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População e Povoamento
Conhecer a evolução da população desde os anos 60 de século XX
Imagem retirada de hgprecursos.no.sapo.pt 1
Entre 1970 e 2012, a
população residente:
 Aumentou 21,1%
 De 1970 a 1973 houve
um declínio da
população
 Fruto de um surto de
emigração
 Em 1974 e 1975
registaram-se os
maiores picos de
crescimento
 Consequência do
regresso das ex-colónias 2
Fonte: INE, 25 de ABRIL, 40 ANOS de ESTATÌSTICAS
No gráfico constatam-se duas outras observações:
- Desde 2010 a população residente revela uma tendência
regressiva;
- No total da população, há mais mulheres do que homens
O regresso das ex-colónias
provocou recuperação do
saldo natural
De 1980 a 1992 houve
diminuição de população
O saldo migratório foi
negativo entre 1987 e 1991
De 1993 a 2009 houve
aumento da população
Consequência do maior
número de imigrantes
A partir de 2010, população
e saldo natural decrescem.
3
Fonte: INE, IP., Indicadores Demográficos.
25 de ABRIL, 40 ANOS de ESTATÌSTICAS
O saldo natural atingiu valores mais expressivos na
década de 70. A partir de 1980 registou decréscimos que
se exprimem por valores negativos na presente década.
De 1970 para 2012
houve um acentuado
decréscimo do saldo
natural fruto da
redução da taxa de
natalidade:
1970 – 20‰
2012 – 8,5‰
Ligeiras variações da
taxa de mortalidade:
1970 -10,7‰
2012 – 10,2‰
4
Portugal continua a encolher
Em 2013 a população portuguesa voltou a encolher. Não é um fenómeno, é uma tendência.
Em 2013, registaram-se, em Portugal, 83 mil nascimentos e 107 mil óbitos.
Desde 2007 que o país tem apresentado saldos naturais negativos: um retrato desolador
de um país cada vez mais envelhecido e onde já nem os fluxos migratórios ajudam a
disfarçar. Não é um fenómeno, mas uma tendência que a crise só veio agravar.
O Governo deveria aproveitar fundos comunitários para a promoção de políticas de
incentivo à natalidade. Nem sempre medidas pró-natalistas são garantia de solução ... Na
maioria dos países europeus, existe uma correlação positiva entre os incentivos à
natalidade e os nascimentos.
A Alemanha é uma das exceções que confirma a regra: gasta milhões e milhões para
incentivar a natalidade e continua a ocupar o último lugar no ranking dos 28 países da
União Europeia em termos de taxa de natalidade… Já a França, que gasta o mesmo que a
Alemanha, conseguiu no início desta década registar um número recorde de recém-
nascidos.
Texto adaptado do Público, 29 de abril de 2014
5
Portugal poderá chegar a 2060 reduzido a apenas 6,3
milhões de habitantes.
6
Desde o início do
século XX que as
estatísticas de
nascimento
ultrapassavam as de
óbitos, apenas com
exceção para o ano de
1918, em que a gripe
pneumónica (também
conhecida como gripe espanhola)
matou milhares de
pessoas. O ano de
viragem no
comportamento destes
números aconteceu em
2007http://www.publico.pt/multimedia/video/portugal-o-pais-com-mais-mortos-do-que-nascidos-2014430150172
ROMANA BORJA-SANTOS 29/04/2014 (adaptado)
Entre 1970 e 1980 houve
um período de relativa
estagnação na evolução da
população na faixa etária
com menos de 15 anos.
Com o forte decréscimo da
taxa de natalidade, em
2011, este grupo etário
atingiu 1,6 milhões do total
de indivíduos, um valor
inferior ao do número de
indivíduos com 65 ou mais
anos. Nestes, pelo contrário,
nos últimos 43 anos, tem-se
verificado uma evolução em
sentido oposto. Em 2011,
eram 2 milhões do total da
população.
7
2011
Menos de 15 anos – 14,9%
De 65 e mais anos – 19,0%
Fonte: INE, IP., Recenseamentos da População.
25 de ABRIL, 40 ANOS de ESTATÌSTICAS
8
Entre 1970 e 2012 são significativas as mudanças na estrutura etária.
A redução da base da pirâmide etária (população mais jovem) e o alargamento da
respetiva parte superior (população mais envelhecida) são claramente visíveis e
reveladores do progressivo envelhecimento da população.
Fonte: INE, IP., Recenseamentos da População.
25 de ABRIL, 40 ANOS de ESTATÌSTICAS
Número médio de crianças
vivas nascidas por mulher:
1970 - 2,8 crianças
2012 - 1,3 crianças
Os baixos valores, apesar de
alguma recuperação verificada
entre 1996 (1,4) e 2000 (1,6), e a
estagnação no período 2003-
2010 (1,4), justificam a
incapacidade do país em
renovar as suas gerações e,
consequentemente, a perda
de população prevista para
as próximas décadas.
