Slides 8 de junho 2013

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Slides 8 de junho 2013

  1. 1. TERCEIRO ENCONTRO08 DE JUNHO DE 2012
  2. 2. OBJETIVOS DO ENCONTROSUBSIDIAR A CONSTRUÇÃO DO PLANEJAMENTO DE UMAROTINA NA ALFABETIZAÇÃO NA PERSPECTIVA DOLETRAMENTO.COMPREENDER A CONCEPÇÃO DE ALFABETIZAÇÃO E DAAPRENDIZAGEM DA ESCRITA ALFABÉTICA NA CONCEPÇÃO DEUM SISTEMA DE NOTAÇÃO E NÃO DE UM CÓDIGO.APRESENTAR O PERCURSO EVOLUTIVO DAS CRIANÇAS PARACOMPREENDER O SEA.- UMA BREVE REVISÃO SOBRE O SEA, SUAS CONVENÇÕES E AAPROPRIAÇÃO DESSE SISTEMA PELOS APRENDIZES, À LUZ DATEORIA DA PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA.
  3. 3. AGENDA DA MANHÃ- LEITURA LITERÁRIA.- OBJETIVOS DO ENCONTRO.- RETOMADA DO TRABALHO PESSOAL.- LEITURA TEÓRICA.- ATIVIDADES PERMANENTES, SEQUÊNCIA DEATIVIDADES E PROJETOS.- ESCRITA DOCENTE.- VÍDEO- REFLETINDO SOBRE AS ROTINAS- TROCA DE EXPERIÊNCIAS
  4. 4. LEITURA LITERÁRIA
  5. 5. RETOMADA DO TRABALHOPESSOAL
  6. 6. LEITURA TEÓRICA:• ANO 1: AS ROTINAS DA ESCOLA E DA SALA DEAULA: REFERÊNCIAS PARA A ORGANIZAÇÃO DOTRABALHO DO PROFESSOR ALFABETIZADOR.• ANO 2: ROTINAS DE ALFABETIZAÇÃO NAPERSPECTIVA DO LETRAMENTO: A ORGANIZAÇÃODO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM.• ANO 3: ROTINA NA ALFABETIZAÇÃO: INTEGRANDODIFERENTES COMPONENTES CURRICULARES.
  7. 7. O GRUPO DEVERÁ PLANEJARUMA APRESENTAÇÃO DO TEXTODESTACANDOOS PONTOS PRINCIPAIS.APÓS A LEITURA DOS TEXTOS
  8. 8. ROTINA SEMANAL:2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feiraRoda de conversaLivreChamadaRegistro da AgendaCalendárioRoda de conversaTematizadaChamadaRegistro da AgendaCalendárioRoda de conversaLivreChamadaRegistro da AgendaCalendárioRoda de conversaTematizadaChamadaRegistro da AgendaCalendárioRoda de conversaLivreChamadaRegistro da AgendaCalendárioLeitura compartilhada:ContoLeitura compartilhada:Texto jornalísticoLeitura compartilhada:PoesiaLeitura compartilhada:CuriosidadesLeitura compartilhada:AdivinhasAtividade de reflexão sobre oSEA.Para alunos com escrita nãoalfabética: Ordenação dequadrinha (versos ou palavras)Para alunos de escritaalfabética: Escrita da quadrinha(letras móveis)Projeto Sarau de Poesias. Atividade de reflexão sobre oSEA.Para alunos com escrita nãoalfabética: Ditado cantadoPara alunos de escritaalfabética: Escrita de letra demúsicaAtividade de reflexão sobre oSEA.Para alunos com escrita nãoalfabética: Leitura de títulos dehistórias: o professor lê trechosde histórias e os alunosencontram os títulos na listaPara alunos de escritaalfabética: Os alunos leemtrechos de histórias conhecidase escrevem os títulos.Atividade de reflexão sobre oSEA.Para alunos com escrita nãoalfabética: leitura de lista denomes de personagensPara alunos de escritaalfabética: Escrita de lista denomes de personagensJOGOS COM NOMESPara alunos com escrita nãoalfabética: BingoPara alunos com escritaalfabética: Forca.Atividade de escrita:Escrita de Bilhete ARTESAtividade de escrita:Escrita de BilheteProjeto Sarau de Poesias. Atividade de escrita:Escrita de BilheteMATEMÁTICA HISTÓRIA E GEOGRAFIA MATEMÁTICA CIÊNCIAS NATURAIS EDUCAÇÃO FÍSICA
  9. 9. O QUE SÃO:ATIVIDADES PERMANENTES,SEQUÊNCIA DIDÁTICA EPROJETO DIDÁTICO.
