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Eng. Gabriel do Nascimento
INTRODUÇÃO A GESTÃO DA PRODUÇÃO
― O HOMEM PRÉ-HISTÓRICO;
― OS ARTESÃOS;
― A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL;
― JAMES WATT – 1.764.
ELEMENTOS DA PRODUÇÃO
TERRA – ENTENDE-SEQUE ÉTANTO OS RECURSOS DO SOLO (QUANTIDADE DE
TERRA, FERTILIDADE,COMPOSIÇÃO DO SOLO, ETC.) QUANTO OS DO SUBSOLO,
COMO O PETRÓLEO, LENÇÓIS FREÁTICOS OU RIQUEZAS EM METAIS PRECIOSOS.
CAPITAL –TEM UM SENTIDO PARTICULARAMPLO:TODASAS INSTALAÇÕES,OS
EQUIPAMENTOS,AS MÁQUINAS,OS MÓVEIS,OUTROSATIVOS FIXOS ETAMBÉM
OS ATIVOS CIRCULANTESCOMO OS ESTOQUES E O CAPITAL DE GIRO.
TRABALHO – INDICAA MDO QUE SE EMPREGA DIRETAMENTE PARA A
REALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO OUAQUELA DEAPOIO,ALOCADA EM FUNÇÕES
AUXILIARES.
GESTAO DA PRODUÇÃO – DEFINIÇÃO
→ ÉA ARTE DEADMINISTRAROS RECURSOSTANGÍVEIS E INTANGÍVEIS
NECESSÁRIOS PARA A CRIAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS POR MEIO DO
PROCESSO DETRANSFORMAÇÃO DE ENTRADAS EM SAÍDAS.
OBS: AS ATIVIDADESQUE CRIAM PRODUTOS E SERVIÇOS ESTÃO PRESENTES EM
TODASAS ORGANIZAÇÕES.
→ É O CONSUMO EFICIENTE DOS INSUMOS NECESSÁRIOS PARA A CRIAÇÃO DE
UM BEM OU SERVIÇO.
ÃO DA PRODUÇÃO – OBJETIVO
A GESTÃO DA PRODUÇÃO
TEM COMO OBJETIVO
ORGANIZAR A FORMA
COM QUE AS EMPRESAS
GERAM BENS FÍSICOS E
SERVIÇOS A SEREM
ENTREGUES AOS SEUS
CLIENTES.
GESTÃO DA PRODUÇÃO – OBJETIVOS
― EFICIÊNCIA;
― EFICÁCIA;
― EFETIVIDADE;
― DIMENSIONAMENTO;
― CAPACIDADE INSTALADA;
― LAYOUT.
― FALTA / ATRASO DE MATERIAL
― FALTA / ATRASO DE MDO
― FALTA DE MÁQUINAS
― FALTA DE ENERGIA
GESTÃO DA PRODUÇÃO –
TURBULÊNCIAS
AO CONTRÁRIO DO QUE MUITOS PENSAM,A
GESTÃO DA PRODUÇÃO ABRANGEM MUITO MAIS
DO QUE AS EMPRESAS. ABRANGE QUALQUER
TIPO DE ORGANIZAÇÃO QUE OFEREÇA BENS OU
SERVIÇOS,TAIS COMO:
NENHUMA ORGANIZAÇÃO
SOBREVIVE, A MENOS QUE
PRODUZA ALGUMA COISA QUE AS
PESSOAS NECESSITEM,AO PREÇO
QUE ELAS ESTÃO DISPOSTAS A
PAGAR.
CADA ORGANIZAÇÃO DEFINE O SEU
MODELO SISTÊMICO, POIS ESTE
DEPENDE DO PRODUTO A SER
COMERCIALIZADO E DA
CAPACIDADE DE PRODUÇÃO.
CADEIA PRODUTIVA
SÃOTODAS AS ETAPAS
PERCORRIDAS PELA
MATÉRIA-PRIMA ATÉ
CHEGAR AO ESTADO DE
“CONSUMO”.
PROCESSO DE PRODUÇÃO
É UMA ATIVIDADE OU UM
CONJUNTO DE ATIVIDADES
QUE AGREGARVALOR A
UM OU MAIS INSUMOS E
ENTREGA UM BEM OU UM
SERVIÇO QUE ATENDA AS
NECESSIDADES DOS
CONSUMIDORES.
BENS VERSUS SERVIÇOS
BENS →TANGIBILIDADE – SÃO
CONCRETOS E PODEM SERTOCADOS.
CONSEQUENTEMENTE PODEM SER
ESTOCADOS ETRANSPORTADOS.
SERVIÇOS → SIMULTANEIDADE – A
PRODUÇÃO DO PRODUTO PELO
FORNECEDOR E O CONSUMO DELE PELO
CLIENTE OCORRE AO MESMOTEMPO.
