<ul><li>Toda a busca de Blimunda de que se trata nestas páginas é consequência d e </li></ul><ul><li>a) morte de Baltasar....
<ul><li>No primeiro período do texto («Durante nove anos, Blimunda procurou Baltasar»), o valor aspectual durativo, imperf...
<ul><li>Da linha 7 até quase ao final da página, o tempo verbal preponderante (traduzindo uma marca aspectual relacionável...
<ul><li>Em «não a esqueci eu» (l. 11), o pronome «a» tem como referente </li></ul><ul><li>a) «guarda real». </li></ul><ul>...
<ul><li>No mesmo trecho — «não a esqueci eu» (l. 11) —, o pronome de 1.ª pessoa corresponde </li></ul><ul><li>a) ao narrad...
<ul><li>Entre as linhas 7 e 10 («Onde chegava, perguntava se tinham visto por ali um homem com estes e estes sinais, a mão...
<ul><li>Em «Julga v am-na doida» (l. 17), «na» é </li></ul><ul><li>a) a contracção da preposição «em» com o pronome «a». <...
<ul><li>Ser Blimunda conhecida como «Voadora» (l. 21) seria devido a </li></ul><ul><li>a) ter voado efectivamente. </li></...
<ul><li>«é bicho que nunca falta se a mulher lhe abre o covil» (l. 17) alude </li></ul><ul><li>a) ao assalto de um animal ...
<ul><li>«Passou por Mafra, soube de Inês Antónia que morrera Álvaro Diogo» (ll. 18-19) significa que o  </li></ul><ul><li>...
<ul><li>Em «e andando e buscando» (l. 48), o polissíndeto transmite-nos </li></ul><ul><li>a) o sentido denotativo de enume...
<ul><li>«Não comas, que o tempo é chegado» (ll. 8-9) </li></ul><ul><li>a) faz menção do estado de fadiga extrema de Blimun...
<ul><li>António José da Silva — referido na l. 21 — é  </li></ul><ul><li>a) uma personagem secundária, criada por Saramago...
<ul><li>No último parágrafo, percebemos que </li></ul><ul><li>a) Baltasar não chega a arder. </li></ul><ul><li>b) Baltasar...
<ul><li>Retomar a pergunta na resposta mas não fanaticamente: </li></ul><ul><li>Duas das funções das falas contidas... </l...
<ul><li>Articular o texto citado (aspado) com o texto que o precede (por parênteses, por travessões, por dois pontos). </l...
<ul><li>a Blimunda </li></ul><ul><li>Blimunda </li></ul>
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<ul><li>Grupo I  =  100 pontos </li></ul><ul><li>1 (12 + 8)  =  20 </li></ul><ul><li>2.1 (6 + 4)  =  10 </li></ul><ul><li>...
<ul><li>1. </li></ul><ul><li>progressivo apagamento da consciência das unidades de medida do tempo; </li></ul><ul><li>noçã...
<ul><li>tempo longo, interminável; </li></ul><ul><li>tempo repetitivo ou cíclico (e indiferenciado); </li></ul><ul><li>tem...
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<ul><li>2.2 </li></ul><ul><li>reproduzir o que as personagens dizem umas às outras; </li></ul><ul><li>introduzir o registo...
<ul><li>revelar sentimentos que a personagem deixa naqueles com quem dialoga; </li></ul><ul><li>revelar sentimentos e emoç...
<ul><li>3.  </li></ul><ul><li>a persistência, a determinação («Nove anos procurou Blimunda»; «Milhares de léguas andou Bli...
<ul><li>o sonho, a constante esperança do reencontro («Quantas vezes imaginou Blimunda que [...] um homem se aproximaria [...
<ul><li>4.  </li></ul><ul><li>Um dos aspectos marcantes do século XVIII evocados no romance é o comportamento da Inquisiçã...
<ul><li>no último capítulo, Baltasar é queimado no auto-de-fé em que foi supliciado António José da Silva. Blimunda chegar...
