Convivendo com
múltiplos problemas de
saúde:
o que os idosos devem
saber
• À medida que temos uma vida mais longa, nos tornamos mais
propensos a desenvolver diferentes tipos de problemas de
saúde.
• Um desafio que os idosos em particular enfrentam é viver
com múltiplos problemas de saúde. Mais da metade dos
idosos acima de 60 anos têm três ou mais problemas
médicos, como doenças cardíacas, diabetes, câncer ou
artrite.
• Descobrir o melhor tratamento para vários problemas de
saúde pode ser um pouco complicado.
• Por exemplo, a prescrição de medicamentos para um
paciente com múltiplos problemas de saúde é mais
complicada do que quando o paciente tem somente um
problema de saúde, pois um medicamento que pode ser
útil no tratamento de um problema de saúde e pode
piorar o outro.
• É por isso que tanto os pacientes quanto os
profissionais de saúde têm um papel a desempenhar na
busca da melhor solução para esses problemas.
• Aqui estão algumas dicas para dividir com seu médico
quando você tem vários problemas crônicos de saúde.
1940 2000
Paradoxo da Medicina Atual
Avanços na Medicina:
Medicamentos
Tecnologia
Educação
Aumento das Doenças
Crônicas:
Câncer
Doenças do coração
Doenças articulares
Doenças neurológicas
DOENÇAS CRÔNICAS
50 milhões de brasileiros tem pelo
menos uma doença crônica (DC).
50% destes tem mais de uma DC
IMPORTÂCIA DAS DOENÇAS PARA O
IDOSO
 Co-morbidade: 3,5 - 4,8 - 6,2
Diag/Pac
 Polifarmácia: nenhum < 20 %
 Limitações decorrentes: físicas
mentais
sociais
DOENÇAS NÃO
TRANSMISSIVEIS
• Presença de doenças altamente incapacitantes
mas de relativa baixa letalidade como demência,
depressão, OA, incontinência urinária
• Doenças crônicas: HAS, ICC, ICo, FA, varizes,
DM ,AVC, DPOC, Ins. Vascular periférica, Ins.
Renal, catarata, glaucoma, surdez
OUTRAS DOENÇAS
• Saúde oral : 65% de edêntulos
• GI : Constipação intestinal, diverticulose,
colelitíase
• Neoplasias: mama, cólon, pulmão, próstata,
estômago, pele, linfo ou mieloproliferativas
• CV : hipotensão ortostática, dislipidemia, TEP
• Dermato : Úlceras de decúbito, xerodermia
• Incontinência : urinária/fecal
OUTRAS DOENÇAS
• Infecções: pneumonia, infecção urinária,
erisipela, tuberculose,influenza
• Uro : Hiperplasia prostática benigna, disf. sexual
• Neuro : Insônia
• Endocrino : Hipo e hipertireoidismo,
hiperparatireoidismo
• Hemato : Anemia
• Outros : hiponatremia, def. de B12
O Que limita o idoso?
O PROCESSO
NATURAL DE
ENVELHECIMENTO
X
AS DOENÇAS
CRÔNICAS
QUAL É O IMPACTO?
• Doenças causam complicações e agravos
• Incapacitação física e mental
• Demanda maior de assistência médica de
urgência e internação
• Propedêutica e terapêutica mais cara
• O idoso utiliza mais drogas porque tem
varias doenças :
– Doenças Cardiovasculares
– Artrite
– Doenças Gastrointestinais
– Disfunções Miccionais
Polimedicação no Idoso: Por que?
Polimedicação no Idoso
Por definição….
• “Muitas Drogas”
• O uso de mais medicações do que está
clinicamente indicado ou recomendado
– 5 ou mais medicações
Obtenha o máximo de
informações sobre as
opções de tratamento
possíveis
Você deve dividir com seu médico suas opções
de cuidado e assumir um papel ativo na decisão
de qual tipo de tratamento você gostaria.
