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Mestrado em Ensino de
Biologia e Geologia no 3º
ciclo do Ensino Básico e no
Ensino Secundário
Educação Sexual
2º Semestre
2012/2013
Docente: Isilda Rodrigues
Discentes: Cristiana Valente nº33708;
Filipe Marinho nº 33706; Mónica
Machado nº38046; Tiago Silva nº33696
Objetivos
Dar o máximo de informação possível sobre as
parafilias mais usuais e as suas características;
Expor qual o tratamento mais adequado;
Educar sobre a melhor forma de lidar com indivíduos
com estes comportamentos.
Introdução
Distinguir comportamentos sexuais normais e patológicos constituiu uma das
maiores dificuldades.
Partindo do objetivo último de que a relação sexual heterossexual é a
reprodução, este é considerado tradicionalmente o comportamento normal
Ao longo da história, o conceito de comportamentos sexuais normais ou
anormais tem variado.
De igual modo o vocabulário utilizado para comportamentos sexuais menos
frequentes entre a população ou que violam as normas estabelecidas tem
variado.
No entanto, determinados comportamentos sexuais são encarados quase
universalmente como inapropriados e existe grande concordância quanto aos
padrões comportamentais das parafilias (Caridade, 2008).
Introdução
Segundo o DSM-IV-TR (2000), consistem em fantasias, anseios
sexuais ou comportamentos recorrentes, intensos e sexualmente
excitantes, em geral envolvendo objetos não-humanos, sofrimento
ou humilhação próprios ou do parceiro, crianças ou outras
pessoas sem o seu consentimento
• Parafilias
do grego pará
= ao lado de,
funcionamento
desordenado
ou anormal,
oposição
philos =
amante, que
tem afinidade,
atraído por
Parafilia
Minorias Sexuais Agressões
Sexuais
Feiticismo Exibicionismo
Travestismo Frotteurismo
Transexualismo Voyeurismo
Sadomasoquismo Pedofilia
Violação
Existem diversos tipos de parafilias,
neste trabalho iremos apenas
abordar aqueles que foram
considerados por Bancroft (1989):
Fetichismo
Caracteriza-se por uma
atração sexual persistente por
uma parte do corpo, sendo
neste caso designado
parcialismo, ou por objetos
inanimados, tais como,
soutiens, cuecas, meias, luvas,
sapatos, entre outros (Fonseca
et al., 2003  Abreu, 2005).
Fetichismo
Um fetiche torna-se patológico quando se transforma no
motivo exclusivo da excitação sexual (Fonseca et al., 2003),
isto é, quando na sua ausência o indivíduo não consegue
excitar-se e realizar o ato sexual. Enquanto parafilia o
fetichismo implica não variar o objeto sexual (Abreu, 2005).
Fetichismo
Afeta com mais frequência
homens, de idade média,
heterossexuais, que se masturbam
frequentemente olhando,
cheirando, acariciando ou
manipulando o objeto que os atrai
(Feldmann, 2003).
Pensa-se que o feiticismo
patológico seja raro, devido ao
facto de serem poucos os casos
em que se recorre a ajuda
terapêutica (Fonseca et al., 2003).
Sadomasoquismo
Subdivide-se em sadismo
e masoquismo,
configurando-se em
relações sexuais de
dominância e submissão.
No masoquismo, o prazer
e a excitação sexual são
obtidos ao receber
sofrimento físico ou moral,
infligido por outra pessoa
No sadismo, a excitação
sexual é obtida infligindo dor
ou sofrimento moral a outra
pessoa, com ou sem
consentimento. A intensidade
do sofrimento infligido, capaz
de provocar a excitação
sexual, vai desde pequenos
arranhões, até tortura e morte.
Sadomasoquismo
A utilização de algemas, vestimentas
de couro, chicotes e objetos de tortura
fazem parte do arsenal de
dramatização ou realização de uma
relação sexual sadomasoquista.
Travestismo
Feiticista
O Travestismo feiticista carateriza-se pela necessidade de
homens heterossexuais utilizarem de forma repetitiva e exclusiva
roupas femininas para obterem prazer sexual, excitarem-se
masturbarem-se ou realizarem o ato sexual (Abreu, 2005).
Estes homens em situações não
sexuais vestem-se de forma
normal, quando começam a
vestir-se de mulheres a maior
parte do tempo, pode haver
um transtorno do género, tipo
transexualismo (Abreu, 2005).
