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Eng. Gabriel do Nascimento
 Para se ter um orçamento real, é necessário
uma maior compatibilização e detalhamento
de todos os projetos.
 3 formas básicas de se determinar um
orçamento: Estimativa de custos pelo CUB,
estimativa de custos pela etapa da obra e
estimativa de custos através de orçamento
detalhado.
 É um custo fornecido mensalmente,por m2
 Se trata de um indice regionalizado, publica pelos
sindicatos da indústria da construção.
 Foi criado em 1964 para estimar custos dos imóveis e
somente mais tarde passou a ser indicador de custos do
setor.
 Possibilita uma primeira referência de custos para
diferentes tipos e padrões de empreendimento.
 NBR 12721/04 apresenta os critérios para calculo do CUB
 Por exemplo uma residência unifamiliar (R1)
de alto padrão, com área de 300 m2, custaria
pela tabela referência de DEZ/2015 no Rio
Grande do Norte:
 300 m2 x R$ 1572,45 = R$ 471.735,00
 Toda obra possui etapas de execução bem
definidas. Ex.: Fundação, vedação, etc
 O custo unitário PINI, é uma metodologia para
calcular a estimativa de custo da obra criado por
esta empresa.
 No site da PINI encontramos o CUP, que
fornecerá uma estimativa total.
 Através do valor total então, poderemos estimar
quanto será gasto em cada etapa.
 Tomando como exemplo a mesma residência,
mas com base no custo unitário PINI de Minas
Gerais em OUT/2011 temos:
 300 m2 x R$ 1282,21 = R$ 384.663,00
 Para saber por exemplo, quanto seria gasto em
vedação, considerando a condição mais
desfavorável, ou seja, com maior gasto,
teríamos:
 R$ 384.663,00 x 7,3% = R$ 28.080,40
 Tipo de orçamento mais fiel, mas com
elevado grau de trabalho e com maiores
chances de erro.
 Para um bom resultado é necessario a
integração de quem elaborou o orçamento,
por conta dos critérios adotados, com quem
executa a obra
 É sempre bom lembrar a necessidade de
projetos bem detalhados, memorial
descritivo, caderno de encargos,
especificações técnicas, listas de materiais,
etc.
 A seguir temos alguns passos para
elaboração de um orçamento:
 As quantidades levantadas devem ser
documentadas para questionamentos
futuros.
 É necessário ler os projetos, calcular, fazer
conversões de unidades e consultar
fabricantes.
 Veremos alguns exemplos de levantamentos:
 Montar uma planilha como a seguir:
 No caso da pintura de esquadrias, é utilizado um coeficiente, ja
que há um consumo diferente para cada modelo.
 Inicia-se com a alvenaria, para
posteriormente ir para divisórias.
 O calculo é feito através do comprimento
pela altura.
 A quantificação se dá como na tabela:
O código pode se dar pelo tipo de vedação.
Ex.: BC11 – Bloco de concreto 11x19x39
Nomenclatura: Parede
Horizontal 2
 Para o cálculo dos vãos a serem descontados,
segue-se o parâmetro a seguir para cada vão
e não para a somatória dos vãos:
 Neste momentos é imprescindivel o
memorial descritivo e especificações Descrição
do material
 E para orientar o levantamento, vamos
compor um quadro de revestimento com
base no memorial
 Atividade: Preencher quadro de
revestimentos para sala e cozinha a seguir:
1,20x1,20
 O desconto de vãos se dá da mesma maneira
que para vedações
 Inclui estrutura de madeira, telhas e quando
houver, calhas, rufos, cumeeiras.
 Devemos considerar a inclinação de projeto,
multiplicando a área projetada por um fator
obtido na tabela a seguir.
 Tendo calculado a area inclinada, através de
especificações dos fabricantes, temos o
consumo de telha por m2, e consequente
total de telhas.
 A quantidade de madeira é obtida pelo
detalhamento das peças da cobertura dada
em projeto
 Deve ser calculado a area de fôrma, m3 de
concreto e peso da ferragem.
 A fôrma compreende a superficie da peça com as
seguintes considerações
 Para calculo da ferragem, verificamos a metragem de aço
para cada bitola e através da tabela fornecida pelo
fabricante, temos o peso total
 Por exemplo 100m de barra de 6,3mm pesam 24,5 kg
 Compreendem instalações elétricas,
hidraulicas, SPDA , prevenção de incêndio,
som, ar condicionado.
 O projeto geralmente ja fornece as
quantidades, dado a especificidade de cada
um.
 Para se compor o custo precisamos da quantidade de insumo e seu
custo unitário, ou seja, o custo de uma unidade de produção.
