SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 48
Baixar para ler offline
Eng. Gabriel do Nascimento
• Definições
• Definindo o Caminho Crítico
• Estimativas
• Modelo PERT
• Microsoft Project
Definições
Técnicas desenvolvidas em 1950 para Planejamento e Controle
de Projetos
Utilização de rede (grafos) para planejar e visualizar a
coordenação de um projeto.
PERT – Program Evaluation and ReviewTechnique
CPM – Critical Path Method
Definições
Técnicas complementares frequentemente consideradas uma única técnica
– PERT/CPM (Similaridade).
Previsão
Programação
Coordenação
Execução
Controle
Aplicações
Construção Civil
Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos
Construções metal mecânicas (navios, aeronaves, maquinário
industrial)
Projetos deTecnologia da Informação (Desenvolvimento e Implantação
de Sistemas)
Qualquer projeto baseado em atividades sequenciadas para atingir um
objetivo
CPM – Definindo o Caminho Crítico
Lista de Atividades e Grafos
Descrição Precedentes Duração
A Escavação 2
B Fundação A 4
C Paredes B 10
D Telhado C 6
E Encanamento Interior C 4
F Encanamento Exterior E 5
G Muros D 7
H Pintura Exterior E,G 9
I Instalação Elétrica C 7
J Divisórias F,I 8
K Piso J 4
L Pintura Interior J 5
M Acabamento Exterior H 2
N Acabamento Interior K,L 6
CPM – Definindo o Caminho Crítico
Calculando a duração dos caminhos
Caminho Comprimento
A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40
CPM – Definindo o Caminho Crítico
Calculando a duração dos caminhos
Caminho Comprimento
A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40
A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31
CPM – Definindo o Caminho Crítico
Calculando a duração dos caminhos
Caminho Comprimento
A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40
A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31
A-B-C-E-F-J-K-N 2+4+10+4+5+8+4+6=43
CPM – Definindo o Caminho Crítico
Calculando a duração dos caminhos
Caminho Comprimento
A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40
A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31
A-B-C-E-F-J-K-N 2+4+10+4+5+8+4+6=43
A-B-C-E-F-J-L-N 2+4+10+4+5+8+5+6=44
CPM – Definindo o Caminho Crítico
Calculando a duração dos caminhos
Caminho Comprimento
A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40
A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31
A-B-C-E-F-J-K-N 2+4+10+4+5+8+4+6=43
A-B-C-E-F-J-L-N 2+4+10+4+5+8+5+6=44
A-B-C-I-J-K-N 2+4+10+7+8+4+6=41
CPM – Definindo o Caminho Crítico
Calculando a duração dos caminhos
Caminho Comprimento
A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40
A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31
A-B-C-E-F-J-K-N 2+4+10+4+5+8+4+6=43
A-B-C-E-F-J-L-N 2+4+10+4+5+8+5+6=44
A-B-C-I-J-K-N 2+4+10+7+8+4+6=41
A-B-C-I-J-L-N 2+4+10+7+8+5+6=42
CPM – Definindo o Caminho Crítico
Calculando a duração dos caminhos
Caminho Comprimento
A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40
A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31
A-B-C-E-F-J-K-N 2+4+10+4+5+8+4+6=43
A-B-C-E-F-J-L-N 2+4+10+4+5+8+5+6=44
A-B-C-I-J-K-N 2+4+10+7+8+4+6=41
A-B-C-I-J-L-N 2+4+10+7+8+5+6=42
Caminho com maior tempo entre o início e fim
Todos os demais caminhos alcançarão o fim primeiro
Qualquer atraso no caminho crítico causará atraso no
projeto
ES (Earliest Start) –Tempo Inicial mais Cedo
EF (Earliest Finish) –Tempo Final mais Cedo
LS (Last Start) –Tempo Inicial maisTarde
LF (Last Finish) –Tempo Final maisTarde
PERT
Programação de Atividades
Determinar em que tempo uma
atividade deve iniciar e terminar
Tempo Inicial
Tempo Final
PERT
Incerteza na duração das atividades
Na prática, a duração das atividades pode ser diferente da estimativa inicial para o
projeto
O modelo PERT considera um modelo de incertezas sobre a duração de cada atividade
m – estimativa mais provável da duração de uma atividade
o – estimativa otimista da duração de uma atividade
p – estimativa pessimista da duração de uma atividade
O modelo PERT
considera 3 variáveis
para determinação da
distribuição da
probabilidade
PERT
Incerteza na duração das atividades
Estabelecendo estimativas para as variáveis de duração das atividades
PERT
Incerteza na duração das atividades
Assumindo uma distribuição normal calcular a probabilidade do projeto ser concluído
dentro do cronograma pessimista
PERT
Incerteza na duração das atividades
Assumindo uma distribuição normal calcular a probabilidade do projeto ser concluído
dentro do cronograma otimista
 Atividades: usa planilha de orçamento como
referência
Passo 1 Definir as Atividades
Passo 2 Sequenciar as Atividades
Passo 3 Estimar as Durações dasAtividades
Passo 4 Desenvolver oCronograma
Um cronograma bem elaborado é fundamental para:
• Atender os prazos
• Controlar o financeiro
• Programar compras
• Gerir e contratar mão-de-obra
• Prevenir conflitos entre atividades.
• Estrutura Analítica do Projeto (EAP)
do inglês, Work Breakdown Structure (WBS)
Lista de todas as atividades necessárias
para entregar o projeto finalizado
Obs: Não se preocupe com a relação do que vem
antes ou depois, o importante neste passo é garantir
que a lista esteja completa.