Por exemplo, você deve perguntar ao seu médico
quanto tempo cada opção de tratamento pode
levar para funcionar, pois alguns tratamentos
podem levar mais tempo do que outros para
mostrar benefícios.
• Você também deve decidir se quer tomar
todas as suas decisões de cuidados por conta
própria ou incluir outras pessoas no processo
de tomada de decisão.
• Podem incluir cônjuges, membros da família
ou amigos. E você deve sempre informar seu
médico imediatamente se tiver dúvidas ou
preocupações, se quiser interromper o
tratamento ou se quiser tentar algo novo.
Certifique-se de que seu
médico entende suas
prioridades para
atendimento
• Decida quais os resultados do tratamento são
importantes para você. Por exemplo, você pode querer
permanecer o mais independente possível pelo maior
tempo possível.
• Devido a isso, você pode preferir um tratamento com
menos efeitos colaterais, mesmo que esse tratamento
não possa prolongar sua vida.
• você deve perguntar ao seu médico como as diferentes
opções de tratamento afetarão os aspectos da sua vida
como seu nível de independência ou dor.
Faça perguntas sobre
riscos e benefícios do
tratamento
• A maioria dos medicamentos e outros tratamentos têm
benefícios e riscos.
• Converse com seu médico sobre possíveis benefícios de
cada tratamento, bem como possíveis desvantagens,
como aumento dos riscos de incapacidade, novos
problemas de saúde e pior qualidade de vida.
• Compreender todos os prós e contras de cada
tratamento irá ajudá-lo a decidir qual é a melhor opção
para você.
Comunique seu profissional
de saúde imediatamente se
um tratamento não parece
estar funcionando ou está
lhe causando problemas
• Como não existem muita pesquisa sobre idosos com múltiplas
doenças, seu médico pode não conseguir prever exatamente
como um tratamento afetará você.
• Por isso, é muito importante que você ou seu cuidador
informe imediatamente seu médico, se um tratamento não
estiver funcionando ou causando efeitos colaterais.
• Não esconda de seu médico se você não está tomando a
medicação, se você está com dificuldades para adquirir a
medicação e se está tomando doses maiores que a que foram
solicitadas.
Fale se seu plano de
tratamento é muito
complicado para administrar
• Estudos descobriram que quanto mais complicadas
são as instruções de tratamento, maior a
probabilidade de os pacientes pararem de seguí-las.
• Fale para o seu médico se o seu tratamento se
torna muito complicado ou difícil de seguir. E
certifique-se de entender todas as instruções
antes de sair do consultório.
• Peça-lhes para ajudar você com instruções tão
simples e fáceis de seguir quanto possível.
Aproveite ao máximo os
tratamentos que causam
poucos ou nenhum efeito
colateral
• Seu plano de tratamento deve atender às suas necessidades
e preferências, ao mesmo tempo em que você obtém os
maiores benefícios e a menor quantidade de riscos.
• Entre outras coisas, seu médico deve ser capaz de informá-lo
sobre opções de tratamento não medicamentosos - e como
usá-los quando possível - para evitar interações
potencialmente perigosas entre medicamentos, bem como
outros efeitos colaterais potenciais.
• Pergunte ao seu médico se existem opções não
medicamentosas para pelo menos alguns dos seus sintomas.
Como falar com seu
médico: dicas sobre como
melhorar a comunicação
• Uma boa comunicação entre você e seu médico
é essencial para sua saúde. Isso pode ser um
desafio a ser realizado em uma visita de
tempo curto.
• É importante compartilhar todas as
informações sobre você e sua saúde.
• E é importante que eles expliquem o que você
precisa fazer para se manter o mais saudável
possível, de uma maneira que você entenda.
Faça uma lista
• Anote seus objetivos para a visita e as coisas sobre as
quais você mais deseja falar com o seu médico. Tente
manter sua lista nos 2-3 itens mais importantes.
Também crie e mantenha um registro pessoal de saúde.
