SlideShare uma empresa Scribd logo
PLANEJAMENTO E CONTROLE
DA PRODUÇÃO NA
CONSTRUÇÃO
Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior, Eng. Civil
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
1
É UMA SEQUÊNCIA DE
ATIVIDADES
PROGRAMADAS COM O
COMPROMISSO DE
FORNECER UM
RESULTADO QUE
PRODUZA UMA
MUDANÇA. O INÍCIO DE
UM PROJETO É EM UMA
IDEIA OU NECESSIDADE.
OS FATORES PRINCIPAIS
OU RESTRIÇÕES QUE
INFLUENCIAM UM
PROJETO SÃO O TEMPO
(PRAZO), CUSTO E A
QUALIDADE.
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
2
O
EMPREENDIMEN
TO DE
CONSTRUÇÃO
COMO PROJETO
 Tem início
 Tem prazo
 Tem restrições de custo
 Tem restrições de
qualidade
 É um produto novo
 Pode ser uma atividade
de rotina, mas em novo
contexto
 Envolve muitas variáveis
1. Necessidade
2. Formulação do
projeto
3. Planejamento
4. Processo de projeto e
engenharia
5. Processo de
construção
6. Uso
7. Descarte, conversão
ou manutenção
| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 3
NÍVEIS DE
INFORMAÇÃO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
4
SISTEMAS DE PRODUÇÃO
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
5
Baixa
Média
Alta
Baixo Médio Alto
VARIEDADE
VOLUME
PROJETO X OPERAÇÃO
Características Projeto Operação
Finalidade Criar Reproduzir
Duração Transitória Permanente
Atividade Inovadora Repetitiva
Equipe Multidisciplinar Funcional
Gerenciamento Pessoas Processos
Valoriza Diversidade Similaridade
Procura Eficácia Eficiência
Sincronização Difícil Fácil
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
6
PROJETO DA CONSTRUÇÃO
PROJETO DO PRODUTO
 Projetos estruturais
 Projetos de instalações
 Projetos de formas
 Projetos de obra bruta
 Projetos de impermeabilização
 Projetos de instalações
PROJETO PARA PRODUÇÃO
 Planejamento da produção
 Projeto do canteiro de obras
 Atividades de produção
 Sistema de informação
 Sistema de controle
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
7
DECISÕES NA GESTÃO DE
PRODUÇÃO
• Projeto do sistema de produção
• Operação do sistema de produção
• Melhoria do sistema de produção
• Complexidade
• Informação de qualidade
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
8
PLANEJAMENTO NA OBRA
Deve ser realizado no nível operacional utilizando-se de
informações coletadas diretamente no canteiro de obras.
Estas informações não são mantidas nos documentos ou
sistemas gerenciais tradicionais (ERP, orçamento ou
planejamento de atividades)
Novos métodos ou sistemas têm que ser utilizados que
sejam adequados à operação no canteiro de obras.
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
9
PLANEJANDO DURANTE A EXECUÇÃO
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
10
Planejar é um esforço contínuo durante toda a vida do
projeto
GERENCIAMENTO DA CONSTRUÇÃO
• O empreendimento deve ser gerenciado
como um projeto
• Prepara a produção
Projeto
• Os serviços devem ser gerenciados como
operação
• Controla a produção
Produção
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
11
PROBLEMAS NA CONSTRUÇÃO
Podem ser classificados em duas grandes categorias:
• Problemas com o processo de construção
• Problemas com a representação do produto (o que é para ser
construído)
Ambos devem ser eficientes.
Os problemas com processo podem ser evitados com a filosofia
da construção enxuta.
Mas ainda há muitos problemas decorrentes da falta de
informação do produto.
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
12
MODELO CONVENCIONAL DE
TRANSFORMAÇÃO
• O processo produtivo é a conversão de
entradas em saídas
• O processo de conversão pode ser dividido em
subprocessos
• O custo do processo total pode ser minimizado
pela minimização dos custos de cada
subprocesso
• O valor de saída de um processo é associado
com custos de entrada deste processo
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
13
Koskela, 1992
MODELO DA CONSTRUÇÃO
ENXUTA
As atividades são uma soma de fluxos (atividades que não
agregam valor ao produto final) e conversão (atividades
que agregam valor)
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
14
DESPERDÍCIO É
UM TIPO DE
TRABALHO QUE
GERA CUSTOS
MAS NÃO
AGREGA VALOR
AOS OLHOS DO
CLIENTE.
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
15
• Necessário mas
sem qualquer valor
agregdo
Trabalho que
agrega valor
MAXIMIZAR
Production
Sem qualquer
valor
agregado
Muda =
Desperdício
MINIMIZAR
ELIMINAR
AS 7 CATEGORIAS CLÁSSICAS DE DESPERDÍCIO
SIBRAGEC, Lean Construction, A. Hofacker, 19/03/2008
Intelligence
SARJETA
QUEBRADA
GERANDO
RETRABALHO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
17
MAKING-DO
PERDA POR
RETRABALHO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
18
PERDAS POR
MAKING-DO
NUMA OBRA
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
19
PRIORIDADES NA CONSTRUÇÃO
Brasil
 1. custo, 2. tempo, 3. qualidade
 Baixo grau de mecanização devido a
baixa pressão pelo
tempo(planejamento financeiro
diferenciado) e baixo custo da mão de
obra, alto custo financeiro e baixo
interesse em investimento
 A lot of prime-material disponível e
baixo grau de industrialização – baixa
qualidade, baixa capacidade de
produção
 Mas grande número de terrenos,
espaço e mão de obra
Alemanha
 1.tempo, 2. custo, 3. qualidade
 Alta mecanização devido a pressão
pelotempo (vantagem competitiva) e
alto custo da mão de obra
 Alto grau de padronização
 Pacotes e módulos (kits)
 Pallets padronizados
 Embalagens padronizadas
In the future:
further focus on process improvement
Afterwards further mechanization on the
key-issues & value-stream bottlenecks
Further future focus:
Facility management
Private-Public-Partnership,
Construction ownership & operator
PONTOS EM COMUM
 Falta de limpeza dos locais de trabalho nos canteiros de obra é valido
para os dois lados
 Perdas na produção em termos de paradas no trabalho dos
empregados e baixa motivação
OPORTUNIDADES
DE MELHORIA
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
22
1. Foco nos processos,qualidade, padronização e
valor agregado e redução dos desperdícios,
treinamento dos empregados
2. Criatividade organizacional (e.g. in Fortaleza & )
3. Analyzing further bottlenecks for higher value-
creation
4. Mecanização adicional ligada ao treinamento em
atividades que agregam valor, e melhorias contínuas
Ponto forte no
Brasil
Ponto forte na
Alemanha
MOVING TOWARDS LEAN-MANUFACURING
Just-in-time
Automation
Flexible workforce
= backwards request that flow through
cards/buckets/digital signalsKanban
production
levelling
Reduction of
set-up activities
= eg. Demand fluctuations buffered through
the right sequence
= eg. SMED
Prevention of
defects
= e.g. (Poka Yoke = visual inspection and
allowed direct intervention into the process
Autonomous
control
= Through management and functional mgt.
Systems
Multi-functional
layout
Standard
operations
= additional capabilities of the labour
required, (creativity, problem solving, team-
work, task rotation…; two-side committement
required)
MÉTODO DE PRÉ-PLANEJAMENTO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
24
1. SUBDIVIDIR A OBRA EM FASES
Fase Descrição
01 Serviços preliminares
02 Infraestrutura
03 Supraestrutura
04 Fechamento
05 Esquadrias
06 Revestimentos
07 Pisos
08 Cobertura
09 Instalações
10 Limpeza
Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 2018
25
2. DETERMINE OS RITMOS DE EXECUÇÃO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
26
TODAS AS FASES NO MESMO RITMO
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
27
Unidades
de
repetição
123456
....n
tm t
b
tr
DT
tempo
n – 1
R =
tr
R
tm: tempo de mobilização
tb: duração em uma unidade
tr: tempo de ritmo
tr = DT – tm - tb
CADA FASE EM UM RITMO
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
28
Unidades
de
repetição
123456
....n
tm
DT
tempo
PLANO MESTRE
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
29
LINHA DE
BALANCEAMENTO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
30
LINHA DE
BALANCEAMENTO E
HISTOGRAMA DE
EQUIPES
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
31
LINHA DE
BALANCEAMENTO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
32
3. LISTE TODAS AS ATIVIDADES E SUAS
EQUIPES
Fase Códig
o
Descricao Basica Unidade Quantidad
e
REVESTIMENTOS DE
TETO
88494 APLICAÇÃO E LIXAMENTO DE MASSA LÁTEX EM TETO, UMA DEMÃO. AF_06/2014 M2 39.205
REVESTIMENTOS DE
TETO
90408 MASSA ÚNICA, PARA RECEBIMENTO DE PINTURA, EM ARGAMASSA TRAÇO 1:2:8,
PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400L, APLICADA
MANUALMENTE EM TETO, ESPESSURA DE 10MM, COM EXECUÇÃO DE TALISCAS.
AF_03/2015
M2 39.205
REVESTIMENTOS DE
TETO
87882 CHAPISCO APLICADO NO TETO, COM ROLO PARA TEXTURA ACRÍLICA. ARGAMASSA
TRAÇO 1:4 E EMULSÃO POLIMÉRICA (ADESIVO) COM
PREPARO EM BETONEIRA 400L. AF_06/2014
M2 39.205
REVESTIMENTOS
EXTERNOS
87905 CHAPISCO APLICADO EM ALVENARIA (COM PRESENÇA DE VÃOS) E ESTRUTURAS DE
CONCRETO DE FACHADA, COM COLHER DE PEDREIRO.
ARGAMASSA TRAÇO 1:3 COM PREPARO EM BETONEIRA 400L. AF_06/2014
M2 73.115
REVESTIMENTOS
EXTERNOS
87775 EMBOÇO OU MASSA ÚNICA EM ARGAMASSA TRAÇO 1:2:8, PREPARO MECÂNICO
COM BETONEIRA 400 L, APLICADA MANUALMENTE EM PANOS
DE FACHADA COM PRESENÇA DE VÃOS, ESPESSURA DE 25 MM. AF_06/2014
M2 73.115
REVESTIMENTOS
EXTERNOS
88415 APLICAÇÃO MANUAL DE FUNDO SELADOR ACRÍLICO EM PAREDES EXTERNAS DE
CASAS. AF_06/2014
M2 76.714
REVESTIMENTOS
EXTERNOS
95626 APLICAÇÃO MANUAL DE TINTA LÁTEX ACRÍLICA EM PAREDE EXTERNAS DE CASAS,
DUAS DEMÃOS. AF_11/2016
M2 76.714
REVESTIMENTOS
EXTERNOS
87792 EMBOÇO OU MASSA ÚNICA EM ARGAMASSA TRAÇO 1:2:8, PREPARO MECÂNICO
COM BETONEIRA 400 L, APLICADA MANUALMENTE EM PANOS
CEGOS DE FACHADA (SEM PRESENÇA DE VÃOS), ESPESSURA DE 25 MM. AF_06/2014
M2 3.600
REVESTIMENTOS
EXTERNOS
87894 CHAPISCO APLICADO EM ALVENARIA (SEM PRESENÇA DE VÃOS) E ESTRUTURAS DE
CONCRETO DE FACHADA, COM COLHER DE PEDREIRO.
ARGAMASSA TRAÇO 1:3 COM PREPARO EM BETONEIRA 400L. AF_06/2014
M2 4.269
PAVIMENTAÇÃO
INTERNA
95241 LASTRO DE CONCRETO MAGRO, APLICADO EM PISOS OU RADIERS, ESPESSURA DE 5
CM. AF_07/2016
M2 3.782
PAVIMENTAÇÃO
INTERNA
94107 LASTRO COM PREPARO DE FUNDO, LARGURA MAIOR OU IGUAL A 1,5 M, COM
CAMADA DE BRITA, LANÇAMENTO MANUAL, EM LOCAL COM
NÍVEL BAIXO DE INTERFERÊNCIA. AF_06/2016
M3 1.124
PAVIMENTAÇÃO
INTERNA
68053 FORNECIMENTO/INSTALACAO LONA PLASTICA PRETA, PARA IMPERMEABILIZACAO,
ESPESSURA 150 MICRAS.
M2 37.481
PAVIMENTAÇÃO
INTERNA
87640 CONTRAPISO EM ARGAMASSA TRAÇO 1:4 (CIMENTO E AREIA), PREPARO MECÂNICO
COM BETONEIRA 400 L, APLICADO EM ÁREAS SECAS SOBRE
LAJE, ADERIDO, ESPESSURA 4CM. AF_06/2014
M2 31.088
PAVIMENTAÇÃO
INTERNA
87745 CONTRAPISO EM ARGAMASSA TRAÇO 1:4 (CIMENTO E AREIA), PREPARO MECÂNICO
COM BETONEIRA 400 L, APLICADO EM ÁREAS MOLHADAS
SOBRE LAJE, ADERIDO, ESPESSURA 3CM. AF_06/2014
M2 8.915
PAVIMENTAÇÃO
INTERNA
88648 RODAPÉ CERÂMICO DE 7CM DE ALTURA COM PLACAS TIPO ESMALTADA EXTRA DE
