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Os Lusíadas são uma obra de glorificação e
confiança ou de desalento e descrença?
Por um lado, na sua aparência mais visível,
apresentam uma história em que a aventura
chega a bom termo, obtém as finalidades
propostas, em que os inimigos ficam vencidos e
os heróis reconhecidos e recompensados. [...]
Porém, o lado sombrio, que encontrámos no
Velho do Restelo e noutros passos de deceção e
cansaço, também adquire expressão nítida.
MATOS, Maria Vitalina Leal de, «Lusíadas (Os)», in SILVA,
Vítor Aguiar e (coord.), 2011. Dicionário de Luís de Camões.
Alfragide: Caminho
Reflete sobre a questão levantada no
início do excerto acima transcrito,
considerando as ver­tentes laudatória e
crítica d’Os Lusíadas. Apoia a tua reflexão
em alusões pertinentes à obra. Escreve
um texto de oitenta a cento e trinta
palavras.
[Tópicos de resposta:]
i. Os Lusíadas enquanto texto épico, que
relata as façanhas gloriosas dos
portugueses, os quais, em diferentes
momentos dos vários planos narrativos, se
mostram corajosos e determinados: as
adversidades superadas durante a viagem,
os exemplos heroicos da História de
Portugal, as lutas com os deuses, que mais
salientam a sua superioridade. Há, pois, a
manifestação do «entusiasmo heroico»
pelos feitos alcançados, imbuída de «fé»
nas capacidades do Homem;
ii. Os Lusíadas como exemplo de texto
antiépico, que desvenda o «avesso» da
realidade eufórica cantada: apesar de
dignos de louvor pelas concretizações
alcançadas, os portugueses são também
frequentemente analisados do ponto de
vista moral. Dessa análise, resulta um
conjunto de reflexões em que o poeta
critica vícios e defeitos do povo lusitano,
numa expressão de «melancolia
desalentada» face ao seu povo.
Os Lusíadas transmitem, por vezes,
uma visão contraditória dos portu­gueses e
dos seus feitos, ao conjugar momentos de
elogio e de crítica.
O tom geral do poema é de enalte­
cimento dos lusitanos, apresentados como
heróis superadores das mais diversas
provas (os perigos marítimos, as doenças, a
separação da família) e capazes, inclusiva­
mente, de dividir os deuses (ganhando a
inimizade de Baco que, continuamente, lhes
arma ciladas).
Contudo, o poeta não abdica de uma
posição interventiva e, particular­mente no
final dos cantos e na sequência dos
acontecimentos relatados, manifesta
grande tristeza face à perda de valores dos
portugueses e ao seu desinteresse pelas
artes.
Deste modo, alia­se à exaltação épica
da nação lusa o tom disfórico de um poeta­
narrador que avalia lúcida e criticamente
os efeitos da mesma expansão que canta.
perfectivo = perfetivo
sujeiro = sujeito
Entre as linhas 21 e 24 («Quem são, perguntou a uma
mulher que levava uma criança ao colo, De três não sei
eu, aquele além e aquela são pai e filha que vieram por
culpas de judaísmo, e o outro, o da ponta, é um que
fazia comédias de bonifrates e se chamava António
José da Silva, dos mais não ouvi falar») há
Escreve umas linhas finais
alternativas (a partir de «parece mais
novo.», l. 27) à conclusão de Saramago
(de 40 a 100 palavras).
Não optes por finais estapafúrdios
fora do restante registo, embora possas
criar um desfecho igualmente mágico.
Em «Durante nove anos, Blimunda
procurou Baltasar» (l. 5), o valor aspetual
durativo, imperfetivo, resulta, sobretudo,
do
a) modificador «Durante nove anos».
b) tempo de «procurou» e do valor de
«durante nove anos».
c) sentido de ‘procurar’.
d) tempo verbal de «procurou».
Em «e andando e buscando» (l. 8), o
polissíndeto transmite-nos
a) a ideia de hesitação.
b) o valor de acumulação obsessiva.
c) um matiz aspectual perfectivo.
d) o sentido denotativo de enumeração.
