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Vai lendo o depoimento de Maria do
Rosário Pedreira — «Pôr o dedo na
ferida» (p. 108) — e circundando a melhor
alínea de cada item.
O título «Pôr o dedo na ferida» procura
fazer uma alusão
a) ao facto de Gil Vicente ter exposto os aspetos
negativos da sociedade do seu tempo.
b) ao ambiente fechado, autoritário, da escola
em que a cronista estudou.
c) ao facto de palavras como «caganeira» (e,
decerto, «cocó») terem passado a ser ditas em
aula.
d) às reações da personagem Inês na Farsa de
Inês Pereira.
«era muito diferente da de hoje» (ll. 2-3) é
v. cop. predicativo do sujeito
a) predicativo do sujeito.
b) predicado.
c) frase.
d) período.
O facto a que se reporta «o que, aliás,
aconteceu muito mais depressa do que
supúnhamos» (ll. 10-11) foi
a) uma lufada de ar fresco.
b) o castelhano ter surgido misturado
com a língua arcaica.
c) a compreensão fácil do português de
Gil Vicente.
d) rir à gargalhada.
Ultrapassados os obstáculos iniciais
daquela língua arcaica com borrifos de
castelhano (o que, aliás, aconteceu muito
mais depressa do que supúnhamos)
«Gil Vicente foi mesmo um desbocado»
(l. 23) significa que Gil Vicente
«Nesse sentido, Gil Vicente foi mesmo um desbocado»
Cfr. cinco ll. anteriores
a) era desdentado.
b) não tinha boca.
c) falava muito.
d) criticava muito.
«atual» (l. 33) é
o que o mestre escreveu permanece atual
sujeito v. copulativo pred. suj
a) predicativo do sujeito.
b) complemento oblíquo.
c) complemento indireto.
d) complemento direto.
O que torna «este texto grande literatura»
(ll. 42-43) é
a) a mudança surpreendente da linha de ação e
certos aspetos formais.
b) Gil Vicente transformar a vítima em carrasco.
c) Gil Vicente permitir a Inês emendar o pé,
além das palavras ricas e belíssimas.
d) a forma com que se apresenta o conteúdo
(versos, palavras ricas, rima).
Duas coisas tornam, porém, este texto
grande literatura: primeiro, a reviravolta
surpreendente em que Gil Vicente
transforma a vítima em carrasco,
permitindo a Inês emendar a mão; depois,
a forma com que se apresenta o conteúdo:
versos que são um prodígio (mais de mil!),
palavras ricas e belíssimas, uma rima
irrepreensível.
Passa agora ao depoimento de Fernando
Alvim — «Se não estou em erro» (p. 109)
— e vai também circundando a melhor
alínea de cada item.
«a vossa idade» (l. 3) indica que o
narrador — no fundo, identificável com
Fernando Alvim — toma como narratário
(como seu destinatário)
Eu teria mais ou menos a vossa idade
a) os ouvintes do seu programa de rádio.
b) os espetadores do seu programa de
televisão.
c) quem o leia.
d) estudantes do 10.º ano.
Em «e, talvez, um sentido estético bem
mais sofrível que os anos 80 não
pouparam a ninguém» (ll. 3-5), o narrador
a) brinca com o gosto dos adolescentes
atuais.
b) brinca com o gosto dos anos oitenta.
c) considera que, antigamente, havia
modas melhores.
d) assume que os anos oitenta foram
uma época de gastos.
Pelas linhas 5-9 percebemos que Alvim
estudou
a) a Farsa de Inês Pereira pouco antes de ter
lido o Auto da Barca do Inferno.
b) a Farsa de Inês Pereira bastante antes de ter
lido o Auto da Barca de Inferno.
c) o Auto da Barca do Inferno antes de ter lido
a Farsa de Inês Pereira.
d) as obras de Gil Vicente pouco depois do
exame de condução.
Creio que terá sido então com a Farsa de
Inês Pereira, e uns bons anos antes de o
Auto da barca do inferno me ter
ensinado impropérios que ainda hoje
uso no trânsito, que me estreei na obra
do…
«daquelas de que vocês tanto gostam»
(l. 13)
o bolo de que gosto * o bolo que gosto
a) está mal escrito.
b) reporta-se às peças de Gil Vicente.
c) alude a peças de vestuário.
d) diz respeito a selfies (l. 16).