DIMENSÕES 35X35CM. AF_06/2014
M 2.162
PAVIMENTAÇÃO
INTERNA
93389 REVESTIMENTO CERÂMICO PARA PISO COM PLACAS TIPO ESMALTADA PADRÃO
POPULAR DE DIMENSÕES 35X35 CM APLICADA EM AMBIENTES
DE ÁREA MENOR QUE 5 M2. AF_06/2014
M2 15.333
PAVIMENTAÇÃO
INTERNA
93390 REVESTIMENTO CERÂMICO PARA PISO COM PLACAS TIPO ESMALTADA PADRÃO
POPULAR DE DIMENSÕES 35X35 CM APLICADA EM AMBIENTES
DE ÁREA ENTRE 5 M2 E 10 M2. AF_06/2014
M2 8.849
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
33
Fonte: SINAPI
Projeto 13105
R1 2B 43C 2017
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
34
4. DEFINA EQUIPES IDEAIS
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
35
Fase Descrição Equipe Produtividade Unidade Quantidade Duração Paralelo
1 Serviços preliminares 2 24,8 m2 74,31 3,0
2 Infraestrutura 2 1,0 m3 1,995 2,0
3 Supraestrutura 2 0,8 m3 2,377 3,0
4 Fechamento 2 6,4 m2 82,999 13,0
5 Esquadrias 1 4,4 m2 17,46 4,0 S
6 Revestimentos 1 18,2 m2 109,492 6,0 S
7 Pisos 2 8,0 m2 39,99 5,0
8 Cobertura 2 8,3 m2 62,28 7,5
9 Instalações 1 7,3 pontos 22 3,0 S
10 Limpeza 1 76,9 m2 38,47 0,5
34,0
5. DETERMINE A VELOCIDADE DE
PRODUÇÃO (DURAÇÃO)
Fase Descrição Equipe Produtividade Unidade Quantidade Duração Paralelo
1 Serviços preliminares 2 24,8 m2 74,31 3,0
2 Infraestrutura 2 1,0 m3 1,995 2,0
3 Supraestrutura 2 0,8 m3 2,377 3,0
4 Fechamento 2 6,4 m2 82,999 13,0
5 Esquadrias 1 4,4 m2 17,46 4,0 S
6 Revestimentos 1 18,2 m2 109,492 6,0 S
7 Pisos 2 8,0 m2 39,99 5,0
8 Cobertura 2 8,3 m2 62,28 7,5
9 Instalações 1 7,3 pontos 22 3,0 S
10 Limpeza 1 76,9 m2 38,47 0,5
34,0
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
36
6. DIVIDA AS
ATIVIDADES EM
PRINCIPAIS E
SECUNDÁRIAS
Fase Id Descrição
01 1. Serviços preliminares
01 1.1 Locação de obra carpinteiro
01 1.2 Locação de obra servente
01 1.3 Limpeza do terreno
02 2. Infraestrutura
02 2.1
Montagem e desmontagem de formas
infra
02 2.2
Concretagem de blocos e vigas
baldrama
03 3. Supraestrutura
03 3.1 Montagem e desmontagem de formas
03 3.2 Concretagem vigas e pilares
04 4. Fechamento
04 4.1 alvenaria de vedação
04 4.2 vergas e contravergas
05 5. Esquadrias
05 5.1 porta de madeira pedreiro
05 5.2 porta de madeira carpinteiro
05 5.3 janelas de aço basculante
05 5.4 janelas de aço de correr duas folhas
06 6. Revestimentos
06 6.1 revestimendo cerâmico em paredes
06 6.2 revestimentos e pintura em paredes
06 6.3 revestimento e pintura em teto
06 6.4 revestimento externo
07 7. Pisos
07 7.1 contrapiso
07 7.2 revestimento
07 7.3 rodapé
08 8. Cobertura
08 8.1 trama de madeira
08 8.2 telhamento com telha de cerâmica
08 8.3 imunização
08 8.4 amarração de telha cerâmica
08 8.5 cumeeira
09 9. Instalações
09 9.1 equipamentos elétricos
09 9.2 louças e bancada mármore sintético
09 9.3 instalações elétricas
09 9.4 instalações hidráulicas
10 10. Limpeza
10 10.1 limpeza final da obra
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
37
7. CALCULE OS
VOLUMES DE
PRODUÇÃO DAS
ATIVIDADES PRINCIPAIS
Fase Id Descrição Unidade Quantidade
01 1. Serviços preliminares
01 1.1 Locação de obra carpinteiro m2 74,31
01 1.2 Locação de obra servente m2 74,31
01 1.3 Limpeza do terreno m2 200
02 2. Infraestrutura
02 2.1
Montagem e desmontagem de formas
infra m3 30,39
02 2.2
Concretagem de blocos e vigas
baldrama m3 1,995
03 3. Supraestrutura
03 3.1 Montagem e desmontagem de formas m2 50,157
03 3.2 Concretagem vigas e pilares m3 2,377
04 4. Fechamento
04 4.1 alvenaria de vedação m2 82,999
04 4.2 vergas e contravergas m 27,2
05 5. Esquadrias
05 5.1 porta de madeira pedreiro unid 3
05 5.2 porta de madeira carpinteiro unid 3
05 5.3 janelas de aço basculante m2 0,48
05 5.4 janelas de aço de correr duas folhas m2 6,9
06 6. Revestimentos
06 6.1 revestimendo cerâmico em paredes m2 20,584
06 6.2 revestimentos e pintura em paredes m2 88,908
06 6.3 revestimento e pintura em teto m2 39,205
06 6.4 revestimento externo m2 76,714
07 7. Pisos
07 7.1 contrapiso m2 39,99
07 7.2 revestimento m2 38,47
07 7.3 rodapé m 2,16
08 8. Cobertura
08 8.1 trama de madeira m2 62,28
08 8.2 telhamento com telha de cerâmica m2 62,28
08 8.3 imunização m2 65,99
08 8.4 amarração de telha cerâmica unid 396
08 8.5 cumeeira m 8,93
09 9. Instalações
09 9.1 equipamentos elétricos unid 1
09 9.2 louças e bancada mármore sintético unid 4
09 9.3 instalações elétricas pontos 7
09 9.4 instalações hidráulicas pontos 10
10 10. Limpeza
10 10.1 limpeza final da obra m2 38,47
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
38
8. CALCULE A
DURAÇÃO DE
CADA
ATIVIDADE
Fase Id Descrição Unidade Quantidade Equipe Produtividade Duração
01 1. Serviços preliminares
01 1.1 Locação de obra carpinteiro m2 74,31 2 7,690 0,5
01 1.2 Locação de obra servente m2 74,31 2 7,690 0,5
01 1.3 Limpeza do terreno m2 200 2 4,000 2,8
02 2. Infraestrutura
02 2.1
Montagem e desmontagem de formas
infra m3 30,39 2 0,870 2,0
02 2.2
Concretagem de blocos e vigas
baldrama m3 1,995 2 2,750 0,0
03 3. Supraestrutura
03 3.1 Montagem e desmontagem de formas m2 50,157 2 1,066 2,7
03 3.2 Concretagem vigas e pilares m3 2,377 2 0,542 0,2
04 4. Fechamento
04 4.1 alvenaria de vedação m2 82,999 2 0,367 12,8
04 4.2 vergas e contravergas m 27,2 2 10,309 0,1
05 5. Esquadrias
05 5.1 porta de madeira pedreiro unid 3 1 0,671 0,5
05 5.2 porta de madeira carpinteiro unid 3 1 0,154 2,2
05 5.3 janelas de aço basculante m2 0,48 1 0,218 0,3
05 5.4 janelas de aço de correr duas folhas m2 6,9 1 0,589 1,3
06 6. Revestimentos
06 6.1 revestimendo cerâmico em paredes m2 20,584 1 2,6 0,9
06 6.2 revestimentos e pintura em paredes m2 88,908 1 7,69 1,3
06 6.3 revestimento e pintura em teto m2 39,205 1 4,1 1,1
06 6.4 revestimento externo m2 76,714 1 2,91 3,0
07 7. Pisos
07 7.1 contrapiso m2 39,99 2 1,01 2,2
07 7.2 revestimento m2 38,47 2 0,76 2,9
07 7.3 rodapé m 2,16 2 14,29 0,0
08 8. Cobertura
08 8.1 trama de madeira m2 62,28 2 2,5 1,4
08 8.2 telhamento com telha de cerâmica m2 62,28 2 7,51 0,5
08 8.3 imunização m2 65,99 2 5 0,7
08 8.4 amarração de telha cerâmica unid 396 2 9,7 2,3
08 8.5 cumeeira m 8,93 2 0,2 2,5
09 9. Instalações
09 9.1 equipamentos elétricos unid 1 1 1 0,11
09 9.2 louças e bancada mármore sintético unid 4 1 0,5 0,9
09 9.3 instalações elétricas pontos 7 1 1 0,8
09 9.4 instalações hidráulicas pontos 10 1 1 1,1
10 10. Limpeza
10 10.1 limpeza final da obra m2 38,47 1 7,14 0,6
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
39
VISÃO GERAL DO
EMPREENDIMENTO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
40
VISUALIZAÇÃO
DO PLANO
MESTRE NO
MODELO BIM 4D
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
41
FLUXO FÍSICO DO
EMPREENDIMENT
O
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
42
COLABORAÇÃO
SALA DE
CONTROLE
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
43
REUNIÃO DE
PLANEJAMENTO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
44
SALA DE
CONTROLE
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
45
RESOLUÇÃO DE
INCOMPATIBILIDADES
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
46
RESOLUÇÃO DE
PROBLEMAS DE
PROJETO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
47
CICLO DO CURTO PRAZO - LAST
PLANNER
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
48
MODELO DE
PLANEJAMENTO E
CONTROLE DA
PRODUÇÃO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
49
MODELO
DE PCP
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
50
CICLO DO
PLANEJAMENTO
DE CURTO PRAZO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
51
REMOÇÃO DE
RESTRIÇÕES NO
PLANO DE MÉDIO
PRAZO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
52
MONITORAMENTO
NO MODELO BIM
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
53
KANBAN
PRODUÇÃO
PUXADA
CARTÃO DE
PRODUÇÃO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
54
PLANEJAMENTO
DE LONGO PRAZO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
55
PLANEJAMENTO
DE MÉDIO
PRAZO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
56
PLANO DE CURTO
PRAZO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
57
PLANO DE CURTO
PRAZO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
58
CONTROLAR
 Verificar se a ação planejada está efetivamente sendo executada
 Se o resultado dessa ação corresponde ao desempenho desejado
 Assegurar que os objetivos sejam alcançados
 Verificar se é necessário modificar a ação ou o objetivo
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
59
ANÁLISE DO VALOR AGREGADO
 EVA, Earned Value Analysis ou EVM, Earned Value Management
 Um padrão em GP para:
 Medir o progresso do projeto
 Medir o desempenho de custos
 Prever a data e o custo de conclusão
 Integra as três medidas: prazo, custo e trabalho
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
60
CONTROLE DA
EFICÁCIA DA
EXECUÇÃO
PPC – PERCENTUAL
DE TAREFAS
PLANEJADAS QUE
FORMA
CONCLUÍDAS
REGISTRO DOS
PROBLEMAS DE
NÃO CONCLUSÃO
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
61
PPC –
PERCENTUAL DE
TAREFAS
PLANEJADAS QUE
FORMA
CONCLUÍDAS
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
62
PERDAS NUMA
OBRA
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
63
PAINEL DE
CONTROLA NA
OBRA
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
64
PAINEL DE
CONTROLE
07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior
65
ANÁLISE DO VALOR AGREGADO
 EVA, Earned Value Analysis ou EVM, Earned Value Management
 Um padrão em GP para:
 Medir o progresso do projeto
 Medir o desempenho de custos
 Prever a data e o custo de conclusão
 Integra as três medidas: prazo, custo e trabalho
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
66
ÍNDICES DE VARIAÇÃO
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
67
Variação de Custo
(Cost Variance)
CV = VA – CR
É igual ao valor agregado
menos o custo real
Variação de Prazo
(Schedule Variance)
SV = VA - VP
É igual ao valor agregado
menos o valor planejado
ÍNDICES DE DESEMPENHO
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
68
Índice de
Desempenho de
Prazo (IDP)
(Schedule
Performance Index -
SPI)
IDP = VA / VP
Estou progredindo a
x% da taxa planejada
< 1 Atrasado
> 1 Adiantado
Índice de
Desempenho de
Custos (IDC)
(Cost Performance
Index – CPI)
IDC = VA / CR
Estou executando $ x
para cada $ 1,00 que
gastei
< 1 Gastando mais
> 1 Gastando menos
Atrasado e
econômico
IDP < 1
IDC > 1
Dentro do
prazo e do
custo
IDP > 1
IDC > 1
Atrasado e
gastão
IDP < 1
IDC < 1
Rápido e
gastão
IDP > 1
IDC < 1
IDC
IDP
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
69
DESEMPENHO
07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng |
70
Custo Real (CR)
Valor Agregado (VA)
Valor Planejado (VP)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Sistema da qualidade na industria da construção civil
Sistema da qualidade na industria da construção civilSistema da qualidade na industria da construção civil
Sistema da qualidade na industria da construção civil
Antonio Fabricio Fabricio
 
