HUMANISMOou pré-renascimentoSéculo XV (1418 – 1527)Escola literária
Humanismo (1434-1527)
Contexto Histórico: Fim da Idade Média Teocentrismo ⇨ Antropocentrismo Dualidade: Fé e Razão Feudalismo Absolutismo (P...
Na literatura Produção escrita: Teatro – é a manifestação literária onde ficam mais claras ascaracterísticas do período;...
Características ideológicas daprodução literária do Humanismo Abandono da subordinação absoluta à IgrejaCatólica; Resgat...
GIL VICENTEPrincipais obras: Auto da Barca do Inferno; Auto da Lusitânia; Auto da Índia; A farsa de Inês Pereira; O v...
Humanismo Humanismo: manifestações literárias Poesia palaciana – compilada em 1516, por Garcia deResende – está registra...
Poesia palaciana– compilada em 1516, por Garcia de Resende – está registrada no CancioneiroGeral; Vários autores: Garcia ...
Gil Vicente Teatro: gênero dramático Expressa sua fé mas não esquece a razão: Em nome da religiosidade,faz a crítica mo...
Gil VicentePersonagens:A) Tipos: são generalizações ou estereótipos, querepresentam uma classe social ou uma categoriaprof...
Sugestão de filme:
Renascimento (Séc.XVI a XVIII)PERÍODO DA HISTÓRIA DA EUROPA
“ O Homem é a medida de todas as coisas”
Renascimento (Séc. XVI a XVIII) Renascimento, Renascença ou Renascentismo são termosusados para identificar o período da ...
“Os efeitos de um bom governo”, de Ambrogio Lorenzetti (1290-1348) =nessa obra o pintor retrata o reflorescimento da vida ...
Descobrir o Mundo...Descobrir o Homem
O surgimento da burguesiaMuitos camponeses, atraídos pelas promessas deprosperidade, transferiram-se para os burgos, onde...
contextualizaçãoA descoberta de novosmundos e o contactocom outras civilizaçõeslevaram a umamiscigenação culturalque se re...
O ideal deuniversalidade:Os renascentistasacreditavam queuma pessoa poderiavir a aprender esaber tudo o que seconhece.
Volta aos valores da Antiguidade ClássicaA busca por uma formação levou à redescoberta de textos eautores da Antigüidade C...
Sandro Botticelli
Sandro BotticelliSandro Botticelli
Leonardo Da Vince
A ARTE DE MICHELANGELOMOISÉSDAVIPIETÁA CRIAÇÃO DE ADÃO
DIFERENÇA ENTRE O PENSAMENTOMEDIEVAL E O RENASCENTISTAPENSAMENTO MEDIEVALPENSAMENTO MEDIEVAL PENSAMENTO RENASCENTISTAPENSA...
 Antropocentrismo:O homem como centrodo universo. O homem passou aconsiderar-se não maiscomo imagem de Deus,mas como um ...
 Um fator fundamental nadivulgação das ideiashumanistas foi adescoberta da imprensa,por Gutemberg(Alemanha –1452), masque...
Classicismoséc XV (1527 a 1580)Escola Literária
 Início em Portugal: 1527 quando Sá de Miranda regressa daItália com o dolce stil nuovo - e inicia a divulgação, emPortug...
Contudo, apesar da aceitação das novas formas literárias introduzidas peloClassicismo, notadamente as poéticas, mais ident...
Características1. Equilíbrio e harmonia - de forma e fundo. Clareza, mentalidade aberta, intensidade vital,ímpeto progress...
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  1. 1. HUMANISMOou pré-renascimentoSéculo XV (1418 – 1527)Escola literária
  2. 2. Humanismo (1434-1527)
  3. 3. Contexto Histórico: Fim da Idade Média Teocentrismo ⇨ Antropocentrismo Dualidade: Fé e Razão Feudalismo Absolutismo (Poder Real)⇨ Mecenato Consolidação do Estado Nacional Português Transição da Id. Média para o Renascimento
  4. 4. Na literatura Produção escrita: Teatro – é a manifestação literária onde ficam mais claras ascaracterísticas do período; Poesia Palaciana– a poesia deixa de ser acompanhada por música epassa a ser declamada dentro do palácio; Historiografia – crônicas (Fernão Lopes), na época, eram os registrosda vida de personagens e acontecimentos históricosAUTORES PORTUGUESES Sá de Miranda introduziu as formas de verso italianas; Gil Vicente o teatro com a cultura popular, relatando a mudança dostempos Luís de Camões escreveu os feitos dos portugueses no poema épico OsLusíadas.
  5. 5. Características ideológicas daprodução literária do Humanismo Abandono da subordinação absoluta à IgrejaCatólica; Resgate dos valores clássicos greco-romanos; Procura na Ciência uma explicação para fenômenosaté então atribuídos a Deus; Afirmação da capacidade do indivíduo em controlarseu próprio destino. ANTROPOCENTRISMO
  6. 6. GIL VICENTEPrincipais obras: Auto da Barca do Inferno; Auto da Lusitânia; Auto da Índia; A farsa de Inês Pereira; O velho da horta.
