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Exemplo
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Mecanismos de falhamentos         e esforços tectônicosTeoria do rebote elástico
Mecanismos de falhamentos  e esforços tectônicos
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Mecanismos de falhamentos  e esforços tectônicos                    Normal – Taiwan, 1992
Mecanismos de falhamentos  e esforços tectônicos                Transcorrente - Landers, CA, 1992
Mecanismos de falhamentos  e esforços tectônicos               Inversa – Armênia, 1988 (Empurrão)
Mecanismos de falhamentos          e esforços tectônicos• O mecanismo focal (“bola de praia”) descreve de que forma ocorre...
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Onde?            Sismicidade MundialSite do programa de comportamento de onda.http://www.geol.binghamton.edu/faculty/jones...
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Frequência dos Sismos●    A relação entre a magnitude M e o logaritmo de N (números de     sismos) que ocorre num dada áre...
Frequência dos Sismos
Sismicidade Mundial●  A distribuição dos sismos é uma das melhores evidênciasdos limites das placas tectônicas.●  75% da e...
Sismicidade Mundial        Padrão de Linha
Sismicidade Mundial• Padrão de Faixa –   ●       A distribuição dos sismos ao longo das faixas caracteriza o       cinturã...
Sismicidade Mundial• A energia liberada por   ●      Terremotos rasos (0−70km) é 75% do total.    ●      Terremotos interm...
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Sismicidade Mundial
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New Madrid, Missouri, 1811-1812●    Serie de eventos, com 4 grandes eventos     ●         Total de 1.874 eventos     ●    ...
New Madrid, Missouri, 1811-1812Sismicidade desde 1974
New Madrid, Missouri, 1811-1812   Area     • Area sentida foi a maior nos US     • Perceber a diferença na progacação da ...
New Madrid, Missouri, 1811-1812   Magnitudes    • Usando a estimativa de    área sentida → 8 to 8.3    • Estudos de peque...
New Madrid, Missouri, 1811-1812Magnitudes●    ●        Usando o comprimento da ruptura da        falha estimada com os pós...
New Madrid, Missouri, 1811-1812   O Futuro     • O terremoto de New Madris     (1811-1812) não teve grandes     danos por...
New Madrid, Missouri, 1811-1812●    O futuro    ●      Magnitude >= 7 ocorre a      cada 500 anos    ●      Estimativas da...
New Madrid, Missouri, 1811-1812●  A Pangaea - 200milhões de anos atrás,muitas fendas formadas●  Parte formou oOceano Atlân...
Sismologia — Ciência dos Terremotos, onde, como e por quê? (2)
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Sismologia — Ciência dos Terremotos, onde, como e por quê? (2)

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Minicurso ministrado por George Sand França, durante a III Semana de Inverno de Geofísica, IMECC/Unicamp, 2012.

Publicada em: Educação
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Sismologia — Ciência dos Terremotos, onde, como e por quê? (2)

  1. 1. Segunda hora Determinar rápido o terremoto• Com a informações dos tempos de chegadas da S-P podemoscalcular a distancia do eventos a partir da expressão: t S −t P vP D= v p → R= =1,73 R−1 vs
  2. 2. Exemplo
  3. 3. Como? E por que? Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicos● Os esforços vão se aglomerando ao longo de uma falha, ou região,durante um período antes de alcançar um nível crítico; quando ocorre oterremoto.● Esforço (stress) – Força por unidade área. ● Compressão ● Extensão● Deformação (Strain) – Resposta do meio ao esforço. Elástico, Plásticoe Frágil.
  4. 4. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicosReid (1911) – existem certas zonas preferenciais da crosta onde sevai acumulando lentamente grandes esforços que são suportadospelas rochas. Estes esforços ocasionam nas rochas deformaçõeselásticas cada vez maiores ate que supere a resistência delasproduzindo uma liberação quase instantânea da energia acumuladaatravés do tempo. O resultado deste mecanismo é a propagação daenergia liberada, em forma de ondas sísmicas e o retorno a umestado de equilíbrio elástico de uma zona previamente submetida aesforços, com a presença de uma fratura ou falha geológica.