• Anote todos os seus problemas de saúde passados e
atuais, e qualquer cirurgia ou outros tratamentos que
você fez. Observe os nomes de todos os
medicamentos que você tomou que causaram efeitos
colaterais indesejados. mantenha este registro
atualizado e leve-o à sua visita.
Traga suas medicações na
consulta, vitaminas e
fitoterápicos
• Coloque todos os medicamentos prescritos,
medicamentos de venda sem prescrição médica,
ervas, vitaminas e outros suplementos em uma
sacola e leve-os à sua visita.
• Dessa forma, seu médico saberá exatamente o
que você está tomando, quando e com quais doses.
Isso é importante porque algumas drogas, ervas
e suplementos podem interagir com
medicamentos que seu médico pode prescrever.
Traga uma caneta e um
papel
• Leve papel ou caderno para sua
consulta, para que você possa anotar o
que seu médico lhe diz.
• Se você tiver dificuldade para lembrar
mais tarde, poderá rever suas
anotações.
Considere ir acompanhado
com um familiar ou amigo
próximo
• Um membro da família ou amigo próximo
irá a consulta fornecendo informações que
você possa esquecer ou ignorar.
• Se você quiser discutir algo em particular,
você sempre pode pedir ao seu parente ou
amigo para sair da sala enquanto faz isso.
Durante a consulta
Responda as perguntas com
honestidade
• Responda a todas as perguntas que seu
médico lhe fizer, mesmo as perguntas
sobre coisas que podem deixá-lo
desconfortável, como problemas de
saúde mental, bebida ou sexo.
• Não há nada para se envergonhar. Seu
médico precisa de informações completas
para prestar os devidos cuidados e tudo
o que você disser é confidencial.
Pergunte várias vezes
• Certifique-se de entender o que seu médico lhe diz.
Você precisa e tem o direito de entender o que seu
provedor diz. É importante que você entenda todos
os tratamentos recomendados por seu provedor, os
riscos associados aos tratamentos e se houver
outras opções de tratamento.
• Se você não entender, peça ao seu médico para
explicar. repita todas as instruções em suas
próprias palavras. Se você tiver entendido errado, o
profissional perceberá isso e explicará em
palavras diferentes.
Peça instruções escritas
• Peça ao seu profissional de saúde para
fazer recomendações por escrito para
que você possa consultar as
instruções escritas a qualquer
momento
Fale com seu médico se
você não se sentir bem,
tiver alguma reação aos
medicamentos ou ter
esquecido algo
• Atualize suas anotações pessoais com qualquer
nova informação. Reveja todas as instruções ou
conselhos que o seu provedor lhe deu.
• Ligue para seu médico imediatamente se você tem
perguntas ou não entende as instruções que recebeu.
Se você não se sente melhor depois da sua visita.
• Ou se você parece estar tendo uma reação negativa
a um novo medicamento.
Vacinas essenciais para
idosos
• Alguns fatores que afetam sua saúde estão fora
de seu controle. No entanto, muitos fatores de
risco importantes estão ao seu alcance para
prevenir doenças por exemplo. Isso inclui receber
vacinas, que ajudam a protegê-lo de certas
doenças.
• As vacinas são alguns dos medicamentos mais
seguros que existem. Embora todos os
medicamentos, incluindo vacinas, apresentem a
rara possibilidade de efeitos colaterais graves,
para a maioria das pessoas, os riscos das doenças
são muito maiores do que os riscos das vacinas.
• O SUS pode fornecer essas vacinas
Vacina da gripe
• A SBGG observa que é especialmente importante para
as pessoas a seguir receberem vacinas contra a
gripe, porque elas correm alto risco de ter
complicações graves :
• qualquer pessoa com 60 anos de idade ou mais;
• residentes de asilos;
• pessoas com problemas graves de saúde, como doenças
cardíacas, diabetes, asma, doenças pulmonares ou
HIV.
• Os cuidadores de idosos também devem ser
vacinados para evitar a disseminação da gripe.
