Sepse ou septicemia  Embora o sangue normalmente seja estéril, números moderados de microorganismos podem penetrar na corrente sanguínea sem causar danos. O sangue e a linfa contém numerosas células fagociticas defensoras, além disso o sangue é pobre em ferro, que é necessário para o crecimento bacteriano. Contudo se as defesas dos sistemas cardiovascular e linfático falham os microorganismos podem sofrer proliferação descontrolado no sangue, uma condição hamada de septicemia ou sepse.
Bacteremia> presença de bactérias no sangue  Sepse( termo grego estragado ou podre) > multiplicação rápida das bactérias no sangue  Linfangite > vasos linfáricos inflamados visíveis como linhas vermelhas sobre a pele. Algumas vezes as linhas terminam em um linfonodo, onde as células fagocitárias fixas tentam parar os microorganismos invasores.  Bacteremia x Sepse
Se as defesas do organismo são insuficientemente velozes para controlar a invasão da corrente sanguínea pelas bactérias patogênicas, sua proliferação pode acelerar rapidamente, com resultados que são frequentemente fatais.
Definição Sepse Resposta inflamatória sistêmica à infecção, associada com hemocultura positiva.  Manifestada por duas ou mais das seguintes condições:  Sepse: Febre, calafrios e respiração e freqüência cardíaca acelerada.  Sepse severa: Queda da pressão sanguínea e disfunção de pelo menos um órgão. Choque séptico: É o estágio final, quando a pressão sanguínea não pode mais ser controlada, apresentando risco de vida.
Infecções Hospitalares ( 5 a 17% dos pacientes hospitalizados e (UTIs)as taxas de prevalência são ainda mais elevadas  ( procedimentos invasivos cateteres tubos de alimentação intravenosa) custos e mortalidade Países em desenvolvimento  inexistência de laboratórios  a prática de terapêutica antimicrobiana empírica  maior freqüência dessas infecções bem como de fenótipos de resistência dos microrganismos associados (JUNIOR, et al., 2003).
Infecções Hospitalares UTIs afetam cerca de 30% dos pacientes,estando associadas com uma maior morbimortalidade,( 9 e 37%) Europa e nos Estados Unidos (2003). pneumonias (46,9%); infecções urinárias (17,9%)  infecções de corrente sanguínea (12%).  Pacientes críticos EUA (500mil casos de choque séptico a cada ano.  Um terço dos pacientes morre em um mês e quase a metade morre em seis meses.
Tipos de sepse Sepse Gram-negativa Sepse Gram-positiva Sepse Puerperal
Sepse gram-negativas Maiores responsáveis > ocorrência de Choque séptico  Choque endotóxico > secreção de citocinas pelos macrófagos. A fagocitose de bactérias gram-negativas faz o fagócito secretar um polipeptídeo denominado fator de necrose tumoral (TNF), ou caquetina. Este liga-se a muitos tecidos no corpo e altera o metabolismo. Um dos efeitos é lesar os capilares sanguineos, aumentando a sua permeabilidade, perdendo grande quantidade de líquidos, resultando a uma queda na pressão arterial que leva ao choque. A pressão arterial baixa tem efeitos sérios nos rins, pulmões e no trato gastrointestinal.  Paredes celulares contém endotoxinas liberadas quando ocorre a lise celular> causando queda brusca na pressão sanguínea> choque.  1 milionésimo  de mg de endotoxina é suficiente.
Bactéria gram-negativas  Enterobacteriaceae  Pseudomonas Haemophilus spp
Pseudomonas Gram-negativa Testes:  - Teste da catalase  - Teste de oxidase  meios de cultura: cultura aeróbico em placas, como placa de ágar MacConkey, meios de comunicação da placa de ágar sangue ou diferencial Catalase e oxidase positiva  ETI médio não mudar de cor (K/K/g-/H2S-)  colônias incolores em plateColonies MacConkey cultivadas em ágar sangue. antibióticos  :  - Aminoglicosídeos  - Quinolonas (ciprofloxacina)  - Cefalosporinas ceftazidima e cefoperazona
Haemophilus spp  Descrição:  -não móveis; gram negativos e cocobacilos -Encontrado no sistema respiratório superior de humanos - Das principais causas de infecções no baixo trato respiratório, associadas com pneumonia Microscópico: Gram:  coccobacilli Gram negativas, sem nenhum acordo específico (manchada de rosa) Meio de cultura: 1) Agar chocolate (com fator X heme e do fator V (NAD)): Flat, castanho-acinzentado colônias com diâmetros de 1-2mm Testes  1) Teste da catalase: catalase-positivos 2) Oxidase teste: Oxidase positiva Antibióticos: Ampicilina amoxicilina (ou) se β-lactamase-negativo; cefotaxima (IV) ou ceftriaxona Haemophilus influenzae  on chocolate agar                                        
Hemophilus influenzae  tipo b  Bactéria gram-negativa  Invade o líquido  cerebrospinal  > a liberação de IL-1 e TNF(fator de necrose tumoral), > enfraquecimento na barreira hematoencefálica> permitindo as células fagocitárias entrarem juntamente com mais bactérias provenientes da corrente sanguínea.