  5. 5. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicosTeoria do rebote elástico
  6. 6. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicos
  7. 7. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicos• Tipos de falhas: τ1 – esforço máximo compressivo Linha da falha Falha Normal Falha Inversa Falha Transcorrente
  8. 8. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicos Normal – Taiwan, 1992
  9. 9. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicos Transcorrente - Landers, CA, 1992
  10. 10. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicos Inversa – Armênia, 1988 (Empurrão)
  11. 11. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicos• O mecanismo focal (“bola de praia”) descreve de que forma ocorre o sismo, possibilitando a determinação dos planos nodais, a direção do eixo P e T, e a direção do movimento caso conhecido o plano de falha.• Através do estudo da polaridade da onda P registrada em diversas estações, podemos determinar a geometria do plano de falha.
  12. 12. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicos• O mecanismo focal (“bola de praia”) descreve de que forma ocorre o sismo, possibilitando a determinação dos planos nodais, a direção do eixo P e T, e a direção do movimento caso conhecido o plano de falha.• Através do estudo da polaridade da onda P registrada em diversas estações, podemos determinar a geometria do plano de falha.
  13. 13. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicosEstações Empurrão a partir Puxão em direção do epicentro. ao foco.sismográficas Puxão em direção ao foco FalhaP = τ 1 esforço máximo compressivo.T = τ 3  esforço mínimo compressivo Empurrão a partir(tracional). do epicentro.
  14. 14. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicos• Representação do plano de falha e seu plano auxiliar.• Movimento de falha – φ é o azimute da falha, δ é o ângulo demergulho da falha, λ é o ângulo de caimento (rake) e AB é ovetor deslizamento (slip vetor).• Representação estereográfica na rede de schimdt. O eixo B éo eixo nulo, P e T eixos de compressão e tração e SV é arepresentação do vetor deslizamento.
  15. 15. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicos Inversa Normal Transcorrente Oblíqua
  16. 16. Mecanismos de falhamentos e esforços tectônicos Existe outras técnicas usando a onda S e relação entre as amplitudes das ondas P e S.
  17. 17. Onde? Sismicidade MundialSite do programa de comportamento de onda.http://www.geol.binghamton.edu/faculty/jones/seiswave.readmehttp://www.geol.binghamton.edu/faculty/jones/SeismicWavesSetup.exeInstalar os demais eventos: Sumatra, 06/12/2004http://www.geol.binghamton.edu/faculty/jones/2004122600.exe Tonga, 03/05/2006http://www.geol.binghamton.edu/faculty/jones/2006050315.exeSismicidadehttp://www.geol.binghamton.edu/faculty/jones/seisvole.readmehttp://www.geol.binghamton.edu/faculty/jones/SeismicEruptionSetup.exeSeismic Eruption
  18. 18. Catálogos ou boletins sísmicos● Principais catálogos disponíveis● Seismicity of the earth (Gutenberg and Richter, 1954) – Livro ● ISC – International Seismological Centre ● NEIC – National Earthquake Information Center – da USGS ● EMSC - (European Mediterranean Seismological Centre) ● IRIS (usa os dados do NEIC)
  19. 19. Frequência dos Sismos● A relação entre a magnitude M e o logaritmo de N (números de sismos) que ocorre num dada área por unidade de tempo, do tipo linear. log N=a+bM magnitude ano >8 1 7-7.9 15 6-6.9 134 5-5.9 1.319 4-4.9 13.000 3-3.9 130.000 2-2.9 1.300.000
  20. 20. Frequência dos Sismos
  21. 21. Sismicidade Mundial● A distribuição dos sismos é uma das melhores evidênciasdos limites das placas tectônicas.● 75% da energia liberada com terremotos ocorre ao longodas estruturas marginas do oceano Pacífico, caracterizando o“Cinturão de Fogo do Pacífico” – presença de vulcõescoincidentes com o sismo.● Padrão de Linha● Onde os epicentros se organizam na terra, ao longo de umfino traço, no fundo dos oceanos seguindo o eixo das dorsaisoceânicas que são as cordilheiras submarinas marcando olocal onde as placas tectônicas são criadas e se afastamumas das outras (Oceano Atlântico e Pacífico).● Limites divergentes - Sismos Rasos
  22. 22. Sismicidade Mundial Padrão de Linha
  23. 23. Sismicidade Mundial• Padrão de Faixa – ● A distribuição dos sismos ao longo das faixas caracteriza o cinturão Pacífico, Europa, Asia. ● Regime compressivo, limites convergentes. ● Rasos, mas também podem atingir profundidades de até 670 km. Padrão de Faixa
  24. 24. Sismicidade Mundial• A energia liberada por ● Terremotos rasos (0−70km) é 75% do total. ● Terremotos intermediários (70−300km) é 22% do total. ● Terremotos profundos (300−700km) é 3% do total.• Entre os terremotos rasos ● 75% da energia liberada é do Cinturão do pacífico ● 23% no Himalaia e ● 2% para o resto do mundo.● Padrão de Faixa mostra que algumas região que asprofundidades dos sismos aumentam em direção ao continente.● Os sismos se alinham em uma zona inclinada (entre 30º e 60º)conhecida como Zona de Wadati-Benioff.● Revela - uma placa oceânica mergulhando em direção ao manto,sob outra placa.
