O documento orienta sobre o manejo clínico da síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em contexto de emergência de saúde pública, reinforçando a importância de manter o sigilo da identidade dos pacientes para evitar estigmas sociais. Realça a necessidade de diagnóstico precoce, tratamento adequado e internação quando necessário, além de medidas de prevenção e controle de infecções. O protocolo é dinâmico, adaptando-se às condições epidemiológicas atuais do Brasil.