SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 53
 
Índice
[object Object],[object Object],Este capítulo desenvolve a introdução sobre ácidos e bases dada no capítulo anterior que tratou do estudo das soluções eletroliticas. Também são ilustrados os princípios da termodinamica e do equilibrio químico. Em menor extensão, são usados os conceitos de ligação de hidrogênio, de polaridade de ligações e de força de ligações. Ácidos e bases são os dois tipos mais comuns de substâncias no laboratório e no mundo cotidiano. Precisamos saber coo reconhecê-los, quais são as suas reações caracteristicas e por que elessão substâncias químicas tão importantes. Veremos que a coservação das concentrações dos ácidos e das bases dentro de certos limites em células de plantas e de animais é necessária para a sobrevivências dos organismos vivos, e que o controle da acidez das águas da chuva, das águas naturais dos lagos e rios, e daágua corrente fornecida nas cidades é necessário para manter a sociedade humana. Ficha Técnica
Veja as próximas cenas deste capítulo ... ,[object Object],[object Object],[object Object],Introdução
Podem ser Exemplos que  necessariamente exemplos exemplos Substâncias Orgânicas Inorgânicas ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Contêm CARBONO Não contêm CARBONO Substâncias orgânicas x inorgânicas
[object Object],Fatos Experimentais
[object Object],A maioria dos  indicadores  usados em laboratório são artificiais; porém, alguns são encontrados na natureza, como o  tornassol , que é extraído de certos liquens. No nosso dia-a-dia, encontramos esses  indicadores  presentes em várias espécies: no repolho roxo, na beterraba, nas pétalas de rosas vermelhas, no chá-mate, nas amoras etc., sendo sua extração bastante fácil. Indicadores são substâncias que revelam a presença de íons H  +  e de íons OH  -  numa solução, porque mudam de cor na presença de H  +  e de OH  -  . Dá para saber se existem íons H  +  ou íons OH  -  pela cor do indicador. Indicadores Ácido-Base
[object Object],O  tornossol  é extraído de certos liquens. Liquens são formas de vida formadas pela associação entre algas e fungos. Indicadores Ácido-Base
Ácidos Bases Sabor azedo Sabor adstringente Torna rósea Tornassol Torna azul Tornassol Reage com metais liberando H 2 Reage com ácido formando sal e água Conceitução de ácidos e bases Definição operacional ácidos e bases
NaOH é um composto iônico HCl é um composto molecular No NaOH sólido há íons, mas não estão livres para se movimentar No HCl gasoso não há cargas livres para conduzir a corrente elétrica Conceitução de ácidos e bases Ácidos, bases e a condutividade elétrica Já que as soluções de NaOH e HCl conduzem corrente elétrica, concluímos que nelas devem existir cargas elétricas livres para se movimentar . Que cargas são essas?
Considere a figura ao lado: Determine a cor que a solução de repolho roxo apresentará na presença de: ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Experiência RESPOSTA
Segundo Arrhenius... HCl(g)  H + (aq)  +  Cl  - (aq) H 2 SO 4 (l)  2 H + (aq)  +  SO 4 -2 (aq) H 3 PO 4 (l)  3 H + (aq)  +  PO 4 -3 (aq) Observe: H 2 O H 2 O H 2 O ... ácido é todo composto que, dissolvido em água, origina  H +   (H 3 O + )  como único cátion (o ânion varia de ácido p/ ácido). Moléculas de cloreto de hidrogênio gasoso, ao se dissolverem em água, originam íons H+ e Cl -  em solução aquosa Conceituação de ácidos e bases Conceito ácido-base de Arrhenius
H átomo de hidrogênio  (1 próton; 1 elétron) perde o elétron... H + cátion hidrogênio  (1 próton) une-se à água... H 3 O + cátion hidroxônio, ou hidrônio. O H H H + H + O H H Nenhum elétron Atualmente, sabemos que o íon H +  não é estável. Ele se une a uma molécula de água, originando o H 3 O +  (hidroxônio ou hidrônio). Conceitução de ácidos e bases Conceito ácido-base de Arrhenius
HIDRÁCIDOS (ácidos sem oxigênio) HCl : ácido clor ídrico HBr : ácido brom ídrico H 2 S : ácido sulf ídrico HF : ácido fluor ídrico HCN : ácido cian ídrico HI : ácido iod ídrico Ácido não-oxigenado (H x E):   ÁCIDO  (Radical do E)  +  ÍDRICO Ácidos Fórmulas e nomenclaturas Para ácidos do enxofre usamos o radical em latim “sulfur”.
OXIÁCIDOS (ácidos com oxigênio) +7 +6 +5 +2 +3 +4 +1 Ácidos Fórmulas e nomenclaturas H  Br  O 4 +1 -2 ác.  per brôm ico +7 H  Br  O 3 +1 -2 ác. brôm ico   +5 H  Br  O 2 +1 -2 ác. brom oso +3 H  Br  O +1 -2 ác.  hipo brom oso +1 ÁCIDO   (radical de E)  +  ICO  (+ oxigênio)   OSO (- oxigênio)
H 2 CO 3   Ácido carbônico C O O O H H H 2 SO 4   Ácido sulfúrico S O O O H H H 3 PO 4   Ácido fosfórico O P O O O H H O H Essas ligações são consideradas por alguns autores, como “dativas”. Ácidos Fórmulas estruturais - Oxiácidos ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Os átomos de hidrogênio que aparecem na fórmula de um ácido e podem ser liberados como H +  (H 3 O + ) são chamados de  hidrogênios ionizáveis . Como regra geral, todos os  H  presentes na fórmula de um ácido são ionizáveis. Exceções H 3 PO 4   Ácido fosfórico P O O O H H O H H 3 PO 3 Ácido fosforoso (2H + ) P O O O H H H H 3 PO 2 Ácido hipofosforoso (1H + ) P O O H H H Ácidos Ionização de ácidos
Quando um ácido possui  mais de um H ionizável , ocorre a ionização por etapas. Usando equações simplificadas: H 2 SO 4 (aq)  =  2 H + (aq)  +  SO 4 -2 (aq)  H 2 SO 4 (aq)  =  H + (aq)  +  HSO 4 - (aq)  1ª etapa HSO 4 - (aq)  =  H + (aq)  +  SO 4 -2 (aq)  2ª etapa equação global H 3 PO 4 (aq)  =  3 H + (aq)  +  PO 4 -3 (aq) H 3 PO 4 (aq)  =  H + (aq)  +  H 2 PO 4 - (aq)  1ª etapa H 2 PO 4 - (aq)  =  H + (aq)  +  HPO 4 -2 (aq)  2ª etapa HPO 4 -2 (aq)  =  H + (aq)  +  PO 4 -3 (aq)  3ª etapa equação global Ácidos Ionização parcial (em etapas)
Os   ácidos   podem   ser   classificados   quanto   ao   número   de   Hidrogênios   Ionizáveis: Monoácidos   (HCl,   HI,   H 3 PO 2 ) Diácidos   (H 2 SO 4 ,   H 2 S,   H 3 PO 3 )   Triácidos   (H 3 PO 4 ,   H 3 BO 3 ,   H 3 BO 2 ) Tetrácidos   (H 4 P 2 O 7 ) Ácidos Ionização (classificação)