  25. 25. Sismicidade Mundial● Limites transformantes – observe que na margem oeste daAmérica do Norte, os sismos são rasos. Esses sismos, a maioriaassociado a Falha de San Andreas, limite entre a placa NorteAmericana e do Pacífico, as quais se movimentam lateralmente.● 95 % da atividade sísmica mundial ocorre no limites das placas.● Essa sismicidade é denominada de Sismicidade Interplacas.
  26. 26. Sismicidade Mundial
  27. 27. Magnitude 7.0 - HAITI 12 de Janeiro de 2010 12 21:53:09 UTC Antes e depois do terremoto Palácio Presidencial em Porto-Príncipe, Haitifonte:iris 28
  28. 28. Magnitude 7.0 HAITI Terça, 12 de Janeiro de 2010 às 21:53:09 UTCO terremoto ocorreu cerca de 15 kmda parte oeste da capital PortoPrincipe. USGS Shaking Extreme Intensity Violento Severo Muito Forte Forte Moderado Leve Fraco Não Sentido Intensidade Mercalli Modificada fonte:iris 29
  29. 29. Magnitude 7.0 HAITI Terça, 12 de Janeiro de 2010 às 21:53:09 UTCCarel Pedre via Twitter BBC "Milhares de pessoas podem ter morrido hoje, após um terremoto atingir a capital do Haiti, deixando dezenas de milhares de desabrigados e enterrados sob escombros .... Milhares de pessoas se reuniram nas praças públicas até tarde da noite, cantando hinos e chorando, com muitas pessoas gravemente feridas sentado na rua pedindo por médicos" The Gazette, U.K. 30
  30. 30. Magnitude 7.0 HAITI Terça, 12 de Janeiro de 2010 às 21:53:09 UTCPós-abalos USGS Pós-abalos (amarelo) Na primeira 11 horas já existia 32 pós-abalos maiores que magnitude 4. Google Earth 31
  31. 31. Magnitude 7.0 HAITI Terça, 12 de Janeiro de 2010 às 21:53:09 UTCTerremoto principal e sismicidade Esse terremoto (estrela) ocorreu limite de placa transformante entre a placa Caribenha e a placa Norte Americana. Como se espera para um terremoto transformante, a profundidade é rasa cerca de 10 km. A profundidade e proximidade da capital populacional contribuiu para destruição. Esse forte terremoto foi o de maior magnitude após 200 anos USGS
  32. 32. Magnitude 7.0 HAITI Terça, 12 de Janeiro de 2010 às 21:53:09 UTCHaiti ocupa a parte Mannda oeste da ilhaHispaniola. Emextensão,movimento entre aplaca caribenha eNorte americana éparticionada entreduas grandeslimites em umsistematranscorrente – Osistema A localização e mecanismo focal de umSetentrional no terremoto são consistente com o eventonorte do Haiti e tem movimento de falha transcorrente.Sistema de falha Sobre o sistema de falha Enriquillo-PlantainEnriquillo-Plantain Garden. Esse sistema tem movimentoGarden. relativo cerca de 7 mm/ano USGS Centroidfonte:IRIS Moment Tensor
  33. 33. Magnitude 7.0 HAITITerça, 12 de Janeiro de 2010 às 21:53:09 UTC Jenda Johnson
  34. 34. Magnitude 8.8 OFFSHORE MAULE, CHILE Sábado, 27 de Fevereiro de 2010 às 06:34:17 UTCTerremoto de magnitude 8.8 a 325 quilômetros SW de Santiago, Chile e 115quilômetros de Concepcion, (segunda maior cidade do Chile). AP Photo/David Lillo USGS
  35. 35. Magnitude 8.8 OFFSHORE MAULE, CHILE Sábado, 27 de Fevereiro de 2010 às 06:34:17 UTCEste sismo ocorreu na zonade subducção da placa, emque a placa oceânica deNazca subducta sob aplaca continental Sul-americana.A estrela vermelha no mapaabaixo mostra o epicentro South American Platedo terremoto, enquanto assetas mostram a direção domovimento da placa deNazca para a Placa Sul-Americana. Nazca PlateA localização do terremotoéo limite inicial deconvergência das duasplacas em taxa de cerca de8 cm/ano. UNAVCO