Entradas
Produtos
SaídasProcessos e
Operações
Adm. Produção
PROCESSO DE PRODUÇÃO
DE UM BEM
Agregação de valor
Matéria-prima
Mão-de-obra
Energia elétrica
Informática
Máquinas
Entradas
ServiçosConhecimento
Habilidades......
Informática
SaídasProcessos e
Operações
Adm. Produção
Agregação de valor
PROCESSO DE PRODUÇÃO
DE UM SERVIÇO
INSUMOS
- Funcionários
- Equipamentos
- Instalações
- Materiais
- Serviços
- Energia elétrica
Clientes externos e internos
RESULTADOS
- Bens
- Serviços
Informação sobre o desempenho
Processos e operações
5
4
3
2
1
O QUE É AGREGAR DEVALOR?
QUANTO OS SENHORES ESTÃO
DISPOSTOS A PAGAR POR ESSE MONTE
DE BARRO ???
E AGORA, QUANTO PAGARIAM POR
ESSE BEM???
POR QUE? NÃO É BARROTAMBÉM?
IMAGINE QUE AQUITENHA 20
GRAMAS DE OURO. QUANTO
PAGARIAM POR ESSA PEÇA?
OS 20 GRAMAS DE OURO DA PEÇA
ACIMA, SAIRAM DESTA PEÇA AO
LADO.
PAGARIAM O MESMOVALOR POR 20
GRAMAS DESSE MESMO OURO?
SISTEMAS DE PRODUÇÃO – DEFINIÇÃO
É UM CONJUNTO DE ELEMENTOS
QUE OPERA DE FORMA
COMBINADA E HARMONIOSA PARA
TRANSFORMAR INSUMOS EM
PRODUTOS ACABADOS.
SISTEMAS DE PRODUÇÃO –TIPOS
― PRODUÇÃO CONTÍNUA;
― PRODUÇÃO EM LOTE;
― PRODUÇÃO CUSTOMIZADA.
PRODUÇÃO
EMPURRADA
PRODUÇÃO
PUXADA
→ PRODUZIR O MÁXIMO QUE PUDER;
→ PRODUZIR O MAIS RÁPIDO QUE PUDER;
→ ENVIAR AO PRÓXIMO PROCESSO, MESMO QUE:
― ELE AINDA NÃO ESTEJA PRONTO PARA ISSO;
― ELE NÃO PRECISE DISSO, OU;
― ELE NÃO QUEIRA ISSO.
EFICIÊNCIA / MAXIMIZAÇÃO DOS RECURSOS.
EMPURRAR
PRODUÇÃO CONTÍNUA
― GRANDESVOLUMES / POUCAVARIEDADE;
― PRODUTOS PADRONIZADOS / NÃO FLEXÍVEL;
― ALTO GRAU DE AUTOMAÇÃO / APERFEIÇOAMENTO;
― SÃO MAIS EFICIENTE;
PRODUÇÃO EM LOTE
―TERMINANDO UM LOTE INICIA-SE OUTRO;
― QUANTIDADE LIMITADA DE UM PRODUTO PORVEZ;
― ESTOQUE PLANEJADO EM FUNÇÃO DO LOTE;
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→ PRODUZIR APENAS O QUE O
PROCESSO SEGUINTE PRECISAR;
→ SOMENTE QUANDO ELE PRECISAR.
SÓ O MATERIAL NECESSÁRIO / FOCO
NOVALOR AGREGADO
PUXAR
PRODUÇÃO CUSTOMIZADA
― MP IMEDIATA / NÃO HÁ ESTOQUE DE PA;
― O CLIENTE OFERECE O PROJETO;
― COMEÇA APÓS O FECHAMENTO DO CONTRATO;
― POUCA PADRONIZAÇÃO;
― MDO ESPECIALIZADA / MAIS CARA ;
É O GERENCIAMENTO DA PRODUÇÃO USANDO O MÍNIMO DE
MATÉRIA-PRIMA POSSÍVEL. REQUER UM RÍGIDO CONTROLE DE
ABASTECIMENTO.VISA ATENDER A DEMANDA
INSTANTANEAMENTE, COM QUALIDADE E SEM DESPERDÍCIOS. ELE
POSSIBILITA A PRODUÇÃO EFICAZ EMTERMOS DE CUSTO, ASSIM
COMO O FORNECIMENTO DE QUANTIDADE NECESSÁRIA DE
COMPONENTES, NO MOMENTO E EM LOCAIS CORRETOS.
JUST-IN-TIME
JUST INTIME –JIT
― ATÉ 1950 → FORD COMPANY E GENERAL
MOTORS;
― INÍCIO DE 1950 → CRISE DO PETRÓLEO → STP;
― TAIICHI OHNO;
― EFICIÊNCIA, SIMPLICIDADE, REDUÇÃO DE
DESPERDÍCIOS DE RECURSOS, ENTRE OUTROS;
FILOSOFIA JUST INTIME
― ELIMINAÇÃO DE ESTOQUES;
― ELIMINAÇÃO DE DESPERDÍCIOS;
― MANUFATURA DE FLUXO CONTÍNUO;
― ESFORÇO CONTÍNUO NA RESOLUÇÃO DE
PROBLEMAS;
― MELHORIA CONTÍNUA DOS PROCESSOS.