Grau de ionização de um ácido (α) é a relação entre o número de moléculas ionizadas e o número total de moléculas dissolvidas. Ácidos Grau de ionização
Os  hidrácidos  mais conhecidos são assim classificados: A força dos  oxiácidos  pode ser determinada pela diferença (x) entre o número de átomos de oxigênio e o número de átomos de hidrogênio ionizáveis. 0 ,   fraco  Ex.: HClO, H 4 SiO 4 1 ,   moderado  Ex.: H 3 PO 4 , HNO 2 2 ,   forte  Ex.: H 2 SO 4 , HBrO 4 y-x H x EO y Ácidos Grau de ionização
Exceções Ácido carbônico  (H 2 CO 3 ) Ácido acético  (H 3 CCOOH) ... por ser um ácido instável, decompõe-se mais facilmente do que se ioniza, apresentando um pequeno grau de ionização. Assim, é considerado um ácido fraco, não seguindo a regra apresentada. ... pode ser obtido a partir do álcool comum, o que acontece quando o vinho azeda. Esse ácido é o principal componente do vinagre e será estudado com detalhes em Química Orgânica. Ácidos Grau de ionização
(1) — H 2 SO 4 (2) — HI (3) — HNO 2 (4) — HClO 4 (5) — H 2 S (A) hidrácido, monoácido, forte (B) hidrácido, diácido, fraco (C) oxiácido, monoácido, forte (D) oxiácido, diácido, forte (E) oxiácido, monoácido, semiforte 1. Associe corretamente as duas colunas: RESPOSTA Vamos Praticar
a) HF b) H 2 S c) H 3 PO 4 d) H 4 SiO 4 e) HNO 3 2. (UFCE) O esquema a seguir mostra a aparelhagem que pode ser utilizada para testar a força dos ácidos: Em qual das soluções, todas com mesma concentração e temperatura, a lâmpada apresenta maior brilho? RESPOSTA Vamos Praticar
HCN < HF < H 3 PO 4  < H 2 SO 4  < HCl 3. (Cesgranrio-RJ — mod.) Com base na tabela de graus de ionização apresentada a seguir, indique a ordem crescente da força dos ácidos. RESPOSTA Vamos Praticar
Nas condições ambientes, é um gás incolor que tem a característica de corroer o vidro, quando em solução aquosa. É usado para fazer gravações em cristais e vidros. O ácido clorídrico consiste no gás cloreto de hidrogênio dissolvido em água. Quando impuro, é vendido no comércio com o nome de  ácido muriático , sendo usado principalmente na limpeza de pisos e de superfícies metálicas antes do processo de soldagem. Principais ácidos e suas aplicações Gravações em vidro de carro
É o nome com que se indica uma solução aquosa do gás cianídrico, que é incolor, com cheiro característico de amêndoas amargas. Por ser muito venenoso, esse gás é utilizado nas execuções em câmara de gás. É um gás venenoso, incolor, formado na  putrefação de substâncias orgânicas naturais que contenham enxofre, sendo responsável em grande parte pelo cheiro de ovo podre. Ao pressentirem o perigo, certos animais, como o gambá e a maritaca, liberam uma mistura de substâncias de odor desagradável, entre as quais o H 2 S. As folhas de mandioca, apesar de venenosas, podem ser utilizadas como alimento para o gado. Quando deixadas ao sol, liberam o gás cianídrico, tornando-se, assim, apropriadas para o consumo. Principais ácidos e suas aplicações
O gás carbônico presente no ar atmosférico combina-se com a água da chuva, formando o H 2 CO 3 , mesmo em ambientes não poluídos, o que nos leva a concluir que toda chuva é ácida. O gás carbônico é um dos constituintes dos refrigerantes e das águas minerais gaseificadas. É usado na indústria de vidro, na tinturaria, nas indústrias de alimentos e na fabricação de fosfatos usados como adubos (fertilizantes). O ácido fosfórico é utilizado na produção refrigerantes à base de cola (Coca, Pepsi, etc). Principais ácidos e suas aplicações
É um líquido incolor, de cheiro característico, e o principal componente do vinagre, que é uma solução aquosa que contém de 3 a 7% desse ácido. É o ácido mais importante economicamente. O maior consumo de ácido sulfúrico se dá na fabricação de fertilizantes, como os superfosfatos e o sulfato de amônio. É, ainda, utilizado nas indústrias petroquímicas, de papel, de corantes etc. e nos acumuladores de chumbo (baterias de automóveis). Principais ácidos e suas aplicações
Depois do ácido sulfúrico, o ácido nítrico é o mais fabricado e consumido na indústria. À temperatura ambiente, é um líquido incolor e fumegante (volátil). Ataca com violência os tecidos animais e vegetais, produzindo manchas amareladas na pele. Seu manuseio, portanto, requer muito cuidado, pois seus vapores são muito tóxicos. Uma das mais importantes aplicações do ácido nítrico relaciona-se à fabricação de explosivos (TNT, nitroglicerina). Principais ácidos e suas aplicações
(ENEM) Leia o texto a seguir e responda às questões (1) e (2). O suco extraído do repolho roxo pode ser utilizado como indicador do caráter ácido (pH entre 0 e 7) ou básico (pH entre 7 e 14) de diferentes soluções. Misturando-se um pouco de suco de repolho e da solução, a mistura passa a apresentar diferentes cores, segundo sua natureza ácida ou básica, de acordo com a escala abaixo. Vamos Praticar Algumas soluções foram testadas com esse indicador, produzindo os seguintes resultados:
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],2)  Utilizando-se o indicador citado em sucos de abacaxi e de limão, pode-se esperar como resultado as cores: a) rosa ou amarelo b) vermelho ou roxo c) verde ou vermelho d) rosa ou vermelho e) roxo ou azul RESPOSTA Vamos Praticar
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],(UECE) O sistema a seguir mostra a ocorrência de reação química entre um ácido e um metal, com liberação do gás X. RESPOSTA Vamos Praticar
Segundo Arrhenius... Observe: NaOH(s)  Na + (aq)  +  OH  - (aq) Ca(OH) 2 (s)  Ca 2+ (aq)  +  2OH - (aq) Al(OH) 3 (s)  Al 3+ (aq)  +  3OH - (aq) H 2 O H 2 O H 2 O ... Base é todo composto que, dissolvido em água, origina  OH -  como único ânion (o cátion varia de base para base). Hidróxido de sódio sólido se dissolve em água produzindo íons Na +  e OH -  em solução aquosa Conceituação de ácidos e bases Conceito ácido-base de Arrhenius