  36. 36. Magnitude 8.8 OFFSHORE MAULE, CHILE Sábado, 27 de Fevereiro de 2010 às 06:34:17 UTCO mapa mostra atividade sísmicahistórica perto do epicentro, de 1990até os dias hoje.Conforme mostrado na seçãotransversal, tremores de terra rasos(pontos laranja) e aumentar para 300 Akm de profundidade (pontos azuis)para o leste como a placa de Nazcamergulha sob a Placa Sul-Americana. A’ USGS
  37. 37. Magnitude 8.8 OFFSHORE MAULE, CHILESábado, 27 de Fevereiro de 2010 às 06:34:17 UTC A costa do Chile tem um um histórico de grandes terremotos. Desde 1973, houve 13 eventos de magnitude 7,0 ou superior. O terremoto de 27 de Fevereiro foi cerca de 230 km ao norte do sismo de magnitude 9,5 de Maio, 1960 - em todo o mundo o maior terremoto nos últimos 200 anos ou mais. Um esboço da ruptura de aproximadamente 8,8 este terremoto e sua relação com os maiores terremotos ao longo da costa do Chile neste século.
  38. 38. Magnitude 8.8 OFFSHORE MAULE, CHILE Sábado, 27 de Fevereiro de 2010 às 06:34:17 UTCEmbora a magnitude seja uma importante Chilemedida do tamanho de um terremoto,particularmente para meios decomunicação. o momento sísmico é umamedida que representa fisicamentesignificativa do tamanho do terremoto.Momento sísmico é proporcional aoproduto do deslizamento sobre a falha e Haitia área da falha que desliza.Estes mapas "do deslizamento nasuperfície da falha” do terremotoHaitiano de 12 de Janeiro de M7.0 eterremoto Chileno de M8.8 mostra que,embora o deslizamento no Chile foi deapenas cerca de 50% maior, a área defalha foi imensamente maior. Issoexplica a liberação de energia deaproximadamente 500 vezes mais no Modelos de falhas finita por Gavin Hayes,terremoto do Chile do que no terremoto USGS National Earthquake InformationHaiti. Center
  39. 39. Magnitude 8.8 OFFSHORE MAULE, CHILE Sábado, 27 de Fevereiro de 2010 às 06:34:17 UTCGrandes terremotos envolvemdeslocamentos sobre uma superfície defalha que é progressiva no espaço e notempo.Esse "mapa" do deslizamento de falhana superfície do terremoto chilenomostra como a falha se deslocou - doum ponto inicial (ou foco) cerca de 35km abaixo da superfície da Terra.A ruptura teve uma extensão demais de500 km ao longo da falha e, a partir dasuperfície da Terra a profundidades demais de 50 km.As maiores quantidades de rupturaocorreu nos primeiros 60 segundos, masdeslocamentos menores continuou poraté 200 segundos após o início doterremoto. Modelamento de falha Finite por Gavin Hayes, UGS National Earthquake Information Center
  40. 40. Magnitude 8.8 OFFSHORE MAULE, CHILE Sábado, 27 de Fevereiro de 2010 às 06:34:17 UTCDiagrama simplificado da falha de empurrãodurante um terremoto na zona de subducção. Omovimento súbito ao longo da falha deslocaenormes volumes de água do mar a fonte detsunami. USGS O eixo de tensão (T) reflete a direção do esforço mínimo compressivo. O eixo de presão (P) USGS Centroid Moment Tensor reflete a direção do esforço Solution máximo compressivo.