― DESPERDÍCIO DETRANSPORTE;
― DESPERDÍCIO DE SUPERPRODUÇÃO;
― DESPERDÍCIO DE MATERIAL ESPERANDO
NO PROCESSO;
― DESPERDÍCIO DE PROCESSAMENTO;
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― DESPERDÍCIO DE PRODUZIR PRODUTOS
DEFEITUOSOS;
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REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS
DE ONDEVEIO A INSPIRAÇÃO
PARA A IMPLANTAÇÃO DO
SISTEMA KANBAN, COMO
GERENCIADOR DE STOCKS?
― OS PRODUTOS ESTAVAM DISTRIBUÍDOS EM PRATELEIRAS E ERAM RETIRADOS
PELO PRÓPRIOCONSUMIDOR.
― AS PRATELEIRASCONTINHAM MAIOR OU MENOR QUANTIDADE DE
PRODUTOS EM FUNÇÃO DA SUA DEMANDA.
― AS INFORMAÇÕES INDISPENSÁVEIS SOBRE O PRODUTO,TAIS COMO:
IDENTIFICAÇÃO,QUANTIDADE E PREÇO, ESTAVAM ESCRITOS EM
PEQUENOSCARTÕES.
― A REPOSIÇÃO ERA FEITAÀ MEDIDAQUE OS
PRODUTOS ERAMVENDIDOS ETUDO ERA
FEITO E CONTROLADO DE FORMAVISUAL.
KANBAN
― SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE STOCKS → É UM DOS PILARES DO JIT;
― É UM MÉTODOQUE UTILIZACARTÕES,ATRAVÉS DOS QUAIS ÉVISUALIZADOO
NÍVEL DOS STOCKS, INFORMANDOO MOMENTOOPORTUNO DE FABRICAÇÃO
DE NOVOS PRODUTOSOU DE PARTE DOS PRODUTOS.
― DEVIDOA SUA SIMPLICIDADE E CUSTO DE IMPLANTAÇÃO MUITO PEQUENO,
PODE SERADOTADO EMQUALQUERTIPO ETAMANHO DE EMPRESA.
CARTÃO KANBAN É RESPONSÁVEL PELA COMUNICAÇÃO
E PELO FUNCIONAMENTO DETODO O SISTEMA, NELE
DEVEM ESTAR CONTIDOS AS INFORMAÇÕES MÍNIMAS
PARA O BOM FUNCIONAMENTO DA LINHA DE
PRODUÇÃO. SENDO NECESSÁRIO, ELE PODERÁ CONTER
UM NÚMERO MAIOR DE INFORMAÇÕES, DESDE QUE
SEJAM IMPORTANTES PARA A ÁREA ESPECÍFICA, ONDE SE
PRETENDE IMPLEMENTAR O SISTEMA KANBAN.
O CARTÃO KANBAN
TIPOS DE KANBAN
― DE MOVIMENTAÇÃO:AVISA UM ESTÁGIO ANTERIORQUE O MATERIAL PODE
SER DESTINADO PARA UM LOCAL ESPECÍFICO. ESPECIFICAOTIPO EA
QUANTIDADE DE PRODUTOQUE O POSTO SUBSEQUENTE RETIRA DO POSTO
ANTECEDENTE.
― DE PRODUÇÃO: IRÁ DIZER PARA UM SETOR QUE DETERMINADO ITEM PODE
SER PRODUZIDO PARA DISPONIBILIDADE EM ESTOQUE.
― FORNECEDOR:AVISARÁ AO FORNECEDOR QUE DETERMINADO MATERIAL
DEVER SER ENTREGA EM CERTOTEMPO EM UMCERTO POSTO DE PRODUÇÃO.
TIPOS DE FORNECEDOR
― FORNECEDOR INTERNO:TRATAMOS DE
FORNECEDOR INTERNO A ESTAÇÃO DE
MANUFATURAANTERIORÀQUELA QUEVAI DAR
CONTINUIDADE AO PROCESSO PRODUTIVO
INICIADOR POR ESTA.
― FORNECEDOR EXTERNO: É AQUELE QUE,
LITERALMENTE, ESTÁ SITUADO FORA DO
CONTEXTO INDUSTRIAL DA EMPRESA.