9
Fonte: INE, I.P., Estatísticas Demográficas.
nota: índice sintético de fecundidade - nº médio de crianças nascidas vivas por mulher.
A desaceleração do crescimento e o decréscimo recente dos volumes
populacionais, a par com um continuado processo de envelhecimento
demográfico, consubstanciam as principais linhas de caracterização
das tendências demográficas dos últimos anos em Portugal.
Inquérito à Fecundidade 2013
INE, Destaque, 27 de novembro de 2013
É predominante a proporção de pessoas que pensam vir a ter, no máximo, dois
filhos
Em média, as pessoas têm 1,03 filhos, pensam vir a ter no máximo 1,77 filhos, e
desejariam ter 2,31 filhos.
Independentemente da situação conjugal, do nível de escolaridade, ou da condição
perante o trabalho, é predominante a percentagem das pessoas que pensam vir a
ter, no máximo, 2 filhos.
A maioria das mulheres (51%) e uma grande percentagem dos homens (46%) tem
filhos e não tenciona ter mais.
“Ver os filhos crescerem e desenvolverem-se” é o motivo mais apontado para a
decisão de ter filhos.
“Custos financeiros associados a ter filhos” é o motivo mais referido para a decisão
de não ter filhos.
“Aumentar os rendimentos das famílias com filhos” foi a medida considerada como
o mais importante incentivo à natalidade.
10
11
A persistente tendência de declínio da fecundidade, mais acentuada a partir
de 2010, coloca Portugal entre os países da União Europeia com os mais
baixos níveis do Índice Sintético de Fecundidade: 1,35 crianças por mulher
em 2011 e 1,28 em 2012.
Fonte: INE, Inquérito à Fecundidade, Destaque, 27 de novembro de 2013
Início da década de 70:
TMI = 55‰
Nº fetos mortos: 3,8
mil
Em 2012:
TMI = 2 a 3 ‰
Nº fetos mortos = 327
12
A descida da taxa de mortalidade infantil deve-se aos excelentes cuidados
de saúde, nomeadamente dos cuidados primários (médicos de família e
enfermeiros), dos pediatras e dos serviços de pediatria, dos obstetras e de
todos os cuidados que são prestados à grávida.
Mas também se devem ao maior nível de informação a que os pais têm
acesso.
A vacinação, por seu lado, atingiu níveis muito altos, o que também
constitui um fator importante no primeiro ano de vida.
Fonte: INE , I.P., Estatísticas da Saúde
25 DE ABRIL, 40 ANOS DE ESTATÍSTICAS.
De 1970 para 2012, a
esperança média de vida à
nascença, evoluiu segundo
um crescimento praticamente
contínuo, tanto para homens
como para mulheres.
1970
2012
13
64 anos 70,3 anos
76,7 anos 82,6 anos
http://youtu.be/Qe9Lw_nlFQU
A melhoria das condições socioeconómicas, o saneamento básico e o
acesso a água potável, a nutrição adequada e os progressos da
medicina influenciam a EMV. De forma geral, o aumento da esperança
de vida ao nascer constitui um triunfo sobre a morte precoce, é uma
manifestação de progresso e de melhoria da condição humana mas é
também um desafio sob o ponto de vista social, médico e financeiro de
uma sociedade
Fonte: INE , I.P., Estimativas da População Residente.
Em 42 anos, registou-se:
 Forte acréscimo da
população empregada no
setor terciário:
1970 - 35,6%
2011 - 70,5%
 Queda drástica do setor
primário:
1970 - 30,3 %
2011 - 3,1%
 Uma certa estabilidade no
setor secundário:
1970 - 30,0%
2011 - 26,5%
14
A importância da agricultura na economia portuguesa tem diminuído ao
longo dos anos, tal como se verifica em todos os países industrializados.
Entre 1989 e 2005, cerca de 200 mil explorações agropecuárias
deixaram de existir, o que fez reduzir a população ativa deste sector em
cerca de 500 mil trabalhadores, uma queda que se refletiu, ainda, no
êxodo rural intenso para as cidades e para a emigração, factos que
reforçam os desequilíbrios demográficos entre o litoral e o interior.
1981:
23,2% dos ativos sem
qualquer nível de ensino
3,4% com ensino superior
2011:
1,2% sem qualquer nível de
ensino
24,4% com ensino superior.
1981
4% 4%
2011
20% 30%
15
Fonte: INE , I.P., 25 DE ABRIL, 40 ANOS DE ESTATÍSTICAS
A melhoria no nível de qualificação levou a que, no final de 2012, 1/5
dos ativos possuísse um diploma. Hoje, existe um dualismo entre um
grupo numeroso de ativos velho e pouco qualificado e um grupo mais
qualificado e jovem. Países que estão abertos à emigração
dificilmente aceitam candidatos não qualificados.