Seminário sobre Canteiro de Obras
Seminário sobre Canteiro de ObrasSeminário sobre Canteiro de Obras
Seminário sobre Canteiro de Obras
Lincoln Cesar
 
Estrutura Analítica do Projeto (EAP)
Estrutura Analítica do Projeto (EAP)Estrutura Analítica do Projeto (EAP)
Estrutura Analítica do Projeto (EAP)
Alessandro Fazenda
 
84 slides gestão logística no canteiro de obra nov 2015
84  slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  nov 201584  slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  nov 2015
84 slides gestão logística no canteiro de obra nov 2015
delano chaves gurgel do amaral
 
Apresentação MBA EM GERENCIAMENTO DE OBRAS, PRODUTIVIDADE E TECNOLOGIA DA C...
Apresentação MBA EM GERENCIAMENTO DE OBRAS, PRODUTIVIDADE E TECNOLOGIA DA C...Apresentação MBA EM GERENCIAMENTO DE OBRAS, PRODUTIVIDADE E TECNOLOGIA DA C...
Apresentação MBA EM GERENCIAMENTO DE OBRAS, PRODUTIVIDADE E TECNOLOGIA DA C...
GledsonPereiraLima
 
Planejamento de obra aula 45 e 46
Planejamento de obra   aula 45 e 46Planejamento de obra   aula 45 e 46
Planejamento de obra aula 45 e 46
Aline Cristina Souza dos Santos
 
Gerenciamento de projetos apostila completa
Gerenciamento de projetos   apostila completaGerenciamento de projetos   apostila completa
Gerenciamento de projetos apostila completa
Paulo Junior
 
curso 1 dia.ppt
curso 1 dia.pptcurso 1 dia.ppt
curso 1 dia.ppt
ThyagoCameloPereirad
 
Engenharia civil
Engenharia civilEngenharia civil
Treinamento em gestão de projetos
Treinamento em gestão de projetosTreinamento em gestão de projetos
Aula 02 - Canteiro de Obras.pdf
Aula 02 - Canteiro de Obras.pdfAula 02 - Canteiro de Obras.pdf
Aula 02 - Canteiro de Obras.pdf
GuilhermeAdrianoWebe
 
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia CivilRelatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Jean Paulo Mendes Alves
 