pacote de trabalho que utiliza os mesmos
insumos e serviços profissionais
Atividade:
Técnicas pra elaborar a EAP :
• Plantas, projetos e orçamentos disponíveis
• Desdobramento ou decomposição de etapas
• Ex. Piscina > você pode quebrar em Escavação + Fundações +
Alvenaria + Impermeabilização + Revestimentos Cerâmicos +
Instalações Hidráulicas + Iluminação
• Utilizar padrões, modelos ou templates de outros projetos
• Consultar a opinião especializada de profissionais
Técnicas pra elaborar a EAP : O QUE? + OftDE?
Térreo 1º Andar 2º Andar
Fundações
Fundações no
Térreo
Estrutura Estrutura Térreo
Estrutura 1º
Pavimento
Estrutura 2º
Pavimento
Alvenaria Alvenaria Térreo
Alvenaria 1º
Pavimento
Alvenaria 2º
Pavimento
Instalações
Instalações
Térreo
Instalações 1º
Pavimento
Instalações 2º
Pavimento
OftDE
OQUE
...
EAP
... ...
Determinação da dependência exige
conhecimento técnico da execução
Conceito chave:
Predecessoras: etapas imediatamente anteriores a uma atividade
• Defina o relacionamento entre as atividades
Isto é, qual atividade ocorre depois de outra.
inicia após o fim de outra;
devem começar juntas;
• Ligações finish-to-finish (fim com fim) quando duas etapas
devem finalizar juntas;
• Aplicações de antecipações e atrasos (lags) – por exemplo, a
etapa de retirar as escoras da estrutura geralmente ocorre após
28 dias da concretagem
Considere nesse processo:
• Ligações finish-to-start (fim com início) quando uma etapa
Etapa 1
Etapa 2
• Ligações start-to-start (início com início) quando duas etapas
Etapa 1
Etapa 2
Etapa 1
Etapa 2
Etapa 1
Etapa 2
28 dias
 Você pode estimar as durações por 3
formas:
1. Estimativas análogas: em uma obra semelhante, o revestimento de
fachada durou 2 meses, logo adotarei 2 meses na minha obra;
2. Estimativas paramétricas: o piso cerâmico doapartamento de 100 m² foi
feito em 5 dias, logo, no apartamento de 60 m² vou adotar 3 dias.
3. Opinião especializada: consultei um engenheiro de fundações e ele
estimou que as sapatas levarão 20 dias úteis para serem executadas.
EngenheiroNoCanteiro.com.br
EAP
Predecessoras
Durações
CROftOGRAMA
MS Excel MS Project
d
Primavera Openproj
Algumas ferramentas/softwares:
… escolhida a ferramenta…
Ao inserir os dados primeira versão do cronograma da obra
Ajustes:
• compressão de atividades
• extensão de atividades
• revisão das predecessoras
A versão final do cronograma irá informar:
cronograma de partida ouLinha de base do cronograma – ou Baseline:
referência para desenvolvimento do projeto.
Caminho Crítico: representa a sequência de atividades que não possuem
folgas. Se alguma dessas atividades atrasarem, você atrasará a obra inteira.
 Duração: quantidade de tempo para realizar
cada atividade levando em conta a
produtividade
 Precedência: relação da atividade com a atividade
que aconteçe anteriormente.
 Diagrama de rede: representação grafica das
dependências. Constroi-se um caminho para o fim. Utiliza-
se o método dos blocos.
 Caminho crítico: caminho mais longo até o fim da obra.
Essas atividades nao possuem folga, ou seja, qualquer
atraso em uma delas, implica em atraso na obra.
 GANTT: representação das atividades com duração em
barras, e intervalos pré estabelecidos. Inclui-se as
dependências e o caminho mais longo para concluir a
obra.
 FISICO-FINANCEIRO: é formado após o diagrama
de rede. Representa a atividade com sua duração e custo.
 CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO:
estabelecido com o planejamento das contratações e
compras. Apresenta no periodo o que a empresa terá que
desembolsar independente do andamento da obra.
 CURVA S: de Gauss, demonstra a evolução do
projeto em relação ao valor acumulado das atividades
executadas. Se obtem os momentos em que as
alterações poderão ocorrer sem prejuizo
 De permanência da mão de obra: visualiza a
quantidade e tipo de mão de obra que deverá
ser admitida em certo intervalo.
 De compra de insumos: visualiza a
quantidade e tipo de insumo que deverá ser
comprado em certo periodo. Pode prever
prazos de entrega.
 De locação de equipamento: visualiza a
quantidade e tipo de equipamento que
deverá ser locado em certo periodo. Pode
prever prazos de locação.
 Com orçamento e planejamento
estabelecidos, estes devem ser passados aos
envolvidos para acompanhar metas.
Estabelece-se uma linha base para congelar o
planejamento inicial e a partir dele
acompanhar as ações tomadas em relação ao
planejamento inicial.
 Elaborar quantitativo da edificação a seguir, demonstrando todo
levantamento de quantidades. Montar a planilha de serviços somente
com as quantidades e a partir dela, fornecer o Diagrama de Rede,
indicando todas as durações.
 Informações:
 Pé-direito= 2,70m
 Esquadria em vidro temperado 6mm e ferragens em aluminio
fosco
 Porta de madeira encabeçada
 Piso em porcelanato
 Paredes com massa e tinta acrílica
 Considerar um pilar em cada vértice, bem como uma estaca com
2,50m de 25cm de diâmetro.
 Pilares de 15x15cm
 Baldrame e Respaldo 15x30 cm
 Alvenaria em tijolos cerâmicos furados
 Ferragem com 4 ferros de 8mm e estribo de 4,2mm
 Peitoril da janela 1,10m
 Considerar soleira e pingadeira em granito