<ul><li>A partir de agora, por favor, vão entregando os tepecês logo no dia para que foram pedidos.  </li></ul>
<ul><li>Entrudo, Quaresma (procissão de penitência) [capítulo III] </li></ul><ul><li>todas as classes </li></ul><ul><li>a ...
<ul><li>Histórias de milagres e de crimes  </li></ul><ul><li>[XIV; II; XVII] </li></ul><ul><li>clero e povo; </li></ul><ul...
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<ul><li>Baptizados e funerais régios [VIII; X] </li></ul><ul><li>rei e rainha; nobreza e  clero ; </li></ul><ul><li>(povo ...
<ul><li>Elevação a cardeal do inquisidor [VIII] </li></ul><ul><li>clero e nobreza; </li></ul><ul><li>(povo assistindo) </l...
<ul><li>Vida conventual [II; VIII] </li></ul><ul><li>frades e freiras; </li></ul><ul><li>nobreza </li></ul><ul><li>desresp...
<ul><li>Tourada [IX]  </li></ul><ul><li>todas as classes </li></ul><ul><li>o sangue e a morte como espectáculo </li></ul>
<ul><li>Procissão do Corpo de Deus [XIII] </li></ul><ul><li>todas as classes </li></ul><ul><li>sobreposição do profano ao ...
<ul><li>Cortejo de casamento [XXII] </li></ul><ul><li>casal real, infantes, nobreza, clero; (povo assistindo) </li></ul><u...
 
<ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Lê as estrofes 3-5, 42-54 e 83-84, do canto III, de  Os Lusíadas . No fundo, trata-se de ler...
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Apresentação para décimo segundo ano, aula 53

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Apresentação para décimo segundo ano, aula 53

  1. 2. <ul><li>Toda a busca de Blimunda de que se trata nestas páginas é consequência d e </li></ul><ul><li>a) morte de Baltasar. </li></ul><ul><li>b) fuga de Bartolomeu. </li></ul><ul><li>c) acidente com a passarola, com a elevação involuntária de Baltasar. </li></ul><ul><li>d) morte de Bartolomeu. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>No primeiro período do texto («Durante nove anos, Blimunda procurou Baltasar»), o valor aspectual durativo, imperfectivo, resulta, sobretudo, do </li></ul><ul><li>a) tempo verbal de «procurou». </li></ul><ul><li>b) modificador «Durante nove anos». </li></ul><ul><li>c) tempo de «procurou» e do valor de «durante nove anos». </li></ul><ul><li>d) sentido de ‘procurar’. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Da linha 7 até quase ao final da página, o tempo verbal preponderante (traduzindo uma marca aspectual relacionável com a persistência e duração das buscas de Blimunda) é o </li></ul><ul><li>a) Presente do Indicativo. </li></ul><ul><li>b) Perfeito do Indicativo. </li></ul><ul><li>c) Mais-que-perfeito do Indicativo. </li></ul><ul><li>d) Imperfeito do Indicativo. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Em «não a esqueci eu» (l. 11), o pronome «a» tem como referente </li></ul><ul><li>a) «guarda real». </li></ul><ul><li>b) «grisalha». </li></ul><ul><li>c) Blimunda. </li></ul><ul><li>d) «uma cara que não se esquece». </li></ul>
  5. 6. <ul><li>No mesmo trecho — «não a esqueci eu» (l. 11) —, o pronome de 1.ª pessoa corresponde </li></ul><ul><li>a) ao narrador. </li></ul><ul><li>b) a Blimunda. </li></ul><ul><li>c) a Baltasar. </li></ul><ul><li>d) à cara. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Entre as linhas 7 e 10 («Onde chegava, perguntava se tinham visto por ali um homem com estes e estes sinais, a mão esquerda de menos, e alto como um soldado de guarda real, barba toda e grisalha, mas se entretanto a rapou, é uma cara que não se esquece») há </li></ul><ul><li>a) discurso indirecto livre. </li></ul><ul><li>b) discurso directo, apenas. </li></ul><ul><li>c) discurso indirecto, apenas. </li></ul><ul><li>d) discurso directo, primeiro, seguido de discurso indirecto. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Em «Julga v am-na doida» (l. 17), «na» é </li></ul><ul><li>a) a contracção da preposição «em» com o pronome «a». </li></ul><ul><li>b) a contracção da preposição «em» com o determinante artigo definido «a». </li></ul><ul><li>c) o pronome «a» precedido de «n» (justificado pela terminação nasal do verbo). </li></ul><ul><li>d) uma preposição. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Ser Blimunda conhecida como «Voadora» (l. 21) seria devido a </li></ul><ul><li>a) ter voado efectivamente. </li></ul><ul><li>b) conhecer Bartolomeu, o Padre Voador. </li></ul><ul><li>c) ter de referir a passarola, ao contar a história de Baltasar. </li></ul><ul><li>d) andar de terra em terra (voando, metaforicamente). </li></ul>
  9. 10. <ul><li>«é bicho que nunca falta se a mulher lhe abre o covil» (l. 17) alude </li></ul><ul><li>a) ao assalto de um animal a um verdadeiro covil. </li></ul><ul><li>b) a actividades fornicatórias. </li></ul><ul><li>c) à homossexualidade do companheiro. </li></ul><ul><li>d) a Baltasar. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>«Passou por Mafra, soube de Inês Antónia que morrera Álvaro Diogo» (ll. 18-19) significa que o </li></ul><ul><li>a) cunhado de Baltasar morrera entretanto. </li></ul><ul><li>b) pai de Bartolomeu morrera entretanto. </li></ul><ul><li>c) irmão de Baltasar morrera entretanto. </li></ul><ul><li>d) sobrinho morrera entretanto. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Em «e andando e buscando» (l. 48), o polissíndeto transmite-nos </li></ul><ul><li>a) o sentido denotativo de enumeração. </li></ul><ul><li>b) a ideia de hesitação. </li></ul><ul><li>c) o valor de acumulação obsessiva. </li></ul><ul><li>d) um matiz aspectual perfectivo. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>«Não comas, que o tempo é chegado» (ll. 8-9) </li></ul><ul><li>a) faz menção do estado de fadiga extrema de Blimunda e da sua morte iminente. </li></ul><ul><li>b) articula-se com o final, na medida em que o desfecho vai exigir o jejum de Blimunda. </li></ul><ul><li>c) serve para mostrar a pobreza a que chegara a protagonista e o seu despojamento. </li></ul><ul><li>d) acaba por ser contraditado no final, já que, se Blimunda não tivesse comido, o desfecho seria diferente. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>António José da Silva — referido na l. 21 — é </li></ul><ul><li>a) uma personagem secundária, criada por Saramago, que já interviera em outros capítulos. </li></ul><ul><li>b) figurante ocasional, não implicando nenhuma alusão de ordem histórica. </li></ul><ul><li>c) alusão ao dramaturgo António José da Silva, o Judeu, personagem histórica. </li></ul><ul><li>d) alusão ao actor António Silva, numa mistura de épocas tão ao gosto saramaguiano. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>No último parágrafo, percebemos que </li></ul><ul><li>a) Baltasar não chega a arder. </li></ul><ul><li>b) Baltasar e Blimu n da ardem em conjunto. </li></ul><ul><li>c) Blimunda recolhe o «espírito» de Baltasar, apesar de este morrer. </li></ul><ul><li>d) Baltasar, por prisão de ventre, não tem vontade de fazer cocó. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>Retomar a pergunta na resposta mas não fanaticamente: </li></ul><ul><li>Duas das funções das falas contidas... </li></ul><ul><li>As falas neste excerto... </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Articular o texto citado (aspado) com o texto que o precede (por parênteses, por travessões, por dois pontos). </li></ul><ul><li>Blimunda era persistente «tal tal tal», ... </li></ul><ul><li>Blimunda era persistente («tal tal tal»), ... </li></ul>