1960 - 2012
Evolução da população residente e crescimento efetivo
8 889 000 (1960) para 10 487 000 habitantes (2012) a ritmo irregular:
 Decréscimos populacionais: 1964 a 1973 (exceto 1972); 1987 a 1991; 2008 a 2012.
 Aumentos populacionais: 1960 a 1963; 1975 a 1985; 1994 a 2007
Evolução das taxas de crescimento natural, migratório e efetivo
O crescimento efetivo positivo entre:
 1960 –1963 TCN > TCM
 1974 –1985 TCN (1975 a 1981)+ TCM positivas
 1992 – 2007 TCM > TCN
Evolução dos nados vivos, óbitos e saldo natural
Redução do saldo natural devido à queda da natalidade:
 200 000 nascimentos nos anos 60
 Menos de 150 000 na década de 80
 Menos de 100 000 em 2009, 2011 e 2012.
Pirâmides etárias (1970, 1990 e 2012)
Uma
população
cada vez
mais velha
Uma
população
onde cada
vez
nascem
menos
crianças
por mulher
Índice de Envelhecimento
Índice sintético de fecundidade
Síntese
Principais tendências demográficas desde a década de
60 do século XX - 1960 a 2012:
Queda da fecundidade
Aumento da esperança média de vida
Envelhecimento demográfico
Decréscimo populacional
Forte impacto do crescimento migratório no
crescimento real da população
Extraído e adaptado de “Famílias nos Censos 2011 –
Diversidade e Mudança”, Anabela Delgado e Karin Wall - INE
População e Povoamento: evolução e distribuição espacial
Como se distribui a população no
Continente?
Segundo o Censos 2011, em relação a 2001,
verificou-se:
 Concentração da população nos municípios
do litoral
 Os maiores crescimentos populacionais nos
municípios à volta de Lisboa e em
praticamente toda a região do Algarve
 Capacidade para fixar e atrair população
pelos municípios do litoral em geral
 Perda de população na grande maioria dos
municípios do interior (em 2001, 171 municípios
perderam população. Em 2011 foram198). Fonte: Worldmapper.org
Densidade populacional
Da análise do mapa da poluição luminosa, concluem-se
três evidências:
Litoralização do povoamento:
Concentração populacional na faixa entre Viana do
Castelo e Setúbal.
Despovoamento do Interior:
Reduzidíssima densidade populacional em todo o Interior,
de Norte a Sul.
Bipolarização:
Duas fortes concentrações populacionais, uma, em torno
da cidade de Lisboa, e, outra, à volta da cidade do Porto.
 O interior do país está em extinção, com o acentuar das assimetrias em
relação ao litoral, na última década, e cada vez mais despovoado e
envelhecido, alertou hoje a presidente da Sociedade Portuguesa de
Demografia.
 Numa análise aos resultados preliminares dos Censos de 2011,
comparando com os de 2001 acentuou-se a progressão na dicotomia
litoral/interior existente no país.
 "A dicotomia norte/sul que tínhamos antes desapareceu e passámos a
ter uma dicotomia litoral/interior.
 Já entre 1991 e 2001 havia um país diferente no interior e um país
diferente no litoral", afirmou.
http://expresso.sapo.pt/censos2011-interior-do-pais-esta-a-extinguir-se-alerta-presidente-da-sociedade-portuguesa-de-
demografia=f683378#ixzz26KjoHgW0 (adaptado) 26 de Outubro de 2011
Interior do país está a “extinguir-se”
28
1950
1970 2001
Reforço
das
assimetrias
espaciais:
A Litoralização
acentua-se;
o
Despovoamento
do interior
prossegue
Fonte: Recenseamentos da população
 As NUTS III de maior densidade populacional – mais de 180
Hab/Km² - situam-se na faixa ocidental que vai desde Minho-
Lima até à Península de Setúbal.
 No Sul, destaca-se a faixa meridional algarvia, com uma
densidade entre os 30 e 89 Hab/km²
 As NUTS III mais povoadas exercem uma atracção sobre a
população e são, por isso
 As restantes NUTS III, particularmente, as do Interior Norte,
Centro e todas as do Alentejo, com valores de densidade
populacional inferiores a 30 Hab/Km², denotam um verdadeiro
 As NUTS III menos povoadas repelem, isto é, não captam
população e são, por isso
LITORALIZAÇÃO
ÁREAS ATRATIVAS
ÁREAS REPULSIVAS
DESPOVOAMENTO
Portugal periférico
Nas últimas décadas, a vasta faixa do interior do País tem vindo a
desertificar-se acolhendo agora apenas 15 por cento dos portugueses.
Perdeu população, investimento, actividade económica. Um processo lento
que nos confronta com o dualismo de um crescimento desordenado,
desequilibrado e injusto.
Em 15 anos, de 1985 a 2000, a área construída aumentou 42 %.
Porto, Lisboa e Algarve expandiram-se desenfreadamente.
Destruiu-se património natural, zonas agrícolas, e forrou-se uma boa parte
do litoral com cimento armado.