O segmento sublinhado em «veio a
descobrir como é pequeno este país onde
nasceu» (ll. 8-9) corresponde a uma
oração subordinada
a) adverbial temporal.
b) adjetiva relativa explicativa.
c) adjetiva relativa restritiva.
d) substantiva completiva.
Em «dava com rostos que reconhecia» (l.
9), «chamavam-me voadora» (10), o
tempo verbal (traduzindo uma marca
aspetual relacionável com a persistência
e duração das buscas de Blimunda) é o
a) Perfeito do Indicativo.
b) Mais-que-perfeito do Indicativo.
c) Imperfeito do Indicativo.
d) Presente do Indicativo.
oração relativa adjetiva restritiva
Em «achou o homem que procurava» (ll.
10-11), o segmento sublinhado é um
a) modificador apositivo do nome.
b) modificador restritivo do nome.
c) complemento direto.
d) modificador do grupo verbal.
[ = porque o tempo é chegado]
Em «Não comas, que o tempo é chegado»
(l. 18), a oração subordinada é
a) adverbial causal.
b) adjetiva relativa restritiva.
c) adjetiva relativa explicativa.
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Entre as linhas 21 e 24 («Quem são, perguntou a
uma mulher que levava uma criança ao colo, De
três não sei eu, aquele além e aquela são pai e
filha que vieram por culpas de judaísmo, e o
outro, o da ponta, é um que fazia comédias de
bonifrates e se chamava António José da Silva,
dos mais não ouvi falar») há
a) discurso direto, apenas.
b) discurso direto livre, apenas.
c) discurso direto, primeiro, seguido de discurso
direto livre.
d) discurso indireto livre.
Na linha 22, são deíticos espaciais
a) «aquele», «além», «aquela».
b) «aquele», «além», «aquela», «vieram»,
«o outro».
c) «eu», «aquele», «além», «aquela»,
«vieram», «o outro».
d) «aquele», «aquela».
São onze os supliciados.
(= Os supliciados são onze)
sujeito predicativo do sujeito
Na linha 25, o constituinte «os
supliciados» tem a função sintática de
a) sujeito composto.
b) sujeito simples.
c) predicativo do complemento direto.
d) predicativo do sujeito.
parece mais novo
Na linha 27, «mais novo» desempenha a
função sintática de
a) complemento direto.
b) predicativo do sujeiro.
c) complemento indireto.
d) predicativo do complemento indireto.
Em «Então Blimunda disse, Vem» (l. 28) há
a) discurso direto.
b) discurso direto livre.
c) discurso indireto.
d) discurso indireto livre.
Em 1992, o governo decidiu afastar
Evangelho segundo Jorge Jesus, de José
Saramago, da candidatura ao Prémio
Literário Europeu.
O Evangelho segundo Jesus Cristo
José Saramago confirma usar, como
sinais de pontuação, apenas duas
sinalefas: vírgula e ponto.
O estilo de Saramago incomodava o
Beato Jacinto (brevemente, Santo
Jacinto).
Padre Jacinto Farias
O primeiro romance de Saramago
publicado depois de Memorial do
Convento aproveitava a figura de um
heterónimo de Pessoa, Ricardo Caeiro.
Ricardo Reis
Para Zeferino Coelho, foi ousadia
Saramago ter tratado de um dos
heterónimos de Pessoa, já que, assim,
invadia um território considerado privativo
dos pessoanos.
Em Jangada de Ferro, Portugal separa-se
da Península Ibérica.
A Jangada de Pedra
A Península Ibérica separa-se da Europa
Saramago reagiu com veemência à
discriminação de que fora objeto
Evangelho segundo Rui Vitória.
O Evangelho segundo Jesus Cristo
Saramago dizia escrever para
desassossegar.
Entre os nomes da lista de trabalhadores
de Mafra estão nomes de três professores
da Escola Secundária José Gomes
Ferreira: «Brás», «Horácio», «Luís».
