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Como nos podemos proteger
contra os sismos?
INUNDAÇÃO DO LITORAL
ANTES
Falha pre-existente
DURANTE
Ruptura
Formação da onda
APÓS Propagação da onda
Não podemos impedir a ocorrência de um sismo, mas podemos tentar prevê-lo e tomar as
devidas precauções e disposições para minimizar as suas consequências no plano humano.
A redução do número de vítimas durante um sismo passa por adaptar as estruturas dos
edifíciosedeoutrostiposdeobrasàssolicitaçõesdinâmicas.Éoobjectodaconstruçãoanti-
sismica.
A prevenção sísmica baseia-se em três pontos: o conhecimento do risco regional, através do
estudodasismicidadehistóricaeinstrumental;aadaptaçãodasestruturasaosmovimentos
fortesprováveiseapreparaçãodaspopulaçõesedosserviçosdesocorro.
Oestudodesismosantigostemdoisobjectivos:determinaramagnitudeprevisíveldomaior
sismo (magnitude característica) e delimitar as zonas atingidas no passado. Este trabalho
conduzàrealizaçãodacartografiadaszonasexpostasaummesmoníveldeperigo.
RISCOS SÍSMICOS RISCOS SÍSMICOS
O que é um Tsunami?
O tsunami (em português maremoto), é um
nome de origem japonesa para designar
ondas oceânicas gigantes que possuem
comprimento de onda que varia de 130 a
160 quilómetros e que podem atingir até
varias centenas de quilómetros. São ondas
quetêmperíodoquevariaentre15minutos
até mais de 120 minutos e velocidades de
propagação maiores que 500 km/h,
alcançando até 1000 km/h. Estas ondas de
grandesamplitudesedestrutivasnaslinhas
de costa, podem ser causadas por terre-
motos, deslizamento de terra, vulcões
submarinos em actividade e impactos de
meteoritos. Uma forte explosão (ex: uma
bomba atómica) na superfície do mar
também pode provocar ondas gigantes. É
no Oceano Pacífico onde ocorreram a
maioria dos tsunamis, por ser uma área
cercadaporactividadevulcânicaefrequen-
tes abalos sísmicos. Desde o Japão até ao
Alasca (norte do Oceano Pacífico) existe
uma faixa de maior ocorrência de sismos e
erupções vulcânicas que originariam os
tsunamis mais frequentes do nosso planet-
a.NoAtlânticoostsunamissãomuitoraros.
Em águas profundas (no oceano, longe das
linhas de costa), a altura das ondas é fraca
(ummetronomáximo)mascomumgrande
comprimento.Emáguasrasas(próximodas
linhas de costa) as ondas têm um compri-
mento reduzido e altura aumentada,
podendo atingir 40 metros de altura (ex:
explosão vulcânica do Krakatoa, em 1883).
A onda causada pelo terramoto de 1 de
Novembrode1755atingiuumaalturade5a
12 metros em Lisboa, e causou mais vítimas
queoprópriosismo.
comprimento da onda
de longo período
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contra os sismos?
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O que é a magnitude de um sismo?
Em 1935, Charles F. Richter criou a primeira e s c a l a d e m a g n i tu d e d e f o r m a experi-
mental. A definição original da magnitude de Richter foi feita a partir de um sismó-metro
colocado a uma distância epicentral de 100 km. Mas como os sismos ocorrem a distâncias
variáveis dos sismómetros, foi adicionada uma constante para compen-sar o aumento da
atenuação do sinal sísmico com a distância. Richter definiu a magnitude local para a
Califórniacomaseguinterelação:
M = Log A - Log AL 0
em que A é a amplitude máxima do sinal
sísmico registrado a uma distância do
epicentro e A0 a amplitude máxima do
registodeumsismodereferênciaquandoà
mesma distância do sismo a estudar. Os
valores de A0 em função de foram
determinadosdeformaempíricaapartirde
sismos da Califórnia. A escala de Richter
está graduada até ao grau 9, o maior sismo
admitidona erra,naaltura.