Vacina da pneumonia
• Protege contra bactérias pneumocócicas, que
podem causar pneumonia e infecções no
sangue e no cérebro.
• Qualquer pessoa com 60 anos ou mais que
não tenha recebido a vacina anteriormente.
• Apenas uma vez, a menos que você tenha feito
a vacina antes de completar 60 anos (nesse
caso, você precisará de um "reforço" após
cinco anos)
Vacina de tétano e difteria
• Protege contra duas infecções bacterianas
potencialmente mortais. Uma segunda e
diferente forma da vacina (DTP) protege contra
o tétano, a difteria e a coqueluche (a tosse
comprida).
• Recomenda-se agora obter uma dose única da
versão “DTp” (a vacina contra a tosse comprida
do adulto) se tiver 60 anos ou mais e tiver
contato com uma criança, ou simplesmente
desejar ser protegido da tosse comprida.
• Uma vez a cada 10 anos
Vacina de Herpes zoster
• Protege contra o desenvolvimento das zoster
- surtos de erupções cutâneas ou bolhas na
pele, por vezes intensamente dolorosas -
reduzindo o risco em 51%.
• Protege contra o desenvolvimento de dor
crônica do zoster (também chamada de
neuralgia pós-herpética), reduzindo o risco
em 66%.
• O CDC recomenda esta vacina para adultos
com 60 anos ou mais.
• Quem não deve tomar a vacina de zoster: idosos
que têm tuberculose ativa ou problemas com o
sistema imunológico, como leucemia, linfoma,
outras doenças malignas que envolvem a medula
óssea ou sistema linfático, ou infecção por HIV,
bem como aqueles que tomam drogas que
suprimem o sistema imunológico.
• A SBGG também recomenda doses adicionais -
incluindo a vacina contra sarampo, caxumba,
rubéola (MMR) e injeções de hepatite A e B e
meningite - para idosos com maior risco de
desenvolver essas doenças.
MUITO OBRIGADO
PELA SUA ATENÇÃO!!!
RUBENS DE FRAGA
JÚNIOR
GERIPAR@HOTMAIL.COMGERIPAR@HOTMAIL.COM

Convivendo com multiplos problemas de saude

  • 2.
    Convivendo com múltiplos problemasde saúde: o que os idosos devem saber
  • 4.
    • À medidaque temos uma vida mais longa, nos tornamos mais propensos a desenvolver diferentes tipos de problemas de saúde. • Um desafio que os idosos em particular enfrentam é viver com múltiplos problemas de saúde. Mais da metade dos idosos acima de 60 anos têm três ou mais problemas médicos, como doenças cardíacas, diabetes, câncer ou artrite. • Descobrir o melhor tratamento para vários problemas de saúde pode ser um pouco complicado.
  • 5.
    • Por exemplo,a prescrição de medicamentos para um paciente com múltiplos problemas de saúde é mais complicada do que quando o paciente tem somente um problema de saúde, pois um medicamento que pode ser útil no tratamento de um problema de saúde e pode piorar o outro. • É por isso que tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde têm um papel a desempenhar na busca da melhor solução para esses problemas. • Aqui estão algumas dicas para dividir com seu médico quando você tem vários problemas crônicos de saúde.
  • 6.
    1940 2000 Paradoxo daMedicina Atual Avanços na Medicina: Medicamentos Tecnologia Educação Aumento das Doenças Crônicas: Câncer Doenças do coração Doenças articulares Doenças neurológicas
  • 7.
    DOENÇAS CRÔNICAS 50 milhõesde brasileiros tem pelo menos uma doença crônica (DC). 50% destes tem mais de uma DC
  • 8.
    IMPORTÂCIA DAS DOENÇASPARA O IDOSO  Co-morbidade: 3,5 - 4,8 - 6,2 Diag/Pac  Polifarmácia: nenhum < 20 %  Limitações decorrentes: físicas mentais sociais
  • 9.