Senhor Brás não era professor.
«Tadeu» é que já sria seria outro nome de
professor.
O Nobel de 1998 foi atribuído a Saramago,
sendo o primeiro concedido a um escritor
de língua portuguesa.
Já antes de receber o Prémio Nobel
Saramago vivia em Laçarote, com a sua
futura viúva Pilar del Mar.
Lanzarote
Pilar del Rio
Entre as adaptações ao cinema de livros
de Saramago estão Ruibarbo, Cacilheiro
de pedra, Ensaio sobre a miopia, O
homem duplicado.
Embargo
A Jangada de Pedra
Ensaio sobre a Cegueira
Fernando Meirelles, conceituado
realizador brasileiro, beija Saramarago
na boca.
beija na testa
Para Miguel Real, um dos méritos dos
livros de Saramago é tratarem temas
universais (em livros seus há novas
teorias do poder, do sagrado, da
Península Ibérica, da história de
Portugal).
Harold Bloom considera nove romances
de Saramago impressionantes (por
serem péssimos).
oito
por serem muito bons
Zeferino Coelho diz que as obras mais
vendidas de Saramago são Memorial do
Convento e, talvez, Ensaio sobre a
cegueira.
José Saramago é uma planta comestível
(mistura-se bem em saladas, com um
nico de azeite).
saramago
[Não sei se é bom em saladas.]
«Saramago» era alcunha de família, mas,
por erro do funcionário do registo civil, foi
assumido como apelido do futuro
escritor.
Segundo Kafka (apud Saramago), o
romance deve ser uma acha capaz de
romper o mar gelado da nossa
consciência.
Saramago dizia não ser pessimista e que
era o mundo que era péssimo.
TPC — Em Gaveta de Nuvens
relanceia «Itens com Lusíadas em
provas de exame». (Vai vendo também
os cenários de resposta oficiais — que,
nota, não são exatamente modelos de
respostas, mas sínteses-guias para o
corretor.)
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Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 138-139

  • 1.
  • 2. Os Lusíadas são uma obra de glorificação e confiança ou de desalento e descrença? Por um lado, na sua aparência mais visível, apresentam uma história em que a aventura chega a bom termo, obtém as finalidades propostas, em que os inimigos ficam vencidos e os heróis reconhecidos e recompensados. [...] Porém, o lado sombrio, que encontrámos no Velho do Restelo e noutros passos de deceção e cansaço, também adquire expressão nítida. MATOS, Maria Vitalina Leal de, «Lusíadas (Os)», in SILVA, Vítor Aguiar e (coord.), 2011. Dicionário de Luís de Camões. Alfragide: Caminho
  • 3. Reflete sobre a questão levantada no início do excerto acima transcrito, considerando as ver­tentes laudatória e crítica d’Os Lusíadas. Apoia a tua reflexão em alusões pertinentes à obra. Escreve um texto de oitenta a cento e trinta palavras.
  • 4. [Tópicos de resposta:] i. Os Lusíadas enquanto texto épico, que relata as façanhas gloriosas dos portugueses, os quais, em diferentes momentos dos vários planos narrativos, se mostram corajosos e determinados: as adversidades superadas durante a viagem, os exemplos heroicos da História de Portugal, as lutas com os deuses, que mais salientam a sua superioridade. Há, pois, a manifestação do «entusiasmo heroico» pelos feitos alcançados, imbuída de «fé» nas capacidades do Homem;
  • 5. ii. Os Lusíadas como exemplo de texto antiépico, que desvenda o «avesso» da realidade eufórica cantada: apesar de dignos de louvor pelas concretizações alcançadas, os portugueses são também frequentemente analisados do ponto de vista moral. Dessa análise, resulta um conjunto de reflexões em que o poeta critica vícios e defeitos do povo lusitano, numa expressão de «melancolia desalentada» face ao seu povo.