  10. 10. ATIVIDADE PERMANENTETRABALHO DIDÁTICOREALIZADO REGULARMENTE(DIÁRIA, SEMANAL OUQUINZENALMENTE), COMOLER PARA OS ALUNOS,ORGANIZAR RODAS DECONVERSA, ETC.
  11. 11. SEQUÊNCIA DE ATIVIDADESSÉRIE DE ATIVIDADESENVOLVENDO UM MESMOCONTEÚDO, COM ORDEMCRESCENTE DE DIFICULDADE,PLANEJADAS PARAPOSSIBILITAR ODESENVOLVIMENTO DAPRÓXIMA.
  12. 12. PROJETO DIDÁTICOCONJUNTO DE AÇÕES PARA AELABORAÇÃO DE UM PRODUTOFINAL QUE TENHA USO PELACOMUNIDADE ESCOLAR. UMA DESUAS CARACTERÍSTICAS ÉENVOLVER A TURMA EM TODAS ASETAPAS DO PLANEJAMENTO.
  13. 13. O quê você mudaria na sua rotina dasala de aula após a leitura eapresentação dostextos ? Por quê?•ESCRITA DOCENTE 1Refletindo sobre a rotina da salade aula
  14. 14. TROCA DE EXPERIÊNCIAS:
  15. 15. • VÍDEO:
  16. 16. AGENDA DA TARDE- LEITURA LITERÁRIA.- DIAGNÓSTICO- ANÁLISE DE ESCRITAS- ESCRITA DOCENTE 2- LEITURA TEÓRICA- VÍDEO- ESCRITA DOCENTE 3- TRABALHO PESSOAL
  17. 17. LEITURA LITERÁRIA
  18. 18. TRABALHO EM GRUPO:
  19. 19. ANÁLISE DE ESCRITAS
  20. 20. Supondo que um dos seus alunosencontra-se nessa hipótese de escrita,enumere quais os conhecimentos elejá possui sobre o sistema de escrita, equais outros conhecimentos precisaaprender.•ESCRITA DOCENTE 2
  21. 21. As crianças possuem conceitualizações sobre anatureza da escrita muito antes da intervençãode um ensino sistemático. Porém, além dissoessas conceitualizações não são arbitrárias,mas sim possuem uma lógica interna que astorna explicáveis e compreensíveis sob umponto de vista psicogenético.FERREIRO E TEBEROSKYPSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA
  22. 22. As crianças, os jovens e os adultos não alfabetizadosformulam ideias sobre o funcionamento da língua escrita,antes mesmo de frequentarem a escola.Essas teorias internas evoluem por meio de reflexões queo próprio aluno faz sobre o sistema de escrita ao longo dotempo e também por meio de interações que realiza comas informações que o ambiente lhe oferece.Trata-se de uma evolução conceitual e não exclusivamentegráfica. Por isso, o professor precisa descobrir o que oaluno esta pensando sobre a escrita naquele momento,mais do que avaliar se consegue desenhar bem cada umadas letras.Identificar as hipóteses de escrita de cada aluno écondição primordial para planejar as atividades adequadase, principalmente, os agrupamentos produtivos da turma.
  23. 23. EVOLUÇÃODAESCRITA
  24. 24. A criança é também um produtor detexto desde a tenra idade. Estasprimeiras tentativas de escrita são dedois tipos: traços onduladoscontínuos, ou uma série de pequenoscírculos ou de linhas verticais.
  25. 25. Imitar o ato de escrever é umacoisa, interpretar a escritaproduzida é outra.Então, a partir de que momento acriança dá uma interpretação àsua escrita?
  26. 26. No começo da interpretação daprópria escrita, a criança podeacompanhar seus desenhos deoutros sinais que representamseu próprio nome.
  27. 27. NÍVEL 1ESCRITA PRÉ-SILÁBICA
  28. 28. Neste nível, escrever é reproduzir ostraços típicos da escrita que a criançaidentifica como a forma básica damesma (imprensa ou cursiva).No que diz respeito à interpretação daescrita, neste nível, a intençãosubjetiva do escritor conta mais queas diferenças objetivas no resultado.
  29. 29. Podem aparecer tentativas decorrespondência figurativa entre a escritae o objeto referido (realismo nominal).Neste nível a leitura do escrito é sempreglobal, e as relações entre as partes e otodo estão muito longe de seremanalisáveis: assim, cada letra vale pelotodo.
