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TDAH
Diagnóstico ou não, adaptação de sala, cuidados e medicação.
TALITHA RONCOLATO
PEDAGOGA - SME
“Me entenda. Eu não sou como um mundo
comum. Eu tenho a minha loucura, eu vivo em
outra dimensão e eu não tenho tempo para coisas
que não têm alma.”
(Charles Bukawski)
COMO O TDAH SE APRESENTA?
HIPERATIVIDADE
Sempre “a mil por hora”
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frustração
DÉFICIT DE
ATENÇÃO
Distração; sonhar
acordado;
desorganização
• INTENSIDADE
• DURAÇÃO
• PREJUÍZO
• OCORRÊNCIA EM MAIS
DE UM AMBIENTE
HIPERATIVIDADE
• Mexe os membros com frequência ou se move na cadeira
• Levanta-se da cadeira na sala de aula ou em outros locais onde é esperado
que permaneça sentado
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• Tem dificuldades para brincar calmamente
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DESATENÇÃO
• Falha para prestar atenção a detalhes
• Dificuldades para manter atenção sustentada nas tarefas
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• É frequentemente esquecido em atividades diárias
IMPULSIVIDADE
• Explode em respostas antes das questões serem completadas
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• Frequentemente interrompe os outros
“SUBTIPOS” DE TDAH
• Forma Hiperativa/Impulsiva:
• Forma Desatenta:
• Forma Combinada ou Mista:
• Tipo não específico: A pessoa apresenta algumas características, mas em
número insuficiente de sintomas para chegar a um diagnóstico completo.
Esses sintomas, no entanto, desequilibram a vida diária.
DIAGNÓSTICO
• Não é fácil diagnosticar o TDAH, pois não há exames médicos disponíveis, além de
envolver um julgamento clínico e subjetivo, baseado na experiência do profissional.
Características como distração, esquecimento, agitação e impulsividade são como
febre: podem ter origem numa gripe ou numa doença mais séria. O mesmo sintoma
pode ter origens diversas e, dentro desse ponto de vista, discriminar entre tantos
aspectos envolve um trabalho complexo. Conforme o transtorno se torna mais
conhecido e mais divulgado, pessoas com esse sofrimento encontram melhores
possibilidades de tratamento e de aceitação. Ao mesmo tempo, aumentaram os
riscos de diagnósticos exacerbados e autodiagnostico, que têm sido muito
comentados e criticados.
COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO
• O diagnóstico do TDAH é clínico.
• O diagnóstico do TDAH é confiável, mesmo não havendo exames
confirmatórios específicos.
• O professor participa e sua opinião é decisiva.
COMORBIDADES
Comorbidade é a situação em que dois ou mais transtornos ocorrem
simultaneamente em um indivíduo. No TDAH os mais comuns são:
• TOD – Transtorno de oposição desafiante
• TC – Transtorno de conduta
• Sintomas depressivos e/ou ansiosos
• Transtornos de aprendizagem
COMO SE TRATA O TDAH
Tratamento multimodal:
• Orientação a pais e professores
• Reforço escolar
• Psicoterapias individuais e em grupo
• Acompanhamento médico
ADAPTAÇÕES DE SALA
• Vínculos afetivos entre educadores e educandos. A participação e
aproximação dos alunos devem fazer parte do cotidiano escolar.
• “Pares mais hábeis”, utilizado pelo psicólogo russo Lev Vigotski,
aproveitar os estudantes que aprendem com mais rapidez para que auxiliem
seus colegas.
ADAPTAÇÕES DE SALA
• Utilizar diferentes técnicas e metodologias. Há os que aprendem melhor
ouvindo, os que precisam manipular, os que gostam de falar enquanto
aprendem;
• Estabelecimento regras de convivência em conjunto. A participação na
criação das regras é fundamental para o cumprimento e adesão às normas.
Limites, organização e boas relações são fundamentais para que os processos
de ensino e aprendizagem se deem de modo eficaz;
ADAPTAÇÕES DE SALA
• Em sala de aula: minimize estímulos distratores.
• O professor deve sinalizar o que é importante na informação
• Repetir as instruções através da escrita, da fala, visual...
• Dividir as tarefas complexas em tarefas mais simplificadas, envolvendo seus
estudantes na rotina da sala de aula
• Reforço positivo: promover sempre elogios
• Crie grupos de tarefas e faça uso do "cantinho de estudos" na sala de aula
• Auxilie na organização do material escolar
MEDICAÇÃO
• Os estimulantes presentes no medicamento aumentam a liberação de
dopamina (importante neurotransmissor precursor natural da adrenalina) em
determinados circuitos do sistema nervoso central, ajudando a corrigir o
funcionamento deficitário e auxiliando no controle da hiperatividade.