    DOENÇAS NÃO TRANSMISSIVEIS • Presençade doenças altamente incapacitantes mas de relativa baixa letalidade como demência, depressão, OA, incontinência urinária • Doenças crônicas: HAS, ICC, ICo, FA, varizes, DM ,AVC, DPOC, Ins. Vascular periférica, Ins. Renal, catarata, glaucoma, surdez
  • 10.
    OUTRAS DOENÇAS • Saúdeoral : 65% de edêntulos • GI : Constipação intestinal, diverticulose, colelitíase • Neoplasias: mama, cólon, pulmão, próstata, estômago, pele, linfo ou mieloproliferativas • CV : hipotensão ortostática, dislipidemia, TEP • Dermato : Úlceras de decúbito, xerodermia • Incontinência : urinária/fecal
  • 11.
    OUTRAS DOENÇAS • Infecções:pneumonia, infecção urinária, erisipela, tuberculose,influenza • Uro : Hiperplasia prostática benigna, disf. sexual • Neuro : Insônia • Endocrino : Hipo e hipertireoidismo, hiperparatireoidismo • Hemato : Anemia • Outros : hiponatremia, def. de B12
  • 12.
    O Que limitao idoso? O PROCESSO NATURAL DE ENVELHECIMENTO X AS DOENÇAS CRÔNICAS
  • 13.
    QUAL É OIMPACTO? • Doenças causam complicações e agravos • Incapacitação física e mental • Demanda maior de assistência médica de urgência e internação • Propedêutica e terapêutica mais cara
  • 15.
    • O idosoutiliza mais drogas porque tem varias doenças : – Doenças Cardiovasculares – Artrite – Doenças Gastrointestinais – Disfunções Miccionais Polimedicação no Idoso: Por que?
  • 16.
    Polimedicação no Idoso Pordefinição…. • “Muitas Drogas” • O uso de mais medicações do que está clinicamente indicado ou recomendado – 5 ou mais medicações
  • 17.
    Obtenha o máximode informações sobre as opções de tratamento possíveis
  • 19.
    Você deve dividircom seu médico suas opções de cuidado e assumir um papel ativo na decisão de qual tipo de tratamento você gostaria. Por exemplo, você deve perguntar ao seu médico quanto tempo cada opção de tratamento pode levar para funcionar, pois alguns tratamentos podem levar mais tempo do que outros para mostrar benefícios.
  • 20.
    • Você tambémdeve decidir se quer tomar todas as suas decisões de cuidados por conta própria ou incluir outras pessoas no processo de tomada de decisão. • Podem incluir cônjuges, membros da família ou amigos. E você deve sempre informar seu médico imediatamente se tiver dúvidas ou preocupações, se quiser interromper o tratamento ou se quiser tentar algo novo.
  • 21.
    Certifique-se de queseu médico entende suas prioridades para atendimento
  • 23.
    • Decida quaisos resultados do tratamento são importantes para você. Por exemplo, você pode querer permanecer o mais independente possível pelo maior tempo possível. • Devido a isso, você pode preferir um tratamento com menos efeitos colaterais, mesmo que esse tratamento não possa prolongar sua vida. • você deve perguntar ao seu médico como as diferentes opções de tratamento afetarão os aspectos da sua vida como seu nível de independência ou dor.
  • 24.
    Faça perguntas sobre riscose benefícios do tratamento
  • 26.
    • A maioriados medicamentos e outros tratamentos têm benefícios e riscos. • Converse com seu médico sobre possíveis benefícios de cada tratamento, bem como possíveis desvantagens, como aumento dos riscos de incapacidade, novos problemas de saúde e pior qualidade de vida. • Compreender todos os prós e contras de cada tratamento irá ajudá-lo a decidir qual é a melhor opção para você.
  • 27.
    Comunique seu profissional desaúde imediatamente se um tratamento não parece estar funcionando ou está lhe causando problemas
  • 29.