Criaram-se áreas metropolitanas gigantescas, redes saturadas de circulação,
onde é cada vez mais difícil viver. Dotou-se o País de infra-estruturas
básicas, nomeadamente de uma rede de estradas que facilitou o êxodo do
interior para o litoral.
António José Teixeira, 12/01/2009 (adaptado)
Causas da distribuição geográfica da população
São vários os fatores que interferem na distribuição geográfica da população:
 Fatores físicos – clima, relevo, solos, localização geográfica
 Fatores humanos – evolução histórica, atividades económicas
(agricultura, indústria, serviços), transportes, etc.
A conjugação de fatores conduz à distinção entre:
 Áreas atrativas
 Áreas repulsivas.
A distribuição geográfica da temperatura média
anual revela que:
 Os valores variam entre menos de 7,5ºC e mais
de 17,5ºC;
 Há um acentuado contraste entre o Norte e o
Sul:
 Os valores mais baixos – entre -7,5ºC e
15ºC – localizam-se a norte do vale do rio
Tejo;
 Os valores superiores a 15ºC encontram-se
a sul do vale do rio Tejo;
 Os valores inferiores a 10,0ºC coincidem com
as maiores altitudes;
 Os valores superiores a 17,5ºC concentram-se
no Interior sul e no Algarve;
 No Norte Interior destaca-se o vale superior do
rio Douro com valores entre os 16 e os 17,5ºC:
Terra Quente Transmontana
Clima:
Temperatura
do ar
Há uma correlação
positiva entre
distribuição da
temperatura média
anual e os valores da
densidade
populacional:
A população
concentra-se onde as
temperaturas médias
anuais são mais
amenas – faixa litoral
ocidental, do Minho à
Península de Setúbal.
A fachada meridional –
litoral algarvio –
justifica-se pela
atração turística
balnear.
A distribuição geográfica da precipitação média
anual registada, ao longo de 30 anos, entre 1961
e 1990 mostra que:
 Os valores médios variam entre os 400 e os
3 000 mm
 Os valores superiores aos 800 mm dominam
a norte do vale do rio Tejo;
 Os valores inferiores aos 800 mm surgem
predominantemente a sul deste rio;
 Os valores superiores a 1 400 mm
coincidem com as maiores altitudes;
 Os valores mais baixos, menos de 600 mm,
encontram-se no Sul – Alentejo e Algarve –,
no vale superior do rio Douro e no planalto de
Almeida - Sabugal.
Áreas de precipitação
elevada coincidem com
densidades populacionais
altas:
Os solos mais férteis
permitem a produção
agrícola e uma ocupação
intensiva do solo. Por isso,
sempre atraíram
população ao longo da
História.
Casos como as áreas
litorais do país são bem o
exemplo de fortes
densidades populacionais
em áreas de minifúndio.
Pela análise do mapa hipsométrico verifica-se
que:
 A altitude em Portugal continental varia entre os
2 000m e os 0m.
 Os valores inferiores a 100m de altitude
localizam-se ao longo do litoral ocidental e
meridional fruto do trabalho de acumulação de
sedimentos que originaram planícies
sedimentares
 A planície sedimentar mais extensa
corresponde à Bacia Sedimentar do Tejo e do
Sado.
 Os valores mais elevados situam-se no Interior
Norte e Centro.
 A sul da Sª Estrela predomina a peneplanície
alentejana.
Lugares com mais de 2500 habitantes, 2001
Quanto maior é a altitude
menor é a temperatura do ar.
Por isso, o relevo interfere na
distribuição espacial da
população portuguesa.
No Interior Norte e Centro, o
número reduzido de lugares
com mais de 2 500 habitantes
são prova disso.
A Sul da Sª Estrela o relevo
peneplano do Alentejo é
prejudicado pela carência de
água, um dos fatores
responsáveis pelo número de
lugares com mais de
2 500habitantes.
NW
NE
SUL
Relacionando clima e
relevo é possível distinguir
caraterísticas diferentes
que permitem considerar
três grandes Divisões
Naturais: o Noroeste ou
Norte Atlântico, o Nordeste
ou Norte Transmontano e o
Sul.
São, simultaneamente,
causa e consequência,
de atração populacional.
Onde há mais população
mais vias de transporte
devem existir, caso das
Áreas Metropolitanas de
Lisboa e Porto
Os transportes
aumentam a
acessibilidade e
reduzem a distância
relativa, tanto a
distância-custo como a
distância-tempo.
Fonte: Jornal Público, “Evolução da rede de autoestradas”
Indústrias pesadas, produção de papel, refinaria de petróleo, química de base, etc.
localizam-se maioritariamente junto ao litoral ocidental.
O mar é um factor de atração porque:
 Atenua as temperaturas tanto no inverno como no verão.
 Permite maior humidade e mais precipitação.
 Fornece peixe, sal e algas.