NOME QUÍMICO NOME COMERCIAL DURAÇÃO MÉDIA
Lisdexanfetamina Venvanse 12 horas
Metilfenidato (curta ação) Ritalina 3 a 5 horas
Metilfenidato (Longa ação) Concerta
Ritalina LA
12 horas
8 horas
MEDICAÇÃO – RITALINA
EFEITOS COLATERAIS
• Os maiores problemas relacionados ao uso de Ritalina estão no uso incorreto
e no descuido no diagnóstico. Geralmente, psiquiatras e professores partem
de uma análise estereotipada, baseada no senso comum: se é inquieto, tem
TDAH; se é distraído, também.
• Muitos não utilizam o DSM (Manual de Diagnóstico e Estatística de
Transtornos Mentais) para diagnosticar o transtorno. Aí está o erro. Quando
as análises são feitas erroneamente, o paciente passa a ser medicado com
Ritalina, mesmo sem precisar.
MEDICAÇÃO – RITALINA
EFEITOS COLATERAIS
• E um dado chama atenção para os possíveis diagnósticos errados: a explosão
de vendas do medicamento. Em oito anos (de 2000 até 2008), a
comercialização anual de caixas de ritalina passou de 71 mil para 1,147
milhões, sem contabilizar as demandas revendidas clandestinamente no País.
O número coloca o Brasil como o segundo maior consumidor de
metilfenidato do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.
Entretanto, é válido lembrar que a ritalina é o único medicamento para
tratamento de TDAH comercializado no território brasileiro, o que
contribui com o grande consumo no País.
MEDICAÇÃO – RITALINA
EFEITOS COLATERAIS
• Os efeitos colaterais mais comuns e conhecidos são perda de apetite, dores
de cabeça, sensação de opressão no peito, taquicardia, tremores e mãos
úmidas, boca seca, aumento da ansiedade, entre outros. Um dos maiores
riscos de qualquer medicação psicoestimulante - como a Ritalina ou
Concerta, é causar uma crise de ansiedade / pânico ou surto psicótico,
especialmente em pessoas que tenham uma tendência não identificada a
transtorno de humor do tipo bipolar.
MEDICAÇÃO – RITALINA
EFEITOS COLATERAIS
• No caso de crianças com altura inferior à esperada para a idade, problemas
de crescimento ou hormonais, o uso da medicação pode não ser
recomendado. Caso prescrito, deve ser acompanhado com cautela também
pelo endocrinologista ou pediatra da criança, além do médico que prescreve a
Ritalina.
MEDICAÇÃO – RITALINA
EFEITOS COLATERAIS
• O DEA (Drug Enforcement Administration), órgão administrativo de
narcóticos da Polícia Federal norte-americana, ressalta que o uso do
metilfenidato é legal no tratamento de TDAH, porém há registros que
indicam que o aumento do uso desta substância na terapia cresce
paralelamente com o número de adolescentes e adultos jovens que fazem uso
abusivo (e sem prescrição) da ritalina. Segundo dados do DEA,
aproximadamente 3.601 atendimentos dos pronto-socorros em 2010 estavam
relacionados ao uso indiscriminado do metilfenidato, e que 186 mortes
estavam ligadas ao uso do medicamento.
MEDICAÇÃO – RITALINA
EFEITOS COLATERAIS
• Respaldado nos dados do Centro de Estudo de Ciência e Genética da
Universidade de Utah, nos EUA, Dr. Luiz Alberto Chaves de Oliveira,
coordenador de Políticas Sobre Drogas no Estado de São Paulo, afirma que
de 30% a 50% dos jovens em tratamento por dependência química relataram
já ter abusado de metilfenidato, pois os efeitos são semelhantes ao da
cocaína, que também é estimulante.
MEDICAÇÃO – RITALINA
EFEITOS COLATERAIS
• Outra pesquisa, da FDA (Food and Drugs Administration), órgão de
vigilância sanitária dos EUA, e do NMH (National Institute of Mental
Health), feita em 2009, traz mais dados assustadores. O risco de morte súbita
para adolescentes que tomaram ritalina é de dez a 14 vezes maior do que para
queles que nunca foram medicados.