Planejamento de Obras- Visão Geral-15Jun15
Planejamento de Obras- Visão Geral-15Jun15Planejamento de Obras- Visão Geral-15Jun15
Planejamento de Obras- Visão Geral-15Jun15
Francisco Figueiredo
 
Gráfico de gantt
Gráfico de ganttGráfico de gantt
Gráfico de gantt
Edesio Silva Alves
 
Gerenciamento de integração de projetos
Gerenciamento de integração de projetosGerenciamento de integração de projetos
Gerenciamento de integração de projetos
Júnior Rodrigues
 
Aula 06 Planejamento e Controle de Obras
Aula 06 Planejamento e Controle de ObrasAula 06 Planejamento e Controle de Obras
Aula 06 Planejamento e Controle de Obras
Gabriel Do Nascimento Pereira
 
Logística Aplicada à Construção Civil.pdf
Logística Aplicada à Construção Civil.pdfLogística Aplicada à Construção Civil.pdf
Logística Aplicada à Construção Civil.pdf
Geovana Thiara
 
Gerenciamento de Projetos
Gerenciamento de ProjetosGerenciamento de Projetos
Gerenciamento de Projetos
Marcos Abreu
 
Introdução a engenharia aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia   aula 2 - construção civilIntrodução a engenharia   aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia aula 2 - construção civil
Rafael José Rorato
 
Visão por Processos
Visão por ProcessosVisão por Processos
Visão por Processos
Q2 Management
 

Mais procurados (20)

Sistema da qualidade na industria da construção civil
Sistema da qualidade na industria da construção civilSistema da qualidade na industria da construção civil
Sistema da qualidade na industria da construção civil
 
Seminário sobre Canteiro de Obras
Seminário sobre Canteiro de ObrasSeminário sobre Canteiro de Obras
Seminário sobre Canteiro de Obras
 
Estrutura Analítica do Projeto (EAP)
Estrutura Analítica do Projeto (EAP)Estrutura Analítica do Projeto (EAP)
Estrutura Analítica do Projeto (EAP)
 
84 slides gestão logística no canteiro de obra nov 2015
84  slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  nov 201584  slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  nov 2015
84 slides gestão logística no canteiro de obra nov 2015
 
Apresentação MBA EM GERENCIAMENTO DE OBRAS, PRODUTIVIDADE E TECNOLOGIA DA C...
Apresentação MBA EM GERENCIAMENTO DE OBRAS, PRODUTIVIDADE E TECNOLOGIA DA C...Apresentação MBA EM GERENCIAMENTO DE OBRAS, PRODUTIVIDADE E TECNOLOGIA DA C...
Apresentação MBA EM GERENCIAMENTO DE OBRAS, PRODUTIVIDADE E TECNOLOGIA DA C...
 
Planejamento de obra aula 45 e 46
Planejamento de obra   aula 45 e 46Planejamento de obra   aula 45 e 46
Planejamento de obra aula 45 e 46
 
Gerenciamento de projetos apostila completa
Gerenciamento de projetos   apostila completaGerenciamento de projetos   apostila completa
Gerenciamento de projetos apostila completa
 
curso 1 dia.ppt
curso 1 dia.pptcurso 1 dia.ppt
curso 1 dia.ppt
 
Engenharia civil
Engenharia civilEngenharia civil
Engenharia civil
 
Treinamento em gestão de projetos
Treinamento em gestão de projetosTreinamento em gestão de projetos
Treinamento em gestão de projetos
 
Aula 02 - Canteiro de Obras.pdf
Aula 02 - Canteiro de Obras.pdfAula 02 - Canteiro de Obras.pdf
Aula 02 - Canteiro de Obras.pdf
 
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia CivilRelatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
Relatório de Visitas Técnicas de Engenharia Civil
 
Planejamento de Obras- Visão Geral-15Jun15
Planejamento de Obras- Visão Geral-15Jun15Planejamento de Obras- Visão Geral-15Jun15
Planejamento de Obras- Visão Geral-15Jun15
 
Gráfico de gantt
Gráfico de ganttGráfico de gantt
Gráfico de gantt
 
Gerenciamento de integração de projetos
Gerenciamento de integração de projetosGerenciamento de integração de projetos
Gerenciamento de integração de projetos
 
Aula 06 Planejamento e Controle de Obras
Aula 06 Planejamento e Controle de ObrasAula 06 Planejamento e Controle de Obras
Aula 06 Planejamento e Controle de Obras
 
Logística Aplicada à Construção Civil.pdf
Logística Aplicada à Construção Civil.pdfLogística Aplicada à Construção Civil.pdf
Logística Aplicada à Construção Civil.pdf
 
Gerenciamento de Projetos
Gerenciamento de ProjetosGerenciamento de Projetos
Gerenciamento de Projetos
 
Introdução a engenharia aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia   aula 2 - construção civilIntrodução a engenharia   aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia aula 2 - construção civil
 
Visão por Processos
Visão por ProcessosVisão por Processos
Visão por Processos
 

Semelhante a Planejamento e controle da produção na construção

Aula Uniopet 21 05-2019
Aula Uniopet 21 05-2019Aula Uniopet 21 05-2019
Aula Uniopet 21 05-2019
Ricardo Mendes Jr
 
Mes Nos Projetos De Fornecimento Para Petrobras
Mes Nos Projetos De Fornecimento Para PetrobrasMes Nos Projetos De Fornecimento Para Petrobras
Mes Nos Projetos De Fornecimento Para Petrobras
Ulises Peredo
 
Cv europass-2019 Fabio Montanaro
Cv europass-2019 Fabio MontanaroCv europass-2019 Fabio Montanaro
Cv europass-2019 Fabio Montanaro
Fabio Montanaro
 
CV Angelo dos reis magalhães 20.04.2013
CV Angelo dos reis magalhães 20.04.2013CV Angelo dos reis magalhães 20.04.2013
CV Angelo dos reis magalhães 20.04.2013
Angelo dos Reis Magalhães, MSc, MLTII, MLAII
 
Aula uniopet 27 05-2019
Aula uniopet 27 05-2019Aula uniopet 27 05-2019
Aula uniopet 27 05-2019
Ricardo Mendes Jr
 
GrupoMeta - SAP FORUM 2016 - Palestra Back2Standard
GrupoMeta - SAP FORUM 2016 - Palestra Back2StandardGrupoMeta - SAP FORUM 2016 - Palestra Back2Standard
GrupoMeta - SAP FORUM 2016 - Palestra Back2Standard
Antonio Andrade
 
Trabalho de Conclusão de Curso, Gestão de Projetos, Fundação Dom Cabral
Trabalho de Conclusão de Curso, Gestão de Projetos, Fundação Dom CabralTrabalho de Conclusão de Curso, Gestão de Projetos, Fundação Dom Cabral
Trabalho de Conclusão de Curso, Gestão de Projetos, Fundação Dom Cabral
Alisson Paulo de Oliveira
 
Inovação Operacional
Inovação OperacionalInovação Operacional
Inovação Operacional
LUCIEL HENRIQUE DE OLIVEIRA
 
TCC - "Sistema Automático de Medição do Diâmetro Interno de Rotores Via Calib...
TCC - "Sistema Automático de Medição do Diâmetro Interno de Rotores Via Calib...TCC - "Sistema Automático de Medição do Diâmetro Interno de Rotores Via Calib...
TCC - "Sistema Automático de Medição do Diâmetro Interno de Rotores Via Calib...
Carlos Alberto
 
Seminariol
SeminariolSeminariol
Seminariol
PIJOANINHA
 
27 projeto de_trabalho_praticas_academicas_2012
27 projeto de_trabalho_praticas_academicas_201227 projeto de_trabalho_praticas_academicas_2012
27 projeto de_trabalho_praticas_academicas_2012
Cristiano Santos
 
Gestao Projetos - Aula 02
Gestao Projetos - Aula 02Gestao Projetos - Aula 02
Gestao Projetos - Aula 02
Robson Silva Espig
 
SIA - Planta Sustentável para Indústria Metal-mecânica
SIA - Planta Sustentável para Indústria Metal-mecânica SIA - Planta Sustentável para Indústria Metal-mecânica
SIA - Planta Sustentável para Indústria Metal-mecânica
Marco Coghi
 
[BPMDAYSP 2017] Case Brico Alimentos
[BPMDAYSP 2017] Case Brico Alimentos[BPMDAYSP 2017] Case Brico Alimentos
[BPMDAYSP 2017] Case Brico Alimentos
Lecom Tecnologia
 
Manutenção Mecânica Seis Sigma Rodrigo Barcelos
Manutenção Mecânica Seis Sigma Rodrigo BarcelosManutenção Mecânica Seis Sigma Rodrigo Barcelos
Manutenção Mecânica Seis Sigma Rodrigo Barcelos
Rodrigo Barcelos
 
PHMarcomini 18set15
PHMarcomini 18set15PHMarcomini 18set15
PHMarcomini 18set15
Pedro Henrique Marcomini
 
GERENCIAMENTO DE PROJETOS INDUSTRIAIS: UMA ABORDAGEM MEDIANTE O GUIA PROJECT ...
GERENCIAMENTO DE PROJETOS INDUSTRIAIS: UMA ABORDAGEM MEDIANTE O GUIA PROJECT ...GERENCIAMENTO DE PROJETOS INDUSTRIAIS: UMA ABORDAGEM MEDIANTE O GUIA PROJECT ...
GERENCIAMENTO DE PROJETOS INDUSTRIAIS: UMA ABORDAGEM MEDIANTE O GUIA PROJECT ...
Adriano Pereira
 
