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Literatura jesuítica
José de Anchieta
Fichamento dos livros História Concisa da
Literatura Brasileira, de Alfredo Bosi, e
Literatura Brasileira, de Luiz Roncari.
Para fins didáticos.
Também informativa, mas com fins
catequéticos.
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religioso ainda mais evidenciado.
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atmosfera era totalmente religiosa.
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Companhia de Jesus militava pela expansão
do Cristianismo.
Princípios:
-- afirmação exclusiva da Igreja Católica;
-- regulação da conduta dos colonos
europeus;
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Ao lado da militância, lado contemplativo
e ascético.
Concepção dos jesuítas sobre os índios
difere da dos colonos portugueses.
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a Conversão do Gentio.
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humanos? Descendiam de Adão? Eram
animais? Tinham alma?
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(índio) ou um arrogante (intelectual)?
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como desprezível.
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mais cronista.
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Ilha de Tenerife (1534) - Reritiba
(Espírito Santo) (1597)
Veio para São Paulo em 1553
Fundou, com Manuel da Nóbrega, o
colégio de Piratininga.
Exemplo heroico de vida espiritual em
condições adversas.
Escreveu em português, castelhano, tupi
e latim.
Escreveu toda a sua obra no Brasil.
Preocupação mais universalista que
nativista.
Entre seus escritos, há os de veio mais
místico, mais literários, dentro do
contexto religioso.
Parte da obra é relato da experiência
jesuítica: Cartas, Informações,
Fragmentos históricos e Sermões.
Parte da obra é poesia e dramaturgia, de
maior interesse literário.
Para Roncari, relatos, estudos teóricos e
mesmo a dramaturgia formam bloco
ligado ao ativismo.
Já poemas voltam-se para o ascetismo
contemplativo.
Público do segundo bloco era diferente
do do primeiro.
Poemas são literariamente mais
elaborados.
Dramaturgia ainda é fortemente
catequética e pedagógica.
Poemas são estruturas literárias mais
independentes.
Tradição literária espanhola e
portuguesa.
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ao Renascimento.
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alegria do amor divino.
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elevação própria da união com Deus.
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medieval: símiles tomados às
necessidades materiais, como calor,
nutrição e medicamento.
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motes populares.
Bom domínio do Latim.
Composições utilizam formas clássicas da
literatura latina.
Uso do Latim não se relaciona ao
Classicismo, em Anchieta, sendo mera
influência das leituras de autores latinos.
Autos possuem menor autonomia
estética.
Língua utilizada dependia do povo a ser
doutrinado.
Teatro jesuítico segue tradição
portuguesa do vilancico, composto em
versos.
Figuras fixas de Bem e Mal, anjos e
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Literatura Jesuítica no Brasil Colônia

  • 1. Literatura Brasileira 1Literatura Brasileira 1 Literatura jesuítica José de Anchieta
  • 2. Fichamento dos livros História Concisa da Literatura Brasileira, de Alfredo Bosi, e Literatura Brasileira, de Luiz Roncari. Para fins didáticos.
  • 3. Também informativa, mas com fins catequéticos. Também quinhentista, mas com fundo religioso ainda mais evidenciado. Europa da época é fortemente cristã, atmosfera era totalmente religiosa. Fé ibérica e medieval.
  • 4. Zelo pela conversão dos índios. Companhia de Jesus militava pela expansão do Cristianismo. Princípios: -- afirmação exclusiva da Igreja Católica; -- regulação da conduta dos colonos europeus; -- catequese das populações indígenas.
  • 5. Ao lado da militância, lado contemplativo e ascético. Concepção dos jesuítas sobre os índios difere da dos colonos portugueses. Concepções conflitam em Diálogo sobre a Conversão do Gentio.
  • 6. Questões colocadas: índios eram humanos? Descendiam de Adão? Eram animais? Tinham alma? Seria mais fácil converter um ignorante (índio) ou um arrogante (intelectual)? Ideias impediam escravização do índio. Por outro lado, cultura indígena era vista como desprezível.
  • 7. Nóbrega é mais administrador, Cardim é mais cronista. Anchieta está mais próximo do literário. Ilha de Tenerife (1534) - Reritiba (Espírito Santo) (1597) Veio para São Paulo em 1553 Fundou, com Manuel da Nóbrega, o colégio de Piratininga.
  • 8. Exemplo heroico de vida espiritual em condições adversas. Escreveu em português, castelhano, tupi e latim. Escreveu toda a sua obra no Brasil. Preocupação mais universalista que nativista.
  • 9. Entre seus escritos, há os de veio mais místico, mais literários, dentro do contexto religioso. Parte da obra é relato da experiência jesuítica: Cartas, Informações, Fragmentos históricos e Sermões. Parte da obra é poesia e dramaturgia, de maior interesse literário.
  • 10. Para Roncari, relatos, estudos teóricos e mesmo a dramaturgia formam bloco ligado ao ativismo. Já poemas voltam-se para o ascetismo contemplativo. Público do segundo bloco era diferente do do primeiro. Poemas são literariamente mais elaborados.
  • 11. Dramaturgia ainda é fortemente catequética e pedagógica. Poemas são estruturas literárias mais independentes. Tradição literária espanhola e portuguesa. Metros breves, medida velha.
  • 12. Visão de mundo ainda teocêntrica, alheia ao Renascimento. Visão alheia aos bens terrenos. Traço ascético, mas compensação na alegria do amor divino. Mortificação faz contraponto com elevação própria da união com Deus.
  • 13. Recuperação da tradição popular medieval: símiles tomados às necessidades materiais, como calor, nutrição e medicamento. Alguns poemas cômicos, com glosas de motes populares. Bom domínio do Latim.
  • 14. Composições utilizam formas clássicas da literatura latina. Uso do Latim não se relaciona ao Classicismo, em Anchieta, sendo mera influência das leituras de autores latinos. Autos possuem menor autonomia estética. Língua utilizada dependia do povo a ser doutrinado.
  • 15. Teatro jesuítico segue tradição portuguesa do vilancico, composto em versos. Figuras fixas de Bem e Mal, anjos e demônios. Alegorias maniqueístas. Obras são misto de fatos variados, com fundo de pregação.