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

84 slides gestão logística no canteiro de obra nov 2015
84  slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  nov 201584  slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  nov 2015
84 slides gestão logística no canteiro de obra nov 2015delano chaves gurgel do amaral
 
Planejamento e controle da produção na construção
Planejamento e controle da produção na construçãoPlanejamento e controle da produção na construção
Planejamento e controle da produção na construçãoRicardo Mendes Jr
 
Introdução a engenharia aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia   aula 2 - construção civilIntrodução a engenharia   aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia aula 2 - construção civilRafael José Rorato
 
Aula 2 noções de orçamentos
Aula 2   noções de orçamentosAula 2   noções de orçamentos
Aula 2 noções de orçamentosISMENIA10
 
Canteiro de obras
Canteiro de obrasCanteiro de obras
Canteiro de obrasAlan Santos
 
Apresentação PCP - Produção Puxada - Manufatura Enxuta ( Lean Manufacturing )
Apresentação PCP - Produção Puxada - Manufatura Enxuta ( Lean Manufacturing )Apresentação PCP - Produção Puxada - Manufatura Enxuta ( Lean Manufacturing )
Apresentação PCP - Produção Puxada - Manufatura Enxuta ( Lean Manufacturing )Rafael Santos Adriano
 
69 slides gestão logística no canteiro de obra out 2015
69 slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  out 201569 slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  out 2015
69 slides gestão logística no canteiro de obra out 2015delano chaves gurgel do amaral
 
Aulas 01 e 02 introducao engenharia civil
Aulas 01 e 02   introducao engenharia civilAulas 01 e 02   introducao engenharia civil
Aulas 01 e 02 introducao engenharia civilSilas Rocha
 
Aula unidade 3
Aula unidade 3Aula unidade 3
Aula unidade 3UNAERP
 
Diagrama de Rede e Cronograma
Diagrama de Rede e CronogramaDiagrama de Rede e Cronograma
Diagrama de Rede e CronogramaMarcelo Coutinho
 