Criar um processo e gerenciar as lições aprendidas
Criar um processo e gerenciar as lições aprendidasCriar um processo e gerenciar as lições aprendidas
Criar um processo e gerenciar as lições aprendidas
Julio Cesar Gonçalves
 
Insights e lições aprendidas
Insights e lições aprendidas Insights e lições aprendidas
Insights e lições aprendidas
EloGroup
 
BCM Presentation - Investment or Expense?
BCM Presentation - Investment or Expense?BCM Presentation - Investment or Expense?
BCM Presentation - Investment or Expense?
Sidney Modenesi, MBCI
 

Semelhante a Planejamento e controle da produção na construção (20)

Aula Uniopet 21 05-2019
Aula Uniopet 21 05-2019Aula Uniopet 21 05-2019
Aula Uniopet 21 05-2019
 
Mes Nos Projetos De Fornecimento Para Petrobras
Mes Nos Projetos De Fornecimento Para PetrobrasMes Nos Projetos De Fornecimento Para Petrobras
Mes Nos Projetos De Fornecimento Para Petrobras
 
Cv europass-2019 Fabio Montanaro
Cv europass-2019 Fabio MontanaroCv europass-2019 Fabio Montanaro
Cv europass-2019 Fabio Montanaro
 
CV Angelo dos reis magalhães 20.04.2013
CV Angelo dos reis magalhães 20.04.2013CV Angelo dos reis magalhães 20.04.2013
CV Angelo dos reis magalhães 20.04.2013
 
Aula uniopet 27 05-2019
Aula uniopet 27 05-2019Aula uniopet 27 05-2019
Aula uniopet 27 05-2019
 
GrupoMeta - SAP FORUM 2016 - Palestra Back2Standard
GrupoMeta - SAP FORUM 2016 - Palestra Back2StandardGrupoMeta - SAP FORUM 2016 - Palestra Back2Standard
GrupoMeta - SAP FORUM 2016 - Palestra Back2Standard
 
Trabalho de Conclusão de Curso, Gestão de Projetos, Fundação Dom Cabral
Trabalho de Conclusão de Curso, Gestão de Projetos, Fundação Dom CabralTrabalho de Conclusão de Curso, Gestão de Projetos, Fundação Dom Cabral
Trabalho de Conclusão de Curso, Gestão de Projetos, Fundação Dom Cabral
 
Inovação Operacional
Inovação OperacionalInovação Operacional
Inovação Operacional
 
TCC - "Sistema Automático de Medição do Diâmetro Interno de Rotores Via Calib...
TCC - "Sistema Automático de Medição do Diâmetro Interno de Rotores Via Calib...TCC - "Sistema Automático de Medição do Diâmetro Interno de Rotores Via Calib...
TCC - "Sistema Automático de Medição do Diâmetro Interno de Rotores Via Calib...
 
Seminariol
SeminariolSeminariol
Seminariol
 
27 projeto de_trabalho_praticas_academicas_2012
27 projeto de_trabalho_praticas_academicas_201227 projeto de_trabalho_praticas_academicas_2012
27 projeto de_trabalho_praticas_academicas_2012
 
Gestao Projetos - Aula 02
Gestao Projetos - Aula 02Gestao Projetos - Aula 02
Gestao Projetos - Aula 02
 
SIA - Planta Sustentável para Indústria Metal-mecânica
SIA - Planta Sustentável para Indústria Metal-mecânica SIA - Planta Sustentável para Indústria Metal-mecânica
SIA - Planta Sustentável para Indústria Metal-mecânica
 
[BPMDAYSP 2017] Case Brico Alimentos
[BPMDAYSP 2017] Case Brico Alimentos[BPMDAYSP 2017] Case Brico Alimentos
[BPMDAYSP 2017] Case Brico Alimentos
 
Manutenção Mecânica Seis Sigma Rodrigo Barcelos
Manutenção Mecânica Seis Sigma Rodrigo BarcelosManutenção Mecânica Seis Sigma Rodrigo Barcelos
Manutenção Mecânica Seis Sigma Rodrigo Barcelos
 
PHMarcomini 18set15
PHMarcomini 18set15PHMarcomini 18set15
PHMarcomini 18set15
 
GERENCIAMENTO DE PROJETOS INDUSTRIAIS: UMA ABORDAGEM MEDIANTE O GUIA PROJECT ...
GERENCIAMENTO DE PROJETOS INDUSTRIAIS: UMA ABORDAGEM MEDIANTE O GUIA PROJECT ...GERENCIAMENTO DE PROJETOS INDUSTRIAIS: UMA ABORDAGEM MEDIANTE O GUIA PROJECT ...
GERENCIAMENTO DE PROJETOS INDUSTRIAIS: UMA ABORDAGEM MEDIANTE O GUIA PROJECT ...
 
Criar um processo e gerenciar as lições aprendidas
Criar um processo e gerenciar as lições aprendidasCriar um processo e gerenciar as lições aprendidas
Criar um processo e gerenciar as lições aprendidas
 
Insights e lições aprendidas
Insights e lições aprendidas Insights e lições aprendidas
Insights e lições aprendidas
 
BCM Presentation - Investment or Expense?
BCM Presentation - Investment or Expense?BCM Presentation - Investment or Expense?
BCM Presentation - Investment or Expense?
 

Mais de Ricardo Mendes Jr

Planejamento com Linha de Balanceamento Cenário 3.pdf
Planejamento com Linha de Balanceamento Cenário 3.pdfPlanejamento com Linha de Balanceamento Cenário 3.pdf
Planejamento com Linha de Balanceamento Cenário 3.pdf
Ricardo Mendes Jr
 
Planejamento_com_Linha_de_Balanceamento_Cenario_3.pdf
Planejamento_com_Linha_de_Balanceamento_Cenario_3.pdfPlanejamento_com_Linha_de_Balanceamento_Cenario_3.pdf
Planejamento_com_Linha_de_Balanceamento_Cenario_3.pdf
Ricardo Mendes Jr
 
City information model Faculdade Estácio Curitiba 2021
City information model Faculdade Estácio Curitiba 2021City information model Faculdade Estácio Curitiba 2021
City information model Faculdade Estácio Curitiba 2021
Ricardo Mendes Jr
 
Debate Smart City Business 2018 SP
Debate Smart City Business 2018 SPDebate Smart City Business 2018 SP
Debate Smart City Business 2018 SP
Ricardo Mendes Jr
 
Carona solidaria 2012
Carona solidaria 2012Carona solidaria 2012
Carona solidaria 2012
Ricardo Mendes Jr
 
Interfaces entre pandemia por Covid-19 e as tecnologias
Interfaces entre pandemia por Covid-19 e as tecnologiasInterfaces entre pandemia por Covid-19 e as tecnologias
Interfaces entre pandemia por Covid-19 e as tecnologias
Ricardo Mendes Jr
 
PPGGI Ricardo Mendes Jr 2018
PPGGI Ricardo Mendes Jr 2018PPGGI Ricardo Mendes Jr 2018
PPGGI Ricardo Mendes Jr 2018
Ricardo Mendes Jr
 
Gerenciamento de projetos treinamento PET Civil UFPR 2016
Gerenciamento de projetos treinamento PET Civil UFPR 2016Gerenciamento de projetos treinamento PET Civil UFPR 2016
Gerenciamento de projetos treinamento PET Civil UFPR 2016
Ricardo Mendes Jr
 
Gerenciamento de projetos 2016
Gerenciamento de projetos 2016Gerenciamento de projetos 2016
Gerenciamento de projetos 2016
Ricardo Mendes Jr
 
O que é projeto (2015)
O que é projeto (2015)O que é projeto (2015)
O que é projeto (2015)
Ricardo Mendes Jr
 
Gerenciamento de projetos - aula 1 2015
Gerenciamento de projetos - aula 1 2015Gerenciamento de projetos - aula 1 2015
Gerenciamento de projetos - aula 1 2015
Ricardo Mendes Jr
 
Sugestao 2013 ricardo mendes jr
Sugestao 2013 ricardo mendes jrSugestao 2013 ricardo mendes jr
Sugestao 2013 ricardo mendes jr
Ricardo Mendes Jr
 
Gestão de projetos
Gestão de projetosGestão de projetos
Gestão de projetos
Ricardo Mendes Jr
 
Calendário UFPR pós greve
Calendário UFPR pós greveCalendário UFPR pós greve
Calendário UFPR pós greve
Ricardo Mendes Jr
 
Gestao sustentavel
Gestao sustentavelGestao sustentavel
Gestao sustentavel
Ricardo Mendes Jr
 
Midias sociais na educação 2011v2
Midias sociais na educação 2011v2Midias sociais na educação 2011v2
Midias sociais na educação 2011v2
Ricardo Mendes Jr
 
2collab Intro
2collab Intro2collab Intro
2collab Intro
Ricardo Mendes Jr
 

Mais de Ricardo Mendes Jr (17)

Planejamento com Linha de Balanceamento Cenário 3.pdf
Planejamento com Linha de Balanceamento Cenário 3.pdfPlanejamento com Linha de Balanceamento Cenário 3.pdf
Planejamento com Linha de Balanceamento Cenário 3.pdf
 
Planejamento_com_Linha_de_Balanceamento_Cenario_3.pdf
Planejamento_com_Linha_de_Balanceamento_Cenario_3.pdfPlanejamento_com_Linha_de_Balanceamento_Cenario_3.pdf
Planejamento_com_Linha_de_Balanceamento_Cenario_3.pdf
 
City information model Faculdade Estácio Curitiba 2021
City information model Faculdade Estácio Curitiba 2021City information model Faculdade Estácio Curitiba 2021
City information model Faculdade Estácio Curitiba 2021
 