«moderno» (l. 20) é um
os dois maridos (eu avisei que era
moderno)
a) predicativo do sujeito relativo ao próprio
narrador.
b) predicativo do sujeito relativo à peça de Gil
Vicente.
c) predicativo do sujeito relativo a Gil Vicente.
d) complemento direto.
«É certinho» (l. 24) exprime
a) ironia acerca da duração da vida
daqueles a quem se dirige.
b) ceticismo quanto à boa natureza dos
comportamentos das pessoas.
c) a índole atitudinal de Brás da Mata.
d) confiança de que os nomes «Inês»,
«Pereira», «Brás» e «Mata» sejam dos
mais comuns no futuro.
Se ainda não conhecem, vão, ao longo
das vossas vidas, conhecer umas quantas
Inês Pereira e uns poucos Brás da Mata. É
certinho!
Nas primeiras linhas do terceiro
parágrafo (l. 25-...), assume-se que a
Farsa de Inês Pereira
a) critica clero e casamento.
b) luta contra a discriminação entre
géneros e o casamento tradicional.
c) aborda muitos locais.
d) caricatura mais os homens do que as
mulheres.
 
«A sério, ele não se importa» (l. 36)
significa que Gil Vicente
a) merece ser lido.
b) não se importa que o digiram.
c) não se importa de levar pancada.
d) não tinha medo de ridicularizar com
quem se cruzava.
 
Bom, mas para verem do que falo, só
mesmo lendo e digerindo este nosso Gil
Vicente. A sério, ele não se importa.
Em «O meu fascínio por Gil Vicente [=
dramaturgo] sofreu um rombo de que
julguei ser impossível recuperar» (ll. 44-
45), «Gil Vicente» refere
a) uma equipa de futebol.
b) Makpoloka Mangonga.
c) o narrador.
d) o importante dramaturgo.
 
«Ela mesma» (l. 50) é uma
Ela mesma: a Farsa de Inês Pereira.
catáfora referente (sucedente)
a) catáfora, tendo como referente «a Farsa de Inês
Pereira».
b) anáfora, tendo como referente «a Farsa de Inês
Pereira».
c) anáfora, tendo como referente «leitura para os
pacientes que aguardam a sua vez».
d) catáfora, tendo como referente «leitura para os
pacientes que aguardam a sua vez».
Direta
•autocaracterização
– Homem do Bussaco, Renato Alexandre,
Busto, Nélson
•heterocaracterização
– Busto caracterizado por Bussaco («guias
mal») e por Bruno («tens má dicção»);
Bussaco e Busto por Renato («vocês nem
são parecidos»)
Indireta
– Bruno e todos anteriores (a maneira de
falar, a «imagem», ações)
Direta
•autocaracterização
– Homem do Bussaco, Renato Alexandre, Busto, Nélson  // Inês
(«sam aguçosa»); Pero descreve-se (295-309)
•heterocaracterização
– Busto caracterizado por Bussaco («guias mal») e por Bruno
(«tens má dicção»); Bussaco e Busto por Renato («vocês nem
são parecidos») // Inês sobre Pero («um vilanzinho
mais covarde que um judeu»; os apartes «que
Jão das Bestas», «quam desviado este está»)
Indireta
– Bruno e todos anteriores (a maneira de falar, a «imagem»,
ações) // Vestuário de Pero, o sentar-se de
costas, …
modelada ou redonda
•as personagens principais de Expiação; [a
mãe de Inês?]
plana
•as personagens do «Programa do Aleixo;
as das peças de Gil Vicente, em geral
tipo
•Lianor como alcoviteira; Inês como
rapariga fútil; Pero como pacóvio inocente;
padre mulherengo atiradiço; ...
Escreve comentário comparativo
entre a letra da canção «Ele e ela» e a
cena da Farsa em que intervêm Inês e
Pero Marques (vv. 284-390).