 Exemplo: Custo de m2 de alvenaria.
 Podemos ter como base, dados reais, como consumo
medido em obra, produção da mão de obra medida in
loco.
 Usualmente toma-se aTCPO (tabela de composição
de preços para orçamento) que foi elaborada após
pesquisas em todo Brasil, criando uma tabela que
fornece consumo e produtividade.
 A seguir temos o exemplo dos insumos e mão de obra
necessária para execução de 1 m2 de alvenaria
 Após o levantamento dos insumos na
composição do custo unitário, reune-se todos
eles e realiza-se uma cotação de preços,
geralmente em 3 fornecedores, no local onde
será feita a obra
 No caso de material em outra cidade, deve
ser acrescido ao custo o valor do frete, do
descarregamento, icms e outros.
 É definido pelo salário do empregado mais os encargos tributários.
 Para compor o custo unitário, basta dividir o valor por horas de
trabalho.
 Tem de constar neste preço, EPI, vale transporte, uniforme.
 As leis sociais são geralmente calculadas pelo contador e gira em
torno de 160%, ou seja, se o salário de um pedreiro é R$ 1000,00,
este funcionário custa a empresa:
 R$ 1000,00 x 160 % = R$ 2600,00
 Trabalhando 220 horas mensais, este funcionário custa
unitariamente R$ 11,80
 É dado pela quantidade de horas de utilização
para dado serviço, acrescido de sua
depreciação.
 Após o levantamento de todas as
quantidades e preços, podemos compor a
planilha com todos os serviços necessários
para execução da obra.
 A seguir temos um exemplo de planilha
orçamentária.
 Lembrando que o valor total da obra, é o
somatório do custo total acrescido do BDI
 É a soma das despesas indiretas e o lucro
desejado.
 Despesas indiretas são gastos que nao estão
ligados diretamente a execução como contador,
administração, tributos, comercialização, taxa
de risco, propaganda, certidões, PIS/COFINS,
viajens, etc.
 Geralmente é praticado o valor de 30% dos
custos totais.
 Relação da quantidade de insumo com o
custo
 Os valores totais de cada insumo são
ordenados em ordem descrescente e em %,
classificados em:
 A – insumo com valor acumulado proximo a 50%
 B – 50 a 80%
 C – demais
Entende-se que se dedicando a classe A e B, se
consegue uma maior economia.
 Empreitada por preço unitário: quando o
projeto não esta todo definido, se contrata
por etapas.
 Empreitada global: Orçamento fechado
 Administração: % sobre os custos da obra,
que cabem ao contratante
 Para se planejar, o orçamento é indispensável
 Planejamento garante cumprimento de prazos,
custos e qualidade dos projetos
 Não basta planejar sem controlar.
 PDCA: metodologia que permite controlar o
processo, usado no gerenciamento de atividades
 Planejar é montar um esquema que auxilie o
desenvolvimento do projeto para prever ações,
garantindo preço, prazo e qualidade
 O controle auxilia o monitoramento da evolução
da obra e possiveis mudanças de estratégia
 A visão que se tem hoje é: quanto menor o
custo, maior o lucro
 Por isso é necessário um maior investimento em
planejamento e controle
 É deficiente quando:
 O planejamento e controle são atividades de um
unico setor
 Descrédito por falta de certeza nos parâmetros:
não há dominio do processo por falta de
acompanhamento e controle
 Planejamento excessivamente informal:
imediatismo de atividades
 Mito do tocador de obras: engenheiro toma a
decisão rapida, sem trabalho de equipe
 Compatibilização de projetos
 Memoriais: compativel com projeto, quando
não, prevalece o memorial
 Orçamento de custo direto e indireto:
utilizados para estabelecer a sequencia fisica
de execução da obra
 Para atestar que o planejamento é eficiente,
sera necessario indicadores para monitorá-lo
 Os principais são, o prazo, custo, lucro,
qualidade e satisfação do cliente
 Gerenciar o planejamento, garante melhoria
continua dos serviços.
 Atividades: usa planilha de orçamento como
referência
 Duração: quantidade de tempo para realizar
cada atividade levando em conta a
produtividade
 Precedência: relação da atividade com a atividade
que aconteçe anteriormente.
 Diagrama de rede: representação grafica das
dependências. Constroi-se um caminho para o fim. Utiliza-
se o método dos blocos.
 Caminho crítico: caminho mais longo até o fim da obra.
Essas atividades nao possuem folga, ou seja, qualquer
atraso em uma delas, implica em atraso na obra.