HIDRÓXIDO   de + nome do elemento + Nox do elemento NaOH : hidróxido de  sódio Ca(OH) 2  : hidróxido de  cálcio Al(OH) 3  : hidróxido de  alumínio Fe(OH) 2  : hidróxido de  ferro  (II) CuOH : hidróxido de  cobre  (I) NH 4 OH : hidróxido de  amônio - O nox do elemento só é usado quando ele apresentar mais de um e deve ser escrito em algarismos romanos. - O NH 4 + é o cátion amônio. Bases Fórmulas e nomenclaturas
Apesar de menos usada atualmente, existe a  nomenclatura dos sufixos : Lembre-se da nomenclatura dos oxiácidos! Fe(OH) 2  : hidróxido ferr oso . Fe(OH) 3  : hidróxido férr ico . CuOH : hidróxido cupr oso . Cu(OH) 2  : hidróxido cúpr ico . AuOH : hidróxido aur oso . Au(OH) 3  : hidróxido áur ico . Sn(OH) 2  : hidróxido estan oso . Sn(OH) 4  : hidróxido estân ico . ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Bases Fórmulas e nomenclaturas Nox menor:  Hidróxido (elemento) +  OSO Nox  maior:  Hidróxido (elemento) +  ICO
Colocar foto pag. 357 Bases Saiba mais
Amônia (molécula) Amônio (íon positivo) Ao contrário das demais bases, que sofrem dissociação iônica, ex.: NaOH, KOH, Ca(OH) 2;  a amônia (composto molecular) sofre  ionização  quando é dissolvida em água. Nas condições ambientes é um gás de cheiro forte e irritante Bases Amônia (NH 3 ): uma base diferente Hidroxila – íon característico das bases Não confunda amônia com amônio!
(*) Os hidróxidos de metais que não sejam alcalinos nem alcalinos terrosos apresentam um caráter covalente bastante acentuado. Como vimos, a amônia é uma base diferente das demais: ao ser dissolvida em água sofre ionização e, nesse contexto, pode ser representada pela fórmula NH 4 OH e considerada como uma monobase Bases Dissociação iônica: bases de metais e ionização da amônia
Conhecido por cal extinta ou apagada, o  hidróxido de cálcio  é comumente usado na construção civil (preparação de argamassa). Hidróxido de sódio . Comercialmente (impuro) é conhecido por soda cáustica. Usado na fabricação de sabões, é altamente corrosivo. Principais bases e suas aplicações
Hidróxido de amônia . Obtido pela dissolução da amônia (NH 3 ) em água, o chamado amoníaco é usado em alguns produtos de limpeza. Usado como antiácido estomacal e laxante suave o  hidróxido de magnésio  é conhecido por “leite de magnésia”, quando em suspensão aquosa. Principais bases e suas aplicações amoníaco
Bases Ciclo do Nitrogênio
A escala de “pH”, em que “p” significa potencial e “H” hidrogênio, consiste numa escala algorítmica para exprimir a acidez ou alcalinidade de uma solução. Escala de pH
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],(FMU/Fiam-SP) Para combater a acidez estomacal causada pelo excesso de ácido clorídrico, costuma-se ingerir um antiácido. Das substâncias abaixo, encontradas no cotidiano das pessoas, a mais indicada para combater a acidez é:  RESPOSTA Vamos Praticar
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],(FUA-AM) Analise a alternativa correta que indica uma das substâncias ativas contidas no medicamento “aziran”, usado para neutralizar a hiperacidez estomacal: RESPOSTA Vamos Praticar
O ácido sulfúrico é fabricado a partir das matérias-primas enxofre mineral, oxigênio do ar e água. S (s)   +  O 2(g)   SO 2(g) SO 2(g)   + ½ O 2(g)   SO 3(g)   SO 3(g)   +  H 2 O  (l)   H 2 SO 4(aq)   catalisador O catalisador, indicado na 2ª. etapa, aumenta a velocidade da reação, tornando-a industrialmente viável. O catalizador usado para esta reação é platina (Pt) com pentóxido de divanádio (V 2 O 5 ) Quando puro, apresenta-se como um líquido incolor, oleoso, bastante denso (d=1,84 g/cm 3 ) e de alto ponto de ebulição (338 o C)
O ácido nítrico, HNO 3 , é obtido industrialmente a partir do oxigênio e do nitrogênio do ar (ou da amônia) e da água. N 2(g)   +  O 2(g)   2 NO (g) faísca elétrica 4NH 3(g)  + 5O 2(g)   4 NO (g)  + 6H 2 O (g) Pt OU A seguir o NO é convertido em NO 2 , e este, por reação com água, produz o HNO 3 2NO (g)  + O 2(g)   2 NO 2(g) 2NO 2(g)  + HO 2(l)   HNO 2(aq)  + HNO 3(aq) A platina atua como catalisador na 1ª. etapa, tornando a reação suficientemente rápida para ter utilidade industrial.
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Resolução V 2 O 5 2SO 2  + O 2      2SO 3 SO 3  + H 2 O     H 2 SO 4 A = O 2 B = H 2 O (Mackenzie-SP) A partir da pirita, minério também chamado de ouro dos tolos, pode-se obter ácido sulfúrico pelo processo representado nas etapas abaixo:  4 FeS 2  + 11 O 2    2 Fe 2 O 3  + 8 SO 2 V 2 O 5   2 SO 2  + A     2 SO 3 SO 3  + B     H 2 SO 4 Nesse processo, as substâncias A e B são, respectivamente:  RESPOSTA  De Olho no Vestibular
a) Escreva as equações químicas balanceadas das reações que ocorrem no reator, na torre de oxidação e na torre de absorção. Note que, desta última, sai NO(g), nela gerado. A maior parte desse gás é aproveitada na própria torre, onde há oxigênio em excesso. Duas reações principais ocorrem nessa torre. b) A velocidade da reação que ocorre na torre de oxidação, ao contrário da velocidade da maioria das reações químicas, diminui com o aumento da temperatura. Baseando-se em tal informação, explique o que deve ser o dispositivo A. (a) No reator: (Pt) 4NH 3 (g) + 5O 2 (g) -> 4NO(g) + 6H 2 O(g) Na torre de oxidação : 2NO(g) + O 2 (g) -> 2NO 2 (g) Na torre de absorção: 2NO 2 (g) + H 2 O(l) -> HNO 3 (aq) + HNO 2 (aq) 3HNO 2 (aq) -> HNO 3 (aq) + 2NO(g) + H 2 O(g) Uma parte do NO(g) é aproveitada na própria torre: 2NO(g) + O 2 (g) -> 2NO 2 (g) b) Na torre de oxidação, o NO é convertido a NO 2 . De acordo com o enunciado, uma vez que a velocidade dessa conversão diminui com o aumento da temperatura, o dispositivo A deve ser um sistema de refrigeração (trocador de calor), para aumentar a rapidez do processo. (FUNVEST) Ácido nítrico é produzido pela oxidação de amônia com excesso de oxigênio, sobre um catalisador de platina, em uma seqüência de reações exotérmicas. Um esquema simplificado desse processo é RESPOSTA (A) De Olho no Vestibular RESPOSTA (B)
Cenas dos próximos capítulos
Produzido por: Prof. Nelson Virgilio Engenheiro Químico – UFBA [email_address] Blog:  http://ensinodigital.blogspot.com Créditos