Depois de Richter foram propostas várias
fórmulas de magnitude (ver tabela). Basi-
camente, as diferenças entre elas baseiam-
se na forma de medir as amplitudes nos
sismogramas, bem como as durações dos
registos.
Adiferençaé,porvezes,significativa.
Profundidade,20kmProfundidade,20km
Sismo de magnitude fraca Sismo de magnitude
moderada
Sismo de forte
magnitude
Plano de falha (Área de ruptura)
Comprimento
LarguraProfundidade,20km
Magnitude Símbolo Onda
Local (Richter)
Ondas internas
Ondas de superfície
Duração
Momento
ML
mb
MS
MD
MW
S ou ondas de
superfície
P
Rayleigh
Ondas Internas
Área de ruptura,
deslizamento
Sismos de magnitude diferente no mesmo plano de
falha. O tamanho da área de deslizamento aumenta
com a magnitude do sismo. As zonas cinzentas
representam as áreas de deslizamento para
diferentestamanhosdesismo.
Onda internas
Onda de superfície
Onda P
M: A é medido aquis s
m: A é medido aquib p
ANTES DO SISMO
- Construir a sua casa respeitando as regras anti-sísmicas.
- Informar-se sobre os riscos e as medidas de salvaguarda.
- Procurar os pontos de corte de gás, de água e de electricidade da sua casa.
- Possuir uma rádio (com pilhas), uma lanterna e uma caixa de primeiros socorros.
- Procurar um abrigo seguro.
- Fixar os aparelhos pesados ao chão, e os móveis pesados às paredes.
- Não colocar objectos pesados em estantes altas.
DURANTE O SISMO
No interior
- Ficar calmo e permanecer no interior da casa.
- Ficar junto de uma parede, de um pilar mestre ou debaixo de móveis sólidos (e.g. mesas).
- Afastar-se das janelas.
No exterior
- Ficar calmo e permanecer no exterior.
- Afastar-se de tudo que pode ruir (edifícios, pontes, linhas eléctricas, …).
No carro
- Ficar calmo. Parar quando for possível, longe dos edifícios e linhas eléctricas.
- Sair do carro só no fim dos abalos sísmicos.
DEPOIS DO SISMO
- Ficar calmo. Verificar se estamos feridos.
- Cortar a água, a electricidade, o gás. Não acender velas. Não fumar.
- Não telefonar (deixar livre para as instituições e organismos de socorro como a protecção
civil, os bombeiros, os socorristas, a policia…).
- Evacuar os edifícios com cuidado mas o mais depressa possível.
- Não utilizar elevadores.
- Não tocar nos fios eléctricos.
- Utilizar sapatos para se proteger dos vidros quebrados.
- Afastar-se de todo que pode ruir.
- Afastar-se das zonas costeiras durante muito tempo depois dos abalos sísmico, no caso
de um maremoto ocorrer.
- Não ir buscar os seus filhos; a escola tomara conta das crianças.
- Ir em direcção dos espaços livres (parques, estádios...).
- Não entrar em zonas sinistradas sem autorização.
- Ouvir a rádio para tomar conhecimento das indicações a seguir.
RISCOS SÍSMICOS RISCOS SÍSMICOS
O que é a intensidade sísmica?
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Como se localizam os sismos?
uando um sismo é registado por um conjunto de sismómetros, a primeira utilização que se
faz desses dados é a localização dohipocentro. É uma informação fundamental para o
conhecimento do sismo e está na base de estudos mais avançados. Pela sua importância
existem actualmente no mundo um conjunto de instituições governamentais que o fazem
por rotina e divulgam praticamente em tempo real para todos os eventos registados em
quase todas as redes sismológicas. Em Portugal essa tarefa é da responsabilidade do
Instituto de Meteorologia. Nestas instituições a localização é um processo praticamente
automatizado.Ossismogramasdasestaçõesdaredechegamaoobservatórioemtemporeal
onde observadores treinados identificam (picam) as fases e medem as amplitudes. Esses
dados são introduzidos nas rotinas de
cálculo automático que, por utilização de
métodos numéricos, determinam com pre-
cisãoalocalizaçãodohipocentro.