 Contribui para a produção de energia elétrica – ondas, marés, eólica offshore
 É uma óptima via de comunicação
• Clima ameno –
temperaturas amenas
• Relevo suave – baixa
altitude
• Solo fértil
• Abundância de água
Fatores
físicos ou
naturais
• Indústria
• Comércio
• Serviços
• Rede de transportes
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Fatores
humanos
Fatores favoráveis
à concentração
populacional e a
densidades
populacionais
elevadas.

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População e Povoamento: evolução e distribuição espacial

  • 1. População e Povoamento Conhecer a evolução da população desde os anos 60 de século XX Imagem retirada de hgprecursos.no.sapo.pt 1
  • 2. Entre 1970 e 2012, a população residente:  Aumentou 21,1%  De 1970 a 1973 houve um declínio da população  Fruto de um surto de emigração  Em 1974 e 1975 registaram-se os maiores picos de crescimento  Consequência do regresso das ex-colónias 2 Fonte: INE, 25 de ABRIL, 40 ANOS de ESTATÌSTICAS No gráfico constatam-se duas outras observações: - Desde 2010 a população residente revela uma tendência regressiva; - No total da população, há mais mulheres do que homens
  • 3. O regresso das ex-colónias provocou recuperação do saldo natural De 1980 a 1992 houve diminuição de população O saldo migratório foi negativo entre 1987 e 1991 De 1993 a 2009 houve aumento da população Consequência do maior número de imigrantes A partir de 2010, população e saldo natural decrescem. 3 Fonte: INE, IP., Indicadores Demográficos. 25 de ABRIL, 40 ANOS de ESTATÌSTICAS O saldo natural atingiu valores mais expressivos na década de 70. A partir de 1980 registou decréscimos que se exprimem por valores negativos na presente década.
  • 4. De 1970 para 2012 houve um acentuado decréscimo do saldo natural fruto da redução da taxa de natalidade: 1970 – 20‰ 2012 – 8,5‰ Ligeiras variações da taxa de mortalidade: 1970 -10,7‰ 2012 – 10,2‰ 4
  • 5. Portugal continua a encolher Em 2013 a população portuguesa voltou a encolher. Não é um fenómeno, é uma tendência. Em 2013, registaram-se, em Portugal, 83 mil nascimentos e 107 mil óbitos. Desde 2007 que o país tem apresentado saldos naturais negativos: um retrato desolador de um país cada vez mais envelhecido e onde já nem os fluxos migratórios ajudam a disfarçar. Não é um fenómeno, mas uma tendência que a crise só veio agravar. O Governo deveria aproveitar fundos comunitários para a promoção de políticas de incentivo à natalidade. Nem sempre medidas pró-natalistas são garantia de solução ... Na maioria dos países europeus, existe uma correlação positiva entre os incentivos à natalidade e os nascimentos. A Alemanha é uma das exceções que confirma a regra: gasta milhões e milhões para incentivar a natalidade e continua a ocupar o último lugar no ranking dos 28 países da União Europeia em termos de taxa de natalidade… Já a França, que gasta o mesmo que a Alemanha, conseguiu no início desta década registar um número recorde de recém- nascidos. Texto adaptado do Público, 29 de abril de 2014 5
  • 6. Portugal poderá chegar a 2060 reduzido a apenas 6,3 milhões de habitantes. 6 Desde o início do século XX que as estatísticas de nascimento ultrapassavam as de óbitos, apenas com exceção para o ano de 1918, em que a gripe pneumónica (também conhecida como gripe espanhola) matou milhares de pessoas. O ano de viragem no comportamento destes números aconteceu em 2007http://www.publico.pt/multimedia/video/portugal-o-pais-com-mais-mortos-do-que-nascidos-2014430150172 ROMANA BORJA-SANTOS 29/04/2014 (adaptado)
  • 7. Entre 1970 e 1980 houve um período de relativa estagnação na evolução da população na faixa etária com menos de 15 anos. Com o forte decréscimo da taxa de natalidade, em 2011, este grupo etário atingiu 1,6 milhões do total de indivíduos, um valor inferior ao do número de indivíduos com 65 ou mais anos. Nestes, pelo contrário, nos últimos 43 anos, tem-se verificado uma evolução em sentido oposto. Em 2011, eram 2 milhões do total da população. 7 2011 Menos de 15 anos – 14,9% De 65 e mais anos – 19,0% Fonte: INE, IP., Recenseamentos da População. 25 de ABRIL, 40 ANOS de ESTATÌSTICAS
  • 8. 8 Entre 1970 e 2012 são significativas as mudanças na estrutura etária. A redução da base da pirâmide etária (população mais jovem) e o alargamento da respetiva parte superior (população mais envelhecida) são claramente visíveis e reveladores do progressivo envelhecimento da população. Fonte: INE, IP., Recenseamentos da População. 25 de ABRIL, 40 ANOS de ESTATÌSTICAS
  • 9. Número médio de crianças vivas nascidas por mulher: 1970 - 2,8 crianças 2012 - 1,3 crianças Os baixos valores, apesar de alguma recuperação verificada entre 1996 (1,4) e 2000 (1,6), e a estagnação no período 2003- 2010 (1,4), justificam a incapacidade do país em renovar as suas gerações e, consequentemente, a perda de população prevista para as próximas décadas. 9 Fonte: INE, I.P., Estatísticas Demográficas. nota: índice sintético de fecundidade - nº médio de crianças nascidas vivas por mulher. A desaceleração do crescimento e o decréscimo recente dos volumes populacionais, a par com um continuado processo de envelhecimento demográfico, consubstanciam as principais linhas de caracterização das tendências demográficas dos últimos anos em Portugal.