Administração de Produção II
Administração de Produção IIAdministração de Produção II
Administração de Produção IIRomilson Cesar
 
Previsão da Demanda I
Previsão da Demanda IPrevisão da Demanda I
Previsão da Demanda IMauro Enrique
 

Mais procurados (20)

Gestão de Obras
Gestão de ObrasGestão de Obras
Gestão de Obras
 
Aula 06 Planejamento e Controle de Obras
Aula 06 Planejamento e Controle de ObrasAula 06 Planejamento e Controle de Obras
Aula 06 Planejamento e Controle de Obras
 
84 slides gestão logística no canteiro de obra nov 2015
84  slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  nov 201584  slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  nov 2015
84 slides gestão logística no canteiro de obra nov 2015
 
Planejamento e controle da produção na construção
Planejamento e controle da produção na construçãoPlanejamento e controle da produção na construção
Planejamento e controle da produção na construção
 
Introdução a engenharia aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia   aula 2 - construção civilIntrodução a engenharia   aula 2 - construção civil
Introdução a engenharia aula 2 - construção civil
 
Aula 2 noções de orçamentos
Aula 2   noções de orçamentosAula 2   noções de orçamentos
Aula 2 noções de orçamentos
 
Orçamento
OrçamentoOrçamento
Orçamento
 
Canteiro de obras
Canteiro de obrasCanteiro de obras
Canteiro de obras
 
Cronograma de Obras em 4 Passos
Cronograma de Obras em 4 PassosCronograma de Obras em 4 Passos
Cronograma de Obras em 4 Passos
 
Apresentação PCP - Produção Puxada - Manufatura Enxuta ( Lean Manufacturing )
Apresentação PCP - Produção Puxada - Manufatura Enxuta ( Lean Manufacturing )Apresentação PCP - Produção Puxada - Manufatura Enxuta ( Lean Manufacturing )
Apresentação PCP - Produção Puxada - Manufatura Enxuta ( Lean Manufacturing )
 
Canteiro de obras
Canteiro de obrasCanteiro de obras
Canteiro de obras
 
69 slides gestão logística no canteiro de obra out 2015
69 slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  out 201569 slides  gestão  logística  no  canteiro  de  obra  out 2015
69 slides gestão logística no canteiro de obra out 2015
 
Aulas 01 e 02 introducao engenharia civil
Aulas 01 e 02   introducao engenharia civilAulas 01 e 02   introducao engenharia civil
Aulas 01 e 02 introducao engenharia civil
 
Aula unidade 3
Aula unidade 3Aula unidade 3
Aula unidade 3
 
Aula 1 - Planejamento e Controle da Produção II
Aula 1 - Planejamento e Controle da Produção IIAula 1 - Planejamento e Controle da Produção II
Aula 1 - Planejamento e Controle da Produção II
 
Diagrama de Rede e Cronograma
Diagrama de Rede e CronogramaDiagrama de Rede e Cronograma
Diagrama de Rede e Cronograma
 
Drenagem Superficial
Drenagem SuperficialDrenagem Superficial
Drenagem Superficial
 
Administração de Produção II
Administração de Produção IIAdministração de Produção II
Administração de Produção II
 
Planejamento de obra aula 31 a 34
Planejamento de obra   aula 31 a 34Planejamento de obra   aula 31 a 34
Planejamento de obra aula 31 a 34
 
Previsão da Demanda I
Previsão da Demanda IPrevisão da Demanda I
Previsão da Demanda I
 

Semelhante a Aula 04 Planejamento e Controle de Obras

15 gerenciamento de projetos
15 gerenciamento de projetos15 gerenciamento de projetos
15 gerenciamento de projetosArt IT
 
gerenciamento de projetos II
gerenciamento de projetos IIgerenciamento de projetos II
gerenciamento de projetos IIWagner Santiago
 
Fundamentos em Gerenciamento de Projetos - Módulo III
Fundamentos em Gerenciamento de Projetos - Módulo IIIFundamentos em Gerenciamento de Projetos - Módulo III
Fundamentos em Gerenciamento de Projetos - Módulo IIIWilian Fabricio Pereira
 
(Transformar 16) sessão 5
(Transformar 16) sessão 5(Transformar 16) sessão 5
(Transformar 16) sessão 5Ink_conteudos
 