A localização dos sismos é uma realização
que pode ser efectuada por processos que
não exigem a sofisticação dos métodos
numéricos actuais. Do registo de uma única
estação sísmica é possível obter uma medi-
da do intervalo de tempo entre a chegada
das fases P e S, (tS-tP), com a qual se pode
obter a distância aproximada, D, entre a
estaçãoconsideradaeoepicentro,multipli-
cando o intervalo entre fases (S-P) por 8
km/s.
D=(tS-tP)x8(km)
Traçando sobre um mapa, uma circun-
ferência centrada na estação e com raio
igual à distância obtida, cada ponto dessa
circunferência é uma posição candidata
para o epicentro. Para levantar a indeter-
minação é necessário arranjar pelo menos
mais duas estações, onde o procedimento é
repetido. O epicentro estará na região de
intercepçãodastrêscircunferências.
Outras informações:
https://www.ipma.pt/pt/geofisica/sismicidade/
Registo da
estação 1
Registo da
estação 2
Registo da
estação 3
Onda P ‚
t - t= 10.12 segundosS P
D1= 10.12 x 8 » 81 km
t - t= 12.67 segundosS P
D2=12.67 x 8 » 101 km
t - t= 14.56 segundosS P
D3= 14.56 x 8 » 116 km
Onda P ‚
Onda S ‚
Onda S ‚
Onda P ‚ Onda S ‚
Primeiro Passo: medir o intervalo entre as fases P e S
D1
D2
estação 1
estação 2
estação 3
epicentro
D3
Segundo Passo: Localizar
Aplicação do método de triangulação
à localização de um epicentro
Ao longo da história da sismologia, várias escalas de intensidades foram utilizadas para
avaliar os danos causados pelos sismos. Esta avaliaçãodepende de contingências
particulares como a resistência das construções e a perspicácia e objectividade do
observador. Por isso, o valor de intensidade atribuído localmente por um observador é
muito subjectivo visto basear-se unicamente na sua observação e não em qualquer
fundamento físico. Por outro lado a escala de intensidade é importante para avaliar os
sismos,emparticularossismoshistóricos.Oprimeirofísicoaavaliarossismosfoioitaliano
Domenico Pignataro nos anos 1783-1786. O segundo foi o irlandês Robert Mallet no século
XIX. O engenheiro R. Mallet produziu uma lista de 6831 sismos classificados segundo uma
escala de 4 classes para descrever os danos (4 graus). No fim do século XIX, apareceu a
escala dita de Rossi-Forel, pelas mãos de M.S. de Rossi e de F. Forel, de 10 graus. O
sismólogo italiano G. Mercalli, no ano 1902, idealizou uma escala de 12 graus conhecida
pelo nome escala Mercalli. A escala de Mercalli foi modificada, passando a ser designada
VII
VII
VI
V
VIII
IX
X
Carta de intensidades do sismo de 1755 com uma
intensidade máxima de IX na região de Lisboa e de X no
Algarve(fonte:Moreira,1983,Catalogodemacrosismos
emPortugalcontinental,INMG,Lisboa).
por MM e adaptada em 1931 às construções
nos Estados Unidos de América. Em 1964, a
escala MSK (dos nomes de Medvedev,
Sponheuer e Karnik) foi introduzida na Euro-
pa.Estaescalatambémde12grausédiferente
da escala MM somente nos pormenores.
Finalmente em 1992, a Comissão Europeia de
Sismologia introduziu uma nova escala cha-
mada EMS (European Macroseismic Scale). A
Escala Europeia Macrosismica, de 1992,
baseia-se na escala MSK mas é mais rigorosa e
sobretudo tem em conta a vulnerabilidade
(material e método de construção) das dife-
rentesestruturasantigasemodernas.Hojeem
dia esta escala é aplicada pelos países euro-
peus. Em Portugal, o Instituto de Meteo-
rologia (IM) está encarregado da vigilância
sísmica do Território nacional. Um inquérito,
realizado pelo IM, permite estimar o efeito
local, e através a escala de intensidades, o
grau de intensidade do sismo na localidade
abalada. O resultado do inquérito permite
traçar o mapa de intensidades incluindo toda
azonaquefoiabaladapelosismo.