    • Como nãoexistem muita pesquisa sobre idosos com múltiplas doenças, seu médico pode não conseguir prever exatamente como um tratamento afetará você. • Por isso, é muito importante que você ou seu cuidador informe imediatamente seu médico, se um tratamento não estiver funcionando ou causando efeitos colaterais. • Não esconda de seu médico se você não está tomando a medicação, se você está com dificuldades para adquirir a medicação e se está tomando doses maiores que a que foram solicitadas.
  • 30.
    Fale se seuplano de tratamento é muito complicado para administrar
  • 32.
    • Estudos descobriramque quanto mais complicadas são as instruções de tratamento, maior a probabilidade de os pacientes pararem de seguí-las. • Fale para o seu médico se o seu tratamento se torna muito complicado ou difícil de seguir. E certifique-se de entender todas as instruções antes de sair do consultório. • Peça-lhes para ajudar você com instruções tão simples e fáceis de seguir quanto possível.
  • 33.
    Aproveite ao máximoos tratamentos que causam poucos ou nenhum efeito colateral
  • 35.
    • Seu planode tratamento deve atender às suas necessidades e preferências, ao mesmo tempo em que você obtém os maiores benefícios e a menor quantidade de riscos. • Entre outras coisas, seu médico deve ser capaz de informá-lo sobre opções de tratamento não medicamentosos - e como usá-los quando possível - para evitar interações potencialmente perigosas entre medicamentos, bem como outros efeitos colaterais potenciais. • Pergunte ao seu médico se existem opções não medicamentosas para pelo menos alguns dos seus sintomas.
  • 36.
    Como falar comseu médico: dicas sobre como melhorar a comunicação
  • 38.
    • Uma boacomunicação entre você e seu médico é essencial para sua saúde. Isso pode ser um desafio a ser realizado em uma visita de tempo curto. • É importante compartilhar todas as informações sobre você e sua saúde. • E é importante que eles expliquem o que você precisa fazer para se manter o mais saudável possível, de uma maneira que você entenda.
  • 39.
  • 41.
    • Anote seusobjetivos para a visita e as coisas sobre as quais você mais deseja falar com o seu médico. Tente manter sua lista nos 2-3 itens mais importantes. Também crie e mantenha um registro pessoal de saúde. • Anote todos os seus problemas de saúde passados e atuais, e qualquer cirurgia ou outros tratamentos que você fez. Observe os nomes de todos os medicamentos que você tomou que causaram efeitos colaterais indesejados. mantenha este registro atualizado e leve-o à sua visita.
  • 42.
    Traga suas medicaçõesna consulta, vitaminas e fitoterápicos
  • 44.
    • Coloque todosos medicamentos prescritos, medicamentos de venda sem prescrição médica, ervas, vitaminas e outros suplementos em uma sacola e leve-os à sua visita. • Dessa forma, seu médico saberá exatamente o que você está tomando, quando e com quais doses. Isso é importante porque algumas drogas, ervas e suplementos podem interagir com medicamentos que seu médico pode prescrever.
  • 45.
    Traga uma canetae um papel
  • 47.
    • Leve papelou caderno para sua consulta, para que você possa anotar o que seu médico lhe diz. • Se você tiver dificuldade para lembrar mais tarde, poderá rever suas anotações.
  • 48.
    Considere ir acompanhado comum familiar ou amigo próximo
  • 50.
    • Um membroda família ou amigo próximo irá a consulta fornecendo informações que você possa esquecer ou ignorar. • Se você quiser discutir algo em particular, você sempre pode pedir ao seu parente ou amigo para sair da sala enquanto faz isso.
  • 51.
    Durante a consulta Respondaas perguntas com honestidade
  • 53.
    • Responda atodas as perguntas que seu médico lhe fizer, mesmo as perguntas sobre coisas que podem deixá-lo desconfortável, como problemas de saúde mental, bebida ou sexo. • Não há nada para se envergonhar. Seu médico precisa de informações completas para prestar os devidos cuidados e tudo o que você disser é confidencial.
  • 54.
  • 56.