Inclui duas citações do texto e duas
citações da cantiga.
Pelo menos, 150 palavras. A caneta.
rebentinha = acesso de raiva
samicas = talvez || vilão = camponês, labrego
fora de mão = disparatado
em que te pês = ainda que não te agrade
cuido = penso || val = vale || heréus = herdeiros
perém = porém || veria dos céus = cairia dos
céus || a segundo = conforme || derradeira =
[no fundo do capelo] || peas = peias (cordas)
perlas = pérolas || pentem = pente || de boa
mente = de boa vontade || folhinhas borrifadas
= folhas húmidas || chentadas = postas ||
cant’eu = quanto a mim || despejado = sem
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Pero, ingénua mas voluntariamente,
declara-se a Inês.
Robbie, inopinada mas francamente,
declara-se a Cecilia.
Carta de Pero é levada a Inês por Lianor.
Bilhete de Robbie é levado a Cecilia por
Briony.
Lianor é a casamenteira, a alcoviteira, o
que implica dotes de enganar os outros.
Briony é quem intriga, quem levará os
outros a equívocos.
Ao ler a carta, Inês desdenha de Pero,
mas aceita recebê-lo.
Ao ler o bilhete, Cecilia (*) ...
O diálogo entre Pero Marques e Inês é
previsível. Pretende-se mostrar a
simplicidade, a ingenuidade, a falta de
discernimento, de Pero e como Inês o
perceciona como pretendente inadequado.
Se tivermos em conta que a peça
desenvolvia o mote «mais quero asno que
me leve que cavalo que me derrube» até
conseguimos adivinhar o que acontecerá.
O diálogo a que assistíramos entre
Paul Marshall e Lola é surpreendente. A
conduta do adulto, em conversa com
uma adolescente, é inadequada.
Percebemos que trechos do filme como
este funcionam como indícios e devem
ser recuperados mais à frente, quando
se tratar de perceber o desenvolvimento
da ação e interpretar o que
verdadeiramente aconteceu.
TPC — [Repete-se:] — Vai lendo o
livro escolhido. (Na próxima aula,
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Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 63-64

  • 1.
  • 2. Vai lendo o depoimento de Maria do Rosário Pedreira — «Pôr o dedo na ferida» (p. 108) — e circundando a melhor alínea de cada item.
  • 3. O título «Pôr o dedo na ferida» procura fazer uma alusão a) ao facto de Gil Vicente ter exposto os aspetos negativos da sociedade do seu tempo. b) ao ambiente fechado, autoritário, da escola em que a cronista estudou. c) ao facto de palavras como «caganeira» (e, decerto, «cocó») terem passado a ser ditas em aula. d) às reações da personagem Inês na Farsa de Inês Pereira.
  • 4. «era muito diferente da de hoje» (ll. 2-3) é v. cop. predicativo do sujeito a) predicativo do sujeito. b) predicado. c) frase. d) período.
  • 5. O facto a que se reporta «o que, aliás, aconteceu muito mais depressa do que supúnhamos» (ll. 10-11) foi a) uma lufada de ar fresco. b) o castelhano ter surgido misturado com a língua arcaica. c) a compreensão fácil do português de Gil Vicente. d) rir à gargalhada.
  • 6. Ultrapassados os obstáculos iniciais daquela língua arcaica com borrifos de castelhano (o que, aliás, aconteceu muito mais depressa do que supúnhamos)
  • 7. «Gil Vicente foi mesmo um desbocado» (l. 23) significa que Gil Vicente «Nesse sentido, Gil Vicente foi mesmo um desbocado» Cfr. cinco ll. anteriores a) era desdentado. b) não tinha boca. c) falava muito. d) criticava muito.
  • 8. «atual» (l. 33) é o que o mestre escreveu permanece atual sujeito v. copulativo pred. suj a) predicativo do sujeito. b) complemento oblíquo. c) complemento indireto. d) complemento direto.
  • 9. O que torna «este texto grande literatura» (ll. 42-43) é a) a mudança surpreendente da linha de ação e certos aspetos formais. b) Gil Vicente transformar a vítima em carrasco. c) Gil Vicente permitir a Inês emendar o pé, além das palavras ricas e belíssimas. d) a forma com que se apresenta o conteúdo (versos, palavras ricas, rima).