Construtora Papini Faria Vaz (PRJ Terminal Rod e Vest)
Construtora Papini Faria Vaz (PRJ Terminal Rod e Vest)Construtora Papini Faria Vaz (PRJ Terminal Rod e Vest)
Construtora Papini Faria Vaz (PRJ Terminal Rod e Vest)Marco Coghi
 
Materiais e sistemas construtivos 01
Materiais e sistemas construtivos 01Materiais e sistemas construtivos 01
Materiais e sistemas construtivos 01Matheus Adam da Silva
 
Gestão dos prazos, custos e riscos em Gestão de Projetos
Gestão dos prazos, custos e riscos em Gestão de ProjetosGestão dos prazos, custos e riscos em Gestão de Projetos
Gestão dos prazos, custos e riscos em Gestão de ProjetosAntonio Marcos Montai Messias
 
Administração de projetos - Planejamento - Tempo - aula 9
Administração de projetos - Planejamento - Tempo - aula 9Administração de projetos - Planejamento - Tempo - aula 9
Administração de projetos - Planejamento - Tempo - aula 9Ueliton da Costa Leonidio
 
Administração de tempo e prazo
Administração de tempo e prazoAdministração de tempo e prazo
Administração de tempo e prazoCiro Lopes
 
Equipe - Asas de Aço
Equipe - Asas de AçoEquipe - Asas de Aço
Equipe - Asas de AçoMarco Coghi
 
Equipe Asas de Aço
Equipe Asas de AçoEquipe Asas de Aço
Equipe Asas de AçoMarco Coghi
 
Metodo do caminho_crtico_cpm
Metodo do caminho_crtico_cpmMetodo do caminho_crtico_cpm
Metodo do caminho_crtico_cpmDaniele Barreto
 
Gestão de Custos em Projetos Complexos
Gestão de Custos em Projetos ComplexosGestão de Custos em Projetos Complexos
Gestão de Custos em Projetos ComplexosGUGP SUCESU-RS
 

Semelhante a Aula 04 Planejamento e Controle de Obras (20)

15 gerenciamento de projetos
15 gerenciamento de projetos15 gerenciamento de projetos
15 gerenciamento de projetos
 
gerenciamento de projetos II
gerenciamento de projetos IIgerenciamento de projetos II
gerenciamento de projetos II
 
Cronograma físico financeiro, tutorial
Cronograma físico financeiro, tutorialCronograma físico financeiro, tutorial
Cronograma físico financeiro, tutorial
 
Gestão de projetos fev2011 - ppt2003
Gestão de projetos   fev2011 - ppt2003Gestão de projetos   fev2011 - ppt2003
Gestão de projetos fev2011 - ppt2003
 
Fundamentos em Gerenciamento de Projetos - Módulo III
Fundamentos em Gerenciamento de Projetos - Módulo IIIFundamentos em Gerenciamento de Projetos - Módulo III
Fundamentos em Gerenciamento de Projetos - Módulo III
 
Cap7 - Rede Pert
Cap7 - Rede PertCap7 - Rede Pert
Cap7 - Rede Pert
 
GESTÃO DE OBRAS COM PERT/CPM
GESTÃO DE OBRAS COM PERT/CPMGESTÃO DE OBRAS COM PERT/CPM
GESTÃO DE OBRAS COM PERT/CPM
 
(Transformar 16) sessão 5
(Transformar 16) sessão 5(Transformar 16) sessão 5
(Transformar 16) sessão 5
 
Construtora Papini Faria Vaz (PRJ Terminal Rod e Vest)
Construtora Papini Faria Vaz (PRJ Terminal Rod e Vest)Construtora Papini Faria Vaz (PRJ Terminal Rod e Vest)
Construtora Papini Faria Vaz (PRJ Terminal Rod e Vest)
 
Materiais e sistemas construtivos 01
Materiais e sistemas construtivos 01Materiais e sistemas construtivos 01
Materiais e sistemas construtivos 01
 
Gestão dos prazos, custos e riscos em Gestão de Projetos
Gestão dos prazos, custos e riscos em Gestão de ProjetosGestão dos prazos, custos e riscos em Gestão de Projetos
Gestão dos prazos, custos e riscos em Gestão de Projetos
 
Administração de projetos - Planejamento - Tempo - aula 9
Administração de projetos - Planejamento - Tempo - aula 9Administração de projetos - Planejamento - Tempo - aula 9
Administração de projetos - Planejamento - Tempo - aula 9
 