O transexual veste a roupa do
sexo oposto com o qual ele se
identifica. Ele se sente muito
melhor em roupas femininas
(Mormont, 2003).
Travestismo
Feiticista
Exibicionismo
 Desejo de ser observado em contexto sexual.
 A reação da vítima é que provoca ao sujeito
praticante o prazer sexual.
Exibicionismo
 Não, esta mulher
pousa nua para a
revista por interesses
financeiros e não por
desejos sexuais.
Frotteurismo
Toucherismo
 Locais públicos e
concentração de
multidões.
 Locais pouco
movimentados e
pouco iluminados.
 Tipo de parafilia em que
o prazer sexual advém
da observação de
pessoas, sem
suspeitarem que estão a
ser observadas;
 As vitimas, podem estar
nuas, em atos sexuais ou
em roupa interior.
Voyeurismo
Uma parafilia em que o
objecto de desejo são
crianças impúberes.
Vítimas femininas são
muito mais frequentes.
Vai desde despir a
criança e olhar até
utilizar a violência para
atingir a penetração.
Pedofilia
Pedofilia
Congruência
Emocional
Excitação
Sexual
Bloqueio
Desinibição
>Motivação Sexual
>Superação dos
factores inibidores
internos
>Superação dos
factores de inibição
externos
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resistência da
criança
Finkelhor
(1984)
 O tratamento dos agressores sexuais tem
uma característica específica. A quando
do fracasso destes, o individuo volta a
cometer as agressões sexuais.
 O tratamento deve ser iniciado no
momento em que o agressor é condenado
e aquando o cumprimento da pena e
nunca após da mesma.
Tratamento
Tratamento
 Avaliação;
 Terapia;
 Prevenção de recaída.
 Avaliação do comportamento sexual,
através de entrevistas clínicas e de
questionários apropriados;
 Avaliação psicopatológica, incluindo as
formas de interação social e afetiva;
 Avaliação social, realizada por técnicos
do serviço social.
 Avaliação das preferências sexuais.
Avaliação
Terapia
Terapias
farmacológicas
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comportamentais
Abolir as fantasias,
comportamentos e impulsos
desviantes e corrigir as
distorções cognitivas presentes
neste tipo de parafilias.
Utilizam por base fármacos,
com o objetivo de abolir o
comportamento parafílico nos
agressores sexuais.
 Os indivíduos portadores de parafilias
devem ser acompanhados por técnicos
especializados, após o cumprimento de
todo o tratamento até que o profissional
ache conveniente.
Prevenção
Papel da escola
Implementação de projetos de
educação sexual que permitam
a formação adequada dos
alunos em relação a esta
realidade.
Envolvimento dos professores
na educação sexual tem de
aumentar, tendo mais
preocupação com a formação
contínua e inicial em educação
sexual.
É considerado fundamental para
desenvolver competências,
aumentar conhecimentos e
confiança, conhecer e aplicar
novas metodologias de ensino e
desenvolver qualidades de
ensino eficazes em educação
sexual.
Outras Parafilias
Agalmatofilia: atração por
estátuas.
Agorafilia: atração por copular
em lugares abertos ou ao ar
livre.
Anadentisfilia: excitação sexual
por pessoas sem dentes ou
prazer sexual ao receber sexo
oral de uma pessoa sem dentes.
Bondage: prática onde a
excitação vem de amarrar ou/e
imobilizar o parceiro.
Bukkake: modalidade de sexo
grupal praticado com uma
pessoa que "recebe" no rosto a
ejaculação de diversos homens.
Crinofilia: excitação sexual por
secreções (saliva, suor,
secreções vaginais, etc).
Gerontofilia: atração sexual de
não-idosos por idosos.
Lactofilia: fetiche por observar
ou sugar leite saindo dos seios.
Nanofilia: atração sexual por
anões.
Necrofilia : atração por pessoas
mortas.
Nesofilia: atração pela cópula
em ilhas, geralmente desertas.
Partenofilia: fixação sexual por
pessoas virgens.
Pigofilia: excitação sexual por
nádegas.
Pirofilia: prazer sexual com
fogo, vendo-o, queimando-se
ou queimando objetos com
ele.
Outras Parafilias
Podolatria: fetiche por pés.
Pogonofilia: fetiche por barba.
Pregnofilia ou maieusofilia:
fetiche por mulheres grávidas.
Quirofilia: excitação sexual por
mãos.
Timofilia: excitação pelo
contato com metais preciosos.