Debate Smart City Business 2018 SP
Debate Smart City Business 2018 SPDebate Smart City Business 2018 SP
Debate Smart City Business 2018 SP
 
Carona solidaria 2012
Carona solidaria 2012Carona solidaria 2012
Carona solidaria 2012
 
Interfaces entre pandemia por Covid-19 e as tecnologias
Interfaces entre pandemia por Covid-19 e as tecnologiasInterfaces entre pandemia por Covid-19 e as tecnologias
Interfaces entre pandemia por Covid-19 e as tecnologias
 
PPGGI Ricardo Mendes Jr 2018
PPGGI Ricardo Mendes Jr 2018PPGGI Ricardo Mendes Jr 2018
PPGGI Ricardo Mendes Jr 2018
 
Gerenciamento de projetos treinamento PET Civil UFPR 2016
Gerenciamento de projetos treinamento PET Civil UFPR 2016Gerenciamento de projetos treinamento PET Civil UFPR 2016
Gerenciamento de projetos treinamento PET Civil UFPR 2016
 
Gerenciamento de projetos 2016
Gerenciamento de projetos 2016Gerenciamento de projetos 2016
Gerenciamento de projetos 2016
 
O que é projeto (2015)
O que é projeto (2015)O que é projeto (2015)
O que é projeto (2015)
 
Gerenciamento de projetos - aula 1 2015
Gerenciamento de projetos - aula 1 2015Gerenciamento de projetos - aula 1 2015
Gerenciamento de projetos - aula 1 2015
 
Sugestao 2013 ricardo mendes jr
Sugestao 2013 ricardo mendes jrSugestao 2013 ricardo mendes jr
Sugestao 2013 ricardo mendes jr
 
Gestão de projetos
Gestão de projetosGestão de projetos
Gestão de projetos
 
Calendário UFPR pós greve
Calendário UFPR pós greveCalendário UFPR pós greve
Calendário UFPR pós greve
 
Gestao sustentavel
Gestao sustentavelGestao sustentavel
Gestao sustentavel
 
Midias sociais na educação 2011v2
Midias sociais na educação 2011v2Midias sociais na educação 2011v2
Midias sociais na educação 2011v2
 
2collab Intro
2collab Intro2collab Intro
2collab Intro
 

Último

Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123
GabrielGarcia356832
 
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.pptElementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Wagner Moraes
 
Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SSTSegurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
ClaudioArez
 
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdfÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
RoemirPeres
 
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de SementesAula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
WeltonAgostinhoDias1
 
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdfAULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
MaxwellBentodeOlivei1
 
Incêndios em correia transportadora.pptx
Incêndios em correia transportadora.pptxIncêndios em correia transportadora.pptx
Incêndios em correia transportadora.pptx
RafaelDantas32562
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
Consultoria Acadêmica
 
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e depósitos
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e  depósitosApostila SAP.PM para PCM, para indústria e  depósitos
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e depósitos
Sandro Marques Solidario
 
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
pereiramarcossantos0
 
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdfDimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
RodrigoQuintilianode1
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
Consultoria Acadêmica
 
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docxSFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
bentosst
 

Último (13)

Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123
 
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.pptElementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
 
Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SSTSegurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
 
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdfÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
 
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de SementesAula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
 
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdfAULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
 
Incêndios em correia transportadora.pptx
Incêndios em correia transportadora.pptxIncêndios em correia transportadora.pptx
Incêndios em correia transportadora.pptx
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
 
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e depósitos
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e  depósitosApostila SAP.PM para PCM, para indústria e  depósitos
Apostila SAP.PM para PCM, para indústria e depósitos
 
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
 
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdfDimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
 
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docxSFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
SFE SSO PROC 03 Bloqueio e sinalização de energias perigosas 1(Comentado).docx
 