 GANTT: representação das atividades com duração em
barras, e intervalos pré estabelecidos. Inclui-se as
dependências e o caminho mais longo para concluir a
obra.
 FISICO-FINANCEIRO: é formado após o diagrama
de rede. Representa a atividade com sua duração e custo.
 CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO:
estabelecido com o planejamento das contratações e
compras. Apresenta no periodo o que a empresa terá que
desembolsar independente do andamento da obra.
 CURVA S: de Gauss, demonstra a evolução do
projeto em relação ao valor acumulado das atividades
executadas. Se obtem os momentos em que as
alterações poderão ocorrer sem prejuizo
 De permanência da mão de obra: visualiza a
quantidade e tipo de mão de obra que deverá
ser admitida em certo intervalo.
 De compra de insumos: visualiza a
quantidade e tipo de insumo que deverá ser
comprado em certo periodo. Pode prever
prazos de entrega.
 De locação de equipamento: visualiza a
quantidade e tipo de equipamento que
deverá ser locado em certo periodo. Pode
prever prazos de locação.
 Com orçamento e planejamento
estabelecidos, estes devem ser passados aos
envolvidos para acompanhar metas.
Estabelece-se uma linha base para congelar o
planejamento inicial e a partir dele
acompanhar as ações tomadas em relação ao
planejamento inicial.
 Elaborar quantitativo da edificação a seguir, demonstrando todo
levantamento de quantidades. Montar a planilha de serviços somente
com as quantidades e a partir dela, fornecer o Diagrama de Rede,
indicando todas as durações.
 Informações:
 Pé-direito= 2,70m
 Esquadria em vidro temperado 6mm e ferragens em aluminio
fosco
 Porta de madeira encabeçada
 Piso em porcelanato
 Paredes com massa e tinta acrílica
 Considerar um pilar em cada vértice, bem como uma estaca com
2,50m de 25cm de diâmetro.
 Pilares de 15x15cm
 Baldrame e Respaldo 15x30 cm
 Alvenaria em tijolos cerâmicos furados
 Ferragem com 4 ferros de 8mm e estribo de 4,2mm
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 Considerar soleira e pingadeira em granito

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Aula 02 Planejamento e Controle de Obras

  • 1. Eng. Gabriel do Nascimento
  • 2.  Para se ter um orçamento real, é necessário uma maior compatibilização e detalhamento de todos os projetos.  3 formas básicas de se determinar um orçamento: Estimativa de custos pelo CUB, estimativa de custos pela etapa da obra e estimativa de custos através de orçamento detalhado.
  • 3.  É um custo fornecido mensalmente,por m2  Se trata de um indice regionalizado, publica pelos sindicatos da indústria da construção.  Foi criado em 1964 para estimar custos dos imóveis e somente mais tarde passou a ser indicador de custos do setor.  Possibilita uma primeira referência de custos para diferentes tipos e padrões de empreendimento.  NBR 12721/04 apresenta os critérios para calculo do CUB
  • 4.
  • 5.
  • 6.  Por exemplo uma residência unifamiliar (R1) de alto padrão, com área de 300 m2, custaria pela tabela referência de DEZ/2015 no Rio Grande do Norte:  300 m2 x R$ 1572,45 = R$ 471.735,00
  • 7.  Toda obra possui etapas de execução bem definidas. Ex.: Fundação, vedação, etc  O custo unitário PINI, é uma metodologia para calcular a estimativa de custo da obra criado por esta empresa.  No site da PINI encontramos o CUP, que fornecerá uma estimativa total.  Através do valor total então, poderemos estimar quanto será gasto em cada etapa.
  • 8.
  • 9.
  • 10.  Tomando como exemplo a mesma residência, mas com base no custo unitário PINI de Minas Gerais em OUT/2011 temos:  300 m2 x R$ 1282,21 = R$ 384.663,00  Para saber por exemplo, quanto seria gasto em vedação, considerando a condição mais desfavorável, ou seja, com maior gasto, teríamos:  R$ 384.663,00 x 7,3% = R$ 28.080,40
  • 11.  Tipo de orçamento mais fiel, mas com elevado grau de trabalho e com maiores chances de erro.  Para um bom resultado é necessario a integração de quem elaborou o orçamento, por conta dos critérios adotados, com quem executa a obra
  • 12.