    • Certifique-se deentender o que seu médico lhe diz. Você precisa e tem o direito de entender o que seu provedor diz. É importante que você entenda todos os tratamentos recomendados por seu provedor, os riscos associados aos tratamentos e se houver outras opções de tratamento. • Se você não entender, peça ao seu médico para explicar. repita todas as instruções em suas próprias palavras. Se você tiver entendido errado, o profissional perceberá isso e explicará em palavras diferentes.
  • 57.
  • 59.
    • Peça aoseu profissional de saúde para fazer recomendações por escrito para que você possa consultar as instruções escritas a qualquer momento
  • 60.
    Fale com seumédico se você não se sentir bem, tiver alguma reação aos medicamentos ou ter esquecido algo
  • 62.
    • Atualize suasanotações pessoais com qualquer nova informação. Reveja todas as instruções ou conselhos que o seu provedor lhe deu. • Ligue para seu médico imediatamente se você tem perguntas ou não entende as instruções que recebeu. Se você não se sente melhor depois da sua visita. • Ou se você parece estar tendo uma reação negativa a um novo medicamento.
  • 64.
  • 65.
    • Alguns fatoresque afetam sua saúde estão fora de seu controle. No entanto, muitos fatores de risco importantes estão ao seu alcance para prevenir doenças por exemplo. Isso inclui receber vacinas, que ajudam a protegê-lo de certas doenças. • As vacinas são alguns dos medicamentos mais seguros que existem. Embora todos os medicamentos, incluindo vacinas, apresentem a rara possibilidade de efeitos colaterais graves, para a maioria das pessoas, os riscos das doenças são muito maiores do que os riscos das vacinas. • O SUS pode fornecer essas vacinas
  • 67.
  • 68.
    • A SBGGobserva que é especialmente importante para as pessoas a seguir receberem vacinas contra a gripe, porque elas correm alto risco de ter complicações graves : • qualquer pessoa com 60 anos de idade ou mais; • residentes de asilos; • pessoas com problemas graves de saúde, como doenças cardíacas, diabetes, asma, doenças pulmonares ou HIV. • Os cuidadores de idosos também devem ser vacinados para evitar a disseminação da gripe.
  • 70.
  • 71.
    • Protege contrabactérias pneumocócicas, que podem causar pneumonia e infecções no sangue e no cérebro. • Qualquer pessoa com 60 anos ou mais que não tenha recebido a vacina anteriormente. • Apenas uma vez, a menos que você tenha feito a vacina antes de completar 60 anos (nesse caso, você precisará de um "reforço" após cinco anos)
  • 73.
  • 74.
    • Protege contraduas infecções bacterianas potencialmente mortais. Uma segunda e diferente forma da vacina (DTP) protege contra o tétano, a difteria e a coqueluche (a tosse comprida). • Recomenda-se agora obter uma dose única da versão “DTp” (a vacina contra a tosse comprida do adulto) se tiver 60 anos ou mais e tiver contato com uma criança, ou simplesmente desejar ser protegido da tosse comprida. • Uma vez a cada 10 anos
  • 76.
  • 77.
    • Protege contrao desenvolvimento das zoster - surtos de erupções cutâneas ou bolhas na pele, por vezes intensamente dolorosas - reduzindo o risco em 51%. • Protege contra o desenvolvimento de dor crônica do zoster (também chamada de neuralgia pós-herpética), reduzindo o risco em 66%. • O CDC recomenda esta vacina para adultos com 60 anos ou mais.
  • 78.
    • Quem nãodeve tomar a vacina de zoster: idosos que têm tuberculose ativa ou problemas com o sistema imunológico, como leucemia, linfoma, outras doenças malignas que envolvem a medula óssea ou sistema linfático, ou infecção por HIV, bem como aqueles que tomam drogas que suprimem o sistema imunológico. • A SBGG também recomenda doses adicionais - incluindo a vacina contra sarampo, caxumba, rubéola (MMR) e injeções de hepatite A e B e meningite - para idosos com maior risco de desenvolver essas doenças.
  • 80.
  • 81.