CORES DO KANBAN E SEUS SIGNIFADOS
OS ESTOQUES ESTÃO BAIXO,
NECESSITANTO DE REPOSIÇÃO URGENTE
OS ESTOQUES ESTÃO A NÍVEL MÉDIO,
PORTANTO NECESSITAM DE ATENÇÃO
QUANTO A PRODUÇÃO PARA
DISPONIBILIDADE
OS ESTOQUES ESTÃO ABASTECIDOS,
PROVOCANDO DESCONTINUIDADE NA
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CADA LOTE É ARMAZENADO NUM
RECIPIENTE PADRONIZADO, COM UM
NÚMERO DEFINIDO DE PEÇAS E UM CARTÃO
CORRESPONDENTE A CADA CONTENTOR.
O CONTENTOR
O QUADRO KANBAN DEVE FICAR
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―AO CONTENTOR CHEIO ESTARÁ ANEXADO UM CARTÃO KANBAN;
― NO QUADRO KANBAN, CADA CONTENTORTAMBÉM DEVERÁTER
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TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS
GASTO
DESEMBO
LSO
INVESTIM
ENTO
DESPESA
PERDACUSTO
GASTO – COMPRA DE UM PRODUTO OU SERVIÇO, QUE
GERA UM SACRIFÍCIO PARA A ENTIDADE. É A ENTREGA OU
COMPROMISSO DE ENTREGA DE ATIVOS (GERALMENTE
EM DINHEIRO).
DESEMBOLSO – É A EFETIVAÇÃO DO PAGAMENTO PELA
AQUISIÇÃO DE UM BEM OU SERVIÇO. OCORRE ANTES,
DURANTE OU DEPOIS DA NEGOCIAÇÃO. PORTANTO,
DEFASADO OU NÃO EM RELAÇÃO AO MOMENTO DO
GASTO.
TERMINOLOGIA APLICADA A
CUSTOS
PERDA – BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO DE FORMA ANORMAL E
INVOLUNTÁRIA. DEVEMOS ATENTAR PARA NÃO CONFUNDIRMOS
COM CUSTO OU DESPESA. A PERDA É PROVENIENTE DE ALGUMA
ANORMALIDADE OU INVOLUNTARIEDADE.
EXEMPLOS: INCÊNDIO, INTEMPÉRIES DA NATUREZA,
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INVESTIMENTO – GASTO ATIVADO EM FUNÇÃO DA SUA VIDA ÚTIL
OU DE BENEFÍCIOS ATRIBUÍVEIS A PERÍODO(S) FUTURO(S). EM
SUMA, É UM GASTO COM PERSPECTIVA DE RETORNO.
EXEMPLOS: COMPRA PARA ESTOQUE, MÁQUINAS.
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CUSTOS
DESPESA –TODO BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO DIRETO
OU INDIRETAMENTE, COM A INTENÇÃO DE OBTER UMA
RECEITA OU NA PARTE ADMINISTRATIVA DA EMPRESA.
EXEMPLOS: MANUTENÇÃO DEVEÍCULOS, COMISSÃO
SOBREVENDAS, CONTABILIDADE, RH.
CUSTO –TODO BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO NA
INTENÇÃO DE PRODUZIR OUTROS BENS OU SERVIÇOS.
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  • 1. Eng. Gabriel do Nascimento
  • 2. INTRODUÇÃO A GESTÃO DA PRODUÇÃO ― O HOMEM PRÉ-HISTÓRICO; ― OS ARTESÃOS; ― A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL; ― JAMES WATT – 1.764.
  • 4. TERRA – ENTENDE-SEQUE ÉTANTO OS RECURSOS DO SOLO (QUANTIDADE DE TERRA, FERTILIDADE,COMPOSIÇÃO DO SOLO, ETC.) QUANTO OS DO SUBSOLO, COMO O PETRÓLEO, LENÇÓIS FREÁTICOS OU RIQUEZAS EM METAIS PRECIOSOS. CAPITAL –TEM UM SENTIDO PARTICULARAMPLO:TODASAS INSTALAÇÕES,OS EQUIPAMENTOS,AS MÁQUINAS,OS MÓVEIS,OUTROSATIVOS FIXOS ETAMBÉM OS ATIVOS CIRCULANTESCOMO OS ESTOQUES E O CAPITAL DE GIRO. TRABALHO – INDICAA MDO QUE SE EMPREGA DIRETAMENTE PARA A REALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO OUAQUELA DEAPOIO,ALOCADA EM FUNÇÕES AUXILIARES.
  • 5. GESTAO DA PRODUÇÃO – DEFINIÇÃO → ÉA ARTE DEADMINISTRAROS RECURSOSTANGÍVEIS E INTANGÍVEIS NECESSÁRIOS PARA A CRIAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS POR MEIO DO PROCESSO DETRANSFORMAÇÃO DE ENTRADAS EM SAÍDAS. OBS: AS ATIVIDADESQUE CRIAM PRODUTOS E SERVIÇOS ESTÃO PRESENTES EM TODASAS ORGANIZAÇÕES. → É O CONSUMO EFICIENTE DOS INSUMOS NECESSÁRIOS PARA A CRIAÇÃO DE UM BEM OU SERVIÇO.