Trampling: fetiche onde o
indivíduo sente prazer ao ser
pisado pelo parceiro.
Tricofilia: fetiche por cabelos e
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Parafilias

  • 1. Mestrado em Ensino de Biologia e Geologia no 3º ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário Educação Sexual 2º Semestre 2012/2013 Docente: Isilda Rodrigues Discentes: Cristiana Valente nº33708; Filipe Marinho nº 33706; Mónica Machado nº38046; Tiago Silva nº33696
  • 2. Objetivos Dar o máximo de informação possível sobre as parafilias mais usuais e as suas características; Expor qual o tratamento mais adequado; Educar sobre a melhor forma de lidar com indivíduos com estes comportamentos.
  • 3. Introdução Distinguir comportamentos sexuais normais e patológicos constituiu uma das maiores dificuldades. Partindo do objetivo último de que a relação sexual heterossexual é a reprodução, este é considerado tradicionalmente o comportamento normal Ao longo da história, o conceito de comportamentos sexuais normais ou anormais tem variado. De igual modo o vocabulário utilizado para comportamentos sexuais menos frequentes entre a população ou que violam as normas estabelecidas tem variado. No entanto, determinados comportamentos sexuais são encarados quase universalmente como inapropriados e existe grande concordância quanto aos padrões comportamentais das parafilias (Caridade, 2008).
  • 4. Introdução Segundo o DSM-IV-TR (2000), consistem em fantasias, anseios sexuais ou comportamentos recorrentes, intensos e sexualmente excitantes, em geral envolvendo objetos não-humanos, sofrimento ou humilhação próprios ou do parceiro, crianças ou outras pessoas sem o seu consentimento • Parafilias do grego pará = ao lado de, funcionamento desordenado ou anormal, oposição philos = amante, que tem afinidade, atraído por Parafilia Minorias Sexuais Agressões Sexuais Feiticismo Exibicionismo Travestismo Frotteurismo Transexualismo Voyeurismo Sadomasoquismo Pedofilia Violação Existem diversos tipos de parafilias, neste trabalho iremos apenas abordar aqueles que foram considerados por Bancroft (1989):
  • 5. Fetichismo Caracteriza-se por uma atração sexual persistente por uma parte do corpo, sendo neste caso designado parcialismo, ou por objetos inanimados, tais como, soutiens, cuecas, meias, luvas, sapatos, entre outros (Fonseca et al., 2003  Abreu, 2005).
  • 6. Fetichismo Um fetiche torna-se patológico quando se transforma no motivo exclusivo da excitação sexual (Fonseca et al., 2003), isto é, quando na sua ausência o indivíduo não consegue excitar-se e realizar o ato sexual. Enquanto parafilia o fetichismo implica não variar o objeto sexual (Abreu, 2005).
  • 7. Fetichismo Afeta com mais frequência homens, de idade média, heterossexuais, que se masturbam frequentemente olhando, cheirando, acariciando ou manipulando o objeto que os atrai (Feldmann, 2003). Pensa-se que o feiticismo patológico seja raro, devido ao facto de serem poucos os casos em que se recorre a ajuda terapêutica (Fonseca et al., 2003).
  • 8. Sadomasoquismo Subdivide-se em sadismo e masoquismo, configurando-se em relações sexuais de dominância e submissão. No masoquismo, o prazer e a excitação sexual são obtidos ao receber sofrimento físico ou moral, infligido por outra pessoa No sadismo, a excitação sexual é obtida infligindo dor ou sofrimento moral a outra pessoa, com ou sem consentimento. A intensidade do sofrimento infligido, capaz de provocar a excitação sexual, vai desde pequenos arranhões, até tortura e morte.
  • 9. Sadomasoquismo A utilização de algemas, vestimentas de couro, chicotes e objetos de tortura fazem parte do arsenal de dramatização ou realização de uma relação sexual sadomasoquista.
  • 10. Travestismo Feiticista O Travestismo feiticista carateriza-se pela necessidade de homens heterossexuais utilizarem de forma repetitiva e exclusiva roupas femininas para obterem prazer sexual, excitarem-se masturbarem-se ou realizarem o ato sexual (Abreu, 2005).
  • 11. Estes homens em situações não sexuais vestem-se de forma normal, quando começam a vestir-se de mulheres a maior parte do tempo, pode haver um transtorno do género, tipo transexualismo (Abreu, 2005). O transexual veste a roupa do sexo oposto com o qual ele se identifica. Ele se sente muito melhor em roupas femininas (Mormont, 2003). Travestismo Feiticista
  • 12. Exibicionismo  Desejo de ser observado em contexto sexual.  A reação da vítima é que provoca ao sujeito praticante o prazer sexual.
