necessidades e estratégias para promoção do lucro com vista à auto-sustentação das mesmas. </li></ul><ul><li>Muitas unidades fabris e serviços encerram devido à incapacidade de modernização. </li></ul><ul><li>Aumento do descontrolo económico e liberalização dos preços que levou a uma inflação crescente. </li></ul><ul><li>Aumento do desemprego e dificuldade por parte do Estado no pagamento dos apoios sociais. </li></ul><ul><li>Dificuldade na integração na economia de mercado. </li></ul><ul><li>Dificuldade por parte das empresas na implementação de um modelo capitalista. </li></ul>
  3. 3. O Crescimento dos EUA <ul><li>B.I. dos EUA: </li></ul><ul><li>Superfície: 9 629 milhares km2 (cem vezes Portugal) População: 275 milhões Taxa de crescimento da população: 0,91% ano PIB: 9 255 mil milhões de dólares Taxa de crescimento do PIB: 4,1% População abaixo do nível de pobreza: 12,7% Taxa de desemprego: 4,2% </li></ul><ul><li>Fonte: World Factbook </li></ul>
  4. 4. A Realidade da Economia <ul><li>Os EUA são hoje a primeira potência económica mundial. Desde sempre ligada à ideia da «terra da oportunidade» e da «livre iniciativa», os EUA apoiam e desenvolvem internamente um espírito de empreendorismo e de investimento apoiado numa estratégia financeira baseada numa carga fiscal ligeira, um sistema de segurança social liberal e regulamento de legislação do trabalho assentes na liberdade social e profissional. </li></ul>
  5. 5. Os Sectores da Economia dos EUA <ul><li>Sector Primário: </li></ul><ul><li>- Altamente mecanizado e utilizando avanços científicos e métodos modernos de produção consegue elevados níveis de produção anual para consumo interno e exportação. São áreas preferenciais: a agro-pecuária (bovinos); as vinhas e os cereais. </li></ul>
  6. 6. A Industria <ul><li>O Sector Secundário: </li></ul><ul><li>A industria, após um processo de reconversão, com o abandono dos sectores tradicionais, recuperou e é hoje um dos mais importantes elementos estratégicos na política económica dos EUA. A ligação entre as universidade e centros de investigação e as empresas favorece um clima de inovação contínua e melhoria da qualidade e competitividade, assim como, a utilização da tecnologia como geradora de riqueza. O desenvolvimento da electrónica e alta tecnologia é um dos maiores exemplos. </li></ul>
  7. 7. Os Serviços <ul><li>O Sector Terciário: </li></ul><ul><li>- Hoje é o sector com mais predomínio na economia americana. Os EUA são, para além dos maiores utilizadores de serviços do mundo, aqueles que mais exportam o seu modelo de organização. Quer pelo processo de franchising, quer pela intervenção directa nos mercados externos. Os EUA são hoje, acima de tudo, produtores e criadores de marcas, uma estratégia que tem dado frutos ao nível do investimento e na fundamentação de uma sociedade pós-industrial. </li></ul>
  8. 8. As Alianças Económicas <ul><li>APEC (Cooperação Económica Ásia-Pacífico). </li></ul><ul><li>Objectivo: Promover relações comerciais. </li></ul>
  9. 9. Alianças… <ul><li>NAFTA (Acordo de Comércio Livre da América do Norte) </li></ul><ul><li>Objectivo: Livre circulação de capitais e mercadorias. </li></ul>
  10. 10. A Ciência e a Tecnologia <ul><li>A tecnologia do armamento: </li></ul>
  11. 11. A Investigação Científica <ul><li>Hoje os EUA são pioneiros e inúmeras áreas de investigação. São o país do mundo que mais investe em Ciência tendo o Estado Federal um papel decisivo, investido em pesquisa privada. A estratégia implementada passa pela criação de campos tecnológicos numa perspectiva de triangulação entre as Universidades – Empresas – Mercados. </li></ul>
  12. 12. O Domínio Político – Militar (1) <ul><li>MÉDIO ORIENTE </li></ul><ul><li>O ponto da política externa em que os EUA mais se empenharam nos últimos anos terá sido na mediação do conflito israelo-árabe - sem sucesso, como a Intifada de al-Aqsa veio tragicamente demonstrar. (…) O papel de mediação dos EUA tem sido inquinado pela sua aliança com Israel. </li></ul>
  13. 13. O Domínio Político – Militar (2) <ul><li>CHINA: TAIWAN E OMC </li></ul><ul><li>A linha oficial da China é não se pronunciar sobre a política externa de outros países (…). O Presidente Jiang Zemin manifestou em duros termos a sua oposição ao projecto de defesa anti mísseis NMD, que Bush apoia entusiasticamente. O candidato republicano deverá também reforçar a ajuda dos EUA a Taiwan, a ilha que a China encara como uma província rebelde. Bush defende que os EUA devem partir do princípio de que a China é &quot;um competidor, não um aliado estratégico&quot;. </li></ul>