Planejamento e controle da produção na construção

  • 1. PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO NA CONSTRUÇÃO Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior, Eng. Civil 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 1
  • 2. É UMA SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES PROGRAMADAS COM O COMPROMISSO DE FORNECER UM RESULTADO QUE PRODUZA UMA MUDANÇA. O INÍCIO DE UM PROJETO É EM UMA IDEIA OU NECESSIDADE. OS FATORES PRINCIPAIS OU RESTRIÇÕES QUE INFLUENCIAM UM PROJETO SÃO O TEMPO (PRAZO), CUSTO E A QUALIDADE. 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 2
  • 3. O EMPREENDIMEN TO DE CONSTRUÇÃO COMO PROJETO  Tem início  Tem prazo  Tem restrições de custo  Tem restrições de qualidade  É um produto novo  Pode ser uma atividade de rotina, mas em novo contexto  Envolve muitas variáveis 1. Necessidade 2. Formulação do projeto 3. Planejamento 4. Processo de projeto e engenharia 5. Processo de construção 6. Uso 7. Descarte, conversão ou manutenção | Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 3
  • 5. SISTEMAS DE PRODUÇÃO 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 5 Baixa Média Alta Baixo Médio Alto VARIEDADE VOLUME
  • 6. PROJETO X OPERAÇÃO Características Projeto Operação Finalidade Criar Reproduzir Duração Transitória Permanente Atividade Inovadora Repetitiva Equipe Multidisciplinar Funcional Gerenciamento Pessoas Processos Valoriza Diversidade Similaridade Procura Eficácia Eficiência Sincronização Difícil Fácil 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 6
  • 7. PROJETO DA CONSTRUÇÃO PROJETO DO PRODUTO  Projetos estruturais  Projetos de instalações  Projetos de formas  Projetos de obra bruta  Projetos de impermeabilização  Projetos de instalações PROJETO PARA PRODUÇÃO  Planejamento da produção  Projeto do canteiro de obras  Atividades de produção  Sistema de informação  Sistema de controle 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 7
  • 8. DECISÕES NA GESTÃO DE PRODUÇÃO • Projeto do sistema de produção • Operação do sistema de produção • Melhoria do sistema de produção • Complexidade • Informação de qualidade 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 8
  • 9. PLANEJAMENTO NA OBRA Deve ser realizado no nível operacional utilizando-se de informações coletadas diretamente no canteiro de obras. Estas informações não são mantidas nos documentos ou sistemas gerenciais tradicionais (ERP, orçamento ou planejamento de atividades) Novos métodos ou sistemas têm que ser utilizados que sejam adequados à operação no canteiro de obras. 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 9
  • 10. PLANEJANDO DURANTE A EXECUÇÃO 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 10 Planejar é um esforço contínuo durante toda a vida do projeto
  • 11. GERENCIAMENTO DA CONSTRUÇÃO • O empreendimento deve ser gerenciado como um projeto • Prepara a produção Projeto • Os serviços devem ser gerenciados como operação • Controla a produção Produção 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 11
  • 12. PROBLEMAS NA CONSTRUÇÃO Podem ser classificados em duas grandes categorias: • Problemas com o processo de construção • Problemas com a representação do produto (o que é para ser construído) Ambos devem ser eficientes. Os problemas com processo podem ser evitados com a filosofia da construção enxuta. Mas ainda há muitos problemas decorrentes da falta de informação do produto. 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 12
  • 13. MODELO CONVENCIONAL DE TRANSFORMAÇÃO • O processo produtivo é a conversão de entradas em saídas • O processo de conversão pode ser dividido em subprocessos • O custo do processo total pode ser minimizado pela minimização dos custos de cada subprocesso • O valor de saída de um processo é associado com custos de entrada deste processo 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 13 Koskela, 1992
  • 14. MODELO DA CONSTRUÇÃO ENXUTA As atividades são uma soma de fluxos (atividades que não agregam valor ao produto final) e conversão (atividades que agregam valor) 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 14
  • 15. DESPERDÍCIO É UM TIPO DE TRABALHO QUE GERA CUSTOS MAS NÃO AGREGA VALOR AOS OLHOS DO CLIENTE. 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 15 • Necessário mas sem qualquer valor agregdo Trabalho que agrega valor MAXIMIZAR Production Sem qualquer valor agregado Muda = Desperdício MINIMIZAR ELIMINAR
  • 16. AS 7 CATEGORIAS CLÁSSICAS DE DESPERDÍCIO SIBRAGEC, Lean Construction, A. Hofacker, 19/03/2008 Intelligence
  • 19. PERDAS POR MAKING-DO NUMA OBRA 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 19
  • 20. PRIORIDADES NA CONSTRUÇÃO Brasil  1. custo, 2. tempo, 3. qualidade  Baixo grau de mecanização devido a baixa pressão pelo tempo(planejamento financeiro diferenciado) e baixo custo da mão de obra, alto custo financeiro e baixo interesse em investimento  A lot of prime-material disponível e baixo grau de industrialização – baixa qualidade, baixa capacidade de produção  Mas grande número de terrenos, espaço e mão de obra Alemanha  1.tempo, 2. custo, 3. qualidade  Alta mecanização devido a pressão pelotempo (vantagem competitiva) e alto custo da mão de obra  Alto grau de padronização  Pacotes e módulos (kits)  Pallets padronizados  Embalagens padronizadas In the future: further focus on process improvement Afterwards further mechanization on the key-issues & value-stream bottlenecks Further future focus: Facility management Private-Public-Partnership, Construction ownership & operator
  • 21. PONTOS EM COMUM  Falta de limpeza dos locais de trabalho nos canteiros de obra é valido para os dois lados  Perdas na produção em termos de paradas no trabalho dos empregados e baixa motivação
  • 22. OPORTUNIDADES DE MELHORIA 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 22 1. Foco nos processos,qualidade, padronização e valor agregado e redução dos desperdícios, treinamento dos empregados 2. Criatividade organizacional (e.g. in Fortaleza & ) 3. Analyzing further bottlenecks for higher value- creation 4. Mecanização adicional ligada ao treinamento em atividades que agregam valor, e melhorias contínuas Ponto forte no Brasil Ponto forte na Alemanha
  • 23. MOVING TOWARDS LEAN-MANUFACURING Just-in-time Automation Flexible workforce = backwards request that flow through cards/buckets/digital signalsKanban production levelling Reduction of set-up activities = eg. Demand fluctuations buffered through the right sequence = eg. SMED Prevention of defects = e.g. (Poka Yoke = visual inspection and allowed direct intervention into the process Autonomous control = Through management and functional mgt. Systems Multi-functional layout Standard operations = additional capabilities of the labour required, (creativity, problem solving, team- work, task rotation…; two-side committement required)
  • 24. MÉTODO DE PRÉ-PLANEJAMENTO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 24
  • 25. 1. SUBDIVIDIR A OBRA EM FASES Fase Descrição 01 Serviços preliminares 02 Infraestrutura 03 Supraestrutura 04 Fechamento 05 Esquadrias 06 Revestimentos 07 Pisos 08 Cobertura 09 Instalações 10 Limpeza Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 2018 25
  • 26. 2. DETERMINE OS RITMOS DE EXECUÇÃO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 26
  • 27. TODAS AS FASES NO MESMO RITMO 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 27 Unidades de repetição 123456 ....n tm t b tr DT tempo n – 1 R = tr R tm: tempo de mobilização tb: duração em uma unidade tr: tempo de ritmo tr = DT – tm - tb
  • 28. CADA FASE EM UM RITMO 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 28 Unidades de repetição 123456 ....n tm DT tempo
  • 29. PLANO MESTRE 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 29
  • 30. LINHA DE BALANCEAMENTO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 30
  • 31. LINHA DE BALANCEAMENTO E HISTOGRAMA DE EQUIPES 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 31
  • 32. LINHA DE BALANCEAMENTO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 32
  • 33. 3. LISTE TODAS AS ATIVIDADES E SUAS EQUIPES Fase Códig o Descricao Basica Unidade Quantidad e REVESTIMENTOS DE TETO 88494 APLICAÇÃO E LIXAMENTO DE MASSA LÁTEX EM TETO, UMA DEMÃO. AF_06/2014 M2 39.205 REVESTIMENTOS DE TETO 90408 MASSA ÚNICA, PARA RECEBIMENTO DE PINTURA, EM ARGAMASSA TRAÇO 1:2:8, PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400L, APLICADA MANUALMENTE EM TETO, ESPESSURA DE 10MM, COM EXECUÇÃO DE TALISCAS. AF_03/2015 M2 39.205 REVESTIMENTOS DE TETO 87882 CHAPISCO APLICADO NO TETO, COM ROLO PARA TEXTURA ACRÍLICA. ARGAMASSA TRAÇO 1:4 E EMULSÃO POLIMÉRICA (ADESIVO) COM PREPARO EM BETONEIRA 400L. AF_06/2014 M2 39.205 REVESTIMENTOS EXTERNOS 87905 CHAPISCO APLICADO EM ALVENARIA (COM PRESENÇA DE VÃOS) E ESTRUTURAS DE CONCRETO DE FACHADA, COM COLHER DE PEDREIRO. ARGAMASSA TRAÇO 1:3 COM PREPARO EM BETONEIRA 400L. AF_06/2014 M2 73.115 REVESTIMENTOS EXTERNOS 87775 EMBOÇO OU MASSA ÚNICA EM ARGAMASSA TRAÇO 1:2:8, PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400 L, APLICADA MANUALMENTE EM PANOS DE FACHADA COM PRESENÇA DE VÃOS, ESPESSURA DE 25 MM. AF_06/2014 M2 73.115 REVESTIMENTOS EXTERNOS 88415 APLICAÇÃO MANUAL DE FUNDO SELADOR ACRÍLICO EM PAREDES EXTERNAS DE CASAS. AF_06/2014 M2 76.714 REVESTIMENTOS EXTERNOS 95626 APLICAÇÃO MANUAL DE TINTA LÁTEX ACRÍLICA EM PAREDE EXTERNAS DE CASAS, DUAS DEMÃOS. AF_11/2016 M2 76.714 REVESTIMENTOS EXTERNOS 87792 EMBOÇO OU MASSA ÚNICA EM ARGAMASSA TRAÇO 1:2:8, PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400 L, APLICADA MANUALMENTE EM PANOS CEGOS DE FACHADA (SEM PRESENÇA DE VÃOS), ESPESSURA DE 25 MM. AF_06/2014 M2 3.600 REVESTIMENTOS EXTERNOS 87894 CHAPISCO APLICADO EM ALVENARIA (SEM PRESENÇA DE VÃOS) E ESTRUTURAS DE CONCRETO DE FACHADA, COM COLHER DE PEDREIRO. ARGAMASSA TRAÇO 1:3 COM PREPARO EM BETONEIRA 400L. AF_06/2014 M2 4.269 PAVIMENTAÇÃO INTERNA 95241 LASTRO DE CONCRETO MAGRO, APLICADO EM PISOS OU RADIERS, ESPESSURA DE 5 CM. AF_07/2016 M2 3.782 PAVIMENTAÇÃO INTERNA 94107 LASTRO COM PREPARO DE FUNDO, LARGURA MAIOR OU IGUAL A 1,5 M, COM CAMADA DE BRITA, LANÇAMENTO MANUAL, EM LOCAL COM NÍVEL BAIXO DE INTERFERÊNCIA. AF_06/2016 M3 1.124 PAVIMENTAÇÃO INTERNA 68053 FORNECIMENTO/INSTALACAO LONA PLASTICA PRETA, PARA IMPERMEABILIZACAO, ESPESSURA 150 MICRAS. M2 37.481 PAVIMENTAÇÃO INTERNA 87640 CONTRAPISO EM ARGAMASSA TRAÇO 1:4 (CIMENTO E AREIA), PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400 L, APLICADO EM ÁREAS SECAS SOBRE LAJE, ADERIDO, ESPESSURA 4CM. AF_06/2014 M2 31.088 PAVIMENTAÇÃO INTERNA 87745 CONTRAPISO EM ARGAMASSA TRAÇO 1:4 (CIMENTO E AREIA), PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA 400 L, APLICADO EM ÁREAS MOLHADAS SOBRE LAJE, ADERIDO, ESPESSURA 3CM. AF_06/2014 M2 8.915 PAVIMENTAÇÃO INTERNA 88648 RODAPÉ CERÂMICO DE 7CM DE ALTURA COM PLACAS TIPO ESMALTADA EXTRA DE DIMENSÕES 35X35CM. AF_06/2014 M 2.162 PAVIMENTAÇÃO INTERNA 93389 REVESTIMENTO CERÂMICO PARA PISO COM PLACAS TIPO ESMALTADA PADRÃO POPULAR DE DIMENSÕES 35X35 CM APLICADA EM AMBIENTES DE ÁREA MENOR QUE 5 M2. AF_06/2014 M2 15.333 PAVIMENTAÇÃO INTERNA 93390 REVESTIMENTO CERÂMICO PARA PISO COM PLACAS TIPO ESMALTADA PADRÃO POPULAR DE DIMENSÕES 35X35 CM APLICADA EM AMBIENTES DE ÁREA ENTRE 5 M2 E 10 M2. AF_06/2014 M2 8.849 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 33 Fonte: SINAPI Projeto 13105 R1 2B 43C 2017