  30. 30. NÍVEL 1ESCRITA PRÉ-SILÁBICA
  31. 31. NÍVEL 2ESCRITA PRÉ-SILÁBICA
  32. 32. A hipótese central deste nível é aseguinte: para poder ler coisasdiferentes (isto é, atribuir significadosdiferentes), deve haver uma diferençaobjetiva nas escritas.O progresso gráfico mais evidente éque a forma dos grafismos é maisdefinida, mais próxima à das letras.
  33. 33. O fato conceitual maisinteressante é o seguinte: segue-se trabalhando com a hipótese deque faz falta uma certaquantidade mínima de grafismospara escrever algo e com ahipótese da variedade degrafismos
  34. 34. NÍVEL 2ESCRITA PRÉ-SILÁBICA
  35. 35. NÍVEL 3ESCRITA SILÁBICA
  36. 36. Este nível está caracterizado pelatentativa de dar um valor sonoro acada uma das letras que compõemuma escrita. Nesta tentativa, a criançapassa por um período da maiorimportância evolutiva: cada letra valepor uma sílaba.Com esta hipótese , a criança dá umsalto qualitativo com respeito aosníveis precedentes.
  37. 37. A mudança qualitativa consiste em que: a)se supera a etapa de umacorrespondência global entre a formaescrita e a expressão oral atribuída, parapassar a uma correspondência entrepartes do texto (cada letra) e partes daexpressão oral (recorte silábico do nome);mas, além disso, b) pela primeira vez acriança trabalha claramente com ahipótese de que a escrita representapartes sonoras da fala.
  38. 38. A hipótese silábica pode aparecer tantocom grafias ainda distantes das formasdas letras como com grafias bemdiferenciadas.Quando a criança começa a trabalharcom a hipótese silábica, duas dascaracterísticas importantes da escritaanterior podem desaparecermomentaneamente: as exigências devariedade e de quantidade mínima decaracteres.
  39. 39. Já quando as letras começam a serusadas com um valor silábico fixo, oconflito entre a hipótese silábica e aquantidade mínima adquire novascaracterísticasAUO é “pato”(intercalando a letra U, como“elemento coringa”, e sem dar-lhevalor sonoro
  40. 40. ESCRITA SILÁBICA
  41. 41. ESCRITA SILÁBICA SEMVALOR SONORO
  42. 42. ESCRITA SILÁBICA SEM VALORSONORO
  43. 43. ESCRITA SILÁBICA COM VALORSONORO NAS VOGAIS
  44. 44. ESCRITA SILÁBICA COM VALORSONORO NAS CONSOANTES
  45. 45. NÍVEL 4ESCRITA ALFABÉTICA(SILÁBICO-ALFABÉTICA)
  46. 46. A criança abandona a hipótese silábica edescobre a necessidade de fazer umaanálise que vá “mais além” da sílaba peloconflito entre a hipótese silábica e aexigência de quantidade mínima de letras eo conflito entre as formas gráficas que omeio lhe propõe e a leitura dessas formasem termos de hipótese silábica.(pag. 214)
  47. 47. ESCRITA SILÁBICA-ALFABÉTICA
  48. 48. ESCRITA SILÁBICA-ALFABÉTICA
  49. 49. ESCRITA SILÁBICA-ALFABÉTICA
  50. 50. ESCRITA SILÁBICA-ALFABÉTICA
  51. 51. NÍVEL 5ESCRITA ALFABÉTICA
  52. 52. A escrita alfabética constitui o final destaevolução. Ao chegar a este nível, acriança já franqueou a “barreira docódigo”; compreendeu que cada um doscaracteres da escrita corresponde avalores sonoros menores que a sílaba erealiza sistematicamente uma análisesonora dos fonemas das palavras que vaiescrever.(pag. 219)
  53. 53. Isto não quer dizer que todas asdificuldades tenham sido superadas: apartir desse momento a criança sedefrontará com as dificuldades própriasda ortografia, mas não terá problemasde escrita, no sentido estrito.(pag. 219
  54. 54. ESCRITA ALFABÉTICA
  55. 55. ESCRITA ALFABÉTICA
  56. 56. Supondo que um dos seus alunosencontra-se nessa hipótese de escrita,enumere quais conhecimentos ele jápossui sobre o sistema de escrita, eque outros conhecimentos precisaaprender?ESCRITA DOCENTE 2
  57. 57. LEITURA TEÓRICAUNIDADE 03 – ANO 1: A ESCRITA ALFABÉTICA: PORQUE ELA É UM SISTEMA NOTACIONAL E NÃO UMCÓDIGO? COMO AS CRIANÇAS DELA SE APROPRIAM?UNIDADE 03 – ANO 2: A COMPREENSÃO DO SISTEMADE ESCRITA ALFABÉTICA E A CONSOLIDAÇÃO DAALFABETIZAÇÃO.UNIDADE 03 – ANO 3: A CONSOLIDAÇÃO DASCORRESPONDÊNCIAS LETRA-SOM NO ÚLTIMO ANODO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO.