  17. 18. <ul><li>a Blimunda </li></ul><ul><li>Blimunda </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Balta z ar </li></ul><ul><li>Balta s ar </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Acentos </li></ul>
  20. 21. <ul><li>Grupo I = 100 pontos </li></ul><ul><li>1 (12 + 8) = 20 </li></ul><ul><li>2.1 (6 + 4) = 10 </li></ul><ul><li>2.2 (12 + 8) = 20 </li></ul><ul><li>3 (15 + 10) = 25 </li></ul><ul><li>4 [ = tepecê ] (15 + 10) = 25 </li></ul>
  21. 22. <ul><li>1. </li></ul><ul><li>progressivo apagamento da consciência das unidades de medida do tempo; </li></ul><ul><li>noção da passagem do tempo captada através de diferentes sinais físicos (partes do dia, espaços percorridos, variações meteorológicas, rostos de pessoas....); </li></ul>
  22. 23. <ul><li>tempo longo, interminável; </li></ul><ul><li>tempo repetitivo ou cíclico (e indiferenciado); </li></ul><ul><li>tempo fragmentado em múltiplos elementos da experiência. </li></ul>
  23. 24. <ul><li>2.1 </li></ul><ul><li>Blimunda («Já aqui estive, já aqui passei»; «Não se lembra de mim, chamavam-me Voadora»; «Então cá vou, até um dia»; «Se o encontrar»). </li></ul><ul><li>Narrador («e andando e buscando veio a descobrir como é pequeno este país onde nasceu»; «e dava com rostos que conhecia»); </li></ul><ul><li>Interlocutora de Blimunda («Ah, bem me lembro, então achou o homem que procura-va»; «Não, não apareceu, nem nunca ouvi falar dele por estes arredores»). </li></ul>
  24. 25. <ul><li>2.2 </li></ul><ul><li>reproduzir o que as personagens dizem umas às outras; </li></ul><ul><li>introduzir o registo oral (de efeito polifónico), imprimindo vivacidade e dramatismo à narrativa; </li></ul><ul><li>produzir um efeito de real, materializando os encontros e conversas que Blimunda vai tendo durante a sua demanda; </li></ul><ul><li>evidenciar a viva impressão que Blimunda deixa naqueles com quem dialoga; </li></ul>
  25. 26. <ul><li>revelar sentimentos que a personagem deixa naqueles com quem dialoga; </li></ul><ul><li>revelar sentimentos e emoções que a personagem desperta naqueles com quem fala, sobretudo solidariedade e compaixão; </li></ul><ul><li>enfatizar o carácter incansável da demanda de Blimunda, que regressa a lugares por onde já passou, perseverando sempre na determinação de procurar Baltasar. </li></ul>
  26. 27. <ul><li>3. </li></ul><ul><li>a persistência, a determinação («Nove anos procurou Blimunda»; «Milhares de léguas andou Blimunda»; «Em dois anos, foi das praias e das arribas do oceano à fronteira, depois recomeçou a procurar por outros lugares, por outros caminhos»); </li></ul><ul><li>a resistência, o estoicismo («Milhares de léguas andou Blimunda, quase sempre descalça. A sola dos seus pés tornou-se espessa, fendida como uma cortiça»); </li></ul><ul><li>a coragem, afrontando sozinha a dureza dos caminhos; </li></ul>