  • 10. Inquérito à Fecundidade 2013 INE, Destaque, 27 de novembro de 2013 É predominante a proporção de pessoas que pensam vir a ter, no máximo, dois filhos Em média, as pessoas têm 1,03 filhos, pensam vir a ter no máximo 1,77 filhos, e desejariam ter 2,31 filhos. Independentemente da situação conjugal, do nível de escolaridade, ou da condição perante o trabalho, é predominante a percentagem das pessoas que pensam vir a ter, no máximo, 2 filhos. A maioria das mulheres (51%) e uma grande percentagem dos homens (46%) tem filhos e não tenciona ter mais. “Ver os filhos crescerem e desenvolverem-se” é o motivo mais apontado para a decisão de ter filhos. “Custos financeiros associados a ter filhos” é o motivo mais referido para a decisão de não ter filhos. “Aumentar os rendimentos das famílias com filhos” foi a medida considerada como o mais importante incentivo à natalidade. 10
  • 11. 11 A persistente tendência de declínio da fecundidade, mais acentuada a partir de 2010, coloca Portugal entre os países da União Europeia com os mais baixos níveis do Índice Sintético de Fecundidade: 1,35 crianças por mulher em 2011 e 1,28 em 2012. Fonte: INE, Inquérito à Fecundidade, Destaque, 27 de novembro de 2013
  • 12. Início da década de 70: TMI = 55‰ Nº fetos mortos: 3,8 mil Em 2012: TMI = 2 a 3 ‰ Nº fetos mortos = 327 12 A descida da taxa de mortalidade infantil deve-se aos excelentes cuidados de saúde, nomeadamente dos cuidados primários (médicos de família e enfermeiros), dos pediatras e dos serviços de pediatria, dos obstetras e de todos os cuidados que são prestados à grávida. Mas também se devem ao maior nível de informação a que os pais têm acesso. A vacinação, por seu lado, atingiu níveis muito altos, o que também constitui um fator importante no primeiro ano de vida. Fonte: INE , I.P., Estatísticas da Saúde 25 DE ABRIL, 40 ANOS DE ESTATÍSTICAS.
  • 13. De 1970 para 2012, a esperança média de vida à nascença, evoluiu segundo um crescimento praticamente contínuo, tanto para homens como para mulheres. 1970 2012 13 64 anos 70,3 anos 76,7 anos 82,6 anos http://youtu.be/Qe9Lw_nlFQU A melhoria das condições socioeconómicas, o saneamento básico e o acesso a água potável, a nutrição adequada e os progressos da medicina influenciam a EMV. De forma geral, o aumento da esperança de vida ao nascer constitui um triunfo sobre a morte precoce, é uma manifestação de progresso e de melhoria da condição humana mas é também um desafio sob o ponto de vista social, médico e financeiro de uma sociedade Fonte: INE , I.P., Estimativas da População Residente.
  • 14. Em 42 anos, registou-se:  Forte acréscimo da população empregada no setor terciário: 1970 - 35,6% 2011 - 70,5%  Queda drástica do setor primário: 1970 - 30,3 % 2011 - 3,1%  Uma certa estabilidade no setor secundário: 1970 - 30,0% 2011 - 26,5% 14 A importância da agricultura na economia portuguesa tem diminuído ao longo dos anos, tal como se verifica em todos os países industrializados. Entre 1989 e 2005, cerca de 200 mil explorações agropecuárias deixaram de existir, o que fez reduzir a população ativa deste sector em cerca de 500 mil trabalhadores, uma queda que se refletiu, ainda, no êxodo rural intenso para as cidades e para a emigração, factos que reforçam os desequilíbrios demográficos entre o litoral e o interior.
  • 15. 1981: 23,2% dos ativos sem qualquer nível de ensino 3,4% com ensino superior 2011: 1,2% sem qualquer nível de ensino 24,4% com ensino superior. 1981 4% 4% 2011 20% 30% 15 Fonte: INE , I.P., 25 DE ABRIL, 40 ANOS DE ESTATÍSTICAS A melhoria no nível de qualificação levou a que, no final de 2012, 1/5 dos ativos possuísse um diploma. Hoje, existe um dualismo entre um grupo numeroso de ativos velho e pouco qualificado e um grupo mais qualificado e jovem. Países que estão abertos à emigração dificilmente aceitam candidatos não qualificados.