  • 6. Os Lusíadas transmitem, por vezes, uma visão contraditória dos portu­gueses e dos seus feitos, ao conjugar momentos de elogio e de crítica. O tom geral do poema é de enalte­ cimento dos lusitanos, apresentados como heróis superadores das mais diversas provas (os perigos marítimos, as doenças, a separação da família) e capazes, inclusiva­ mente, de dividir os deuses (ganhando a inimizade de Baco que, continuamente, lhes arma ciladas).
  • 7. Contudo, o poeta não abdica de uma posição interventiva e, particular­mente no final dos cantos e na sequência dos acontecimentos relatados, manifesta grande tristeza face à perda de valores dos portugueses e ao seu desinteresse pelas artes. Deste modo, alia­se à exaltação épica da nação lusa o tom disfórico de um poeta­ narrador que avalia lúcida e criticamente os efeitos da mesma expansão que canta.
  • 8.
  • 9.
  • 10. perfectivo = perfetivo sujeiro = sujeito Entre as linhas 21 e 24 («Quem são, perguntou a uma mulher que levava uma criança ao colo, De três não sei eu, aquele além e aquela são pai e filha que vieram por culpas de judaísmo, e o outro, o da ponta, é um que fazia comédias de bonifrates e se chamava António José da Silva, dos mais não ouvi falar») há
  • 11.
  • 12. Escreve umas linhas finais alternativas (a partir de «parece mais novo.», l. 27) à conclusão de Saramago (de 40 a 100 palavras). Não optes por finais estapafúrdios fora do restante registo, embora possas criar um desfecho igualmente mágico.
  • 13.
  • 14. Em «Durante nove anos, Blimunda procurou Baltasar» (l. 5), o valor aspetual durativo, imperfetivo, resulta, sobretudo, do a) modificador «Durante nove anos». b) tempo de «procurou» e do valor de «durante nove anos». c) sentido de ‘procurar’. d) tempo verbal de «procurou».
  • 15. Em «e andando e buscando» (l. 8), o polissíndeto transmite-nos a) a ideia de hesitação. b) o valor de acumulação obsessiva. c) um matiz aspectual perfectivo. d) o sentido denotativo de enumeração.
  • 16. O segmento sublinhado em «veio a descobrir como é pequeno este país onde nasceu» (ll. 8-9) corresponde a uma oração subordinada a) adverbial temporal. b) adjetiva relativa explicativa. c) adjetiva relativa restritiva. d) substantiva completiva.
  • 17. Em «dava com rostos que reconhecia» (l. 9), «chamavam-me voadora» (10), o tempo verbal (traduzindo uma marca aspetual relacionável com a persistência e duração das buscas de Blimunda) é o a) Perfeito do Indicativo. b) Mais-que-perfeito do Indicativo. c) Imperfeito do Indicativo. d) Presente do Indicativo.
  • 18. oração relativa adjetiva restritiva Em «achou o homem que procurava» (ll. 10-11), o segmento sublinhado é um a) modificador apositivo do nome. b) modificador restritivo do nome. c) complemento direto. d) modificador do grupo verbal.
  • 19. [ = porque o tempo é chegado] Em «Não comas, que o tempo é chegado» (l. 18), a oração subordinada é a) adverbial causal. b) adjetiva relativa restritiva. c) adjetiva relativa explicativa. d) substantiva completiva.  
  • 20. Entre as linhas 21 e 24 («Quem são, perguntou a uma mulher que levava uma criança ao colo, De três não sei eu, aquele além e aquela são pai e filha que vieram por culpas de judaísmo, e o outro, o da ponta, é um que fazia comédias de bonifrates e se chamava António José da Silva, dos mais não ouvi falar») há a) discurso direto, apenas. b) discurso direto livre, apenas. c) discurso direto, primeiro, seguido de discurso direto livre. d) discurso indireto livre.
  • 21. Na linha 22, são deíticos espaciais a) «aquele», «além», «aquela». b) «aquele», «além», «aquela», «vieram», «o outro». c) «eu», «aquele», «além», «aquela», «vieram», «o outro». d) «aquele», «aquela».