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Tabela Periódica - 9º ano
Tabela Periódica - 9º anoTabela Periódica - 9º ano
Tabela Periódica - 9º ano
7 de Setembro
 
Reações inorgânicas
Reações inorgânicas Reações inorgânicas
Reações inorgânicas
Nai Mariano
 
Reações químicas e classificações
Reações químicas e classificaçõesReações químicas e classificações
Reações químicas e classificações
Joanna de Paoli
 
Reações orgânicas
Reações orgânicasReações orgânicas
Reações orgânicas
paramore146
 
Ligações Químicas
Ligações QuímicasLigações Químicas
Ligações Químicas
Kátia Elias
 

Mais procurados (20)

Aula funções oxigenadas
Aula  funções oxigenadasAula  funções oxigenadas
Aula funções oxigenadas
 
Tabela Periódica - 9º ano
Tabela Periódica - 9º anoTabela Periódica - 9º ano
Tabela Periódica - 9º ano
 
Reações inorgânicas
Reações inorgânicas Reações inorgânicas
Reações inorgânicas
 
Reações químicas e classificações
Reações químicas e classificaçõesReações químicas e classificações
Reações químicas e classificações
 
Aula sobre tabela periódica
Aula sobre tabela periódicaAula sobre tabela periódica
Aula sobre tabela periódica
 
Aula sobre ligações químicas
Aula sobre ligações químicasAula sobre ligações químicas
Aula sobre ligações químicas
 
Slides ácidos e bases
Slides ácidos e basesSlides ácidos e bases
Slides ácidos e bases
 
Funções químicas inorgânicas
Funções químicas inorgânicas Funções químicas inorgânicas
Funções químicas inorgânicas
 
Aula de Digital de Química - Sais
Aula de Digital de Química - SaisAula de Digital de Química - Sais
Aula de Digital de Química - Sais
 
Reações orgânicas
Reações orgânicasReações orgânicas
Reações orgânicas
 
Reações Químicas
Reações QuímicasReações Químicas
Reações Químicas
 
Ligações Químicas
Ligações QuímicasLigações Químicas
Ligações Químicas
 
Geometria molecular
Geometria molecularGeometria molecular
Geometria molecular
 
Aula Digital de Química - Óxidos
Aula Digital de Química - ÓxidosAula Digital de Química - Óxidos
Aula Digital de Química - Óxidos
 
Aula 8 sais e oxidos
Aula 8   sais e oxidosAula 8   sais e oxidos
Aula 8 sais e oxidos
 
Separação de Misturas
Separação de MisturasSeparação de Misturas
Separação de Misturas
 
Equilíbrio iônico
Equilíbrio iônicoEquilíbrio iônico
Equilíbrio iônico
 
Introdução a Quimica orgânica
Introdução a Quimica orgânicaIntrodução a Quimica orgânica
Introdução a Quimica orgânica
 
Acidos e bases (1)
Acidos e bases (1)Acidos e bases (1)
Acidos e bases (1)
 
Aula termoquímica
Aula termoquímicaAula termoquímica
Aula termoquímica
 

Destaque

Soluções ácidas, básicas e neutras
Soluções ácidas, básicas e neutrasSoluções ácidas, básicas e neutras
Soluções ácidas, básicas e neutras
elisabete1977
 
Reacções químicas 8ºano
Reacções químicas 8ºanoReacções químicas 8ºano
Reacções químicas 8ºano
adelinoqueiroz
 
Prof Márcio Bandeira interações intermoleculares e funções inorgânicas
Prof Márcio Bandeira   interações intermoleculares e funções inorgânicasProf Márcio Bandeira   interações intermoleculares e funções inorgânicas
Prof Márcio Bandeira interações intermoleculares e funções inorgânicas
Colégio Municipal Paulo Freire
 
Velocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicasVelocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicas
Piedade Alves
 
Sandrogreco Aula 7 Quim. Org. ReaçõEs De AdiçãO EletrofíLica
Sandrogreco Aula 7   Quim. Org.   ReaçõEs De AdiçãO EletrofíLicaSandrogreco Aula 7   Quim. Org.   ReaçõEs De AdiçãO EletrofíLica
Sandrogreco Aula 7 Quim. Org. ReaçõEs De AdiçãO EletrofíLica
Profª Cristiana Passinato
 
Aula 15 -_química_orgânica
Aula 15 -_química_orgânicaAula 15 -_química_orgânica
Aula 15 -_química_orgânica
LukasSeize
 
Reações químicas lei de lavoisier
Reações químicas lei de lavoisierReações químicas lei de lavoisier
Reações químicas lei de lavoisier
Piedade Alves
 

Destaque (20)

Reações ácido base
Reações ácido baseReações ácido base
Reações ácido base
 
Ácidos e Bases
Ácidos e BasesÁcidos e Bases
Ácidos e Bases
 
Soluções ácidas, básicas e neutras
Soluções ácidas, básicas e neutrasSoluções ácidas, básicas e neutras
Soluções ácidas, básicas e neutras
 
Sandrogreco EquilíBrio QuíMico
Sandrogreco EquilíBrio QuíMicoSandrogreco EquilíBrio QuíMico
Sandrogreco EquilíBrio QuíMico
 
Reacções químicas 8ºano
Reacções químicas 8ºanoReacções químicas 8ºano
Reacções químicas 8ºano
 
Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)
Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)
Aula 14 - Controle das reações químicas - parte I (equilíbrio químico)
 
Prof Márcio Bandeira interações intermoleculares e funções inorgânicas
Prof Márcio Bandeira   interações intermoleculares e funções inorgânicasProf Márcio Bandeira   interações intermoleculares e funções inorgânicas
Prof Márcio Bandeira interações intermoleculares e funções inorgânicas
 
Ácidos, Bases e pH - 11ºano FQ A
Ácidos, Bases e pH - 11ºano FQ AÁcidos, Bases e pH - 11ºano FQ A
Ácidos, Bases e pH - 11ºano FQ A
 
Aula 15 - Tratamento do lodo e reuso - 03.11
Aula 15 - Tratamento do lodo e reuso - 03.11Aula 15 - Tratamento do lodo e reuso - 03.11
Aula 15 - Tratamento do lodo e reuso - 03.11
 
Aula Digital de Química - Condutividade Elétrica de Soluções Aquosas
Aula Digital de Química - Condutividade Elétrica de Soluções AquosasAula Digital de Química - Condutividade Elétrica de Soluções Aquosas
Aula Digital de Química - Condutividade Elétrica de Soluções Aquosas
 
Velocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicasVelocidade das reações químicas
Velocidade das reações químicas
 
21. ácidos e bases
21. ácidos e bases21. ácidos e bases
21. ácidos e bases
 
Reações químicas ppt
Reações químicas pptReações químicas ppt
Reações químicas ppt
 
Sandrogreco Aula 7 Quim. Org. ReaçõEs De AdiçãO EletrofíLica
Sandrogreco Aula 7   Quim. Org.   ReaçõEs De AdiçãO EletrofíLicaSandrogreco Aula 7   Quim. Org.   ReaçõEs De AdiçãO EletrofíLica
Sandrogreco Aula 7 Quim. Org. ReaçõEs De AdiçãO EletrofíLica
 