  • 17. Evolução da população residente e crescimento efetivo 8 889 000 (1960) para 10 487 000 habitantes (2012) a ritmo irregular:  Decréscimos populacionais: 1964 a 1973 (exceto 1972); 1987 a 1991; 2008 a 2012.  Aumentos populacionais: 1960 a 1963; 1975 a 1985; 1994 a 2007
  • 18. Evolução das taxas de crescimento natural, migratório e efetivo O crescimento efetivo positivo entre:  1960 –1963 TCN > TCM  1974 –1985 TCN (1975 a 1981)+ TCM positivas  1992 – 2007 TCM > TCN
  • 19. Evolução dos nados vivos, óbitos e saldo natural Redução do saldo natural devido à queda da natalidade:  200 000 nascimentos nos anos 60  Menos de 150 000 na década de 80  Menos de 100 000 em 2009, 2011 e 2012.
  • 21. Uma população cada vez mais velha Uma população onde cada vez nascem menos crianças por mulher Índice de Envelhecimento Índice sintético de fecundidade
  • 22. Síntese Principais tendências demográficas desde a década de 60 do século XX - 1960 a 2012: Queda da fecundidade Aumento da esperança média de vida Envelhecimento demográfico Decréscimo populacional Forte impacto do crescimento migratório no crescimento real da população Extraído e adaptado de “Famílias nos Censos 2011 – Diversidade e Mudança”, Anabela Delgado e Karin Wall - INE
  • 24. Como se distribui a população no Continente? Segundo o Censos 2011, em relação a 2001, verificou-se:  Concentração da população nos municípios do litoral  Os maiores crescimentos populacionais nos municípios à volta de Lisboa e em praticamente toda a região do Algarve  Capacidade para fixar e atrair população pelos municípios do litoral em geral  Perda de população na grande maioria dos municípios do interior (em 2001, 171 municípios perderam população. Em 2011 foram198). Fonte: Worldmapper.org
  • 26. Da análise do mapa da poluição luminosa, concluem-se três evidências: Litoralização do povoamento: Concentração populacional na faixa entre Viana do Castelo e Setúbal. Despovoamento do Interior: Reduzidíssima densidade populacional em todo o Interior, de Norte a Sul. Bipolarização: Duas fortes concentrações populacionais, uma, em torno da cidade de Lisboa, e, outra, à volta da cidade do Porto.
  • 27.  O interior do país está em extinção, com o acentuar das assimetrias em relação ao litoral, na última década, e cada vez mais despovoado e envelhecido, alertou hoje a presidente da Sociedade Portuguesa de Demografia.  Numa análise aos resultados preliminares dos Censos de 2011, comparando com os de 2001 acentuou-se a progressão na dicotomia litoral/interior existente no país.  "A dicotomia norte/sul que tínhamos antes desapareceu e passámos a ter uma dicotomia litoral/interior.  Já entre 1991 e 2001 havia um país diferente no interior e um país diferente no litoral", afirmou. http://expresso.sapo.pt/censos2011-interior-do-pais-esta-a-extinguir-se-alerta-presidente-da-sociedade-portuguesa-de- demografia=f683378#ixzz26KjoHgW0 (adaptado) 26 de Outubro de 2011 Interior do país está a “extinguir-se”
  • 29.  As NUTS III de maior densidade populacional – mais de 180 Hab/Km² - situam-se na faixa ocidental que vai desde Minho- Lima até à Península de Setúbal.  No Sul, destaca-se a faixa meridional algarvia, com uma densidade entre os 30 e 89 Hab/km²  As NUTS III mais povoadas exercem uma atracção sobre a população e são, por isso  As restantes NUTS III, particularmente, as do Interior Norte, Centro e todas as do Alentejo, com valores de densidade populacional inferiores a 30 Hab/Km², denotam um verdadeiro  As NUTS III menos povoadas repelem, isto é, não captam população e são, por isso LITORALIZAÇÃO ÁREAS ATRATIVAS ÁREAS REPULSIVAS DESPOVOAMENTO
  • 30. Portugal periférico Nas últimas décadas, a vasta faixa do interior do País tem vindo a desertificar-se acolhendo agora apenas 15 por cento dos portugueses. Perdeu população, investimento, actividade económica. Um processo lento que nos confronta com o dualismo de um crescimento desordenado, desequilibrado e injusto. Em 15 anos, de 1985 a 2000, a área construída aumentou 42 %. Porto, Lisboa e Algarve expandiram-se desenfreadamente. Destruiu-se património natural, zonas agrícolas, e forrou-se uma boa parte do litoral com cimento armado. Criaram-se áreas metropolitanas gigantescas, redes saturadas de circulação, onde é cada vez mais difícil viver. Dotou-se o País de infra-estruturas básicas, nomeadamente de uma rede de estradas que facilitou o êxodo do interior para o litoral. António José Teixeira, 12/01/2009 (adaptado)
  • 31. Causas da distribuição geográfica da população São vários os fatores que interferem na distribuição geográfica da população:  Fatores físicos – clima, relevo, solos, localização geográfica  Fatores humanos – evolução histórica, atividades económicas (agricultura, indústria, serviços), transportes, etc. A conjugação de fatores conduz à distinção entre:  Áreas atrativas  Áreas repulsivas.