  • 22. São onze os supliciados. (= Os supliciados são onze) sujeito predicativo do sujeito Na linha 25, o constituinte «os supliciados» tem a função sintática de a) sujeito composto. b) sujeito simples. c) predicativo do complemento direto. d) predicativo do sujeito.
  • 23. parece mais novo Na linha 27, «mais novo» desempenha a função sintática de a) complemento direto. b) predicativo do sujeiro. c) complemento indireto. d) predicativo do complemento indireto.
  • 24. Em «Então Blimunda disse, Vem» (l. 28) há a) discurso direto. b) discurso direto livre. c) discurso indireto. d) discurso indireto livre.
  • 25.
  • 26. Em 1992, o governo decidiu afastar Evangelho segundo Jorge Jesus, de José Saramago, da candidatura ao Prémio Literário Europeu. O Evangelho segundo Jesus Cristo
  • 27. José Saramago confirma usar, como sinais de pontuação, apenas duas sinalefas: vírgula e ponto.
  • 28. O estilo de Saramago incomodava o Beato Jacinto (brevemente, Santo Jacinto). Padre Jacinto Farias
  • 29. O primeiro romance de Saramago publicado depois de Memorial do Convento aproveitava a figura de um heterónimo de Pessoa, Ricardo Caeiro. Ricardo Reis
  • 30. Para Zeferino Coelho, foi ousadia Saramago ter tratado de um dos heterónimos de Pessoa, já que, assim, invadia um território considerado privativo dos pessoanos.
  • 31. Em Jangada de Ferro, Portugal separa-se da Península Ibérica. A Jangada de Pedra A Península Ibérica separa-se da Europa
  • 32. Saramago reagiu com veemência à discriminação de que fora objeto Evangelho segundo Rui Vitória. O Evangelho segundo Jesus Cristo
  • 33. Saramago dizia escrever para desassossegar.
  • 34. Entre os nomes da lista de trabalhadores de Mafra estão nomes de três professores da Escola Secundária José Gomes Ferreira: «Brás», «Horácio», «Luís». Senhor Brás não era professor. «Tadeu» é que já sria seria outro nome de professor.
  • 35. O Nobel de 1998 foi atribuído a Saramago, sendo o primeiro concedido a um escritor de língua portuguesa.
  • 36. Já antes de receber o Prémio Nobel Saramago vivia em Laçarote, com a sua futura viúva Pilar del Mar. Lanzarote Pilar del Rio
  • 37. Entre as adaptações ao cinema de livros de Saramago estão Ruibarbo, Cacilheiro de pedra, Ensaio sobre a miopia, O homem duplicado. Embargo A Jangada de Pedra Ensaio sobre a Cegueira
  • 38. Fernando Meirelles, conceituado realizador brasileiro, beija Saramarago na boca. beija na testa
  • 39. Para Miguel Real, um dos méritos dos livros de Saramago é tratarem temas universais (em livros seus há novas teorias do poder, do sagrado, da Península Ibérica, da história de Portugal).
  • 40. Harold Bloom considera nove romances de Saramago impressionantes (por serem péssimos). oito por serem muito bons
  • 41. Zeferino Coelho diz que as obras mais vendidas de Saramago são Memorial do Convento e, talvez, Ensaio sobre a cegueira.
  • 42. José Saramago é uma planta comestível (mistura-se bem em saladas, com um nico de azeite). saramago [Não sei se é bom em saladas.]
  • 43. «Saramago» era alcunha de família, mas, por erro do funcionário do registo civil, foi assumido como apelido do futuro escritor.
  • 44. Segundo Kafka (apud Saramago), o romance deve ser uma acha capaz de romper o mar gelado da nossa consciência.
  • 45. Saramago dizia não ser pessimista e que era o mundo que era péssimo.
  • 46.
  • 47. TPC — Em Gaveta de Nuvens relanceia «Itens com Lusíadas em provas de exame». (Vai vendo também os cenários de resposta oficiais — que, nota, não são exatamente modelos de respostas, mas sínteses-guias para o corretor.)