  7. 7. Humanismo Humanismo: manifestações literárias Poesia palaciana – compilada em 1516, por Garcia deResende – está registrada no Cancioneiro Geral; Prosa historiográfica (Crônicas), de Fernão Lopes; Teatro medieval e popular de Gil Vicente.
  8. 8. Poesia palaciana– compilada em 1516, por Garcia de Resende – está registrada no CancioneiroGeral; Vários autores: Garcia de Resende, João Ruiz de Castelo Branco, Nuno Pereira,Fernão Pereira, Conde Vimioso, Aires Teles, Diogo Brandão, Gil Vicente, Sá deMiranda. Separação entre poesia e música; Versos redondilhos (medida velha); 5 ou 7 sílabas métricas Presença de um mote (tema, motivo) a ser desenvolvido na glosa (Obs.: cadaestrofe da glosa corresponde a uma volta e deve retomar um ou mais versosdo mote); Gosto pelo Paradoxo e pela Antítese; Lirismo amoroso: amor cortês, súplica mortal, coita; A mulher é carnal, adquire graças físicas e sensoriais, contrariando a maioriados trovadores medievais. “Cousas de folgar e gentilezas”: composições frívolas, poesias de circunstânciase exercícios de virtuosismo poético; Poemas satíricos (às vezes pornográficos).
  9. 9. Gil Vicente Teatro: gênero dramático Expressa sua fé mas não esquece a razão: Em nome da religiosidade,faz a crítica moral dos costumes e asátira aos pecadores. Farsas: são peças cômicas de um só ato, com enredo curto epoucas personagens, extraídas do cotidiano Autos: peças teatrais de assunto religioso ou profano; sério oucômico. Os autos tinham a finalidade de divertir, de moralizar oude difundir a fé cristã. Medievalismo e Classicismo; ambivalência Figuras cristãs e pagãs; Anjos, demônios e homens, mulheres reais; Linguagem culta da elite e linguagem dos camponeses e depessoas desbocadas das ruas; Crítica ao capitalismo comercial crescente
  10. 10. Gil VicentePersonagens:A) Tipos: são generalizações ou estereótipos, querepresentam uma classe social ou uma categoriaprofissional;elas não levam ao palco problemas pessoais,mas questões comuns à coletividade.B) Personagens Alegóricas: são personificaçõesde idéias ou intuições. No Auto da Lusitânia temos Todo-o-mundo e NinguémAs personagens não se sobressaem como indivíduos: São tipos que ilustram a sociedade da época com suasaspirações, seus vícios e seus dramas; Quase sempre, são designados pela ocupação queexercem ou por algum outro traço social; Reis, fidalgos, parvos, beberrões e alcoviteiras, judeus,ciganos, mouros, comerciantes, artesãos;A cada tipo depersonagem, umacaracterística única:Fidalgo : orgulhosoPadre : sodomitaCamponês : parvoJudeu : agiota
  11. 11. Sugestão de filme:
  12. 12. Renascimento (Séc.XVI a XVIII)PERÍODO DA HISTÓRIA DA EUROPA
  13. 13. “ O Homem é a medida de todas as coisas”
  14. 14. Renascimento (Séc. XVI a XVIII) Renascimento, Renascença ou Renascentismo são termosusados para identificar o período da História da Europa quedecorre de aproximadamente entre fins do século XIII emeados do século XVII. Em oposição à cultura feudal, o Renascimento foi ummovimento cultural que expressou a mentalidadeburguesa. Em Portugal a influência do Renascimento estende-se demeados do século XV a finais do século XVI.
  15. 15. “Os efeitos de um bom governo”, de Ambrogio Lorenzetti (1290-1348) =nessa obra o pintor retrata o reflorescimento da vida urbana e do comércio,provocando maior interação entre pessoas de diferentes segmentos sociais.
  16. 16. Descobrir o Mundo...Descobrir o Homem
  17. 17. O surgimento da burguesiaMuitos camponeses, atraídos pelas promessas deprosperidade, transferiram-se para os burgos, ondecomeçaram a trabalhar como pequenos mercadores.Surgia, assim, a burguesia, constituída por todosaqueles que, sem nobreza de sangue, acumulavamcapital por meio de atividades mercantis.O burguês passa a investir em cultura, algo que atéentão só era feito pela Igreja e pelos grandessoberanos.
  18. 18. contextualizaçãoA descoberta de novosmundos e o contactocom outras civilizaçõeslevaram a umamiscigenação culturalque se refletiria,essencialmente, naarte.
  19. 19. O ideal deuniversalidade:Os renascentistasacreditavam queuma pessoa poderiavir a aprender esaber tudo o que seconhece.