Administração de tempo e prazo
Administração de tempo e prazoAdministração de tempo e prazo
Administração de tempo e prazo
 
Equipe - Asas de Aço
Equipe - Asas de AçoEquipe - Asas de Aço
Equipe - Asas de Aço
 
Equipe Asas de Aço
Equipe Asas de AçoEquipe Asas de Aço
Equipe Asas de Aço
 
URA
URAURA
URA
 
ECOMASJOR
ECOMASJORECOMASJOR
ECOMASJOR
 
Gp resumo
Gp   resumoGp   resumo
Gp resumo
 
Metodo do caminho_crtico_cpm
Metodo do caminho_crtico_cpmMetodo do caminho_crtico_cpm
Metodo do caminho_crtico_cpm
 
Gestão de Custos em Projetos Complexos
Gestão de Custos em Projetos ComplexosGestão de Custos em Projetos Complexos
Gestão de Custos em Projetos Complexos
 

Último

Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGuilhermeLucio9
 
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024Consultoria Acadêmica
 
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptxResistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptxjuliocameloUFC
 
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptxBanco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptxTherionAkkad2
 
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxPatrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxAssimoIovahale
 
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxAE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxConsultoria Acadêmica
 
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdfAulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdfMateusSerraRodrigues1
 

Último (7)

Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
 
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
 
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptxResistencias dos materiais I - Tensao.pptx
Resistencias dos materiais I - Tensao.pptx
 
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptxBanco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
 
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxPatrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
 
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxAE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
 
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdfAulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
Aulas Práticas da Disciplina de Desenho Técnico Projetivo _ Passei Direto.pdf
 