  • 13.  É sempre bom lembrar a necessidade de projetos bem detalhados, memorial descritivo, caderno de encargos, especificações técnicas, listas de materiais, etc.  A seguir temos alguns passos para elaboração de um orçamento:
  • 14.  As quantidades levantadas devem ser documentadas para questionamentos futuros.  É necessário ler os projetos, calcular, fazer conversões de unidades e consultar fabricantes.  Veremos alguns exemplos de levantamentos:
  • 15.  Montar uma planilha como a seguir:  No caso da pintura de esquadrias, é utilizado um coeficiente, ja que há um consumo diferente para cada modelo.
  • 16.  Inicia-se com a alvenaria, para posteriormente ir para divisórias.  O calculo é feito através do comprimento pela altura.  A quantificação se dá como na tabela:
  • 17. O código pode se dar pelo tipo de vedação. Ex.: BC11 – Bloco de concreto 11x19x39 Nomenclatura: Parede Horizontal 2
  • 18.  Para o cálculo dos vãos a serem descontados, segue-se o parâmetro a seguir para cada vão e não para a somatória dos vãos:
  • 19.  Neste momentos é imprescindivel o memorial descritivo e especificações Descrição do material
  • 20.  E para orientar o levantamento, vamos compor um quadro de revestimento com base no memorial
  • 21.  Atividade: Preencher quadro de revestimentos para sala e cozinha a seguir: 1,20x1,20
  • 22.  O desconto de vãos se dá da mesma maneira que para vedações
  • 23.  Inclui estrutura de madeira, telhas e quando houver, calhas, rufos, cumeeiras.  Devemos considerar a inclinação de projeto, multiplicando a área projetada por um fator obtido na tabela a seguir.
  • 24.
  • 25.  Tendo calculado a area inclinada, através de especificações dos fabricantes, temos o consumo de telha por m2, e consequente total de telhas.  A quantidade de madeira é obtida pelo detalhamento das peças da cobertura dada em projeto
  • 26.  Deve ser calculado a area de fôrma, m3 de concreto e peso da ferragem.  A fôrma compreende a superficie da peça com as seguintes considerações
  • 27.
  • 28.  Para calculo da ferragem, verificamos a metragem de aço para cada bitola e através da tabela fornecida pelo fabricante, temos o peso total  Por exemplo 100m de barra de 6,3mm pesam 24,5 kg
  • 29.  Compreendem instalações elétricas, hidraulicas, SPDA , prevenção de incêndio, som, ar condicionado.  O projeto geralmente ja fornece as quantidades, dado a especificidade de cada um.
  • 30.  Para se compor o custo precisamos da quantidade de insumo e seu custo unitário, ou seja, o custo de uma unidade de produção.  Exemplo: Custo de m2 de alvenaria.
  • 31.  Podemos ter como base, dados reais, como consumo medido em obra, produção da mão de obra medida in loco.  Usualmente toma-se aTCPO (tabela de composição de preços para orçamento) que foi elaborada após pesquisas em todo Brasil, criando uma tabela que fornece consumo e produtividade.  A seguir temos o exemplo dos insumos e mão de obra necessária para execução de 1 m2 de alvenaria
  • 32.
  • 33.  Após o levantamento dos insumos na composição do custo unitário, reune-se todos eles e realiza-se uma cotação de preços, geralmente em 3 fornecedores, no local onde será feita a obra  No caso de material em outra cidade, deve ser acrescido ao custo o valor do frete, do descarregamento, icms e outros.
  • 34.  É definido pelo salário do empregado mais os encargos tributários.  Para compor o custo unitário, basta dividir o valor por horas de trabalho.  Tem de constar neste preço, EPI, vale transporte, uniforme.  As leis sociais são geralmente calculadas pelo contador e gira em torno de 160%, ou seja, se o salário de um pedreiro é R$ 1000,00, este funcionário custa a empresa:  R$ 1000,00 x 160 % = R$ 2600,00  Trabalhando 220 horas mensais, este funcionário custa unitariamente R$ 11,80
  • 35.  É dado pela quantidade de horas de utilização para dado serviço, acrescido de sua depreciação.
  • 36.  Após o levantamento de todas as quantidades e preços, podemos compor a planilha com todos os serviços necessários para execução da obra.  A seguir temos um exemplo de planilha orçamentária.  Lembrando que o valor total da obra, é o somatório do custo total acrescido do BDI
  • 37.
  • 38.  É a soma das despesas indiretas e o lucro desejado.  Despesas indiretas são gastos que nao estão ligados diretamente a execução como contador, administração, tributos, comercialização, taxa de risco, propaganda, certidões, PIS/COFINS, viajens, etc.  Geralmente é praticado o valor de 30% dos custos totais.
  • 39.  Relação da quantidade de insumo com o custo  Os valores totais de cada insumo são ordenados em ordem descrescente e em %, classificados em:  A – insumo com valor acumulado proximo a 50%  B – 50 a 80%  C – demais Entende-se que se dedicando a classe A e B, se consegue uma maior economia.