Sepse gram-positiva  Síndrome do choque tóxico> crescimento estafilocócico > tampão vaginal por muito tempo > liberação de toxinas; não menstrual (cirurgia nasal, e em mulheres que acabaram de dar a luz)  Os componentes que levam ao choque séptico neste caso não são conhecidos com certeza. As possíveis fontes são fragmentos variados da parede celular gram-positiva ou até mesmo DNA bacteriano.
Microorganismos gram-positivos Staphylococcus aureus  Estafilococos coagulase-negativos  Enterococos Streptococcus pneumoniae
Staphylococcus aureus  Meio de cultura: Ágar-sangue: colônias amarelas ou ouro Microscopia: cocos gram-positivos em aglomerados  Testes: catalase positiva  coagulase positiva Antibióticos: Suscetíveis à penicilina G, nafcilina e vancomicina
Streptococcus pneumoniae Teste de identificação: Cultura Gram mancha, Microscopia  Teste e Catalase  Experimento: Lactose-fermentação (colônias amarelas  CLED); Pequeno, colônias brancas na BAP  Hemólise:  α- hemolítico:  Streptococcus pneumoniae  β- hemolíticos:  Streptococcus grupo A, B etc  Não-hemolítica:  Por exemplo Enterococcus spp. (Aparência greyer)  Gram-positivos  Teste de catalase >Negativo Antibiótico: Penicilina Eryhromycin Aminoglycoside
Sepse Puerperal  Febre puerperal ou febre do parto > infecção hospitalar. Strepttococcus pyogenes> um estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Inicial infecção do útero> como resultado parto ou aborto> segue infecção da cavidade abdominal (peritonite)> sepse. Paris> (1861 e 1864) >9.886 mulheres que deram a luz, 1.226 (12%) morreram
Sepse  Causada ainda por:  Fungos Polimicrobianas  Patógenos Clássicos:  Neisseria meningitidis ; S. pneumoniae; H influenzae e Streptococcus pyogenes
Sistema de defesa???? As endotoxinas não promovem a formação de antitoxinas efetivas contra o componente carboidrato de uma endotoxina. Anticorpos são produzidos, mas eles não tendem a conter o efeito da toxina, em alguns casos aumentando o seu efeito.
Exames laboratorias Endotoxinas:  Lisado de amebócitos Limulus (LAL)> detecta mesmo quantidades diminutas de endotoxinas; Hemolinfa (caranguejo) >  Limulus polyphemus  que contém leucócitos denominados amebócitos, que possuem grande quantidade de uma proteína (lisado) que causa coagulação. Na presença de endotoxina, os amebócitos da hemolinfa do caranguejo são lisados e liberam sua proteína coagulante. O coágulo gelatinoso resultante (preciptado) é um resultado positivo para a endotoxina. O grau da reação é medida por espectrofotômetro (turbidez).
Tratamento gram-negativas Antibióticos> causam a lise celular> maior liberação de endotoxinas> agravando o quadro do paciente. Drotrecogina alfa (Xigris)> versão geneticamente alterada da proteína C humana ativada> anticoagulante> impedindo a lesão de órgãos. ( cara e eficaz p/ sepse gram-negativa e da meningite meningocócica).
Tratamento Sepse Puerperal Antibióticos especialmente a penicilina  Práticas de higiene modernas. Tornou-se uma complicação rara do parto
Referências  http://scholar.google.com.br/scholar?hl=pt-BR&q=conceito+sepse&lr=lang_pt http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://3.bp.blogspot.com/_NgfUiPEwZDc/R1w2wW8TCuI/AAAAAAAAAH0/_WSiG5IbewI/s400/13-12-HICH.gif&imgrefurl=http://bmtjournal.blogspot.com/&usg=__N-qzx305o2pBXWBFDpqqn80YVAg=&h=302&w=271&sz=42&hl=pt-BR&start=40&tbnid=ChPKl2M0cj3QjM:&tbnh=116&tbnw=104&prev=/images%3Fq%3DHaemophilus%2Bspp%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D20 Harrison , MEDICINA INTERNA . Volume II , 16ª edição Tortora et all, MICROBIOLOGIA, 8ª edição, Artmed Editora.

Septicemia

  • 1.