  41. 41. Magnitude 8.8 OFFSHORE MAULE, CHILE Sábado, 27 de Fevereiro de 2010 às 06:34:17 UTCGrandes terremotos rasos em zonas de subducção podem produzir tsunamis porqueestes eventos podem deslocar uma grande área do oceano por vários metros. Ao longo dacosta do Chile, a altura do tsunami de ondas chegou à 2,3 metros. Tsunamis podem tercomprimentos de onda superiores a 100 km e os períodos de dezenas de minutos. Já queo comprimento de onda é 20 vezes maior do que a profundidade média dos oceanos (4km), um tsunami se propagar como uma onda de “água rasas" que pode se propagaratravés de uma bacia do oceânica com uma perda mínima de energia.No oceano, um tsunami viaja auma velocidade de mais de 700km/h. USGS USGS
  42. 42. Magnitude 8.8 OFFSHORE MAULE, CHILE Sábado, 27 de Fevereiro de 2010 às 06:34:17 UTCUma grande seqüência tremor de terremoto. Um terremoto dessa magnitude certamente vem com diversas réplicas logo na primeira hora. A taxa de réplicas diminui rapidamente - a queda é proporcional ao inverso do tempo do terremoto principal. Isso significa que o segundo dia tem cerca de metade do número de réplicas do primeiro dia do décimo e tem cerca de 1/10 o número do primeiro dia. Estes padrões descrevem apenas o comportamento global de réplicas, às vezes em reais, número e localização das réplicas são aleatórios. IRIS Earthquake Browser (IEB).
  43. 43. Magnitude 8.8 OFFSHORE MAULE, CHILESábado, 27 de Fevereiro de 2010 às 06:34:17 UTC
  44. 44. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTCÉ o maior terremoto do JapãoEm Tóquio, os prédios balançaram violentamente e asinundações foram machentes devido a um tsunami. USGS Sendai, Miyagi Prefecture New York Times
  45. 45. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COASTOF HONSHU, JAPANSexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTC Natori, Miyagi prefecture. AP New York Times
  46. 46. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COASTOF HONSHU, JAPANSexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTC CNN relatou "O terremoto sacudiu prédios e derrubou carros de pontes e em águas abaixo. Ondas de detritos fluiu como lava em terra, empurrando os barcos, casas e reboques para auto-estradas. " Além disso, um número de incêndios eclodiram incluindo um em uma refinaria de óleo, o qual, neste momento, está a arder fora de controle. Refinaria de Petróleo Ichihara, Chiba Prefecture Los Angeles Times
  47. 47. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTCEsse evento ocorreu a 130 km lestede Sendai, Honshu, Japan e 373 kmnordeste de Toquio, Japan.Images courtesy of the US Geological Survey
  48. 48. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTC Extreme Violento Severo Muito Forte Modified Mercalli Intensity Forte Moderado Leve Fraco Não SentidoIntensidade Mercalli ModificadaImage courtesy of the US Geological Survey USGS Estimated shaking Intensity from M 9.0 Earthquake
  49. 49. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTC USGS PAGER Population Exposed to Earthquake ShakingEm geral, a população nesta região resideem estruturas que são resistentes. US Geological Survey
  50. 50. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTCÉ 4 maior evento desde 1900 Chile 1960 Alaska 1964 Sumatra 2004 Russia 1952 Japan 2011 Ecuador 1906 Alaska 1965 Chile 2010
  51. 51. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTCSismicidadeO trerremoto aconteceuaproximadamente no mesmo local queocorreu o terremoto de 7.2 no dia 09de marçoEm exames, o terremoto com maiormagnitude é chamado de Principal;qualquer evento de menor magnitudeque acontecer antes é denominado pré-abalo e depois de pós-abalos. US Geological Survey
  52. 52. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTCEste terremoto foiresultado de uma falha deempurrão ao longo defalha ou próximo do limitede placa convergente emque a placa do Pacíficosubducta no Japão.Este mapa mostra tambéma taxa e a direcção domovimento da placa doPacífico com relação àplaca Eurasiana próximo a Japan Trenchtrincheira do Japão. Ataxa de convergência nolimite de placa é de cercade 8 cm/ano. Esta é umataxa de convergênciarazoavelmente elevada eesta zona de subducção émuito sismicamente ativa.