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A Terra treme

  • 1. Como nos podemos proteger contra os sismos?
  • 2. INUNDAÇÃO DO LITORAL ANTES Falha pre-existente DURANTE Ruptura Formação da onda APÓS Propagação da onda Não podemos impedir a ocorrência de um sismo, mas podemos tentar prevê-lo e tomar as devidas precauções e disposições para minimizar as suas consequências no plano humano. A redução do número de vítimas durante um sismo passa por adaptar as estruturas dos edifíciosedeoutrostiposdeobrasàssolicitaçõesdinâmicas.Éoobjectodaconstruçãoanti- sismica. A prevenção sísmica baseia-se em três pontos: o conhecimento do risco regional, através do estudodasismicidadehistóricaeinstrumental;aadaptaçãodasestruturasaosmovimentos fortesprováveiseapreparaçãodaspopulaçõesedosserviçosdesocorro. Oestudodesismosantigostemdoisobjectivos:determinaramagnitudeprevisíveldomaior sismo (magnitude característica) e delimitar as zonas atingidas no passado. Este trabalho conduzàrealizaçãodacartografiadaszonasexpostasaummesmoníveldeperigo. RISCOS SÍSMICOS RISCOS SÍSMICOS O que é um Tsunami? O tsunami (em português maremoto), é um nome de origem japonesa para designar ondas oceânicas gigantes que possuem comprimento de onda que varia de 130 a 160 quilómetros e que podem atingir até varias centenas de quilómetros. São ondas quetêmperíodoquevariaentre15minutos até mais de 120 minutos e velocidades de propagação maiores que 500 km/h, alcançando até 1000 km/h. Estas ondas de grandesamplitudesedestrutivasnaslinhas de costa, podem ser causadas por terre- motos, deslizamento de terra, vulcões submarinos em actividade e impactos de meteoritos. Uma forte explosão (ex: uma bomba atómica) na superfície do mar também pode provocar ondas gigantes. É no Oceano Pacífico onde ocorreram a maioria dos tsunamis, por ser uma área cercadaporactividadevulcânicaefrequen- tes abalos sísmicos. Desde o Japão até ao Alasca (norte do Oceano Pacífico) existe uma faixa de maior ocorrência de sismos e erupções vulcânicas que originariam os tsunamis mais frequentes do nosso planet- a.NoAtlânticoostsunamissãomuitoraros. Em águas profundas (no oceano, longe das linhas de costa), a altura das ondas é fraca (ummetronomáximo)mascomumgrande comprimento.Emáguasrasas(próximodas linhas de costa) as ondas têm um compri- mento reduzido e altura aumentada, podendo atingir 40 metros de altura (ex: explosão vulcânica do Krakatoa, em 1883). A onda causada pelo terramoto de 1 de Novembrode1755atingiuumaalturade5a 12 metros em Lisboa, e causou mais vítimas queoprópriosismo. comprimento da onda de longo período comprimento da onda de curto período crescimento da altura da onda altura da onda perto dafonte que originou o tsunami Linha de costa Zona da fonte que originou o tsunami Características da onda de tsunami TSUNAMI ORIGINADO POR UM SISMO Características de uma onda de tsunami -em cima- e tsunamigeradoporumarupturatectónica-embaixo. 1 | | 6
  • 3. Como nos podemos proteger contra os sismos? 5 | | 2 O que é a magnitude de um sismo? Em 1935, Charles F. Richter criou a primeira e s c a l a d e m a g n i tu d e d e f o r m a experi- mental. A definição original da magnitude de Richter foi feita a partir de um sismó-metro colocado a uma distância epicentral de 100 km. Mas como os sismos ocorrem a distâncias variáveis dos sismómetros, foi adicionada uma constante para compen-sar o aumento da atenuação do sinal sísmico com a distância. Richter definiu a magnitude local para a Califórniacomaseguinterelação: M = Log A - Log AL 0 em que A é a amplitude máxima do sinal sísmico registrado a uma distância do epicentro e A0 a amplitude máxima do registodeumsismodereferênciaquandoà mesma distância do sismo a estudar. Os valores de A0 em função de foram