  • 13. Exibicionismo  Não, esta mulher pousa nua para a revista por interesses financeiros e não por desejos sexuais.
  • 14. Frotteurismo Toucherismo  Locais públicos e concentração de multidões.  Locais pouco movimentados e pouco iluminados.
  • 15.  Tipo de parafilia em que o prazer sexual advém da observação de pessoas, sem suspeitarem que estão a ser observadas;  As vitimas, podem estar nuas, em atos sexuais ou em roupa interior. Voyeurismo
  • 16. Uma parafilia em que o objecto de desejo são crianças impúberes. Vítimas femininas são muito mais frequentes. Vai desde despir a criança e olhar até utilizar a violência para atingir a penetração. Pedofilia
  • 17. Pedofilia Congruência Emocional Excitação Sexual Bloqueio Desinibição >Motivação Sexual >Superação dos factores inibidores internos >Superação dos factores de inibição externos >Superação da resistência da criança Finkelhor (1984)
  • 18.  O tratamento dos agressores sexuais tem uma característica específica. A quando do fracasso destes, o individuo volta a cometer as agressões sexuais.  O tratamento deve ser iniciado no momento em que o agressor é condenado e aquando o cumprimento da pena e nunca após da mesma. Tratamento
  • 20.  Avaliação do comportamento sexual, através de entrevistas clínicas e de questionários apropriados;  Avaliação psicopatológica, incluindo as formas de interação social e afetiva;  Avaliação social, realizada por técnicos do serviço social.  Avaliação das preferências sexuais. Avaliação
  • 21. Terapia Terapias farmacológicas Terapias cognitivo- comportamentais Abolir as fantasias, comportamentos e impulsos desviantes e corrigir as distorções cognitivas presentes neste tipo de parafilias. Utilizam por base fármacos, com o objetivo de abolir o comportamento parafílico nos agressores sexuais.
  • 22.  Os indivíduos portadores de parafilias devem ser acompanhados por técnicos especializados, após o cumprimento de todo o tratamento até que o profissional ache conveniente. Prevenção
  • 23. Papel da escola Implementação de projetos de educação sexual que permitam a formação adequada dos alunos em relação a esta realidade. Envolvimento dos professores na educação sexual tem de aumentar, tendo mais preocupação com a formação contínua e inicial em educação sexual. É considerado fundamental para desenvolver competências, aumentar conhecimentos e confiança, conhecer e aplicar novas metodologias de ensino e desenvolver qualidades de ensino eficazes em educação sexual.
  • 24. Outras Parafilias Agalmatofilia: atração por estátuas. Agorafilia: atração por copular em lugares abertos ou ao ar livre. Anadentisfilia: excitação sexual por pessoas sem dentes ou prazer sexual ao receber sexo oral de uma pessoa sem dentes. Bondage: prática onde a excitação vem de amarrar ou/e imobilizar o parceiro. Bukkake: modalidade de sexo grupal praticado com uma pessoa que "recebe" no rosto a ejaculação de diversos homens. Crinofilia: excitação sexual por secreções (saliva, suor, secreções vaginais, etc). Gerontofilia: atração sexual de não-idosos por idosos. Lactofilia: fetiche por observar ou sugar leite saindo dos seios. Nanofilia: atração sexual por anões. Necrofilia : atração por pessoas mortas. Nesofilia: atração pela cópula em ilhas, geralmente desertas. Partenofilia: fixação sexual por pessoas virgens. Pigofilia: excitação sexual por nádegas. Pirofilia: prazer sexual com fogo, vendo-o, queimando-se ou queimando objetos com ele.
  • 25. Outras Parafilias Podolatria: fetiche por pés. Pogonofilia: fetiche por barba. Pregnofilia ou maieusofilia: fetiche por mulheres grávidas. Quirofilia: excitação sexual por mãos. Timofilia: excitação pelo contato com metais preciosos. Trampling: fetiche onde o indivíduo sente prazer ao ser pisado pelo parceiro. Tricofilia: fetiche por cabelos e pêlos. Urofilia: excitação ao urinar no parceiro ou receber dele o jato urinário. Zoofilia: prazer em relação sexual com animais, etc.
  • 28. Fim !