áCidos e bases em química orgânica
áCidos e bases em química orgânicaáCidos e bases em química orgânica
áCidos e bases em química orgânica
 
11ºano - Quimica Exercícios
11ºano - Quimica Exercícios11ºano - Quimica Exercícios
11ºano - Quimica Exercícios
 
Plano de aula de química do 1° ano 3° bimestre - cem ary
Plano de aula de química do 1° ano    3° bimestre - cem aryPlano de aula de química do 1° ano    3° bimestre - cem ary
Plano de aula de química do 1° ano 3° bimestre - cem ary
 
Aula 15 -_química_orgânica
Aula 15 -_química_orgânicaAula 15 -_química_orgânica
Aula 15 -_química_orgânica
 
Reações químicas lei de lavoisier
Reações químicas lei de lavoisierReações químicas lei de lavoisier
Reações químicas lei de lavoisier
 
Aula 06 Estados da materia - sólidos, líquidos e gases - Prof. Nelson Virgilio
Aula 06   Estados da materia - sólidos, líquidos e gases - Prof. Nelson VirgilioAula 06   Estados da materia - sólidos, líquidos e gases - Prof. Nelson Virgilio
Aula 06 Estados da materia - sólidos, líquidos e gases - Prof. Nelson Virgilio
 

Semelhante a Aula Digital de Química - Ácidos e Bases

Funções Inorgânicas
Funções InorgânicasFunções Inorgânicas
Funções Inorgânicas
Fabi Wentz
 
Funcoes inorganicas
Funcoes inorganicasFuncoes inorganicas
Funcoes inorganicas
estead2011
 
Funcoes inorganicas
Funcoes inorganicasFuncoes inorganicas
Funcoes inorganicas
estead2011
 
QUÍMICA - FUNÇÕES INORGÂNICAS.
QUÍMICA - FUNÇÕES INORGÂNICAS.QUÍMICA - FUNÇÕES INORGÂNICAS.
QUÍMICA - FUNÇÕES INORGÂNICAS.
Fagner Aquino
 
Acidos bases sais
Acidos bases saisAcidos bases sais
Acidos bases sais
sabinosilva
 
Acidos bases sais
Acidos bases saisAcidos bases sais
Acidos bases sais
sabinosilva
 

Semelhante a Aula Digital de Química - Ácidos e Bases (20)

Funções Inorgânicas
Funções InorgânicasFunções Inorgânicas
Funções Inorgânicas
 
Ácidos e Bases
Ácidos e BasesÁcidos e Bases
Ácidos e Bases
 
Apostila funcao inorganica
Apostila funcao inorganicaApostila funcao inorganica
Apostila funcao inorganica
 
Funcoes inorganicas
Funcoes inorganicasFuncoes inorganicas
Funcoes inorganicas
 
Funcoes inorganicas
Funcoes inorganicasFuncoes inorganicas
Funcoes inorganicas
 
Química - Funções inorgânicas (apresentação).
Química - Funções inorgânicas (apresentação).Química - Funções inorgânicas (apresentação).
Química - Funções inorgânicas (apresentação).
 
Química - Funções inorgânicas (apresentação).
Química - Funções inorgânicas (apresentação).Química - Funções inorgânicas (apresentação).
Química - Funções inorgânicas (apresentação).
 
QUÍMICA - FUNÇÕES INORGÂNICAS.
QUÍMICA - FUNÇÕES INORGÂNICAS.QUÍMICA - FUNÇÕES INORGÂNICAS.
QUÍMICA - FUNÇÕES INORGÂNICAS.
 
FunçãO InorgâNica
FunçãO InorgâNicaFunçãO InorgâNica
FunçãO InorgâNica
 
Teoria acido e_base
Teoria acido e_baseTeoria acido e_base
Teoria acido e_base
 
www.CentroApoio.com - Química - Funções Inorgânicas
www.CentroApoio.com - Química - Funções Inorgânicaswww.CentroApoio.com - Química - Funções Inorgânicas
www.CentroApoio.com - Química - Funções Inorgânicas
 
APOSTILA - COMPOSTOS INORGÂNICOS
APOSTILA - COMPOSTOS INORGÂNICOSAPOSTILA - COMPOSTOS INORGÂNICOS
APOSTILA - COMPOSTOS INORGÂNICOS
 
ÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bom
ÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bomÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bom
ÁCIDOS E BASES completo em PFf material muito bom
 
Acidos bases sais
Acidos bases saisAcidos bases sais
Acidos bases sais
 
Ácidos e bases
Ácidos e basesÁcidos e bases
Ácidos e bases
 
www.ApoioAulasParticulares.Com.Br - Química - Função Inorgânica
www.ApoioAulasParticulares.Com.Br    - Química -  Função Inorgânicawww.ApoioAulasParticulares.Com.Br    - Química -  Função Inorgânica
www.ApoioAulasParticulares.Com.Br - Química - Função Inorgânica
 
www.aulaparticularonline.net.br - Química - Função Inorgânica
www.aulaparticularonline.net.br - Química -  Função Inorgânicawww.aulaparticularonline.net.br - Química -  Função Inorgânica
www.aulaparticularonline.net.br - Química - Função Inorgânica
 
www.aulasapoio.com - Química - Função Inorgânica
www.aulasapoio.com - Química -  Função Inorgânicawww.aulasapoio.com - Química -  Função Inorgânica
www.aulasapoio.com - Química - Função Inorgânica
 
www.AulasParticulares.Info - Química - Função Inorgânica
www.AulasParticulares.Info - Química -  Função Inorgânicawww.AulasParticulares.Info - Química -  Função Inorgânica
www.AulasParticulares.Info - Química - Função Inorgânica
 
Acidos bases sais
Acidos bases saisAcidos bases sais
Acidos bases sais
 

Mais de Nelson Virgilio Carvalho Filho

Aula 13 controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11
Aula 13   controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11Aula 13   controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11
Aula 13 controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11
Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 07 estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03
Aula 07   estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03Aula 07   estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03
Aula 07 estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03
Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)
Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 01 introdução e apresentação do curso - prof. nelson (area 1) - 02.02.11
Aula 01   introdução e apresentação do curso - prof. nelson (area 1) - 02.02.11Aula 01   introdução e apresentação do curso - prof. nelson (area 1) - 02.02.11
Aula 01 introdução e apresentação do curso - prof. nelson (area 1) - 02.02.11
Nelson Virgilio Carvalho Filho
 

Mais de Nelson Virgilio Carvalho Filho (20)

Aula 14 tratamentos biológicos - 27.10
Aula 14   tratamentos biológicos - 27.10Aula 14   tratamentos biológicos - 27.10
Aula 14 tratamentos biológicos - 27.10
 
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
Aula 13 - Tratamentos fisicos-quimico - 20.10
 