  58. 58. PROPRIEDADES DO SEA QUE OAPRENDIZ PRECISA RECONSTRUIRPARA SE TORNAR ALFABETIZADO(FONTE: MORAIS, 2012). (ANO1 P.10)
  59. 59. Hipótese Alfabética x alunoalfabetizadoDevemos estar atentos para o fato de que ter alcançado umahipótese alfabética não é sinônimo de estar alfabetizado. Sejá compreendeu como o SEA funciona, a criança tem agoraque dominar as convenções som-grafia de nossa língua.Esse é um aprendizado de tipo não conceitual, que vairequerer um ensino sistemático e repetição, de modo aproduzir automatismos. A consolidação da alfabetização,direito de aprendizagem a ser assegurado no segundo eterceiro anos do primeiro ciclo, é o que vai permitir quenossas crianças leiam e produzam textos, com autonomia.(ano 1 p.16)
  60. 60. ESCRITA DOCENTEDescreva uma situação- problemaque tenha acontecido com vocêenquanto professora alfabetizadoramesmo que as dúvidas e questõesjá tenham sido resolvidas paravocê.
  61. 61. VÍDEOListar as características/hipóteses de cada fase da Psicogênese eapresentar no coletivo (o que sabem e o que ainda precisam saber).
  62. 62. Considerando a leitura dos textos, aexibição do vídeo “Apropriação doSistema de Escrita Alfabética” e suaexperiência como professora(o), o quevocê considera fundamental que sejatrabalhado com seus alunos no ciclopara que eles aprendam a ler e aescrever?ESCRITA DOCENTE 3
  63. 63. TRABALHO PESSOAL- Aplicar a rotina que foi construída com as adaptações necessárias.- Selecionar uma atividade do livro didático adotado que esteja de acordo com aproposta trabalhada no PNAIC e trazer para apresentar.- Leitura dos artigos do livro “Apropriação do sistema de escrita alfabética”. EBook das publicações do CEEL.http://www.ufpe.br/ceel/e-books/Alfabetizacao_Livro.pdfTextos:Se a escrita alfabética é um sistema notacional (e não umcódigo), que implicações isto tem para a alfabetização?Artur Gomes de MoraisPsicogênese da língua escrita: O que é? Como intervir emcada uma das hipóteses? Uma conversa entre professoresMarília de Lucena Coutinho
  64. 64. DIAGNÓSTICO NAALFABETIZAÇÃO
  65. 65. A AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA TEM COMOINTENÇÃO ORIENTAR A AÇÃOPEDAGÓGICA DO PROFESSOR, A FIM DEPOSSIBILITAR O DESENVOLVIMENTO DASCOMPETÊNCIAS E HABILIDADESADEQUADAS E NECESSÁRIAS AOS SEUSALUNOS.
  66. 66. COMO FAZER O DIAGNÓSTICO DA TURMANA ALFABETIZAÇÃO?
  67. 67. A SONDAGEM DIAGNÓSTICA É UMAATIVIDADE ESPECÍFICA E INDIVIDUAL.
  68. 68. O PROFESSOR DITA AO ALUNO UMAPEQUENA LISTA DE QUATRO PALAVRASCOM AS SEGUINTES CARACTERÍSTICAS:A PRIMEIRA PALAVRA DEVE SERPOLISSÍLABA, A SEGUNDA TRISSÍLABA, ATERCEIRA DISSÍLABA E A QUARTAMONOSSÍLABA. AO FINAL O PROFESSORDITA UMA FRASE QUE CONTENHA UMADAS PALAVRAS DITADAS.
  69. 69. O PROFESSOR DEVE SOLICITAR ALEITURA DO ALUNO ASSIM QUE ESTE DERPOR TERMINADA A ESCRITA DE CADAITEM DA LISTA.
  70. 70. LEITURAS

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