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Tdah tela

  • 1. TDAH Diagnóstico ou não, adaptação de sala, cuidados e medicação. TALITHA RONCOLATO PEDAGOGA - SME
  • 2. “Me entenda. Eu não sou como um mundo comum. Eu tenho a minha loucura, eu vivo em outra dimensão e eu não tenho tempo para coisas que não têm alma.” (Charles Bukawski)
  • 3. COMO O TDAH SE APRESENTA? HIPERATIVIDADE Sempre “a mil por hora” IMPULSIVIDADE Baixa tolerância à frustração DÉFICIT DE ATENÇÃO Distração; sonhar acordado; desorganização • INTENSIDADE • DURAÇÃO • PREJUÍZO • OCORRÊNCIA EM MAIS DE UM AMBIENTE
  • 4. HIPERATIVIDADE • Mexe os membros com frequência ou se move na cadeira • Levanta-se da cadeira na sala de aula ou em outros locais onde é esperado que permaneça sentado • Corre ou sobe excessivamente nas coisas • Tem dificuldades para brincar calmamente • Está frequentemente "a ponto de" " e parece " ligado em um motor" • Fala excessivamente
  • 5. DESATENÇÃO • Falha para prestar atenção a detalhes • Dificuldades para manter atenção sustentada nas tarefas • Frequentemente parece não escutar quando se fala diretamente com ele (a) • Frequentemente não segue instruções ou falha na finalização de tarefas • Tem dificuldade para organizar tarefas ou atividades • Frequentemente perde coisas necessárias para a realização de tarefas • É facilmente distraído por estímulos externos • É frequentemente esquecido em atividades diárias
  • 6. IMPULSIVIDADE • Explode em respostas antes das questões serem completadas • Tem dificuldades em esperar a sua vez • Frequentemente interrompe os outros
  • 7. “SUBTIPOS” DE TDAH • Forma Hiperativa/Impulsiva: • Forma Desatenta: • Forma Combinada ou Mista: • Tipo não específico: A pessoa apresenta algumas características, mas em número insuficiente de sintomas para chegar a um diagnóstico completo. Esses sintomas, no entanto, desequilibram a vida diária.
  • 8. DIAGNÓSTICO • Não é fácil diagnosticar o TDAH, pois não há exames médicos disponíveis, além de envolver um julgamento clínico e subjetivo, baseado na experiência do profissional. Características como distração, esquecimento, agitação e impulsividade são como febre: podem ter origem numa gripe ou numa doença mais séria. O mesmo sintoma pode ter origens diversas e, dentro desse ponto de vista, discriminar entre tantos aspectos envolve um trabalho complexo. Conforme o transtorno se torna mais conhecido e mais divulgado, pessoas com esse sofrimento encontram melhores possibilidades de tratamento e de aceitação. Ao mesmo tempo, aumentaram os riscos de diagnósticos exacerbados e autodiagnostico, que têm sido muito comentados e criticados.
  • 9. COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO • O diagnóstico do TDAH é clínico. • O diagnóstico do TDAH é confiável, mesmo não havendo exames confirmatórios específicos. • O professor participa e sua opinião é decisiva.
  • 10. COMORBIDADES Comorbidade é a situação em que dois ou mais transtornos ocorrem simultaneamente em um indivíduo. No TDAH os mais comuns são: • TOD – Transtorno de oposição desafiante • TC – Transtorno de conduta • Sintomas depressivos e/ou ansiosos • Transtornos de aprendizagem
  • 11. COMO SE TRATA O TDAH Tratamento multimodal: • Orientação a pais e professores • Reforço escolar • Psicoterapias individuais e em grupo • Acompanhamento médico
  • 12. ADAPTAÇÕES DE SALA • Vínculos afetivos entre educadores e educandos. A participação e aproximação dos alunos devem fazer parte do cotidiano escolar. • “Pares mais hábeis”, utilizado pelo psicólogo russo Lev Vigotski, aproveitar os estudantes que aprendem com mais rapidez para que auxiliem seus colegas.
