Nas primeiras décadas do século XX, o Brasil era dominado pela oligarquia rural e política do café-com-leite. Ao mesmo tempo, a intelectualidade brasileira dividia-se entre descrever a realidade conflituosa do Brasil e assimilar tendências européias. Escritores pré-modernistas como Monteiro Lobato, Graça Aranha, Lima Barreto e Euclides da Cunha criticavam o Brasil arcaico e a ideologia da República Velha, antecipando os modernistas de 1922.