  • 32. A distribuição geográfica da temperatura média anual revela que:  Os valores variam entre menos de 7,5ºC e mais de 17,5ºC;  Há um acentuado contraste entre o Norte e o Sul:  Os valores mais baixos – entre -7,5ºC e 15ºC – localizam-se a norte do vale do rio Tejo;  Os valores superiores a 15ºC encontram-se a sul do vale do rio Tejo;  Os valores inferiores a 10,0ºC coincidem com as maiores altitudes;  Os valores superiores a 17,5ºC concentram-se no Interior sul e no Algarve;  No Norte Interior destaca-se o vale superior do rio Douro com valores entre os 16 e os 17,5ºC: Terra Quente Transmontana Clima: Temperatura do ar
  • 33. Há uma correlação positiva entre distribuição da temperatura média anual e os valores da densidade populacional: A população concentra-se onde as temperaturas médias anuais são mais amenas – faixa litoral ocidental, do Minho à Península de Setúbal. A fachada meridional – litoral algarvio – justifica-se pela atração turística balnear.
  • 34. A distribuição geográfica da precipitação média anual registada, ao longo de 30 anos, entre 1961 e 1990 mostra que:  Os valores médios variam entre os 400 e os 3 000 mm  Os valores superiores aos 800 mm dominam a norte do vale do rio Tejo;  Os valores inferiores aos 800 mm surgem predominantemente a sul deste rio;  Os valores superiores a 1 400 mm coincidem com as maiores altitudes;  Os valores mais baixos, menos de 600 mm, encontram-se no Sul – Alentejo e Algarve –, no vale superior do rio Douro e no planalto de Almeida - Sabugal.
  • 35. Áreas de precipitação elevada coincidem com densidades populacionais altas: Os solos mais férteis permitem a produção agrícola e uma ocupação intensiva do solo. Por isso, sempre atraíram população ao longo da História. Casos como as áreas litorais do país são bem o exemplo de fortes densidades populacionais em áreas de minifúndio.
  • 36. Pela análise do mapa hipsométrico verifica-se que:  A altitude em Portugal continental varia entre os 2 000m e os 0m.  Os valores inferiores a 100m de altitude localizam-se ao longo do litoral ocidental e meridional fruto do trabalho de acumulação de sedimentos que originaram planícies sedimentares  A planície sedimentar mais extensa corresponde à Bacia Sedimentar do Tejo e do Sado.  Os valores mais elevados situam-se no Interior Norte e Centro.  A sul da Sª Estrela predomina a peneplanície alentejana.
  • 37. Lugares com mais de 2500 habitantes, 2001 Quanto maior é a altitude menor é a temperatura do ar. Por isso, o relevo interfere na distribuição espacial da população portuguesa. No Interior Norte e Centro, o número reduzido de lugares com mais de 2 500 habitantes são prova disso. A Sul da Sª Estrela o relevo peneplano do Alentejo é prejudicado pela carência de água, um dos fatores responsáveis pelo número de lugares com mais de 2 500habitantes.
  • 38. NW NE SUL Relacionando clima e relevo é possível distinguir caraterísticas diferentes que permitem considerar três grandes Divisões Naturais: o Noroeste ou Norte Atlântico, o Nordeste ou Norte Transmontano e o Sul.
  • 39. São, simultaneamente, causa e consequência, de atração populacional. Onde há mais população mais vias de transporte devem existir, caso das Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto Os transportes aumentam a acessibilidade e reduzem a distância relativa, tanto a distância-custo como a distância-tempo. Fonte: Jornal Público, “Evolução da rede de autoestradas”
  • 40. Indústrias pesadas, produção de papel, refinaria de petróleo, química de base, etc. localizam-se maioritariamente junto ao litoral ocidental. O mar é um factor de atração porque:  Atenua as temperaturas tanto no inverno como no verão.  Permite maior humidade e mais precipitação.  Fornece peixe, sal e algas.  Contribui para a produção de energia elétrica – ondas, marés, eólica offshore  É uma óptima via de comunicação
  • 41. • Clima ameno – temperaturas amenas • Relevo suave – baixa altitude • Solo fértil • Abundância de água Fatores físicos ou naturais • Indústria • Comércio • Serviços • Rede de transportes • Segurança Fatores humanos Fatores favoráveis à concentração populacional e a densidades populacionais elevadas.