  • 6. ÃO DA PRODUÇÃO – OBJETIVO A GESTÃO DA PRODUÇÃO TEM COMO OBJETIVO ORGANIZAR A FORMA COM QUE AS EMPRESAS GERAM BENS FÍSICOS E SERVIÇOS A SEREM ENTREGUES AOS SEUS CLIENTES.
  • 7. GESTÃO DA PRODUÇÃO – OBJETIVOS ― EFICIÊNCIA; ― EFICÁCIA; ― EFETIVIDADE; ― DIMENSIONAMENTO; ― CAPACIDADE INSTALADA; ― LAYOUT.
  • 8. ― FALTA / ATRASO DE MATERIAL ― FALTA / ATRASO DE MDO ― FALTA DE MÁQUINAS ― FALTA DE ENERGIA GESTÃO DA PRODUÇÃO – TURBULÊNCIAS
  • 9. AO CONTRÁRIO DO QUE MUITOS PENSAM,A GESTÃO DA PRODUÇÃO ABRANGEM MUITO MAIS DO QUE AS EMPRESAS. ABRANGE QUALQUER TIPO DE ORGANIZAÇÃO QUE OFEREÇA BENS OU SERVIÇOS,TAIS COMO:
  • 10. NENHUMA ORGANIZAÇÃO SOBREVIVE, A MENOS QUE PRODUZA ALGUMA COISA QUE AS PESSOAS NECESSITEM,AO PREÇO QUE ELAS ESTÃO DISPOSTAS A PAGAR. CADA ORGANIZAÇÃO DEFINE O SEU MODELO SISTÊMICO, POIS ESTE DEPENDE DO PRODUTO A SER COMERCIALIZADO E DA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO.
  • 11. CADEIA PRODUTIVA SÃOTODAS AS ETAPAS PERCORRIDAS PELA MATÉRIA-PRIMA ATÉ CHEGAR AO ESTADO DE “CONSUMO”.
  • 12. PROCESSO DE PRODUÇÃO É UMA ATIVIDADE OU UM CONJUNTO DE ATIVIDADES QUE AGREGARVALOR A UM OU MAIS INSUMOS E ENTREGA UM BEM OU UM SERVIÇO QUE ATENDA AS NECESSIDADES DOS CONSUMIDORES.
  • 13. BENS VERSUS SERVIÇOS BENS →TANGIBILIDADE – SÃO CONCRETOS E PODEM SERTOCADOS. CONSEQUENTEMENTE PODEM SER ESTOCADOS ETRANSPORTADOS. SERVIÇOS → SIMULTANEIDADE – A PRODUÇÃO DO PRODUTO PELO FORNECEDOR E O CONSUMO DELE PELO CLIENTE OCORRE AO MESMOTEMPO.
  • 14. Entradas Produtos SaídasProcessos e Operações Adm. Produção PROCESSO DE PRODUÇÃO DE UM BEM Agregação de valor Matéria-prima Mão-de-obra Energia elétrica Informática Máquinas
  • 16. INSUMOS - Funcionários - Equipamentos - Instalações - Materiais - Serviços - Energia elétrica Clientes externos e internos RESULTADOS - Bens - Serviços Informação sobre o desempenho Processos e operações 5 4 3 2 1
  • 17. O QUE É AGREGAR DEVALOR? QUANTO OS SENHORES ESTÃO DISPOSTOS A PAGAR POR ESSE MONTE DE BARRO ??? E AGORA, QUANTO PAGARIAM POR ESSE BEM??? POR QUE? NÃO É BARROTAMBÉM?
  • 18. IMAGINE QUE AQUITENHA 20 GRAMAS DE OURO. QUANTO PAGARIAM POR ESSA PEÇA? OS 20 GRAMAS DE OURO DA PEÇA ACIMA, SAIRAM DESTA PEÇA AO LADO. PAGARIAM O MESMOVALOR POR 20 GRAMAS DESSE MESMO OURO?
  • 19. SISTEMAS DE PRODUÇÃO – DEFINIÇÃO É UM CONJUNTO DE ELEMENTOS QUE OPERA DE FORMA COMBINADA E HARMONIOSA PARA TRANSFORMAR INSUMOS EM PRODUTOS ACABADOS.
  • 20. SISTEMAS DE PRODUÇÃO –TIPOS ― PRODUÇÃO CONTÍNUA; ― PRODUÇÃO EM LOTE; ― PRODUÇÃO CUSTOMIZADA. PRODUÇÃO EMPURRADA PRODUÇÃO PUXADA
  • 21.