  • 34. 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 34
  • 35. 4. DEFINA EQUIPES IDEAIS 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 35 Fase Descrição Equipe Produtividade Unidade Quantidade Duração Paralelo 1 Serviços preliminares 2 24,8 m2 74,31 3,0 2 Infraestrutura 2 1,0 m3 1,995 2,0 3 Supraestrutura 2 0,8 m3 2,377 3,0 4 Fechamento 2 6,4 m2 82,999 13,0 5 Esquadrias 1 4,4 m2 17,46 4,0 S 6 Revestimentos 1 18,2 m2 109,492 6,0 S 7 Pisos 2 8,0 m2 39,99 5,0 8 Cobertura 2 8,3 m2 62,28 7,5 9 Instalações 1 7,3 pontos 22 3,0 S 10 Limpeza 1 76,9 m2 38,47 0,5 34,0
  • 36. 5. DETERMINE A VELOCIDADE DE PRODUÇÃO (DURAÇÃO) Fase Descrição Equipe Produtividade Unidade Quantidade Duração Paralelo 1 Serviços preliminares 2 24,8 m2 74,31 3,0 2 Infraestrutura 2 1,0 m3 1,995 2,0 3 Supraestrutura 2 0,8 m3 2,377 3,0 4 Fechamento 2 6,4 m2 82,999 13,0 5 Esquadrias 1 4,4 m2 17,46 4,0 S 6 Revestimentos 1 18,2 m2 109,492 6,0 S 7 Pisos 2 8,0 m2 39,99 5,0 8 Cobertura 2 8,3 m2 62,28 7,5 9 Instalações 1 7,3 pontos 22 3,0 S 10 Limpeza 1 76,9 m2 38,47 0,5 34,0 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 36
  • 37. 6. DIVIDA AS ATIVIDADES EM PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS Fase Id Descrição 01 1. Serviços preliminares 01 1.1 Locação de obra carpinteiro 01 1.2 Locação de obra servente 01 1.3 Limpeza do terreno 02 2. Infraestrutura 02 2.1 Montagem e desmontagem de formas infra 02 2.2 Concretagem de blocos e vigas baldrama 03 3. Supraestrutura 03 3.1 Montagem e desmontagem de formas 03 3.2 Concretagem vigas e pilares 04 4. Fechamento 04 4.1 alvenaria de vedação 04 4.2 vergas e contravergas 05 5. Esquadrias 05 5.1 porta de madeira pedreiro 05 5.2 porta de madeira carpinteiro 05 5.3 janelas de aço basculante 05 5.4 janelas de aço de correr duas folhas 06 6. Revestimentos 06 6.1 revestimendo cerâmico em paredes 06 6.2 revestimentos e pintura em paredes 06 6.3 revestimento e pintura em teto 06 6.4 revestimento externo 07 7. Pisos 07 7.1 contrapiso 07 7.2 revestimento 07 7.3 rodapé 08 8. Cobertura 08 8.1 trama de madeira 08 8.2 telhamento com telha de cerâmica 08 8.3 imunização 08 8.4 amarração de telha cerâmica 08 8.5 cumeeira 09 9. Instalações 09 9.1 equipamentos elétricos 09 9.2 louças e bancada mármore sintético 09 9.3 instalações elétricas 09 9.4 instalações hidráulicas 10 10. Limpeza 10 10.1 limpeza final da obra 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 37
  • 38. 7. CALCULE OS VOLUMES DE PRODUÇÃO DAS ATIVIDADES PRINCIPAIS Fase Id Descrição Unidade Quantidade 01 1. Serviços preliminares 01 1.1 Locação de obra carpinteiro m2 74,31 01 1.2 Locação de obra servente m2 74,31 01 1.3 Limpeza do terreno m2 200 02 2. Infraestrutura 02 2.1 Montagem e desmontagem de formas infra m3 30,39 02 2.2 Concretagem de blocos e vigas baldrama m3 1,995 03 3. Supraestrutura 03 3.1 Montagem e desmontagem de formas m2 50,157 03 3.2 Concretagem vigas e pilares m3 2,377 04 4. Fechamento 04 4.1 alvenaria de vedação m2 82,999 04 4.2 vergas e contravergas m 27,2 05 5. Esquadrias 05 5.1 porta de madeira pedreiro unid 3 05 5.2 porta de madeira carpinteiro unid 3 05 5.3 janelas de aço basculante m2 0,48 05 5.4 janelas de aço de correr duas folhas m2 6,9 06 6. Revestimentos 06 6.1 revestimendo cerâmico em paredes m2 20,584 06 6.2 revestimentos e pintura em paredes m2 88,908 06 6.3 revestimento e pintura em teto m2 39,205 06 6.4 revestimento externo m2 76,714 07 7. Pisos 07 7.1 contrapiso m2 39,99 07 7.2 revestimento m2 38,47 07 7.3 rodapé m 2,16 08 8. Cobertura 08 8.1 trama de madeira m2 62,28 08 8.2 telhamento com telha de cerâmica m2 62,28 08 8.3 imunização m2 65,99 08 8.4 amarração de telha cerâmica unid 396 08 8.5 cumeeira m 8,93 09 9. Instalações 09 9.1 equipamentos elétricos unid 1 09 9.2 louças e bancada mármore sintético unid 4 09 9.3 instalações elétricas pontos 7 09 9.4 instalações hidráulicas pontos 10 10 10. Limpeza 10 10.1 limpeza final da obra m2 38,47 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 38
  • 39. 8. CALCULE A DURAÇÃO DE CADA ATIVIDADE Fase Id Descrição Unidade Quantidade Equipe Produtividade Duração 01 1. Serviços preliminares 01 1.1 Locação de obra carpinteiro m2 74,31 2 7,690 0,5 01 1.2 Locação de obra servente m2 74,31 2 7,690 0,5 01 1.3 Limpeza do terreno m2 200 2 4,000 2,8 02 2. Infraestrutura 02 2.1 Montagem e desmontagem de formas infra m3 30,39 2 0,870 2,0 02 2.2 Concretagem de blocos e vigas baldrama m3 1,995 2 2,750 0,0 03 3. Supraestrutura 03 3.1 Montagem e desmontagem de formas m2 50,157 2 1,066 2,7 03 3.2 Concretagem vigas e pilares m3 2,377 2 0,542 0,2 04 4. Fechamento 04 4.1 alvenaria de vedação m2 82,999 2 0,367 12,8 04 4.2 vergas e contravergas m 27,2 2 10,309 0,1 05 5. Esquadrias 05 5.1 porta de madeira pedreiro unid 3 1 0,671 0,5 05 5.2 porta de madeira carpinteiro unid 3 1 0,154 2,2 05 5.3 janelas de aço basculante m2 0,48 1 0,218 0,3 05 5.4 janelas de aço de correr duas folhas m2 6,9 1 0,589 1,3 06 6. Revestimentos 06 6.1 revestimendo cerâmico em paredes m2 20,584 1 2,6 0,9 06 6.2 revestimentos e pintura em paredes m2 88,908 1 7,69 1,3 06 6.3 revestimento e pintura em teto m2 39,205 1 4,1 1,1 06 6.4 revestimento externo m2 76,714 1 2,91 3,0 07 7. Pisos 07 7.1 contrapiso m2 39,99 2 1,01 2,2 07 7.2 revestimento m2 38,47 2 0,76 2,9 07 7.3 rodapé m 2,16 2 14,29 0,0 08 8. Cobertura 08 8.1 trama de madeira m2 62,28 2 2,5 1,4 08 8.2 telhamento com telha de cerâmica m2 62,28 2 7,51 0,5 08 8.3 imunização m2 65,99 2 5 0,7 08 8.4 amarração de telha cerâmica unid 396 2 9,7 2,3 08 8.5 cumeeira m 8,93 2 0,2 2,5 09 9. Instalações 09 9.1 equipamentos elétricos unid 1 1 1 0,11 09 9.2 louças e bancada mármore sintético unid 4 1 0,5 0,9 09 9.3 instalações elétricas pontos 7 1 1 0,8 09 9.4 instalações hidráulicas pontos 10 1 1 1,1 10 10. Limpeza 10 10.1 limpeza final da obra m2 38,47 1 7,14 0,6 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 39
  • 40. VISÃO GERAL DO EMPREENDIMENTO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 40
  • 41. VISUALIZAÇÃO DO PLANO MESTRE NO MODELO BIM 4D 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 41
  • 42. FLUXO FÍSICO DO EMPREENDIMENT O 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 42
  • 45. SALA DE CONTROLE 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 45
  • 48. CICLO DO CURTO PRAZO - LAST PLANNER 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 48
  • 49. MODELO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 49
  • 50. MODELO DE PCP 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 50
  • 51. CICLO DO PLANEJAMENTO DE CURTO PRAZO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 51
  • 52. REMOÇÃO DE RESTRIÇÕES NO PLANO DE MÉDIO PRAZO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 52
  • 53. MONITORAMENTO NO MODELO BIM 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 53
  • 55. PLANEJAMENTO DE LONGO PRAZO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 55
  • 57. PLANO DE CURTO PRAZO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 57
  • 58. PLANO DE CURTO PRAZO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 58
  • 59. CONTROLAR  Verificar se a ação planejada está efetivamente sendo executada  Se o resultado dessa ação corresponde ao desempenho desejado  Assegurar que os objetivos sejam alcançados  Verificar se é necessário modificar a ação ou o objetivo 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 59
  • 60. ANÁLISE DO VALOR AGREGADO  EVA, Earned Value Analysis ou EVM, Earned Value Management  Um padrão em GP para:  Medir o progresso do projeto  Medir o desempenho de custos  Prever a data e o custo de conclusão  Integra as três medidas: prazo, custo e trabalho 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 60
  • 61. CONTROLE DA EFICÁCIA DA EXECUÇÃO PPC – PERCENTUAL DE TAREFAS PLANEJADAS QUE FORMA CONCLUÍDAS REGISTRO DOS PROBLEMAS DE NÃO CONCLUSÃO 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 61
  • 62. PPC – PERCENTUAL DE TAREFAS PLANEJADAS QUE FORMA CONCLUÍDAS 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 62
  • 63. PERDAS NUMA OBRA 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 63
  • 64. PAINEL DE CONTROLA NA OBRA 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 64
  • 65. PAINEL DE CONTROLE 07-05-2019Prof. Dr. Ricardo Mendes Junior 65
  • 66. ANÁLISE DO VALOR AGREGADO  EVA, Earned Value Analysis ou EVM, Earned Value Management  Um padrão em GP para:  Medir o progresso do projeto  Medir o desempenho de custos  Prever a data e o custo de conclusão  Integra as três medidas: prazo, custo e trabalho 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 66
  • 67. ÍNDICES DE VARIAÇÃO 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 67 Variação de Custo (Cost Variance) CV = VA – CR É igual ao valor agregado menos o custo real Variação de Prazo (Schedule Variance) SV = VA - VP É igual ao valor agregado menos o valor planejado
  • 68. ÍNDICES DE DESEMPENHO 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 68 Índice de Desempenho de Prazo (IDP) (Schedule Performance Index - SPI) IDP = VA / VP Estou progredindo a x% da taxa planejada < 1 Atrasado > 1 Adiantado Índice de Desempenho de Custos (IDC) (Cost Performance Index – CPI) IDC = VA / CR Estou executando $ x para cada $ 1,00 que gastei < 1 Gastando mais > 1 Gastando menos
  • 69. Atrasado e econômico IDP < 1 IDC > 1 Dentro do prazo e do custo IDP > 1 IDC > 1 Atrasado e gastão IDP < 1 IDC < 1 Rápido e gastão IDP > 1 IDC < 1 IDC IDP 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 69
  • 70. DESEMPENHO 07-05-2019| Prof. Dr. Ricardo Mendes Jr, Eng | 70 Custo Real (CR) Valor Agregado (VA) Valor Planejado (VP)