    Sepse ou septicemia Embora o sangue normalmente seja estéril, números moderados de microorganismos podem penetrar na corrente sanguínea sem causar danos. O sangue e a linfa contém numerosas células fagociticas defensoras, além disso o sangue é pobre em ferro, que é necessário para o crecimento bacteriano. Contudo se as defesas dos sistemas cardiovascular e linfático falham os microorganismos podem sofrer proliferação descontrolado no sangue, uma condição hamada de septicemia ou sepse.
  • 2.
    Bacteremia> presença debactérias no sangue Sepse( termo grego estragado ou podre) > multiplicação rápida das bactérias no sangue Linfangite > vasos linfáricos inflamados visíveis como linhas vermelhas sobre a pele. Algumas vezes as linhas terminam em um linfonodo, onde as células fagocitárias fixas tentam parar os microorganismos invasores. Bacteremia x Sepse
  • 3.
    Se as defesasdo organismo são insuficientemente velozes para controlar a invasão da corrente sanguínea pelas bactérias patogênicas, sua proliferação pode acelerar rapidamente, com resultados que são frequentemente fatais.
  • 4.
    Definição Sepse Respostainflamatória sistêmica à infecção, associada com hemocultura positiva. Manifestada por duas ou mais das seguintes condições: Sepse: Febre, calafrios e respiração e freqüência cardíaca acelerada. Sepse severa: Queda da pressão sanguínea e disfunção de pelo menos um órgão. Choque séptico: É o estágio final, quando a pressão sanguínea não pode mais ser controlada, apresentando risco de vida.
  • 5.
    Infecções Hospitalares (5 a 17% dos pacientes hospitalizados e (UTIs)as taxas de prevalência são ainda mais elevadas ( procedimentos invasivos cateteres tubos de alimentação intravenosa) custos e mortalidade Países em desenvolvimento inexistência de laboratórios a prática de terapêutica antimicrobiana empírica maior freqüência dessas infecções bem como de fenótipos de resistência dos microrganismos associados (JUNIOR, et al., 2003).
  • 6.
    Infecções Hospitalares UTIsafetam cerca de 30% dos pacientes,estando associadas com uma maior morbimortalidade,( 9 e 37%) Europa e nos Estados Unidos (2003). pneumonias (46,9%); infecções urinárias (17,9%) infecções de corrente sanguínea (12%). Pacientes críticos EUA (500mil casos de choque séptico a cada ano. Um terço dos pacientes morre em um mês e quase a metade morre em seis meses.
  • 7.
    Tipos de sepseSepse Gram-negativa Sepse Gram-positiva Sepse Puerperal
  • 8.
    Sepse gram-negativas Maioresresponsáveis > ocorrência de Choque séptico Choque endotóxico > secreção de citocinas pelos macrófagos. A fagocitose de bactérias gram-negativas faz o fagócito secretar um polipeptídeo denominado fator de necrose tumoral (TNF), ou caquetina. Este liga-se a muitos tecidos no corpo e altera o metabolismo. Um dos efeitos é lesar os capilares sanguineos, aumentando a sua permeabilidade, perdendo grande quantidade de líquidos, resultando a uma queda na pressão arterial que leva ao choque. A pressão arterial baixa tem efeitos sérios nos rins, pulmões e no trato gastrointestinal. Paredes celulares contém endotoxinas liberadas quando ocorre a lise celular> causando queda brusca na pressão sanguínea> choque. 1 milionésimo de mg de endotoxina é suficiente.
  • 9.
    Bactéria gram-negativas Enterobacteriaceae Pseudomonas Haemophilus spp
  • 10.
    Pseudomonas Gram-negativa Testes: - Teste da catalase - Teste de oxidase meios de cultura: cultura aeróbico em placas, como placa de ágar MacConkey, meios de comunicação da placa de ágar sangue ou diferencial Catalase e oxidase positiva ETI médio não mudar de cor (K/K/g-/H2S-) colônias incolores em plateColonies MacConkey cultivadas em ágar sangue. antibióticos : - Aminoglicosídeos - Quinolonas (ciprofloxacina) - Cefalosporinas ceftazidima e cefoperazona
  • 11.
    Haemophilus spp Descrição: -não móveis; gram negativos e cocobacilos -Encontrado no sistema respiratório superior de humanos - Das principais causas de infecções no baixo trato respiratório, associadas com pneumonia Microscópico: Gram: coccobacilli Gram negativas, sem nenhum acordo específico (manchada de rosa) Meio de cultura: 1) Agar chocolate (com fator X heme e do fator V (NAD)): Flat, castanho-acinzentado colônias com diâmetros de 1-2mm Testes 1) Teste da catalase: catalase-positivos 2) Oxidase teste: Oxidase positiva Antibióticos: Ampicilina amoxicilina (ou) se β-lactamase-negativo; cefotaxima (IV) ou ceftriaxona Haemophilus influenzae on chocolate agar                                        
  • 12.