  • 22. → PRODUZIR O MÁXIMO QUE PUDER; → PRODUZIR O MAIS RÁPIDO QUE PUDER; → ENVIAR AO PRÓXIMO PROCESSO, MESMO QUE: ― ELE AINDA NÃO ESTEJA PRONTO PARA ISSO; ― ELE NÃO PRECISE DISSO, OU; ― ELE NÃO QUEIRA ISSO. EFICIÊNCIA / MAXIMIZAÇÃO DOS RECURSOS. EMPURRAR
  • 23. PRODUÇÃO CONTÍNUA ― GRANDESVOLUMES / POUCAVARIEDADE; ― PRODUTOS PADRONIZADOS / NÃO FLEXÍVEL; ― ALTO GRAU DE AUTOMAÇÃO / APERFEIÇOAMENTO; ― SÃO MAIS EFICIENTE;
  • 24. PRODUÇÃO EM LOTE ―TERMINANDO UM LOTE INICIA-SE OUTRO; ― QUANTIDADE LIMITADA DE UM PRODUTO PORVEZ; ― ESTOQUE PLANEJADO EM FUNÇÃO DO LOTE; ― O LOTE É DIMENSIONADO PARA ATENDER A PREVISÃO DEVENDA DE UM DETERMINADO PERÍODO;
  • 25. → PRODUZIR APENAS O QUE O PROCESSO SEGUINTE PRECISAR; → SOMENTE QUANDO ELE PRECISAR. SÓ O MATERIAL NECESSÁRIO / FOCO NOVALOR AGREGADO PUXAR
  • 26. PRODUÇÃO CUSTOMIZADA ― MP IMEDIATA / NÃO HÁ ESTOQUE DE PA; ― O CLIENTE OFERECE O PROJETO; ― COMEÇA APÓS O FECHAMENTO DO CONTRATO; ― POUCA PADRONIZAÇÃO; ― MDO ESPECIALIZADA / MAIS CARA ;
  • 27. É O GERENCIAMENTO DA PRODUÇÃO USANDO O MÍNIMO DE MATÉRIA-PRIMA POSSÍVEL. REQUER UM RÍGIDO CONTROLE DE ABASTECIMENTO.VISA ATENDER A DEMANDA INSTANTANEAMENTE, COM QUALIDADE E SEM DESPERDÍCIOS. ELE POSSIBILITA A PRODUÇÃO EFICAZ EMTERMOS DE CUSTO, ASSIM COMO O FORNECIMENTO DE QUANTIDADE NECESSÁRIA DE COMPONENTES, NO MOMENTO E EM LOCAIS CORRETOS. JUST-IN-TIME
  • 28. JUST INTIME –JIT ― ATÉ 1950 → FORD COMPANY E GENERAL MOTORS; ― INÍCIO DE 1950 → CRISE DO PETRÓLEO → STP; ― TAIICHI OHNO; ― EFICIÊNCIA, SIMPLICIDADE, REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS DE RECURSOS, ENTRE OUTROS;
  • 29. FILOSOFIA JUST INTIME ― ELIMINAÇÃO DE ESTOQUES; ― ELIMINAÇÃO DE DESPERDÍCIOS; ― MANUFATURA DE FLUXO CONTÍNUO; ― ESFORÇO CONTÍNUO NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS; ― MELHORIA CONTÍNUA DOS PROCESSOS.
  • 30. ― DESPERDÍCIO DETRANSPORTE; ― DESPERDÍCIO DE SUPERPRODUÇÃO; ― DESPERDÍCIO DE MATERIAL ESPERANDO NO PROCESSO; ― DESPERDÍCIO DE PROCESSAMENTO; ― DESPERDÍCIO DE MOVIMENTO NAS OPERAÇÕES; ― DESPERDÍCIO DE PRODUZIR PRODUTOS DEFEITUOSOS; ― DESPERDÍCIO DE ESTOQUES. REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS
  • 31. DE ONDEVEIO A INSPIRAÇÃO PARA A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA KANBAN, COMO GERENCIADOR DE STOCKS?
  • 32. ― OS PRODUTOS ESTAVAM DISTRIBUÍDOS EM PRATELEIRAS E ERAM RETIRADOS PELO PRÓPRIOCONSUMIDOR. ― AS PRATELEIRASCONTINHAM MAIOR OU MENOR QUANTIDADE DE PRODUTOS EM FUNÇÃO DA SUA DEMANDA. ― AS INFORMAÇÕES INDISPENSÁVEIS SOBRE O PRODUTO,TAIS COMO: IDENTIFICAÇÃO,QUANTIDADE E PREÇO, ESTAVAM ESCRITOS EM PEQUENOSCARTÕES. ― A REPOSIÇÃO ERA FEITAÀ MEDIDAQUE OS PRODUTOS ERAMVENDIDOS ETUDO ERA FEITO E CONTROLADO DE FORMAVISUAL.