  • 13. ADAPTAÇÕES DE SALA • Utilizar diferentes técnicas e metodologias. Há os que aprendem melhor ouvindo, os que precisam manipular, os que gostam de falar enquanto aprendem; • Estabelecimento regras de convivência em conjunto. A participação na criação das regras é fundamental para o cumprimento e adesão às normas. Limites, organização e boas relações são fundamentais para que os processos de ensino e aprendizagem se deem de modo eficaz;
  • 14. ADAPTAÇÕES DE SALA • Em sala de aula: minimize estímulos distratores. • O professor deve sinalizar o que é importante na informação • Repetir as instruções através da escrita, da fala, visual... • Dividir as tarefas complexas em tarefas mais simplificadas, envolvendo seus estudantes na rotina da sala de aula • Reforço positivo: promover sempre elogios • Crie grupos de tarefas e faça uso do "cantinho de estudos" na sala de aula • Auxilie na organização do material escolar
  • 15. MEDICAÇÃO • Os estimulantes presentes no medicamento aumentam a liberação de dopamina (importante neurotransmissor precursor natural da adrenalina) em determinados circuitos do sistema nervoso central, ajudando a corrigir o funcionamento deficitário e auxiliando no controle da hiperatividade. NOME QUÍMICO NOME COMERCIAL DURAÇÃO MÉDIA Lisdexanfetamina Venvanse 12 horas Metilfenidato (curta ação) Ritalina 3 a 5 horas Metilfenidato (Longa ação) Concerta Ritalina LA 12 horas 8 horas
  • 16. MEDICAÇÃO – RITALINA EFEITOS COLATERAIS • Os maiores problemas relacionados ao uso de Ritalina estão no uso incorreto e no descuido no diagnóstico. Geralmente, psiquiatras e professores partem de uma análise estereotipada, baseada no senso comum: se é inquieto, tem TDAH; se é distraído, também. • Muitos não utilizam o DSM (Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais) para diagnosticar o transtorno. Aí está o erro. Quando as análises são feitas erroneamente, o paciente passa a ser medicado com Ritalina, mesmo sem precisar.
  • 17. MEDICAÇÃO – RITALINA EFEITOS COLATERAIS • E um dado chama atenção para os possíveis diagnósticos errados: a explosão de vendas do medicamento. Em oito anos (de 2000 até 2008), a comercialização anual de caixas de ritalina passou de 71 mil para 1,147 milhões, sem contabilizar as demandas revendidas clandestinamente no País. O número coloca o Brasil como o segundo maior consumidor de metilfenidato do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. Entretanto, é válido lembrar que a ritalina é o único medicamento para tratamento de TDAH comercializado no território brasileiro, o que contribui com o grande consumo no País.
  • 18. MEDICAÇÃO – RITALINA EFEITOS COLATERAIS • Os efeitos colaterais mais comuns e conhecidos são perda de apetite, dores de cabeça, sensação de opressão no peito, taquicardia, tremores e mãos úmidas, boca seca, aumento da ansiedade, entre outros. Um dos maiores riscos de qualquer medicação psicoestimulante - como a Ritalina ou Concerta, é causar uma crise de ansiedade / pânico ou surto psicótico, especialmente em pessoas que tenham uma tendência não identificada a transtorno de humor do tipo bipolar.
  • 19. MEDICAÇÃO – RITALINA EFEITOS COLATERAIS • No caso de crianças com altura inferior à esperada para a idade, problemas de crescimento ou hormonais, o uso da medicação pode não ser recomendado. Caso prescrito, deve ser acompanhado com cautela também pelo endocrinologista ou pediatra da criança, além do médico que prescreve a Ritalina.
  • 20. MEDICAÇÃO – RITALINA EFEITOS COLATERAIS • O DEA (Drug Enforcement Administration), órgão administrativo de narcóticos da Polícia Federal norte-americana, ressalta que o uso do metilfenidato é legal no tratamento de TDAH, porém há registros que indicam que o aumento do uso desta substância na terapia cresce paralelamente com o número de adolescentes e adultos jovens que fazem uso abusivo (e sem prescrição) da ritalina. Segundo dados do DEA, aproximadamente 3.601 atendimentos dos pronto-socorros em 2010 estavam relacionados ao uso indiscriminado do metilfenidato, e que 186 mortes estavam ligadas ao uso do medicamento.
  • 21. MEDICAÇÃO – RITALINA EFEITOS COLATERAIS • Respaldado nos dados do Centro de Estudo de Ciência e Genética da Universidade de Utah, nos EUA, Dr. Luiz Alberto Chaves de Oliveira, coordenador de Políticas Sobre Drogas no Estado de São Paulo, afirma que de 30% a 50% dos jovens em tratamento por dependência química relataram já ter abusado de metilfenidato, pois os efeitos são semelhantes ao da cocaína, que também é estimulante.
  • 22. MEDICAÇÃO – RITALINA EFEITOS COLATERAIS • Outra pesquisa, da FDA (Food and Drugs Administration), órgão de vigilância sanitária dos EUA, e do NMH (National Institute of Mental Health), feita em 2009, traz mais dados assustadores. O risco de morte súbita para adolescentes que tomaram ritalina é de dez a 14 vezes maior do que para queles que nunca foram medicados.