Aula 12 introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10
Aula 12   introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10Aula 12   introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10
Aula 12 introdução aos metodos tratamento - prof. nelson (area 1) - 13.10
 
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
 
Aula 09 legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
Aula 09   legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)Aula 09   legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
Aula 09 legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
 
Aula 08 - Tecnicas de tratamento - parte 4 - 15.09
Aula 08 - Tecnicas de tratamento - parte 4 - 15.09Aula 08 - Tecnicas de tratamento - parte 4 - 15.09
Aula 08 - Tecnicas de tratamento - parte 4 - 15.09
 
Aula 07 - Tecnicas de tratamento - parte 3 - 08.09
Aula 07 - Tecnicas de tratamento - parte 3 - 08.09Aula 07 - Tecnicas de tratamento - parte 3 - 08.09
Aula 07 - Tecnicas de tratamento - parte 3 - 08.09
 
Aula 06 - Tecnicas de tratamento - parte 2 - 01.09
Aula 06 - Tecnicas de tratamento - parte 2 - 01.09Aula 06 - Tecnicas de tratamento - parte 2 - 01.09
Aula 06 - Tecnicas de tratamento - parte 2 - 01.09
 
Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08
Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08
Aula 05 - Considerações projeto eta - tecnica tratamento 25.08
 
Aula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudos
Aula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudosAula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudos
Aula 04 - Interpretação de analises e elaboração de laudos
 
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
Aula 03 - Caracterização das águas (parte 2)
 
Aula 02 - Caracterização das águas
Aula 02 - Caracterização das águasAula 02 - Caracterização das águas
Aula 02 - Caracterização das águas
 
Aula 01 inicial - apresentação e introdução
Aula 01   inicial - apresentação e introduçãoAula 01   inicial - apresentação e introdução
Aula 01 inicial - apresentação e introdução
 
Aula 13 controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11
Aula 13   controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11Aula 13   controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11
Aula 13 controle das reações químicas - parte i (cinética química) - 27.04.11
 
Aula 09 revisão ap1- quimica aplicada engenharia
Aula 09   revisão ap1- quimica aplicada engenhariaAula 09   revisão ap1- quimica aplicada engenharia
Aula 09 revisão ap1- quimica aplicada engenharia
 
Aula 07 estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03
Aula 07   estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03Aula 07   estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03
Aula 07 estados da materia - sólidos, líquidos e gases - 16.03
 
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)
Aula 05 - Estrutura dos átomos e molécula II (ligações quimicas)
 
Aula 03 - Estrutura dos átomos e moléculas
Aula 03 - Estrutura dos átomos e moléculasAula 03 - Estrutura dos átomos e moléculas
Aula 03 - Estrutura dos átomos e moléculas
 
Aula 02 ferramentas da química - 09.02.11
Aula 02   ferramentas da química - 09.02.11Aula 02   ferramentas da química - 09.02.11
Aula 02 ferramentas da química - 09.02.11
 
Aula 01 introdução e apresentação do curso - prof. nelson (area 1) - 02.02.11
Aula 01   introdução e apresentação do curso - prof. nelson (area 1) - 02.02.11Aula 01   introdução e apresentação do curso - prof. nelson (area 1) - 02.02.11
Aula 01 introdução e apresentação do curso - prof. nelson (area 1) - 02.02.11
 

Último

Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfHistoria-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
andreaLisboa7
 

Último (20)

As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
 
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIAHISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
 
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
 
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande""Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativos
 
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
 
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisNós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
 
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfHistoria-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 
Abuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescenteAbuso Sexual da Criança e do adolescente
Abuso Sexual da Criança e do adolescente
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
 