  • 33. KANBAN ― SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE STOCKS → É UM DOS PILARES DO JIT; ― É UM MÉTODOQUE UTILIZACARTÕES,ATRAVÉS DOS QUAIS ÉVISUALIZADOO NÍVEL DOS STOCKS, INFORMANDOO MOMENTOOPORTUNO DE FABRICAÇÃO DE NOVOS PRODUTOSOU DE PARTE DOS PRODUTOS. ― DEVIDOA SUA SIMPLICIDADE E CUSTO DE IMPLANTAÇÃO MUITO PEQUENO, PODE SERADOTADO EMQUALQUERTIPO ETAMANHO DE EMPRESA.
  • 34. CARTÃO KANBAN É RESPONSÁVEL PELA COMUNICAÇÃO E PELO FUNCIONAMENTO DETODO O SISTEMA, NELE DEVEM ESTAR CONTIDOS AS INFORMAÇÕES MÍNIMAS PARA O BOM FUNCIONAMENTO DA LINHA DE PRODUÇÃO. SENDO NECESSÁRIO, ELE PODERÁ CONTER UM NÚMERO MAIOR DE INFORMAÇÕES, DESDE QUE SEJAM IMPORTANTES PARA A ÁREA ESPECÍFICA, ONDE SE PRETENDE IMPLEMENTAR O SISTEMA KANBAN. O CARTÃO KANBAN
  • 35. TIPOS DE KANBAN ― DE MOVIMENTAÇÃO:AVISA UM ESTÁGIO ANTERIORQUE O MATERIAL PODE SER DESTINADO PARA UM LOCAL ESPECÍFICO. ESPECIFICAOTIPO EA QUANTIDADE DE PRODUTOQUE O POSTO SUBSEQUENTE RETIRA DO POSTO ANTECEDENTE. ― DE PRODUÇÃO: IRÁ DIZER PARA UM SETOR QUE DETERMINADO ITEM PODE SER PRODUZIDO PARA DISPONIBILIDADE EM ESTOQUE. ― FORNECEDOR:AVISARÁ AO FORNECEDOR QUE DETERMINADO MATERIAL DEVER SER ENTREGA EM CERTOTEMPO EM UMCERTO POSTO DE PRODUÇÃO.
  • 36. TIPOS DE FORNECEDOR ― FORNECEDOR INTERNO:TRATAMOS DE FORNECEDOR INTERNO A ESTAÇÃO DE MANUFATURAANTERIORÀQUELA QUEVAI DAR CONTINUIDADE AO PROCESSO PRODUTIVO INICIADOR POR ESTA. ― FORNECEDOR EXTERNO: É AQUELE QUE, LITERALMENTE, ESTÁ SITUADO FORA DO CONTEXTO INDUSTRIAL DA EMPRESA.
  • 37. CORES DO KANBAN E SEUS SIGNIFADOS OS ESTOQUES ESTÃO BAIXO, NECESSITANTO DE REPOSIÇÃO URGENTE OS ESTOQUES ESTÃO A NÍVEL MÉDIO, PORTANTO NECESSITAM DE ATENÇÃO QUANTO A PRODUÇÃO PARA DISPONIBILIDADE OS ESTOQUES ESTÃO ABASTECIDOS, PROVOCANDO DESCONTINUIDADE NA PRODUÇÃO.
  • 38. CADA LOTE É ARMAZENADO NUM RECIPIENTE PADRONIZADO, COM UM NÚMERO DEFINIDO DE PEÇAS E UM CARTÃO CORRESPONDENTE A CADA CONTENTOR. O CONTENTOR
  • 39. O QUADRO KANBAN DEVE FICAR PRÓXIMO AO ESTOQUE DE PEÇAS NO SETOR DE PRODUÇÃO (FORNECEDOR), DEVENDO SER FIXADO EM UM LOCAL DE FÁCIL ACESSO EVISUALIZAÇÃO. O CONTENTOR
  • 40. O FUNCIONAMENTO ―AO CONTENTOR CHEIO ESTARÁ ANEXADO UM CARTÃO KANBAN; ― NO QUADRO KANBAN, CADA CONTENTORTAMBÉM DEVERÁTER SEU LUGAR ESPECÍFICO; ―AO RETIRAR UM CONTENTOR DO ESTOQUE, RETIRA-SE O CARTÃO KANBAN DELE E FIXA-O NO QUADRO KANBAN, NO LUGAR CORRESPONDENTE ; ― PARA CADA CONTENTOR HAVERÁ UM CARTÃO KANBAN; ― CADA CONTENTOR DEVERÁTER UM LUGAR ESPECÍFICO, NO ESTOQUE;
  • 41. RESUMINDO.... O CARTÃO KANBAN ESTARÁ OU NO CONTENEDOROU NO QUADRO KANBAN. POR ISSO,TORNA-SE UM GERENCIADOR VISUAL DE STOCKS.
  • 42.
  • 43. PROCESSOS DE PRODUÇÃO AS ORGANIZAÇÕES DE BENS OU SERVIÇOS QUE NÃO ADAPTAREM SEUS SISTEMAS PRODUTIVOS PARA A MELHORA CONTÍNUA DA PRODUTIVIDADE NÃOTERÃO ESPAÇO NO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO. O SISTEMA “CLÁSSICO” DE PRODUÇÃO EM MASSA, DERIVADO DA NOÇÃO DE ECONOMIA DE ESCALA NÃO É MAIS VÁLIDO.