  • 10. Duas coisas tornam, porém, este texto grande literatura: primeiro, a reviravolta surpreendente em que Gil Vicente transforma a vítima em carrasco, permitindo a Inês emendar a mão; depois, a forma com que se apresenta o conteúdo: versos que são um prodígio (mais de mil!), palavras ricas e belíssimas, uma rima irrepreensível.
  • 11. Passa agora ao depoimento de Fernando Alvim — «Se não estou em erro» (p. 109) — e vai também circundando a melhor alínea de cada item.
  • 12. «a vossa idade» (l. 3) indica que o narrador — no fundo, identificável com Fernando Alvim — toma como narratário (como seu destinatário) Eu teria mais ou menos a vossa idade a) os ouvintes do seu programa de rádio. b) os espetadores do seu programa de televisão. c) quem o leia. d) estudantes do 10.º ano.
  • 13. Em «e, talvez, um sentido estético bem mais sofrível que os anos 80 não pouparam a ninguém» (ll. 3-5), o narrador a) brinca com o gosto dos adolescentes atuais. b) brinca com o gosto dos anos oitenta. c) considera que, antigamente, havia modas melhores. d) assume que os anos oitenta foram uma época de gastos.
  • 14. Pelas linhas 5-9 percebemos que Alvim estudou a) a Farsa de Inês Pereira pouco antes de ter lido o Auto da Barca do Inferno. b) a Farsa de Inês Pereira bastante antes de ter lido o Auto da Barca de Inferno. c) o Auto da Barca do Inferno antes de ter lido a Farsa de Inês Pereira. d) as obras de Gil Vicente pouco depois do exame de condução.
  • 15. Creio que terá sido então com a Farsa de Inês Pereira, e uns bons anos antes de o Auto da barca do inferno me ter ensinado impropérios que ainda hoje uso no trânsito, que me estreei na obra do…
  • 16. «daquelas de que vocês tanto gostam» (l. 13) o bolo de que gosto * o bolo que gosto a) está mal escrito. b) reporta-se às peças de Gil Vicente. c) alude a peças de vestuário. d) diz respeito a selfies (l. 16).
  • 17. «moderno» (l. 20) é um os dois maridos (eu avisei que era moderno) a) predicativo do sujeito relativo ao próprio narrador. b) predicativo do sujeito relativo à peça de Gil Vicente. c) predicativo do sujeito relativo a Gil Vicente. d) complemento direto.
  • 18. «É certinho» (l. 24) exprime a) ironia acerca da duração da vida daqueles a quem se dirige. b) ceticismo quanto à boa natureza dos comportamentos das pessoas. c) a índole atitudinal de Brás da Mata. d) confiança de que os nomes «Inês», «Pereira», «Brás» e «Mata» sejam dos mais comuns no futuro.
  • 19. Se ainda não conhecem, vão, ao longo das vossas vidas, conhecer umas quantas Inês Pereira e uns poucos Brás da Mata. É certinho!
  • 20. Nas primeiras linhas do terceiro parágrafo (l. 25-...), assume-se que a Farsa de Inês Pereira a) critica clero e casamento. b) luta contra a discriminação entre géneros e o casamento tradicional. c) aborda muitos locais. d) caricatura mais os homens do que as mulheres.  
  • 21. «A sério, ele não se importa» (l. 36) significa que Gil Vicente a) merece ser lido. b) não se importa que o digiram. c) não se importa de levar pancada. d) não tinha medo de ridicularizar com quem se cruzava.  
  • 22. Bom, mas para verem do que falo, só mesmo lendo e digerindo este nosso Gil Vicente. A sério, ele não se importa.
  • 23. Em «O meu fascínio por Gil Vicente [= dramaturgo] sofreu um rombo de que julguei ser impossível recuperar» (ll. 44- 45), «Gil Vicente» refere a) uma equipa de futebol. b) Makpoloka Mangonga. c) o narrador. d) o importante dramaturgo.  