Aula Digital de Química - Ácidos e Bases

  • 1.  
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9. Ácidos Bases Sabor azedo Sabor adstringente Torna rósea Tornassol Torna azul Tornassol Reage com metais liberando H 2 Reage com ácido formando sal e água Conceitução de ácidos e bases Definição operacional ácidos e bases
  • 10. NaOH é um composto iônico HCl é um composto molecular No NaOH sólido há íons, mas não estão livres para se movimentar No HCl gasoso não há cargas livres para conduzir a corrente elétrica Conceitução de ácidos e bases Ácidos, bases e a condutividade elétrica Já que as soluções de NaOH e HCl conduzem corrente elétrica, concluímos que nelas devem existir cargas elétricas livres para se movimentar . Que cargas são essas?
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14. Segundo Arrhenius... HCl(g) H + (aq) + Cl - (aq) H 2 SO 4 (l) 2 H + (aq) + SO 4 -2 (aq) H 3 PO 4 (l) 3 H + (aq) + PO 4 -3 (aq) Observe: H 2 O H 2 O H 2 O ... ácido é todo composto que, dissolvido em água, origina H + (H 3 O + ) como único cátion (o ânion varia de ácido p/ ácido). Moléculas de cloreto de hidrogênio gasoso, ao se dissolverem em água, originam íons H+ e Cl - em solução aquosa Conceituação de ácidos e bases Conceito ácido-base de Arrhenius
  • 15. H átomo de hidrogênio (1 próton; 1 elétron) perde o elétron... H + cátion hidrogênio (1 próton) une-se à água... H 3 O + cátion hidroxônio, ou hidrônio. O H H H + H + O H H Nenhum elétron Atualmente, sabemos que o íon H + não é estável. Ele se une a uma molécula de água, originando o H 3 O + (hidroxônio ou hidrônio). Conceitução de ácidos e bases Conceito ácido-base de Arrhenius
  • 16. HIDRÁCIDOS (ácidos sem oxigênio) HCl : ácido clor ídrico HBr : ácido brom ídrico H 2 S : ácido sulf ídrico HF : ácido fluor ídrico HCN : ácido cian ídrico HI : ácido iod ídrico Ácido não-oxigenado (H x E): ÁCIDO (Radical do E) + ÍDRICO Ácidos Fórmulas e nomenclaturas Para ácidos do enxofre usamos o radical em latim “sulfur”.
  • 17. OXIÁCIDOS (ácidos com oxigênio) +7 +6 +5 +2 +3 +4 +1 Ácidos Fórmulas e nomenclaturas H Br O 4 +1 -2 ác. per brôm ico +7 H Br O 3 +1 -2 ác. brôm ico +5 H Br O 2 +1 -2 ác. brom oso +3 H Br O +1 -2 ác. hipo brom oso +1 ÁCIDO (radical de E) + ICO (+ oxigênio) OSO (- oxigênio)
  • 18.
  • 19. Os átomos de hidrogênio que aparecem na fórmula de um ácido e podem ser liberados como H + (H 3 O + ) são chamados de hidrogênios ionizáveis . Como regra geral, todos os H presentes na fórmula de um ácido são ionizáveis. Exceções H 3 PO 4 Ácido fosfórico P O O O H H O H H 3 PO 3 Ácido fosforoso (2H + ) P O O O H H H H 3 PO 2 Ácido hipofosforoso (1H + ) P O O H H H Ácidos Ionização de ácidos
  • 20. Quando um ácido possui mais de um H ionizável , ocorre a ionização por etapas. Usando equações simplificadas: H 2 SO 4 (aq) = 2 H + (aq) + SO 4 -2 (aq) H 2 SO 4 (aq) = H + (aq) + HSO 4 - (aq) 1ª etapa HSO 4 - (aq) = H + (aq) + SO 4 -2 (aq) 2ª etapa equação global H 3 PO 4 (aq) = 3 H + (aq) + PO 4 -3 (aq) H 3 PO 4 (aq) = H + (aq) + H 2 PO 4 - (aq) 1ª etapa H 2 PO 4 - (aq) = H + (aq) + HPO 4 -2 (aq) 2ª etapa HPO 4 -2 (aq) = H + (aq) + PO 4 -3 (aq) 3ª etapa equação global Ácidos Ionização parcial (em etapas)
  • 21. Os ácidos podem ser classificados quanto ao número de Hidrogênios Ionizáveis: Monoácidos (HCl, HI, H 3 PO 2 ) Diácidos (H 2 SO 4 , H 2 S, H 3 PO 3 ) Triácidos (H 3 PO 4 , H 3 BO 3 , H 3 BO 2 ) Tetrácidos (H 4 P 2 O 7 ) Ácidos Ionização (classificação)
  • 22. Grau de ionização de um ácido (α) é a relação entre o número de moléculas ionizadas e o número total de moléculas dissolvidas. Ácidos Grau de ionização
  • 23. Os hidrácidos mais conhecidos são assim classificados: A força dos oxiácidos pode ser determinada pela diferença (x) entre o número de átomos de oxigênio e o número de átomos de hidrogênio ionizáveis. 0 , fraco Ex.: HClO, H 4 SiO 4 1 , moderado Ex.: H 3 PO 4 , HNO 2 2 , forte Ex.: H 2 SO 4 , HBrO 4 y-x H x EO y Ácidos Grau de ionização
  • 24. Exceções Ácido carbônico (H 2 CO 3 ) Ácido acético (H 3 CCOOH) ... por ser um ácido instável, decompõe-se mais facilmente do que se ioniza, apresentando um pequeno grau de ionização. Assim, é considerado um ácido fraco, não seguindo a regra apresentada. ... pode ser obtido a partir do álcool comum, o que acontece quando o vinho azeda. Esse ácido é o principal componente do vinagre e será estudado com detalhes em Química Orgânica. Ácidos Grau de ionização
  • 25. (1) — H 2 SO 4 (2) — HI (3) — HNO 2 (4) — HClO 4 (5) — H 2 S (A) hidrácido, monoácido, forte (B) hidrácido, diácido, fraco (C) oxiácido, monoácido, forte (D) oxiácido, diácido, forte (E) oxiácido, monoácido, semiforte 1. Associe corretamente as duas colunas: RESPOSTA Vamos Praticar
  • 26. a) HF b) H 2 S c) H 3 PO 4 d) H 4 SiO 4 e) HNO 3 2. (UFCE) O esquema a seguir mostra a aparelhagem que pode ser utilizada para testar a força dos ácidos: Em qual das soluções, todas com mesma concentração e temperatura, a lâmpada apresenta maior brilho? RESPOSTA Vamos Praticar
  • 27. HCN < HF < H 3 PO 4 < H 2 SO 4 < HCl 3. (Cesgranrio-RJ — mod.) Com base na tabela de graus de ionização apresentada a seguir, indique a ordem crescente da força dos ácidos. RESPOSTA Vamos Praticar
  • 28. Nas condições ambientes, é um gás incolor que tem a característica de corroer o vidro, quando em solução aquosa. É usado para fazer gravações em cristais e vidros. O ácido clorídrico consiste no gás cloreto de hidrogênio dissolvido em água. Quando impuro, é vendido no comércio com o nome de ácido muriático , sendo usado principalmente na limpeza de pisos e de superfícies metálicas antes do processo de soldagem. Principais ácidos e suas aplicações Gravações em vidro de carro
  • 29. É o nome com que se indica uma solução aquosa do gás cianídrico, que é incolor, com cheiro característico de amêndoas amargas. Por ser muito venenoso, esse gás é utilizado nas execuções em câmara de gás. É um gás venenoso, incolor, formado na putrefação de substâncias orgânicas naturais que contenham enxofre, sendo responsável em grande parte pelo cheiro de ovo podre. Ao pressentirem o perigo, certos animais, como o gambá e a maritaca, liberam uma mistura de substâncias de odor desagradável, entre as quais o H 2 S. As folhas de mandioca, apesar de venenosas, podem ser utilizadas como alimento para o gado. Quando deixadas ao sol, liberam o gás cianídrico, tornando-se, assim, apropriadas para o consumo. Principais ácidos e suas aplicações
  • 30. O gás carbônico presente no ar atmosférico combina-se com a água da chuva, formando o H 2 CO 3 , mesmo em ambientes não poluídos, o que nos leva a concluir que toda chuva é ácida. O gás carbônico é um dos constituintes dos refrigerantes e das águas minerais gaseificadas. É usado na indústria de vidro, na tinturaria, nas indústrias de alimentos e na fabricação de fosfatos usados como adubos (fertilizantes). O ácido fosfórico é utilizado na produção refrigerantes à base de cola (Coca, Pepsi, etc). Principais ácidos e suas aplicações