  • 45. É A QUANTIDADE DE PRODUTOS PRODUZIDOS OU A QUANTIDADE DE SERVIÇOS REALIZADOS; NÃO LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO OS INSUMOS UTILIZADOS PARA A REALIZAÇÃO DOS MESMOS. PRODUÇÃO
  • 46. PRODUTIVIDADE É A MENSURAÇÃO DE TUDO O QUE FOI PRODUZIDO EM RELAÇÃO AOS INSUMOS CONSUMIDOS NESSA PRODUÇÃO – OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS.
  • 47. TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS GASTO DESEMBO LSO INVESTIM ENTO DESPESA PERDACUSTO
  • 48. GASTO – COMPRA DE UM PRODUTO OU SERVIÇO, QUE GERA UM SACRIFÍCIO PARA A ENTIDADE. É A ENTREGA OU COMPROMISSO DE ENTREGA DE ATIVOS (GERALMENTE EM DINHEIRO). DESEMBOLSO – É A EFETIVAÇÃO DO PAGAMENTO PELA AQUISIÇÃO DE UM BEM OU SERVIÇO. OCORRE ANTES, DURANTE OU DEPOIS DA NEGOCIAÇÃO. PORTANTO, DEFASADO OU NÃO EM RELAÇÃO AO MOMENTO DO GASTO. TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS
  • 49. PERDA – BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO DE FORMA ANORMAL E INVOLUNTÁRIA. DEVEMOS ATENTAR PARA NÃO CONFUNDIRMOS COM CUSTO OU DESPESA. A PERDA É PROVENIENTE DE ALGUMA ANORMALIDADE OU INVOLUNTARIEDADE. EXEMPLOS: INCÊNDIO, INTEMPÉRIES DA NATUREZA, OBSOLESCÊNCIA. INVESTIMENTO – GASTO ATIVADO EM FUNÇÃO DA SUA VIDA ÚTIL OU DE BENEFÍCIOS ATRIBUÍVEIS A PERÍODO(S) FUTURO(S). EM SUMA, É UM GASTO COM PERSPECTIVA DE RETORNO. EXEMPLOS: COMPRA PARA ESTOQUE, MÁQUINAS. TERMINOLOGIAAPLICADA A CUSTOS
  • 50. DESPESA –TODO BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO DIRETO OU INDIRETAMENTE, COM A INTENÇÃO DE OBTER UMA RECEITA OU NA PARTE ADMINISTRATIVA DA EMPRESA. EXEMPLOS: MANUTENÇÃO DEVEÍCULOS, COMISSÃO SOBREVENDAS, CONTABILIDADE, RH. CUSTO –TODO BEM OU SERVIÇO CONSUMIDO NA INTENÇÃO DE PRODUZIR OUTROS BENS OU SERVIÇOS. ESTÁ INTIMAMENTE LIGADO A PRODUÇÃO DE UM BEM OU SERVIÇO, COMO: ALUGUEL DA FÁBRICA, ENERGIA ELÉTRICA, MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS. TERMINOLOGIA APLICADA A CUSTOS
  • 52. CUSTOS DIRETOS – SÃO AQUELES QUE PODEM SER APROPRIADOS DIRETAMENTE AO PRODUTO. EXEMPLOS: MATÉRIA-PRIMA, MOD, ENERGIA ELÉTRICA. CUSTOS INDIRETOS – SÃO AQUELES QUE NÃO PODEM SER APROPRIADOS DIRETAMENTE AOS PRODUTOS. PORTANTO, NECESSITAM DE UM CRITÉRIO DE RATEIO*. EXEMPLOS: DEPRECIAÇÃO, ALUGUEL. * MÉTODO QUE BUSCA JUSTIÇA. DEFINIÇÕES
  • 53. GRÁFICOS DE GANTT • GRÁFICOS DE BARRAS DESENVOLVIDOS POR HENRY GANTT, EM 1917 • DEMONSTRAO INÍCIO, DURAÇÃO ETÉRMINO DE CADA PROCESSO • APRESENTACADA ETAPA PERCORRIDA PELO PRODUTO • MOSTRA A CARGA HORÁRIA DE CADA MÁQUINA
  • 54. VANTAGENS • CUSTO MUITO BAIXO • FÁCIL CONSTRUÇÃO E ENTENDIMENTO • ACOMPANHAMENTO DO PROGRESSO DE CADA PROCESSO E DO SISTEMA PRODUTIVO EM GERAL • SEM PERCEBER, OS COLABORADORES SOFREM CERTA PRESSÃO POR CONTA DO CRONOGRAMA PROPOSTO PELO GRÁFICO.