  14. 14. O Domínio Político – Militar (3) <ul><li>BALCÃS: A &quot;FUNÇÃO INTERVENCIONISTA&quot; </li></ul><ul><li>No início da desintegração da Jugoslávia, e qual do George Bush pai ainda presidia aos destinos dos EUA, a posição da Casa Branca assentava em dois pressupostos: a preservação da integridade territorial da velha federação, e a &quot;estratégia isolacionista&quot;, que punha de parte qualquer intervenção, sobretudo militar, na região balcânica. Com a Administração Clinton, muito mudou. A partir de finais de 1993, os EUA assumiram uma &quot;função intervencionista&quot; e a ditar os &quot;ritmos&quot; dos conflitos na Croácia, Bósnia-Herzegovina, e, por fim, Kosovo. A diplomacia de Washington apoiou o líder croata Franjo Tudjman na &quot;resolução&quot; da questão da insurrecta minoria sérvia do país, e patrocinou o acordo de paz para a Bósnia-Herzegovina. A guerra da NATO contra a Jugoslávia foi também comandada em grande medida pelos líderes políticos e militares dos EUA. A construção da grande base militar de Bondsteel, no Sudeste do Kosovo, que ocupa 300 hectares e alberga cinco mil soldados americanos, atesta a eleição dos Balcãs como uma das principais opções estratégicas da Casa Branca na Europa. (…) </li></ul>
  15. 15. O Domínio Político – Militar (4) <ul><li>COLÔMBIA: PLANO PERTURBA A VIZINHANÇA Uma das maiores prioridades dos EUA é o combate ao tráfico de drogas. Para isso foi criado o Plano Colômbia, um pacote de 1,3 mil milhões de dólares (300 milhões de contos) em auxílio militar ao Governo do maior exportador mundial de coca. Mas os outros países da América do Sul não só não apoiam como mostram o seu desagrado pelo Plano Colômbia: os sul-americanos têm receio de que o combate às drogas seja apenas um pretexto para o regresso em força do poder militar americano a uma zona que Washington considera o seu &quot;quintal&quot;. (…) </li></ul>
  16. 16. O Domínio Político – Militar (5) <ul><li>RÚSSIA: O PROBLEMA NMD O projecto americano de um sistema anti mísseis (NMD) levantou violentas críticas de Moscovo. Os russos ameaçaram um regresso à guerra fria se os EUA seguissem em frente com o NMO, mostrando-se intransigentes na manutenção dos termos do tratado anti mísseis balísticos ABM (que o NMO viola). (…) </li></ul>
  17. 17. O Domínio Político – Militar (6) <ul><li>ANGOLA: O PESO DO PETRÓLEO A necessidade crescente que o mercado norte-americano tem de importar petróleo de Angola alterou por completo a posição que até há uma década os Estados Unidos mantinham em relação ao regime de José Eduardo dos Santos, que de pouco apreciado engenheiro comunista formado na União Soviética passou a ser um amigo e protegido de Washington. Perto de 10 por cento do combustível que a América do Norte importa é já de origem angolana (…). </li></ul>
  18. 18. A Guerra do Golfo (1) <ul><li>A Guerra do Golfo (1991) foi um conflito internacional militar entre Kuwait e Iraque na região do Golfo Pérsico. Esta guerra envolveu os Estados Unidos da América e alguns países do Oriente Médio. Depois da Guerra dos Seis Dias, a Guerra do Golfo foi possivelmente um dos maiores massacres da história do Oriente Médio. Morreram 100 mil soldados iraquianos e 520 inimigos deste país na guerra. </li></ul>
  19. 19. A Guerra do Golfo (2) <ul><li>Em Julho de 1990, Saddam Hussein, homem forte do Iraque, acusou o Kuwait de causar a queda dos preços do petróleo e retomou antigas questões de limites, além de exigir indemnizações. Como o Kuwait não cedeu, em 2 de Agosto de 1990, tropas iraquianas invadiram o Kuwait, com a exigência do presidente Saddam Hussein de controlar seus vastos e valiosos campos de petróleo. Este acontecimento provocou uma reacção imediata da comunidade internacional. Os bens do emirado árabe foram bloqueados no exterior e a ONU condenou a invasão. </li></ul>
  20. 20. Guerra do Golfo (3) <ul><li>Dois dias após a invasão (4 de Agosto), cerca de 6 mil cidadãos ocidentais foram feitos reféns e conduzidos ao Iraque, onde alguns deles foram colocados em áreas estratégicas. Nesse dia, o Conselho de Segurança da ONU impôs o boicote comercial, financeiro e militar ao Iraque. Em 28 de Agosto, Saddam respondeu a essa decisão com a anexação do Kuwait como a 19ª província do Iraque. </li></ul>
  21. 21. Guerra do Golfo (4) <ul><li>Perante os desenvolvimentos do conflito, a ONU, em 29 de Agosto, autorizou o uso da força, caso o Iraque não abandonasse o território do Kuwait até 15 de Janeiro de 1991. Uma coalizão de 29 países, liderada pelos Estados Unidos da América, foi mobilizada. A actividade diplomática intensa fracassou, e em 17 de Janeiro de 1991 um massivo ataque aéreo foi iniciado. Do conjunto de nações participantes, destacam-se os Estados Unidos da América, a Grã-Bretanha, a França, a Arábia Saudita, o Egipto e a Síria. Quase no limite do prazo dado pela ONU para a retirada do Kuwait, o Irão e a União Soviética fizeram um último esforço para a paz. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>FIM </li></ul>

×