  • 40.
  • 41.  Empreitada por preço unitário: quando o projeto não esta todo definido, se contrata por etapas.  Empreitada global: Orçamento fechado  Administração: % sobre os custos da obra, que cabem ao contratante
  • 42.  Para se planejar, o orçamento é indispensável  Planejamento garante cumprimento de prazos, custos e qualidade dos projetos  Não basta planejar sem controlar.  PDCA: metodologia que permite controlar o processo, usado no gerenciamento de atividades
  • 43.
  • 44.  Planejar é montar um esquema que auxilie o desenvolvimento do projeto para prever ações, garantindo preço, prazo e qualidade  O controle auxilia o monitoramento da evolução da obra e possiveis mudanças de estratégia  A visão que se tem hoje é: quanto menor o custo, maior o lucro  Por isso é necessário um maior investimento em planejamento e controle
  • 45.  É deficiente quando:  O planejamento e controle são atividades de um unico setor  Descrédito por falta de certeza nos parâmetros: não há dominio do processo por falta de acompanhamento e controle  Planejamento excessivamente informal: imediatismo de atividades  Mito do tocador de obras: engenheiro toma a decisão rapida, sem trabalho de equipe
  • 46.
  • 47.  Compatibilização de projetos  Memoriais: compativel com projeto, quando não, prevalece o memorial  Orçamento de custo direto e indireto: utilizados para estabelecer a sequencia fisica de execução da obra
  • 48.  Para atestar que o planejamento é eficiente, sera necessario indicadores para monitorá-lo  Os principais são, o prazo, custo, lucro, qualidade e satisfação do cliente  Gerenciar o planejamento, garante melhoria continua dos serviços.
  • 49.
  • 50.  Atividades: usa planilha de orçamento como referência
  • 51.  Duração: quantidade de tempo para realizar cada atividade levando em conta a produtividade
  • 52.  Precedência: relação da atividade com a atividade que aconteçe anteriormente.
  • 53.  Diagrama de rede: representação grafica das dependências. Constroi-se um caminho para o fim. Utiliza- se o método dos blocos.
  • 54.  Caminho crítico: caminho mais longo até o fim da obra. Essas atividades nao possuem folga, ou seja, qualquer atraso em uma delas, implica em atraso na obra.
  • 55.  GANTT: representação das atividades com duração em barras, e intervalos pré estabelecidos. Inclui-se as dependências e o caminho mais longo para concluir a obra.
  • 56.  FISICO-FINANCEIRO: é formado após o diagrama de rede. Representa a atividade com sua duração e custo.
  • 57.  CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO: estabelecido com o planejamento das contratações e compras. Apresenta no periodo o que a empresa terá que desembolsar independente do andamento da obra.  CURVA S: de Gauss, demonstra a evolução do projeto em relação ao valor acumulado das atividades executadas. Se obtem os momentos em que as alterações poderão ocorrer sem prejuizo
  • 58.  De permanência da mão de obra: visualiza a quantidade e tipo de mão de obra que deverá ser admitida em certo intervalo.
  • 59.  De compra de insumos: visualiza a quantidade e tipo de insumo que deverá ser comprado em certo periodo. Pode prever prazos de entrega.  De locação de equipamento: visualiza a quantidade e tipo de equipamento que deverá ser locado em certo periodo. Pode prever prazos de locação.
  • 60.  Com orçamento e planejamento estabelecidos, estes devem ser passados aos envolvidos para acompanhar metas. Estabelece-se uma linha base para congelar o planejamento inicial e a partir dele acompanhar as ações tomadas em relação ao planejamento inicial.
  • 61.  Elaborar quantitativo da edificação a seguir, demonstrando todo levantamento de quantidades. Montar a planilha de serviços somente com as quantidades e a partir dela, fornecer o Diagrama de Rede, indicando todas as durações.
  • 62.  Informações:  Pé-direito= 2,70m  Esquadria em vidro temperado 6mm e ferragens em aluminio fosco  Porta de madeira encabeçada  Piso em porcelanato  Paredes com massa e tinta acrílica  Considerar um pilar em cada vértice, bem como uma estaca com 2,50m de 25cm de diâmetro.  Pilares de 15x15cm  Baldrame e Respaldo 15x30 cm  Alvenaria em tijolos cerâmicos furados  Ferragem com 4 ferros de 8mm e estribo de 4,2mm  Peitoril da janela 1,10m  Considerar soleira e pingadeira em granito