determinadosdeformaempíricaapartirde sismos da Califórnia. A escala de Richter está graduada até ao grau 9, o maior sismo admitidona erra,naaltura. Depois de Richter foram propostas várias fórmulas de magnitude (ver tabela). Basi- camente, as diferenças entre elas baseiam- se na forma de medir as amplitudes nos sismogramas, bem como as durações dos registos. Adiferençaé,porvezes,significativa. Profundidade,20kmProfundidade,20km Sismo de magnitude fraca Sismo de magnitude moderada Sismo de forte magnitude Plano de falha (Área de ruptura) Comprimento LarguraProfundidade,20km Magnitude Símbolo Onda Local (Richter) Ondas internas Ondas de superfície Duração Momento ML mb MS MD MW S ou ondas de superfície P Rayleigh Ondas Internas Área de ruptura, deslizamento Sismos de magnitude diferente no mesmo plano de falha. O tamanho da área de deslizamento aumenta com a magnitude do sismo. As zonas cinzentas representam as áreas de deslizamento para diferentestamanhosdesismo. Onda internas Onda de superfície Onda P M: A é medido aquis s m: A é medido aquib p ANTES DO SISMO - Construir a sua casa respeitando as regras anti-sísmicas. - Informar-se sobre os riscos e as medidas de salvaguarda. - Procurar os pontos de corte de gás, de água e de electricidade da sua casa. - Possuir uma rádio (com pilhas), uma lanterna e uma caixa de primeiros socorros. - Procurar um abrigo seguro. - Fixar os aparelhos pesados ao chão, e os móveis pesados às paredes. - Não colocar objectos pesados em estantes altas. DURANTE O SISMO No interior - Ficar calmo e permanecer no interior da casa. - Ficar junto de uma parede, de um pilar mestre ou debaixo de móveis sólidos (e.g. mesas). - Afastar-se das janelas. No exterior - Ficar calmo e permanecer no exterior. - Afastar-se de tudo que pode ruir (edifícios, pontes, linhas eléctricas, …). No carro - Ficar calmo. Parar quando for possível, longe dos edifícios e linhas eléctricas. - Sair do carro só no fim dos abalos sísmicos. DEPOIS DO SISMO - Ficar calmo. Verificar se estamos feridos. - Cortar a água, a electricidade, o gás. Não acender velas. Não fumar. - Não telefonar (deixar livre para as instituições e organismos de socorro como a protecção civil, os bombeiros, os socorristas, a policia…). - Evacuar os edifícios com cuidado mas o mais depressa possível. - Não utilizar elevadores. - Não tocar nos fios eléctricos. - Utilizar sapatos para se proteger dos vidros quebrados. - Afastar-se de todo que pode ruir. - Afastar-se das zonas costeiras durante muito tempo depois dos abalos sísmico, no caso de um maremoto ocorrer. - Não ir buscar os seus filhos; a escola tomara conta das crianças. - Ir em direcção dos espaços livres (parques, estádios...). - Não entrar em zonas sinistradas sem autorização. - Ouvir a rádio para tomar conhecimento das indicações a seguir. RISCOS SÍSMICOS RISCOS SÍSMICOS
  • 4. O que é a intensidade sísmica? 3| |4 Como se localizam os sismos? uando um sismo é registado por um conjunto de sismómetros, a primeira utilização que se faz desses dados é a localização dohipocentro. É uma informação fundamental para o conhecimento do sismo e está na base de estudos mais avançados. Pela sua importância existem actualmente no mundo um conjunto de instituições governamentais que o fazem por rotina e divulgam praticamente em tempo real para todos os eventos registados em quase todas as redes sismológicas. Em Portugal essa tarefa é da responsabilidade do Instituto de Meteorologia. Nestas instituições a localização é um processo praticamente automatizado.Ossismogramasdasestaçõesdaredechegamaoobservatórioemtemporeal onde observadores treinados identificam (picam) as fases e medem as amplitudes. Esses dados são introduzidos nas rotinas de cálculo automático que, por utilização de métodos