  • 24. «Ela mesma» (l. 50) é uma Ela mesma: a Farsa de Inês Pereira. catáfora referente (sucedente) a) catáfora, tendo como referente «a Farsa de Inês Pereira». b) anáfora, tendo como referente «a Farsa de Inês Pereira». c) anáfora, tendo como referente «leitura para os pacientes que aguardam a sua vez». d) catáfora, tendo como referente «leitura para os pacientes que aguardam a sua vez».
  • 25.
  • 26. Direta •autocaracterização – Homem do Bussaco, Renato Alexandre, Busto, Nélson •heterocaracterização – Busto caracterizado por Bussaco («guias mal») e por Bruno («tens má dicção»); Bussaco e Busto por Renato («vocês nem são parecidos») Indireta – Bruno e todos anteriores (a maneira de falar, a «imagem», ações)
  • 27. Direta •autocaracterização – Homem do Bussaco, Renato Alexandre, Busto, Nélson  // Inês («sam aguçosa»); Pero descreve-se (295-309) •heterocaracterização – Busto caracterizado por Bussaco («guias mal») e por Bruno («tens má dicção»); Bussaco e Busto por Renato («vocês nem são parecidos») // Inês sobre Pero («um vilanzinho mais covarde que um judeu»; os apartes «que Jão das Bestas», «quam desviado este está») Indireta – Bruno e todos anteriores (a maneira de falar, a «imagem», ações) // Vestuário de Pero, o sentar-se de costas, …
  • 28. modelada ou redonda •as personagens principais de Expiação; [a mãe de Inês?] plana •as personagens do «Programa do Aleixo; as das peças de Gil Vicente, em geral tipo •Lianor como alcoviteira; Inês como rapariga fútil; Pero como pacóvio inocente; padre mulherengo atiradiço; ...
  • 29.
  • 30. Escreve comentário comparativo entre a letra da canção «Ele e ela» e a cena da Farsa em que intervêm Inês e Pero Marques (vv. 284-390). Inclui duas citações do texto e duas citações da cantiga. Pelo menos, 150 palavras. A caneta.
  • 31. rebentinha = acesso de raiva samicas = talvez || vilão = camponês, labrego fora de mão = disparatado em que te pês = ainda que não te agrade cuido = penso || val = vale || heréus = herdeiros perém = porém || veria dos céus = cairia dos céus || a segundo = conforme || derradeira = [no fundo do capelo] || peas = peias (cordas) perlas = pérolas || pentem = pente || de boa mente = de boa vontade || folhinhas borrifadas = folhas húmidas || chentadas = postas || cant’eu = quanto a mim || despejado = sem pejo (sem compostura)
  • 32.
  • 33. Pero, ingénua mas voluntariamente, declara-se a Inês. Robbie, inopinada mas francamente, declara-se a Cecilia.
  • 34. Carta de Pero é levada a Inês por Lianor. Bilhete de Robbie é levado a Cecilia por Briony.
  • 35. Lianor é a casamenteira, a alcoviteira, o que implica dotes de enganar os outros. Briony é quem intriga, quem levará os outros a equívocos.
  • 36. Ao ler a carta, Inês desdenha de Pero, mas aceita recebê-lo. Ao ler o bilhete, Cecilia (*) ...
  • 37. O diálogo entre Pero Marques e Inês é previsível. Pretende-se mostrar a simplicidade, a ingenuidade, a falta de discernimento, de Pero e como Inês o perceciona como pretendente inadequado. Se tivermos em conta que a peça desenvolvia o mote «mais quero asno que me leve que cavalo que me derrube» até conseguimos adivinhar o que acontecerá.
  • 38. O diálogo a que assistíramos entre Paul Marshall e Lola é surpreendente. A conduta do adulto, em conversa com uma adolescente, é inadequada. Percebemos que trechos do filme como este funcionam como indícios e devem ser recuperados mais à frente, quando se tratar de perceber o desenvolvimento da ação e interpretar o que verdadeiramente aconteceu.
  • 39.
  • 40. TPC — [Repete-se:] — Vai lendo o livro escolhido. (Na próxima aula, inquirirei o que está a ser feito.)