  53. 53. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COASTOF HONSHU, JAPANSexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTC US Geological Survey
  54. 54. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTCEste mapa de deslizamento sobre a superfície de falha do terremoto de Japão de M 9,0mostra como o deslocamento de falhas se propaga para fora de um ponto inicial (ou foco)cerca de 24 km abaixo da superfície da Terra. A ruptura mais de 500 km ao longo docomprimento da falha. U.S. Geological Survey
  55. 55. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTC9 de março - M 7.2 distante 40 km do evento principal3 eventos M 6 mesmo dia14 eventos > 6.0 pós abalos na primeiras 6 horas
  56. 56. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTCLocations of NOAA’s National Data Buoy Center (NDBC) DART stations comprising the operational network.Sistemas de monitoramento de tsunami foram estrategicamente posicionadaspróximo regiões com histórico de Tsunami, para assegurar a medição das ondasque se propagam para as regiões costeiras e para adquirir dados críticosemprevisão de tempo real.
  57. 57. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTCTerremotos raso emregiões de subducçãogeralmente geraTsunamis. Coluna de água .
  58. 58. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COASTOF HONSHU, JAPANSexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTC
  59. 59. Magnitude 9.0 NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN Sexta, 11 de março de 2011 ás 05:46:23 UTCTempo de percursodo tsunamiPróximo doterremoto, existeapenas alguns minutospara evacuação. Masem outras regiões osistema de alerta épossível. NOAA
  60. 60. New Madrid, Missouri, 1811-1812● Serie de eventos, com 4 grandes eventos ● Total de 1.874 eventos ● Hipocentros sob uma camada espessa de sedimento e no Rio Ohio – ( New Madrid - Porta para o Oeste antes do terremoto ) ● Efeitos na Topografia ● Dois novos lagos ● Baixos penhasco e domos formados ● Cachoeiras
  61. 61. New Madrid, Missouri, 1811-1812Sismicidade desde 1974
  62. 62. New Madrid, Missouri, 1811-1812 Area • Area sentida foi a maior nos US • Perceber a diferença na progacação da onda – Leste vs Oeste • Jovens rochas tectonicamente fraturadas na costa oeste impede a propagação de ondas e fazer com que a energia das ondas cesse mais rapidamente na regiões antigas, do que rochas homogêneas na parte central dos EUA
  63. 63. New Madrid, Missouri, 1811-1812 Magnitudes • Usando a estimativa de área sentida → 8 to 8.3 • Estudos de pequenos eventos que ocorrem hoje ( pós-abalos 1811-1812 eventos) pode mapear as falhas • Tremor a falha Cottonwood Grove, engatilhou dois eventod sobre Reelfoot
  64. 64. New Madrid, Missouri, 1811-1812Magnitudes● ● Usando o comprimento da ruptura da falha estimada com os pós-abalos mostra uma menor magnitude de momento → 7.3 to 7.7 ● Bacia sedimentares amplifica; 7.0 to 7.5
  65. 65. New Madrid, Missouri, 1811-1812 O Futuro • O terremoto de New Madris (1811-1812) não teve grandes danos porque a população da área era baixa. • Futuros terremotos irá afeta a população de St. Louis, Memphis • Construções não foram desenvolvidos para terremotos • Sedimentos amplifica o movimento do solo. • Uma grande área deve ser afetada
  66. 66. New Madrid, Missouri, 1811-1812● O futuro ● Magnitude >= 7 ocorre a cada 500 anos ● Estimativas da USGS é que 90% de probabilidade de um terremoto de magnitude 6-7 no próximos 50 anos ● Porque ocorre no meio do continente → Rift Reelfoot ● Por que os terremotos seguem padrão linear mesma deposição de sedimentos por sistema Mississippi River? Depressão estrutural linear subjacente a região de New Madrid → Rift Reelfoot ● Formada 550 milhões de anos atrás e desde cheio de rochas sedimentares e coberta com sedimentos mais
  67. 67. New Madrid, Missouri, 1811-1812● A Pangaea - 200milhões de anos atrás,muitas fendas formadas● Parte formou oOceano Atlântico● Parte gerou rifts,zonas de fraquezas● Podem ser reativadospelo próprio movimentoda placa tectônicas● Falhas-Riftescorrelacionam-se comfalhas ativas nasuperfície

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