numéricos, determinam com pre- cisãoalocalizaçãodohipocentro. A localização dos sismos é uma realização que pode ser efectuada por processos que não exigem a sofisticação dos métodos numéricos actuais. Do registo de uma única estação sísmica é possível obter uma medi- da do intervalo de tempo entre a chegada das fases P e S, (tS-tP), com a qual se pode obter a distância aproximada, D, entre a estaçãoconsideradaeoepicentro,multipli- cando o intervalo entre fases (S-P) por 8 km/s. D=(tS-tP)x8(km) Traçando sobre um mapa, uma circun- ferência centrada na estação e com raio igual à distância obtida, cada ponto dessa circunferência é uma posição candidata para o epicentro. Para levantar a indeter- minação é necessário arranjar pelo menos mais duas estações, onde o procedimento é repetido. O epicentro estará na região de intercepçãodastrêscircunferências. Outras informações: https://www.ipma.pt/pt/geofisica/sismicidade/ Registo da estação 1 Registo da estação 2 Registo da estação 3 Onda P ‚ t - t= 10.12 segundosS P D1= 10.12 x 8 » 81 km t - t= 12.67 segundosS P D2=12.67 x 8 » 101 km t - t= 14.56 segundosS P D3= 14.56 x 8 » 116 km Onda P ‚ Onda S ‚ Onda S ‚ Onda P ‚ Onda S ‚ Primeiro Passo: medir o intervalo entre as fases P e S D1 D2 estação 1 estação 2 estação 3 epicentro D3 Segundo Passo: Localizar Aplicação do método de triangulação à localização de um epicentro Ao longo da história da sismologia, várias escalas de intensidades foram utilizadas para avaliar os danos causados pelos sismos. Esta avaliaçãodepende de contingências particulares como a resistência das construções e a perspicácia e objectividade do observador. Por isso, o valor de intensidade atribuído localmente por um observador é muito subjectivo visto basear-se unicamente na sua observação e não em qualquer fundamento físico. Por outro lado a escala de intensidade é importante para avaliar os sismos,emparticularossismoshistóricos.Oprimeirofísicoaavaliarossismosfoioitaliano Domenico Pignataro nos anos 1783-1786. O segundo foi o irlandês Robert Mallet no século XIX. O engenheiro R. Mallet produziu uma lista de 6831 sismos classificados segundo uma escala de 4 classes para descrever os danos (4 graus). No fim do século XIX, apareceu a escala dita de Rossi-Forel, pelas mãos de M.S. de Rossi e de F. Forel, de 10 graus. O sismólogo italiano G. Mercalli, no ano 1902, idealizou uma escala de 12 graus conhecida pelo nome escala Mercalli. A escala de Mercalli foi modificada, passando a ser designada VII VII VI V VIII IX X Carta de intensidades do sismo de 1755 com uma intensidade máxima de IX na região de Lisboa e de X no Algarve(fonte:Moreira,1983,Catalogodemacrosismos emPortugalcontinental,INMG,Lisboa). por MM e adaptada em 1931 às construções nos Estados Unidos de América. Em 1964, a escala MSK (dos nomes de Medvedev, Sponheuer e Karnik) foi introduzida na Euro- pa.Estaescalatambémde12grausédiferente da escala MM somente nos pormenores. Finalmente em 1992, a Comissão Europeia de Sismologia introduziu uma nova escala cha- mada EMS (European Macroseismic Scale). A Escala Europeia Macrosismica, de 1992, baseia-se na escala MSK mas é mais rigorosa e sobretudo tem em conta a vulnerabilidade (material e método de construção) das dife- rentesestruturasantigasemodernas.Hojeem dia esta escala é aplicada pelos países euro- peus. Em Portugal, o Instituto de Meteo- rologia (IM) está encarregado da vigilância sísmica do Território nacional. Um inquérito, realizado pelo IM, permite estimar o efeito local, e através a escala de intensidades, o grau de intensidade do sismo na localidade abalada. O resultado do inquérito permite traçar o mapa de intensidades incluindo toda azonaquefoiabaladapelosismo. RISCOS SÍSMICOS E VULCÂNICOSRISCOS SÍSMICOS RISCOS SÍSMICOS