  20. 20. Volta aos valores da Antiguidade ClássicaA busca por uma formação levou à redescoberta de textos eautores da Antigüidade Clássica, considerada uma fonte de sabera respeito do ser humano.As universidades criaram programas especiais denominadoshumanidades, nos quais os alunos liam textos greco-latinos paraestudar poética, retórica, ética e política.Os professores desses cursos eram conhecidos comohumanistas.
  21. 21. Sandro Botticelli
  22. 22. Sandro BotticelliSandro Botticelli
  23. 23. Leonardo Da Vince
  24. 24. A ARTE DE MICHELANGELOMOISÉSDAVIPIETÁA CRIAÇÃO DE ADÃO
  25. 25. DIFERENÇA ENTRE O PENSAMENTOMEDIEVAL E O RENASCENTISTAPENSAMENTO MEDIEVALPENSAMENTO MEDIEVAL PENSAMENTO RENASCENTISTAPENSAMENTO RENASCENTISTATeocentrismoTeocentrismo AntropocentrismoAntropocentrismoVerdade = BíbliaVerdade = Bíblia Verdade = experimentação, observaçãoVerdade = experimentação, observaçãoVida material sem importânciaVida material sem importância Vida terrena e material também é importanteVida terrena e material também é importanteConformismoConformismo Crença no progressoCrença no progressoNatureza = fonte do pecadoNatureza = fonte do pecado Natureza = beleza, onde o homem se insereNatureza = beleza, onde o homem se insereAscetismoAscetismo HedonismoHedonismoDogmatismoDogmatismo Fé diferente da razãoFé diferente da razão
  26. 26.  Antropocentrismo:O homem como centrodo universo. O homem passou aconsiderar-se não maiscomo imagem de Deus,mas como um ser ligadoà sua natureza material,física e terrena.
  27. 27.  Um fator fundamental nadivulgação das ideiashumanistas foi adescoberta da imprensa,por Gutemberg(Alemanha –1452), masque chegou a Portugalsomente em 1494.
  28. 28. Classicismoséc XV (1527 a 1580)Escola Literária
  29. 29.  Início em Portugal: 1527 quando Sá de Miranda regressa daItália com o dolce stil nuovo - e inicia a divulgação, emPortugal, das modalidades poéticas clássicas. Esse conjuntode procedimentos artísticos, em território luso, denominou-se medida nova.A medida nova,: utilização de versos decassílabos, que substituíram asredondilhas (medida velha), adoção de várias formas fixas, assimiladas dos modelosgregos, latinos e dos modelos italianos, mais recentes.
  30. 30. Contudo, apesar da aceitação das novas formas literárias introduzidas peloClassicismo, notadamente as poéticas, mais identificadas com a inclinaçãoportuguesa para o lirismo que a prosa romanesca, o espírito medieval nãofoi completamente abandonado.Por isso, o Quinhentismo luso constituiu uma época bifronte, pelacoexistência e, não raro, pela interinfluência das duas formas de cultura:- a medieval, popular, tradicional, materializada na medida velha,- a clássica, erudita, renascentista, que se expressava por meio da medidanova.Esse bifrontismo é lugar-comum entre os autores portugueses da épocarenascentista, cujas aparentes contradições só podem ser explicadas quandose tem em vista a ambivalência cultural da época.No caso português, acresce não ter havido um Renascentismo típico, pois,dada a prevalência do catolicismo e do poder eclesiástico, o racionalismo e aideologia burguesa não vingaram de modo tão expressivo, como ocorreu emoutros países.
  31. 31. Características1. Equilíbrio e harmonia - de forma e fundo. Clareza, mentalidade aberta, intensidade vital,ímpeto progressista, euforia, ânsia de glória e perenidade, apreço pelo humano, sentido do nuartístico. Racionalismo, primado da razão que governa as emoções e os sentimentos.Sobriedade, simetria, simplicidade.2. Culto da Antigüidade Greco-Latina - Retomada das regras e modelos clássicos e da disciplinagramatical, poética e retórica dos antigos. presença da mitologia, dos deuses pagãos usadoscomo figuras literárias e claras alegorias.3. Universalismo - Apego aos valores transcendentais (o Belo, o Bem, a Verdade, a Perfeição).Ajustado a sistemas racionais, simplificação por lucidez técnica, simetria.4. Imitação - Autores gregos e latinos são tomados como modelos ideais de verdade, beleza eperferição. A obediência às formas e gênereos da Antigüidade prevalece sobre o impulsopessoal e sobre a busca da originalidade.5. Ideal ético-estético - Seguindo os gregos, a idéia de Beleza estava sempre associada à deBem, como um ideal de perfeição simultaneamente estético e ético. O Belo é o Bem e vice-versa.6. Verossimilhança - Os clássicos entendiam que o belo é racional, o verdadeiro, e o verdadeiroé o natural. Daí a valorização da natureza e sua imitação artística.7. Fusionismo - A fusão do racionalismo e paganismo com a tradição judaico-cristã levouCÁMÕES a harmonizar divindades da mitologia pagã com personagens bíblicas do Antigo eNovo Testamento.

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