  27. 28. <ul><li>o sonho, a constante esperança do reencontro («Quantas vezes imaginou Blimunda que [...] um homem se aproximaria [...] e ficariam falando até ao fim do tempo»). </li></ul><ul><li>a atenção e a capacidade de observação («os rostos, os das mulheres para as perguntas, os dos homens para ver se neles estava a resposta»; «Já aqui estive, já aqui passei, e dava com rostos que reconhecia»; </li></ul><ul><li>a pobreza («a pedir esmola»; «quase sempre descalça»). </li></ul>
  28. 29. <ul><li>4. </li></ul><ul><li>Um dos aspectos marcantes do século XVIII evocados no romance é o comportamento da Inquisição e o absurdo dos autos-de-fé. </li></ul><ul><li>No romance há dois autos-de-fé: o primeiro, no capítulo V, em que assistimos ao desfile de condenados (padres, judeus, cristãos-novos, hereges e feiticeiros). É o caso da mãe de Blimunda, degredada para Angola por feitiçaria; </li></ul>
  29. 30. <ul><li>no último capítulo, Baltasar é queimado no auto-de-fé em que foi supliciado António José da Silva. Blimunda chegará a tempo apenas de recolher a sua vontade. </li></ul><ul><li>Inquisição e autos-de-fé, uma instituição e uma prática da Igreja Católica, durante séculos, tão desumana que ainda hoje nos horroriza. </li></ul>
  30. 31. <ul><li>A partir de agora, por favor, vão entregando os tepecês logo no dia para que foram pedidos. </li></ul>
  31. 32. <ul><li>Entrudo, Quaresma (procissão de penitência) [capítulo III] </li></ul><ul><li>todas as classes </li></ul><ul><li>a religião como pretexto para a prática de excessos; sensualidade/misticismo </li></ul>
  32. 33. <ul><li>Histórias de milagres e de crimes </li></ul><ul><li>[XIV; II; XVII] </li></ul><ul><li>clero e povo; </li></ul><ul><li>o frade ladrão </li></ul><ul><li>superstição e crendice; </li></ul><ul><li>libertinagem </li></ul>
  33. 34. <ul><li>Autos-de-fé [V; XXV] </li></ul><ul><li>todas as classes </li></ul><ul><li>repressão religiosa e política; fanatismo </li></ul>
  34. 35. <ul><li>Baptizados e funerais régios [VIII; X] </li></ul><ul><li>rei e rainha; nobreza e clero ; </li></ul><ul><li>(povo assistindo) </li></ul><ul><li>luxo e ostentação; </li></ul><ul><li>vida e morte como espectáculo </li></ul>
  35. 36. <ul><li>Elevação a cardeal do inquisidor [VIII] </li></ul><ul><li>clero e nobreza; </li></ul><ul><li>(povo assistindo) </li></ul><ul><li>luxo e ostentação </li></ul>
  36. 37. <ul><li>Vida conventual [II; VIII] </li></ul><ul><li>frades e freiras; </li></ul><ul><li>nobreza </li></ul><ul><li>desrespeito pelas normas religiosas; libertinagem </li></ul>
  37. 38. <ul><li>Tourada [IX] </li></ul><ul><li>todas as classes </li></ul><ul><li>o sangue e a morte como espectáculo </li></ul>
  38. 39. <ul><li>Procissão do Corpo de Deus [XIII] </li></ul><ul><li>todas as classes </li></ul><ul><li>sobreposição do profano ao sagrado ; </li></ul><ul><li>a libertinagem do rei </li></ul>
  39. 40. <ul><li>Cortejo de casamento [XXII] </li></ul><ul><li>casal real, infantes, nobreza, clero; (povo assistindo) </li></ul><ul><li>o casamento na realeza, a vida das mulheres; </li></ul><ul><li>luxo e ostentação; </li></ul><ul><li>contraste com a miséria do povo ; </li></ul><ul><li>estado deplorável dos caminhos </li></ul>
  40. 42. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Lê as estrofes 3-5, 42-54 e 83-84, do canto III, de Os Lusíadas . No fundo, trata-se de ler as pp. 40-46 do livro, incluindo as partes explicativas das autoras ou de outros autores transcritos. (Em aula, será testada a compreensão e/ou a leitura em voz alta.) </li></ul>

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