  • 31. É um líquido incolor, de cheiro característico, e o principal componente do vinagre, que é uma solução aquosa que contém de 3 a 7% desse ácido. É o ácido mais importante economicamente. O maior consumo de ácido sulfúrico se dá na fabricação de fertilizantes, como os superfosfatos e o sulfato de amônio. É, ainda, utilizado nas indústrias petroquímicas, de papel, de corantes etc. e nos acumuladores de chumbo (baterias de automóveis). Principais ácidos e suas aplicações
  • 32. Depois do ácido sulfúrico, o ácido nítrico é o mais fabricado e consumido na indústria. À temperatura ambiente, é um líquido incolor e fumegante (volátil). Ataca com violência os tecidos animais e vegetais, produzindo manchas amareladas na pele. Seu manuseio, portanto, requer muito cuidado, pois seus vapores são muito tóxicos. Uma das mais importantes aplicações do ácido nítrico relaciona-se à fabricação de explosivos (TNT, nitroglicerina). Principais ácidos e suas aplicações
  • 33. (ENEM) Leia o texto a seguir e responda às questões (1) e (2). O suco extraído do repolho roxo pode ser utilizado como indicador do caráter ácido (pH entre 0 e 7) ou básico (pH entre 7 e 14) de diferentes soluções. Misturando-se um pouco de suco de repolho e da solução, a mistura passa a apresentar diferentes cores, segundo sua natureza ácida ou básica, de acordo com a escala abaixo. Vamos Praticar Algumas soluções foram testadas com esse indicador, produzindo os seguintes resultados:
  • 34.
  • 35.
  • 36. Segundo Arrhenius... Observe: NaOH(s) Na + (aq) + OH - (aq) Ca(OH) 2 (s) Ca 2+ (aq) + 2OH - (aq) Al(OH) 3 (s) Al 3+ (aq) + 3OH - (aq) H 2 O H 2 O H 2 O ... Base é todo composto que, dissolvido em água, origina OH - como único ânion (o cátion varia de base para base). Hidróxido de sódio sólido se dissolve em água produzindo íons Na + e OH - em solução aquosa Conceituação de ácidos e bases Conceito ácido-base de Arrhenius
  • 37. HIDRÓXIDO de + nome do elemento + Nox do elemento NaOH : hidróxido de sódio Ca(OH) 2 : hidróxido de cálcio Al(OH) 3 : hidróxido de alumínio Fe(OH) 2 : hidróxido de ferro (II) CuOH : hidróxido de cobre (I) NH 4 OH : hidróxido de amônio - O nox do elemento só é usado quando ele apresentar mais de um e deve ser escrito em algarismos romanos. - O NH 4 + é o cátion amônio. Bases Fórmulas e nomenclaturas
  • 38.
  • 39. Colocar foto pag. 357 Bases Saiba mais
  • 40. Amônia (molécula) Amônio (íon positivo) Ao contrário das demais bases, que sofrem dissociação iônica, ex.: NaOH, KOH, Ca(OH) 2; a amônia (composto molecular) sofre ionização quando é dissolvida em água. Nas condições ambientes é um gás de cheiro forte e irritante Bases Amônia (NH 3 ): uma base diferente Hidroxila – íon característico das bases Não confunda amônia com amônio!
  • 41. (*) Os hidróxidos de metais que não sejam alcalinos nem alcalinos terrosos apresentam um caráter covalente bastante acentuado. Como vimos, a amônia é uma base diferente das demais: ao ser dissolvida em água sofre ionização e, nesse contexto, pode ser representada pela fórmula NH 4 OH e considerada como uma monobase Bases Dissociação iônica: bases de metais e ionização da amônia
  • 42. Conhecido por cal extinta ou apagada, o hidróxido de cálcio é comumente usado na construção civil (preparação de argamassa). Hidróxido de sódio . Comercialmente (impuro) é conhecido por soda cáustica. Usado na fabricação de sabões, é altamente corrosivo. Principais bases e suas aplicações
  • 43. Hidróxido de amônia . Obtido pela dissolução da amônia (NH 3 ) em água, o chamado amoníaco é usado em alguns produtos de limpeza. Usado como antiácido estomacal e laxante suave o hidróxido de magnésio é conhecido por “leite de magnésia”, quando em suspensão aquosa. Principais bases e suas aplicações amoníaco
  • 44. Bases Ciclo do Nitrogênio
  • 45. A escala de “pH”, em que “p” significa potencial e “H” hidrogênio, consiste numa escala algorítmica para exprimir a acidez ou alcalinidade de uma solução. Escala de pH
  • 46.
  • 47.
  • 48. O ácido sulfúrico é fabricado a partir das matérias-primas enxofre mineral, oxigênio do ar e água. S (s) + O 2(g) SO 2(g) SO 2(g) + ½ O 2(g) SO 3(g) SO 3(g) + H 2 O (l) H 2 SO 4(aq) catalisador O catalisador, indicado na 2ª. etapa, aumenta a velocidade da reação, tornando-a industrialmente viável. O catalizador usado para esta reação é platina (Pt) com pentóxido de divanádio (V 2 O 5 ) Quando puro, apresenta-se como um líquido incolor, oleoso, bastante denso (d=1,84 g/cm 3 ) e de alto ponto de ebulição (338 o C)
  • 49. O ácido nítrico, HNO 3 , é obtido industrialmente a partir do oxigênio e do nitrogênio do ar (ou da amônia) e da água. N 2(g) + O 2(g) 2 NO (g) faísca elétrica 4NH 3(g) + 5O 2(g) 4 NO (g) + 6H 2 O (g) Pt OU A seguir o NO é convertido em NO 2 , e este, por reação com água, produz o HNO 3 2NO (g) + O 2(g) 2 NO 2(g) 2NO 2(g) + HO 2(l) HNO 2(aq) + HNO 3(aq) A platina atua como catalisador na 1ª. etapa, tornando a reação suficientemente rápida para ter utilidade industrial.
  • 50.
  • 51. a) Escreva as equações químicas balanceadas das reações que ocorrem no reator, na torre de oxidação e na torre de absorção. Note que, desta última, sai NO(g), nela gerado. A maior parte desse gás é aproveitada na própria torre, onde há oxigênio em excesso. Duas reações principais ocorrem nessa torre. b) A velocidade da reação que ocorre na torre de oxidação, ao contrário da velocidade da maioria das reações químicas, diminui com o aumento da temperatura. Baseando-se em tal informação, explique o que deve ser o dispositivo A. (a) No reator: (Pt) 4NH 3 (g) + 5O 2 (g) -> 4NO(g) + 6H 2 O(g) Na torre de oxidação : 2NO(g) + O 2 (g) -> 2NO 2 (g) Na torre de absorção: 2NO 2 (g) + H 2 O(l) -> HNO 3 (aq) + HNO 2 (aq) 3HNO 2 (aq) -> HNO 3 (aq) + 2NO(g) + H 2 O(g) Uma parte do NO(g) é aproveitada na própria torre: 2NO(g) + O 2 (g) -> 2NO 2 (g) b) Na torre de oxidação, o NO é convertido a NO 2 . De acordo com o enunciado, uma vez que a velocidade dessa conversão diminui com o aumento da temperatura, o dispositivo A deve ser um sistema de refrigeração (trocador de calor), para aumentar a rapidez do processo. (FUNVEST) Ácido nítrico é produzido pela oxidação de amônia com excesso de oxigênio, sobre um catalisador de platina, em uma seqüência de reações exotérmicas. Um esquema simplificado desse processo é RESPOSTA (A) De Olho no Vestibular RESPOSTA (B)
  • 52. Cenas dos próximos capítulos
  • 53. Produzido por: Prof. Nelson Virgilio Engenheiro Químico – UFBA [email_address] Blog: http://ensinodigital.blogspot.com Créditos

Notas do Editor

  1. FICHA TÉCNICA QUÍMICA GERAL Substâncias e Funções Inorgânicas Condutividade Elétrica de Soluções Aquosas Conteúdo: Livro de Química na Abordagem do Cotidiano Vol. 1 (Tito Canto) - pg. 338 a 367 Objetivos Conhecer a diferença entre substâncias orgânicas e inorgânicas Analisar os conceitos de ácidos e bases Estrutura: Este módulo é composto por 52 slides e uma animação com tempo previsto para 2 horas aulas (1h 40 min) Contextualização:Ácidos e Bases do cotidiano e seus processo industrial e a relação desses com o desenvolvimento socioeconomico de um país. Interdisciplinaridade: Biologia – Equilibrio acido-base nos organismos Geografia - Indice socio-economico (industrilização e o uso de produtos químicos) Matemática – Conceito de função logaritimica (pH) Animção: Escala de pH Atividade Interativa: Acidos e Bases no Cotidiano Referencias Bibliográficas Tito e Canto Atikins REVID Infopédia