Aula 04 Planejamento e Controle de Obras

  • 1. Eng. Gabriel do Nascimento
  • 2. • Definições • Definindo o Caminho Crítico • Estimativas • Modelo PERT • Microsoft Project
  • 3. Definições Técnicas desenvolvidas em 1950 para Planejamento e Controle de Projetos Utilização de rede (grafos) para planejar e visualizar a coordenação de um projeto. PERT – Program Evaluation and ReviewTechnique CPM – Critical Path Method
  • 4. Definições Técnicas complementares frequentemente consideradas uma única técnica – PERT/CPM (Similaridade). Previsão Programação Coordenação Execução Controle
  • 5. Aplicações Construção Civil Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Construções metal mecânicas (navios, aeronaves, maquinário industrial) Projetos deTecnologia da Informação (Desenvolvimento e Implantação de Sistemas) Qualquer projeto baseado em atividades sequenciadas para atingir um objetivo
  • 6. CPM – Definindo o Caminho Crítico Lista de Atividades e Grafos Descrição Precedentes Duração A Escavação 2 B Fundação A 4 C Paredes B 10 D Telhado C 6 E Encanamento Interior C 4 F Encanamento Exterior E 5 G Muros D 7 H Pintura Exterior E,G 9 I Instalação Elétrica C 7 J Divisórias F,I 8 K Piso J 4 L Pintura Interior J 5 M Acabamento Exterior H 2 N Acabamento Interior K,L 6
  • 7. CPM – Definindo o Caminho Crítico Calculando a duração dos caminhos Caminho Comprimento A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40
  • 8. CPM – Definindo o Caminho Crítico Calculando a duração dos caminhos Caminho Comprimento A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40 A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31
  • 9. CPM – Definindo o Caminho Crítico Calculando a duração dos caminhos Caminho Comprimento A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40 A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31 A-B-C-E-F-J-K-N 2+4+10+4+5+8+4+6=43
  • 10. CPM – Definindo o Caminho Crítico Calculando a duração dos caminhos Caminho Comprimento A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40 A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31 A-B-C-E-F-J-K-N 2+4+10+4+5+8+4+6=43 A-B-C-E-F-J-L-N 2+4+10+4+5+8+5+6=44
  • 11. CPM – Definindo o Caminho Crítico Calculando a duração dos caminhos Caminho Comprimento A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40 A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31 A-B-C-E-F-J-K-N 2+4+10+4+5+8+4+6=43 A-B-C-E-F-J-L-N 2+4+10+4+5+8+5+6=44 A-B-C-I-J-K-N 2+4+10+7+8+4+6=41
  • 12. CPM – Definindo o Caminho Crítico Calculando a duração dos caminhos Caminho Comprimento A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40 A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31 A-B-C-E-F-J-K-N 2+4+10+4+5+8+4+6=43 A-B-C-E-F-J-L-N 2+4+10+4+5+8+5+6=44 A-B-C-I-J-K-N 2+4+10+7+8+4+6=41 A-B-C-I-J-L-N 2+4+10+7+8+5+6=42
  • 13. CPM – Definindo o Caminho Crítico Calculando a duração dos caminhos Caminho Comprimento A-B-C-D-G-H-M 2+4+10+6+7+9+2=40 A-B-C-E-H-M 2+4+10+4+9+2=31 A-B-C-E-F-J-K-N 2+4+10+4+5+8+4+6=43 A-B-C-E-F-J-L-N 2+4+10+4+5+8+5+6=44 A-B-C-I-J-K-N 2+4+10+7+8+4+6=41 A-B-C-I-J-L-N 2+4+10+7+8+5+6=42 Caminho com maior tempo entre o início e fim Todos os demais caminhos alcançarão o fim primeiro Qualquer atraso no caminho crítico causará atraso no projeto
  • 14. ES (Earliest Start) –Tempo Inicial mais Cedo EF (Earliest Finish) –Tempo Final mais Cedo LS (Last Start) –Tempo Inicial maisTarde LF (Last Finish) –Tempo Final maisTarde PERT Programação de Atividades Determinar em que tempo uma atividade deve iniciar e terminar Tempo Inicial Tempo Final
  • 15. PERT Incerteza na duração das atividades Na prática, a duração das atividades pode ser diferente da estimativa inicial para o projeto O modelo PERT considera um modelo de incertezas sobre a duração de cada atividade m – estimativa mais provável da duração de uma atividade o – estimativa otimista da duração de uma atividade p – estimativa pessimista da duração de uma atividade O modelo PERT considera 3 variáveis para determinação da distribuição da probabilidade
  • 16. PERT Incerteza na duração das atividades Estabelecendo estimativas para as variáveis de duração das atividades
  • 17. PERT Incerteza na duração das atividades Assumindo uma distribuição normal calcular a probabilidade do projeto ser concluído dentro do cronograma pessimista
  • 18. PERT Incerteza na duração das atividades Assumindo uma distribuição normal calcular a probabilidade do projeto ser concluído dentro do cronograma otimista
  • 19.
  • 20.  Atividades: usa planilha de orçamento como referência
  • 21. Passo 1 Definir as Atividades Passo 2 Sequenciar as Atividades Passo 3 Estimar as Durações dasAtividades Passo 4 Desenvolver oCronograma
  • 22. Um cronograma bem elaborado é fundamental para: • Atender os prazos • Controlar o financeiro • Programar compras • Gerir e contratar mão-de-obra • Prevenir conflitos entre atividades.
  • 23.
  • 24. • Estrutura Analítica do Projeto (EAP) do inglês, Work Breakdown Structure (WBS) Lista de todas as atividades necessárias para entregar o projeto finalizado Obs: Não se preocupe com a relação do que vem antes ou depois, o importante neste passo é garantir que a lista esteja completa. pacote de trabalho que utiliza os mesmos insumos e serviços profissionais Atividade:
  • 25. Técnicas pra elaborar a EAP : • Plantas, projetos e orçamentos disponíveis • Desdobramento ou decomposição de etapas • Ex. Piscina > você pode quebrar em Escavação + Fundações + Alvenaria + Impermeabilização + Revestimentos Cerâmicos + Instalações Hidráulicas + Iluminação • Utilizar padrões, modelos ou templates de outros projetos • Consultar a opinião especializada de profissionais
  • 26. Técnicas pra elaborar a EAP : O QUE? + OftDE? Térreo 1º Andar 2º Andar Fundações Fundações no Térreo Estrutura Estrutura Térreo Estrutura 1º Pavimento Estrutura 2º Pavimento Alvenaria Alvenaria Térreo Alvenaria 1º Pavimento Alvenaria 2º Pavimento Instalações Instalações Térreo Instalações 1º Pavimento Instalações 2º Pavimento OftDE OQUE ... EAP ... ...
  • 27.
  • 28. Determinação da dependência exige conhecimento técnico da execução Conceito chave: Predecessoras: etapas imediatamente anteriores a uma atividade • Defina o relacionamento entre as atividades Isto é, qual atividade ocorre depois de outra.
  • 29. inicia após o fim de outra; devem começar juntas; • Ligações finish-to-finish (fim com fim) quando duas etapas devem finalizar juntas; • Aplicações de antecipações e atrasos (lags) – por exemplo, a etapa de retirar as escoras da estrutura geralmente ocorre após 28 dias da concretagem Considere nesse processo: • Ligações finish-to-start (fim com início) quando uma etapa Etapa 1 Etapa 2 • Ligações start-to-start (início com início) quando duas etapas Etapa 1 Etapa 2 Etapa 1 Etapa 2 Etapa 1 Etapa 2 28 dias
  • 30.
  • 31.  Você pode estimar as durações por 3 formas: 1. Estimativas análogas: em uma obra semelhante, o revestimento de fachada durou 2 meses, logo adotarei 2 meses na minha obra; 2. Estimativas paramétricas: o piso cerâmico doapartamento de 100 m² foi feito em 5 dias, logo, no apartamento de 60 m² vou adotar 3 dias. 3. Opinião especializada: consultei um engenheiro de fundações e ele estimou que as sapatas levarão 20 dias úteis para serem executadas.
  • 33. EAP Predecessoras Durações CROftOGRAMA MS Excel MS Project d Primavera Openproj Algumas ferramentas/softwares:
  • 34. … escolhida a ferramenta… Ao inserir os dados primeira versão do cronograma da obra Ajustes: • compressão de atividades • extensão de atividades • revisão das predecessoras A versão final do cronograma irá informar: cronograma de partida ouLinha de base do cronograma – ou Baseline: referência para desenvolvimento do projeto. Caminho Crítico: representa a sequência de atividades que não possuem folgas. Se alguma dessas atividades atrasarem, você atrasará a obra inteira.
  • 35.
  • 36.
  • 37.  Duração: quantidade de tempo para realizar cada atividade levando em conta a produtividade
  • 38.  Precedência: relação da atividade com a atividade que aconteçe anteriormente.
  • 39.  Diagrama de rede: representação grafica das dependências. Constroi-se um caminho para o fim. Utiliza- se o método dos blocos.
  • 40.  Caminho crítico: caminho mais longo até o fim da obra. Essas atividades nao possuem folga, ou seja, qualquer atraso em uma delas, implica em atraso na obra.
  • 41.  GANTT: representação das atividades com duração em barras, e intervalos pré estabelecidos. Inclui-se as dependências e o caminho mais longo para concluir a obra.
  • 42.  FISICO-FINANCEIRO: é formado após o diagrama de rede. Representa a atividade com sua duração e custo.
  • 43.  CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO: estabelecido com o planejamento das contratações e compras. Apresenta no periodo o que a empresa terá que desembolsar independente do andamento da obra.  CURVA S: de Gauss, demonstra a evolução do projeto em relação ao valor acumulado das atividades executadas. Se obtem os momentos em que as alterações poderão ocorrer sem prejuizo
  • 44.  De permanência da mão de obra: visualiza a quantidade e tipo de mão de obra que deverá ser admitida em certo intervalo.
  • 45.  De compra de insumos: visualiza a quantidade e tipo de insumo que deverá ser comprado em certo periodo. Pode prever prazos de entrega.  De locação de equipamento: visualiza a quantidade e tipo de equipamento que deverá ser locado em certo periodo. Pode prever prazos de locação.
  • 46.  Com orçamento e planejamento estabelecidos, estes devem ser passados aos envolvidos para acompanhar metas. Estabelece-se uma linha base para congelar o planejamento inicial e a partir dele acompanhar as ações tomadas em relação ao planejamento inicial.
  • 47.  Elaborar quantitativo da edificação a seguir, demonstrando todo levantamento de quantidades. Montar a planilha de serviços somente com as quantidades e a partir dela, fornecer o Diagrama de Rede, indicando todas as durações.
  • 48.  Informações:  Pé-direito= 2,70m  Esquadria em vidro temperado 6mm e ferragens em aluminio fosco  Porta de madeira encabeçada  Piso em porcelanato  Paredes com massa e tinta acrílica  Considerar um pilar em cada vértice, bem como uma estaca com 2,50m de 25cm de diâmetro.  Pilares de 15x15cm  Baldrame e Respaldo 15x30 cm  Alvenaria em tijolos cerâmicos furados  Ferragem com 4 ferros de 8mm e estribo de 4,2mm  Peitoril da janela 1,10m  Considerar soleira e pingadeira em granito