    Hemophilus influenzae tipo b Bactéria gram-negativa Invade o líquido cerebrospinal > a liberação de IL-1 e TNF(fator de necrose tumoral), > enfraquecimento na barreira hematoencefálica> permitindo as células fagocitárias entrarem juntamente com mais bactérias provenientes da corrente sanguínea.
  • 13.
    Sepse gram-positiva Síndrome do choque tóxico> crescimento estafilocócico > tampão vaginal por muito tempo > liberação de toxinas; não menstrual (cirurgia nasal, e em mulheres que acabaram de dar a luz) Os componentes que levam ao choque séptico neste caso não são conhecidos com certeza. As possíveis fontes são fragmentos variados da parede celular gram-positiva ou até mesmo DNA bacteriano.
  • 14.
    Microorganismos gram-positivos Staphylococcusaureus Estafilococos coagulase-negativos Enterococos Streptococcus pneumoniae
  • 15.
    Staphylococcus aureus Meio de cultura: Ágar-sangue: colônias amarelas ou ouro Microscopia: cocos gram-positivos em aglomerados Testes: catalase positiva coagulase positiva Antibióticos: Suscetíveis à penicilina G, nafcilina e vancomicina
  • 16.
    Streptococcus pneumoniae Testede identificação: Cultura Gram mancha, Microscopia Teste e Catalase Experimento: Lactose-fermentação (colônias amarelas CLED); Pequeno, colônias brancas na BAP Hemólise: α- hemolítico: Streptococcus pneumoniae β- hemolíticos: Streptococcus grupo A, B etc Não-hemolítica: Por exemplo Enterococcus spp. (Aparência greyer) Gram-positivos Teste de catalase >Negativo Antibiótico: Penicilina Eryhromycin Aminoglycoside
  • 17.
    Sepse Puerperal Febre puerperal ou febre do parto > infecção hospitalar. Strepttococcus pyogenes> um estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Inicial infecção do útero> como resultado parto ou aborto> segue infecção da cavidade abdominal (peritonite)> sepse. Paris> (1861 e 1864) >9.886 mulheres que deram a luz, 1.226 (12%) morreram
  • 18.
    Sepse Causadaainda por: Fungos Polimicrobianas Patógenos Clássicos: Neisseria meningitidis ; S. pneumoniae; H influenzae e Streptococcus pyogenes
  • 19.
    Sistema de defesa????As endotoxinas não promovem a formação de antitoxinas efetivas contra o componente carboidrato de uma endotoxina. Anticorpos são produzidos, mas eles não tendem a conter o efeito da toxina, em alguns casos aumentando o seu efeito.
  • 20.
    Exames laboratorias Endotoxinas: Lisado de amebócitos Limulus (LAL)> detecta mesmo quantidades diminutas de endotoxinas; Hemolinfa (caranguejo) > Limulus polyphemus que contém leucócitos denominados amebócitos, que possuem grande quantidade de uma proteína (lisado) que causa coagulação. Na presença de endotoxina, os amebócitos da hemolinfa do caranguejo são lisados e liberam sua proteína coagulante. O coágulo gelatinoso resultante (preciptado) é um resultado positivo para a endotoxina. O grau da reação é medida por espectrofotômetro (turbidez).
  • 21.
    Tratamento gram-negativas Antibióticos>causam a lise celular> maior liberação de endotoxinas> agravando o quadro do paciente. Drotrecogina alfa (Xigris)> versão geneticamente alterada da proteína C humana ativada> anticoagulante> impedindo a lesão de órgãos. ( cara e eficaz p/ sepse gram-negativa e da meningite meningocócica).
  • 22.
    Tratamento Sepse PuerperalAntibióticos especialmente a penicilina Práticas de higiene modernas. Tornou-se uma complicação rara do parto
  • 23.
    Referências http://scholar.google.com.br/scholar?hl=pt-BR&q=conceito+sepse&lr=lang_pthttp://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://3.bp.blogspot.com/_NgfUiPEwZDc/R1w2wW8TCuI/AAAAAAAAAH0/_WSiG5IbewI/s400/13-12-HICH.gif&imgrefurl=http://bmtjournal.blogspot.com/&usg=__N-qzx305o2pBXWBFDpqqn80YVAg=&h=302&w=271&sz=42&hl=pt-BR&start=40&tbnid=ChPKl2M0cj3QjM:&tbnh=116&tbnw=104&prev=/images%3Fq%3DHaemophilus%2Bspp%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D20 Harrison , MEDICINA INTERNA . Volume II , 16ª edição Tortora et all, MICROBIOLOGIA, 8ª edição, Artmed Editora.